Dia: 15 de outubro de 2026

  • Grass defende sabatinas e debates como estratégia para conquistar votos

    Grass defende sabatinas e debates como estratégia para conquistar votos

    A escolha de quem vai governar o Distrito Federal passa também pelas perguntas que os candidatos precisam responder. Para Leandro Grass (PT), entrevistas e debates são oportunidades para que o eleitor conheça as propostas, entenda o que cada concorrente pensa e avalie se as promessas de campanha podem sair do papel.

    “Nesse momento, o eleitor quer ver a diferença entre um candidato e outro, saber o que cada um pensa, qual é a sua história de vida, se tem condições de cumprir o que está prometendo ou não. Eu fui e continuarei indo a todos os debates e todas as entrevistas”.

    Na reta final do segundo turno, Leandro Grass tenta reduzir a distância para Celina Leão na disputa pelo Palácio do Buriti. Nessa caminhada, o candidato defende sabatinas e debates como oportunidades para apresentar suas propostas e convencer eleitores indecisos. Para ir além das promessas, Leandro defende que essas conversas permitem aprofundar questões sobre custos, prazos e prioridades de um eventual governo.

    Nesta quinta-feira (15), às 10h30, Grass será sabatinado pelo Jornal de Brasília. A entrevista terá espaço para perguntas sobre os principais desafios do DF e para que o candidato explique como pretende tirar do papel as medidas que defende na campanha.

    A proposta é colocar as respostas diante do eleitor, que poderá acompanhar o que Grass pretende fazer, mas também como ele justifica suas escolhas e de que forma planeja executá-las. 

    “O debate é a chance de cada um falar não só dos problemas, mas também das soluções, e o eleitor escolhe o que melhor representa ele”.

    Da Redação A Politica Em Foco com Informações do Jornal de Brasília

  • Ciúme teria motivado assassinato de casal em Ceilândia

    Ciúme teria motivado assassinato de casal em Ceilândia

    O ciúme é uma das principais hipóteses investigadas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para esclarecer o assassinato de Larissa Rodrigues de Paula, de 23 anos, e do cantor Arlandson de Sousa Alves, conhecido como Alan Tons, de 26. As vítimas foram mortas a tiros na madrugada de domingo (11/10), dentro da residência onde moravam, na QNM 22, em Ceilândia.

    De acordo com o delegado Ataliba Neto, da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia), os investigadores apuram se Tancredo Pereira da Silva, de 41 anos, e João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, de 22, teriam articulado o crime por acreditarem que o músico demonstrava interesse em suas respectivas companheiras. Os dois suspeitos negam participação no duplo homicídio.

    Ouvida pela polícia nesta quarta-feira (14/10), a companheira de Tancredo negou que Alan tivesse demonstrado interesse por ela. Segundo o delegado, a mulher relatou que o marido costumava desconfiar do cantor quando consumia bebidas alcoólicas. “Nos disse que ele (Alan) nunca deu em cima dela, mas toda vez que o marido bebia achava que o Alan a olhava muito”, afirmou Ataliba Neto.

    A investigação busca esclarecer a participação de cada suspeito no planejamento e na execução do crime. Durante o interrogatório realizado nesta quarta-feira, Tancredo negou envolvimento no assassinato. João Victor, preso no domingo, também afirma não ter participado do homicídio.

    Os investigadores apuram ainda por que Larissa foi morta. Uma das suspeitas é que a jovem tenha sido assassinada para evitar que pudesse identificar os responsáveis pelo ataque, hipótese tratada pela polícia como possível queima de arquivo.

    Histórico de ameaças

    Conforme as apurações, João Victor teria acumulado ressentimento contra Alan porque o cantor interveio em episódios anteriores de violência doméstica envolvendo o suspeito e a companheira dele. O investigado foi preso em flagrante duas vezes em 2026, em março e setembro, por agressões contra a parceira e descumprimento de medidas protetivas.

    Em setembro, João Victor teria invadido a residência de Alan armado e ameaçado o músico de morte. Após o episódio, o cantor deixou temporariamente o imóvel por medo de novos ataques. Ele retornou somente depois de acreditar que o suspeito não morava mais na quadra.

    Segundo a investigação, João Victor, no entanto, ainda tinha as chaves da residência. O acesso teria sido utilizado para surpreender o casal no dia do crime. O suspeito foi preso no próprio domingo (11/10). A PCDF continua reunindo informações para reconstruir a dinâmica do duplo homicídio e esclarecer a motivação de cada investigado.

    Da Redação A Politica Em Foco com Informações do Jornal de Brasília