
Os parlamentares da Casa demonstraram descontentamento sobre a situação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde – Iges-DF
Durante a sessão da Câmara Legislativa desta terça-feira (9), parlamentares da Casa demonstraram descontentamento sobre a situação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde – Iges-DF, que terá novamente uma troca em seu comando. Além disso, os distritais cobraram ações do Governo do Distrito Federal (GDF) a respeito da garantia da vacinação na capital candanga.
De acordo com a deputada Arlete Sampaio (PT), a totalidade de doses do imunizante deveria ser destinada aos idosos, grupo que apresenta maior taxa de letalidade quando acometido da Covid-19, analisando decisão do GDF que decidiu vacinar mais profissionais de saúde e os quase 7 mil brasilienses com 79 anos de idade.
“O próprio governador considerou pequena a quantidade de vacinas. Mas, o que ele tem feito para os brasilienses serem imunizados mais rapidamente”, indagou a parlamentar, chamando a atenção ainda para a crise social gerada pela pandemia. “A nossa bancada está sugerindo um auxílio emergencial para a população local”, notou. Arlete informou ainda que a Comissão de Educação, Saúde e Cultura aprovou requerimento pedindo explicações sobre a exoneração do presidente do Iges-DF.
Problemas no Iges-DF
O deputado Leandro Grass (Rede) foi além e sugeriu ao GDF a extinção do instituto.
O vice-líder do governo na Casa, deputado Robério Negreiros (PSD), anunciou que o GDF enviou à CLDF mensagem indicando um nome para ocupar a presidência do Iges-DF.
“Apagão” de vacinas
Por sua vez, o deputado Fábio Felix (PSol), que preside a Comissão Especial da Vacina da CLDF, disse que a imunização no Distrito Federal sofreu um “apagão”. Referindo-se à chegada de um novo lote da Coronavac com um número de doses “insuficiente”, ele afirmou que a “notícia é péssima”, pois foi anunciada apenas a extensão para os brasilienses com 79 anos de idade. Na sua avaliação, a culpa da conjuntura atual é do presidente da república e do ministro da saúde, “que conduzem a negação institucional da pandemia”, bem como da “omissão do governador”.
As informações são da CLDF

















