O ex-deputado federal e ex-ministro do governo de Michel Temer (MDB) Ronaldo Fonseca reuniu, na noite de quarta-feira (22), líderes do campo evangélico, profissionais liberais e empresários, para colocar seu nome à disposição do PSD para as eleições deste ano. Durante o encontro, que contou com a presença do pré-candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) e ex-governador José Roberto Arruda, o pastor teve o nome cogitado para a vaga de candidato a vice.
O encontro foi realizado pelo próprio Ronaldo Fonseca e reuniu cerca de 250 pessoas em um restaurante no Núcleo Bandeirante. Após sua fala, o ex-governador Arruda foi convidado a subir ao palco, onde sugeriu o nome do pastor como parte em sua chapa.
“Eu preciso de você, vamos embora. Eu acho ótimo você ter essa disposição de entrar em campo. Eu acho ótimo você estar determinado de entrar em campo. Temos que conversar com o Paulo Octávio (presidente regional do PSD-DF), temos que conversar com o [Gilberto] Kassab (presidente nacional do PSD) e temos que ver, dentro deste jogo, como você se sente mais confortável e pode contribuir. Eu quero abrir o leque. Por que não pode ser o candidato a vice, por exemplo? O candidato a vice”, apontou Arruda.
Segundo uma fonte próxima a Fonseca, o ex-deputado pretende se colocar na disputa por uma vaga majoritária, que pode ser ao Senado ou a própria vice. Ainda de acordo com aliados do ex-ministro, há um movimento entre as igrejas para que Ronaldo Fonseca, dispute votos com Bia Kicis (PL), caso sua candidatura ao Senado.
Apoio
De acordo com um participante, a Assembleia de Deus no Distrito Federal tem cerca de 65 igrejas. Entretanto, o encontro com lideranças contou com pastores e líderes religiosos de outras denominações, além de pessoas do setor produtivo.
A decisão sobre qual cargo Ronaldo Fonseca disputará ainda dependerá de conversas com as lideranças do partido, que devem ocorrer antes da convenção da sigla.
O Avante, comandado pelo ex-senador Gim Argello, também tem interesse nas vagas de candidato a vice-governador e ao próprio Senado Federal.
Com informações do Jornal de Brasília

















