Dia: 30 de outubro de 2026

  • 716 Norte recebe reforma de áreas públicas e ganha cerca de 40 novos pontos de iluminação

    716 Norte recebe reforma de áreas públicas e ganha cerca de 40 novos pontos de iluminação

    A 716 Norte passa por uma série de intervenções para recuperar áreas de convivência e melhorar a circulação entre os blocos. As obras são realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), com participação da CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) e de outros órgãos, e incluem reformas na infraestrutura urbana e ampliação da iluminação pública.

    O projeto completo prevê investimento aproximado de R$ 200 mil e a instalação de cerca de 40 novos pontos luminosos. A CEB IPes atua na manutenção, recuperação e expansão da rede de iluminação, com o objetivo de ampliar a visibilidade e melhorar as condições de circulação no período noturno.

    As intervenções alcançam principalmente as passagens entre os blocos e espaços utilizados para convivência na região. Além do reforço na iluminação, o trabalho busca recuperar áreas públicas que precisavam de manutenção e criar melhores condições para o uso cotidiano por moradores, trabalhadores e pedestres.

    Segundo a proposta do governo, a melhoria da infraestrutura pretende também estimular uma ocupação maior desses espaços pela própria comunidade. Com áreas mais iluminadas e recuperadas, a expectativa é proporcionar mais conforto e tranquilidade para quem circula pela 716 Norte, especialmente durante a noite.

    A iniciativa reúne diferentes frentes de manutenção urbana em um mesmo ponto da Asa Norte. Além das melhorias físicas, o projeto aposta na recuperação dos espaços públicos como forma de fortalecer a convivência comunitária e ampliar a utilização das áreas entre os blocos.

    Da Redação A Politica Em Foco com Informações do Jornal de Brasília

  • GDF pede a liberação de 90 ônibus da Marechal

    GDF pede a liberação de 90 ônibus da Marechal

    O Governo do Distrito Federal entrou com uma ação na Justiça nesta quinta-feira (29) para liberar 90 ônibus da Auto Viação Marechal. A retirada dos veículos, determinada por uma decisão judicial do Paraná, ocorreu na quarta-feira (28) por causa de uma disputa financeira da empresa com a financiadora Volvo Financial Services.

    Esses coletivos correspondem a cerca de 17% da frota da concessionária e operam na Bacia 44, que atende as regiões de Guará, Ceilândia, P-Sul e Taguatinga. Para reduzir os impactos, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) mobilizou 33 ônibus da frota reserva e outros 20 de três concessionárias diferentes, totalizando 53 veículos de reforço.

    De acordo com a Semob, o monitoramento nos terminais não detectou acúmulo de passageiros na quarta nem na quinta-feira. O governo também emitiu uma autuação fiscal contra a empresa após a apreensão.

    A ação judicial foi movida pela Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF), que pede a suspensão urgente da decisão para preservar o transporte público. O pedido argumenta que o serviço é essencial e requer a devolução imediata dos ônibus à Marechal para uso exclusivo no sistema do DF.

    Paralelamente, a Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) cobra explicações da secretaria. Presidida pelo deputado Max Maciel, a comissão enviou dois ofícios na quarta-feira (28) estabelecendo dez dias úteis para que o governo forneça informações detalhadas sobre a situação.

    Entre os questionamentos, estão os impactos quantitativos da retirada dos veículos, as linhas afetadas, a suficiência do reforço da frota e se a Semob tinha conhecimento prévio das dificuldades financeiras da Marechal.

    A comissão acompanha problemas na concessionária desde agosto de 2023, especialmente relacionados à renovação de frota. Os parlamentares citam sucessivas prorrogações de prazos, atrasos na prestação de informações e reclamações recorrentes de usuários.

    Um dos ofícios também questiona a Semob sobre a possibilidade de o poder público intervir na concessionária. A lei federal permite a intervenção para assegurar a continuidade e a qualidade do serviço público, assim como a caducidade do contrato em casos de perda de condições operacionais.

    Os documentos solicitam ainda que a secretaria informe se descarta essa medida e quais providências alternativas serão adotadas. A comissão também cobra esclarecimentos sobre a regularidade das obrigações tributárias, previdenciárias e trabalhistas da Marechal, incluindo os depósitos do FGTS de seus funcionários.

    Da Redação A Politica Em Foco com Informações do Jornal de Brasília