Ação será realizada em 12 regiões, em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo de aplicação do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)
Arte: Agência Brasília

Ação será realizada em 12 regiões, em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo de aplicação do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)
Arte: Agência Brasília

Aplicação será realizada em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)

Agência Brasília


Para imprimir o boleto, basta acessar o aplicativo Detran-DF Digital ou o Portal de Serviços e consultar o veículo. A taxa de licenciamento tem o valor de R$ 97 para qualquer tipo de veículo. O pagamento pode ser realizado em uma das quatro instituições credenciadas a receberem as taxas da autarquia (Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco de Brasília e Sicoob).
Vale destacar que o Detran-DF não envia boleto da taxa de licenciamento por e-mail. É importante ficar atento para não cair no golpe do boleto falso. Quem não tiver acesso às plataformas digitais do Detran-DF pode ir a um posto de atendimento da autarquia ou do Na Hora para imprimir o boleto. Nos postos do Na Hora, o atendimento é por ordem de chegada. Nos postos do Detran-DF, o serviço é feito por agendamento.
Emissão do CRLV-e 2024
A quitação da taxa de licenciamento é um dos requisitos para a regularização do veículo, juntamente com o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) e multas ou débitos vencidos, se houver. Depois de quitar todos os débitos do veículo, o proprietário deverá emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo digital (CRLV-e) 2024 por meio do Portal de Serviços do Detran-DF ou pelo aplicativo Detran-DF Digital.
*Com informações do Detran-DF.

Ação preventiva será realizada em 13 regiões em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo de aplicação do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)
Agência Brasília


O Departamento de Trânsito do DF (Detran) divulgou as datas de vencimento da taxa de licenciamento anual dos veículos registrados na capital do país. As informações foram publicadas pelo Diário Oficial do DF (DODF) da última segunda-feira (29/1).
Um dos requisitos para a regularização de um veículo é a quitação da taxa de licenciamento, assim como o pagamento do Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) e, caso tenha, multas ou débitos vencidos.
As datas devem seguir o cronograma de vencimento da primeira parcela ou cota única do IPVA e escalonar pelo final da placa veicular.
Confira o cronograma para pagamento do licenciamento:
→ Placa final 1 ou 2: vencimento em 13/2/2024
→ Placa final 3 ou 4: vencimento em 14/2/2024
→ Placa final 5 ou 6: vencimento em 15/2/2024
→ Placa final 7 ou 8: vencimento em 16/2/2024
→ Placa final 9 ou 0: vencimento em 17/2/2024.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) define como infração gravíssima conduzir veículo não licenciado. As penas para quem descumprir a norma é de multa de R$ 293,47, mais sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e recolhimento do veículo.
Ainda segundo o CTB, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) é documento de porte obrigatório pelos motoristas, com possibilidade de apresentação em versão impressa ou digital (CRLV-e).
O documento está disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito, da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran); pelo portal do Detran-DF e pelo aplicativo Detran Digital.

Foto: Agência Brasília
Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader
O trânsito de acesso da saída do Noroeste para a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia/DF-003) será alterado a partir das 10h desta quarta-feira (31). O motivo é a continuidade das obras de construção do Viaduto do Noroeste, que chegam à fase da fundação.
Com isso, os motoristas que desejarem sair do Noroeste em direção à Epia precisarão seguir até o retorno que dá acesso à rodovia, próximo ao Córrego Bananal. A mudança está prevista para permanecer até a execução total da obra. Na entrada para o Noroeste não haverá mudança.

“Vamos dar início a mais uma etapa dessa obra de grande porte que vai garantir mais fluidez ao trânsito neste trecho entre a Epia e a entrada do Noroeste”, explicou o presidente do DER, Fauzi Nacfur Júnior.
O investimento na obra é de R$ 29,6 milhões, e o viaduto vai beneficiar aproximadamente 100 mil motoristas.
A obra
Com obras iniciadas em outubro de 2022, o viaduto localizado no acesso ao Noroeste, entre a rodovia Epia Norte e o Setor Terminal Norte (STN), já passou pelas fases de topografia e remanejamento das redes de água e de energia. Atualmente, estão em andamento as etapas de terraplenagem e drenagem. Posteriormente, serão executados os serviços de pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, obras complementares e serviços ambientais.
*Com informações do DER-DF

Mais 12 regiões administrativas recebem ação preventiva em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo de aplicação do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)
Agência Brasília

Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
O Distrito Federal ultrapassou a média nacional de aleitamento materno. Estudo elaborado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) revelou que 66,2% dos bebês de até seis meses se alimentavam apenas do leite da mãe, número quase 20 pontos porcentuais acima do índice registrado no Brasil, que é de 45,7%. Além disso, 66% das crianças entre 6 e 24 meses ainda estavam em amamentação continuada, número maior que a média brasileira, de 43,6%. Os dados são do boletim informativo Estado Nutricional e Consumo Alimentar no Distrito Federal desenvolvido pela Gerência de Serviços de Nutrição, da Secretaria de Saúde (SES-DF).
O estudo reúne os dados coletados pelo sistema informatizado e-SUS, que traz o prontuário eletrônico do atendimento nas unidades básicas de saúde (UBSs). Lançada internamente em 27 de dezembro do ano passado, a pesquisa analisa as informações referentes ao período de 2022.

“Conseguimos fazer esse boletim anualmente referente ao ano anterior. Ele traz todos os dados dos pacientes acompanhados pela Atenção Primária, com informações sobre consumo alimentar”, afirma a gerente de Serviços de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama. “Os dados do estudo começam bem mostrando que estamos de acordo com a orientação da OMS de manter a amamentação até os 2 anos”, completa.
O bom resultado do DF reflete o trabalho feito na rede pública de Saúde, com assistência às mães durante o pré-natal, o parto e o pós-parto nos hospitais e nas unidades básicas de saúde (UBSs). Anualmente os profissionais da saúde são capacitados sobre manejo de amamentação e aconselhamento de amamentação.
“Toda mãe que tem um bebê na rede pública tem assistência à amamentação. Ela recebe apoio e orientação de posicionamento, pega, não utilização de bicos, chupetas e mamadeiras, como resolver as dificuldades e é informada da importância do aleitamento materno exclusivo até o sexto mês e continuado até pelo menos 2 anos”, revela a coordenadora do Centro de Referência em Bancos de Leites Humanos do DF, a enfermeira Graça da Cruz.
A capital conta com a Casa de Parto de São Sebastião e mais nove hospitais certificados com o selo Amigo da Criança, conferido pelo Ministério da Saúde aos locais que cumprem os 10 passos para o sucesso do aleitamento materno instituídos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Há ainda 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta.
“A Rede Brasileira de Banco de Leite Humano é muito forte. Todas as unidades de UTI neonatal do DF têm banco de leite e postos de coleta que prestam assistência à amamentação. O que é muito importante porque a amamentação não é fácil. Essa mulher precisa de apoio e oferecemos de modo que ela seja protagonista e tenha uma rede apoio efetiva na família”, acrescenta a enfermeira.
Além disso, existe um esforço do governo para alcançar 100% das crianças. “Ainda vamos trabalhar para que esses outros 33% tenham oportunidade de receber os benefícios do aleitamento materno. Para melhorar ainda mais esse índice, precisamos que a rede suplementar também oferte essa assistência”, complementa Graça da Cruz.
Pontos de atenção
Pesquisa mostra que 35% das crianças de 6 a 24 meses consomem alimentos ultraprocessados
Apesar dos bons números em relação ao aleitamento materno, o estudo revela aspectos que merecem atenção do sistema público. “O que a gente pretende com esse boletim é trazer os dados da vigilância alimentar e nutricional para que as equipes de saúde possam utilizar para o planejamento de ações”, afirma Carolina Gama.
Os pontos de preocupação são o consumo de ultraprocessados (produtos alimentares e bebidas que sofreram tipos específicos de processamento contendo substâncias sintetizadas) e os índices de sobrepeso e obesidade.
A pesquisa mostra que 35% das crianças de 6 a 24 meses consomem alimentos ultraprocessados. O número cresce mais ainda nas outras faixas etárias representando 81%, de 2 a 4 anos; 87%, de 5 a 10 anos; e 83%, adolescentes. Nos adultos, a prevalência também é alta, marcando 75%.
O excesso de peso também é outro aspecto de alerta. O estudo traz que entre os adultos a maioria está em sobrepeso, o equivalente a 34,77%. Há também o percentual de 19,56% com obesidade. Nos idosos, os índices são superiores, com 50,93% com sobrepeso.
“Esses dados ajudam as equipes de saúde, os gestores locais e as regionais de saúde a utilizarem essa realidade para o desenvolvimento de ações que tenham como objetivo minimamente conter esse cenário, além do objetivo de melhorar para ter uma sociedade mais saudável”, completa a nutricionista.
Hoje, o governo já atua nesse sentido com nutricionistas integrando as equipes multidisciplinares das unidades básicas de saúde. As UBSs também contam com atividades coletivas e individuais para promoção da vida mais saudável.

PEDRO VENTURA/AGÊNCIA BRASÍLIA
A Justiça do Distrito Federal autorizou nesta sexta-feira (26) que agentes que atuem no combate à dengue entrem em imóveis que estejam abandonados ou fechados e naqueles em que o proprietário não permitiu o acesso. O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral do DF, e a decisão foi assinada pelo juiz de direito substituto Gustavo Fernandes Sales, da 3ª Vara da Fazenda Pública.
A decisão afirma que os agentes precisam estar “devidamente identificados, inclusive, por meio de crachá e roupas adequadas” para as inspeções. A autorização tem validade de um ano a partir da expedição.
Ainda segundo a decisão, o GDF deve apresentar um relatório e adotar “medidas cabíveis” para publicizar a autorização dada pela Justiça. Além disso, deve apresentar anotações sobre os imóveis vistoriados, como motivo e forma da entrada no imóvel e nomes dos agentes envolvidos em um prazo de 30 dias.
O Distrito Federal registrou 16.628 casos prováveis de dengue entre 1º e 20 de janeiro, o que equivale a uma média de 34 registros por hora. Dados da Secretaria de Saúde apontam um aumento de 646,5% no número de ocorrências quando comparadas ao mesmo período de 2023, quando 2.154 casos prováveis da doença foram registrados.
As suspeitas de dengue em pacientes entre 10 e 14 anos é a maior demanda de atendimentos. O percentual de procura nos hospitais, tendas e unidades básicas de saúde na faixa etária chega a 23,46% do total, seguido de adolescentes de 15 a 19 anos (18%) e jovens de 20 a 24 anos (16%). Os dados são do painel de monitoramento InfoSaúde, atualizado nessa semana.
Ao todo, o DF já realizou 26,5 mil atendimentos de casos suspeitos de dengue em menos de um mês. O número é cinco vezes maior que o vivenciado no mesmo período do ano passado.

Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo
As secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEE-DF) já planejam as ações a serem realizadas em 505 escolas do Distrito Federal ao longo de 2024. A iniciativa deve envolver estudantes de 4 a 18 anos, da creche ao ensino médio, e abordar assuntos considerados relevantes pelas duas pastas para promover a saúde na comunidade escolar. A expectativa é alcançar cerca de 300 mil crianças e adolescentes.
Um dos temas debatidos pela equipe pedagógica e por servidores de 149 unidades básicas de saúde (UBSs) incluídos no programa será a dengue. “A doença já é tratada por muitas escolas. É um tema de educação em saúde desenvolvido há muitos anos”, afirma a gerente de Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante.
Outro assunto a ser abordado pelo Programa Saúde na Escola (PSE) é a obesidade infantil. “A refeição fornecida nas escolas melhorou imensamente nos últimos anos, mas precisamos trabalhar a conscientização das famílias”, explica a coordenadora do PSE no âmbito da SES-DF, Dárika Ribeiro. O foco é promover bons hábitos para a vida dos estudantes.

A vacinação é outra área com destaque. Neste caso, além da conscientização, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal leva as equipes para dentro das unidades escolares. Em 2023, foram 130 mil doses aplicadas no ambiente escolar, sendo 65 mil vacinas contra a gripe, 41 mil contra a covid-19 e o restante de imunizantes previstos no calendário de rotina.
Saúde na Escola

Em 2023, foram realizadas diversas atividades em áreas como saúde mental, odontologia, saúde sexual e reprodutiva, cultura de paz, combate à violência, saúde ocular e prevenção ao uso de álcool, tabaco e drogas, com a participação de mais de 294 mil membros da comunidade escolar.
O Programa Saúde na Escola é resultado de uma parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação. O PSE foi criado em 2007 com a finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.
*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)


Os governadores que compõem o Consórcio Brasil Central (BrC) reuniram-se nesta terça-feira (23) para tratar de assuntos estratégicos em comum, entre eles o combate à insegurança alimentar. O encontro, realizado em Brasília, marcou mais uma edição do fórum dos chefes do Executivo do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão e Rondônia.
Além da entrega dos condecorados pelo 2º Prêmio de Boas Práticas do BrC, que premiou o RenovaDF, programa de capacitação profissional criado em 2021 que insere alunos na recuperação de espaços públicos, e um projeto de reabilitação humanizada feito pelo Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o evento serviu para definir a eleição do governador do Goiás, Ronaldo Caiado, como novo presidente do consórcio. Ele assume a vaga de Mauro Mendes, do Mato Grosso.
Um dos principais assuntos discutidos foi a segurança alimentar dos entes federativos. Durante o fórum, o consórcio aderiu ao Plano Brasil Sem Fome, do governo federal, que tem como meta tirar o Brasil do mapa da fome até 2030.
Representando o DF, o governador Ibaneis Rocha mencionou os restaurantes comunitários e os programas Cartão Prato Cheio e Vale Gás como iniciativas de sucesso para garantir comida nos lares de quem mais precisa.
“Avançamos muito nessas pautas sociais com os nossos restaurantes comunitários, que servem alimentação a R$ 2, com café da manhã, almoço e jantar. Nós tivemos no ano passado mais de 10 milhões de pessoas com acesso a essas refeições. Isso vem facilitando a vida daqueles mais carentes, chegando lá na ponta, nas cidades mais humildes. É um projeto que está em expansão, e temos a previsão de inaugurar mais quatro restaurantes comunitários, garantindo a segurança alimentar”, disse Ibaneis Rocha. O governador já entregou novas unidades no Sol Nascente/Pôr do Sol e em Arniqueira, e estão em construção restaurantes em Samambaia e no Varjão, com entregas previstas para 2024.

A União foi representada pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias. Em sua fala, o ministro afirmou que a pandemia de covid-19 afetou o combate à fome. Em seguida, destacou as 33 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar moderada e reforçou a necessidade de adesão ao plano.
“Precisamos retomar as metas de desenvolvimento sustentável. Tivemos uma desorganização nessa área de segurança alimentar e nutricional, e cresceu no mundo todo essa situação de fome”, destacou o ministro Wellington Dias. “Precisamos atender e garantir as condições de alimentação e também dar as condições de tirar a população da pobreza”. Segundo o ministro, 21 milhões de famílias foram tiradas da condição de pobreza por meio de programas sociais.
O governador Ibaneis Rocha comentou a adesão ao Plano Brasil Sem Fome e projetou união entre os entes federativos no tema. “O ministro Wellington Dias tem nos estendido as mãos com um programa também muito importante na segurança alimentar, e os estados vêm assinando essa proposta de melhoria na questão da segurança alimentar no Brasil como um todo”, acrescentou.
BRB renova acordo
Durante o fórum, o Banco de Brasília (BRB) renovou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o BrC. O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, colocou à disposição dos estados as soluções financeiras administradas pelo banco no DF.
O gestor trouxe números do impacto desses programas no DF, a exemplo do Cartão Prato Cheio e dos acessos no sistema de transporte público. “Chegamos a uma carteira de crédito de R$ 40 bilhões. Operamos 25 programas sociais do GDF, que distribuíram R$ 1,6 bilhão nos últimos quatro anos a 340 mil famílias. Assumimos a gestão do plano de saúde dos servidores do DF, o atendimento do cidadão no Na Hora e o sistema de mobilidade pública. Somente no ano passado, foram 350 milhões de acessos aos sistemas de mobilidade. É com esse espírito que o banco se tornou líder na habitação, líder no crédito rural; e o que queremos é oferecer, a cada um dos estados-membros do consórcio, todas essas soluções financeiras”, enumerou Paulo Henrique Costa.
“O que queremos como consórcio é essa união dos estados, e no Tocantins temos essa integração na segurança e também temos o apoio do BRB, que administra alguns projetos sociais que nós levaremos para lá”, pontuou o governador do estado, Wanderlei Barbosa.
Projetos premiados
A segunda edição do Prêmio Boas Práticas também marcou o Fórum de Governadores. A premiação contou com 139 inscrições dos sete entes consorciados, 26 delas do DF. Os vencedores receberam um valor de R$ 20 mil, sendo que o estado do Mato Grosso, com o projeto de Plataforma Unificada de Serviços Digitais, conquistou o primeiro lugar geral e levou uma premiação adicional de R$ 30 mil.
“Esse é um grande fórum de desenvolvimento regional. Esse prêmio de boas práticas vem a premiar o que temos feito de melhor nos nossos estados. São 139 projetos inscritos, e isso demonstra que nós temos buscado o princípio da eficiência nos estados”, destacou Ibaneis Rocha.
Pelo DF, o RenovaDF foi uma das iniciativas laureadas. Lançado em 2021, o programa capacita profissionais, facilita o ingresso no mercado de trabalho, principalmente na área de construção civil, e reforma espaços públicos como parquinhos e quadras poliesportivas.
Também foi premiado um projeto do Hospital de Santa Maria chamado de Time de Reabilitação. Ele consiste num trabalho de mobilização para que pacientes internados tenham uma reabilitação mais ágil e humanizada. As equipes do hospital passaram a atender os pacientes de acordo com a gravidade dos casos, e assim puderam acelerar a recuperação com trabalhos de fisioterapia.
Sobre o Consórcio BrC
Fundado em 2015, o Consórcio Brasil Central (BrC) tem como objetivo estimular o desenvolvimento de seus entes federativos participantes, que acumulam 2,5 milhões de metros quadrados de território e 875 municípios.
Juntos, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e o Distrito Federal formam o Consórcio BrC, responsável por 12,56% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O grupo reúne uma população de aproximadamente 27 milhões de pessoas e conta com uma relevante representação no Congresso Nacional, com 21 senadores e 75 deputados.
O governador Ibaneis Rocha presidiu o BrC entre 2021 e 2022, quando liderou a concessão de linhas de crédito do BRB e a redução de 30% do custo da compra de medicamentos pelo BrC, fruto do projeto Saúde Compras Compartilhadas.
Ian Ferraz, da Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

O Parque Ana Lídia, cartão postal do Parque da Cidade, foi palco da aguardada Corrida de Reis Mirim, promovida pela Secretaria de Esporte e Lazer. O evento reuniu crianças em uma emocionante competição, superou as expectativas ao estabelecer um novo recorde de inscrições, contabilizando 3 mil participantes.

A Corrida de Reis Mirim, realizada neste sábado (20), teve o triplo de participantes em relação às edições anteriores | Fotos: Edmundo Souza/SEL
O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, destacou a relevância do evento no incentivo à prática esportiva entre as crianças. “A Corrida de Reis Mirim representa não apenas uma celebração esportiva, mas também um meio de fomentar hábitos saudáveis desde a infância, disse. “O recorde de inscrições reflete o interesse crescente da comunidade pelo engajamento esportivo, e reforça o compromisso da Secretaria em promover eventos inclusivos e estimulantes para a juventude”, completa o gestor.

A competição, que já se tornou tradicional no calendário esportivo local, trouxe novamente à edição deste ano, percursos adaptados às diferentes faixas etárias, o que proporcionou às crianças uma premiação de uma bicicleta a todos os vendedores de cada bateria.
Houve duas pistas de corridas. Em uma delas, correram crianças de 4 a 8 anos e pessoas com deficiência (PcD). Na outra, crianças de 9 a 13 anos. A corrida contou com o total de 80 baterias. O número de participantes foi de até 10 crianças nas baterias PcD. Nas demais, a média foi de 30 crianças por bateria

Em cada bateria PcD, o número de participantes foi de até 10 crianças
Subindo ao pódio pela quinta vez, o campeão de uma das baterias da prova dos 300 m e da faixa etária de 13 anos, Michael Brian, atingiu o limite de idade dos participantes e se despede do evento com a sensação de dever cumprido. “Foi uma corrida maravilhosa e hoje me consagro pentacampeão. É a minha última corrida e agradeço o que a SEL tem proporcionado em minha vida”, disse.
“A Corrida de Reis Mirim busca promove a inclusão e a diversidade no universo esportivo, consolidando-se como um marco no estímulo à atividade física desde a infância”, complementa o secretário.
*Com informações da SEL

Pasta quer entregar 40 escolas até 2025
Com o ano letivo prestes a se iniciar no Distrito Federal, a coluna entrevistou a Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que nos recebeu em seu gabinete e respondeu algumas dúvidas relacionados às ações da pasta para o ano de 2024, bem como as medidas adotadas para atrair o interesse dos adolescentes e jovens brasilienses cada dia mais à educação, prevenindo a evasão escolar. Hélvia também falou sobre o quadro profissional de professores da rede pública e a construção de mais Centros de Educação da Primeira Infância, entre outros temas de destaque.
Quais as principais ações da pasta para a educação do DF em 2024?
Até 2025, a Secretaria de Educação pretende concluir mais de 40 obras em execução. O destaque é para a entrega de 18 projetos da CEPIS programados para 2024; duas creches rurais, em Pipiripau (Planaltina) e Jardins (Paranoá), e a ampliação da Educação Profissional e Tecnológica com três novas unidades, a Escola Técnica de Santa Maria, a Escola dos Sabores Oscar e a inauguração, até abril, da Escola Técnica do Paranoá. Com o apoio de todas as Coordenações Regionais de Ensino (CREs), a Secretaria continua implementando o programa SuperAção, visando eliminar a distorção idade/ano-série. Haverá esforços para expandir o atendimento da Educação em Tempo Integral, em colaboração com o MEC. A SEEDF visa ampliar o Parque Digital e aprimorar a qualidade da conectividade em todas as unidades educacionais.
Quais medidas a pasta está adotando para atrair o interesse dos adolescentes e prevenir a evasão escolar?
A Secretaria promove ativamente a formação contínua de seus profissionais e busca parcerias que facilitem a formação integral e a inserção de adolescentes e jovens no mercado de trabalho. Além disso, através dessas colaborações, projetos e programas, os estudantes têm acesso a uma ampla gama de conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, como o Circuito de Ciências, jogos escolares, ações relacionadas ao empreendedorismo, cultura maker, educação patrimonial, educação ambiental, direitos humanos e diversidade. A SEEDF também oferece o Programa SuperAção para estudantes em incompatibilidade idade/ano, enquanto a Educação de Jovens e Adultos é disponibilizada de maneira descentralizada, presencial, à distância e integrada à Educação Profissional e Tecnológica para adolescentes e jovens a partir dos 15 anos que, por diversas razões, abandonaram a escola.
Em relação ao quadro profissional de professores da rede pública, podemos afirmar que temos professores suficientes para suprir as necessidades das escolas este ano sem que os alunos percam aulas por falta de professores?
A Secretaria de Educação já nomeou 100% das vagas imediatas oferecidas no Edital do concurso vigente já na primeira chamada e, após o cumprir os ritos processuais desta nomeação, já planeja a solicitação de novas nomeações.
Atualmente o DF conta com algum déficit de professores (ou poucos) em alguma disciplina escolar que acenda alerta em relação a faltar professores futuramente?
A pasta destaca seu compromisso ao revelar que está empenhada na elaboração de uma proposta de cronograma, apresentando uma proposta consistente para as futuras nomeações, reforçando seu comprometimento com a melhoria do quadro educacional no âmbito público.
Em relação a construção de mais Centros de Educação da Primeira Infância (CEPI), em qual passo estamos? Temos entregas previstas para este ano?
A Secretaria de Educação do DF tem a satisfação de informar a conclusão e entrega de três CEPIs em 2023, localizadas em Ceilândia, Sol Nascente e Planaltina, representando um marco significativo para a comunidade educacional em cada cidade. Em 2024, a pasta está empenhada na entrega de mais 18 CEPIs, com previsão de conclusão ao longo do ano. Dentre esses, destacam-se as entregas previstas para Samambaia, Santa Maria, Estrutural, Recanto das Emas, Gama, Guará, Vila Telebrasília, Ceilândia, Riacho Fundo, Taguatinga, Mangueiral e Taquari. Uma em cada cidade.
Um dos desafios da educação brasileira é a ampliação da escola em tempo integral. Qual a situação atual no DF e as projeções para os próximos anos?
Nós aderimos ao Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral em 2016, buscando aprimorar a qualidade do Ensino Médio. Atualmente, 187 escolas oferecem educação em tempo integral, beneficiando cerca de 30.000 estudantes. A SEEDF concentra esforços na ampliação da infraestrutura, com obras em andamento em três escolas, incluindo quadras de esporte, vestiários, refeitórios e salas de aula adicionais. A capacitação de professores é prioridade, com a realização de ações formativas, como ocorreu no Encontro de Educação em Tempo Integral em 2023. Além disso, a secretaria visa expandir a oferta do modelo, aderindo ao Programa do Governo Federal, Escola em Tempo Integral, para melhorar dados de evasão e reprovação, enriquecendo as práticas de ensino e aprendizagem. O foco é realizar adequações nos ambientes, diversificar materiais pedagógicos e promover ações de formação continuada, contando com apoio técnico e financeiro dos programas educacionais de tempo integral.
Fotos: JP Rodrigues
Fonte: Jornal de Brasilia