Em nota, o CNJ afirmou que foram encontrados desdobramentos que apontam para crimes sexuais: “Foram identificados [a partir de investigação preliminar] desdobramentos que apontaram para a prática de delitos contra a dignidade sexual por parte do magistrado, durante o período em que este atuou como juiz de Direito nas comarcas de Ouro Preto (MG) e Betim (MG)”.
Magid ganhou repercussão nesta semana após atuar no julgamento de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos, no Triângulo Mineiro. Na ocasião, o desembargador votou pela absolvição do réu e da mãe da menina, alegando “vínculo afetivo consensual” entre a vítima e o abusador. Após críticas e pressão popular, o magistrado voltou atrás, restabeleceu a condenação de primeira instância e determinou a prisão do homem e da mãe da vítima.
O tribunal também informou que, durante o afastamento do desembargador, será convocado um magistrado de primeiro grau para substituí-lo nos processos pelos quais ele era responsável.

















