Sem discursar de cima do carro de som, o presidente Jair Bolsonaro (PL) passou brevemente por um ato na Esplanada dos Ministérios neste domingo (1°/5). Em live, ele saudou os apoiadores que participam de atos no país.
“Cumprimentar o pessoal que está aqui na manifestação pacífica em defesa da Constituição, da democracia e da liberdade. Então, parabéns a todos de Brasília, bem como todo o Brasil que hoje estarão nas ruas. Tamo junto, o Brasil é nosso. Deus, pátria e família.”, disse.
Veja o momento em que o presidente chega ao protesto:
olsonaro era esperado em uma motociata realizada na capital federal, mas acabou não participando do passeio. Existe a expectativa de que o mandatário participe das manifestações em São Paulo ainda hoje.
Enquanto isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é esperado na Praça Charles Muller, em frente ao Pacaembu, em São Paulo, no ato do dia do trabalhador das centrais sindicais.




No sábado (30/4), ao convocar seus apoiadores para os atos em diversas capitais do país, Bolsonaro afirmou que eles não seriam para protestar, mas para enviar recados e demonstrar união em torno do projeto representado pelo governo federal.
“Amanhã não será dia de protestos. Será dia de união do nosso povo para um futuro cada vez melhor para todos nós”, afirmou o mandatário.
A data em que se celebra o Dia do Trabalho tradicionalmente conta com expressivos protestos de movimentos da esquerda, mas este ano lideranças bolsonaristas também convocaram atos para demonstrar apoio ao presidente.
Crise entre os Poderes
O ato ocorre em meio a uma nova crise entre os Poderes, após o presidente da República conceder graça (perdão) ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ataques à Corte e à democracia.
Na sexta-feira (29/4), em aceno de moderação no tom, Bolsonaro disse não querer “peitar” o Supremo. O presidente reconheceu que o deputado falou “coisas absurdas”, mas que não justificam a pena aplicada. Na visão dele, houve um “excesso” na dosimetria da pena, e o perdão ao parlamentar buscou “corrigir essa injustiça”.
Com informações do Metropoles

















