Dia: 10 de março de 2026

  • Ana Castela joga futevôlei com o ex-sogro, Leonardo, e provoca: “Como foi perder duas vezes?”

    Ana Castela joga futevôlei com o ex-sogro, Leonardo, e provoca: “Como foi perder duas vezes?”

    A cantora seguiu para a Fazenda Talismã, propriedade da família de Zé Felipe, após o reencontro com o ex-namorado

    A cantora Ana Castela compartilhou em suas redes sociais, nesta segunda-feira (9/3), que participou de uma disputa de futevôlei contra um rival improvável: o ex-sogro, Leonardo. A Boiadeira jogou contra o pai de Zé Felipe, seu ex-namorado, na Fazenda Talismã, propriedade da família do sertanejo no interior de Goiás, e chegou a provocá-lo após vencer a partida.

    “Como é que foi perder para mim duas vezes?”, iniciou a vencedora da disputa em duplas, sendo prontamente respondida pelo famoso. A artista ainda acrescentou que a única vitória do ex-sogro contou com uma dose de boa vontade dela: “Ele só ganhou a última, mas porque a gente deixou. A gente ganhou. Primeira vez que venho aqui e ainda ganho”.

    Veja as fotos

    Reprodução

    Reprodução Instagram Odorico Reis

    Reprodução Instagram Odorico Reis

    Reprodução/Instagram @odoricoreis

    Ana Castela reencontra Maria FlorReprodução/Instagram @odoricoreis

    Reprodução/@anacastelacantora

    Ana Castela tem mais de 23 milhões de seguidores nas redes sociais.Reprodução/@anacastelacantora


    A disputa ocorreu um dia depois do reencontro entre Zé Felipe e Ana Castela, na residência de Leonardo e Poliana em Goiânia (GO). Os ex-namorados participaram de um almoço em família durante o Dia Internacional da Mulher, neste domingo (8/3). O influenciador Odorico Reis, melhor amigo de Boiadeira, registrou a chegada dela no local e brincou que teriam “armado a arapuca” para reunir o ex-casal. Em outro vídeo, a cantora foi flagrada em um momento de interação com Maria Flor, filha do sertanejo com Virginia Fonseca.

    Ana Castela e Zé Felipe viveram um romance rápido entre outubro e dezembro de 2025. O término foi anunciado poucos dias após o Natal de 2025. Mesmo depois da separação, os dois seguiram mantendo uma relação cordial e continuam próximos, especialmente por conta do carinho da cantora com a família do artista. Segundo apuração do portal LeoDias, o encontro não significa uma reconciliação.

  • Projeto de lei estabelece regras para combater o ódio contra mulheres na internet – Notícias

    Projeto de lei estabelece regras para combater o ódio contra mulheres na internet – Notícias

    09/03/2026 – 14:06  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Ana Pimentel, autora da proposta

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital.

    A proposição está em análise na Câmara dos Deputados.

    O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de “mulher” no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias.

    Punições e medidas protetivas
    Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como:

    • bloqueio imediato de contato;
    • remoção prioritária de conteúdos;
    • suspensão da monetização de contas agressoras; e
    • ocultação automática de comentários ofensivos.

    O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização.

    Deveres das plataformas
    As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei.

    Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos”, afirma.

    Educação digital
    O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil.

    Próximos passos
    O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

    Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Marcia Becker

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados