“DIGAMOS QUE UM ACIDENTE PROVOQUE UM ENGARRAFAMENTO E, LÁ DENTRO, UM CAMINHÃO PASSE A SOLTAR AQUELA FUMAÇA PRETA, POLUINDO O AR PARADO NO ESPAÇO FECHADO. O AUMENTO DO MONÓXIDO DE CARBONO É DETECTADO PELO SISTEMA E, AUTOMATICAMENTE, ACIONA OS VENTILADORES, QUE AUMENTAM A POTÊNCIA DE SUCÇÃO ATÉ QUE A QUALIDADE DO AR SEJA NORMALIZADA”RICARDO SIMPLÍCIO, COORDENADOR TÉCNICO DE SUPERVISÃO DO TÚNEL DE TAGUATINGA
O sistema de automação dos ventiladores contará com sensores infravermelhos, de temperatura, de umidade, de controle do monóxido de carbono, de turbidez do ar e de velocidade do vento. E será acionado potencializando o funcionamento dos equipamentos até que a qualidade do ar volte à sua normalidade.
“Digamos que um acidente provoque um engarrafamento e, lá dentro, um caminhão passe a soltar aquela fumaça preta, poluindo o ar parado no espaço fechado. O aumento do monóxido de carbono é detectado pelo sistema e, automaticamente, aciona os ventiladores, que aumentam a potência de sucção até que a qualidade do ar seja normalizada”, explica o coordenador técnico de supervisão do Túnel de Taguatinga, Ricardo Simplício.
Os sensores também detectam quando a temperatura média – que pode variar de acordo com o clima – não está boa, se tem muita poeira deixando o ar turvo, se está ventando demais ou de menos, se há fumaça de fogo e até o surgimento de chamas sem fumaça.
O infravermelho detecta o aquecimento do ar. “É importante salientar que os ventiladores vão funcionar sempre, 24 horas por dia, mas terão a velocidade de rotação aumentadas por qualquer sinal que registre perda de controle da qualidade do ar”, completa o secretário de Obras do DF, Luciano Carvalho.
Fonte: Agência Brasília.

















