Simone Mendes lançou, nesta quinta-feira (26/3), seu novo projeto audiovisual, “O Melhor de Mim”, em São Paulo. Durante coletiva, em resposta à repórter do portal LeoDias, Fernanda Siccherolli, a cantora contou detalhes sobre o novo trabalho e a relação com álbuns anteriores.
“Eles são muito similares, né? Eu acho que quando a gente acerta em algo, é difícil buscar mudar completamente. Quando a gente muda, não são mudanças radicais, a gente melhora um pouco o que já vem fazendo. E eu acredito muito nisso. Eu trago essa essência do primeiro trabalho, que foi o ‘Cintilante’, e venho trazendo isso”, começou Simone, em resposta a qual seria a maior semelhança e diferença entre seus álbuns.
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Simone Mendes recebe dois prêmios em noite de show esgotado no Rio de JaneiroReprodução: @umusicbrasil @thaynaskate
“A única coisa que vai mudando, eu acho, é o cenário, a cidade onde eu estou, a grandiosidade do palco, a produção musical (…) o que muda é a quantidade de iluminação, os estádios (…) Já fiz estádio para quase 40 mil pessoas”, detalhou a cantora.
Simone ainda reforçou que apesar das inovações, a sua essência, a essência do primeiro trabalho, prevalece em todos os seus projetos. “A essência do ‘Cintilante’ está dentro de todos os volumes do meu trabalho. E eu acho que é por isso que eu venho sendo assertiva. Eu não piro a cabeça. Eu venho melhorando, mas não venho perdendo essa essência que eu trago do meu sertanejo, da identidade que eu criei para minha carreira solo”, completou.
Wikimedia Commons / Instituto Ayrton Senna / CC BY
Ayrton Senna, piloto de Fórmula 1 morto em 1994
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 789/24, do Senado, que inscreve o nome do piloto Ayrton Senna da Silva no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. O texto segue para sanção presidencial. O projeto foi apresentado em 2024, 30 anos após a morte do tricampeão de Fórmula 1.
Também foram aprovadas outras nove propostas relacionadas a datas e homenagens:
PL 2078/25, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que inscreve o nome do Beato Padre Donizetti Tavares de Lima no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria;
PL 24518/25, do deputado Jonas Donizette, que institui 24 de abril como Dia do Samurai;
PL 3633/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que institui 1º de junho como Dia Nacional da Parentalidade;
PL 3806/25, da deputada Laura Carneiro, que altera a lei que institui a Semana Nacional de Conscientização sobre a Depressão para ampliar seus objetivos;
PL 2823/23, do deputado Capitão Augusto (PL-SP), que dá a Marília (SP) o título de Capital Nacional do Alimento;
PL 4582/21, do ex-deputado Otavio Leite (RJ), que declara a Charanga do Flamengo, primeira torcida organizada e orquestrada do Brasil, como patrimônio cultural imaterial brasileiro;
PL 2179/19, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), que declara o evento Marcha para Jesus como bem imaterial e cultural da nação brasileira;
PL 33/25, do deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), que declara as Folias do Divino Espírito Santo realizadas no Tocantins como manifestação da cultura nacional;
PL 2992/23, do Senado, que cria o Roteiro Turístico Caminho da Fé em cidades de Minas Gerais e São Paulo.
Próximos passos A maioria dos projetos tramitou em caráter conclusivo e irá para o Senado, caso não haja recurso para ser analisada pelo Plenário da Câmara. Duas propostas (PLs 2992/23 e 789/24), vindas do Senado, seguem para sanção presidencial, se não houver recurso.
Rogéria Santos também relatou o projeto na Comissão de Saúde
A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga profissionais de saúde a notificarem o conselho tutelar sobre casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos contra crianças e adolescentes. Atualmente, a notificação de maus-tratos baseia-se na avaliação individual do médico durante o atendimento.
Pela proposta aprovada, o Sistema Único de Saúde (SUS) estabelecerá critérios objetivos, como tipos específicos de lesões, para determinar quando a comunicação às autoridades deve ocorrer.
Nesses casos, a notificação passará a ser mandatória, independentemente da interpretação do profissional de saúde sobre a intencionalidade do ferimento.
Por recomendação da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), foi aprovado o substitutivo da Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 4325/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).
A proposta original pretendia usar a notificação de acidentes (como quedas e queimaduras) para gerar estatísticas de prevenção, mas a relatora considerou que isso sobrecarregaria o sistema, sem eficácia.
“A definição, em lei, de situações claras em que se devem comunicar acidentes com suspeita de maus‑tratos é uma medida importante, porque dá mais segurança aos profissionais de saúde na hora de notificar, sem precisar adivinhar ou interpretar subjetivamente”, disse a relatora.
Segundo Rogéria Santos, que também foi relatora da proposta na Comissão de Saúde, o papel do Estado deve ser identificar situações de violência ou negligência grave disfarçadas de eventos acidentais.
Sigilo O texto aprovado altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para também garantir que todas as informações da notificação, bem como prontuários e fichas de atendimento, sejam mantidos em sigilo pelas autoridades, preservando a família.
Próximas etapas A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
‘Câmara pelo Brasil’ discutiu a inclusão do ES na Codevasf
Na segunda edição do programa Câmara pelo Brasil, realizado em Vitória (ES) nesta quinta-feira (26), o deputado Paulo Guedes (PT-MG) anunciou a inclusão do Espírito Santo na área de atuação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Guedes é o relator de 15 projetos de lei (PL 1121/19 e apensados) que tratam da expansão da Codevasf, já prontos para votação no Plenário da Câmara dos Deputados. Atualmente, a empresa pública vinculada ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional é responsável por obras e projetos de infraestrutura nos noves estados do Nordeste, além de partes de Minas Gerais, Amapá, Pará, Tocantins, Mato Grosso e Goiás. Paulo Guedes mostrou o novo mapa de abrangência da Codevasf que vai apresentar no Plenário da Câmara.
“Esse será, no nosso relatório, o novo mapa da Codevasf, incluindo a parte [restante] do Pará e de Minas Gerais e todo o Espírito Santo. Então, nós vamos fazer um trabalho conjunto para que a gente possa aprovar isso até maio na Câmara dos Deputados. Vou soltar um relatório rápido para ver se, ainda antes do período eleitoral, possa também aprovar esse texto no Senado”, disse.
O anúncio foi feito diante de um plenário lotado na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, onde o deputado Paulo Guedes ouviu apelos de políticos e setores econômicos do estado – a começar pelo vice-governador capixaba, Ricardo Ferraço, que assumirá o comando do estado na próxima semana (devido ao prazo para desincompatibilização eleitoral do governador Renato Casagrande).
“Fazer com que o nosso estado possa se desenvolver por completo, gerando oportunidade em todas as nossas regiões. Cada uma das nossas regiões tem uma vocação e essa vocação precisa ser potencializada com infraestrutura, com crédito.”
O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos, fez discurso e entregou documento formal com a reivindicação.
“A Assembleia inteira está lhe pedindo para incluir todo o Espírito Santo, porque isso é muito importante”, disse.
Investimentos
O presidente da Federação das Indústrias (Findes), Paulo Baraona, disse que a medida pode contribuir para acelerar investimentos, reduzir desigualdades e impulsionar o desenvolvimento regional.
Segundo Baraona, a Codevasf poderá impulsionar os investimentos de mais de R$ 100 bilhões que o setor pretende fazer no estado até 2031, gerando emprego, renda e novas centralidades urbanas.
O coordenador da bancada capixaba na Câmara dos Deputados, deputado Da Vitoria (PP-ES) ressaltou a relevância do apoio da Codevasf para os 78 municípios do estado.
“A Sudene nos ajuda muito no norte do Espírito Santo, mas nós precisamos fazer justiça com o sul do estado, onde temos muitas cidades que dependem também de instrumentos para poder manter os seus produtores, defender os arranjos produtivos, e a Codevasf dá essa condição.”
Da Vitória também é um dos coordenadores do programa Câmara pelo Brasil, criado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para aproximar a população dos temas em discussão no Parlamento. A primeira edição foi realizada no fim de fevereiro, na Bahia, onde deputados e cidadãos, reunidos na Câmara Municipal de Salvador, debateram o projeto de lei (PL 152/25) sobre regulamentação dos trabalhadores por aplicativo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26), por 8 votos a 2, derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinava a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Com a decisão, os trabalhos da comissão deverão ser encerrados até sábado (28).
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse esperar que o relatório final da comissão seja lido e votado nesta sexta-feira (27).
A CPMI iniciou os trabalhos em agosto de 2025 para investigar descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
Da Redação Com informações da Agência Brasil e da Agência Senado
Prestação de contas do Iges-DF será retomada em 6 de abril
Ficaram pendentes dados relativos à gestão financeira, gestão de pessoas, inovação/ensino/pesquisa, assistência à saúde e unidades hospitalares
A audiência pública da Comissão de Saúde (CSA) da Câmara Legislativa para a prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges DF) do terceiro quadrimestre de 2025 será retomada em 6 de abril, a partir das 9h30. Iniciada na manhã desta quinta-feira (26), a prestação de contas foi interrompida por volta das 17h, a pedido da deputada Dayse Amarilio (PSB), presidente da CSA.
Pela manhã, a prestação de contas focou na gestão de insumos e engenharia, com destaque para o andamento das obras de construção de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Na parte da tarde, o Instituto apresentou os dados referentes aos contratos. Ficaram pendentes para a próxima audiência pública os dados relativos à gestão financeira, gestão de pessoas, inovação/ensino/pesquisa, assistência à saúde e unidades hospitalares.
Economia de custos
Segundo o relatório apresentado pelo Iges-DF, no período houve redução de custos de R$ 65,81 milhões, o que representa economia de 27% nos contratos firmados pela instituição.
De acordo com a prestação de contas, o Iges-DF formalizou 605 instrumentos contratuais no período, compreendendo contratos, atas de registro de preços, termo de aceite, termo de cessão de uso, termo de cessão de uso não oneroso, termos aditivos, rescisões, apostilamentos. Desse total, 421 referem-se a novos instrumentos e 184 a instrumentos contratuais já formalizados, incluindo termos aditivos, apostilamentos e rescisões.
Do total de contratos formalizados, 523 foram classificados como não emergenciais, representando 86,4% das formalizações realizadas no quadrimestre, enquanto 82 instrumentos foram celebrados em caráter emergencial, correspondendo a 13,6% do total.
Baixo número de penalidades
A deputada Dayse Amarilio registrou que, desde a primeira prestação de contas do Iges-DF à comissão, houve avanço na estruturação da área de contratos, inclusive com a criação de uma superintendência específica para cuidar do tema. Apesar dos avanços, a distrital lamentou o baixo número de penalidades aplicadas contra prestadores de serviços por descumprimento de normas contratuais. A parlamentar cobrou ainda melhoria na transparência dos dados e maior divulgação dos dados dos contratos.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica o lúpus eritematoso sistêmico como deficiência para todos os efeitos legais. A medida garante aos pacientes os mesmos direitos e garantias previstos na legislação, desde que comprovem o impedimento por meio de avaliação biopsicossocial.
Como foi analisado em caráter conclusivo, o projeto de lei poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência ao Projeto de Lei 1456/23, de autoria do deputado Saullo Vianna (MDB-AM).
O que muda Pelo texto aprovado, será necessária uma avaliação biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional, para atestar os impedimentos de longo prazo (físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais) que obstruam a participação plena e efetiva do paciente na sociedade.
“Por meio da medida, o Congresso promove a efetiva proteção social de milhares de cidadãos acometidos por uma patologia severa, a qual não deve ser tratada meramente sob a ótica clínica”, afirmou a relatora Laura Carneiro em seu parecer.
Segundo o autor da proposta, o lúpus é uma doença autoimune grave, crônica e sem cura, que pode causar insuficiência renal, dores articulares incapacitantes e lesões de pele. “A gravidade da patologia impõe ao Estado a garantia de direitos assistenciais e protetivos idênticos aos conferidos às pessoas com deficiência”, argumentou Vianna.
Cadastro nacional O projeto original previa a criação obrigatória de um cadastro nacional de pacientes com lúpus pelo Ministério da Saúde. Esse ponto, contudo, foi retirado no substitutivo aprovado, com a justificativa de que a imposição de tarefas ao Poder Executivo sem indicar a fonte de custeio poderia gerar vício de iniciativa e inconstitucionalidade.
Sessão de debates aborda direitos da infância, educação e situação do BRB
Repressão a estudantes, transporte público para a UnB, absolvição de homem que engravidou adolescente e CPI para investigar caso BRB-Master deram o tom dos debates
A decisão de um juiz que inocentou um homem acusado de estuprar uma adolescente de 13 anos, moradora de Planaltina. A “recepção violenta” aos estudantes secundaristas que se manifestaram diante da Secretaria de Educação do DF. A notícia de que a Polícia Federal investiga ligações telefônicas e mensagens entre a vice-governadora, Celina Leão, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Estes foram temas discutidos pelos deputados distritais que participaram, na tarde desta quinta-feira (26), da sessão de debates no plenário da Câmara Legislativa.
O deputado Gabriel Magno (PT), líder da Minoria, informou que acionará o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra a decisão do juiz Luciano Pifano Pontes, que considerou inocente um homem que engravidou uma adolescente moradora do Núcleo Rural Rajadinha. Para o distrital foi “uma infeliz, injusta, absurda, ilegal e cruel decisão do Poder Judiciário”.
Magno acrescentou que “o Código Penal brasileiro é nítido e objetivo: relação sexual com menor de 14 anos é considerado estupro de vulnerável”. Sobre o veredito, Max Maciel (PSOL) salientou que este não é um fato novo no Brasil. “Geralmente, absolvições desse tipo são interpretações de homens decidindo sobre a vida das mulheres. Um ponto que cabe reflexão”, completou.
O líder da Minoria também lamentou que manifestação convocada pela União dos Estudantes Secundaristas do Distrito Federal (UESDF) tenha terminado de maneira violenta na manhã de hoje. “Os estudantes se dirigiram à Secretaria de Educação e lá foram recebidos com spray de pimenta pela Polícia Militar”, contou.
Por sua vez, Max Maciel cobrou mais atenção às linhas de ônibus que fazem o trajeto da Rodoviária do Plano Piloto à UnB. “São 50 mil passageiros transportados a cada dia, em 249 viagens. Mas, o trânsito e outras intercorrências estão impedindo os alunos de chegarem na hora”, alertou o distrital.
Também presente à sessão, o deputado Chico Vigilante (PT) tratou da informação sobre a identificação, pela Polícia Federal, de ligações telefônicas entre Celina Leão e Daniel Vorcaro, do Banco Master. “Pegaram o Banco de Brasília para fazer negócios”, denunciou o parlamentar. “Por esse motivo, é urgente instalar CPI do BRB-Master”, defendeu.
Vigilante ainda conclamou os colegas a elaborar “um único requerimento, e todos assinarem em ordem alfabética”, solicitando a criação da CPI, “que precisa ser séria, para aprofundar investigações e encontrar os culpados, demonstrando a independência do poder legislativo”.
Luiz Frisoni assume culpa pela confusão, defende o pai e cita tentativa de extorsão; vídeo obtido pelo portal mostra versão diferente do filho
Luiz Henrique Frisoni, filho de Marcelo Frisoni, ex-marido de Ana Maria Braga, se pronunciou nesta quinta-feira (26/3) sobre a confusão envolvendo a família nos Estados Unidos, assumiu responsabilidade pelo episódio e saiu em defesa do pai. No entanto, ao negar a existência de um cofre com relógios na residência, o jovem passou a sustentar uma versão que entra em choque com um vídeo obtido com exclusividade pelo portal LeoDias, no qual ele próprio indica que o item estaria guardado no local.
Na declaração divulgada pelo “Balanço Geral”, da Record, Luiz pediu desculpas públicas ao pai e à madrasta e afirmou que toda a situação foi causada por sua “ingenuidade”: “Gostaria de pedir desculpas publicamente por toda essa confusão causada por mim”, disse.
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Marcelo FrisoniFoto: Portal LeoDias
Marcelo Frisoni e Ana Maria BragaFoto: Divulgação/Arquivo Pessoal
FavroFoto: Arquivo Pessoal
Ele também negou a existência de um cofre com relógios falsificados na residência da família e classificou as informações como mentirosas: “Essas fotos de relógios e de instrumentos são uma grande invenção. São situações totalmente inverídicas”, afirmou, sustentando que o caso se trata de uma tentativa de extorsão.
No entanto, o portal LeoDias teve acesso a um vídeo em que Pedro Favro busca o relógio original na casa da família, nos Estados Unidos. Nas imagens, o próprio Luiz indica que o item estaria guardado em um cofre, confirmando a informação que ele negou posteriormente: “Você não vai gostar disso, mas está dentro do cofre”, diz no registro.
Apesar do posicionamento atual em defesa do pai, Luiz teria adotado outra postura no momento da confusão. Ao portal LeoDias, Favro afirmou que o conflito envolve questões financeiras e alegou mudança de comportamento por parte do filho de Frisoni: “Agora ele está fazendo tudo o que o pai dele manda, para não voltar para o Brasil. O pai dele fez um ‘suicídio financeiro’, prestou queixa no carro que ele mesmo deu para ele. O Luiz já chegou a morar na rua”.
Casa construída com a técnica do enxaimel em Pomerode (SC)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.361/26, que cria a Rota Turística do Enxaimel, no município de Pomerode, em Santa Catarina.
Enxaimel é uma técnica de construção típica da Alemanha que usa uma estrutura de madeira exposta, formando um padrão de treliça ou trama, que depois é preenchida com tijolo, cimento, pedra ou barro. A técnica foi trazida ao Brasil pelos imigrantes germânicos que se estabeleceram no Sul do país.
Fundada por imigrantes em meados do século 19, Pomerode tem um dos maiores conjuntos de casas em enxaimel fora da Alemanha, com mais de 50 construções históricas. Em 2021, a aldeia Testo Alto de Pomerode foi reconhecida na lista de melhores vilas turísticas da Organização Mundial do Turismo, agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU).
A criação oficial da rota tem o objetivo de fortalecer a cadeia do turismo na região, valorizar atrativos culturais e naturais e promover o desenvolvimento econômico local, sustentável e inclusivo. A cidade também poderá receber apoio de programas governamentais voltados ao fortalecimento do turismo.
Projeto de lei A norma tem origem no Projeto de Lei 5814/23, apresentado pelo senador Jorge Seif (PL-SC). O projeto foi aprovado em 2024 no Senado e em 2025 na Câmara dos Deputados.
O texto teve parecer favorável na Comissão de Turismo da Câmara, onde o relator foi o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC); e na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), com relatoria do deputado Capitão Alden (PL-BA).
Câmara Legislativa celebra dez anos de história do Centro Interescolar de Línguas de São Sebastião
Instituição é referência no ensino de idiomas e na promoção cultural na região administrativa desde sua criação em 11 de março de 2016
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) celebrou, na noite da última quarta-feira (25), o décimo aniversário de fundação do Centro Interescolar de Línguas de São Sebastião (CILSS). A sessão solene, realizada por iniciativa do deputado Thiago Manzoni (PL), reuniu gestores, professores, estudantes e ex-alunos para homenagear a trajetória da instituição, que se consolidou como referência no ensino de idiomas e na promoção cultural desde sua criação em 11 de março de 2016.
Durante a solenidade, o parlamentar destacou o impacto transformador do aprendizado de novas línguas. “A capacidade de se comunicar em outros idiomas pode nos possibilitar tanto fazer viagens e ser entendido e entender, quanto obter novos empregos ou empreender de diferentes maneiras e prosperar”, afirmou Manzoni. O deputado observou ainda que aprender um novo idioma abre “um sem-fim de possibilidades” e defendeu a importância de uma base sólida na educação: “Como é que alguém pode aprender as outras disciplinas se não souber bem português e matemática? Como é que alguém aprende um outro idioma se não souber português?”, questionou.
A diretora da unidade, Maria Lucielia da Silva Maia, ressaltou o caráter humanizado e o sentimento de comunidade que regem a escola. “O trabalho que essa instituição faz é um trabalho de muita doação, com coração. Para nós, o CIL é uma família”, afirmou. A diretora também destacou a importância de se aprender uma língua estrangeira. “O estudo de uma língua estrangeira significa ampliar sonhos, é ter a oportunidade de acompanhar as letras da música do cantor que você gosta, de assistir a sua série favorita na língua original”, exemplificou.
O vice-diretor da instituição, Joaquim Dantas Neto, relembrou sua jornada de acompanhamento da escola pela Coordenação Regional de Ensino antes de assumir o cargo atual: “Faz 10 anos que eu acompanho a escola, acompanho o trabalho potente de todos os professores”. Ele reforçou seu compromisso com o futuro da instituição: “Estou aqui para somar, para ajudar o CIL a crescer e deixá-lo ainda mais importante”, disse.
O presidente do PL Jovem DF, Evandro Araújo, também enfatizou as portas que se abrem para quem busca o mercado de trabalho. “O CIL possibilita a todos os estudantes um caminho de possibilidades de acessar novos caminhos, novas culturas, novos empregos”, pontuou. Os próprios estudantes confirmaram essa realidade por meio de depoimentos durante a solenidade. A estudante Meire, técnica em saúde bucal, destacou o valor social da educação: “Estudar não apenas amplia nosso conhecimento, mas também melhora nossas oportunidades de vida, inclusive no aspecto financeiro, trazendo mais estabilidade e dignidade para nossas famílias”.
No fim da solenidade, foram entregues moções de louvor em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à educação do Distrito Federal. Foram homenageados profissionais do Centro Interescolar de Línguas de São Sebastião que atuam no ensino de idiomas.
Deputada Laura Carneiro, relatora do projeto de lei
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que institui a Política Nacional de Prevenção, Tratamento e Controle das Doenças Crônicas da Pele no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir atendimento integral e multidisciplinar a pacientes com condições como psoríase, dermatite atópica, vitiligo e urticária.
Como foi analisada em caráter conclusivo, o projeto de lei poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
“O projeto enfatiza a importância de um acesso universal e humanizado à saúde, reconhecendo a necessidade de tratar as doenças crônicas da pele com uma abordagem que respeita a dignidade e a individualidade de cada paciente”, diz a justificativa.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 4623/23, de autoria do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
Laura Carneiro apresentou emendas de redação e técnica legislativa. Uma das principais alterações foi retirar a obrigatoriedade de o Executivo regulamentar a lei em um prazo fixo (originalmente 120 dias), respeitando a separação de poderes e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).
Diretrizes do Novo Programa Pelo texto, o SUS deverá oferecer não apenas o tratamento clínico (dermatológico), mas também acompanhamento psicológico e assistência social, reconhecendo o impacto emocional e o estigma que muitas dessas doenças causam.
Acesso universal e humanizado: garantia de tratamento digno em todas as fases da doença;
Diagnóstico precoce: fortalecimento da atenção primária para identificar os casos rapidamente;
Protocolos atualizados: revisão periódica das diretrizes terapêuticas com base nas evidências científicas mais recentes;
Campanhas educativas: ações para conscientizar a população e reduzir o preconceito contra doenças visíveis de pele.
Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra
CSA debate prestação de contas do Iges‑DF e andamento de obras de novas UPAs
Presidente da Comissão de Saúde, a deputada Dayse Amarilio questionou modelo contratual do Iges‑DF e atrasos em obras
A Comissão de Saúde (CSA) deu início, na manhã desta quinta‑feira (26), a mais uma audiência pública para a prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges‑DF). Desta vez, o instituto apresentou o balanço referente ao terceiro quadrimestre de 2025. A reunião foi conduzida pela presidente da comissão, deputada Dayse Amarilio (PSB), e contou com a participação do presidente do Iges‑DF, Cleber Monteiro Fernandes, além de representantes da sociedade civil, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e do Conselho de Saúde do DF.
Ao abrir os trabalhos, Amarilio criticou a ausência do secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, na audiência. Segundo a parlamentar, boa parte dos questionamentos relacionados à atuação do Iges‑DF envolve diretamente a esfera de atribuições da Secretaria de Saúde, o que tornaria fundamental a presença do gestor da pasta.
A deputada voltou a questionar o modelo contratual firmado entre a Secretaria de Saúde (SES‑DF) e o Iges‑DF, que já acumula 63 termos aditivos, conforme dados do portal da secretaria. Amarilio considerou que, conforme já apontado na última prestação de contas apresentada à Câmara Legislativa, em outubro de 2025, “parte das metas previstas no contrato de gestão está equivocada”. Um dos exemplos citados foi o parâmetro que estabelece tempo médio de até seis horas para atendimento de casos classificados como “verde” — de baixa urgência —, sem que esse critério tenha sido revisto até o momento.
Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF
“É desanimador. Precisamos de um contrato de gestão, e não de mais termo aditivo. Estamos indo para mais um termo aditivo e nada se resolve”, afirmou a distrital.
O presidente do Iges‑DF, Cleber Monteiro Fernandes, afirmou que o instituto tem apresentado avanços significativos para a saúde pública do Distrito Federal. Segundo ele, ainda que persistam gargalos e reclamações em relação aos serviços, há melhorias concretas nas unidades administradas pela instituição.
Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF
“Temos tratamentos que só são realizados em nossos hospitais, equipamentos que só existem em nossas unidades. Estamos em busca de entregar um tratamento de primeiro mundo”, destacou Monteiro.
Gestão de insumos
De acordo com o relatório apresentado, o Iges‑DF avançou na substituição de contratos tradicionais por Atas de Registro de Preços (ARP), o que possibilitou redução no número de contratos firmados, maior previsibilidade financeira e entregas programadas, além de não gerar obrigação de consumo. A mudança também preparou a rede para a expansão do sistema, diante da previsão de entrada de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Outro ponto ressaltado foi a verticalização da gestão dos estoques, que resultou em uma redução global de custos estimada em R$ 18,6 milhões entre 2024 e 2025, representando uma economia superior a 20%. A implantação de projetos como o dispensário eletrônico — ainda em fase de testes — trouxe ganhos operacionais importantes, como rastreabilidade em tempo real, aumento da segurança do paciente e otimização do tempo das equipes assistenciais.
Durante o debate, o promotor de Justiça Marcelo Barenco elogiou os novos processos de gestão adotados pelo instituto e destacou que “a transparência ativa do Iges‑DF melhorou sensivelmente”.
Já o representante do Conselho de Saúde do DF, Domingos Filho, questionou se existe planejamento para o compartilhamento com a Secretaria de Saúde dos processos de gerenciamento de insumos que resultaram em redução de perdas e economia de recursos públicos. Representantes do instituto afirmaram que mantêm frequente diálogo com a pasta para o partilhamento dos fluxos de trabalho.
Engenharia e arquitetura
O corpo técnico do Iges‑DF apresentou ainda um panorama dos investimentos em infraestrutura realizados no período, com mais de 20 obras concluídas e outras em andamento no terceiro quadrimestre. As intervenções incluem reformas, adequações técnicas, aquisição de equipamentos e fiscalização de obras em unidades estratégicas da rede, como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria, UPAs e a Unidade Cidade do Sol.
Segundo o relatório, os investimentos priorizaram a modernização da rede física, com foco na melhoria da ambiência hospitalar, segurança predial e adequação às normas sanitárias. Entre as ações de destaque estão reformas em áreas críticas, como centros cirúrgicos, cozinhas hospitalares, subestações elétricas e sistemas de climatização, além de obras estruturantes voltadas à construção de novas UPAs em diferentes regiões do Distrito Federal.
No período de setembro a dezembro de 2025, foram investidos cerca de R$ 2,6 milhões em reformas, adequações e melhorias nas UPAs, no Hospital do Sol e no Centro de Distribuição. No Hospital Regional de Santa Maria, os investimentos somaram R$ 8,3 milhões. Já no Hospital de Base, foram aplicados R$ 15,2 milhões.
UPAs
A construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento no DF esteve no centro do debate. O Iges‑DF apresentou o cronograma atualizado das obras e informou que haverá atraso na conclusão de todas as unidades em razão de fatores diversos, que vão desde inadequações apontadas pelo Tribunal de Contas do DF e pelo Ministério da Saúde até impactos climáticos que afetaram o calendário inicialmente previsto.
Conforme informado, as unidades do Guará, Água Quente e Águas Claras, que tinham previsão de conclusão em abril, devem ser entregues em junho. Já as UPAs de Sol Nascente, Estrutural e Taguatinga têm previsão de conclusão em dezembro. A unidade de Araponga ficou para 2027, segundo o instituto.
Para os integrantes da mesa da audiência são baixas as chances de que as obras sejam finalizadas dentro dos novos prazos. Ao analisar imagens do estágio atual das construções, a deputada Dayse Amarilio demonstrou “preocupação não apenas com a entrega das unidades, mas também com toda a estrutura necessária para o funcionamento dos equipamentos”, como a instalação de aparelhos e a contratação de profissionais.
A parlamentar voltou a criticar a diretriz de investimentos adotada pelo atual governo, que, em sua avaliação, tem priorizado a expansão das UPAs em detrimento do fortalecimento da atenção primária e da rede hospitalar do Distrito Federal.
“Em contrassenso à questão epidemiológica e à própria recomendação do Ministério da Saúde, o GDF prefere construir UPAs. Será que isso ocorre porque a UPA já nasce sob comando do Iges? Assistencialmente, será que precisamos de mais UPAs?”, questionou.
Com a entrega das sete novas unidades previstas, o Distrito Federal deverá passar a contar com 20 unidades no total. Para Amarilio, o cenário revela uma política de saúde desconectada das reais necessidades da população.
“Não faz sentido termos 20 UPAs com hospitais caindo aos pedaços. Qual a lógica disso? É revoltante”, concluiu. A audiência pública segue com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital.
A vice-governador do DF Celina Leão foi a lvo d e m a is um ataque envolvendo fake news hoje. Tem cada história por aí que eu só co n sig o…
A vice-governador do DF Celina Leão foi alvo de mais um ataque envolvendo fake news hoje. Tem cada história por aí que eu só consigo rir. Acordo e penso:“Meu Deus, essa é demais.“ Hoje, inventaram mais uma.
Já sabemso que vem de alguams pessoas que recetemente estiveram presas acusadas de corrupção e para tentar voltar ao cenário político atacam que está cuidado do povo do Distrito Federal, mas metira tem pernas curtas.
Essa turma especializadaem espalhar fake news é,nomínimo, criativa. Resolveramdizer que eu troquei mensagens com o Daniel Volcano em dezembro. Odetalheé que eu nem tenho o contato do Daniel,e ele muitomenos o meu. Aliás,essa informação já foi desmentida epublicada pela mídia seria. Essas fake news é o queeuchamo de jornalismodeficção.
Funciona assim: alguéminventa algo, publica, solta no ar e vêse cola. E,como sempre, outros acabam reproduzindo a mesma mentira. Só que aqui não cola, não. Porque a mentira pode até correr rápido, mas a verdade,quando chega, atropela tudo no caminho. E convenhamos,mentira é feio e dá trabalho depois, porque cedo ou tarde vai ter que ser explicadadireitinho na justiça.
Do jeito que essa turma é imaginativa, daqui a pouco vão inventar que eu fui vista trocando mensagens com o Ayatolá Khamenei. Olha, só está faltando isso mesmo! Enfim, gente, vamos focarnotrabalho e parar de produzir fake news afrimou Celina Leão que no proximo sábado assumira em definitivo o governo do DF.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa o prazo máximo de seis meses para a conclusão de processos administrativos federais que tramitam em regime de prioridade — benefício garantido por lei a idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças graves.
Atualmente, a lei garante a prioridade na tramitação para grupos vulneráveis, mas não define um tempo limite para que o governo analise os pedidos. Com a mudança, a administração pública terá até seis meses para concluir a análise, contados a partir do protocolo devidamente instruído.
Esse prazo não será absoluto. O texto permite prorrogação excepcional, desde que a autoridade competente apresente uma justificativa fundamentada (por motivos materiais, operacionais ou de instrução) e informe ao cidadão o novo prazo estimado.
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação do relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), o colegiado aprovou o substitutivo adotado pela Comissão de Administração e Serviço Público ao Projeto de Lei 187/25, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).
Concessão de direitos O texto aprovado restringe a regra do prazo máximo apenas aos processos que tratam da concessão de direitos ou benefícios em favor da parte.
Isso significa que processos de natureza sancionatória (como punições disciplinares ou multas), mesmo envolvendo idosos ou pessoas com deficiência, não estarão sujeitos a esse limite rígido de seis meses. Segundo Ricardo Ayres, essa distinção é necessária para “evitar a impunidade ou o cerceamento de defesa em casos complexos que exigem mais tempo de investigação”.
Responsabilidade do servidor O texto também prevê que o descumprimento do prazo de seis meses não gerará punição automática para a administração ou seus agentes, se ficar provado que a demora ocorreu por fatores alheios à sua vontade ou pela complexidade do caso. A proposta altera a Lei de Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999).
Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra
CSA debate prestação de contas do Iges‑DF e andamento de obras de novas UPAs
Presidente da Comissão de Saúde, a deputada Dayse Amarilio questionou modelo contratual do Iges‑DF e atrasos em obras
A Comissão de Saúde (CSA) deu início, na manhã desta quinta‑feira (26), a mais uma audiência pública para a prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges‑DF). Desta vez, o instituto apresentou o balanço referente ao terceiro quadrimestre de 2025. A reunião foi conduzida pela presidente da comissão, deputada Dayse Amarilio (PSB), e contou com a participação do presidente do Iges‑DF, Cleber Monteiro Fernandes, além de representantes da sociedade civil, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e do Conselho de Saúde do DF.
Ao abrir os trabalhos, Amarilio criticou a ausência do secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, na audiência. Segundo a parlamentar, boa parte dos questionamentos relacionados à atuação do Iges‑DF envolve diretamente a esfera de atribuições da Secretaria de Saúde, o que tornaria fundamental a presença do gestor da pasta.
A deputada voltou a questionar o modelo contratual firmado entre a Secretaria de Saúde (SES‑DF) e o Iges‑DF, que já acumula 63 termos aditivos, conforme dados do portal da secretaria. Amarilio considerou que, conforme já apontado na última prestação de contas apresentada à Câmara Legislativa, em outubro de 2025, “parte das metas previstas no contrato de gestão está equivocada”. Um dos exemplos citados foi o parâmetro que estabelece tempo médio de até seis horas para atendimento de casos classificados como “verde” — de baixa urgência —, sem que esse critério tenha sido revisto até o momento.
Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF
“É desanimador. Precisamos de um contrato de gestão, e não de mais termo aditivo. Estamos indo para mais um termo aditivo e nada se resolve”, afirmou a distrital.
O presidente do Iges‑DF, Cleber Monteiro Fernandes, afirmou que o instituto tem apresentado avanços significativos para a saúde pública do Distrito Federal. Segundo ele, ainda que persistam gargalos e reclamações em relação aos serviços, há melhorias concretas nas unidades administradas pela instituição.
Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF
“Temos tratamentos que só são realizados em nossos hospitais, equipamentos que só existem em nossas unidades. Estamos em busca de entregar um tratamento de primeiro mundo”, destacou Monteiro.
Gestão de insumos
De acordo com o relatório apresentado, o Iges‑DF avançou na substituição de contratos tradicionais por Atas de Registro de Preços (ARP), o que possibilitou redução no número de contratos firmados, maior previsibilidade financeira e entregas programadas, além de não gerar obrigação de consumo. A mudança também preparou a rede para a expansão do sistema, diante da previsão de entrada de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Outro ponto ressaltado foi a verticalização da gestão dos estoques, que resultou em uma redução global de custos estimada em R$ 18,6 milhões entre 2024 e 2025, representando uma economia superior a 20%. A implantação de projetos como o dispensário eletrônico — ainda em fase de testes — trouxe ganhos operacionais importantes, como rastreabilidade em tempo real, aumento da segurança do paciente e otimização do tempo das equipes assistenciais.
Durante o debate, o promotor de Justiça Marcelo Barenco elogiou os novos processos de gestão adotados pelo instituto e destacou que “a transparência ativa do Iges‑DF melhorou sensivelmente”.
Já o representante do Conselho de Saúde do DF, Domingos Filho, questionou se existe planejamento para o compartilhamento com a Secretaria de Saúde dos processos de gerenciamento de insumos que resultaram em redução de perdas e economia de recursos públicos. Representantes do instituto afirmaram que mantêm frequente diálogo com a pasta para o partilhamento dos fluxos de trabalho.
Engenharia e arquitetura
O corpo técnico do Iges‑DF apresentou ainda um panorama dos investimentos em infraestrutura realizados no período, com mais de 20 obras concluídas e outras em andamento no terceiro quadrimestre. As intervenções incluem reformas, adequações técnicas, aquisição de equipamentos e fiscalização de obras em unidades estratégicas da rede, como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria, UPAs e a Unidade Cidade do Sol.
Segundo o relatório, os investimentos priorizaram a modernização da rede física, com foco na melhoria da ambiência hospitalar, segurança predial e adequação às normas sanitárias. Entre as ações de destaque estão reformas em áreas críticas, como centros cirúrgicos, cozinhas hospitalares, subestações elétricas e sistemas de climatização, além de obras estruturantes voltadas à construção de novas UPAs em diferentes regiões do Distrito Federal.
No período de setembro a dezembro de 2025, foram investidos cerca de R$ 2,6 milhões em reformas, adequações e melhorias nas UPAs, no Hospital do Sol e no Centro de Distribuição. No Hospital Regional de Santa Maria, os investimentos somaram R$ 8,3 milhões. Já no Hospital de Base, foram aplicados R$ 15,2 milhões.
UPAs
A construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento no DF esteve no centro do debate. O Iges‑DF apresentou o cronograma atualizado das obras e informou que haverá atraso na conclusão de todas as unidades em razão de fatores diversos, que vão desde inadequações apontadas pelo Tribunal de Contas do DF e pelo Ministério da Saúde até impactos climáticos que afetaram o calendário inicialmente previsto.
Conforme informado, as unidades do Guará, Água Quente e Águas Claras, que tinham previsão de conclusão em abril, devem ser entregues em junho. Já as UPAs de Sol Nascente, Estrutural e Taguatinga têm previsão de conclusão em dezembro. A unidade de Araponga ficou para 2027, segundo o instituto.
Para os integrantes da mesa da audiência são baixas as chances de que as obras sejam finalizadas dentro dos novos prazos. Ao analisar imagens do estágio atual das construções, a deputada Dayse Amarilio demonstrou “preocupação não apenas com a entrega das unidades, mas também com toda a estrutura necessária para o funcionamento dos equipamentos”, como a instalação de aparelhos e a contratação de profissionais.
A parlamentar voltou a criticar a diretriz de investimentos adotada pelo atual governo, que, em sua avaliação, tem priorizado a expansão das UPAs em detrimento do fortalecimento da atenção primária e da rede hospitalar do Distrito Federal.
“Em contrassenso à questão epidemiológica e à própria recomendação do Ministério da Saúde, o GDF prefere construir UPAs. Será que isso ocorre porque a UPA já nasce sob comando do Iges? Assistencialmente, será que precisamos de mais UPAs?”, questionou.
Com a entrega das sete novas unidades previstas, o Distrito Federal deverá passar a contar com 20 unidades no total. Para Amarilio, o cenário revela uma política de saúde desconectada das reais necessidades da população.
“Não faz sentido termos 20 UPAs com hospitais caindo aos pedaços. Qual a lógica disso? É revoltante”, concluiu. A audiência pública segue com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital.
Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS
Enquanto aguarda uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou dois requerimentos nesta quinta-feira (26). O STF deve julgar ainda hoje a liminar do ministro André Mendonça que permite a prorrogação dos trabalhos da comissão.
Um dos requerimentos aprovados foi a convocação do presidente da Associação Nacional de Correspondentes Bancários (Anec), Lourival Rocha Junior. O outro foi a quebra de sigilos de Fábio Gomes Paixão Rosa, ex-secretário parlamentar do deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), um dos investigados na fraude do INSS. Os dois pedidos foram apresentados pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).
Para o relator, Lourival Rocha Junior pode ajudar a CPMI a distinguir condutas fraudulentas de operações legítimas dos correspondentes bancários, responsáveis por boa parte das operações de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS.
Quebra de sigilos Segundo Alfredo Gaspar, registros financeiros analisados pela CPMI indicam que Fábio Gomes Paixão Rosa recebeu transferência de R$ 40 mil da empresa HM Moto Peças Pneus e Artefatos de Borracha, que, por sua vez, obteve cerca de R$ 4 milhões de um núcleo financeiro ligado à Conafer, entidade investigada por descontos irregulares em benefícios do INSS.
Ele acrescenta que a esposa de Fábio Gomes mantém vínculo empregatício com a Cacique Home Center Ltda., que recebeu R$ 49,5 mil repassados pelos investigados Ingrid Pikinskeni Morais e Vinícius Ramos da Cruz.
Vorcaro e Zettel Durante a discussão dos requerimentos, o deputado Rogério Correia (PT-MG) se declarou favorável à aprovação dos requerimentos, mas lamentou que outras quebras de sigilo não tenham sido colocadas em votação. Ele citou como exemplo pedidos de sua autoria para a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabiano Zettel, ex-pastor da Igreja Batista da Lagoinha e cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, além da Clava Forte Bank e também da Igreja Lagoinha.
“Quero deixar aqui a minha estranheza de que existem outros requerimentos e que não tiveram tanta importância como este. Por exemplo, o da Clava Forte Bank, banco da Igreja da Lagoinha e a própria Igreja da Lagoinha e o pastor Valadão, que eu já pedi esse requerimento desde novembro”, disse.
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), rebateu a acusação. Ele afirmou que os requerimentos citados por Rogério Correia não foram colocados em votação por não representarem o escopo da investigação da comissão e por terem sido impedidos de entrar nessa linha investigatória, segundo decisão do ministro do STF, Flávio Dino.
“O senhor Fabiano Zettel foi convocado por essa CPMI e o requerimento está aprovado. Ele tem um habeas corpus que o impede de vir aqui, como em outra CPI. A quebra de sigilo do senhor Fabiano Zettel já está sendo pedida de forma compartilhada com outra CPI, o requerimento já foi enviado a outra CPI porque nós fomos impedidos de receber as informações por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino”, explicou.
Suspensão da reunião Após a votação dos dois requerimentos, o presidente da CPMI resolveu suspender os trabalhos em atenção a questão de ordem levantada pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Ele questionou a legalidade de qualquer deliberação que viesse a ocorrer nesta manhã sobre a prorrogação dos trabalhos da comissão.
Segundo ele, conforme a decisão do ministro do STF André Mendonça, o requerimento com as assinaturas que solicita a prorrogação dos trabalhos da CPMI por mais 120 dias só pode ser lido e ter encaminhamento na comissão após o prazo de 48 horas, a contar da última terça-feira (24), às 18h20. Ele apresentou certidão da Advocacia do Senado, a qual registra a data e o horário do recebimento da notificação do ministro André Mendonça.
“No nosso entendimento, essa reunião está fora daquilo que foi decidido pelo ministro André Mendonça, então essa decisão não pode ocorrer e, caso ela ocorra, será considerada ilegal”, afirmou.
Julgamento no STF O STF marcou para esta quinta-feira o julgamento da ação que pede a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. Os ministros vão analisar a decisão individual do ministro André Mendonça.
Na última terça-feira, o ministro deu prazo para que o Congresso receba e leia o requerimento que viabiliza a extensão do prazo de funcionamento da comissão. Caso a determinação não seja cumprida, a comissão teria o prazo de 48 horas para que ela mesma leia o requerimento e delibere sobre o assunto.
O magistrado é o relator de uma ação apresentada pelo senador Carlos Viana; pelo deputado Alfredo Gaspar, relator; e pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS).
Caso não seja prorrogada, a CPMI do INSS encerrará os trabalhos no dia 28 de março.
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 342/22, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), que substitui por certidão digital gratuita os certificados de reservista e de dispensa de incorporação e outros documentos do serviço militar obrigatório.
O documento ficará disponível aos interessados nos sites do Ministério da Defesa e das Forças Armadas.
Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Gustavo Gayer (PL-GO), pela aprovação da proposta.
“A medida permite que os sistemas das Forças Armadas se comuniquem com outras bases de dados oficiais, como as de identificação civil e registros eleitorais. Isso fortalece as políticas de governo digital”, disse.
Principais pontos O texto aprovado insere essas regras na Lei do Serviço Militar. Hoje, a norma estabelece que os modelos dos certificados são definidos em regulamento, assim como a impressão, a distribuição, a escrituração e a autenticidade dos documentos.
A proposta prevê que a autenticidade da certidão digital poderá ser verificada nos sites e terá plena validade quando apresentada com documento de identidade.
Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, nesta quarta-feira (25/3), um treinamento…
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, nesta quarta-feira (25/3), um treinamento sobre a Metodologia ACERTAR, voltado ao aprimoramento das atividades de regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Distrito Federal.
A capacitação reuniu servidores e colaboradores da Agência, especialmente das áreas envolvidas com a aplicação da metodologia, como a Superintendência de Abastecimento de Água e Esgoto (SAE), a Superintendência de Resíduos Sólidos (SRS), a Superintendência de Estudos Econômicos e Fiscalização Financeira (SEF) e a Superintendência de Drenagem Urbana (SDU), além de representantes da Caesb.
Durante o encontro, foi apresentado o guia de auditoria e certificação das informações, elaborado com base nas diretrizes nacionais do setor de saneamento e adaptado à realidade do Distrito Federal pelo consultor Thiago Ademir Macedo Oliveira. O material será disponibilizado posteriormente, ampliando o acesso ao conteúdo para servidores e sociedade.
A Metodologia ACERTAR reúne diretrizes para auditoria e certificação de dados do setor. Desenvolvida no âmbito do Governo Federal, tem como objetivo qualificar as informações declaradas pelos prestadores ao Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico — atualmente denominado SINISA, em substituição ao SNIS — promovendo maior transparência e confiabilidade.
Segundo a superintendente substituta da SAE, Rossana de Castro, a iniciativa integra o processo contínuo de qualificação técnica da Agência.
“Como agência reguladora, nós não prestamos o serviço, mas dependemos dos dados informados pelos prestadores. Por isso, é fundamental que essas informações tenham qualidade e confiabilidade. O projeto Acertar vem justamente para auditar e certificar esses dados”, destacou.
Ela também ressaltou o histórico da Adasa na aplicação da metodologia e o caráter de atualização da capacitação. “A Adasa foi pioneira na avaliação completa do Acertar e agora avançamos para um novo ciclo, com atualização das equipes e das ferramentas. A entrega de um guia customizado à realidade do Distrito Federal vai orientar as próximas auditorias”, afirmou.
Rossana destacou ainda que o material produzido terá caráter permanente e contribuirá para a transparência das ações da Agência. “Esse guia será disponibilizado, permitindo que servidores atuais e futuros tenham acesso ao conteúdo, e que a própria população compreenda melhor o processo. Nosso objetivo é garantir dados cada vez mais confiáveis e, com isso, contribuir para a qualidade dos serviços prestados à população do Distrito Federal”, completou.
Programa especial percorre origens, família e bastidores do sucesso do cantor nordestino
A Globo vai apostar na força de uma das maiores vozes populares do país para abrir sua nova safra de especiais. João Gomes será o protagonista da primeira edição do “Globo Repórter Personalidades” em 2026 e a emissora não economizou na imersão. A proposta vai além de um perfil tradicional. A equipe comandada por Sandra Annenberg percorreu nove cidades em três estados para reconstruir, de perto, a trajetória do cantor que saiu do Sertão de Pernambuco para se tornar um dos artistas mais ouvidos do Brasil.
O programa, que vai ao ar nesta sexta-feira (27), mergulha nas origens de João, revisitando os lugares onde tudo começou e, principalmente, as pessoas que ajudaram a moldar o artista. Entre depoimentos de familiares e amigos, a produção tenta revelar o que há por trás da imagem simples e do carisma que conquistaram o público.
“Receber o convite para participar do ‘Globo Repórter’ foi, antes de tudo, uma surpresa muito especial. Parar para revisitar minha própria história e compartilhá-la com tanta gente me fez enxergar ainda mais o valor de cada etapa que vivi”, afirma o cantor, que define a experiência como desafiadora e gratificante.
Nascido em Serrita e criado em Petrolina, João Gomes construiu uma carreira ancorada na própria vivência. E é justamente essa autenticidade que o especial busca evidenciar: da infância marcada por disciplina até o momento em que a música começou a mudar sua realidade.
A mãe, Kátia Gomes, surge como peça-chave nessa construção. No programa, ela relembra a criação rígida do filho e celebra o fato de hoje viver uma realidade completamente diferente daquela que conheceu no passado. “Diferente de tudo o que passei, dos lugares que morei, eu só via lugares assim nas casas que eu ia para trabalhar”, conta.
Mesmo com a agenda lotada de shows pelo país, João mantém uma ligação forte com suas raízes. No Recife, criou a chamada “Casa Caranguejo”, um refúgio onde busca reproduzir o contato com a terra e a simplicidade da vida que levava no interior. “Eu fiz essa casa para andar de cavalo, ter um pouco do que eu tinha em Petrolina. O contato com o chão, a terra”, explica.
O especial também acompanha os bastidores de sua trajetória musical e as parcerias que ajudaram a ampliar seu alcance. Ao lado de Mestrinho e Jota.pê, João conquistou o Grammy Latino 2025 com o álbum Dominguinho, um projeto que nasceu de forma despretensiosa e acabou ganhando o mundo.
“Veio um filme na minha cabeça de muitas coisas, principalmente da luta do João”, lembra Mestrinho. Já o cantor não esconde a ambição de ir além: “Hoje eu sou audacioso a ponto de dizer que eu quero colocar a categoria ‘Forró’ no Grammy”.
Respeitado por nomes de diferentes gerações, João Gomes também coleciona parcerias com artistas como Gilberto Gil, Marisa Monte e Vanessa da Mata, que destaca a sensibilidade do cantor. “Ele tem uma inteligência musical que não é comum”, afirma.
Na vida pessoal, o programa abre espaço para mostrar o lado mais íntimo do artista, incluindo a relação com a esposa, Ary Mirelle, e os filhos — um capítulo que, segundo ele, transformou completamente sua forma de enxergar o mundo.
“Eu sempre quis muito ser alguém na vida, ajudar minha família, meus amigos, e hoje eu posso fazer isso”, resume. Ao apostar em João Gomes para inaugurar o novo formato, a Globo também faz um movimento claro: reforça sua conexão com o Brasil profundo e com um público que se reconhece em histórias reais, sem filtro e sem verniz.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2142/25, que determina que todos os medicamentos e insumos farmacêuticos, nacionais ou importados, só poderão ser registrados no Brasil mediante comprovação de certificação em Boas Práticas de Fabricação (BPF), conforme normas da autoridade sanitária.
Já aprovado pelos senadores e pela Comissão de Saúde da Câmara, o texto tramita em caráter conclusivo e seguirá para sanção presidencial, a menos que haja recurso para votação também pelo Plenário.
O texto revoga trechos da legislação vigente que limitam a exigência aos produtos estrangeiros e condicionam seu registro à aprovação prévia no país de origem. Ao eliminar as exceções, o projeto unifica os critérios para registro e torna o processo mais centrado na qualidade da fabricação, segundo parâmetros técnicos estabelecidos pela vigilância sanitária.
Critério A relatora na CCJ, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recomendou a aprovação da proposta. “A exigência de certificação em BPF estabelece critério técnico-científico objetivo para o registro de medicamentos e insumos farmacêuticos, fortalecendo a proteção sanitária da população”, afirmou.
Laura Carneiro acrescentou que a alteração proposta compatibiliza a Lei de Vigilância Sanitária sobre Produtos Farmacêuticos com o sistema normativo posterior, especialmente com a Lei 9.782/99, que criou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estabeleceu competências para normatizar, controlar e fiscalizar produtos farmacêuticos.
Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana Por Geovanna Gravia, da Agência…
Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana
Por Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 730 oportunidades de empregonesta quinta-feira (26). O maior salário é para empregado doméstico arrumador, com remuneração de R$ 3.242.
Também há destaque para 110 vagas de açougueiro, com salários que variam entre R$ 1.850 e R$ 2.500, além de 20 vagas para técnico de refrigeração, com remuneração de R$ 2.500, e 10 vagas para cozinheiro geral, com salário de R$ 2.225,95. As oportunidades estão distribuídas em regiões como Lago Norte, Ceilândia Sul e locais não fixos.
Em relação à demanda por novos funcionários, destaque para o setor de comércio. Os cargos mais requisitados são operador de caixa, repositor de mercadorias, atendente de padaria e fiscal de loja, em cidades como Ceilândia, Samambaia, Asa Sul e Vicente Pires. Os salários são a partir de R$ 1.200.
Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, oCanal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (26), a Medida Provisória 1326/25, que reajusta a remuneração dos profissionais da segurança pública do Distrito Federal. O texto segue para análise do Senado.
A primeira parcela do reajuste foi aplicada em dezembro de 2025, e a segunda, em janeiro de 2026.
A MP ainda corrige o auxílio-moradia e abrange também policiais e bombeiros militares dos ex-territórios do Amapá, de Rondônia e de Roraima.
Compensação A MP extingue 344 cargos efetivos vagos da administração pública federal como medida de compensação financeira. Segundo o texto, a extinção dos cargos vagos compensará os custos financeiros da atualização nos valores do auxílio-moradia.
Outros pontos O Plenário acompanhou o parecer do relator na comissão mista da MP, deputado Rafael Prudente (MDB-DF).
O parecer prevê ainda mudanças no limite de idade para a inatividade militar, estabelecimento de altura mínima para concursos e a exigência de bacharelado em Direito para o ingresso de novos oficiais.
O relator incluiu na MP antigos pleitos de servidores dos ex-territórios federais, como a inclusão em quadros em extinção da União para quem mantinha vínculos empregatícios. A isonomia salarial para professores pioneiros foi assegurada.
Mais informações a seguir.
Reportagem – Ralph Machado Edição – Natalia Doederlein
Encontro reforçou a articulação entre órgãos para prevenção e resposta a emergências com produtos perigosos Por Agência Brasília* | Ediçã…
Encontro reforçou a articulação entre órgãos para prevenção e resposta a emergências com produtos perigosos Por Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader
O Instituto Brasília Ambiental participou, nesta quarta-feira (25), da 1ª Reunião Extraordinária da Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (CD-P2R2). O encontro reuniu representantes de diversos órgãos para alinhar ações estratégicas voltadas à prevenção e resposta a emergências com produtos perigosos. A reunião teve como principais pautas a apresentação do novo presidente da comissão, o tenente-coronel Ronaldo Lima de Medeiros, a definição do calendário anual de atividades e o fortalecimento da atuação integrada entre os órgãos participantes. A convocação e os temas discutidos seguem as diretrizes regimentais da comissão, incluindo a organização das ações previstas para 2026. Durante o encontro, foi definido que a comissão realizará, ao longo do ano, capacitações técnicas, simulado operacional, além de duas ações de fiscalização integradas — conhecidas como barreiras — com apoio de forças de segurança. Também foi aprovada a inclusão da Companhia Energética de Brasília (CEB) como membro colaborador da comissão, ampliando a capacidade de resposta em ocorrências que envolvam infraestrutura elétrica. “Investir em planejamento, capacitação e articulação institucional é fundamental para proteger vidas e o meio ambiente”Celina Leão, vice-governadora
Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a atuação da comissão é essencial para a segurança da população. “O trabalho integrado entre os órgãos fortalece a capacidade de prevenção e resposta do Distrito Federal. Investir em planejamento, capacitação e articulação institucional é fundamental para proteger vidas e o meio ambiente”, destacou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reforçou o compromisso do instituto com a agenda: “A atuação da comissão é muito importante para o Distrito Federal. Como temos os esforços de diferentes órgãos do governo, garantimos ações coordenadas e respostas mais rápidas e eficazes se tivermos uma emergência ambiental.” Representante do Brasília Ambiental e secretária executiva da comissão, Ana Carolina Almeida Oliveira, destacou a importância do planejamento integrado. “Essa primeira reunião ocorreu para apresentar o novo presidente e também para definir o calendário anual. Estabelecemos a realização de um curso no primeiro semestre, um simulado no segundo semestre e duas barreiras integradas com diversos órgãos. Também aprovamos a inclusão da CEB, o que é fundamental, pois em diversas ocorrências precisamos desse apoio e nem sempre tínhamos esse contato estruturado”, explicou.
Entre os temas abordados na reunião estiveram a apresentação de um plano de ações integradas e a criação de um grupo de trabalho | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental
Outro destaque da reunião foi a apresentação do Plano de Operações Integradas (POI), instrumento que estabelece protocolos de atuação conjunta entre órgãos distritais e federais em casos de emergências com produtos perigosos. Além disso, foi discutida a criação de um grupo de trabalho voltado à captação de recursos, com o objetivo de viabilizar ações emergenciais e dar suporte logístico às operações da comissão.
O novo presidente da CD-P2R2, tenente-coronel Ronaldo Lima de Medeiros, comandante do Comando de Proteção Ambiental e Proteção Civil do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, ressaltou as expectativas para a gestão. “Esperamos exercer uma gestão eficiente, colocando em prática tudo aquilo que é discutido na comissão. Precisamos sair do papel e ir para a realidade, pois o risco envolvendo produtos perigosos é constante, podendo ser ameaça para a humanidade, para Brasília”, afirmou.
A realização dos encontros em diferentes órgãos integra a estratégia da comissão para fortalecer a integração institucional e ampliar o conhecimento sobre as competências de cada entidade participante. Durante a reunião, a nutricionista Analda Lima dos Santos, que atua como membro titular da CD-P2R2, representando a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), apresentou as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Inspeção de Vigilância Sanitária, promovendo a troca de experiências e o alinhamento técnico entre os membros.
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Capacitação do IgesDF reforça resposta rápida diante do crescimento de casos entre março e julho Por Agência Brasília* | Edição: Paulo Soar…
Capacitação do IgesDF reforça resposta rápida diante do crescimento de casos entre março e julho
Por Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares Com a chegada do período de maior circulação de vírus respiratórios, cresce o número de crianças atendidas com quadros que podem se agravar rapidamente. Em muitos casos, reconhecer os sinais de alerta nos primeiros minutos faz toda a diferença no desfecho clínico. Entre março e julho, doenças como bronquiolite e pneumonia voltam a impactar os serviços de saúde e seguem entre as principais causas de internação e mortalidade infantil, especialmente em menores de cinco anos. Diante desse cenário, agir com rapidez e segurança é essencial para evitar complicações. Para reforçar esse preparo, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) realizou, nesta quarta-feira (25), o treinamento Avaliação Respiratória — Pediatria. A capacitação reuniu profissionais da assistência e estudantes, com foco no aprimoramento da avaliação clínica desde o primeiro atendimento.
Entre março e julho, doenças como bronquiolite e pneumonia voltam a impactar os serviços de saúde | Foto: Divulgação/IgesDF
A atividade foi conduzida pela fisioterapeuta do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Keite Kelli da Costa, que destacou o papel da avaliação inicial na evolução dos casos. “É a partir dessa análise que conseguimos direcionar a conduta. Escolher o suporte adequado no momento certo impacta diretamente na evolução da criança”, afirma. Durante o treinamento, dados ajudaram a dimensionar a relevância do tema. A pneumonia, por exemplo, ainda responde por cerca de 14% das mortes em crianças menores de cinco anos no mundo. Já a bronquiolite permanece como uma das principais causas de internação em lactentes, pressionando principalmente os serviços de urgência e terapia intensiva. Para agilizar a identificação de quadros mais graves, ferramentas como o Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP) foram apresentadas como aliadas no atendimento. Em poucos segundos, é possível observar aparência, respiração e circulação, o que permite reconhecer sinais de alerta e priorizar o cuidado. A capacitação também reforçou que intervenções simples, quando realizadas no momento oportuno, podem evitar agravamentos. Posicionamento adequado, desobstrução das vias aéreas e início precoce da oxigenoterapia estão entre as medidas que contribuem para a estabilização dos pacientes.
A capacitação reuniu profissionais da assistência e estudantes, com foco no aprimoramento da avaliação clínica desde o primeiro atendimento
“Na pediatria, cada detalhe importa. Identificar sinais precocemente ajuda a definir o melhor cuidado e evita agravamentos”, reforça Keite. O impacto desse período já é percebido na prática. Entre março e junho, o HRSM registra aumento significativo na procura por atendimento infantil. Em 2025, o Pronto-Socorro Infantil (PSI) contabilizou 32.385 atendimentos, sendo 49% de pacientes do Distrito Federal e 51% de outras regiões, o que reforça o papel do hospital como referência no cuidado pediátrico. A iniciativa integra as ações do Núcleo de Educação Permanente (Nudep) e da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), que seguem investindo na qualificação das equipes e no fortalecimento da assistência prestada à população.
Ceilândia, 55 anos: sessão solene celebra aniversário da região administrativa
Atividade acontecerá nesta sexta (27), a partir das 19h, no Sesc Ceilândia, e terá transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital
Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília
RA mais populosa do Distrito Federal, Ceilândia foi formada a partir da transferência de 82 mil moradores de ocupações irregulares, em 1971
Nesta sexta-feira (27), a região administrativa de Ceilândia completa 55 anos. Para reconhecer e valorizar a trajetória da região administrativa, a Câmara Legislativa realizará sessão solene no dia do aniversário, com início às 19h, no Sesc Ceilândia.
O evento foi proposto pelo deputado distrital Max Maciel (PSOL). “Ao longo de mais de cinco décadas, Ceilândia consolidou-se como espaço de produção cultural vibrante, de organização comunitária e de afirmação de identidades periféricas, sendo referência em diversas manifestações artísticas, sociais e políticas”, destaca o parlamentar.
O aniversário remonta a 27 de março de 1971, quando cerca de 82 mil moradores de ocupações irregulares foram transferidos para os setores M e N ao norte de Taguatinga. A medida fez parte da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), dando origem à região administrativa que se tornaria a mais populosa do Distrito Federal. Atualmente, Ceilândia possui 287 mil moradores (Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada — PDAD-A 2024).
Segundo Max Maciel, a sessão solene não será apenas uma homenagem ao passado, mas também representará “a reafirmação do papel estratégico de Ceilândia no presente e no futuro do Distrito Federal”.
O evento é aberto ao público e também pode ser acompanhado pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 (Claro) e 9 (Vivo), e no YouTube da emissora.
Serviço Sessão solene: Comemoração aos 55 anos de Ceilândia Data: 27 de março, sexta-feira Horário: 19h Local: Teatro Sesc Newton Rossi, no Sesc Ceilândia — QNN 27, próximo à estação de metrô Ceilândia Norte
Passo a passo simples orienta como prestar socorro com segurança durante convulsões Por Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares Jéssica S…
Passo a passo simples orienta como prestar socorro com segurança durante convulsões
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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares
Jéssica Sousa** tinha 16 anos quando teve a primeira crise epiléptica. A partir daquele momento, os episódios passaram a acontecer a cada três dias e mudaram completamente sua rotina.
“Foi muito difícil no começo, já que a minha família não entendia o que estava acontecendo. Eu demorei muito a aceitar a doença e me recusei por muito tempo a tomar os remédios”, conta. Hoje, aos 36, ela faz acompanhamento para epilepsia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).
Situações como a de Jéssica mostram a importância de saber como agir durante uma crise epiléptica, uma atitude que pode evitar complicações e até salvar vidas. Nesta quinta-feira (26), é celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia, conhecido como Purple Day. A data busca ampliar o debate, combater o preconceito e orientar a população sobre como lidar com a doença.
A epilepsia é uma condição neurológica crônica caracterizada por alterações temporárias na atividade cerebral, que provocam crises devido a descargas elétricas desorganizadas. Segundo a Associação Brasileira de Epilepsia, cerca de 50 milhões de pessoas convivem com a doença no mundo.
O chefe da Neurologia do Hospital de Base, André Ferreira, explica que as crises podem se manifestar de diferentes formas. “Podem ir desde um desvio do olhar e alterações breves da consciência até convulsões com contrações intensas dos membros, gritos e perda do controle esfincteriano”, afirma.
Diante da gravidade, ele reforça que a informação faz toda a diferença. “Um episódio incapacita o paciente e o deixa extremamente vulnerável, por isso é essencial que quem está por perto saiba como agir”, destaca.
Arte: IgesDF
O que fazer durante uma crise epiléptica
Para orientar a população nesses momentos, especialistas recomendam um passo a passo simples de primeiros socorros durante a crise. O protocolo, chamado C.A.L.M.A., reúne orientações práticas que ajudam a proteger a pessoa e evitar complicações.
Entre as principais recomendações estão proteger a pessoa de quedas, colocá-la de lado para facilitar a respiração e permanecer ao seu lado até que a crise passe, mantendo a calma e evitando intervenções inadequadas.
O neurologista alerta que atitudes incorretas ainda são comuns e podem agravar o quadro. “As convulsões aumentam os riscos de morte, já que podem acontecer a qualquer momento, inclusive durante atividades simples do dia a dia. Quando a pessoa sabe como agir, consegue reduzir lesões e proteger a vida do paciente”, explica.
Jéssica conta que só passou a encarar a doença com mais seriedade após uma situação limite. “Eu fiquei muito mal, achei que ia morrer. Foi aí que percebi que precisava me cuidar e seguir o tratamento corretamente”, relata.
Além dos desafios físicos, a epilepsia ainda carrega estigmas que impactam a vida social dos pacientes. Segundo o especialista, estudos mostram que pessoas com epilepsia têm mais risco de desenvolver ansiedade e depressão, além de enfrentarem dificuldades nas relações pessoais. “É preciso que todos entendam que se trata de uma doença. A pessoa está em sofrimento e precisa de acolhimento, não de julgamento”, reforça.
*Com informações do IgesDF
**Nome fictício para preservar a identidade da paciente.
O Plenário da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quinta-feira (26), a partir das 10 horas, para votar duas propostas. Estão na pauta a Medida Provisória 1326/25, que trata de reajuste para as forças de segurança do Distrito Federal, e o Projeto de Lei 2736/19, sobre regras para transferência de veículos.
A MP 1326/25 prevê recomposição salarial para policiais civis, policiais militares e bombeiros militares do Distrito Federal. O objetivo é corrigir distorções acumuladas nos últimos anos e manter as carreiras competitivas em relação a outras forças de segurança do país.
O texto foi aprovado nesta quarta-feira (25) pela comissão mista do Congresso responsável pela análise da medida provisória. O relatório do deputado Rafael Prudente (MDB-DF) também incorporou emendas com ajustes nas carreiras e mudanças na legislação da Polícia Civil do Distrito Federal, em linha com a Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis.
Outro item da pauta, o PL 2736/19, do deputado Juninho do Pneu (União-RJ) altera o Código de Trânsito Brasileiro para exigir certidão negativa de crimes de estelionato e apropriação indébita na transferência de propriedade de veículos.
Segundo o autor, a medida busca reduzir fraudes na venda de carros. Em alguns casos, veículos obtidos por golpe — como em locações que não são devolvidas — acabam sendo revendidos sem restrição nos sistemas de registro. A proposta pretende aumentar a segurança nas transações e proteger compradores de boa-fé.
Sessão solene celebra 10 anos da Associação Canomama, referência no enfrentamento de câncer no DF
A homenagem acontecerá no plenário da Casa, por iniciativa do deputado Eduardo Pedrosa (União)
A Câmara Legislativa promove sessão solene nesta sexta-feira (27) em homenagem aos 10 anos de fundação da Associação Canomama de Esporte, Saúde e Cultura do Distrito Federal. A homenagem acontecerá no plenário da Casa, por iniciativa do deputado Eduardo Pedrosa (União), a partir das 9h30, com transmissão ao vivo da TV Câmara Distrital.
De acordo com o deputado Eduardo Pedrosa, o objetivo da solenidade é “homenagear e dar visibilidade à Associação Canomama, uma instituição que se tornou referência no apoio e acolhimento de mulheres em tratamento e pós-tratamento de câncer de mama”. No projeto, mulheres sobreviventes do câncer de mama encontram na canoagem, estilo Dragon Boat, uma forma de viver o dia a dia “com a fluidez do bem-estar físico e mental”.
Fundada em 2016, a Canomama nasceu da união de mulheres que transformaram a dor do diagnóstico em uma rede de solidariedade. “Ao longo desta década, a associação tem desempenhado um papel fundamental na sociedade, atuando em pilares essenciais: apoio psicológico e emocional, fortalecendo a autoestima de pacientes e familiares por meio do compartilhamento de experiências; conscientização, com promoção de campanhas educativas sobre a importância do diagnóstico precoce e do autocuidado; políticas públicas, com a atuação ativa na defesa dos direitos das pacientes junto aos órgãos de saúde, garantindo que o tratamento seja digno e célere”, justificou o distrital.
Para o signo de Áries, o céu indica que o encontro entre Lua e Júpiter traz uma boa convivência na área familiar. Mantenha o foco na gestão da vida íntima e evite emoções desnecessárias. Pode ser um bom momento para lidar de maneira prática com desafios cotidianos, especialmente com a interferência de Vênus.
Touro (20/04 – 20/05)
O céu indica que o signo de Touro pode ter um dia muito comunicativo na quinta-feira. Ideias podem fluir e as amizades se fortalecerem com o impulso da Lua e Júpiter. Invista em projetos coletivos, mas lembre-se de lidar com possíveis desafios sem criar dramas desnecessários.
Gêmeos (21/05 – 20/06)
Para o signo de Gêmeos, o céu indica que seu senso de oportunidade pode se destacar na administração da vida cotidiana, graças à conexão entre Lua e Júpiter na área financeira. Pode ser um bom momento para adotar uma atitude prática e produtiva no trabalho, com o apoio de Mercúrio e Marte. No entanto, é preciso equilíbrio quanto a demandas sociais, devido à tensão com Vênus na área de amizades.
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Câncer (21/06 – 22/07)
Para o signo de Câncer, o encontro entre a Lua e Júpiter indica um aumento na autoconfiança, que favorece a expressão da autenticidade. A conexão com Mercúrio e Marte indica que pode ser um bom momento para expandir horizontes pessoais, mas atenção na área do trabalho para evitar procrastinação.
Leão (23/07 – 22/08)
Para o signo de Leão, o céu sinaliza um bom momento para lidar com desafios, graças ao encontro de Lua e Júpiter. Mercúrio e Marte sugerem maior autoconfiança. No entanto, cuidado com altas expectativas devido à Vênus. Seja prático.
Virgem (23/08 – 22/09)
Para o signo de Virgem, o céu sugere uma tendência para buscar conexões autênticas, especialmente nas amizades, embaladas por conversas honestas e ações conjuntas. Há boas chances de um impacto em seus relacionamentos. Só evite se expor demasiadamente.
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Libra (23/09 – 22/10)
Para o signo de Libra, o céu indica um aumento de propósito com potencial para crescimento profissional. Há chances de avanços no trabalho graças à Lua e Júpiter. As decisões práticas e a organização, promovidas pela harmonia com Mercúrio e Marte, podem favorecer o dia a dia. Cuide do equilíbrio emocional em eventuais conflitos, já que há tensão com Vênus na área dos relacionamentos.
Escorpião (23/10 – 21/11)
O céu de hoje para o signo de Escorpião eleva a fé e incentiva a busca por experiências significativas. Seu envolvimento com causas coletivas pode se intensificar, conforme indicam os trânsitos com Mercúrio e Marte. Ao mesmo tempo, cuide das responsabilidades rotineiras, que tendem a pressionar pela quadratura com Vênus.
Sagitário (22/11 – 21/12)
Para o signo de Sagitário, o céu indica que seus instintos estão mais apurados, podendo ajudar a encarar desafios e oportunidades. Com a conjunção Lua-Júpiter na área íntima e trígonos com Mercúrio e Marte na área familiar, pode ser um bom momento para cuidar de assuntos pessoais e familiares. Tente evitar exposição excessiva.
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Capricórnio (22/12 – 19/01)
Para o signo de Capricórnio, o céu indica necessidade de trocas e crescimento em relações. Há chance de uma postura mais assertiva ser útil, especialmente com questões de comunicação. O dia pede equilíbrio emocional diante de desafios na área familiar.
Aquário (20/01 – 18/02)
O céu indica que para o signo de Aquário, há chance de uma rotina mais estruturada e eficiente nas tarefas diárias, ajudando na boa gestão dos recursos financeiros. Evite imposições e prefira negociações.
Saiba tudo sobre signos
Peixes (19/02 – 20/03)
Para o signo de Peixes, o céu desta quarta-feira indica um bom momento para se destacar como um articulador de opiniões e ações. No entanto, é importante estar atento às finanças e evitar gastos excessivos.
Entidade reúne professores da educação básica e pedagogos orientadores educacionais da rede pública do Distrito Federal e tem atuação direta na formação de estudantes e no cotidiano das comunidades escolares
Publicado em 26/03/2026 07h00
Foto: Comunicação/Gabriel Magno
Carreira de magistério público do DF alcança aproximadamente meio milhão de estudantes em 960 unidades da rede pública de ensino
Na próxima sexta-feira (27), às 19h, o plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe Sessão Solene em celebração aos 47 anos do Sindicato dos Professores e Professoras do Distrito Federal (Sinpro/DF).
A iniciativa é do deputado Gabriel Magno (PT) e destaca a trajetória da entidade na representação da carreira de magistério público do DF, que reúne professores da educação básica e pedagogos orientadores educacionais da rede pública. Presente em todo o território do Distrito Federal, a categoria tem atuação direta na formação de estudantes e no cotidiano das comunidades escolares.
Com mais de 23 mil docentes ativos e cerca de 25 mil aposentados, a carreira alcança aproximadamente meio milhão de estudantes em 960 unidades da rede pública de ensino. Ao longo de quase cinco décadas, o Sinpro/DF consolidou sua atuação na defesa da educação pública e das condições de trabalho da categoria.
A solenidade poderá ser acompanhada pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo, além do canal oficial da CLDF no YouTube.