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Brasília Vôlei perde confronto direto para o Tijuca e se aproxima da degola

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Na noite da última terça-feira (13/1), Brasília Vôlei e Tijuca se enfrentaram em confronto direto na parte baixa da tabela da Superliga Feminina 25/26. O embate, realizado no Sesi Taguatinga, foi válido pela segunda rodada do returno da liga. Dentro de quadra, as visitantes brilharam diante da torcida rival. Em noite inspirada da ponteira Paula Mohr, eleita melhor jogadora da partida com 22 pontos anotados, o time do Rio de Janeiro venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25-15, 25-18, 23-25 e 27-25.

Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Com a derrota no famigerado “jogo de seis pontos”, o Brasília Vôlei se reaproxima da zona de rebaixamento da Superliga. A equipe demonstrou grande evolução na reta final do primeiro turno da competição, com três vitórias em quatro partidas disputadas no mês de dezembro. Neste recorte, o clube brasiliense bateu Sorocaba, Mackenzie e Barueri em sequência. Com os triunfos, o time da capital federal parecia ter virado a página e se colocado de vez na briga pelo G-8.

Todavia, os bons resultados não seguiram após a virada do ano. No novo calendário, a equipe do Distrito Federal perdeu as duas partidas disputadas. Na liga, já são três reveses em sequência, com apenas um set vencido em dez disputados. Agora, a distância para a zona de rebaixamento é de apenas dois pontos. Ou seja, as brasilienses podem voltar à degola já na próxima rodada.

O jogo

Logo no início do confronto, o Brasília abriu vantagem no marcador. Comandado pela ponteira Karen, o time da casa abriu quatro pontos de diferença no placar. Entretanto, o jogo rapidamente mudou de mãos. O Tijuca passou a comandar o ritmo do duelo e, com o avanço do set, abriu ampla vantagem no Sesi Taguatinga. Com ênfase no coletivo, as cariocas não tomaram conhecimento da equipe mandante e atropelaram na primeira parcial: 25-15 e 1 a 0 na contagem dos sets.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Insatisfeito com a apresentação da equipe, o treinador Spencer Lee promoveu mudanças na formação que voltou para a segunda parcial. De certa forma, as alterações surtiram efeito. Apesar de o Tijuca ainda liderar o placar, o Brasília pressionou as cariocas e não permitiu que a equipe visitante abrisse vantagem no set. Todavia, na reta final da parcial, o clube local arrefeceu e cedeu às cariocas a possibilidade de fechar o set. Dessa maneira, a equipe do Rio de Janeiro fechou em 25-18 e avançou para 2 a 0 na partida.

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Entretanto, o Brasília apresentou postura completamente diferente no terceiro set. A equipe mandante entrou mais concentrada e, pela primeira vez desde o início do confronto, largou na frente do marcador. O clube local se aproveitou dos erros de saque e da dificuldade na recepção do Tijuca e chegou a abrir oito pontos de vantagem, para a euforia da torcida, que inflamou o Sesi Taguatinga. Apesar de nova queda de desempenho na reta final, quando a equipe desperdiçou quatro set points em sequência, o Brasília fechou a parcial após erro de saque de Paula: 25-23 e 2 a 1 no placar.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

No quarto período, a melhor versão das duas equipes apareceu. Motivadas para definir o confronto, as visitantes pularam à frente do placar, mas não conseguiram abrir vantagem. Durante toda a parcial, nenhuma das equipes abriu mais de dois pontos de diferença. Essa tônica se manteve até o fim do set. Com o ginásio inflamado, o marcador foi prorrogado além dos 25 pontos. Com novo brilho de Paula Mohr, o Tijuca fechou o duelo em 27-25 e 3 sets a 1, assegurando apenas a segunda vitória da equipe carioca na Superliga.

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