Flávio Bolsonaro critica PT, promete endurecer combate ao crime e diz que “Brasil não aguenta mais 4 anos de PT” Flávio afirmou qu…
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Flávio Bolsonaro critica PT, promete endurecer combate ao crime e diz que “Brasil não aguenta mais 4 anos de PT” |
| Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende classificar o PCC, o Comando Vermelho e milícias como grupos terroristas – (crédito: Edesio Ferreira/EM/D.A Press) |
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou neste sábado (22), durante agenda de campanha no Rio de Janeiro, que pretende adotar uma política de endurecimento no combate ao crime organizado caso seja eleito. Em seu discurso, o presidenciável também fez duras críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e declarou que “o Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”.
Ao lado do candidato ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, Flávio apresentou o aliado como uma das pessoas mais preparadas para comandar o estado e afirmou que sua candidatura faz parte de um projeto político de oposição ao Partido dos Trabalhadores.
Durante o evento, o candidato disse que o país vive uma escalada da violência e atribuiu esse cenário à gestão federal. Segundo ele, enquanto seus adversários estariam ligados aos “palácios”, sua campanha representa “as ruas” e a população que enfrenta diariamente os problemas da segurança pública.
Segurança pública como prioridade
A segurança foi o principal tema abordado por Flávio Bolsonaro. Entre as propostas apresentadas, ele afirmou que pretende classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações terroristas. Também prometeu endurecer as penas para criminosos e ampliar o enfrentamento às facções.
Segundo o candidato, integrantes dessas organizações “vão mofar na cadeia ou serão neutralizados pela polícia” caso enfrentem as forças de segurança. Flávio também defendeu penas mais rígidas para crimes patrimoniais, afirmando que pretende aumentar a punição para furtos e roubos de celulares.
Outra proposta apresentada foi a exigência de que presos trabalhem para custear sua permanência no sistema prisional e indenizar as vítimas de seus crimes.
Na área de combate à violência contra mulheres e crianças, o presidenciável declarou que pretende defender a aprovação da castração química para condenados por estupro e abuso sexual, além da utilização de novas tecnologias para ampliar a proteção às vítimas.
Ainda sobre segurança, Flávio afirmou que, caso eleito, seu governo declarará guerra ao que chamou de “narcoterroristas”, intensificando o combate às organizações criminosas.
Educação, emprego e empreendedorismo
Além das propostas para segurança pública, Flávio Bolsonaro apresentou medidas voltadas à educação e ao mercado de trabalho. O candidato afirmou que pretende manter programas sociais, como o Bolsa Família, mas defendeu que eles sejam acompanhados de políticas de qualificação profissional e geração de oportunidades.
Entre as propostas, destacou a ampliação do ensino técnico, maior aproximação entre escolas e empresas e a criação do programa “Minha Primeira Empresa”, destinado a incentivar o empreendedorismo entre jovens.
Segundo ele, a iniciativa permitirá que estudantes concluam a formação preparados tanto para ingressar no mercado de trabalho quanto para abrir o próprio negócio.
Críticas ao governo Lula
Durante o discurso, Flávio voltou a fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que a população enfrenta insegurança crescente nas cidades brasileiras.
O candidato citou o avanço da atuação do crime organizado, mencionou o uso de drones por criminosos e comparou a realidade atual com sua infância no Rio de Janeiro, afirmando que a violência atingiu níveis inéditos.
Flávio também declarou que tem recebido ameaças durante a campanha eleitoral. Segundo ele, já foram registradas mais de duas mil ameaças de morte, o que o obriga a participar de eventos utilizando carro blindado e colete à prova de balas.
Ao encerrar o discurso, reafirmou que pretende “devolver as ruas ao povo brasileiro” e voltou a pedir apoio ao eleitorado, afirmando que considera a eleição decisiva para o futuro do país.
Da redação


















