A tônica do debate do Grupo Bandeirantes, neste domingo (8), é a união de diversos candidatos para questionamentos a Celina Leão (PP). A governadora, que já abriu o encontro dizendo que “herdou” a crise do BRB e outras que assolam o Distrito Federal, como a queda no ranking do Índice de Desenvolvinento da Educação Básica (Ideb), divulgado na última semana, e as filas para cirurgias e consultas eletivas. Ricardo Capelli (PSB) e José Roberto Arruda (PSD) focaram na gestão da Saúde.
No primeiro intervalo, assessores ligados a Grass e Capelli celebraram a união dos candidatos contra a atual governadora. Membros do PSB, porém, disseram que o candidato se descuidou do tempo e abriu flancos, como quando Kiko Caputo (Novo), no primeiro ataque que poupou Celina, criticou o que chamou de “roubalheira da Esquerda”. O pessebista tergiversou, voltou a falar da Saúde e esgotou os dois minutos e meio que tinha à disposição, enquanto Caputo aproveitou quase dois minutos para tecer críticas ao governo federal e exaltar o trabalho de Romeu Zena, seu correligionário, à frente de Minas Gerais.
Arruda e Caputo também abordaram a mobilidade urbana. O ex-governador lembrou que foi ele quem construiu as últimas expansões do metrô (até Ceilândia) e prometeu outras quatro linhas de transporte sob trilhos. Caputo prometeu outras Estreadas Parque para conectar o Plano Piloto a Planaltina e a saída norte. Alvo de todos, Celina passou a maior parte do tempo se defendendo das acusações e, em maior parte, exaltou os programas contra a violência doméstica e de gênero, em embate com Paula Belmonte.
Matéria em atualização
Com informações do Jornal de Brasília

















