A redação do A POLÍTICA E O PODER acompanhou, nesta quarta-feira (27), a apresentação oficial da Operação Verde Vivo 2026, promovida pelo Co…

A redação do A POLÍTICA E O PODER acompanhou, nesta quarta-feira (27), a apresentação oficial da Operação Verde Vivo 2026, promovida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, que reforça o combate aos incêndios florestais no Distrito Federal durante o período de estiagem.
Durante a entrevista concedida aos jornalistas da Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP), o CBMDF apresentou os novos investimentos em tecnologia e inteligência ambiental para tentar diminuir os impactos que o fenômeno climático El Niño pode provocar nos próximos meses, especialmente com o aumento das temperaturas e a redução da umidade do ar.
A reportagem do A POLÍTICA E O PODER destacou os detalhes da estrutura tecnológica utilizada pela corporação, que agora aposta em satélites, drones e câmeras inteligentes para identificar focos de incêndio ainda em estágio inicial, muitas vezes antes mesmo de qualquer chamado ser feito ao telefone de emergência 193.
Segundo os bombeiros, o novo sistema de monitoramento funciona com imagens de satélite atualizadas constantemente, além de câmeras posicionadas em áreas estratégicas do Distrito Federal.
| Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line |
O Centro de Inteligência Ambiental acompanha as informações em tempo real e consegue abrir automaticamente ocorrências para deslocar equipes ao local mais rapidamente.
Outro ponto enfatizado pela equipe do A POLÍTICA E O PODER foi o uso de drones no apoio operacional. Os equipamentos ajudam a monitorar a propagação das chamas, mapear áreas atingidas e fornecer imagens aéreas que auxiliam na tomada de decisões das equipes de combate.
As câmeras inteligentes também representam um avanço importante na prevenção.
Os equipamentos conseguem detectar sinais de fumaça e calor em regiões de preservação ambiental, áreas rurais e locais de difícil acesso, ampliando a capacidade de resposta do CBMDF durante a seca.
De acordo com a corporação, o modelo atual substitui gradualmente métodos antigos de vigilância, quando militares precisavam permanecer em torres de observação, como no Parque Nacional de Brasília e na Torre de TV, para identificar incêndios visualmente.
Além do reforço tecnológico, a Operação Verde Vivo 2026 também prevê aumento do efetivo, utilização de viaturas especializadas, ações educativas e queimadas prescritas para reduzir o risco de grandes incêndios no cerrado.
Durante a cobertura, a redação do A POLÍTICA E O PODER ressaltou a importância das ações preventivas e do investimento em tecnologia para proteger a população, preservar o meio ambiente e minimizar os impactos ambientais causados pelo fogo no Distrito Federal.
Da redação

















