Dia: 10 de agosto de 2026

  • Sesc-DF abre inscrições para viagens gratuitas de estudantes da rede pública

    Sesc-DF abre inscrições para viagens gratuitas de estudantes da rede pública

    Viajar, para muitos, é apenas uma pausa na rotina. Para outros, pode ser o primeiro encontro com um mundo até então distante. É nesse território de descobertas, onde o horizonte deixa de ser apenas uma linha ao longe e passa a representar possibilidades concretas, que o Sesc-DF aposta no turismo social como instrumento de inclusão, educação e transformação.

    Até o dia 21 de agosto, estarão abertas as inscrições para a segunda edição do projeto Turismo Social: Embarque na Inclusão, iniciativa que levará adolescentes da rede pública do Distrito Federal e do Entorno a destinos como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Porto Seguro, com todas as despesas custeadas pela instituição.

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    O projeto tem como objetivo oferecer experiências inéditas como embarcar em um avião pela primeira vez, hospedar-se em um hotel, conhecer o mar, visitar patrimônios históricos e culturais e compartilhar momentos que, muitas vezes, permaneciam fora do alcance de famílias de baixa renda.

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    Para a diretora de Programas Sociais do Sesc-DF, Cíntia Gontijo, o turismo social é uma das frentes mais significativas da instituição justamente por proporcionar oportunidades que ultrapassam o lazer.

    “O turismo social é um ramo forte dentro do Sesc-DF. O projeto busca dar oportunidade a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade de conhecer uma realidade diferente. Uma viagem de avião, hospedagem em um hotel, sentar em um restaurante e ter a oportunidade de almoçar de forma diferente. Temos um carinho muito especial por esse movimento”, afirma.

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    Essa experiência já foi vivida pela estudante Ana Beatriz, de 14 anos, que participou da edição anterior do projeto e viajou para Guarapari, no Espírito Santo. A viagem marcou sua primeira experiência fora do Distrito Federal e também seu primeiro voo de avião. “Foi uma experiência incrível. Eu conheci várias pessoas novas e o que mais me marcou foram as amizades que fiz”, conta a jovem.

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    Sem esconder a emoção, Ana lembra da felicidade de ocupar um assento na janela da aeronave. Mais do que a viagem em si, ela acredita que o projeto modificou sua forma de enxergar o futuro. “Abriu muitas oportunidades para mim. Mudou meus planos, mudou a faculdade que eu quero fazer. Hoje eu quero cursar Medicina”, disse.

    O impacto da iniciativa também alcança as famílias. Para Kilvya Borges, mãe de Ana Beatriz, a viagem representou uma oportunidade que dificilmente seria possível sem o apoio do Sesc. “Foi uma oportunidade de ela conhecer outras culturas, outros lugares. Quem tem uma renda mais baixa nem sempre consegue proporcionar isso aos filhos. O Sesc fazer esse projeto é algo muito bacana”, afirma.

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    Mãe e filha viajaram juntas, e Kilvya destaca que a convivência durante o roteiro fortaleceu ainda mais o vínculo entre as duas. “Com certeza fortaleceu nossa relação. Foi maravilhoso. Eu digo para quem puder participar: se inscrevam. É gratificante, é uma oportunidade de conhecer novos lugares, novas pessoas e viver algo transformador”, comentou Kilvya.

    Na primeira edição, realizada em 2025, o projeto beneficiou 113 jovens. Em 2026, a previsão é atender 19 adolescentes em cada uma das seis viagens programadas, sempre acompanhados por um adulto.

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    Podem participar estudantes de 12 a 17 anos da rede pública do Distrito Federal ou bolsistas integrais da rede privada, pertencentes a famílias com renda bruta familiar per capita de até um salário mínimo federal, conforme os critérios do Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG).

    As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Sesc-DF, onde também está disponível o edital com todas as regras, documentação exigida e cronograma do processo seletivo.

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    Com informações do Jornal de Brasília

  • Participante do “Big Brother” defende urinar em chuveiro coletivo e causa polêmica

    Participante do “Big Brother” defende urinar em chuveiro coletivo e causa polêmica

    A jovem de 25 anos afirmou que não se arrepende da atitude dentro do reality e defendeu a prática após deixar o programa

    Uma participante do “Big Brother” gerou polêmica ao protagonizar uma cena dentro do reality show. Ao deixar a casa, a jovem de 25 anos afirmou que defende o ato de urinar durante o banho, no chuveiro coletivo, e acredita que outras pessoas também fazem o mesmo.

    Lyric Medeiros, do “Big Brother 28”, dos Estados Unidos, disse, em entrevista ao Page Six, que não se arrependeu do episódio em que admitiu ter urinado no banheiro coletivo: “Acho que todo mundo urina no chuveiro, pelo menos eu acho. Não sei”, declarou.

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    Reprodução Instagram

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    Reprodução TV Globo

    Reprodução TV Globo


    A participante disse ainda ter aprendido uma lição sobre conviver com mais 15 pessoas: “Em uma casa com 16 pessoas, você não urina no chuveiro porque isso pode viralizar”, falou. “E não admita, mesmo que faça”, completou ela.

    Medeiros afirmou também que o episódio não foi tão nojento quanto pareceu ao público: “Acho que usei sabonete e a água estava correndo, então isso meio que anulou tudo”, explicou. Ela ainda afirmou que, se voltasse ao reality, repetiria a ação, mas não falaria a respeito: “Podem anotar: eu não estaria no chuveiro e não contaria a todo mundo”.

  • Celina Leão confirma realização do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

    Celina Leão confirma realização do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

    A governadora Celina Leão (PP) usou o X nesta segunda-feira (10) para anunciar a realização do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que estava marcado para acontecer entre 11 e 19 de setembro e havia sido dado como cancelado horas antes. Segundo a governadora, a edição deste ano está confirmada e ela já determinou à Secretaria de Economia que providencie os recursos necessários para viabilizar o evento.

    Mais cedo, o diretor-geral de produção do festival, Henrique Rocha, havia confirmado o cancelamento em entrevista ao Jornal de Brasília. Ele relatou que a informação de que o governo não aportaria recursos foi repassada em reunião presencial na Secretaria de Cultura, o que, segundo ele, implicava o fim da edição por insolvência financeira. “É algo inédito no período democrático e que naturalmente não esperávamos: estamos trabalhando nesta edição desde março deste ano, quando, por orientação e com a presença deste mesmo governo, abrimos inscrições e lançamos o Festival nacionalmente. É inacreditável”, disse Rocha.

    A publicação da governadora representa uma reviravolta em relação ao posicionamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que na manhã desta segunda havia informado à produção do festival que não faria o repasse necessário para a realização da mostra. A pasta chegou a afirmar à reportagem que não se manifestaria oficialmente sobre o assunto até uma reunião prevista para quarta-feira (12).

    Ainda não está claro se os recursos anunciados por Celina Leão correspondem à totalidade dos R$ 3 milhões inicialmente previstos, nem quando serão de fato liberados, já que a governadora não detalhou como se dará o repasse, mesmo sendo a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa a pasta responsável pelas tratativas com a produção do festival.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Sarau em Brazlândia celebra encerramento de leitura de obra de Socorro Acioli

    Sarau em Brazlândia celebra encerramento de leitura de obra de Socorro Acioli

    Cerca de 50 pessoas idosas participaram, na última sexta-feira (7/8), de um sarau literário promovido pelo Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) de Brazlândia para marcar o encerramento da leitura de “A Cabeça do Santo”, da escritora cearense Socorro Acioli. A atividade encerrou a 14ª edição do Clube do Livro Arvoreando Saberes, projeto desenvolvido ao longo de dois meses com leitura compartilhada, debates e ações artísticas relacionadas à obra.

    A programação do encontro incluiu sessão de cinema com vídeos do local que inspirou a história do livro e entrevistas da autora sobre o processo de escrita. Os participantes também revisitaram a narrativa por meio de um jogo de perguntas e respostas, apresentaram um cordel produzido coletivamente com resumo da obra e visitaram uma exposição de esculturas de cabeças feitas durante as oficinas de leitura. O espaço foi ambientado com elementos ligados à história e contou com um lanche especial, com comidas que ganharam destaque ao longo da leitura, como baião de dois e cuscuz.

    O romance narra a trajetória de um jovem que busca cumprir as promessas feitas à mãe e, ao longo do caminho, redescobre a fé nas pessoas e na vida. A obra também leva à reflexão sobre desigualdades sociais e de gênero e aborda temas como resiliência, empoderamento, solidariedade e a busca por um mundo mais justo e inclusivo.

    Segundo a chefe do Cecon Brazlândia, Daniele Menezes, o projeto busca democratizar o acesso aos livros por meio de estratégias inclusivas e promover atividades intergeracionais, fortalecendo vínculos comunitários, respeito, solidariedade e troca de experiências entre os participantes. Ela afirmou ainda que a leitura contribui para a ampliação do repertório cultural e informacional, estimula funções cognitivas e pode ajudar na redução do estresse e da ansiedade.

    Atualmente, o Clube do Livro Arvoreando Saberes conta com 36 participantes frequentes e já chegou ao 14º livro lido por meio de uma estratégia de leitura acessível e inclusiva. A leitura de “A Cabeça do Santo” começou em junho e foi concluída após 10 encontros semanais. Como o grupo é formado majoritariamente por pessoas idosas, muitas delas não alfabetizadas ou com baixa acuidade visual, as educadoras sociais da unidade transformam cada obra em audiobook e radionovela, com diferentes vozes e efeitos sonoros.

    Atendida pelo Cecon há mais de 15 anos, Maria das Graças Nunes disse gostar muito das leituras oferecidas pelo clube e afirmou que, a cada edição, aprende novas histórias e percebe como a cultura e a literatura podem transformar vidas.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Arena gamer integra programação da Feira da Uva e do Vinho em Brasília

    Arena gamer integra programação da Feira da Uva e do Vinho em Brasília

    Entre os dias 7 e 16 de agosto de 2026, a 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília terá uma atração dedicada à tecnologia, à inovação e à cultura digital. A Arena Gamer será realizada no Parque de Exposições de Planaltina e oferecerá gratuitamente ao público experiências com jogos eletrônicos e atividades interativas.

    A proposta é ampliar o acesso da população às novas tecnologias e aproximar crianças, jovens, adultos e famílias desse universo. O espaço foi concebido para unir entretenimento, aprendizagem e experimentação tecnológica, com contato direto com equipamentos e experiências ligadas ao ambiente gamer e a tecnologias emergentes.

    Entre as atrações previstas estão áreas de PC Gamer, consoles, fliperamas, Just Dance, simuladores de corrida, realidade virtual, robótica e uma exposição sobre a história dos videogames, além de atividades voltadas à cultura gamer e à interação com o público.

    A iniciativa também reforça o caráter multissetorial da Feira Nacional da Uva e do Vinho, ao incluir ciência, tecnologia e inovação em uma programação tradicionalmente associada ao turismo, à gastronomia, à cultura e à produção regional.

    Outro eixo do projeto é a inclusão e a acessibilidade. A Arena contará com piso adequado para atendimento a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, circulação acessível e equipe de apoio. A estrutura geral da feira também terá banheiros adaptados, rampas e outras instalações necessárias à participação dos visitantes.

    Além das atividades, o projeto realizará pesquisa de satisfação com o público para avaliar a experiência dos participantes, a qualidade das estruturas e equipamentos, o atendimento das equipes e a percepção sobre a presença da tecnologia e da inovação dentro da feira. Os resultados devem contribuir para medir o alcance da iniciativa e aprimorar futuras ações.

    Com informações da Agência Brasília

    Com informações do Jornal de Brasília

  • “A Fazenda 18”: Oscar Magrini está em negociações avançadas para o reality

    “A Fazenda 18”: Oscar Magrini está em negociações avançadas para o reality

    Veterano da televisão é um dos nomes fortes cotados para o elenco da nova temporada da Record, que terá prêmio de R$ 2 milhões

    O elenco de “A Fazenda 18” pode ganhar um veterano de peso e bastante conhecido do público. O portal LeoDias apurou que Oscar Magrini está em negociações avançadas para integrar a próxima temporada do reality rural da Record. O ator, de 64 anos, é um dos nomes fortes na mesa da emissora e já estaria em conversas para validar sua entrada no confinamento. Se o acordo avançar e o contrato for assinado, o artista trocará os roteiros das novelas pela convivência intensa, pelas festas e, claro, pelas inevitáveis tretas da sede. Em jogo, estará o prêmio de R$ 2 milhões.

    Se depender da bagagem que levará para o confinamento, Magrini tem potencial para despertar a curiosidade do público. Com mais de três décadas de televisão, o ator coleciona personagens que ficaram no imaginário dos noveleiros, principalmente quando o assunto é aquele tipo de galã conquistador que não passa despercebido. Um de seus trabalhos mais lembrados veio em “O Rei do Gado”, em 1996, quando interpretou Ralf Tortelli, personagem que ajudou a projetá-lo nacionalmente. Dois anos depois, voltou a ganhar destaque como Gustinho, de “Torre de Babel”. Na extensa trajetória, ainda passou por produções como “Mulheres de Areia”, “Duas Caras”, “Em Família”, “Geração Brasil”, “Orgulho e Paixão” e “A Dona do Pedaço”.

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    Oscar Magrini

    Foto: Reprodução/Instagram @oscarmagrini

    Oscar MagriniFoto: Reprodução/Instagram @oscarmagrini

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    Oscar Magrini

    Foto: Reprodução/Instagram @oscarmagrini

    Oscar MagriniFoto: Reprodução/Instagram @oscarmagrini


    E não é apenas dentro das novelas que o possível peão tem história para contar. Antes de conquistar espaço na televisão, Oscar foi professor de educação física, teve academia e locadora de vídeo e também trabalhou como modelo fotográfico. Na vida pessoal, mantém um casamento de longa data com Matilde Mastrangi, ex-atriz que se tornou um dos nomes conhecidos da era da pornochanchada no cinema brasileiro. Os dois estão juntos desde 1990 e são pais de Isabella Magrini, única filha do casal. Se topar mesmo o desafio, será justamente essa figura conhecida há décadas pelo público que aparecerá sem personagem, roteiro ou segunda tomada diante das câmeras do reality.

    Caso a negociação seja concluída, Magrini também reencontrará a Record, mas agora em um terreno bem diferente da dramaturgia. Na emissora, o ator já esteve em produções como “Marcas da Paixão” e “Gênesis”, na qual interpretou Noé. “A Fazenda 18” estreia em 14 de setembro, com gravações em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, sob o comando de Adriane Galisteu e direção de Rodrigo Carelli. Enquanto a lista oficial não vem, o portal LeoDias já cravou outros dois nomes para a disputa pelos R$ 2 milhões: Marcelo Alves, mais conhecido como Marcelinho, do “BBB26”, e Lorena Maria, atriz, influenciadora digital e ex-namorada de MC Daniel.

  • Jardim Botânico e Plano Piloto terão energia suspensa nesta terça

    Jardim Botânico e Plano Piloto terão energia suspensa nesta terça

    Nesta terça-feira (11), áreas do Jardim Botânico e do Plano Piloto terão o fornecimento de energia suspenso por conta de serviços de modernização da rede elétrica. A interrupção é necessária para garantir a segurança das equipes que executam o trabalho.

    No Jardim Botânico, o desligamento ocorrerá das 9h às 15h, na DF-135, km 10, abrangendo as chácaras Raio de Sol, Recanto dos Inocentes e Selva de Pedra. Já no Plano Piloto, a interrupção será das 10h às 16h, na Vila Planalto, Rua DFL, Casa 6.

    Caso o serviço termine antes do previsto, a rede será religada. Além dos desligamentos programados, pode haver interrupção de energia em outras regiões sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem usar o 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

    Com informações da Agência Brasília

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Giro Distrital destaca aprovação do projeto de passe livre estudantil

    Giro Distrital destaca aprovação do projeto de passe livre estudantil

    Giro Distrital destaca aprovação do projeto de passe livre estudantil

    Publicado em 10/08/2026 14h00

    Foto: Reprodução / TV Câmara Distrital

    Já está no ar a 211ª edição do programa Giro Distrital, com o resumo da semana na Câmara Legislativa e reportagens que aprofudam os temas discutidos na Casa de Leis do Distrito Federal. 

    Nesta edição:

    1) De volta ao Plenário! Deputados distritais abrem trabalhos do segundo semestre com pronunciamentos;

    2) Tarifa Zero: projeto aprovado na CLDF amplia possibilidade de uso do passe livre estudantil;

    3) Arte plural: diversidade de estilos é destaque da nova exposição em cartaz na CLDF;

    4) Natureza em foco: reportagem especial explica por que a CLDF reconheceu a Fercal como patrimônio do ecoturismo;

    5) Os destaques da semana na Câmara Legislativa.

    O Giro Distrital é um programa da TV Câmara Distrital, com transmissão todo domingo às 12h nos canais 9.3 (aberto), 11 (Claro) e 9 (Vivo), com reprises ao longo da semana.
     

     

    Agência CLDF

    Agência CLDF de Notícias

  • Carro pega fogo e interdita via de acesso ao Jardim Botânico

    Carro pega fogo e interdita via de acesso ao Jardim Botânico

    Um carro foi atingido por um incêndio na manhã desta segunda-feira (10), na via de acesso ao Jardim Botânico, no Distrito Federal. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado por volta das 10h11 para atender à ocorrência. Quatro viaturas foram mobilizadas para combater as chamas e controlar os riscos provocados pelo fogo.

    Apesar do incidente, nenhuma pessoa ficou ferida durante a ocorrência. Quando chegaram ao local, os militares encontraram o veículo completamente tomado pelas chamas. As equipes iniciaram o combate ao incêndio e conseguiram controlar a situação rapidamente. Após a extinção do fogo, os bombeiros realizaram os procedimentos necessários para eliminar possíveis riscos no local.

    O automóvel, no entanto, sofreu danos parciais provocados pelo incêndio. Por medida de segurança, o trecho precisou ser interditado durante o trabalho das equipes de emergência. A interrupção temporária do trânsito teve como objetivo proteger os bombeiros e os motoristas que passavam pela região.
    A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também esteve presente durante o atendimento da ocorrência.

    Não foram registradas outras vítimas ou intercorrências relacionadas ao caso. A perícia de incêndio do CBMDF não foi acionada, conforme informado pela corporação. O proprietário do veículo não solicitou a realização do procedimento pericial para identificar a origem do fogo. Até o momento, portanto, não há informações oficiais sobre o que provocou o incêndio. As circunstâncias que levaram o veículo a pegar fogo permanecem sem esclarecimento.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Simulado de emergência em oleoduto testa atuação integrada e orienta população em Ceilândia

    Simulado de emergência em oleoduto testa atuação integrada e orienta população em Ceilândia

    A faixa de dutos da Transpetro, em Ceilândia, receberá nesta quarta-feira (12), às 9h, um simulado de emergência com cenário de vazamento em oleoduto. A atividade contará com a participação de equipes de resposta e da comunidade próxima à área.

    Durante o exercício, a população será orientada a realizar uma evacuação simulada para uma área previamente indicada, o que permitirá avaliar procedimentos de comunicação, deslocamento e percepção de risco dos moradores que vivem nas proximidades da faixa de dutos.

    O simulado também vai testar a capacidade de resposta das equipes da Transpetro e a atuação integrada dos órgãos públicos diante de uma situação de emergência. Entre os objetivos estão verificar o acionamento das equipes, a disponibilidade de materiais e equipamentos e a eficiência dos procedimentos administrativos e operacionais previstos para esse tipo de ocorrência.

    As equipes envolvidas também serão capacitadas para atuar no controle de emergências com uso do Sistema de Comando de Incidente (SCI), metodologia que organiza a atuação de diferentes instituições em uma ocorrência.

    A atividade será usada ainda para reforçar junto à comunidade os canais de comunicação da Transpetro em situações relacionadas à operação, incluindo o telefone 168. O simulado faz parte das ações de preparação para emergências e busca fortalecer a integração entre órgãos públicos, empresa e comunidade.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Thiago Servo pede teste de DNA para confirmar paternidade de suposta filha: “Quero ter o direito de saber”

    Thiago Servo pede teste de DNA para confirmar paternidade de suposta filha: “Quero ter o direito de saber”

    Após três tentativas frustradas de realizar o teste de DNA, a Justiça determinou a retirada do nome de Thiago Servo do registro de nascimento da adolescente, e cantor deixou de ser reconhecido legalmente como pai

    O cantor sertanejo Thiago Servo, que integrou a dupla Thaeme & Thiago, voltou a expor publicamente a disputa judicial envolvendo a paternidade de uma adolescente de 13 anos. Neste domingo (9/8), Dia dos Pais, o artista publicou um vídeo nas redes sociais em que fez um apelo à ex-namorada, Gabrielle Tacconi Huese, mãe da menina, para que os dois realizem um teste de DNA.

    Thiago afirma acreditar que é o pai biológico da adolescente, mas diz que nunca teve a confirmação por meio de exame. Na publicação, ele pediu que Gabrielle aceite realizar o procedimento para colocar fim à dúvida que, segundo ele, o acompanha há anos.

    “Imagina você tirar o direito de uma filha, de uma criança conviver com o pai por orgulho, só pra punir esse pai”, diz o cantor no começo do vídeo. “Gente, vocês têm acompanhado o que eu venho passando nos últimos anos. Eu não quero dinheiro, não quero nada. Só quero ter o direito de saber se eu sou o pai da minha filha. No meu coração eu tenho certeza que eu sou o pai. Então quero fazer um pedido para você, Gabrielle. Vamos fazer esse exame”, pede o artista.

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    Cantor Thiago Servo quando foi preso por não pagamento de pensão alimentíciaFoto: Reprodução

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    Thiago ServoFoto: Reprodução

    Foto: Divulgação

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    Leo Dias

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    Reprodução

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    Reprodução / Record TV

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    Disputa se arrasta há anos

    A controvérsia em torno da paternidade já resultou em conflitos judiciais e teve consequências para a vida pessoal e profissional do sertanejo. Segundo Thiago, ele chegou a pagar pensão alimentícia por anos, mesmo sem que a relação biológica com a menina tivesse sido comprovada por um exame de DNA.

    Em 2016, o cantor foi preso em razão de uma dívida relacionada à pensão alimentícia. À época, o valor citado no processo girava em torno de R$ 500 mil. Thiago também afirma que o episódio teve impacto em sua trajetória profissional, com perda de trabalhos e contratos.

    Anos depois, em 2022, a Justiça determinou a retirada do nome do artista do registro de nascimento da adolescente. A decisão ocorreu após Gabrielle não comparecer a três tentativas de coleta de material genético determinadas judicialmente. Com a medida, Thiago deixou de ser reconhecido legalmente como pai da menina.

    Mesmo após a alteração no registro, o cantor continuou defendendo a realização do exame para esclarecer definitivamente a questão.

    Cantor desistiu de processo

    Além da disputa envolvendo a paternidade, Thiago também chegou a mover uma ação contra a ex-companheira. O processo incluía pedidos relacionados a supostos prejuízos financeiros e danos morais que o artista afirma ter enfrentado durante o conflito judicial.

    Entre os valores reivindicados estavam quantias referentes à pensão alimentícia que, segundo ele, foram pagas ao longo dos anos, além de outros prejuízos que atribui à situação. O processo chegou a envolver um pedido de indenização milionária, mas o cantor decidiu posteriormente desistir da ação.

    Apesar da decisão, Thiago deixou claro que a desistência do processo não significa abrir mão de esclarecer a paternidade. “Não desisti da minha filha”, afirmou.

    Agora, o sertanejo diz que sua prioridade é descobrir se existe, de fato, um vínculo biológico com a adolescente. Segundo ele, a intenção não é buscar uma compensação financeira ou alimentar uma disputa com a ex-companheira, mas obter uma resposta definitiva e, caso o resultado confirme a paternidade, ter a possibilidade de construir uma relação com a filha.

    Gabrielle Tacconi Huese não se pronunciou publicamente sobre o pedido feito pelo cantor até o momento.

  • PM apreende drogas e produtos em ônibus na divisa do DF

    PM apreende drogas e produtos em ônibus na divisa do DF

    Uma fiscalização da Polícia Militar do Distrito Federal resultou na apreensão de drogas e outros produtos transportados em um ônibus de viagem na madrugada desta segunda-feira (10). O veículo fazia a linha entre São Paulo e o Piauí quando foi abordado em um bloqueio montado na DF-130-B. A ação ocorreu por volta de 0h20, na região de divisa entre o Distrito Federal e Goiás.

    O material estava no compartimento de cargas do ônibus e foi localizado durante a inspeção. Os policiais encontraram duas caixas de papelão que haviam sido despachadas como encomendas no veículo. Em uma delas, foram localizados 14 tabletes de uma substância identificada preliminarmente como maconha e outros dois de material semelhante à cocaína.

    A segunda embalagem continha 41 cigarros eletrônicos, além de 60 capas e 130 películas destinadas a aparelhos celulares. A origem e o destino dos produtos deverão ser apurados durante o procedimento policial. A abordagem faz parte das ações de fiscalização realizadas pela PMDF em pontos estratégicos das rodovias que dão acesso ao Distrito Federal.

    A localização das drogas impediu que o material prosseguisse no trajeto previsto e chegasse ao destino indicado na encomenda. Os entorpecentes foram retirados de circulação e separados dos demais produtos encontrados durante a fiscalização. Não foram divulgadas informações sobre prisões relacionadas à apreensão.

    Todo o material recolhido foi levado para a 30ª Delegacia de Polícia, em São Sebastião, onde a ocorrência foi registrada. A unidade da Polícia Civil do Distrito Federal ficará responsável pela formalização do caso e pelas providências previstas na investigação. Os entorpecentes deverão passar pelos procedimentos necessários para identificação e comprovação da natureza das substâncias. As circunstâncias do transporte e os responsáveis pelas encomendas também poderão ser investigados.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • PMDF apreende revólver em ameaça contra ex-companheira no DF

    PMDF apreende revólver em ameaça contra ex-companheira no DF

    Uma ocorrência de violência doméstica terminou com a apreensão de um revólver calibre .38, na noite de domingo (9), em Ceilândia, no Distrito Federal. A Polícia Militar foi acionada após denúncias de que um homem embriagado estaria ameaçando a ex-companheira. Segundo as informações repassadas às equipes, o suspeito estaria armado durante o episódio.

    O caso foi registrado por volta das 20h e mobilizou equipes especializadas da corporação. A ocorrência foi atendida por policiais do Batalhão de Policiamento Tático Móvel (PATAMO) e do Grupo Tático Operacional do 10º Batalhão (GTOP 30). Os militares chegaram ao endereço depois de serem acionados pela Central de Operações da Polícia Militar (COPOM).

    O homem, porém, já havia deixado o imóvel quando as equipes chegaram ao local indicado.
    A fuga não impediu que os policiais realizassem buscas na residência. Durante a averiguação, os militares localizaram a arma que teria sido deixada pelo suspeito dentro do imóvel. O revólver estava carregado com cinco munições intactas e foi retirado do alcance da vítima.

    A ex-companheira e a filha dela receberam atendimento das equipes, que priorizaram a segurança das duas. Em seguida, ambas foram conduzidas pelos policiais até a 15ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O armamento e as munições também foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais relacionados à apreensão.

    A Polícia Civil ficou responsável pela formalização dos elementos reunidos durante a ocorrência.
    O caso deverá seguir para a adoção das medidas previstas na legislação diante das suspeitas de violência doméstica e injúria. O homem apontado como autor das ameaças não foi localizado durante o atendimento policial.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Celina Leão critica adversários após debate e defende empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB

    Celina Leão critica adversários após debate e defende empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB

    A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, publicou na madrugada desta segunda-feira (10) um vídeo nas redes sociais em que rebateu as críticas feitas por adversários durante o debate entre os candidatos ao Governo do Distrito Federal. O principal tema abordado foi a situação do Banco de Brasília (BRB) e a operação de crédito de R$ 6,6 bilhões discutida com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

    Celina afirmou que os adversários demonstraram desconhecimento sobre o funcionamento do FGC e sobre a operação envolvendo o banco. A governadora citou o candidato Arruda e questionou a diferença entre o valor do empréstimo e o montante que poderia ser desembolsado em caso de liquidação da instituição.

    “Quando o candidato Arruda fala que leu o documento, ele não sabe nem o que é FGC”, afirmou Celina.

    Segundo a governadora, os R$ 6,6 bilhões mencionados na operação correspondem a um empréstimo. Ela questionou a possibilidade de o FGC optar pela liquidação do banco em vez de conceder o crédito.

    “O R$ 6,6 bilhões é empréstimo. É isso que eu pergunto para o FGC: em vez de você emprestar para o banco os R$ 6,6 bilhões, você quer deixar o banco ser liquidado e pagar R$ 20 bilhões?”, declarou.

    Celina também afirmou que os candidatos de oposição deveriam procurar o governo federal para buscar uma solução para a crise envolvendo o BRB. Na avaliação dela, integrantes do PT poderiam procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pedir apoio à operação.

    “Os candidatos da esquerda, do PT, deveriam nos ajudar indo ao Lula e pedindo o aval”, disse.

    A governadora também criticou o que classificou como uma preocupação dos adversários com a campanha eleitoral, em vez da situação financeira do banco.

    “Eles estão preocupados com a campanha. Eles não estão preocupados em salvar o banco ou não”, afirmou.

    Balanço do BRB

    No vídeo, Celina também respondeu a questionamentos sobre o balanço financeiro do BRB. Segundo ela, a divulgação do documento antes da conclusão da operação de crédito poderia levar à liquidação da instituição.

    “O balanço não pode ser publicado antes de pegar o empréstimo, caso contrário o banco é liquidado”, declarou.

    A governadora voltou a criticar os adversários ao afirmar que eles não estariam preparados para lidar com a situação do banco.

    “Essas pessoas não têm preparo, não estão à altura da nossa cidade”, disse.

    Celina ressaltou ainda a importância do BRB para o funcionamento de serviços públicos do Distrito Federal. Ela citou, entre outros exemplos, o pagamento de aposentadorias de servidores públicos por meio da instituição.

    “Um banco que tem todos os serviços públicos lá dentro, que tem aposentadoria dos servidores…”, afirmou.

    As declarações foram publicadas horas após o debate entre os candidatos ao Governo do Distrito Federal, em meio às discussões sobre a situação financeira do BRB e as medidas necessárias para garantir a continuidade das operações da instituição.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Horóscopo de hoje, 10/08/2026 – Previsões para todos os signos

    Horóscopo de hoje, 10/08/2026 – Previsões para todos os signos

    Áries (21/03 – 19/04)

    Para o signo de Áries, o céu indica a chance de consolidar uma rede de suporte emocional e prático. Na segunda-feira, a Lua Nova transita pela área de família e relacionamentos, sugerindo um bom momento para fortalecer parcerias. Marte, entrando na área familiar, sugere maior disposição para dividir responsabilidades e colaborar.

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    Touro (20/04 – 20/05)

    Para o signo de Touro, o céu sugere uma troca de experiências que trazem aprendizados importantes. Com a Lua Nova, pode ser o momento ideal para diálogos esclarecedores. Marte entra na área das ideias, dinamizando seu pensamento e enriquecendo suas opiniões. No entanto, cuidado com possíveis conflitos: respostas impulsivas devem ser evitadas.

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    Gêmeos (21/05 – 20/06)

    Para o signo de Gêmeos, o céu indica a valorização de aspectos humanos elevados, refletindo em relacionamentos mais seletivos e prazerosos. Essa é a tendência trazida pela Lua na área material-social e seu novo ciclo na casa comunicativa. Com a entrada de Marte na área material, pode ser um bom momento para decisões firmes, mas cuidado com a impulsividade.

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    Câncer (21/06 – 22/07)

    Para o signo de Câncer, o céu indica maior sintonia nos seus relacionamentos nesta segunda-feira, com chances de diálogos produtivos que fortalecem metas em comum. Pode ser um bom momento para investir na relação, considerando que Marte encontra-se em seu signo, potencializando sua coragem e determinação, mas atenção à impulsividade.

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    Leão (23/07 – 22/08)

    Para o signo de Leão, a semana indica revisões e desafios. Pode ser um bom momento para redefinir metas e estratégias, com Marte sugerindo cautela antes de agir. Atente-se também às dinâmicas afetivas, redescobrindo prioridades em conjunto e reforçando projetos. Dica: maneje emoções intensas com prudência e evite atitudes precipitadas.

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    Virgem (23/08 – 22/09)

    Para o signo de Virgem, o céu indica chances de ações conjuntas para superar velhas dificuldades de maneira eficiente, principalmente no âmbito da amizade e financeiro. Destaque para a chegada de Marte na área das amizades, apontando um período de maior conexão e cumplicidade.

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    Libra (23/09 – 22/10)

    Para o signo de Libra, esta segunda-feira indica amadurecimento de relações e comprometimento com objetivos compartilhados. A Lua nova na área das amizades pode renovar suas parcerias. Com Marte adentrando a área profissional, há chance de investir corajosamente em empreendimentos futuros.

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    Escorpião (23/10 – 21/11)

    Para o signo de Escorpião, a semana aponta para uma fase de renovação emocional. A Lua, em sua nova fase na área do trabalho, sugere o aperfeiçoamento de suas habilidades gestoras. Marte transita na área espiritual, despertando uma forte vontade de expandir horizontes. Seu relacionamento pode ser revitalizado com diálogos e aprendizados mútuos.

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    Sagitário (22/11 – 21/12)

    Para o signo de Sagitário, o céu da semana indica uma fase de amadurecimento e revitalização na área de amizades e intimidade. Há uma grande chance para aprofundar laços e fortalecer a autoconfiança, sobretudo com a entrada de Marte na área íntima, que indica um despertar para coragem e determinação nas suas metas.

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    Capricórnio (22/12 – 19/01)

    Para o signo de Capricórnio, essa semana representa um momento para focar em parcerias profissionais. Há chance de expansão de projetos que estão começando graças à posição da Lua. O ingresso de Marte numa área contrária ao seu signo aumenta a dinâmica das relações, mas é importante evitar conflitos desnecessários.

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    Aquário (20/01 – 18/02)

    Para o signo de Aquário, o céu desta segunda-feira sugere a valorização do bem-estar de forma completa, envolvendo aspectos emocionais, materiais e interpessoais. A Lua Nova indica que pode ser um bom momento para encontrar equilíbrio emocional e prático na relação. Pode ser uma oportunidade para tornar a rotina mais produtiva e harmoniosa, incentivada por Marte na área do cotidiano.

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    Peixes (19/02 – 20/03)

    Para o signo de Peixes, o céu indica uma valorização de relações interpessoais verdadeiras, o que pode levar a uma renovação do círculo de confiança. A Lua Nova sugere uma intensificação de cumplicidade e vínculos, e com Marte na área social, há uma perspectiva de novas experiências compartilhadas e revitalização de relacionamentos.

  • Linhas de metrô, saúde e fim do “balcão de emendas”, promete Arruda

    Linhas de metrô, saúde e fim do “balcão de emendas”, promete Arruda

    O JBr Entrevista desta semana recebe o ex-governador e candidato ao Palácio do Buriti, pelo PSD, José Roberto Arruda. Ao Jornal de Brasília, Arruda fala sobre o tempo de “exílio político” e de seus planos para retornar ao Executivo local, que disputará, entre outros nomes, com a atual governadora Celina Leão (PP).

    Arruda fala ainda de questões como a Operação Caixa de Pandora, o Banco do Brasília, melhorias para a saúde e a ampliação de vias e da malha de transporte público para as regiões administrativa.

    Governador, gostaria que o senhor falasse um pouco de sua trajetória política e o retorno.

    Eufui senador, deputado, governador. Foram muitos anos fora. O que me faz voltar à vida pública é o sentimento da sociedade de que Brasília nunca esteve num momento tão difícil. As pessoas morrendo em fila de hospital, 40 mil pessoas esperando cirurgia, o cadeirante esses dias morrendo esperando atendimento na UPA, isso na capital do país. E ontem essa notícia que nos envergonha: Brasília, no meu governo, era o primeiro lugar no IDEB Nacional (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e ontem conseguiu a façanha de ser o 27º, o último lugar entre todos os estados brasileiros no ensino médio. Que vergonha a capital do país, não é possível um trem desse.

    Como recuperar o DF nessa situação?

    Como se faz para recuperar a cidade, para fazer a saúde funcionar outra vez, para fazer uma educação pública de qualidade, para a gente trabalhar na mobilidade urbana antes que Brasília pare? É isso que a sociedade deseja: recuperar Brasília. Além disso, conseguiram quebrar o BRB, vender a CEB a preço de banana. Olha, Brasília está um desastre. Eu acho que este é um momento de pessoas que têm experiência voltarem ao comando da cidade e botarem a casa em ordem. Eu sei que não será fácil, será um grande desafio, mas eu estou preparado para isso.

    O senhor ficou fora da política por mais de 15 anos, por diversos problemas, que segurança o senhor de que chegará até o final dessa corrida?

    A lei, a Lei 14.230/21, votada na Câmara e no Senado, sancionada pelo presidente e com parecer favorável do Ministério Público, diz claramente, no parágrafo 8º do artigo 1º, que esses oito anos de inelegibilidade começam a contar na decisão de segundo grau. No meu caso, foi em 2014 e venceu em 2022. Então, a lei finalmente me garante a elegibilidade, e é por isso que sou candidato.

    O senhor, na semana passada, anunciou o nome de Luiz Pitiman, ex-deputado federal e ex-secretário. O que o levou até o nome do Pitiman?

    Eu recebi várias sugestões partidárias e políticas, mas essa decisão é muito individual de quem vai governar. Eu procurei escolher uma pessoa que reunisse algumas variáveis: experiência na vida pública, foi deputado federal; experiência de gestão foi presidente da Novacap e ex-secretário de Obras; experiência do outro lado do balcão, como líder empresarial bem-sucedido; e uma boa relação pessoal comigo e com todas as lideranças políticas de Brasília, de todos os espectros ideológicos. Porque eu preciso de uma pessoa para me ajudar a governar. O trem está sem freio, a situação é muito ruim. Então, se eu colocar lá uma pessoa que não tem experiência de gestão nem experiência política, não adianta na eleição. Eu creio que o Pitiman tem essas credenciais e, se Deus quiser, vai me ajudar muito a governar.

    O senhor atualmente, nas pesquisas mais recentes, está em segundo lugar. O que o senhor tem enxergado na população?

    O”Data Rua” é a melhor pesquisa. É abraçar o povo, conversar e ouvir. Primeiro, as pessoas estão muito tristes com o que está acontecendo na saúde pública. Nunca, na história de Brasília, esteve tão ruim. Na época do [Joaquin] Roriz, do [Jofran] Frejat e do meu governo, chegava-se ao posto de saúde e tinha o ginecologista, o pediatra, o clínico geral, não tinha fila de cirurgia. As pessoas eram bem atendidas, tinha médico. Virou bagunça. Estava uma zona. Vou botar ordem nessa casa. Esses gestores viraram uma desgraça. Então vai ter que meter um freio de arrumação, demitir muita gente, e eu vou fazê-lo. Botar na rua mesmo.

    Como se dará isso?

    Quem não é concursado, quem não é da saúde, desculpa: acabou esse negócio de politicagem dentro da saúde e dentro da educação. Não tem esse negócio, não. É gestão, colocar médicos e enfermeiros concursados. É isso que precisa. E fazer uma gestão séria. O boi engorda com o olho do dono. Eu sei comandar, sei fazer gestão. Não será fácil, mas eu vou botar ordem na casa.

    Como o senhor avalia a situação do BRB?

    O “Data Rua” me diz isso: que as pessoas estão muito tristes com o governo Ibaneis e Celina. Inacreditável o que fizeram com o BRB, inacreditável! O banco público, quebrado, comprou R$ 16 bilhões de títulos podres. Sabe o que é isso? De um papel que não existia. E o pior: não publicam balanço há nove meses. Sabe a sensação que dá? Que o governo está empurrando com a barriga. Agora o banco pediu ao Banco Central para só publicar o balanço depois das eleições. É uma forma de dizer o seguinte: “Gente, deixa passar a eleição primeiro, depois o banco quebra.” Isso é uma irresponsabilidade.

    E o que o senhor sente ao conversar nas ruas?

    Eu sinto nas ruas que as pessoas desejam mudança. Há vários outros candidatos, claro, cada um com sua proposta; eu sou apenas mais um que oferece, de um lado, a minha experiência como engenheiro por muitos anos, secretário de Obras do Roriz, senador, deputado e governador, para colocar Brasília em ordem. E ofereço também um projeto de governo muito bem elaborado, a várias mãos, mostrando o que vamos fazer na saúde, na educação e na mobilidade. Vamos construir quatro novas linhas de metrô, fazer a Interbairros e o anel rodoviário. Quer dizer: levar Brasília para a frente. Vocês se lembram, no meu governo, Brasília tinha desenvolvimento. Isso gerava dinheiro na praça, o comércio faturava. Hoje em dia, a cidade está para baixo. Você pega aquela Avenida Comercial e está quase tudo quebrado, um monte de loja fechada. Infelizmente, Brasília vive um péssimo momento.

    O senhor pensou em se retirar da vida pública?

    Se Brasília estivesse bem, na fase da vida em que estou, talvez não se justificasse a minha volta. O apelo das lideranças políticas e comunitárias pela minha volta foi algo a que não consegui resistir, porque as coisas estão muito mal e precisam de um gestor, de alguém que conheça a máquina pública, que tenha disposição — e eu tenho — de ouvir as pessoas e de participar. Não é chegar a uma inauguração do Areal cercado de segurança, de helicóptero, e ir embora, não. É andar sozinho pela rua como eu ando. Você me viu entrar aqui hoje, conversar com o porteiro, não foi isso? Ouvir o que cada um está pensando.

    O que o senhor faria para salvar o BRB?

    Éleviano dizer a solução definitiva sem conhecer o balanço, pois estão escondendo o balanço. Em tese, a solução que me parece viável é, primeiro, fechar as 19 agências do banco fora de Brasília. Segundo: acabar com patrocínio de time de futebol, de prêmio de Fórmula 1, de sala VIP para a granfinagem. Acabar com esse trem todo, reduzir o tamanho do banco para ele voltar a ser de Brasília e do Entorno, e negociar com o Governo Federal — o que me parece fundamental — para trazer os 15 bilhões do FCO para serem aplicados no BRB e, com isso, gerar fluxo de dinheiro. O banco hoje é muito pequeno para ser grande e muito grande para ser pequeno.

    O que o senhor faria com os servidores?

    O BRB tem mais de 5 mil funcionários; está na hora de fazer um PDV (Plano de Demissão Voluntária) para aqueles mais antigos que desejem antecipar a aposentadoria. Eu penso muito nos servidores do BRB: esse povo não está dormindo hoje. Se o banco quebrar, for privatizado ou sofrer uma intervenção, vai acabar com a vida de 5 mil profissionais sérios que prestaram concurso, dedicaram suas vidas ao banco e estão pagando o pato por uma culpa que não é deles. Então, farei tudo para salvar o BRB como banco público de fomento, mas para isso tem que cortar o tamanho do banco, diminuir despesas e torná-lo mais eficiente. É possível fazer isso, mas obviamente temos que aguardar o balanço.

    Antes mesmo de confirmar a sua candidatura, seus adversários apontaram seu passado em relação à Operação Caixa de Pandora. O que o senhor diz sobre isso?

    Olha, o que eu vivi 16 anos atrás foi uma tremenda armação. Finalmente, depois de tantos anos sendo humilhado, o Ministério Público, o órgão acusador, pediu a nulidade da prova e fui absolvido. O que mais eu preciso fazer? Do que me acusaram? De receber R$ 20 mil dois anos antes de ser governador, verba declarada e não de propina. Parceiro, isso aí perto desse roubo de R$ 16 bilhões do BRB seria Juizado de Pequenas Causas. A governadora agora, recentemente, comprou uma vaca de 500 mil reais num leilão, junto com quem? Com o dono da empresa de ônibus que ganha R$ 200 milhões de subsídio por ano. Gente, vocês se lembram que o Roriz caiu por causa da “bezerra de ouro”? Agora é a “vaca de ouro”, e ninguém fala nada? Só eu tenho problemas? Agora, esse pessoal tenta me segurar no tapetão. Sabe por que falta de voto? Porque o vice da governadora é um advogado que não tem um voto, nunca foi à Ceilândia, é desconhecido, mas diz que tem influência no Judiciário. Ele se gaba disso de forma até muito arrogante. Será que esse caboclo foi colocado lá como vice para segurar o processo da Saúde, em que a Celina é acusada de desviar R$ 30 milhões? Ou a “vaca de ouro”? O que será mais? Eu espero que ela tenha o mesmo êxito que eu tive em mostrar a lisura dos meus procedimentos. Tenho vida limpa, fui vasculhado de cabeça para baixo. Estou aqui, limpo.

    O senhor sempre fala das 2.300 obras do seu governo. Depois de tantas obras feitas, também, no governo Ibaneis ainda acha que precisa de mais?

    Acho que tem muita coisa para ser feita. O primeiro governo do Ibaneis até foi bem razoável. Quando ele colocou a Celina é que piorou. Ele fez viadutos. O que é um viaduto? É a menor distância entre dois engarrafamentos quando não há planejamento. Esse viaduto do Sudoeste está há quatro anos em obra. Eles estão demorando mais para fazer o viaduto do Sudoeste do que o Juscelino demorou para construir Brasília inteira. É um governo sem planejamento, não sabe fazer e fica tudo muito caro. Brasília tem 3 milhões de habitantes e 2 milhões e 200 mil automóveis. Tem mais carro do que rua; vai parar. Primeiro, precisa fazer as novas linhas de metrô: pegar o metrô na Ceilândia, levar a Sol Nascente até Águas Lindas; fazer o metrô do Gama e Santa Maria e levar para o Novo Gama, Valparaíso, Jardim Ingá e Luziânia; fazer a quarta ponte; subir com o BRT para pegar Jardim Botânico, Mangueiral, São Sebastião, Itapoã e Paranoá; fazer o BRT Norte e o VLT do Aeroporto à Asa Norte. São obras fundamentais para um sistema de mobilidade integrado. Depois, fazer a Interbairros, cujo projeto eu deixei pronto e contratei do Jaime Lerner.

    O que é a Interbairros?

    Sabe aquela linha de transmissão grandona que sai lá de Samambaia, passa perto da Católica, divide Arniqueiras de Águas Claras, Guará e vai até o Plano Piloto? Vamos aterrar aquela linha e fazer uma nova EPTG, com sete pistas de cada lado, igual eu fiz na EPTG, para dar fluidez ao trânsito.

    E sobre o projeto do anel rodoviário?

    Toda cidade grande tem o seu rodoanel; ele é fundamental. Se você pega um caminhão que vem do Nordeste para o Sul, ou do Sul para o Nordeste, ele passa na EPIA, no centro de Brasília. Ele poderia pegar por fora, sair por trás de Planaltina e ir para Formosa. Mas não, ele passa aqui por dentro. Isso complica demais o trânsito urbano e encarece o transporte de carga. Toda cidade grande precisa de um rodoanel, e nós vamos fazê-lo em Brasília. São obras pensadas e planejadas para um futuro melhor para a cidade. Não é fazer um remendinho aqui e outro ali. É disso que Brasília precisa.

    Os Executivos pelo país vêm sofrendo com os Legislativos. Como o senhor pretende lidar com esse novo cenário?

    Primeiro, fechando o “departamento de emendas”. Com essas emendas aí, não há governo que preste. Esses dias fui a uma exposição de carros antigos em Planaltina. Cada proprietário levou seu carro, era uma exposição livre, com as pessoas participando no domingo de manhã, muito agradável. Tinha um showzinho para alegrar o ambiente e carrinhos de cachorro-quente. Fiquei sabendo que tinha uma emenda de um parlamentar de R$ 1 milhão para aquilo lá. Gente, é uma vergonha. O dinheiro de emenda está servindo para objetivos escusos. No meu governo, a emenda era para construir uma escola, um hospital, uma estrada, e o deputado tinha todo o crédito. Eu não vou permitir que o governo fique refém de emendas, dessas festas e confusões — sabe-se lá para onde vai esse dinheiro. Comigo não. Do jeito que está virou bagunça.

    E como resolver essa questão?

    Observe como se faz com o orçamento: Brasília tem 3 milhões de habitantes e um orçamento de R$ 75 bilhões. Goiás, aqui do lado, tem 7 milhões de habitantes (mais do que o dobro da gente) e uma área 60 vezes maior, mas tem a metade do nosso orçamento: R$ 50 bilhões. Como é que o Caiado, com menos dinheiro e mais gente, colocou ordem na segurança pública, fez hospitais e estradas? Sabe por quê? Porque não tem departamento de emendas, não tem sacanagem, não tem roubalheira. É isso. Se o Brasil continuar sendo administrado por essas emendas secretas e espúrias com dinheiro do contribuinte, a democracia será rompida. Eu já sofri muito, já paguei o pato por uma armação que fizeram comigo. No meu governo não vai ter sacanagem; eu não quero terminar minha vida pública assim. Ou vai fazer direito, ou nem assumo, porque não vou deixar o meu governo ter esse departamento de emendas revoltante. Fazer show de não sei quem, exposição de não sei das quantas. Dinheiro público é para ser aplicado na educação, na saúde, na segurança e para sobrar dinheiro para investimentos.

    Como o senhor vê a economia do DF?

    Hoje, Brasília é deficitária. Sabe o que é o governo de Brasília hoje? É um elefante, igual àquele do zoológico: grandão, custa caro, come muito e é lerdo. Se você mexer no rabo dele, demora uma semana para ele levantar a tromba. O governo é ineficiente e atende mal os cidadãos, mas tem cargos espalhados. Tem administração regional que tem 104 funcionários: dois concursados e 102 indicados por deputado da região. Pode um trem desse? Tudo cabo eleitoral. Eu não aceito uma coisa como essa em região administrativa.

    Em uma época de polarização, como o senhor pretende conversar com um possível presidente de uma ideologia diferente da sua?

    Eu não entro nessa, não. Política é a arte do diálogo. Você tem as suas opiniões, os outros têm as deles, mas isso não impede de conversar e trocar ideias. Eu era governador com o Lula presidente, qual o problema? Ele me deu dinheiro para fazer o metrô da Ceilândia e inaugurou comigo, ele me deu dinheiro para fazer a EPIA. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Ele administra o Brasil de um jeito que eu não faria; acho que é um governo que complica a economia do Brasil, que gasta mais do que arrecada. Essa é a minha crítica ideológica e de gestão. Outra coisa é a convivência civilizada. O governador de Brasília é o hospedeiro dos Poderes da República. A nossa primeira obrigação é ter uma relação respeitosa com o Poder Executivo, com o Poder Legislativo e com o Poder Judiciário. Agora, eu, governador de Brasília, não vou ao 7 de Setembro porque não piso no mesmo chão em que o presidente está? Quem paga o pato é a população. Na hora em que precisou do governo federal para salvar o BRB, não teve. Simples assim. Qualquer que seja o presidente da República, eu, como governador, procurarei ter com ele a melhor relação possível, respeitosa, em benefício da população de Brasília.

    Se a carreira do senhor não tivesse sido pausada por tanto tempo, onde o senhor gostaria de ter chegado na política?

    A vida não tem “se”. Eu digo o seguinte: o Zico foi um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro depois do Pelé. Maior artilheiro do Maracanã, 360 gols, mas não foi campeão do mundo. Se você for fizer um documentário sobre a vida do Zico, seria justo mostrar apenas o pênalti que ele perdeu na Copa de 1986? Eu perdi um pênalti, mas quero ser lembrado pelas obras que fiz: pelas mil salas de aula que fiz em mil dias de governo, pelas vilas olímpicas que construí, pelas duzentas escolas de educação integral, pelos hospitais, pelas obras do sistema viário, por tudo o que fiz para Brasília. Eu sou engenheiro; tudo o que fiz, devo a esta cidade.

    E o que o senhor deseja?

    Eu desejo, já nesta fase da minha vida, devolver a Brasília o melhor governo possível, sem outro tipo de ambição. Posso ser honesto? Falam muita coisa: “Ah, se não tivesse sido derrubado, poderia ter sido presidente”, isso e aquilo. Eu acho que Deus tem um propósito na vida da gente. Primeiro, eu já me perdoei. Foi duro, rapaz. Eu apanhei demais, sofri demais, fui muito humilhado. Essa é uma das razões de ser candidato outra vez: poder participar de uma entrevista como essa e dar a minha versão das coisas. Porque esse tempo todo eu apanhei quieto. Já falaram tudo e ninguém me ouvia. Pelo menos agora eu posso falar.

    O senhor tem um último recado.

    Muito obrigado a todos vocês que nos assistiram, fiquei muito feliz com essa oportunidade. Nos acompanhem nas redes sociais: @arruda.df. Vamos discutir propostas para melhorar a vida em Brasília. Muito obrigado.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Homem é preso com 19 kg de metanfetamina avaliada em R$ 6 milhões em Brasília

    Homem é preso com 19 kg de metanfetamina avaliada em R$ 6 milhões em Brasília

    Um homem foi preso por suspeita de tráfico internacional de drogas após ser flagrado com aproximadamente 19 quilos de metanfetamina neste domingo (9), no Setor Hoteleiro Norte, região central de Brasília. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a carga é avaliada em cerca de R$ 6 milhões.

    A prisão ocorreu por volta das 12h40 durante uma ação conjunta do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), por meio da equipe PATAMO, e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Distrito Federal (FICCO/DF).

    Durante a operação, os agentes encontraram 19 pacotes de metanfetamina. De acordo com as informações divulgadas pela PMDF, a droga teria origem no México. Também foram apreendidos 2.220 pesos mexicanos.

    O material foi recolhido pelas equipes e, conforme estimativa da corporação, a retirada da droga de circulação representa um prejuízo de aproximadamente R$ 6 milhões ao tráfico.

    O suspeito foi detido e levado, juntamente com a droga e o dinheiro apreendidos, à 5ª Delegacia de Polícia, onde foram adotados os procedimentos relacionados ao caso.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Entre churrascos e memórias, famílias celebram Dia dos Pais no Parque da Cidade

    Entre churrascos e memórias, famílias celebram Dia dos Pais no Parque da Cidade

    O cheiro de churrasco espalhado pelo gramado, crianças correndo de um lado para o outro e famílias reunidas em volta da mesa deram outro ritmo ao Parque da Cidade neste domingo (9). No Dia dos Pais, brasilienses trocaram os programas dentro de casa por algumas horas ao ar livre e fizeram de um dos espaços mais conhecidos da capital o cenário para celebrar a data.

    Entre pais, filhos, avôs e netos, havia quem chegasse para um almoço em família, quem aproveitasse para colocar a conversa em dia e também aqueles que apenas repetiam uma tradição de muitos anos. Mais do que a programação escolhida, as histórias encontradas pelo Jornal de Brasília tinham algo em comum: o desejo de estar perto.

    Para o barbeiro Vitor Ricardo, de 41 anos, escolher o Parque da Cidade para a comemoração não foi exatamente uma novidade. Nascido em Brasília, ele conta que a família costuma frequentar o espaço para diferentes momentos, seja para fazer um churrasco, praticar alguma atividade ou simplesmente se reunir.

    Vitor Ricardo com seu filho João

    Um legado passado de pai para filho

    “É um ponto turístico de Brasília muito agradável. Todo mundo vem, participa desse lugar, reúne família e amigos. Então, a gente escolheu aqui para poder estar com a família e comemorar o Dia dos Pais”, contou.

    A celebração também abriu espaço para lembrar quem já não estava fisicamente naquele encontro. Ao falar sobre o próprio pai, Vitor recordou os ensinamentos que recebeu e que procura manter vivos na relação com o filho. “Hoje ele não está mais com a gente, infelizmente, mas está nos nossos corações. O amor, a parceria entre a família, o caráter. Ele ensinou para a gente e estamos levando o legado dele”, disse.

    Do outro lado dessa relação, o filho, João Vítor Mota, de 22 anos, também barbeiro, reconhece no amor um dos principais ensinamentos recebidos do pai. Para ele, reunir a família em torno de uma mesa, com churrasco e conversa, faz parte da própria forma como eles aprenderam a comemorar.

    “A gente sempre teve como base se reunir e conversar. Sempre foi da gente ter aquela companhia da família”, explicou. Para o jovem, reservar algumas horas para estar próximo de quem se ama ganha ainda mais significado em meio à rotina. “A gente está tirando um tempo para se aproximar mais. Acho que é o básico de Brasília: fazer um churrasco com a família, dar risada e trocar algumas ideias.”

    Uma história que atravessa gerações

    A poucos metros dali, outra família carregava uma relação com o Parque da Cidade que começou muito antes dos filhos e netos chegarem. Aos 56 anos, o mecânico Joaquim Inocêncio,conta que frequenta o local desde os 12 anos. Foi ali, inclusive, que viveu parte da história com a esposa, com quem está há quatro décadas.

    “Eu frequentava aqui aos 12 anos. Já namorava aqui com a minha esposa, e hoje nós temos 40 anos juntos. Meus filhos namoraram aqui, cresceram aqui. Todos os meus netos também estão do mesmo jeito. É uma tradição bem comprida mesmo, bem forte”, relembrou.

    Por isso, celebrar o Dia dos Pais no parque não é uma programação isolada para a família. O espaço também recebe os encontros em outras datas, como Dia das Mães e aniversários. Neste domingo, quase todo mundo conseguiu comparecer.

    Joaquim é pai de três e avô de seis. Ao redor dele estavam os filhos, netos, noras, esposa e até a sogra. “É uma sensação única, praticamente todos estão aqui. Minhas noras também são minhas filhas, me tratam como pai”, contou.

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    Joaquim Inocêncio com seus filhos

    De filho a pai

    Entre os filhos de Joaquim estava o empresário Thiago Henrique, de 34 anos. Pai de quatro filhos e à espera do quinto, ele hoje ocupa os dois lugares em uma mesma comemoração: continua sendo filho, mas também recebe dos próprios filhos a homenagem pelo Dia dos Pais.

    A escolha de passar o domingo no Parque da Cidade partiu de Joaquim. Segundo Thiago, a família procura respeitar a vontade do pai na hora de decidir onde celebrar a data. Nos últimos quatro ou cinco anos, o parque tem sido o destino escolhido.

    Mas voltar ao local agora acompanhado dos próprios filhos faz com que a experiência tenha outro significado. Thiago lembra que, quando criança, frequentava o parque com Joaquim. Décadas depois, observa os filhos vivendo uma infância semelhante à dele.

    “Eu vinha com ele quando era criança, quando tinha a idade dos meus filhos. Poder retornar, participar desse Dia dos Pais com ele e já com os meus filhos na idade que eu tinha quando vinha para cá é uma sensação muito boa, muito gostosa”, afirmou.

    Se Joaquim aprendeu com o pai o valor do trabalho, da educação e do respeito, Thiago destaca outro ensinamento recebido dentro de casa: estar presente. “Meu pai sempre foi muito presente, sempre colocou a família em primeiro lugar. É o que ele passou para a gente e o que eu levo para mim também. Não é à toa que estou aqui com os meus filhos novamente, na presença deles.”

    No fim, entre a fumaça das churrasqueiras, as conversas demoradas e as crianças espalhadas pelo parque, o domingo serviu para algo que vai além da data marcada no calendário. Para famílias como as de Vitor e Joaquim, o Dia dos Pais também foi uma oportunidade de perceber como os ensinamentos atravessam gerações. O filho que um dia foi levado ao parque pelo pai retorna anos depois pela mesma razão, desta vez, segurando a mão dos próprios filhos.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Ex-funcionário da Anac alertou sobre problemas na Voepass antes de acidente que matou 62 pessoas

    Ex-funcionário da Anac alertou sobre problemas na Voepass antes de acidente que matou 62 pessoas

    Ex-inspetor afirma ter feito alertas desde 2019 sobre irregularidades envolvendo aeronaves; Anac diz que casos foram analisados

    Dois anos após a queda do voo 2283 da Voepass, que deixou 62 mortos em Vinhedo, no interior de São Paulo, uma denúncia obtida pelo Fantástico revelou que um ex-funcionário da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já havia alertado o órgão sobre o reaproveitamento de peças em aeronaves da companhia antes da tragédia. Na última quinta-feira, a Polícia Federal concluiu a investigação sobre as causas do acidente e indiciou 16 pessoas.

    Os documentos revelam que os alertas do ex-inspetor começaram anos antes da queda do voo 2283. Em 2019, ele recomendou a suspensão da autorização de voo da MAP Linhas Aéreas, empresa que posteriormente se fundiu à Passaredo para formar a Voepass. O profissional apontava indícios de utilização de peças sem a devida avaliação de aeronavegabilidade, mas afirma que a recomendação não foi acatada pela Anac.

    Em 2022, o então servidor voltou a levantar preocupações ao relatar que componentes de uma aeronave envolvida em um acidente em Rondonópolis, no Mato Grosso, em 2016, estariam sendo reaproveitados de maneira irregular. Diante do que considerava falta de providências dentro da agência, ele encaminhou mensagens a órgãos internacionais de aviação, como a FAA, dos Estados Unidos, e a EASA, da União Europeia.

    De acordo com a denúncia, a Anac desautorizou o inspetor perante as instituições. Segundo ele, os apontamentos sobre problemas na empresa teriam provocado perseguições por parte de dirigentes da agência. Ele posteriormente respondeu a um processo interno por insubordinação e foi exonerado em 2025, após 16 anos de serviço.

    As acusações de prevaricação apresentadas contra funcionários da Anac chegaram ao Ministério Público Federal, mas foram arquivadas por falta de provas. Um processo cível envolvendo acusações de injúria e difamação, no entanto, permanece em andamento.

    A agência cassou a autorização da Voepass em junho de 2025, dez meses depois do acidente. Em nota, a Anac afirmou que os apontamentos referentes à aeronave de Rondonópolis foram analisados e que as peças passaram pelas verificações previstas nas normas. O órgão também anunciou a abertura de um processo interno para apurar eventuais responsabilidades de servidores.

    Com a conclusão da investigação da Polícia Federal, os 16 indiciados podem responder por atentado contra a segurança do transporte aéreo e falsidade ideológica.

  • Festival de Esportes Aéreos encerra primeira edição com céu enfeitado por balões

    Festival de Esportes Aéreos encerra primeira edição com céu enfeitado por balões

    O Festival de Esportes Aéreos (FEA Brasília 2026) encerrou neste domingo (9) sua primeira edição, após cinco dias de programação que levaram balões, paraquedas, paramotores e outras modalidades aéreas ao céu da capital. Com milhares de visitantes, o evento ampliou a presença dos esportes aéreos na programação turística de Brasília, movimentou a economia criativa e aproximou o público de modalidades ainda pouco conhecidas.

    As atividades foram distribuídas entre o Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano e a Torre Digital. Entre as atrações, o público acompanhou voos cativos de balão, demonstrações de BASE Jump, paramotor e aeromodelismo, além de apresentações culturais, feira de artesanato e shows musicais. A programação também proporcionou experiências diretas com as modalidades e reuniu diferentes públicos em torno dos esportes aéreos.

    A emoção de quem participou pela primeira vez foi um dos retratos mais marcantes do encerramento. A farmacêutica Débora Marques chegou ao festival com um desafio pessoal, enfrentar o medo de altura. Ao lado do marido, Farlei Alves Ferreira, e do filho, Lorenzo, ela embarcou no voo de balão carregando expectativa e apreensão. Na chegada, admitia que estava ali para combater um dos maiores medos da vida.

    Lorenzo Max Ferreira, Débora Marques e Farlei Alves Ferreira

    Depois da experiência, a sensação era completamente diferente. “Valeu a pena combater o meu medo para conhecer esse céu de Brasília lá de cima. Foi tudo maravilhoso. Não me arrependo e quero andar de novo. O Lorenzo também estava com muito medo, mas quando desceu perguntou: ‘Já acabou?’. É uma experiência contagiante, você vê o céu, a cidade e tudo o que a natureza nos oferece”, comentou animada.

    O pequeno Lorenzo, de apenas 10 anos, chegou tímido e dividido entre o medo e a curiosidade. Ao final do passeio, tornou-se um dos exemplos de como o festival conseguiu transformar receio em encantamento. Já Farlei, que já apreciava atividades em altura, resumiu o sentimento de quem aguardava o voo com ansiedade, mas sem medo, para ele, a experiência confirmou a expectativa positiva criada antes da decolagem.

    Outra família viveu emoção semelhante. O estudante Pedro Henrique Tavares, de 10 anos, estava animado para realizar o primeiro passeio de balão da vida e definiu a experiência como “uma loucura” no melhor sentido da palavra. “Foi poucas vezes que fiz atividades aéreas, então acho que vai ser uma loucura, mas também muito divertido”, disse o jovem.

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    Pedro Henrique Tavares e Sabrina Carvalhar Milhomem

    A mãe dele, a coordenadora pedagógica Sabrina Carvalhar Milhomem, contou que aguardava há anos a oportunidade de participar de um evento de balonismo em Brasília. “A expectativa está alta. Eu sempre via os balões e nunca conseguia vir. Desta vez consegui participar acho que vai ser uma experiência que realmente vale a pena”, comentou.

    Para a organização, o resultado do festival confirmou o principal objetivo do projeto, popularizar os esportes aéreos e aproximar essas modalidades da população. André Rangel, do Instituto IGA, responsável pela realização do evento, destacou que a primeira edição foi pensada para tornar essas atividades mais acessíveis ao público.

    “O objetivo central do festival foi justamente a popularização dos esportes aéreos. Criamos uma estrutura que permitisse ao público conhecer de perto modalidades como balonismo, parapente, paramotor e paraquedismo. Ver as pessoas participando, lotando os voos cativos e se interessando por esse universo foi extremamente gratificante”, disse Rangel.

    Segundo André, a realização do evento também gerou impacto na economia local, com a participação de artesãos, profissionais da economia criativa, equipes técnicas, atletas e visitantes que movimentaram hotéis, serviços e atividades relacionadas ao turismo.

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    Ele também fez questão de destacar o papel das equipes envolvidas na operação do festival. “É um evento que depende de uma grande estrutura e de muita responsabilidade. Agradeço às equipes de segurança, à produção, aos parceiros e, principalmente, ao público, que abraçou essa primeira edição”, agradeceu André.

    Bruno Dias, vice-presidente da Associação Brasileira de Paraquedismo (ABPD) e integrante da organização do festival, afirmou que o grande diferencial do evento foi democratizar o acesso às modalidades aéreas. “A proposta sempre foi trazer a população para perto dessas atividades. Quando uma criança, um jovem ou um adulto tem a oportunidade de conversar com atletas, pilotos e praticantes, existe a possibilidade de despertar novos talentos. O festival nasceu com esse propósito”, relatou Bruno.

    Dias também ressaltou a importância de Brasília para o fortalecimento do setor. “Brasília é o centro do poder do país e reúne os principais órgãos reguladores. Aproximar praticantes, entidades e instituições ajuda a fortalecer o diálogo e contribui para a realização de atividades cada vez mais seguras. Isso traz benefícios para o balonismo, para o paraquedismo e para todos os esportes aéreos”, comentou.

    O FEA 2026 teve realização do Instituto IGA, apoio do Eixo Cultural Ibero-Americano, da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), do Governo do Distrito Federal (GDF), da Associação Brasileira de Paraquedismo e da Associação de Balonismo e Aerodesportos do Centro-Oeste, a expectativa que o festival ganhe uma segunda edição em 2027.

    Com informações do Jornal de Brasília