Desembargador Henrique (Claudio Gabriel) e a elegante Violeta (Regiane Alves) chegam ao apartamento da filha e acolhem a namorada com carinho, em cena emocionante
Uma das cenas mais delicadas dos próximos capítulos de “Três Graças” promete emocionar o público ao mostrar a chegada dos pais de Juquinha (Gabriela Medvedovsky) ao apartamento onde ela vive com Lorena (Alanis Guillen). Ao contrário do que muitos poderiam imaginar — especialmente depois de todo o preconceito enfrentado por Lorena por parte de seu próprio pai — o encontro será marcado por carinho, acolhimento e afeto. Regiane Alves e Claudio Gabriel vão interpretar Violeta e Henrique; Alinne Moraes e Leopoldo Pacheco foram convidados, mas não acertaram suas participações na novela.
Antes da chegada, as duas demonstram ansiedade enquanto arrumam a casa. Juquinha tenta tranquilizar a namorada e explica que seus pais são pessoas abertas e amorosas. “Eles sabem que a gente ainda tá montando a casa. Nós não vamos ser julgadas… Fora dos tribunais, o desembargador é só amor”, diz ela.
Lorena admite o nervosismo, mas Juquinha reforça que o mais importante para sua mãe é ver a filha feliz. “Uma coisa que ela valoriza muito mais que a moda é a felicidade da filha única”, afirma a policial.
Quando a campainha toca, chega “a hora da verdade”. Ao abrir a porta, Juquinha é recebida com um abraço caloroso dos pais, Henrique e Violeta. “Meu amor, que saudade!”, diz o desembargador, emocionado. Violeta logo se apresenta a Lorena com simpatia: “Você deve ser a Lorena. Muito prazer, Violeta”.
O clima afetuoso fica ainda mais evidente quando Henrique dispensa qualquer formalidade. Ao ser chamado de “doutor”, ele puxa a nora para um abraço e brinca: “Nada de doutor! A toga ficou em casa”.
Já Violeta não economiza elogios ao conhecer a namorada da filha: “Eduarda disse que você era linda, mas você é muito mais que isso. É uma deusa, deslumbrante!”.
Durante o jantar, o casal também deixa claro que está ao lado de Lorena depois de tudo que ela enfrentou por causa da homofobia do pai, Santiago Ferette (Murilo Benício). “Nós soubemos o que o mister homofobia fez com você. E também a forma como ele tratou nossa filha. Tudo tão deselegante”, comenta Violeta.
Henrique reforça o posicionamento da família: “E, se a gente já não simpatizava com Ferette antes, agora então…”. A acolhida emociona Lorena, que reconhece de onde veio a sensibilidade da namorada.
“Com a Juquinha o tempo todo do meu lado, de mão dada comigo, tive mais coragem para suportar. E agora, conhecendo vocês dois, vejo de onde veio tanto amor e empatia. Vocês criaram uma filha incrível”, afirma. O desembargador encerra o encontro com uma declaração que deixa o clima ainda mais comovente: “E agora, você vai ser como uma filha pra nós também”.
A sequência mostra que, em meio a tantas tensões na trama, o relacionamento de Juquinha e Lorena também será marcado por uma rede de apoio rara nas novelas; algo que deve conquistar ainda mais o público.
















