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Dia de Finados aquece venda de flores no DF e exige planejamento antecipado

Com o feriado do Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro se aproximando, o comércio de flores no Distrito Federal se prepara para o aumento da procura. Segundo a Central Flores, associação de produtores de plantas e flores do DF, a data exige planejamento

Dia de Finados aquece venda de flores no DF e exige planejamento antecipado

Com o feriado do Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro se aproximando, o comércio de flores no Distrito Federal se prepara para o aumento da procura. Segundo a Central Flores, associação de produtores de plantas e flores do DF, a data exige planejamento antecipado, já que o cultivo precisa acompanhar o calendário de vendas e as condições climáticas. A movimentação envolve produtores, floriculturas e vendedores que atendem às famílias em busca de flores para homenagear parentes e amigos nos cemitérios.

Marilene Santos, vendedora e integrante da Central Flores, explica que a preparação começa meses antes do feriado. Para que as plantas estejam prontas para a comercialização na época de maior procura, os produtores precisam antecipar o cultivo e acompanhar as condições do tempo, que podem acelerar ou atrasar a floração.

“O produtor começa a plantar bem antes, para a flor estar no ponto certo nessa época. Às vezes, o clima influencia um pouco a produção. Se faz muito frio, a flor não abre, se faz muito calor, ela pode abrir antes da data certa para a colheita. Então, a gente precisa se preparar com antecedência, porque a procura se concentra nos dias próximos ao Dia de Todos os Santos e ao Dia de Finados”, conta Marilene.

O planejamento também envolve a compra de mercadorias de outros estados. Segundo a vendedora, parte das plantas comercializadas no DF vem de São Paulo e costuma ficar mais cara neste período, devido ao aumento da demanda. Já os produtores locais, de acordo com ela, mantêm os preços habituais, embora também precisem organizar a produção para atender ao movimento.

“Quem compra de fora como São Paulo, acaba pagando mais caro e repassando esse aumento para o consumidor. Já os produtos do DF, que são produzidos aqui na região, a gente mantém com o preço do dia a dia”.

Vasos e mudas ganham espaço nas homenagens

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A escolha dos consumidores também influencia a organização das vendas. Os vasos de flores estão entre os produtos mais procurados, principalmente pela praticidade para quem vai ao cemitério prestar homenagens. Pequenos buquês, arranjos e mudas para plantio também aparecem entre as alternativas, conforme as possibilidades de cada túmulo.

A associação conta que os vasos costumam ser escolhidos por quem busca uma opção que exija menos cuidados durante a visita. Já as flores de corte são utilizadas em pequenos buquês e arranjos, enquanto as mudas atendem quem deseja plantar no túmulo, quando o espaço permite.

Além de escolher o tipo de flor, quem pretende comprar para o feriado precisa ficar atento aos preços e às condições de venda. A diferença entre estabelecimentos pode pesar no orçamento, especialmente em um período de maior procura.

O Procon-DF orienta consumidores a pesquisar preços e comparar os valores antes de comprar e evite fechar negócio por impulso. Segundo o órgão, o aumento da procura pode provocar diferenças altas de preços entre floriculturas, feiras e pontos de venda. A variação natural do mercado, por si só, não configura irregularidade, mas aumentos abusivos e injustificados podem ser fiscalizados.

“O principal cuidado é a pesquisa prévia. Na semana do Dia de Finados, a procura por flores e arranjos cresce muito. Em razão dessa alta demanda, é bastante comum identificarmos variações expressivas de preços”. Informa o órgão.

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Além de comparar valores, o consumidor deve verificar o estado de conservação das flores e observar se os preços estão expostos de forma clara e visível. Em compras por encomenda, é importante confirmar por escrito o valor do frete e o horário previsto para a entrega.

O órgão também informou que recebe demandas relacionadas à falta de preços visíveis, ao descumprimento da oferta e a atrasos ou falhas na entrega. Caso identifique alguma irregularidade no estabelecimento, o consumidor pode fazer uma denúncia pelo telefone 151 ou pelo site do Procon-DF. Se o problema envolver prejuízo individual, como um arranjo pago e não entregue, a orientação é registrar uma reclamação para buscar uma solução.

Da Redação A Politica Em Foco com Informações do Jornal de Brasília

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