
Segundo o Sindicato dos Policiais Penais do Distrito Federal (Sindpol DF), o edital do concurso Polícia Penal DF sairá no último trimestre.
O edital do concurso Polícia Penal DF deverá sai no último trimestre deste ano, ou seja, entre os meses de outubro e dezembro. A informação foi dada pelo Sindicato dos Policiais Penais do Distrito Federal (Sindpol DF).
Segundo a categoria, os candidatos serão avaliados em até cinco fases, sendo elas:
prova objetiva;
Teste de Aptidão Física (TAF);
avaliação psicológica;
investigação social e vida pregressa; e o
curso de formação.
Ao todo, estão autorizadas 1.179 vagas para o cargo de agente de execução penal (atual policial penal). Desse total, 400 serão imediatas e 779 para formação de cadastro de reserva.
O cargo tem o nível superior em qualquer área como requisito. Já a remuneração inicial para a carreira é de R$4.745. Os servidores ainda terão direito a benefícios, como auxílio-alimentação, gratificações por habilitação em atividades penitenciárias e adicionais por tempo de serviço e insalubridade.
De acordo com a categoria, o Governo do Distrito Federal espera convocar os aprovados nas vagas imediatas até junho de 2022.
“O número total de vagas na carreira são 3 mil. Hoje, temos preenchidos um pouco acima de 50%. A luta do sindicato é que chamem, com urgência, os 1.179 o mais rápido possível, dada a carência de efetivo no sistema penitenciário do DF”, disse o sindicato.
Desde fevereiro deste ano, um grupo de trabalho está responsável pelos trâmites do concurso Polícia Penal DF. A equipe deve realizar os estudos técnicos, com o objetivo de contratar a banca organizadora.

Concurso Polícia Penal DF é aguardado desde 2018
Segundo informações divulgadas pela Assessoria de Imprensa do órgão, em 2020 o DF contava com 1.998 servidores entre agentes de execução penal, agentes policiais de custódia, delegados de polícia e funcionários administrativos.
O concurso é aguardado desde 2018, quando o governo do Distrito Federal aprovou a criação de 1,4 mil cargos para agentes penitenciários.
Até julho de 2018, só poderiam ser preenchidas 1,6 mil vagas de agentes penais. Com a criação dos postos, agora é possível contratar até 3 mil agentes de execução penal.
Ainda de acordo com a Assessoria, a expectativa é que todos estes postos sejam preenchidos por meio da nova seleção. O governo acredita que com isso conseguirá atingir uma média de 5,1 internos por agente.
Este valor se aproxima do número recomendado pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNMP),que é de um agente para cinco presos.
Com informações da Folha Dirigida


















