O Conselho Superior do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (CSMPDFT) formalizou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, a posse do procurador de Justiça Nísio Tostes como conselheiro do colegiado e vice-procurador-geral de Justiça Jurídico-Administrativo.
A cerimônia ocorre em um momento de reorganização da Administração Superior, após a posse da procuradora de Justiça Selma Sauerbronn como desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O presidente do CSMPDFT e procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Georges Seigneur, destacou a trajetória profissional do novo conselheiro e sua disposição para contribuir com o fortalecimento do MPDFT.
Em sua manifestação, Nísio Tostes agradeceu a confiança depositada e ressaltou a responsabilidade de suceder Selma Sauerbronn, que esteve à frente da vice-procuradoria-geral de Justiça Jurídico-Administrativa nos últimos 11 anos. Ele também mencionou a experiência acumulada à frente da Chefia de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), da área da segurança institucional e da Coordenadoria Regional Administrativa de Brasília II, Guará, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo.
Nísio Tostes ingressou no MPDFT em 1994 e, em janeiro de 1995, assumiu a 1ª Promotoria de Justiça Militar, onde permaneceu até 2024. Ao longo da carreira, exerceu funções de gestão, coordenou a implantação da segurança institucional no MPDFT entre 2005 e 2010, atuou como coordenador regional administrativo entre 2015 e 2022, voltou à área de segurança institucional em 2019 e assumiu a Chefia de Gabinete da PGJ em dezembro de 2022. Em 2024, foi promovido ao cargo de procurador de Justiça.
No âmbito nacional, participou de comissões e grupos de trabalho do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde 2024, coordena a Secretaria Executiva de Segurança Institucional (SESI) e o Comitê de Políticas de Segurança Institucional (CPSI) do CNMP.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, ator avaliou a trajetória do camisa 10 do Santos, citou o impacto da exposição da vida pessoal e destacou o talento do jogador
Tony Ramos comentou a trajetória de Neymar durante uma entrevista à Rádio Bandeirantes e falou sobre os desafios enfrentados pelo jogador nos últimos anos. Torcedor declarado do São Paulo, o ator analisou a relação entre a exposição da vida pessoal do atleta, a cobrança externa e o desempenho dentro de campo.
Ao falar sobre o momento vivido pelo camisa 10 do Santos, Tony ponderou que a repercussão constante de assuntos particulares pode ter influência sobre a carreira de um jogador, embora tenha ressaltado que não é possível saber exatamente como Neymar lida com essa pressão.
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Tony Ramos em “Se Eu Fosse Você 3”Crédito: Eny Miranda
Neymar Jr.Crédito: Reprodução Instagram @neymarjr
Neymar durante o discursoReprodução/Santos TV
“Está aí sempre na batalha. Acho que a vida pessoal dele pode ter interferido de alguma forma e interfere a partir de noticiários. Não sei como é a cabeça dele para suportar tudo isso”, analisou o ator, que está no ar na novela “Quem Ama Cuida”, da Globo.
Apesar de mencionar as dificuldades enfrentadas pelo atacante, Tony também fez questão de destacar o desempenho de Neymar ao longo da carreira. O ator citou as passagens do jogador por grandes clubes europeus e reconheceu o impacto que ele teve no futebol.
“Craque absoluto. Evidente que ele teve uma trajetória de muitas contusões, mas é evidente também que ele deu muitas alegrias a Paris Saint-Germain, Barcelona, enfim, por onde andou. Está aí sempre na batalha”, afirmou.
Ator pede menos cobrança
Ao abordar a exposição de Neymar fora dos gramados, Tony defendeu que o jogador tenha espaço para conduzir a própria vida sem que isso seja constantemente associado ao desempenho profissional. Para ele, somente o próprio atleta e o tempo podem determinar o quanto as questões extracampo interferiram em sua trajetória.
“Então a vida pessoal dele, midiática né, pode ter feito com que plateias dissessem que possa interferir na carreira. Mas isso só o tempo e ele podem responder. Deixa ele curtir a vida dele, ele está aí, jogou muitíssimo bem na Copa Sul-Americana, então deixa Neymar, deixa ele curtir. É possível sim, pela saúde dele, podemos ter um novo Neymar, sem as lesões, vai aí, curtir a vida”, completou.
Da redação do Portal apolitica e o poder Seção: Meio Ambiente & Serviço Público Local: Brasília, Distrito Federal Com o período d…
Da redação do Portal apolitica e o poder
Seção: Meio Ambiente & Serviço Público
Local: Brasília, Distrito Federal
Com o período de estiagem no Distrito Federal, o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF) reforça a importância da conscientização comunitária e da denúncia ágil por parte da população. O engajamento preventivo é fundamental para conter focos de incêndio no Cerrado e proteger as Unidades de Conservação (UCs).
🛑 Telefones Úteis e Canais de Emergência
Para acionar os órgãos competentes de forma rápida e direcionada, utilize os seguintes canais oficiais:
Órgão Responsável
Finalidade Principal
Contato / Canal
Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF)
Focos gerais de incêndio e emergências imediatas
193
Brasília Ambiental (IBRAM)
Incêndios no interior de Unidades de Conservação (UCs)
(61) 99224-7202
Polícia Militar Ambiental (BPMA)
Denúncias de crimes ambientais e focos suspeitos
(61) 99351-5736(WhatsApp)
📌 Guia Rápido do PPCIF
Integrantes do Sistema
O PPCIF integra órgãos de segurança e meio ambiente do DF, como CBMDF, PMDF (BPMA), Brasília Ambiental (IBRAM), SEPROR, Defesa Civil e órgãos federais parceiros como ICMBio e Ibama.
Educação Ambiental e Blitzes
Durante os meses mais secos, equipes do PPCIF realizam blitzes educativas e ações comunitárias nas regiões administrativas para orientar sobre os riscos das queimadas urbanas e rurais.
Sanções Legais
A prática de queimada não autorizada configura crime ambiental sob a legislação vigente (Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/1998 e regulamentações do DF), sujeitando os infratores a multas e penas de reclusão.
⚖️ Nota Editorial e de Conformidade Institucional
Esta matéria tem caráter estritamente informativo e de utilidade pública municipal/distrital, focada na preservação ambiental e na divulgação de serviços essenciais de emergência à população do Distrito Federal.
Candidato do PSD ao Governo do Distrito Federal, José Roberto Arruda realizou uma carreata na tarde desta segunda-feira (17) em Samambaia. Conhecida como reduto do ex-governador Joaquim Roriz, a região administrativa é um dos principais alvos do pessedista, que historicamente atrela sua imagem ao antigo gestor, a quem sucedeu no Palácio do Buriti . “Samambaia faz parte da minha vida. Eu era secretário de Obras do Roriz quando abrimos as primeiras ruas, quando construímos essa cidade”, pontuou. A agenda começou por volta das 16h30, no comércio da quadra 302 e durou duas horas, com fim na 401.
Um dos pontos mais abordados por Arruda foi a mobilidade urbana. Sempre presente no discurso do pessedista, a construção de novas linhas de transporte sobre trilhos e o desafogamento do trânsito nas periferias também voltou à baila. “Mobilidade precisa de planejamento. Eu quero construir quatro novas linhas de metrô, quero fazer o interbairros, quero fazer o anel rodoviário. Tudo isso é possível desde que você não jogue dinheiro fora nos Banco Master da vida”, indicou.
Como de costume, não poupou críticas às gestões de Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP) neste segundo dia de campanha oficial, pelo calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Eu acompanhei o crescimento de Samambaia. A cidade precisa de escolas integrais, precisa de segurança nas ruas e regularização dos lotes, principalmente da expansão”, prometeu. “O GDF hoje não é mais um governo, é uma máquina de propaganda”, disparou.
Ao JBr., comentou que pretende ampliar esforços na área do Esporte e Lazer, um dos principais pontos do seu plano de governo. “Eu construí 12 vilas olímpicas. Faz 16 anos que saí do governo e não fizeram mais nenhuma. Eu quero construir mais 12 para atender mais de cem mil jovens, com projetos de alta performance”, comentou, lembrando que foi o responsável pela reforma do estádio Bezerrão, no Gama.
Questionado sobre a ação movida que pede a impugnação de sua candidatura, divulgada em primeira mão pelo Jornal de Brasília, o ex-governador manteve o discurso. “Faz parte do jogo. É uma ação movida por um pau mandado da Celina. Será que isso é medo de voto?”, indagou. “Democracia é a vontade do povo, deixa que o povo escolha. As pessoas que estão satisfeitas com o atual governo, é isso aí, vota no atual governo”, completou. Ele também minimizou a mais recente pesquisa de opinião, do Instituto Igape, em que aparece dez pontos percentuais atrás de Leão, com 23,4% das intenções de voto.
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (18), 1.953 vagas a candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego.
O maior salário entre as vagas ofertadas é para o cargo de calceteiro, com dez vagas na Asa Sul e remuneração de R$ 3,4 mil, além dos benefícios. Outro destaque é a função de operador de empilhadeira, que concentra 180 oportunidades e oferece salário de R$ 2,4 mil, além dos benefícios.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Também é possível utilizar o Canal do Empregador.
Audiência pública discute soluções para equilibrar relação entre planos de saúde e profissionais da rede privada
Especialistas abordaram diretrizes para a elaboração de projeto voltado a regulamentar contratos entre planos de saúde e médicos, clínicas e hospitais
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou, nesta segunda-feira (17), audiência pública para debater os desafios da saúde suplementar no DF e propor diretrizes para a elaboração de um projeto de lei voltado a regulamentar os contratos entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços, como médicos, clínicas e hospitais. O debate foi proposto e presidido pelo deputado Thiago Manzoni (PL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Durante a reunião, profissionais da saúde e especialistas apontaram um grave desequilíbrio na relação contratual e a falta de amparo jurídico específico para proteger quem atua na ponta do atendimento.
A presidente do PL Saúde e advogada especialista em direito médico, Cristiane Gomes da Costa, explicou que a saúde suplementar, criada para dar suporte ao sistema público, é regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apenas em suas resoluções gerais, sem que a autarquia intervenha diretamente nas relações jurídicas civis entre as operadoras e as clínicas. Segundo ela, por conta dessa omissão os contratos de prestação de serviços acabam regidos de forma genérica pelo Código Civil. A falta de uma legislação específica gera insegurança jurídica para os profissionais e descredenciamentos abruptos que prejudicam o tratamento de pacientes, muitos dos quais acabam migrando de volta para uma rede pública de saúde já sobrecarregada.
Outro entrave debatido ao longo da tarde foi a assimetria financeira enfrentada pelos médicos e estabelecimentos privados. Cristiane Gomes da Costa ressaltou que enquanto as operadoras reajustam as mensalidades dos usuários em índices de 10% a 12% ao ano, os repasses de reajuste aos profissionais de saúde costumam ficar travados em apenas 2%. Além disso, segundo ela, enquanto uma consulta médica particular no Distrito Federal varia de R$ 300 a R$ 700, os planos de saúde chegam a repassar valores irrisórios, entre R$ 60 e R$ 90, por atendimento. Para Cristiane, esse cenário de baixa remuneração tem feito com que médicos limitem a quantidade de consultas por convênio ou suspendam totalmente o atendimento de certas operadoras.
Lourenço Cardoso/Agência CLDF
O médico cardiologista e gestor do Instituto de Longevidade e Saúde, Ricardo Alvarenga, destacou que a operação das clínicas privadas no DF lida com uma rotina predatória imposta pelas seguradoras. Segundo ele, os repasses financeiros das operadoras aos prestadores de serviços costumam demorar entre 90 e 120 dias, comprometendo o fluxo de caixa das empresas que precisam honrar custos imediatos de funcionamento. A situação seria agravada pelas chamadas “glosas”, que consistem na recusa de pagamento por procedimentos já inteiramente executados. Essas negativas de pagamento ocorrem de forma unilateral e, muitas vezes, as clínicas só tomam conhecimento da glosa quatro meses após a realização do atendimento ao paciente. Para Alvarenga, esse desequilíbrio estrutural tem provocado sérias crises financeiras, a exemplo do Hospital Santa Marta, que entrou em processo de recuperação judicial.
Em busca de uma solução para a crise no setor, o deputado Thiago Manzoni reuniu propostas apresentadas na audiência que servirão de diretrizes para a elaboração de projeto de lei buscando restabelecer a igualdade de forças entre as partes. Entre as medidas defendidas está o estabelecimento de um prazo máximo de 30 dias para que as operadoras efetuem o pagamento dos serviços prestados pelos profissionais. O futuro projeto de lei também pretende regulamentar as glosas, exigindo uma justificativa técnica por parte dos planos e garantindo às clínicas o direito de contestação prévia antes de qualquer retenção financeira. Para mitigar os atrasos, os recebíveis deverão passar a contar com incidência de juros, multa e correção monetária. Haverá ainda a previsão de sanções severas para a inadimplência reiterada das operadoras, trazendo reciprocidade às regras de mercado, sob o argumento de que os usuários perdem o direito ao plano caso fiquem sem pagar por 60 dias.
As propostas reunidas na audiência buscam garantir a autonomia dos honorários médicos, blindando a negociação direta de valores e impedindo a atuação abusiva de intermediários em contratos de adesão que atualmente são considerados desfavoráveis para os prestadores. A íntegra da audiência pública pode ser acessada por meio do canal da TV Câmara Distrital no YouTube.
O brasiliense Filipe de Freitas, de 41 anos, perdeu os movimentos das pernas após ser atingido por uma onda enquanto tomava banho de mar em Recife (PE). Morador de Águas Claras, ele sofreu um forte impacto na região cervical e precisou ser hospitalizado. O acidente ocorreu em 10 de agosto, durante uma viagem com a família.
Segundo relato da irmã, Paula Torres, Filipe estava no mar quando foi surpreendido pela onda e ficou sem conseguir se levantar ou manter a cabeça fora da água. Um sobrinho percebeu que ele não reagia e o segurou enquanto a família buscava ajuda. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou o brasiliense para um hospital público da capital pernambucana.
Após a realização de exames, Filipe foi diagnosticado com traumatismo raquimedular cervical, com comprometimento dos movimentos dos braços e das pernas. Ele passou por cirurgia na sexta-feira (14) e continua internado. De acordo com a família, está consciente e consegue se comunicar. Atualmente, movimenta o braço esquerdo, apresenta dificuldade para mexer o direito e segue sem movimentos nas pernas.
A viagem a Pernambuco ocorreu em um momento delicado para a família. O avô de Filipe havia morrido pouco mais de 20 dias antes do acidente. Os parentes decidiram viajar para Recife para permanecer próximos à avó e tentar proporcionar momentos de acolhimento após a perda.
O cantor levou a turnê à Arena Castelão, na capital do Ceará, no último sábado (15/8)
Luan Santana apresentou a turnê “Registro Histórico” na Arena Castelão, em Fortaleza (CE), na noite do último sábado (15/8). O show reuniu grandes sucessos da trajetória do artista, com direito a uma superprodução para celebrar 19 anos de carreira. A apresentação reuniu mais de 30 mil pessoas no estádio da capital cearense em mais um capítulo da trajetória de sucesso do cantor.
O repertório reuniu sucessos de diferentes fases da carreira, com músicas como “Te Vivo”, “Meteoro”, “Amar Não É Pecado”, “Meu Destino”, “Ilha”, “Chuva de Arroz” e “Água Com Açúcar”. A estrutura foi outro espetáculo à parte, com direito a uma grande passarela para Luan andar no meio do público e um palco gigantesco para as mais de duas horas de show.
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Luan Santana apresentou sucessos como “Meteoro”, “Amar Não É Pecado”, “Meu Destino”, “Ilha” e “Chuva de Arroz”Crédito: Tropical Rec – Breno Abrahão
Luan Santana apresentou sucessos como “Meteoro”, “Amar Não É Pecado”, “Meu Destino”, “Ilha” e “Chuva de Arroz”Crédito: Tropical Rec – Breno Abrahão
Luan SantanaCrédito: @porangaba
Luan SantanaCrédito: @porangaba
Com cenário grandioso, iluminação, fogos e recursos visuais, “Registro Histórico” revisita a trajetória de Luan Santana em uma apresentação que combina memória, tecnologia e sucessos que se tornaram parte da música brasileira contemporânea. O público, claro, fez jus à idolatria e acompanhou cada faixa em coro.
A próxima parada da turnê será em Salvador (BA), no dia 22 de agosto, na Arena Fonte Nova. Até meados de 2027, Luan ainda apresentará o espetáculo em São José do Rio Preto (SP), Ribeirão Preto (SP), Goiânia (GO), Brasília (DF), Cariacica (ES), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Lisboa (Portugal). A agenda completa do cantor pode ser consultada no site oficial dele: luansantana.com.br.
Sessão solene prestará homenagem ao Dia do Produtor Rural
Cerimônia acontecerá nesta terça-feira (18) às 9h30, no Plenário da Casa e será transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital e YouTube
Publicado em 17/08/2026 14h00
Foto: Felipe Ando/Agência CLDF
DF possui zona rural expressiva que abriga centenas de pequenos e médios produtores rurais que atuam na produção de hortifrutigranjeiros e outros alimentos
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) fará, nesta terça-feira (18), a partir das 9h30, sessão solene em homenagem ao Dia do Produtor Rural. A iniciativa é do deputado Jorge Vianna (Democrata) e ocorrerá no Plenário da Casa, reunindo produtores rurais e agricultores do Distrito Federal.
O DF possui uma zona rural expressiva que abriga centenas de pequenos e médios produtores rurais que atuam na produção de hortifrutigranjeiros, produtos orgânicos, leite, ovos e outros alimentos. A homenagem visa reconhecer o esforço diário de homens e mulheres que enfrentam os desafios do clima, da logística e do mercado para garantir que a população tenha acesso a alimentos de qualidade.
Também tem o intuito de reafirmar o compromisso da CLDF com o desenvolvimento rural sustentável, o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor agropecuário e com a valorização da identidade cultural do campo no DF.
Serviço Sessão solene em homenagem ao Dia do Produtor Rural Data: 18 de agosto de 2026 (terça-feira) Horário: 9h30 Local: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)
Em entrevista à CNN Brasil, nesta segunda-feira (17/8), a governadora e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), fez um balanço dos primeiros meses à frente do Governo do Distrito Federal e apresentou propostas para um eventual segundo mandato. Primeira entrevistada da série do canal com os candidatos ao Palácio do Buriti, Celina falou sobre a crise do BRB, saúde, educação, segurança pública, população em situação de rua e sua relação com o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB).
Um dos principais assuntos foi a situação do Banco de Brasília (BRB), que enfrenta dificuldades após a operação envolvendo o Banco Master. Celina afirmou que a instituição continua sólida e cumprindo seus compromissos, mas precisa de uma oportunidade para superar a crise.
“O BRB é um banco sólido, é um banco que se mantém de pé, pagando todas as dívidas em dia, e o que o BRB precisa é de uma oportunidade”, afirmou.
A governadora também assumiu a responsabilidade pela condução do processo após assumir definitivamente o Executivo local.
“Como governadora que hoje sou, herdei um problema que eu tenho que ter responsabilidade de resolvê-lo. O que recai sobre mim hoje, é a responsabilidade de salvar o banco e é isso que eu tenho feito”, disse.
Apoio federal
Celina defendeu a participação do governo federal na construção de uma saída para o BRB, mas afirmou que eventual apoio não deve ser tratado como caridade. Segundo ela, a distância política entre as administrações federal e distrital dificulta as negociações.
A governadora também citou a atuação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, no caso. Segundo Celina, a determinação para apresentação de documentos ajudou a avançar as tratativas envolvendo o banco.
Distância de Ibaneis
A relação com Ibaneis Rocha também foi tema da entrevista. Vice-governadora durante os dois mandatos de Ibaneis, Celina assumiu o GDF após a saída dele e disputou a reeleição com o apoio do MDB.
Apesar da aliança, a governadora reforçou que possui trajetória própria e não pretende assumir responsabilidades por decisões que não foram tomadas por ela.
“Eu fui vice do Ibaneis, eu não fui governadora do Ibaneis”, afirmou.
Celina disse ainda que não é obrigada a assumir erros de outras pessoas, embora reconheça avanços da gestão anterior, principalmente na infraestrutura. “Eu não sou obrigada a assumir o erro de ninguém”, disse.
Saúde e educação
Na avaliação de Celina, a saúde deve continuar entre as principais prioridades do governo. Ela citou a ampliação do atendimento e a contratação de profissionais, além do acompanhamento das cirurgias realizadas pela rede pública.
“A saúde começa na UBS ao lado dessa casa. A urgência e emergência são nas nossas UPAs”, afirmou.
Na educação, a governadora reconheceu que o Distrito Federal precisa melhorar os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
“Eu não tenho dúvida que eu tenho os melhores profissionais do Brasil, que a gente tem a melhor rede pública do Brasil”, disse. “Aquilo que a gente precisa melhorar, que é no Ideb, a gente vai melhorar.”
População em situação de rua e segurança
Celina também defendeu as medidas adotadas pelo governo para atender a população em situação de rua. Ela destacou a legislação que estabelece regras para acolhimento e atendimento e afirmou que o problema precisa ser enfrentado com ações concretas.
“Nós somos o primeiro estado que tem isso legislado”, afirmou.
Crítica a Arruda
Ao comentar a disputa eleitoral, Celina criticou o ex-governador José Roberto Arruda e a antiga ideia de justificar irregularidades por resultados administrativos. “Brasília mudou, a cidade mudou”, afirmou. Para ela, a política local precisa superar a lógica do “rouba mas faz”.
Sessão solene homenageia Instituto Arte Jovem nesta terça (18)
Fundada há dez anos, instituição será homenageada no Plenário da Casa, a partir das 19h, com transmissão ao vivo da TV Câmara Distrital
Publicado em 17/08/2026 15h38
Foto: Divulgação Instituto Arte Jovem
Instituto Arte Jovem oferece aulas gratuitas de música, dança e canto para centenas de crianças e jovens brasilienses
O Instituto Arte Jovem, projeto social de Ceilândia fundado há dez anos, será homenageado em sessão solene da Câmara Legislativa nesta terça-feira (18), às 19h, no Plenário da Casa. A instituição oferece aulas gratuitas de música, dança e canto para centenas de crianças e jovens brasilienses. De autoria do deputado Martins Machado (Republicanos), a solenidade busca reconhecer e valorizar o trabalho dos idealizadores, educadores, parceiros e dos próprios artistas beneficiados pela iniciativa.
No requerimento da solenidade, Martins Machado destacou a relevância social do projeto na transformação da realidade de crianças e jovens do Distrito Federal. “Mais do que uma ação cultural, o Arte Jovem é um instrumento de inclusão social, que fortalece vínculos comunitários, estimula a autoestima e abre caminhos para novas oportunidades profissionais e pessoais”, ressaltou.
Aberto ao público, o evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu, na manhã desta segunda-feira (17/08), um homem suspeito de tráfico de drogas na região do Arapoanga, em Planaltina. A ação foi realizada por equipes do PATAMO e do GTOP 30 por volta das 9h.
As diligências tiveram início em Ceilândia, após as equipes receberem informações que auxiliaram na localização do suspeito. O trabalho integrado levou os policiais até o Arapoanga, onde o homem foi abordado.
Durante a ocorrência, os agentes apreenderam aproximadamente 3 kg de maconha, 16 porções de cocaína, um veículo que, segundo a PMDF, era utilizado no tráfico e um aparelho celular.
O suspeito, juntamente com os materiais apreendidos e o veículo, foi encaminhado à 16ª Delegacia de Polícia, onde a ocorrência foi registrada.
Projeto Infância Cidadã é destaque no programa Giro Distrital
Publicado em 17/08/2026 12h46
Foto: David Calaça/Agência CLDF
Já está no ar a 212ª edição do programa Giro Distrital, com o resumo da semana na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e reportagens que aprofundam os temas discutidos na Casa de Leis do Distrito Federal.
Nesta edição:
1) Infância cidadã: crianças de quatro a seis anos trocam sala de aula pela CLDF para aprender sobre cidadania;
2) Saúde para todos: projeto de lei aprovado pela Câmara Legislativa define regras para equipes de consultório na rua;
3) De olho na sustentabilidade: lei aprovada pelos deputados distritais amplia possibilidades de reuso de água no DF;
4) Os destaques da semana na Câmara Legislativa.
O Giro Distrital é um programa da TV Câmara Distrital, com transmissão todo domingo às 12h nos canais 9.3 (aberto), 11 (Claro) e 9 (Vivo), com reprises ao longo da semana.
O Distrito Federal deve enfrentar uma semana marcada por calor intenso e baixos índices de umidade. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que as temperaturas vão subir gradualmente nos próximos dias, com máxima de 34°C prevista para sexta-feira (21). Nesta segunda-feira (17), a capital está sob alerta laranja para baixa umidade, com os termômetros podendo alcançar 28°C.
A umidade relativa do ar deve oscilar entre 20% e 12% nesta segunda, condição que pode aumentar o risco de incêndios florestais e provocar impactos à saúde. Entre os efeitos associados ao tempo seco estão ressecamento da pele e desconforto nos olhos, na boca e nas vias respiratórias. Na terça-feira (18), a previsão aponta mínima de 15°C e máxima de 30°C, com umidade entre 20% e 80%.
O calor tende a se intensificar a partir de quarta-feira (19), quando a temperatura pode chegar a 32°C e a umidade variar entre 15% e 65%. Na quinta (20), a máxima prevista é de 33°C, enquanto os índices de umidade devem ficar entre 20% e 70%. Já na sexta-feira, o DF terá o pico de calor da semana, com máxima estimada em 34°C e umidade entre 20% e 60%.
Diante do cenário, o Inmet orienta os moradores a aumentar a ingestão de água, evitar exercícios físicos nos períodos mais quentes e secos e diminuir a exposição direta ao sol. A população também deve ficar atenta ao risco de queimadas durante o período de estiagem. Em situações de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), pelo 193.
Atriz abriu uma nova etapa do seu diário de obra revelando o início das demolições no imóvel onde viverá com Guilherme Militão e o filho, Joaquim
Viviane Araujo colocou a “mão na massa” na reforma de sua nova casa no Rio de Janeiro. Em mais um episódio do “Diário de Obra”, série que vem compartilhando em seu perfil no Instagram, a atriz mostrou o começo do “quebra-quebra” no imóvel. Ela ainda brincou ao perceber que a quantidade de mudanças será bem maior do que imaginava inicialmente.
Na publicação, Viviane anunciou com entusiasmo a nova fase da reforma. “Um dos momentos mais esperados do início da obra: o quebra-quebra!”, escreveu na legenda. A atriz ainda admitiu que estava ansiosa pela etapa e disse que é justamente neste momento que começa a visualizar a transformação do imóvel.
No vídeo, a artista aparece acompanhando de perto o trabalho e confessa que o tradicional pensamento de que uma reforma terá “pouca coisa” para fazer caiu por terra assim que as intervenções começaram. “Antes de a gente começar a obra, a gente fala: ‘Ah, pouca coisa. Não vai ser muita coisa para fazer’. Depois que começa a obra, gente, olha… Tanta coisa que eu nem sei. Meu Deus do céu!”, brincou.
Viviane também mostrou que não pretende apenas observar os profissionais. Empolgada, ela recebeu autorização para participar da demolição e chegou a quebrar parte de uma parede.
A reforma faz parte de uma nova fase na vida da atriz. Ela adquiriu recentemente uma casa em um condomínio no Rio de Janeiro e decidiu transformar diferentes ambientes antes de se mudar definitivamente com o marido, Guilherme Militão, e o filho do casal, Joaquim. Entre as mudanças previstas estão a ampliação de uma suíte e a criação de espaços como camarim, escritório e área gourmet integrada à piscina. Enquanto a obra acontece, a família permanece no imóvel onde já vivia.
No fim de julho, Viviane apresentou a nova propriedade aos seguidores e anunciou que acompanharia toda a reforma pelas redes sociais. Na ocasião, já havia avisado que teria um desafio importante pela frente: concluir os trabalhos em aproximadamente dois meses.
Segundo o arquiteto responsável pelo projeto, antes das demolições é necessário preservar e proteger os elementos que permanecerão na residência. A partir do projeto, a equipe identifica os pontos que sofrerão intervenção e inicia a retirada do que dará lugar a novas estruturas.
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Casas Bahia tem prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre e admite nova recuperação judicial
Casas Bahia fecha lojas em Brasília e no resto do país –
O grupo Casas Bahia registrou prejuízo líquido contábil de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, segundo balanço divulgado pela companhia no domingo (16), após dois adiamentos na publicação dos resultados. O resultado acende um novo alerta sobre a situação financeira da varejista, que também admitiu avaliar a possibilidade de recorrer novamente a uma recuperação extrajudicial ou judicial. No acumulado do primeiro semestre, o prejuízo líquido chegou a R$ 11,2 bilhões. Considerando os 12 meses encerrados em junho, o resultado negativo alcançou R$ 13,2 bilhões. A companhia informou, contudo, que, após a exclusão de impactos considerados não recorrentes, o prejuízo do segundo trimestre foi de R$ 978 milhões. Esses ajustes estão relacionados principalmente à segunda fase do Plano de Transformação da empresa. Entre os principais efeitos contabilizados estão uma baixa de R$ 5,7 bilhões em Imposto de Renda diferido, R$ 1,8 bilhão referente a passivo de contingência contratual, R$ 1 bilhão em baixa de ágio de investimentos, R$ 500 milhões em despesas de reestruturação e R$ 200 milhões relacionados à alienação de imobilizado intangível. O Ebitda ajustado, indicador que mede o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, somou R$ 518 milhões no trimestre, queda de 9,4% em relação ao mesmo período de 2025. Empresa admite nova recuperação No relatório, a Casas Bahia afirmou que avalia medidas adicionais para reorganizar suas obrigações financeiras. Entre as alternativas consideradas estão uma eventual nova recuperação extrajudicial ou recuperação judicial. A companhia afirmou que pretende dar continuidade à segunda fase de seu plano de reestruturação, com foco em canais e categorias de maior rentabilidade, redução do capital empregado e diminuição dos custos de financiamento, com o objetivo de fortalecer a geração de caixa. Como parte desse processo, a empresa confirmou o fechamento de 298 lojas consideradas menos rentáveis. Vendas on-line avançam Apesar da deterioração dos resultados, o volume bruto de vendas de mercadorias, conhecido como GMV, apresentou leve alta no trimestre. O indicador cresceu 0,5%, para R$ 10,5 bilhões, na comparação com o segundo trimestre de 2025. O desempenho, porém, foi marcado por comportamentos distintos entre os canais. As vendas nas lojas físicas recuaram 3,2%, enquanto as vendas on-line avançaram 15,3% na mesma base de comparação. A companhia atribuiu o desempenho financeiro ao ambiente macroeconômico adverso para o varejo brasileiro de bens duráveis, especialmente em razão do custo elevado do crédito e da pressão sobre a capacidade financeira dos consumidores. Patrimônio líquido fica negativo Um dos principais sinais de deterioração financeira aparece no patrimônio líquido da companhia, que terminou junho em R$ 8,3 bilhões negativos. No fim de 2025, o indicador era positivo em R$ 2,8 bilhões. A Casas Bahia informou ainda possuir R$ 6,3 bilhões em créditos fiscais federais e estaduais, mas reconheceu dificuldades para transformar esses valores em recursos disponíveis para o caixa. Segundo a empresa, embora seja credora e titular desses créditos, a companhia enfrenta dificuldades para monetizá-los e utilizá-los, justamente em um momento em que necessita de capital para manter suas operações. A liquidez adicional prevista no planejamento financeiro, afirmou, não se concretizou conforme o esperado. Juros altos e apostas on-line pressionam consumo No balanço, a Casas Bahia também apontou o ambiente de juros elevados ao longo do primeiro semestre de 2026 como um dos fatores que prejudicaram o desempenho. A companhia destacou ainda o avanço das apostas on-line e o elevado endividamento das famílias brasileiras como fatores de pressão sobre o consumo. De acordo com dados do Banco Central citados pela empresa, em março de 2026 o endividamento das famílias correspondia a 49,8% da renda acumulada em 12 meses, enquanto o comprometimento da renda com o serviço da dívida chegava a 29,3%. O balanço foi divulgado após dois adiamentos. Inicialmente previsto para 12 de agosto, o resultado foi remarcado para sexta-feira (14) e acabou publicado somente no domingo (16), um dia antes da teleconferência com acionistas prevista para esta segunda-feira (17).Após ajustes, companhia registra perda de R$ 978 milhões entre abril e junho e anuncia fechamento de 298 lojas. Patrimônio líquido ficou negativo em R$ 8,3 bilhões
Carlinhos da Cohab ganha força no Polo de Confecções, apontam levantamentos da Revista Total A eleição de 2026 poderá colocar Carlinhos da C…
Carlinhos da Cohab ganha força no Polo de Confecções, apontam levantamentos da Revista Total
A eleição de 2026 poderá colocar Carlinhos da Cohab em uma posição de destaque no cenário político do Agreste de Pernambuco.
Natural de Santa Cruz do Capibaribe, uma das principais cidades do Polo de Confecções do Agreste, e vereador por quatro mandatos consecutivos, Carlinhos chega à disputa por uma vaga de deputado federal com uma trajetória construída dentro de uma das regiões mais dinâmicas economicamente do Estado. O projeto de Carlinhos busca dialogar com o conjunto do Polo de Confecções, uma região formada por municípios que compartilham uma forte atividade econômica, milhares de empreendedores e trabalhadores e demandas que precisam de representação política em Brasília.
É nesse ambiente que sua candidatura pretende transformar a experiência acumulada em uma atuação de maior magnitude. Levantamentos do Instituto de Pesquisa da Revista Total já colocam Carlinhos entre os primeiros colocados na preferência do eleitorado, cenário que poderá ganhar força à medida que a campanha avançar. Uma votação expressiva no Polo poderá representar muito mais do que uma vitória pessoal. Poderá sinalizar a força de uma região que historicamente busca ampliar sua representação política e colocar na Câmara dos Deputados uma voz identificada com sua realidade econômica, social e empreendedora. Com quatro mandatos e forte vínculo com a região onde construiu sua trajetória política, Carlinhos entra na eleição de 2026 mirando uma votação capaz de colocá-lo entre os grandes nomes da disputa em Pernambuco.
Quem está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho pode encontrar 1.498 vagas disponíveis nas agências do trabalhador do Distrito Federal nesta segunda-feira (17). Os postos contemplam diferentes áreas e níveis de escolaridade, com opções destinadas tanto a profissionais com experiência quanto a candidatos que ainda não atuaram nas funções. Os salários chegam a R$ 3,4 mil.
A maior remuneração é oferecida para calceteiro, com 10 vagas abertas na Asa Sul. Também há oportunidades para gerente de vendas e supervisor de lavanderia, com três postos para cada função e salário de R$ 3 mil, além dos benefícios previstos pelas empresas contratantes.
Entre as ocupações com maior quantidade de vagas está a de repositor de mercadorias, que reúne 120 oportunidades. A remuneração pode chegar a R$ 1,7 mil, também com benefícios. A variedade de cargos permite que trabalhadores com diferentes perfis profissionais encontrem opções compatíveis com sua formação e experiência.
Para participar da seleção, o candidato pode cadastrar o currículo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou comparecer a uma das 16 agências do trabalhador, que funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma vaga disponível atualmente seja compatível com o perfil, o cadastro permanece no sistema e pode ser utilizado em futuras seleções.
Candidatos ao GDF iniciam campanha com agendas em diferentes regiões Candidatos ao Governo do Distrito Federal deram início neste domingo (1…
Candidatos ao GDF iniciam campanha com agendas em diferentes regiões
Candidatos ao Governo do Distrito Federal deram início neste domingo (16/8) às atividades de campanha. Entre as cidades escolhidas foram: Ceilândia, Gama e Samambaia – (crédito: Candidatos ao GDF iniciam campanha com agendas em diferentes regiões)
A corrida pelo Governo do Distrito Federal começou oficialmente neste domingo (16/8), com os principais candidatos realizando atividades em diferentes regiões do DF. Os primeiros compromissos foram marcados pela apresentação de propostas para áreas como saúde, educação, mobilidade e transporte público, além da mobilização de apoiadores e da busca por consolidar alianças políticas. Em uma campanha que deve se estender pelos próximos meses, os candidatos também procuraram estabelecer suas principais bandeiras e apresentar aos eleitores uma identidade própria. Confira como foi o primeiro dia de atividades: Celina Leão (PP)
16/08/2026 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF – Eleições 2026 – Ceilândia inauguração do comitê da Governadora Celina Leão. Candidatas ao senado Michele Bolsonaro, Bia Kicis e a governadora Celina Leão(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Candidata à reeleição, a governadora Celina Leão iniciou a campanha com a inauguração do comitê eleitoral em Ceilândia. O evento contou com a participação da senadora Damares Alves (Republicanos), da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e da deputada federal Bia Kicis (PL). A escolha de Ceilândia para o lançamento foi apresentada como simbólica pela candidata. A região é a mais populosa do Distrito Federal e também é o local de nascimento de Michelle Bolsonaro. Durante o evento, Celina afirmou que pretende conduzir uma campanha baseada na apresentação de propostas e soluções para as demandas da população. “Nós queremos fazer uma campanha limpa, uma campanha de propósito, uma campanha onde a gente chegue realmente trazendo as soluções para as dores da população de Brasília”, declarou. José Roberto Arruda (PSD)
Arruda iniciou campanha com carreata e jogo do Gama(foto: Divulgação/Alex Bandeira)
José Roberto Arruda abriu a campanha com uma missa no comitê localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Na sequência, o candidato seguiu para o Gama, onde participou de uma carreata, visitou a Feira Permanente e acompanhou o lançamento da candidatura de Flávio Potiguar a deputado distrital. Arruda também esteve no estádio Bezerrão para acompanhar a partida entre Gama e São José. Ao Correio, o candidato afirmou que pretende recuperar características que, segundo ele, marcaram os governos de Joaquim Roriz e dele próprio. Entre as prioridades citadas estão saúde, educação, segurança e expansão do metrô. “Queremos que as pessoas tenham médicos nos hospitais, que as escolas tenham qualidade, que tenha polícia na rua, novas linhas de metrô, etc”, afirmou. Leandro Grass (PT)
O candidato ao Governo do Distrito Federal pelo PT, Leandro Grass, deu a largada na corrida pelo Palácio do Buriti, em São Sebastião, neste domingo(foto: Divulgação/Bruno Cavalcanti)
Em São Sebastião, Leandro Grass lançou oficialmente a candidatura em um ato realizado na Praça do Caic. O candidato destacou a intenção de ampliar a presença da campanha nas ruas e fortalecer a mobilização em torno da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e das candidaturas proporcionais do campo político. “A partir de agora é de casa em casa, é de comércio em comércio, é de rua em rua, para eleger Luiz Inácio Lula da Silva. Para eleger a maior bancada popular da história de Brasília”, afirmou. Grass também criticou o que considera abandono da região administrativa nos últimos anos e defendeu medidas voltadas ao pequeno empreendedor e à agricultura familiar. O candidato confirmou ainda a previsão de uma agenda com Lula no Distrito Federal em setembro. Segundo Grass, a atividade deverá reforçar a aproximação entre as propostas do grupo e as ações do governo federal. Paula Belmonte (PSDB)
16/08/2026. Luís Tajes/Comunicação Paula Belmonte – Candidata ao governdo do GDF Deputada Paula Belmonte assiste o jogo do Gama x São José(foto: Luís Tajes/Comunicação Paula Belmonte)
Paula Belmonte iniciou a campanha com uma missa na Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, na 308 Sul. Depois, participou de um ato no Eixão e realizou o lançamento oficial da candidatura no Marco Zero de Brasília, no Buraco do Tatu, ao lado do candidato a vice-governador, Everardo Ribeiro. A candidata também esteve no estádio Bezerrão para acompanhar a partida entre Gama e São José. Entre as principais bandeiras apresentadas no primeiro dia de campanha, Paula destacou a educação, especialmente as condições oferecidas pela rede pública a crianças e adolescentes. A deputada distrital afirmou ainda que pretende percorrer as regiões administrativas durante a campanha para ouvir moradores e identificar demandas específicas relacionadas aos serviços públicos e à qualidade de vida. Ricardo Cappelli (PSB)
Candidato do GDF, Ricardo Cappelli (PSB) acompanhou o jogo no Bezerrão(foto: Divulgação)
Ricardo Cappelli aproveitou a presença no Bezerrão para apresentar propostas de governo. A mobilidade urbana foi colocada entre as prioridades da candidatura. “Vamos garantir que o trabalhador do Distrito Federal chegue de casa ao trabalho, em no máximo uma hora, com faixa exclusiva, BRT e ampliação do metrô”, prometeu. Cappelli também afirmou que pretende buscar o patrocínio do Governo do Distrito Federal ou do Banco de Brasília (BRB) para o time do Gama, caso seja eleito. “Por que o BRB patrocina tanta coisa de fora e não patrocina o que é nosso?”, questionou. Antes de seguir para o estádio, o candidato esteve em Samambaia Sul, onde participou de uma missa na Paróquia Santa Luzia e visitou a feira da Quadra 421. Kiko Caputo (Novo)
Candidato ao governdo do GDF, Kiko Caputo (Novo) esteve na feira da Praça do Bicalho em Taguatinga(foto: Peter Neylon/Comunicação Kiko Caputo)
O candidato do Novo, Kiko Caputo, concentrou as primeiras atividades de campanha em Taguatinga e Águas Claras. A agenda teve como foco a mobilização de apoiadores e a apresentação da candidatura. Caputo procurou se apresentar como uma alternativa aos grupos políticos tradicionais e colocou o descontentamento da população com a política entre os desafios da disputa. “Eu quero resgatar essa esperança, porque tá todo mundo sem esperança. Ninguém acredita mais em político, ninguém acredita mais na política”, afirmou. Em outro momento, reforçou o discurso de renovação política: “A gente vê que as pessoas querem mudança. E eu estou representando a mudança”. Professor Robson (PSTU)
Na manhã de domingo o candidato ao GDF, Professor Robson, e o candidato ao Senado, Zanata, estiveram na estação de metrô de Ceilândia Centro(foto: Divulgação/PSTU)
O candidato do PSTU, Professor Robson, iniciou a campanha na estação Ceilândia Centro do metrô, onde conversou com passageiros sobre problemas do transporte público e a situação financeira do Distrito Federal. Ele estava acompanhado do candidato ao Senado pela legenda, Eduardo Rennó Zanata. Durante a panfletagem, os candidatos apresentaram as propostas do partido para o setor. Entre elas estão a implantação da Tarifa Zero e o fim das concessões privadas no transporte público. “O transporte público do Distrito Federal não pode continuar sendo tratado como uma fonte de lucro para empresários enquanto a população sofre com tarifas altas, trens lotados e ônibus sucateados”, declarou Professor Robson. Segundo o candidato, a proposta da legenda é defender um sistema de transporte estatizado, sob controle dos trabalhadores, e com gratuidade para os usuários. Campanha começa com disputa por espaço político O primeiro dia de campanha mostrou diferentes estratégias entre as candidaturas. Enquanto alguns candidatos priorizaram eventos de lançamento e a mobilização de aliados, outros concentraram a agenda em visitas a regiões administrativas, feiras, espaços públicos e conversas com eleitores. As propostas apresentadas neste início de campanha também indicam temas que devem ganhar espaço no debate eleitoral, como saúde, educação, transporte público, mobilidade urbana, segurança e gestão dos serviços públicos. Com a campanha nas ruas, a disputa pelo Palácio do Buriti entra agora em uma nova fase, marcada pela tentativa de cada candidatura de ampliar a presença territorial, conquistar apoios e apresentar ao eleitor suas prioridades para o Distrito Federal.
Pastor Luiz Carlos Vicente Júnior toma posse à frente da Assembleia de Deus em Brasília e Entorno. Pastor Luiz Carlos Vicente Júnior Na no…
Pastor Luiz Carlos Vicente Júnior toma posse à frente da Assembleia de Deus em Brasília e Entorno.
Pastor Luiz Carlos Vicente Júnior
Na noite deste domingo, 16 de agosto de 2026, o pastor Luiz Carlos Vicente Júnior, conhecido como pastor Júnior, tomou posse como presidente da Assembleia de Deus Ministério de Anápolis, com atuação em Brasília, no Distrito Federal e no Entorno de Goiás. Durante entrevista após a cerimônia, o novo presidente falou sobre a emoção de assumir a liderança do ministério e destacou que a conquista representa a realização de um sonho construído ao longo de muitos anos. Pastor Júnior lembrou que anteriormente atuava como vice-presidente do pastor José Airton e afirmou que recebeu com alegria a missão de conduzir a nova jornada à frente da Convenção e das congregações ligadas ao ministério. “É uma alegria muito grande para mim estar vivendo esse momento. Nós sonhamos por muitos anos em poder estar vivendo o dia de hoje.” Ao falar sobre os próximos desafios, o pastor reconheceu que a nova responsabilidade será marcada por obstáculos, mas também por conquistas. Segundo ele, a confiança está depositada em Deus para conduzir o trabalho junto com sua esposa pastora Natália. “Sei que desafios virão, sei que barreiras virão, sei que conquistas virão. Eu louvo a Deus porque o Senhor está conosco para guiar, abençoar, proteger, guardar e dar crescimento.” A cerimônia de posse reuniu lideranças religiosas, familiares, pastores e membros da igreja, marcando o início de uma nova etapa na trajetória do pastor Luiz Carlos Júnior e do ministério que passa a presidir. Em sua primeira mensagem como presidente, pastor Júnior agradeceu a todos que participaram do momento e reafirmou seu compromisso com a condução das congregações e com o crescimento da obra de Deus no Distrito Federal e no Entorno.
Os 10 candidatos ao Governo do Distrito Federal iniciam a segunda-feira (17) com agendas diversificadas no segundo dia oficial de campanha. Entre os compromissos previstos estão entrevistas em veículos de comunicação, reuniões internas, encontros com apoiadores, caminhadas e ações de panfletagem. As atividades ocorrem em diferentes regiões do DF.
A candidata Celina Leão (PP) concentra parte da agenda no Sol Nascente e no Pôr do Sol, onde participa de atividades do GDF e acompanha obras. À tarde, ela tem sabatina na CNN e, à noite, participa de eventos em Samambaia Sul e no Guará 2. Leandro Grass (PT) prevê entrevista à Rádio Liga e o lançamento do Coletivo das Candidaturas Negras do DF, na Asa Sul.
Ricardo Cappelli (PSB) participa de sabatina na Rádio Metrópoles, faz reuniões com a equipe e terá atividades de campanha na Rodoviária do Plano Piloto e no Guará. Paula Belmonte (PSDB) reservou o dia para reuniões estratégicas e de articulação política, além de uma visita a uma associação na Asa Sul. Já José Roberto Arruda (PSD) tem sabatina na Record Brasília e, posteriormente, caminhada e carreata em Samambaia.
Os demais candidatos também programaram atividades ao longo do dia. Elisson Ferreira (Agir) terá reuniões e compromissos em Ceilândia e Águas Claras, enquanto Expedito Mendonça (PCO) se reúne com a coordenação. Kiko Caputo (Novo) participa de encontros em várias regiões; Robson Raimundo (PSTU) fará panfletagem na Asa Norte; e Samara Mineiro (UP) terá atividades em Sobradinho, reunião de planejamento e plenária com o movimento de mulheres Olga.
Começou ontem a campanha eleitoral e os candidatos ao Palácio do Buriti têm pela frente uma longa caminhada para mostrar aos 2,2 milhões de eleitores aptos a votar no Distrito Federal qual será a melhor alternativa para a gestão da capital do país. A tarefa não é nada fácil, mas é a partir do perfil desse eleitorado que os concorrentes podem ter em mente quais as principais pautas de interesse da população.
Para ter uma noção mais detalhada sobre os eleitores brasilienses, o Jornal de Brasília ouviu a professora Ana Maria Nogales, do Departamento de Estatística da Universidade de Brasília (UnB), que participou do estudo do ObservaDF sobre o perfil do eleitorado do DF para as eleições de 2026. A pesquisa leva em conta dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidados em 20 de julho deste ano, e as tendências que se apresentam podem definir pontos centrais das campanhas eleitorais.
A primeira questão que surge ao olhar para esse perfil é o protagonismo feminino. O eleitor do DF é em sua maioria composto por mulheres (54,1%), cerca de 1,1 milhão do total de pessoas aptas a votar nestas eleições. Para Ana Maria, essa é uma tendência bastante relevante porque o voto das mulheres tende a se distanciar do voto dos homens. “O voto feminino está muito mais voltado a questões sociais, de cuidados, de trabalho feminino, nas questões da participação da mulher”, comentou. Para a pesquisadora, outra pauta importantíssima que deve nortear o voto feminino na corrida eleitoral é o problema da violência contra a mulher.
O estudo também coloca como ponto central na análise do perfil do eleitorado do DF o envelhecimento da população. Em 2026, 20,4% dos eleitores brasilienses são pessoas idosas. Por outro lado, entre os mais jovens, a pesquisa revela a surpreendente redução do número de eleitores de 16 a 17 anos. Enquanto em 2022, havia 31.307 eleitores nessa faixa etária, em 2026 o número é de 19.194. É uma redução de 38,7% entre as duas eleições. Se há menos jovens aptos a votar neste ano, na outra ponta o número de pessoas com mais de 70 anos cresceu 31% em relação a 2022, chegando a 203.409.
“Essa é uma tendência que a gente já vê há muito tempo. O censo de 2022 mostrou isso claramente, e as projeções do IBGE mostram que na década de 2040 a gente começará a ter um decrescimento populacional. Com isso, você tem um reflexo no eleitorado também, que é muito mais velho do que há 4 anos. Esse público deve ser alvo das pautas colocadas pelos candidatos. É um público que demanda muita atenção à saúde”, destacou Ana Maria.
Outro ponto que promete ter relevância no resultado da corrida eleitoral é a análise do perfil considerando as Regiões Administrativas (RAs). O estudo levou em conta grupos de RAs de acordo com a renda. Os eleitores das RAs de alta renda correspondem a apenas 18% do total de eleitores do DF. Nas regiões de renda média-alta, encontram-se 32% dos eleitores; nas de renda média-baixa, 30,4%; e nas de baixa renda, 19,7% do eleitorado. Para Ana Maria, os candidatos devem levar em consideração, por exemplo, os eleitores de regiões como Ceilândia, Planaltina e Samambaia.
“Pautas que podem ser caras para os eleitores eleitores de mais alta renda não terão tanta repercussão naqueles eleitores de mais baixa renda porque o cotidiano é muito diferente. Por exemplo, para os eleitores de baixa renda, que precisam cotidianamente se deslocar do trabalho para a residência, da residência para o trabalho, a gente vê que a pauta da mobilidade urbana no Distrito Federal pode ser muito importante. A gente vê todo dia engarrafamentos, baixa qualidade no transporte público”, comentou a pesquisadora.
O estudo ressaltou que as desigualdades socioespaciais que marcam o território do DF também se refletem nos perfis dos eleitores. Nas regiões de alta renda, os eleitores apresentam estrutura etária mais envelhecida e maior proporção de casados do que nas demais regiões; são majoritariamente brancos (63,4%) e têm ensino superior completo (58,2%). Nas regiões de baixa renda, os eleitores são mais jovens (48,2% têm menos de 40 anos), pretos ou pardos (75,3%), solteiros (64,5%) e com baixa escolaridade (27,1% não concluíram o ensino fundamental).
“É um dado que choca muito. Quando a gente vê as informações do TSE, segundo essa questão das regiões, é que nas regiões de mais alta renda, nós temos o perfil de eleitores em que 58% têm o ensino superior completo. Quando você vai para as regiões de mais baixa renda, esse percentual cai para 7%. É drástica a diferença entre um perfil e o outro. Você tem um perfil muito escolarizado, nas regiões de mais mais alta renda e um perfil de muito baixa escolaridade naquelas de mais baixa renda. Em geral, o eleitorado do DF é mais escolarizado do que o brasileiro em geral. Mas quando olhamos dentro do Distrito Federal, a gente vê essa desigualdade”, complementou Ana Maria.
Como pontuou a professora sobre a análise da escolaridade do eleitor do DF, o estudo destacou que o eleitorado brasiliense é mais escolarizado que o brasileiro em geral. Entre os eleitores brasileiros, 5,5 milhões são analfabetos, o que corresponde a 3,5% do eleitorado, e 27% não concluíram o ensino fundamental. No DF, essas proporções são de apenas 0,8% e 14,8%, respectivamente. Por outro lado, 65% dos eleitores do DF haviam concluído o ensino médio, dos quais 23,3% tinham o ensino superior completo. Em todo o país, essas proporções caem para 39% e 11,4%, respectivamente.
Agendas políticas começam a se formar
Para Ana Maria, fica claro que a partir da análise do perfil dos eleitores brasilienses muitos candidatos devem montar suas agendas a partir das principais tendências que se apresentam para o cenário político da capital. Para Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, a campanha eleitoral no DF deve se organizar em três prioridades.
“No plano da gestão local, os temas centrais são segurança pública, saúde e mobilidade, apontados por pesquisas de opinião como os principais pontos de interesse do eleitor do DF diante de um eleitorado”, avaliou. Já no plano político-eleitoral, continuou Leandro, a disputa se organizará entre continuidade e ruptura. “De um lado, a governadora Celina Leão (PP) buscando a reeleição à frente de uma ampla coligação apoiada por PP, MDB, Republicanos e União Brasil; e de outro, candidaturas de oposição como as de Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB), além de nomes de centro e centro-direita como José Roberto Arruda (PSD) e Paula Belmonte (PSDB)”, pontuou. Por fim, de acordo com o cientista político, a terceira questão que deve ser central no cenário do DF, no plano econômico e de gestão, é o caso BRB/Master, que deverá estar presente em todos os debates e discursos dos candidatos de oposição para tentar desgastar a governadora.
Para Leandro, dois elementos estarão presentes de maneira mais intensa na formação da decisão do eleitor do DF. “O primeiro é o da avaliação de desempenho: segurança pública, saúde e custo de vida tendem a ser os critérios mais citados, num cenário em que a maior parte do eleitorado ainda não decidiu seu voto – levantamentos indicam que mais de 60% dos eleitores permanecem indecisos na modalidade espontânea, o que confere à campanha oficial, a partir de domingo, peso decisivo na formação de preferências”, destacou.
“O segundo plano é o do alinhamento político decorrente da polarização nacional. O Distrito Federal tem base conservadora consolidada, e a articulação de Celina Leão com nomes como Damares Alves (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL) busca capturar esse capital eleitoral. Esse fator, no entanto, não deve ser lido como transferência automática de votos: a força de um líder político nacional ou de uma legenda majoritária no DF depende da capacidade de mobilização da máquina local e da percepção de gestão. É esse cruzamento entre avaliação de governo e alinhamento ideológico, mais do que qualquer um dos dois isoladamente, que deve definir o resultado em outubro”, finalizou o cientista político.
Diante desse cenário, os candidatos já começaram a se movimentar em diferentes regiões do DF para atrair os votos desse eleitorado. No Distrito Federal, os eleitores estão distribuídos em zonas eleitorais que abrangem todo o território. São 21 zonas eleitorais, 7042 seções e 614 locais de votação. Algumas zonas eleitorais coincidem com o recorte territorial das Regiões Administrativas, como as zonas 4 e 17, que correspondem a Santa Maria e Gama, respectivamente. Mas, a maior parte das zonas compreendem mais de uma RA, como a zona 2, que abrange Paranoá, Varjão, Itapoã e Lago Norte; a zona 5, com Sobradinho, Sobradinho 2 e Fercal; a zona 6, com Planaltina e Arapoanga; a zona 9, que engloba o Guará e SCIA-Estrutural; a zona 10, com Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Candangolândia e Park Way; a zona 18, que inclui Lago Sul, Jardim Botânico e São Sebastião; e a zona 11, com o Sia, Cruzeiro e Sudoeste/Octogonal e parte do Plano Piloto. Outras zonas têm recortes territoriais que abrangem partes de uma RA, como as zonas 1 e 14, que correspondem à Asa Sul e à Asa Norte do Plano Piloto, e as zonas 3, 15 e 20, que englobam partes de Taguatinga.
Em média, serão 320 eleitores por seção eleitoral; as zonas 10 e 2 têm um pouco mais de 350, e as zonas 1 e 3 têm menos de 300. Por outro lado, os locais com maiores concentrações de eleitores aptos situam-se nas zonas 15 (Taguatinga, Águas Claras, Arniqueira) e 13 (Samambaia e Água Quente).
População traça prioridades
Para entender também qual é o clima entre a população do Distrito Federal para a campanha eleitoral que se iniciou neste domingo, o Jornal de Brasília foi às ruas conversar com diferentes pessoas para saber o que precisa estar nas agendas dos candidatos até outubro. A maioria dos entrevistados citou que uma das prioridades principais do próximo governo é o cuidado com a saúde pública da capital, seja pela contratação de mais profissionais, ampliação da rede ou melhorias de infraestrutura.
Uma segunda questão bastante frequente nas respostas é como o próximo governo pode resolver o aumento da insegurança no DF. Para muitos, a segurança pública deve ser uma das prioridades na gestão que está por vir, sobretudo a questão das pessoas em situação de rua. A mobilidade urbana também foi muito citada pela população, muitos consideram inaceitável o tempo de deslocamento no trânsito da capital e também cobram por melhores condições do transporte público.
Além dessas, questões como a desigualdade de renda no DF, a melhoria de infraestrutura, a melhoria da educação pública e o custo de vida foram pontos que receberam destaque e, na opinião da população, merecem estar na agenda dos das principais candidaturas. As ações dos candidatos ao governo em sabatinas, debates e entrevistas também já mostram que a tendência é que o cenário das propostas fique justamente no campo apresentado, adicionando a ele, ainda, os desdobramentos do caso BRB/Master e a questão fiscal da capital.
Zilda Augusta. Foto: Vítor Ventura/Jornal de BrasíliaSantiago Rocha. Foto: Vítor Ventura/Jornal de BrasíliaRaquel Alves. Foto: Vítor Ventura/Jornal de BrasíliaJosé Antônio. Foto: Vítor Ventura/Jornal de BrasíliaClaudete Martins. Foto: Vítor Ventura/Jornal de Brasília
O povo fala
Claudete Martins, 74 anos, moradora de Sobradinho
“Eu acho que a saúde deve ser prioridade porque o que vemos hoje é uma realidade em que não há médicos. Eu mesmo preciso ir para Anápolis fazer exames”
José Antônio, 57 anos, morador da Asa Norte
“A gente tem no DF uma grande precariedade pela falta de distribuição de renda adequada. Acho que essa é a questão principal”
Raquel Alves, 58 anos, moradora do Riacho Fundo II
“Precisa melhorar a segurança pública. Hoje a sensação de insegurança no DF é muito grande, é preciso mais policiamento nas ruas”
Zilda Augusta, 70 anos, moradora do Guará
“Precisamos de políticas para ter empregos com melhores salários porque o povo está para morrer de trabalhar com um ganho horrível”
Santiago Rocha, 25 anos, morador do Riacho Fundo I
“Acho que segurança e infraestrutura são importantes, mas o que mais deixa a desejar hoje é a saúde. Precisam priorizar essa questão”
Para o signo de Áries, a semana sugere uma atuação mais contundente em parceria, principalmente em relação as responsabilidades compartilhadas e questões financeiras. A Lua transita no eixo trabalho e relacionamentos, indicando um bom momento para ordenar os recursos. O ingresso do Sol na área de rotinas e saúde é uma dica para cuidar da vitalidade e disposição no dia a dia.
Touro (20/04 – 20/05)
Para o signo de Touro, o céu indica uma necessidade de valorizar hábitos saudáveis e condutas éticas nas rotinas e interações humanas. A Lua transitando na área cotidiana-espiritual e crescendo na área de relacionamentos, destaca a relevância do engajamento nas causas comunitárias. O ingresso do Sol na casa social, anima a busca por leveza e prazer em experiências compartilhadas.
Gêmeos (21/05 – 20/06)
Para o signo de Gêmeos, o céu indica uma tendência de maior introspecção, em busca de autoconhecimento e conexão com quem confiamos. Há chance de momentos calorosos e de acolhimento com a Lua crescendo na casa dos relacionamentos e o Sol ativando a área familiar. Pode ser um bom momento para aprofundar laços de confiança e segurança emocional com pessoas próximas.
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Câncer (21/06 – 22/07)
Para o signo de Câncer, o céu indica que este pode ser um bom momento para se conectar com as necessidades das pessoas e se engajar em ações coletivas. O movimento dos astros na área dos relacionamentos e da família destacam essa tendência. Enquanto isso, a entrada do Sol na área das ideias pode dinamizar sua comunicação, fortalecendo o diálogo.
Leão (23/07 – 22/08)
Para o signo de Leão, o céu desta segunda-feira indica possibilidade de melhorar a convivência e o dia a dia, tanto em casa quanto no trabalho. O Sol na área material, destaca a chance de fazer bons investimentos. Foco em equilíbrio e harmonia!
Virgem (23/08 – 22/09)
Para o signo de Virgem, o céu da semana indica a possibilidade de usar suas habilidades práticas para gerir melhor o quotidiano, graças à Lua no eixo material-social e sua fase crescente na área da comunicação. Com o Sol em seu signo, pode haver uma grande chance de se expressar com mais autenticidade e carisma, fortalecendo a autoconfiança.
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Libra (23/09 – 22/10)
Para o signo de Libra, o céu aponta para um fortalecimento da sua característica acolhedora. Com a Lua transitando entre o seu signo e a área familiar, é um bom momento para construir bases sólidas nas relações. Já o Sol, ao chegar na área de crise, possibilita uma consciência maior sobre as emoções envolvidas.
Escorpião (23/10 – 21/11)
Para o signo de Escorpião, o céu da semana pode trazer momentos de reflexão e superação de desafios. Há uma tendência para uma comunicação eficiente e o entendimento profundo de situações difíceis. Além disso, o Sol sugere um fortalecimento dos laços sociais, com possibilidade de viver experiências enriquecedoras em grupo.
Sagitário (22/11 – 21/12)
Para o signo de Sagitário, a semana aponta que parcerias podem ser essenciais para superar desafios do dia a dia com a Lua na área das amizades e material. Enquanto o Sol se move para a área profissional, dando suporte para impulsionar suas ambições e habilidade empreendedora.
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Capricórnio (22/12 – 19/01)
Para o signo de Capricórnio, o céu indica que será uma semana para ser proativo e atualizar responsabilidades. Pode ser um bom momento para valorizar e melhorar suas habilidades, com o Sol movendo-se para uma área mais espiritual. No amor, a dica é incentivar a participação e a renovação de projetos compartilhados, fortalecendo a parceria. Fique atento a possíveis novas amizades e compreensões mais profundas advindas da transição do Sol.
Aquário (20/01 – 18/02)
Para o signo de Aquário, o céu indica uma semana de solidariedade e abertura para colaborações para enfrentar os desafios, sobretudo no trabalho. Além disso, a entrada do Sol na área íntima promove um fortalecimento interno e uma consciência de si mesmo.
Saiba tudo sobre signos
Peixes (19/02 – 20/03)
Para Peixes nesta segunda-feira, o céu indica chances de maior abertura emocional, com prazer em dividir momentos importantes com amigos. A Lua favorece a espiritualidade enquanto o Sol na área de relacionamentos traz oportunidades de parcerias e fortalecimento dos laços. Este pode ser um bom momento para aproveitar e consolidar vínculos afetivos.
Nosso convidado desta edição do JBr Entrevista é o ex-governador de Goiás, por quatro mandatos, Marconi Perillo. Um dos principais nomes da história do PSDB, ele tenta pela quinta vez assumir o Palácio das Esmeraldas, após o período da gestão do agora presidenciável Ronaldo Caiado.
À nossa equipe, ele falou dos planos para o desenvolvimento tecnológico do estado e da gênesis da política de segurança pública goiana, uma das principais bandeiras levantadas pelo ex-governador do Estado em sua campanha rumo à disputa à presidência da República.
Governador, peço que o senhor conte um pouco de suas origens.
Eu me identifico como um goiano apaixonado pelo estado de Goiás, pai de família, avô; uma pessoa que gosta de conviver com as pessoas mais simples, que gosta dos sabores da culinária goiana — e, como bom goiano, também gosta muito da culinária mineira. Gosto muito das coisas mais simples, das nossas tradições, da nossa cultura. Gosto muito de conversar, de dialogar e de ouvir as dores das pessoas, para que eu possa sentir onde o governo pode ajudar mais. Sou uma pessoa simples, nascida no interior. Sei a importância do carinho da vizinhança. Essa vivência do interior me ajudou muito na formatação de vários dos programas que criei como governador. É isso: uma pessoa simples que gosta de política e de boa gestão para fazer o bem.
O senhor já foi governador por quatro vezes. O que o traz de volta à disputa pelo Palácio das Esmeraldas?
Goiás viveu três grandes ondas no século XX e agora no começo do século XXI. A primeira onda positiva de desenvolvimento foi a construção de Goiânia, na década de 1930, e depois a construção de Brasília, na década de 1950. Depois, na década de 1970, tivemos a segunda onda, que foi o desenvolvimento do Cerrado, da agricultura, da pecuária e o começo da infraestrutura de Goiás. A terceira onda, da qual tive o privilégio de participar ativamente, foi a da estruturação e modernização do Estado, que era muito acanhado. Houve fortes investimentos em infraestrutura, industrialização, modernização do agro, tecnologia e universidades. E agora, meu compromisso como candidato a governador é ajudar na estruturação da quarta onda: a revolução tecnológica. Aproveitar a inteligência artificial, todos os potenciais produtivos e investir maciçamente nos anéis tecnológicos que vamos criar no Entorno de Brasília, na capital, na região metropolitana e em todos os demais polos geopolíticos e geoeconômicos importantes do estado. Essa vai ser a nova onda.
E como será essa nova onda?
Meu propósito é, para além de ajudar a concluir a estruturação e a modernização do nosso Estado, avançar para valer na área da tecnologia. Teremos desafios, por exemplo, com a reforma tributária, pois os incentivos fiscais vão acabar em 2032, mas os impactos já começam a partir dos próximos anos. Teremos que ter muita criatividade e espírito de luta para encontrar caminhos que assegurem a continuidade desse desenvolvimento. Nós fizemos um plano de governo para 30 anos em 1998. Estamos no 28º ano desse plano e nada foi alterado de lá para cá desde que assumi. Agora, já estou construindo um novo plano para os próximos 30 anos, com ênfase total na inclusão social, na diminuição das diferenças regionais (valorizando as regiões menos desenvolvidas) e, principalmente, com foco na tecnologia e na revolução tecnológica para incluir os jovens e dar um dinamismo novo ao Estado, incluindo o governo digital. Vamos digitalizar todas as áreas do governo para trazer mais eficiência.
Como pretende desenvolver a inteligência artificial no Estado e incluir o jovem?
No meu primeiro governo, criei a Universidade Estadual de Goiás (UEG), que foi muito importante, principalmente para a formação dos professores do ensino fundamental. Antes, apenas 25% tinham diploma; hoje, temos 100%. Isso foi fundamental para melhorar a qualidade da educação pública. No segundo governo, criei a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG). Para a UEG, destinei 2% do orçamento anual, e para a FAPEG, 1,5%. O governo atual retirou esse orçamento vinculado. Eu vou retornar esses percentuais: 2% para a UEG e 1,5% para a FAPEG. Parte desse dinheiro será para alavancar este projeto de tecnologia.
Como será esse start?
Vamos começar com um polo em Goiânia e na região metropolitana, criando a Cidade da Tecnologia e da Inteligência Artificial. Com recursos da UEG e da FAPEG como base, buscaremos parcerias com as universidades federais e institutos tecnológicos, além de parcerias privadas, porque as pesquisas precisam ser aplicadas ao desenvolvimento econômico e às empresas, que são quem gera empregos. Temos várias áreas que vão precisar de tecnologia, como o aproveitamento de terras raras para nossos hubs tecnológicos, o apoio às energias limpas (principalmente a solar) e a aplicação no agro, na indústria, na saúde, na educação e na segurança pública — até porque o crime mudou e hoje é cibernético. Pretendemos criar esses anéis tecnológicos primeiro na região metropolitana, depois no Entorno de Brasília e nas demais regiões, de acordo com as vocações locais.
O ex-governador Ronaldo Caiado tem levado aos debates que Goiás está em uma situação positiva de segurança. Qual é a avaliação do senhor?
Olha, a sensação de segurança em Goiás é boa mesmo, é verdade, e essa sensação deve continuar. Agora, é importante registrar o trabalho que foi feito antes, quando eu e outros governadores gerimos o Estado. Eu peguei do governo anterior a pior segurança do Brasil, a menos valorizada. Os praças ganhavam menos de um salário mínimo. Eu deixei a segurança de Goiás, em 2018, com uma das melhores remunerações do país, equivalente à de Brasília (que é paga com recursos federais). Para isso, foram feitos investimentos vultosos. Eu contratei via concurso cerca de 8 mil PMs. Nas outras forças (Polícia Civil, Penal, Técnico-Científica e Bombeiros), foram mais de 13 mil a 14 mil contratados. Em 1998, o quadro era caótico: policiais andavam de bicicleta, viaturas sucateadas, falta de armamento e baixos salários. Mudamos totalmente esse cenário. Criamos também a central de comando, inteligência e controle no meu terceiro governo. Sempre uso uma figura de linguagem: não dá para colher a laranja se você não plantar a semente em terra fértil, regar e cuidar. Os indicadores de criminalidade começaram a cair vertiginosamente a partir de 2015, reflexo dos investimentos anteriores.
E qual sua visão atualmente?
Hoje, porém, nos defrontamos com um quadro preocupante: desvalorização das polícias e policiais fadigados. Quando saí do governo, tínhamos quase 14 mil PMs; hoje, temos cerca de 10 mil. Os policiais estão se desdobrando em horas extras. Há cerca de 100 municípios em Goiás sem nenhum policial fixo. Outro ponto grave é o feminicídio, que explodiu no estado. Na minha época, criei patrulhas Maria da Penha e 25 delegacias especializadas. Isso precisa voltar com força, pois é uma situação que exige prioridade real, com investimento na prática, e não apenas no discurso.
O senhor já definiu seu apoio a algum presidenciável?
Estamos definindo. Primeiro, tivemos que estruturar as alianças locais e definir as candidaturas a deputado federal, estadual, senador e vice-governador. Minha candidata a vice é uma mulher do agro, produtora rural – Jacqueline Zaiden (PSDB) –, sintonizada com as demandas do campo. Daqui para frente, vou avaliar o cenário político nacional para definir quem apoiarei.
O PSDB já foi um dos maiores partidos do país, como ele perdeu o protagonismo da direita?
Nós cometemos muitos equívocos. Cometemos equívocos em 2018 e um erro ainda maior em 2022 ao não lançarmos candidato a presidente. Tínhamos tido candidatos em sete eleições consecutivas. Não lançar candidato reduz a nossa bancada e nossa força. Contudo, fizemos um grande trabalho de reconstrução e estamos trabalhando para eleger de 25 a 30 deputados federais no Brasil, o que vai mudar a configuração e o protagonismo do PSDB. Hoje temos diversas candidaturas competitivas aos governos estaduais em Goiás, Ceará, Tocantins, Alagoas, Acre, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Vamos sair dessa eleição em uma situação bem melhor, preparando o campo para retomarmos espaço nos próximos anos.
O sonho de ser presidente da República ainda possa bater à sua porta?
Olha, o meu projeto hoje é Goiás. Eu acho que o presidente tem que ser jovem e preparado para os desafios do Brasil. Eu já ajudei muito o país como senador, deputado e governador, e quero ajudar de novo enfrentando os grandes desafios de gestão pública, fiscal e geração de oportunidades aqui no Estado. O PSDB contribuiu enormemente com o Brasil nas últimas décadas, sobretudo no governo FHC, com as grandes reformas. Queremos continuar ajudando o país a superar suas dificuldades e criar oportunidades para as novas gerações.
O Distrito Federal e Goiás têm uma relação umbilical. Qual é a sua proposta para o Entorno do DF?
Quando assumi o governo em 1999, o Entorno de Brasília era chamado de “região do nem”: nem Brasília, nem Goiás. Não havia fóruns estruturados, faltavam hospitais, asfalto, saneamento básico e água tratada na maioria dos bairros. Nós mudamos isso fazendo parcerias com os municípios: levamos redes de esgoto, água tratada, infraestrutura elétrica, asfaltamento, fóruns para as comarcas, hospitais em Valparaíso e Águas Lindas, escolas padrão Século XXI, presídios, escolas técnicas (como o CEPIS, atual Escola do Futuro) e rodovias de ligação entre as cidades da região. Agora precisamos de novos investimentos, construir um hospital regional de urgências de grande porte na região do Entorno Sul, além de firmar convênios com entidades filantrópicas e a rede privada para zerar as filas de cirurgias e exames.No transporte, as pessoas gastam até quatro horas por dia no deslocamento para o trabalho. Vou trabalhar em parceria com o governo do DF e o governo federal (ANRTT) para viabilizar um transporte de massa eficiente para as saídas Sul e Norte. Vamos conceder subsídio para baratear o custo das passagens para o trabalhador. (Vale lembrar que, como senador, lutei pela unificação da tarifa telefônica entre o DF e o Entorno, acabando com a cobrança de DDD).
O senhor já foi provado nas urnas e nos mandatos. Qual é o legado que o Marconi, pessoa física, quer deixar ao terminar a carreira política?
Uma sociedade bem mais humana e humanizada. Uma saúde, educação e segurança pública que acolham os mais pobres e os que mais precisam do poder público. Um Estado moderno, estruturado, tecnológico e cheio de oportunidades para os jovens. Quero deixar o legado de um governo que se importa com os chamados “invisíveis” da sociedade: autistas, pessoas com síndrome de Down, pessoas com doenças crônicas ou câncer. Um governo com olhar humano e fraterno, que crie programas como o Banco do Povo para incentivar o empreendedorismo e emancipar os mais humildes. Acredito em quatro pilares fundamentais para as famílias: Saúde, Habitação (com programas de moradia e reforma), Emprego (atraindo indústrias e inovação) e Educação (fortalecendo universidades e qualificando jovens). O que mais mata no Brasil é a desigualdade. O legado que quero deixar é o de um estado mais justo, desenvolvido e humano para todos.
Marconi Perillo em entrevista ao Jornal de Brasília/ Foto: Rodrigo Lima
Com o início oficial da campanha eleitoral neste domingo (16), o candidato ao Governo do Distrito Federal Ricardo Cappelli (PSB) começou a corrida pelo Palácio do Buriti com compromissos em Samambaia e no Gama. A agenda do primeiro dia foi marcada por ato religioso, caminhada em feira popular e encontros com moradores, além de uma programação voltada ao futebol local.
O primeiro compromisso ocorreu às 8h30, na Paróquia Santa Luzia, em Samambaia Sul, onde Cappelli participou de uma missa. Segundo o candidato, a escolha de iniciar o dia na igreja foi uma forma de agradecer e pedir proteção para o período eleitoral.
“Tem sido um dia muito especial. Eu comecei o dia na Paróquia Santa Luzia, lá em Samambaia, agradecendo a Deus por essa caminhada vitoriosa, pedindo proteção”, afirmou ao Jornal de Brasília.
Após a celebração, Cappelli seguiu para a Feira da Quadra 421, também em Samambaia Sul. Por volta das 10h, percorreu o espaço e conversou com comerciantes e frequentadores. A atividade marcou o primeiro contato direto com eleitores desde a abertura oficial do período de campanha.
“A gente foi para a Feira da 421, em Samambaia, uma caminhada maravilhosa, conversando com a população”, relatou.
Agenda segue no Gama
Depois dos compromissos em Samambaia, a campanha seguiu para o Gama. Ao meio-dia, Cappelli tinha previsto um almoço na Feira Azul, no Bar do Adalton, durante um samba de roda. A programação na região administrativa se estende pela tarde.
Às 16h, o candidato deve acompanhar a partida entre Gama e São José-RS, no Estádio Bezerrão. O confronto também entrou no discurso de Cappelli ao comentar o primeiro dia nas ruas. “Agora a gente veio para o Gama, vai almoçar aqui, porque daqui a pouco nós vamos subir para a Série C, com o Gamão ganhando do São José aqui no Bezerrão”, disse.
Ao avaliar a largada da campanha, Cappelli adotou um tom otimista sobre os próximos meses. “É um dia iluminado, um domingo, começando a caminhada rumo à vitória”, declarou.
O primeiro dia de campanha ocorre três dias depois de Cappelli apresentar a composição política que o acompanhará na disputa. Na quinta-feira (13), o candidato anunciou Sofia Carvalho (PSB) como vice em sua chapa e declarou apoio à reeleição da senadora Leila do Vôlei (PDT).
A candidatura de Cappelli ao Governo do Distrito Federal foi oficializada pelo PSB durante convenção partidária realizada em 3 de agosto. Com o início do período oficial de campanha, candidatos passam a intensificar agendas nas regiões administrativas, atos públicos e o contato direto com os eleitores em busca de votos para as eleições deste ano.
A Vila do Pequenino Jesus, que completou 17 anos em Brasília no sábado (dia 15), celebra uma história de solidariedade traduzida no acolhimento de 104 pessoas com deficiência. A maioria delas não tem mais referências familiares. A instituição mantém uma estrutura voltada para cuidados de saúde, alimentação, assistência e qualidade de vida.
O coordenador-geral da instituição, Jorge Deister, explica que a iniciativa, nascida em 2009, começou no Rio de Janeiro, onde era voluntário em uma casa que atendia pessoas com deficiência. Na época, Jorge era marceneiro, tinha uma empresa com cerca de 30 funcionários e uma vida profissional estabelecida.
Localizada no Lago Sul, a instituição depende de parcerias e doações para custear grande parte das despesas. Segundo Jorge Deister, ou Jorginho, os gastos chegam a aproximadamente R$ 8 mil a R$ 10 mil por dia. Ele precisa de novos recursos para atender mais pessoas.
Um grupo de Brasília conheceu o trabalho realizado em Petrópolis e decidiu levar aquela experiência para a capital. Jorge aceitou o desafio. “Eu sempre tive muito essa vontade de doar a minha vida pelo próximo”, contou.
Depois de conhecer Brasília e o projeto, ele se encantou com a proposta. Jorge e a então namorada, Cássia, que é fisioterapeuta, se casaram e vieram para a capital para iniciar a Vila do Pequenino Jesus.
No começo, eram apenas cinco acolhidos. Com o tempo, a atuação se ampliou a partir das visitas que Jorge fazia aos hospitais de Brasília. Ele percebeu que havia uma demanda significativa de pessoas que permaneciam internadas por longos períodos sem condições de retornar para casa.
“Quando eu comecei a fazer visita aos hospitais de Brasília (…) a gente começou a ver que a gente não ia ficar limitado a cinco. A gente começou a crescer, crescer”, relatou.
Atualmente, são 104 acolhidos. Segundo Jorge, entre 2024 e 2025, 25 pessoas foram retiradas da situação de permanência hospitalar e passaram a morar na Vila, em uma parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF).
A iniciativa, além de proporcionar melhores condições de vida aos pacientes, também contribui para liberar leitos hospitalares para outras pessoas.
Uma casa
A Vila atende pessoas que apresentam condições neurológicas e físicas e que, segundo avaliação da equipe clínica, necessitam de cuidados permanentes. A instituição procura individualizar o atendimento, levando em consideração as necessidades de cada acolhido.
“Por ser uma casa muito grande, a gente tenta assim, mesmo na medida do possível, individualizar o cuidado”, explicou Jorginho.
A estrutura conta com profissionais de diferentes áreas, como psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, médico, dentista, coordenadores e administradores. Há também uma cozinha industrial e cuidadoras responsáveis pelo acompanhamento cotidiano.
Para Jorge, porém, o trabalho vai além da assistência. Muitos dos acolhidos perderam o vínculo com suas famílias.
“Os que a gente acolhe também, 90% não têm família, não têm referência familiar, foi rompido isso”, afirmou.
Por isso, a Vila procura reproduzir, dentro das possibilidades, o ambiente de uma casa. Alimentação, passeios e atividades são adaptados às necessidades individuais. Um dos projetos leva semanalmente grupos de cinco ou seis acolhidos a espaços públicos acessíveis, como shoppings.
A iniciativa também busca chamar a atenção da sociedade para a necessidade de acessibilidade. “Eu gosto muito disso hoje, levar eles ao shopping para ver (…) pra sociedade notar que as lojas têm que estar adaptadas”, disse.
Mutirão de fraldas reúne cerca de 300 voluntários
Entre as principais ações de solidariedade da Vila está o mutirão de fraldas, realizado mensalmente. A iniciativa surgiu de uma necessidade básica: a instituição utiliza cerca de 800 fraldas por dia.
A mobilização costuma reunir aproximadamente 300 voluntários, principalmente no segundo sábado de cada mês. O trabalho é simples e permite a participação de pessoas de diferentes idades.
“Isso é o início da dignidade. A gente tendo fralda para cuidar deles é importantíssimo pra gente”, destacou Jorge.
A fabricação própria surgiu depois de um período em que a instituição recebeu uma grande quantidade de doações, mas posteriormente viu os estoques diminuírem. Jorge conta que, durante os primeiros anos da Vila, um vídeo pedindo fraldas viralizou e provocou uma mobilização nacional e até internacional.
“Eu recebi ligações aproximadamente de 10 países diferentes. O Brasil todo se mobilizou”, lembrou.
A campanha chegou a gerar doações suficientes para cerca de três anos. Com a redução posterior das doações, surgiu a necessidade de encontrar uma solução permanente.
“Eu comecei a pensar, puxa vida, ficar comprando fralda pro resto da vida, eu não vou aguentar”, contou.
A Vila conseguiu então uma máquina para fabricação de fraldas e, após quase um ano de adaptações, colocou o equipamento em funcionamento. Com apoio da Fundação Banco do Brasil para a compra dos insumos, a instituição criou sua própria produção.
Hoje, um funcionário fabrica cerca de 400 fraldas por dia. Como a produção ainda não é suficiente para atender toda a demanda, o mutirão mensal continua sendo fundamental.
“E começamos a fabricar fralda. E hoje isso aí virou, graças a Deus, uma coisa importantíssima pra gente”, afirmou Jorge.
A dinâmica do mutirão é acessível: os voluntários ajudam principalmente na colocação das etiquetas e na dobra das fraldas. “Pode fazer fralda quem tem 4 anos e que tem 90”, brincou o coordenador.
Solidariedade também é presença
Para Jorge, o voluntariado não deve ser visto apenas como uma forma de doação de tempo ou trabalho. Ele acredita que a experiência de conhecer a Vila é fundamental para criar vínculos e compreender as necessidades dos acolhidos.
“O mais importante pro voluntário é ele ir na Vila, porque o voluntário tem que fazer aquilo que ele gosta para ele sentir vontade de voltar”, explicou.
Ele próprio aprendeu essa lição depois de pedir a um vizinho que limpasse um lago da instituição. O homem passou um dia inteiro realizando o serviço, mas nunca mais voltou.
“Eu fui entender o que o voluntário tem que fazer: não aquilo que eu quero, mas aquilo que ele gosta”, contou.
A manutenção da Vila, entretanto, depende de uma combinação de parcerias e doações. O GDF mantém um convênio que contribui com recursos humanos, enquanto outras despesas são custeadas por doações e pelo trabalho de mobilização da instituição.
“Tem que ter uma luta muito grande da nossa parte pra gente fazer a Vila acontecer e manter a dignidade daqueles que Deus nos confiou lá”, afirmou.
Sentido ao trabalho
Entre as histórias que marcaram Jorge está a de Márcio, que passou quatro anos internado em um hospital depois de ser baleado e permanecer um período em coma. Durante uma visita, a esposa de Jorge perguntou ao paciente o que ele mais precisava.
A resposta foi simples: “Eu queria uma família que me dê carinho e amor”.
A história terminou com a adoção de Márcio por Jorge e sua esposa. “Márcio mora com a gente hoje e ele nos faz rir demais”, contou.
É por histórias como essa que Jorge afirma se sentir privilegiado por viver próximo aos acolhidos.
“Eu me sinto assim um privilegiado, sabe, de eu poder acordar todo dia de manhã (…) e ver aquelas pessoas que eu conheço a história de todos eles”, disse.
Para ele, o trabalho também é uma forma de enfrentar o abandono e lembrar que a dignidade não deve depender da capacidade de uma pessoa produzir.
A Record, entre produções bíblicas e novelas turcas, já tem toda a ordem da sua dramaturgia estabelecida até o final de 2027.
O começo será agora em setembro, com tudo inédito, a partir das duas últimas temporadas de “Reis”.
Depois, “Amor em Ruínas”, que estreia em fevereiro, será substituída por “Ben-Hur”. “As Sete Marias”, inspirada na história de Maria Madalena, e “A Ira do Herdeiro” virão na sequência, com “Os Sete Anjos” completando a programação do ano.
Na faixa dedicada às novelas turcas, após “Iludida”, que substituirá “Amor de Mãe” no dia 25, serão exibidas “My Little Girl” e “Doutor Milagre”, esta inspirada na série americana “The Good Doctor”.
Trata-se, portanto, de uma programação desenhada com cores definitivas, mantendo a aposta da Record nas bíblicas e turcas como pilares centrais da sua dramaturgia.
Mutantes 2026
A Record também está entrando de cabeça no campo das novelas verticais, e a primeira delas será “Mutantes – Nova Era” para exibição na RecordPlus.
Entre as certezas, a participação de alguém de 2008 para dar a devida liga com os personagens da versão de agora.
(Crédito: Dan Taviansky)
Descompensado
Difícil responsabilizar este ou aquele, porque a questão das operadoras também pode existir, mas, em várias transmissões de futebol, o áudio não tem apresentado o equilíbrio desejado.
O barulho da torcida muitas vezes cobre o narrador. Flamengo e São Paulo, Rosário e Corinthians, um aqui e outro fora, são só alguns dos últimos exemplos.
Tá enrolado
Ainda do futebol, há a expectativa por parte de alguns veículos de sair o resultado da Copa do Brasil, direitos de transmissão, nessas duas próximas semanas.
No entanto, alguns dos que frequentam a sede da CBF não têm toda essa certeza.
Tiro certo
Um toque a mais, porque isso já foi falado aqui, mas que pode ajudar: a direção do SBT tem que pensar com carinho na continuidade da “Sessão +SBT”.
A própria audiência e repercussão alcançadas avaliam essa aposta. Sei porque já estive lá: o arquivo da Anhanguera está recheado de coisas maravilhosas.
(Crédito: Divulgação/SBT)
A propósito
Existem profissionais nos bastidores das TVs, e isto em seus tantos setores, que merecem o melhor dos reconhecimentos.
A contribuição de todos para o conjunto dos trabalhos sempre é absolutamente imprescindível.
Um exemplo
Em se tratando do arquivo do SBT, em meio às comemorações dos seus 45 anos, o nome do Dorival Afonso merece todas as homenagens.
Está à frente de um setor que sempre se destacou pela eficiência e organização.
E outra
Gaby Cabrini e Gabriel Cartolano, naturalmente, são sempre citados em se tratando da “Sessão +SBT”, mas é também muito justo destacar o trabalho do pessoal por trás.
A direção é de Norma Mantovani, curadoria de Allan Gomes e criação de Murilo Fraga.
Silêncio em cima
Em relação a “Avenida Brasil 2”, que vem aí, a Globo está adotando uma postura diferente da que sempre teve e tem com as suas novelas.
Além de autor, equipe de direção e alguns nomes do elenco, muito pouca coisa se sabe ou foi divulgada até agora. É um silêncio proposital, estratégico, para não comprometer nada antes da hora.
Mudanças à vista
O esporte da Globo, em breve, deverá realizar algumas mudanças na apresentação dos seus programas.
Por aí se entenda, “Globo Esporte”, em algumas praças, e mesmo o “Esporte Espetacular” nos domingos.
Dupla avançada
“Por Você” é a estreia da Globo, nesta segunda, 19h, no lugar de “Coração Acelerado”.
Trabalho dos autores estreantes Dino Cantelli e Juliana Peres, direção de André Câmara e um elenco pesado, com nomes como Sheron Menezzes, Thiago Lacerda, Lucy Ramos, Alinne Moraes e Larissa Murai, entre outros. Muita da história, por sinal, vai girar em torno da relação dessas duas últimas.
(Vanessa (Alinne Moraes) e Giovana (Larissa Murai) em ‘Por Você’ – Globo/Manoella Mello)
Apostando alto
O espaço aos novos autores aparece sempre como uma das necessidades essenciais da TV.
É o que Globo agora faz muito bem em “Por Você”, mesmo assumindo o horário que era de “Coração Acelerado”. Uma novela que prometeu muito, mas entregou quase nada. Ficou devendo demais.
Bate – Rebate
· A Record inicia amanhã, no “Balanço Geral SP”, as sabatinas com os candidatos ao Governo de São Paulo…
· … Pela ordem do sorteio, Tarcísio de Freitas primeiro e Fernando Haddad na quinta. Eleandro Passaia vai conduzir esses encontros.
· Na Cultura, o “Provoca”, do Marcelo Tas, recebe amanhã, 22h30, o fotógrafo e fotojornalista Pedro Martinelli.
· Desde este último sábado até quinta-feira, o Canal Brasil exibe o Festival José Wilker, numa homenagem aos 82 anos que ele estaria completando.
· O “Hoje em Dia”, da Record, exibe hoje mais uma edição do quadro “Personagens do Brasil”, com Renata Alves…
· … Em Salvador, ela conhece Gabriel Velloso, especialista em leitura labial e dublador que soma mais de 3,6 milhões de seguidores.
· A Caravana do Silvinho também chega para celebrar os 45 anos do SBT, com 45 esculturas inspiradas em Silvio Santos…
· … A exposição fica no gramado próximo à Tenda do “Bake Off Brasil”, no Parque Aquático do SBT, de hoje até 30 de setembro.
· “Vicentina Pede Desculpas”, novo trabalho de Gabriel Martins, está na disputa pela Concha de Ouro no Festival de San Sebastián…
· … O filme foi selecionado para a Seção Oficial do evento espanhol, que acontece de 18 a 26 de setembro.
O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo (Novo) iniciou oficialmente a campanha eleitoral neste domingo (16) com uma sequência de compromissos em diferentes regiões administrativas. Ao lado do candidato a vice-governador, Rafael Sampaio (Novo), ele participou de caminhadas, encontros com apoiadores e da inauguração do comitê de campanha.
A primeira agenda ocorreu pela manhã, em Taguatinga. A partir das 9h, Kiko e apoiadores passaram pela Feira do Bicalho e pelo Taguaparque. Depois, a comitiva seguiu para Águas Claras, onde o comitê da candidatura ao Palácio do Buriti foi inaugurado.
Durante as atividades, Kiko defendeu uma mudança na administração do Distrito Federal e afirmou que pretende apresentar uma proposta baseada em eficiência e transparência. “Hoje damos o primeiro passo para mostrar que o Distrito Federal pode, sim, ter uma gestão eficiente, transparente e sem velhas práticas políticas. A energia das ruas neste início de campanha nos dá a certeza de que a população quer renovação de verdade”, declarou.
A agenda continuou no Gama durante a tarde. Kiko e Rafael participaram de um almoço com apoiadores e lideranças locais às 12h30. Mais tarde, os candidatos fizeram uma caminhada pela região e conversaram com moradores e comerciantes.
Ceilândia foi a última parada do primeiro dia de campanha. A dupla se reuniu com lideranças comunitárias e encerrou a programação em um encontro com integrantes do movimento Hip Hop.
Os compromissos ocorreram no primeiro dia em que a propaganda eleitoral passou a ser permitida para as eleições de 2026. A partir deste domingo, os candidatos estão autorizados a pedir votos e realizar atos de campanha nas ruas e na internet.