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Francisco Gil detalha “reencontro” com Preta Gil durante viagem pela Índia: “Senti comigo”

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O cantor desabafou sobre o lado espiritual da viagem para a Índia, onde o clipe da faixa foi gravado

O cantor Francisco Gil lançou, nesta sexta-feira (4/9), a música “Reconstruir”, que dedica para mãe, Preta Gil. O clipe da música foi gravado na Índia, para onde os dois planejavam viajar. De acordo com ele, a ida ao país representou um reencontro com a artista, que faleceu em julho de 2025, aos 50 anos, devido a complicações de um câncer no intestino.

Em suas redes sociais, o neto de Gilberto Gil dedicou a canção à matriarca: “Este é um filme para a minha mãe. Planejamos fazer esta viagem juntos assim que todo o caos tivesse passado. O caos nunca passou, mas fiz nossa viagem de qualquer jeito. Fui para a Índia com os meus amigos, e trouxemos uma câmara de filme antiga conosco”.

Veja as fotos

Francisco e Preta GilCrédito: Reprodução Instagram

Crédito: Reprodução Instagram

Francisco quando era criança e Preta GilCrédito: Reprodução Instagram

Foto: Instagram

Francisco Gil, Preta Gil e Sol de MariaFoto: Instagram

Crédito: Globo

Preta GilCrédito: Globo

Foto: Reprodução/Instagram @pretagil

Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @pretagil


Francisco contou que passou por diversas cidades indianas, como Jaipur, Pushkar, Rishikesh, Varanasi, Vrindavan, Govardhan e a capital, Nova Delhi: “Durante toda a jornada, senti uma presença muito forte de Deus. E em algum lugar dentro dessa presença, comecei a sentir minha mãe ali comigo”.

Em entrevista ao gshow, o cantor deu mais detalhes sobre o lado espiritual da viagem: “A gente tinha falado bastante sobre fazer essa viagem, num período em que já havia essa iminência da morte. Tínhamos a esperança muito ligada à fé da minha mãe. Essa luta interminável pela vida, ela não deixaria de ir até onde pudesse para ter qualquer tipo de esperança, sabe?”

“Realizei essa viagem e pude ter vários reencontros com a minha mãe. Talvez tenha sido a forma em que essa saudade mais foi lidada. Porque a verdade é que não há como lidar com essa saudade; ela atravessa como uma espada no peito. É impressionante! Tudo que vivo, vejo, escuto; penso nela e como ela estaria pensando. A gente era muito amigo, cúmplices, uma ligação forte e fico buscando essa ligação até hoje…”, contou Francisco.

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