Dia: 21 de julho de 2026

  • Servidores do Hospital Regional de Santa Maria passam mal

    Servidores do Hospital Regional de Santa Maria passam mal

    Pelo menos dez técnicos de enfermagem e um enfermeiro passaram mal no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), nesta terça-feira. A unidade é gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Segundo o IgesDF, que está apurando a situação, o mal estar da equipe de servidores aconteceu após apresentarem sintomas compatíveis com um quadro de intoxicação. Os colaboradores tiveram alta ainda na tarde do mesmo dia. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) também está na apuração do caso. 

    De acordo com o órgão, assim que a situação foi identificada, a direção da unidade acionou imediatamente as equipes assistenciais, garantindo o atendimento aos servidores. Eles tiveram o acolhimento necessário e os familiares foram comunicados. Os 10 técnicos de enfermagem foram avaliados e depois de ficarem em observação no Pronto-Socorro do próprio hospital, tiveram alta. 

    Foi relatado ainda, que todos os colaboradores estavam conscientes, orientados, hemodinamicamente estáveis e com saturação adequada em ar ambiente. Nenhum apresentou nenhum tipo de quadro grave.

    O IgesDF afirmou ainda que como medida imediata, a área foi isolada para preservação do local, e foi realizada a coleta de materiais para análise. A presidente Eliane Souza de Abreu, afirmou que a prioridade era entender como estavam os colaboradores acometidos logo após o café da manhã. “Conversei com todo o grupo e entendi que clinicamente eles estão bem, inclusive o grupo está de alta médica”, afirmou. O incidente foi no período da manhã, e de tarde eles ficaram em observação no hospital, sem gravidade. Até o fim desta edição, os servidores aguardavam ainda o desfecho do caso, com o acompanhamento da Polícia Civil, para um encaminhamento para exame toxicológico.

    Por se tratar de um mesmo grupo de colaboradores da assistência de um único local, Eliane afirmou que imediatamente os gestores restituíram a escala, para recompor o time da equipe. Desta forma, a população não seria impactada com o desfalque de funcionários. “Nem os internados e nem tampouco os que buscariam atendimento de urgência e emergência”, reforçou a presidente. Ela ressaltou ainda que é prematuro fazer qualquer juízo de valor sobre o ocorrido e que a PCDF investiga o caso. “A gente precisa aguardar as respostas da perícia técnica e dos laudos toxicológicos.”

    Um Boletim de Ocorrência também foi registrado na 33° Delegacia a fim de subsidiar a investigação dos fatos pela Polícia Civil, que investiga o caso. De acordo com a corporação, onze funcionários, dez técnicos de enfermagem e um enfermeiro ingeriram o café, começaram a ter náuseas, tremedeiras, calafrios e outros sintomas. 

    A PCDF não sabe ao certo qual a marca do café e no local onde foi preparada a bebida, não tem câmera de monitoramento. A polícia também afirmou que os funcionários do pronto socorro têm acesso livre à copa.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Luto no samba: morre Débora Cruz, sobrinha de Arlindo Cruz, aos 45 anos após AVC

    Luto no samba: morre Débora Cruz, sobrinha de Arlindo Cruz, aos 45 anos após AVC

    Cantora estava internada havia cerca de duas semanas e recebeu homenagens de familiares, amigos e da Unidos do Viradouro, escola em que integrava a ala musical

    O samba amanheceu de luto nesta terça-feira (21/7). Débora Cruz morreu aos 45 anos após passar cerca de duas semanas internada em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Filha do compositor Acyr Marques e sobrinha de Arlindo Cruz, a cantora construiu uma trajetória marcada pelo talento e pela forte ligação com uma das famílias mais tradicionais da música brasileira. A notícia foi confirmada por familiares e provocou comoção entre artistas, escolas de samba e admiradores.

    As homenagens começaram logo após a confirmação da morte. Arlindinho, primo de Débora, publicou uma emocionante despedida nas redes sociais e agradeceu por todos os momentos vividos ao lado da cantora nos palcos. A Unidos do Viradouro, escola da qual ela fazia parte da ala musical desde o Carnaval de 2024, também lamentou a perda e destacou a importância da artista para a história da agremiação.

    Veja as fotos

    Débora CruzFoto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Foto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Débora CruzFoto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Foto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Débora CruzFoto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Foto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz

    Débora CruzFoto: Reprodução/Instagram @cantoradeboracruz


    No início de julho, a equipe da sambista havia anunciado a suspensão de sua agenda para que ela pudesse se dedicar ao tratamento de saúde. Dias depois, familiares revelaram que o quadro era delicado em razão do AVC, mobilizando uma corrente de orações entre fãs e colegas de profissão. Apesar da esperança por uma recuperação, o estado clínico se agravou e a artista não resistiu às complicações.

    Além dos palcos, Débora deixou sua marca nos bastidores do carnaval. A cantora participou de gravações de sambas-enredo, atuou como backing vocal de grandes nomes da música, integrou o carro de som da Unidos do Viradouro e era presença constante em rodas dedicadas às obras de Arlindo Cruz e de Acyr Marques. O legado da artista permanece vivo na memória de quem acompanhou sua caminhada e ajudou a escrever mais um capítulo da história do samba.

  • Viver 60+ oferece atividades gratuitas para idosos no DF

    Viver 60+ oferece atividades gratuitas para idosos no DF

    O programa Viver 60+ oferece uma programação gratuita para pessoas idosas do Distrito Federal, com atividades voltadas à saúde, ao bem-estar, à autonomia e à interação social. As inscrições podem ser feitas pela internet ou presencialmente em qualquer um dos 48 polos distribuídos pelas regiões administrativas.

    No momento da inscrição, basta informar a região onde a pessoa mora para que seja indicado o polo mais próximo da residência e as atividades disponíveis naquele local. A programação varia de acordo com cada unidade, mas inclui alongamento, ginástica, dança, caminhadas, oficinas de artesanato, atividades de memória, palestras educativas e ações de promoção da saúde e prevenção de quedas.

    O programa também reúne atividades culturais e de lazer, como idas ao cinema, ao teatro, a museus e outros espaços culturais, além de passeios e visitas a pontos turísticos do Distrito Federal. A iniciativa busca estimular um envelhecimento saudável e ampliar a convivência social entre os participantes.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • TJDFT reforça parceria com Hospital da Criança de Brasília

    TJDFT reforça parceria com Hospital da Criança de Brasília

    A 1ª Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) visitou, nesta segunda-feira (20/7), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) para fortalecer a parceria institucional e discutir melhorias no atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

    A juíza Rejane Suxberger, titular da 1ª Vara da Infância e da Juventude e coordenadora da Infância e da Juventude do TJDFT, esteve no hospital acompanhada de equipe técnica. O grupo foi recebido pela diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, e pela gerente jurídica, Priscila Lima, que apresentaram o fluxo de atendimento, as especialidades da unidade, a história da instituição e iniciativas voltadas à humanização do cuidado de pacientes e famílias.

    Durante a reunião, foram debatidos os desafios enfrentados por crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social, especialmente aqueles que precisam de acompanhamento simultâneo pelas redes de saúde, assistência social e proteção judicial. As participantes destacaram a importância da atuação articulada entre os órgãos do Sistema de Garantia de Direitos para assegurar respostas rápidas e adequadas a esse público.

    A magistrada ressaltou a relevância do diálogo permanente entre as instituições e afirmou que a proteção de crianças e adolescentes exige a manutenção das parcerias e da atuação em rede. Ao final da visita, elogiou a qualidade do atendimento prestado pelo hospital, vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    O TJDFT e o Hospital da Criança de Brasília mantêm um acordo de cooperação voltado ao fortalecimento da proteção dos direitos de crianças e adolescentes atendidos pela unidade. Segundo as instituições, a parceria favorece ações conjuntas, o aperfeiçoamento dos fluxos de atendimento e a articulação da rede de proteção, contribuindo para uma atuação mais eficiente e humanizada em benefício das crianças, adolescentes e suas famílias.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • TV Câmara Distrital lança terceira edição do programa “Quem faz Brasília” 

    TV Câmara Distrital lança terceira edição do programa “Quem faz Brasília” 

    TV Câmara Distrital lança terceira edição do programa “Quem faz Brasília” 

    A edição conta a trajetória de Marta Fagundes que dedicou mais de 50 anos ao funcionamento do único drive-in em funcionamento da América Latina 

    O programa “Quem faz Brasília”, produção da TV Câmara Distrital, propõe um mergulho na identidade da capital federal, deslocando o foco dos palácios de poder para as pessoas que, no cotidiano, sustentam, transformam e dão vida à cidade. A intenção é humanizar a imagem de Brasília ao revelar trajetórias de profissionais, cientistas, empreendedores e líderes que raramente ganham visibilidade. 

    Para Saulo Diniz, chefe da TV Câmara Distrital, o programa fortalece o vínculo entre o canal legislativo e a comunidade: “O ‘Quem Faz Brasília’ valoriza as personalidades que são o verdadeiro destaque da nossa capital. Queremos mostrar que Brasília é feita de gente que transforma vidas, oferecendo o protagonismo a quem dedica seu talento e esforço para o desenvolvimento da nossa cidade. É um reconhecimento necessário à força humana que sustenta o DF”, afirma Diniz.

    Apresentado por Michele Castro, o “Quem Faz Brasília” traz um formato dinâmico que conecta o telespectador às trajetórias de quem constrói a história do Distrito Federal. 

    Terceira edição 

     

     

    O episódio traz a história de Marta Fagundes, proprietária do Cine Drive-In há mais de quatro décadas. Aos 15 anos, Marta começou a trabalhar ao lado do pai Jair Fagundes, tornou-se gerente, administradora e atualmente é proprietária do empreendimento. Inaugurado em 25 de agosto de 1973,  o Cine Drive-In é o mais antigo do Brasil, e único da América Latina em funcionamento contínuo.  

    Em 2017, o Cine Drive-in foi tombado como patrimônio cultural e material do Distrito Federal. Além de contar com mais de seis mil visitantes mensais, o cinema a céu aberto é considerado um dos principais pontos culturais do Distrito Federal, atraindo moradores e visitantes de outras regiões em busca de uma experiência única de lazer. 

    Serviço

    O quê: Terceira edição do programa “Quem Faz Brasília”

    Quando: aos sábados (13h30), domingos (9h),  segundas (22h20) e quintas (9h) – canal aberto (9.3), Vivo (9) e Claro (11) – ou no canal da TV Câmara Distrital no YouTube.

    Agência CLDF de Notícias

  • Irmã de Bruna Biancardi celebra gravidez das duas ao mesmo tempo: “Coisa mais linda”

    Irmã de Bruna Biancardi celebra gravidez das duas ao mesmo tempo: “Coisa mais linda”

    A irmã de Bruna Biancardi é nutricionista e casada com Bruno Hernandes; o casal está à espera do primeiro filho, Felippo

    Bianca Biancardi, irmã de Bruna Biancardi, usou as redes sociais para comentar sobre a gravidez das duas ao mesmo tempo. Nesta terça-feira (21/7), a cunhada de Neymar Jr. abriu uma caixinha de perguntas e falou também sobre a expectativa de estar à espera de um menino em uma família com tantas meninas.

    Bianca, de 30 anos, está grávida pela primeira vez de um menino, enquanto a irmã de 32 anos, está na terceira gestação de outra menina, e já é mãe de Mavie, de 2, e Mel, de 1. “Estou muito curiosa para ver como vai ser. Acho que o coitado vai ser dominado pelas mulheres e vai ter que entrar no fluxo (risos). Quando estiver com as primas, vamos fazendo brincadeiras mais unissex”, falou a nutricionista.

    Veja as fotos

    Bianca Biancardi está noiva de Bruno Hernandes GallegosCrédito: Reprodução Instagram @bibiancardi

    Reprodução

    Reprodução

    Crédito: Reprodução Instagram @bibiancardi

    Bianca Biancardi, irmã de Bruna e cunhada de Neymar, com a sobrinha Mel no coloCrédito: Reprodução Instagram @bibiancardi

    Crédito: Reprodução Instagram @bibiancardi

    Bianca Biancardi está noiva de Bruno Hernandes GallegosCrédito: Reprodução Instagram @bibiancardi

    Reprodução

    Reprodução


    Casada com Bruno Hernandes, ela comentou a escolha do nome Felippo para o bebê: “Eu queria Giuseppe, mas achei que seria difícil pronunciarem. Bruninho queria Filippo ou Nico (mas nós dois temos cachorros com esse nome kkkk). A família toda preferiu Filippo”, contou. “O quartinho do bebê é de cavalos e o nome dele significa ‘amigo dos cavalos’. Achei que tinha tudo a ver e decidimos.”

    Sobre estar gestando ao mesmo tempo que a irmã, Bruna, afirmou: “Eu estou amando! Acho a coisa mais linda do mundo. Nunca imaginei que ficaríamos grávidas juntas. Quando os bebês nascerem vai ser mais complexo, porque uma iria ajudar a outra, então será um pequeno caos, mas vai ser muito gostoso!”.

  • Capital Moto Week deve atrair mais de 150 mil turistas ao DF

    Capital Moto Week deve atrair mais de 150 mil turistas ao DF

    Brasília se prepara para receber, entre 23 de julho e 1º de agosto, o Capital Moto Week, que deve atrair mais de 150 mil turistas ao Distrito Federal. O evento é apontado como um dos principais impulsionadores do turismo de eventos na capital federal.

    Realizado no Parque Granja do Torto, o Capital Moto Week é apresentado como o maior festival de motos e rock da América Latina. A estrutura ocupa mais de 400 mil metros quadrados e reúne música, gastronomia, cultura, entretenimento e experiências ao ar livre. Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

    Além da programação com mais de 100 shows nacionais e internacionais, o festival movimenta setores como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços turísticos. Segundo a organização, a ocupação da rede hoteleira costuma atingir índices próximos de 98% durante o período do evento.

    O secretário de Turismo interino do Distrito Federal, Bernardo Antunes, afirma que o Capital Moto Week projeta Brasília para o Brasil e para o mundo e contribui para a geração de emprego e renda. Ele também destaca que muitos visitantes aproveitam a viagem para conhecer outros atrativos da capital, como sua arquitetura, gastronomia, turismo cívico, natureza e cultura.

    A edição de 2026 marca também um novo momento de internacionalização do festival, com atrações estrangeiras e um público mais diversificado. Entre os nomes anunciados estão Nazareth, Eagle-Eye Cherry, Masters of Voices, Velvet Chains, Di Ferrero, Raimundos, Marcelo Falcão, Tihuana, Matanza Ritual, Supla e Barão Vermelho — Encontro Formação Original.

    Mesmo para quem não possui motocicleta, o evento oferece praça gastronômica, cinema a céu aberto, exposições temáticas, desfiles, lojas oficiais, espaços de convivência, ativações de marcas e atrações de aventura, como tirolesa, bungee jump e roda-gigante. O festival também informa manter ações voltadas à sustentabilidade, com certificação Lixo Zero e neutralização de emissões de carbono, além de iniciativas de inclusão, diversidade e responsabilidade socioambiental.

    Com informações da Agência Brasília

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Republicanos reúne militância em evento de pré-lançamento da campanha de Celina Leão em Ceilândia

    Republicanos reúne militância em evento de pré-lançamento da campanha de Celina Leão em Ceilândia

    Republicanos reúne militância em evento de pré-lançamento da campanha de Celina Leão em Ceilândia.  O Partido Republicanos marcou presença n…

    Republicanos reúne militância em evento de pré-lançamento da campanha de Celina Leão em Ceilândia. 


    O Partido Republicanos marcou presença no evento de pré-lançamento da campanha da governadora Celina Leão, realizado em Ceilândia, reunindo lideranças, filiados e apoiadores.
    Durante o encontro, os deputados Júlio César (federal) e Martins Machado (distrital) mobilizaram a militância em apoio ao projeto de reeleição de Celina Leão ao Governo do Distrito Federal. 

    O evento também destacou o apoio do Republicanos à pré-candidatura da deputada federal Bia Kicis ao Senado Federal pelo PL no Distrito Federal.
    Segundo apoiadores presentes, os deputados Júlio César e Martins Machado figuram entre os parlamentares mais bem avaliados pela população do Distrito Federal. Martins Machado é apontado como um dos deputados distritais de maior atuação na Câmara Legislativa, enquanto Júlio César se destaca pela atuação em áreas como esporte, saúde, educação e projetos sociais.
    O Republicanos reafirmou seu compromisso com a pré-campanha no Distrito Federal, fortalecendo a mobilização da legenda para as eleições deste ano.

    Da redação 

  • Nova lei amplia doenças contempladas pelo teste do pezinho no Distrito Federal

    Nova lei amplia doenças contempladas pelo teste do pezinho no Distrito Federal

    Nova lei amplia doenças contempladas pelo teste do pezinho no Distrito Federal

    Além de ampliar o rol de doenças, lei estabelece que novas patologias poderão ser incorporadas de forma progressiva à modalidade ampliada do exame

    O Distrito Federal ampliou o rol de exames feitos pelo “teste do pezinho” na rede pública de saúde. A nova lei nº 7.882, publicada em 6 de maio de 2026, obriga a inclusão da adrenoleucodistrofia (ALD) e a agamaglobulinemia no conjunto de patologias detectadas pelo exame. A norma é fruto do PL nº 1.540/2025, apresentado pelo deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil).

    O “teste do pezinho”, ou triagem neonatal, é um exame de sangue obrigatório e gratuito realizado em recém-nascidos para detectar precocemente doenças genéticas, metabólicas e infecciosas. A detecção permite o início do tratamento específico e a diminuição ou eliminação das sequelas associadas a cada uma dessas doenças.

    Entre as doenças incluídas pela nova legislação, a adrenoleucodistrofia (ALD) é uma doença genética rara e degenerativa que afeta o sistema nervoso e as glândulas suprarrenais, comprometendo o funcionamento neurológico. A agamaglobulinemia, por sua vez, é uma imunodeficiência que compromete a produção de anticorpos, aumentando a suscetibilidade a infecções.

    Além de ampliar o rol de doenças, a lei estabelece que novas patologias poderão ser incorporadas de forma progressiva à modalidade ampliada do teste do pezinho, desde que o Serviço de Referência de Genética e Doenças Raras do Distrito Federal disponha de capacidade técnica e infraestrutura laboratorial para realizar os exames.

    Orientação

    A norma também determina que o tratamento e o acompanhamento dos pacientes diagnosticados sejam ofertados pelo Serviço de Referência de Triagem Neonatal e, sempre que possível, pelo serviço especializado correspondente à patologia identificada. 

    Além disso, hospitais e demais estabelecimentos de saúde das redes pública e privada deverão orientar pais e responsáveis sobre a existência e a importância do teste do pezinho ampliado, enquanto as maternidades e unidades obstétricas da rede privada deverão comunicar ao Serviço de Referência de Triagem Neonatal os casos com resultados alterados.

    A proposta da lei, aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em dezembro de 2025, chegou a ser vetada pelo então governador Ibaneis Rocha. O veto, contudo, foi derrubado pelo Plenário da Casa em abril de 2026, o que permitiu a promulgação da norma.

    Agência CLDF de Notícias

  • Celina Leão lança pré-candidatura ao GDF e anuncia Gustavo Rocha como vice em evento em Ceilândia

    Celina Leão lança pré-candidatura ao GDF e anuncia Gustavo Rocha como vice em evento em Ceilândia

    Celina Leão lança pré-candidatura ao GDF e anuncia Gustavo Rocha como vice em evento em Ceilândia A governadora do Distrito Federal, Celina …


    Celina Leão lança pré-candidatura ao GDF e anuncia Gustavo Rocha como vice em evento em Ceilândia

    A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), lançou na manhã deste sábado (18) sua pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal durante evento realizado no centro de Ceilândia. Na ocasião, confirmou o ex-secretário da Casa Civil Gustavo Rocha (Republicanos) como pré-candidato a vice-governador na chapa.
    O ato político reuniu lideranças da base aliada, entre elas a senadora Damares Alves (Republicanos), a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, além dos deputados distritais Pepa (PP) e Eduardo Pedrosa (União Brasil).
    Em seu discurso, Celina Leão afirmou que sua atuação política é guiada pela fé e pelo compromisso com a população.
    “Hoje, eu acordei de manhã e pedi uma palavra a Deus, e Ele colocou no meu coração: ‘trazer à memória aquilo que me dá esperança’. Porque é tudo por Ele, para Ele e com Ele, para que a gente possa cuidar das pessoas”, declarou.
    A governadora também reconheceu os desafios enfrentados pela administração, especialmente na área da saúde, e defendeu uma gestão pautada pela transparência.
    “Nós temos problemas, sim, mas problema a gente não esconde, a gente enfrenta”, afirmou.
    Ao falar sobre o projeto político, Celina destacou que sua pré-candidatura representa uma missão coletiva voltada ao atendimento da população mais vulnerável.
    “Vocês não estão abraçando uma candidatura, estão abraçando uma missão: cuidar de quem mais precisa, com carinho, amor e acolhimento de verdade”, disse.
    Ela também ressaltou a importância da participação feminina na política.
    “Quando uma mulher chega ao governo, outras passam a acreditar que também podem. É com essa esperança que seguimos trabalhando todos os dias”, completou.
    Coligação reúne 12 partidos
    Durante o evento, Celina Leão agradeceu o apoio das legendas que integram a coligação formada para a disputa eleitoral.
    “Aos 12 partidos que acreditaram no nosso projeto, deixo minha gratidão. Tenho certeza de que estamos no rumo certo, com as pessoas certas, fazendo aquilo que é certo.”
    Além do PP, a aliança reúne União Brasil, MDB, PL, Republicanos, Podemos, Cidadania, Mobiliza, Democracia Cristã (DC), PRTB, Agir e Democratas.
    Apoio de lideranças
    A deputada federal Bia Kicis destacou a união entre os partidos da base em torno da pré-candidatura de Celina Leão.
    “Nós estamos firmes, unidos a você. Estamos juntos e vamos fazer essa grande construção da democracia, elegendo Celina Leão para o governo”, afirmou.
    Durante o discurso, a parlamentar também mencionou apoio a outros nomes para cargos majoritários, citando o senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para o Senado Federal.
    Já a senadora Damares Alves afirmou que participa da elaboração do programa de governo da pré-candidata, ao lado de Gustavo Rocha, e destacou que uma das prioridades será o fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância.
    “Neste Distrito Federal, nenhuma criança será deixada para trás”, declarou.
    Segundo Damares, a proposta é transformar o Distrito Federal em referência nacional na proteção de crianças e adolescentes.
    O evento marcou o início da caminhada eleitoral de Celina Leão rumo às eleições para o Governo do Distrito Federal, reunindo representantes de partidos aliados e lideranças políticas que manifestaram apoio ao projeto apresentado pela pré-candidata.

    Da redação 

  • Horta Comunitária do Guará transforma terreno abandonado em espaço de acolhimento, alimento e esperança

    Horta Comunitária do Guará transforma terreno abandonado em espaço de acolhimento, alimento e esperança

    A cada 15 dias, a cuidadora de idosos Jaciane da Silva, de 51 anos, reserva a manhã de sábado para um compromisso que se tornou parte da rotina da família. Ao lado da filha, de 6 anos, ela troca a correria do dia a dia pelo contato com a terra, participa do plantio, ajuda na colheita e volta para casa com uma cesta de hortaliças cultivadas sem agrotóxicos. Mais do que os alimentos, ela diz levar esperança, tranquilidade e novas amizades.

    “Além de levar alimentos naturais para casa, sem veneno e sem agrotóxicos, a convivência faz toda a diferença. Minha filha participa de tudo, a gente planta, cuida da terra, colhe e ainda faz amizades. Quando não consigo vir, sinto muita falta”, conta.

    Jaciane conheceu a Horta Comunitária do Guará há cerca de dois anos, enquanto passava em frente ao espaço, próximo de onde mora. A curiosidade em conhecer o terreno, sempre limpo e bem cuidado, foi suficiente para mudar sua rotina. “Se todo mundo conhecesse a horta, participasse e contribuísse, veria como é maravilhoso. Você sente a energia da natureza, aprende a cuidar da terra e das pessoas. É um lugar que faz muito bem.”

    A experiência vivida por Jaciane resume a proposta da Horta Comunitária do Guará, iniciativa que transformou um terreno antes marcado pelo abandono em um espaço de convivência, produção de alimentos orgânicos e fortalecimento dos laços comunitários. Mantido por voluntários, o projeto completa nove anos de atuação e continua reunindo moradores.

    Quem passa pela Quadra 38 do Guará talvez não imagine que, onde hoje há canteiros verdes, ervas medicinais e voluntários dividindo colheitas, existia um terreno tomado por lixo, abandono e vandalismo. O espaço, que já foi ocupado por moradores em situação de rua e utilizado para descarte irregular de resíduos, deu lugar a uma das hortas comunitárias mais conhecidas do Distrito Federal.

    O projeto, como existe hoje, nasceu em julho de 2017, quando a engenheira ambiental Dai Ribeiro, de 44 anos, decidiu recuperar uma tentativa frustrada de implantação da horta feita anos antes. Desde então, centenas de moradores passaram pelo local, onde trabalham de forma voluntária, compartilham alimentos e fortalecem os laços da comunidade.

    “Ela mobilizou amigos e familiares e começou a dar vida àquele espaço. A vizinhança foi percebendo que algo diferente estava acontecendo. As pessoas começaram a chegar, colocar as mãos na terra e entender que aquele lugar fazia sentido”, relembra Elza Aparecida, líder comunitária responsável pelo acolhimento de novos participantes.

    Do abandono ao cultivo coletivo

    A história da horta começou antes mesmo de 2017. Em 2010, o local recebeu um projeto do Governo do Distrito Federal, mas a iniciativa acabou abandonada por falta de mobilização popular. Sem uma coordenação responsável, o espaço voltou rapidamente a ser um terreno baldio. “Não houve engajamento da comunidade. A horta ficou largada, começou o vandalismo e as pessoas voltaram a jogar lixo ali. Ficou triste de novo”, conta Elza.

    Foi justamente essa realidade que motivou Dai Ribeiro a assumir o projeto. Aos poucos, o grupo inicial de poucos voluntários foi crescendo. O trabalho começou a ser divulgado nas redes sociais e moradores passaram a participar dos mutirões.

    Hoje, embora a área seja bem menor do que no passado, o espaço continua reunindo pessoas de diferentes regiões do Distrito Federal.

    Muito além da produção de alimentos

    Quem conhece a horta pela primeira vez costuma imaginar que o objetivo seja apenas cultivar hortaliças. Para quem participa da rotina do projeto, no entanto, o maior fruto colhido é outro. “O impacto vai muito além da produção de alimentos. A convivência mudou. As pessoas passaram a se respeitar mais, a cuidar umas das outras. Muitos dizem que chegam cansados, mas voltam para casa com a cabeça renovada, com esperança e paz”, afirma a líder comunitária.

    Segundo Elza, a experiência transforma também a relação dos participantes com a alimentação. Muitos descobrem, pela primeira vez, como nascem alimentos como cenoura, beterraba e alface, passam a valorizar os produtos orgânicos e adotam hábitos mais saudáveis.

    “O comportamento muda. Eles aprendem a cuidar da terra, mas também aprendem a cuidar das pessoas. Quem aprende uma técnica faz questão de ensinar quem acabou de chegar.”

    Além da alimentação saudável, a convivência fortalece os vínculos entre os participantes. Os encontros quinzenais reúnem pessoas de diferentes idades e profissões, que compartilham conhecimentos, experiências e constroem amizades em torno do cultivo coletivo.

    Transformação profissional

    Cursos de horticultura realizados em parceria com instituições permitiram que alguns voluntários deixassem antigos empregos para atuar como jardineiros, horticultores e microempreendedores.

    Além disso, universidades utilizam a experiência da horta como objeto de pesquisa. “Recebemos estudantes da UnB que desenvolveram pesquisas sobre trabalho comunitário. Saber que nosso trabalho também produz conhecimento é motivo de orgulho.”

    Resistência diante das dificuldades

    Manter uma horta totalmente gratuita nunca foi simples. Desde o início, a maior dificuldade é financeira. Ferramentas, sementes, adubos e manutenção dependem de doações e do trabalho voluntário.

    Mas o maior golpe veio em 2023. Uma intervenção da Terracap reduziu drasticamente a área cultivada. Dos cerca de mil metros quadrados e 43 canteiros existentes, sobraram apenas dez canteiros.

    “A gente viveu um luto. Parecia que tudo tinha acabado. Mas depois nos reunimos e decidimos continuar com o que restou. Criamos novas formas de plantar, passamos a produzir microverdes e seguimos em frente”, lembra Elza. 

    Mesmo reduzida, a horta continua distribuindo entre 20 e 30 cestas de hortaliças a cada encontro comunitário. E como o bem que chega à uma mão vem de outra, a rotina diária é mantida pelo senhor Domingos, que atua na horta há cerca de sete anos por meio de um programa de remição de pena. Já aos sábados, voluntários e líderes realizam mutirões de plantio, limpeza e colheita.

    Tudo o que é produzido é dividido igualmente entre os participantes conforme a ordem de chegada. O excedente segue para uma creche da região. “Ninguém compra nada. A pessoa participa da missão do dia, ajuda no trabalho e leva sua cesta para casa. É uma partilha”, explica Elza.

    Reconhecimento

    O trabalho desenvolvido na região também ganhou reconhecimento institucional. A Administração Regional do Guará recebeu destaque no Prêmio Sebrae DF Cidade Empreendedora pelo projeto “Plantando o Futuro”, realizado conjunto com a Horta Comunitária da QE 38 e o Instituto Arapoti, uma iniciativa voltada à formação de jovens em horticultura urbana, empreendedorismo e inclusão produtiva. A proposta fortalece ações ligadas à agricultura urbana e ao desenvolvimento sustentável na cidade.

    Para Elza, no entanto, o maior prêmio continua sendo o reconhecimento diário da comunidade. “Ver uma criança colher um alimento pela primeira vez, ver pessoas que chegaram aqui tristes e hoje sorriem de novo, isso não tem prêmio que pague.”

    Um sonho que continua crescendo

    Apesar das dificuldades, os voluntários seguem fazendo planos. Entre eles estão novos cursos de liderança, educação financeira e comunicação não violenta, preparando o grupo para uma futura ampliação da área cultivada, mas o maior desejo é fortalecer ainda mais o vínculo com os moradores do Guará.

    “Meu sonho é ver a comunidade vestindo a camisa da horta. Que ela seja um motivo para as pessoas se unirem não apenas em torno do plantio, mas do próprio Guará. A horta mostra que viver em comunidade dá certo. Juntos somos mais fortes.” Conclui Elza.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Nova pesquisa IGAPE aponta Celina Leão na liderança para o GDF; Arruda registra maior rejeição

    Nova pesquisa IGAPE aponta Celina Leão na liderança para o GDF; Arruda registra maior rejeição

    Nova pesquisa IGAPE aponta Celina Leão na liderança para o GDF; Arruda registra maior rejeição. Uma nova pesquisa eleitoral realizada pelo I…

    Nova pesquisa IGAPE aponta Celina Leão na liderança para o GDF; Arruda registra maior rejeição.

    Uma nova pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto IGAPE para o Distrito Federal aponta a Governadora Celina Leão (PP) na liderança da disputa pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo o levantamento, Celina aparece com 33,1% das intenções de voto.
    No quesito rejeição, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) lidera, com 18,1%, sendo o nome mais rejeitado entre os possíveis candidatos avaliados pela pesquisa.
    O levantamento também mostra um elevado índice de indecisão do eleitorado. 48% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não opinar, indicando que boa parte dos eleitores ainda não definiu seu voto.
    Disputa pelo Senado
    Na corrida ao Senado, a pesquisa simulou diferentes cenários.
    Primeiro voto Primeiro cenário
    Na primeira opção de voto para senador, Michelle Bolsonaro lidera com 17,2%, seguida por Fred Linhares, com 12,8%. Na sequência aparecem:Leila do Vôlei – 11,7%
    Erika Kokay – 10,6%
    Bia Kicis – 5,8%
    Rafael Prudente – 3,3%
    Reguffe – 2,5%
    Professora Roseli Ferreira – 2,3%
    Desembargador Sebastião Coelho – 2,0%
    Raquel Prudente – 0,8%
    O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam chegou a 31,1%.
    Primeiro voto – Segundo cenário
    Em outro cenário para o Senado, Fred Linhares aparece na liderança com 11,2%, seguido por: Leila do Vôlei – 9,4%
    Bia Kicis – 6,7%
    Erika Kokay – 6,7%
    Rafael Prudente – 4,0%
    Desembargador Sebastião Coelho – 2,9%
    Professora Roseli Ferreira – 1,8%
    Reguffe – 1,4%
    Raquel Prudente – 1,0%
    Neste cenário, 55% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar.
    Segundo voto para o Senado
    Na simulação do segundo voto para senador, Leila do Vôlei aparece com 8,8%, seguida de Fred Linhares (8,2%). Os demais candidatos registraram: 

    Reguffe – 4,3%
    Rafael Prudente – 4,0%
    Erika Kokay – 3,6%
    Desembargador Sebastião Coelho – 2,4%
    Professora Roseli Ferreira – 2,2%
    Bia Kicis – 1,7%
    Raquel Prudente – 1,0%
    O percentual de eleitores indecisos ou que não responderam chegou a 63,8%, o maior entre os cenários apresentados.
    Deputado Federal
    Na pesquisa para deputado federal, Fred Linhares aparece na liderança com 12,5% das intenções de voto. Em seguida vêm:Rafael Prudente – 6,7%
    Fraga – 6,2%
    Gilvan da Patrulha do Consumidor – 5,8%
    Rodrigo Rollemberg – 5,3%
    Júlio César – 4,3%
    Reguffe – 4,0%
    Fábio Félix – 3,6%
    Dr. Angelo Queiroz – 3,2%
    Professor Daniel Donizete – 3,0%
    Cristiane Brito – 1,4%
    Manzoni – 1,4%
    Gláucia do Arruda – 1,2%
    José Humberto – 1,2%
    Juliana Brito – 0,5%
    Carlos Dalvan – 0,3%
    Reginaldo Veras – 0,2%
    Agaciel Maia – 0,2%
    Edilson – 0,1%
    José da Enfermagem – 0,1%
    Salve Jorge – 0,1%
    Elvia – 0,1%
    Hagaciel Maia – 0,1%
    Policarpo – 0,1%
    Os eleitores que declararam não saber em quem votar ou preferiram não responder somam 38,5%.
    Os números da pesquisa revelam um cenário ainda em formação no Distrito Federal, especialmente nas disputas proporcionais e para o Senado, onde os índices de indecisão permanecem elevados.

    REGISTRO TSE: DF-09796/2026

    Da redação 

  • Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II fecha por três dias

    Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II fecha por três dias

    O Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II não vai funcionar entre esta sexta-feira (24) e o domingo (26) para ajustes de infraestrutura.

    A interrupção do serviço faz parte do planejamento para renovação estrutural da unidade. Segundo a informação divulgada, o período de três dias será usado para intervenções na área da copa, incluindo a instalação de bancadas em inox.

    A suspensão do atendimento ocorre no fim de semana em razão da menor demanda da população nesse período, em comparação com a procura registrada durante a semana. O funcionamento deve ser retomado normalmente na segunda-feira (27).

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Tati Machado revela como descobriu a gravidez: “Dormia enquanto almoçava”

    Tati Machado revela como descobriu a gravidez: “Dormia enquanto almoçava”

    A apresentadora está grávida pela segunda vez. A gestação é fruto do casamento com Bruno Monteiro

    Tati Machado prestigiou o lançamento do documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, no Teatro Copacabana Palace, Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20/7) e conversou com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias. A apresentadora contou como descobriu a gestação, que segundo ela, aconteceu de forma inesperada.

    A jornalista avaliou a experiência de estar grávida pela segunda vez: “É engraçado viver uma segunda gestação é tudo muito diferente, mas ao mesmo tempo tem uma experiência de alguma maneira. Eu acho que eu estou aprendendo a curtir de uma forma diferente, porque você imagina, depois de tudo que eu passei, a gente sempre fica com receio. Mas eu botei na minha cabeça que eu tenho que aproveitar, sabe? Eu tenho que aproveitar, então eu não posso ficar com medo, então acho que é literalmente um dia de cada vez”, pontuou.

    Veja as fotos

    Tati Machado perdeu o filho na reta final da gestaçãoReprodução/Instagrma/@tati

    Divulgação: Daniela Toviansky/Globo

    Tati Machado no “Mais Você”Divulgação: Daniela Toviansky/Globo

    Foto/LeoDias TV

    Tati Machado abre o coração sobre luto após a perda do filhoFoto/LeoDias TV

    Reprodução: GNT/ Globo

    Tati MachadoReprodução: GNT/ Globo

    Reprodução/portal LeoDias

    Tati MachadoReprodução/portal LeoDias


    Tati ressaltou sua felicidade com a maternidade: “Muito feliz e animada. Acabei de voltar de férias e eu não consegui nem comprar nada para mim, comprei um monte de roupinha de neném. Eu estou nessa vibe agora. Eu acho que me encontrei, assim, ser mãe é o máximo. Eu adoro ser mãe. Então, essa gestação chega num momento muito feliz pra mim”, destacou.

    Ela afirmou que a gravidez chegou de forma inesperada, já que não teve um planejamento. Ela anunciou a novidade nas redes sociais ao lado do marido, Bruno Monteiro, no mês passado. “Não estava tentando, mas também não tava prevenindo. Mas assim, nem um pouco não curtido. Pelo contrário, quando eu descobri o positivo, eu tava almoçando e eu tava dormindo enquanto eu almoçava”, contou.

    “Aí o Bruno virou pra mim e falou assim: ‘Tati, tu tá parecendo uma senhorinha de 97 anos, dormindo e comendo’. Aí ele virou e disse assim: ‘É uma coisa errada’. E tinha, né? Errada não, certíssima! Aí a gente descobriu a gravidez” completou Tati Machado ao relatar o momento descoberta do novo filho (a).

  • Operações da PMDF prendem quatro suspeitos por tráfico de drogas em Samambaia e Santa Maria

    Operações da PMDF prendem quatro suspeitos por tráfico de drogas em Samambaia e Santa Maria

    Quatro pessoas foram presas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em duas ocorrências distintas de combate ao tráfico de drogas registradas entre a noite de segunda-feira (20) e a madrugada desta terça-feira (21). As ações aconteceram em Samambaia Sul e Santa Maria e resultaram na apreensão de diferentes tipos de entorpecentes, além de equipamentos utilizados na atividade criminosa.

    Em Samambaia Sul, policiais do Grupo Tático Motociclístico (GTM 31) prenderam três suspeitos por tráfico de drogas. Durante a operação, foram apreendidas porções de cocaína, crack, haxixe e maconha, além de duas balanças de precisão e embalagens plásticas do tipo ZIP Lock, normalmente utilizadas para fracionar e embalar os entorpecentes para comercialização.

    Já em Santa Maria, equipes do Tático Operacional Rodoviário (TOR) realizavam um ponto de bloqueio quando abordaram um veículo em atitude considerada suspeita. Antes da revista, o motorista, que utilizava tornozeleira eletrônica, tentou fugir, dando início a uma perseguição que terminou cerca de um quilômetro depois, quando ele foi alcançado pelos policiais.

    Na vistoria do automóvel, os militares encontraram porções de cocaína e dois tabletes de maconha. O suspeito, que possui antecedentes por tráfico de drogas e lesão corporal, foi preso em flagrante e encaminhado à 20ª Delegacia de Polícia, onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais cabíveis foram adotadas.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Estudante da UnB encontrado no Varjão relata suspeita de ter sido dopado durante festa

    Estudante da UnB encontrado no Varjão relata suspeita de ter sido dopado durante festa

    Um estudante da Universidade de Brasília (UnB), que havia sido dado como desaparecido pela família, foi localizado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) no último sábado (18), em uma residência no Varjão. O jovem estava desaparecido desde a noite de quinta-feira (16), quando saiu para uma festa, e foi encontrado em boas condições físicas, embora apresentasse sinais de estar sob efeito de substâncias entorpecentes.

    De acordo com a investigação, a mãe do universitário iniciou buscas após o filho não retornar para casa e não conseguir contato com ele. Depois de procurar hospitais e informar amigos e conhecidos sobre o desaparecimento, ela recebeu a informação de que o estudante estaria na casa de um homem e de uma mulher, no Varjão. Sem saber se o filho estava sendo mantido contra a vontade, acionou a Polícia Civil.

    Equipes da 5ª Delegacia de Polícia foram até o endereço indicado e encontraram o jovem acompanhado das duas pessoas mencionadas. Inicialmente, ele apresentou uma versão dos fatos, mas, ao prestar depoimento na delegacia, afirmou acreditar que tenha sido dopado durante a festa. Segundo o relato, ele perdeu a consciência em determinado momento e não consegue se lembrar do que aconteceu em seguida.

    O estudante disse recordar apenas que estava em um ambiente com cerca de 20 pessoas e levantou a hipótese de ter sido submetido, involuntariamente, a relações sexuais. Diante do depoimento, a Polícia Civil o encaminhou para atendimento médico, onde recebeu medidas de profilaxia contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Em seguida, ele passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML). O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • PCDF prende homem suspeito de gravar encontros íntimos sem consentimento e vender vídeos na internet

    PCDF prende homem suspeito de gravar encontros íntimos sem consentimento e vender vídeos na internet

    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu preventivamente, nesta segunda-feira (20), um homem de 33 anos investigado por gravar, sem autorização, encontros íntimos com mulheres e comercializar os vídeos em plataformas de conteúdo adulto. A operação, coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços localizados em Águas Lindas de Goiás e Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

    Durante a ação, os policiais apreenderam celulares, mídias digitais e outros equipamentos que serão submetidos à perícia. Também foi alvo da operação uma mulher de 31 anos, apontada pela investigação como responsável por administrar a estrutura financeira utilizada para receber os valores obtidos com a venda dos conteúdos. Segundo a PCDF, ela confirmou que compartilhava com o investigado contas em plataformas de conteúdo adulto, como OnlyFans e Privacy, utilizadas para a comercialização do material.

    As investigações começaram após uma vítima descobrir que vídeos de sua intimidade haviam sido publicados em uma plataforma pornográfica sem seu consentimento. Conforme a apuração, ela conheceu o suspeito por meio de um aplicativo de relacionamento, em 2018, e teve dois encontros consensuais com ele. Posteriormente, identificou que as relações haviam sido gravadas clandestinamente e divulgadas na internet. Outra mulher também reconheceu o investigado pelas características físicas e tatuagens exibidas nas gravações.

    De acordo com a Polícia Civil, o homem utilizava aplicativos de relacionamento para conquistar a confiança das vítimas, registrava os encontros íntimos de forma oculta e publicava os vídeos para atrair assinantes e obter lucro. A investigação também apontou que ele já possuía antecedentes e condenação definitiva pelo mesmo tipo de crime, circunstância que motivou a decretação da prisão preventiva. Além da detenção, a Justiça determinou a suspensão das contas utilizadas para divulgar e comercializar os vídeos. O material apreendido será analisado para identificar outras possíveis vítimas, apurar a movimentação financeira do esquema e verificar o eventual envolvimento de novos participantes.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Horóscopo de hoje, 21/07/2026 – Previsões para todos os signos

    Horóscopo de hoje, 21/07/2026 – Previsões para todos os signos

    Áries (21/03 – 19/04)

    Para o signo de Áries, o céu aponta um momento propício para vivenciar novas experiências e romper com antigos padrões. Seja realista e busque alinhar suas expectativas com a realidade, evitando atitudes impulsivas. Planeje antes de agir.

    rj24b0Ke touro

    Touro (20/04 – 20/05)

    Para o signo de Touro, o céu indica que pode ser o momento certo para estreitar os laços com outros, principalmente na área de relacionamentos. Cuidado com conflitos, busque a diplomacia.

    8xgr4mGq gemeos

    Gêmeos (21/05 – 20/06)

    Para o signo de Gêmeos, a terça-feira pode ser marcada por um aumento na produtividade e agilidade na rotina diária, de acordo com o céu. No entanto, para evitar estresse, é importante não impor seu ritmo ou regras aos outros.

    2025 pode ser o SEU ano! ​⭐
    Seu Mapa Astral te ajuda a conhecer e desbloquear a sua força, seu emocional, sua sorte, seu poder e muito mais…
    🔮 Faça seu Mapa Astral grátis aqui!

    xxVtahXy cancer

    Câncer (21/06 – 22/07)

    Para o signo de Câncer, o céu indica que a terça-feira pode ser um bom momento para se divertir e buscar novos estímulos com os amigos. No entanto, é importante manter a moderação para evitar gastos excessivos ou exposição desnecessária.

    Am1JrKGw leao

    Leão (23/07 – 22/08)

    Para o signo de Leão, o céu indica um envolvimento maior com a família e a dedicação a tarefas cotidianas. Buscar equilíbrio entre trabalho e descanso e resguardar momentos de privacidade são atitudes recomendadas.

    kSmB46Fk virgem

    Virgem (23/08 – 22/09)

    O céu indica que o signo de Virgem pode ter uma terça-feira de alta intensidade de ideias e comunicação, trazendo mais dinamismo nas relações, mas também possíveis conflitos. Evite especulações sobre dificuldades e amenize as diferenças.

    🗺️ A GENTE TEM O MAPA DO SEU 2025!
    Nada de perrengue: faça a sua Amostra Grátis aqui! E descubra as suas oportunidades e desafios do ano, as previsões para o amor, carreira, finanças e muito mais.

    NvGYNhYX libra

    Libra (23/09 – 22/10)

    Para o signo de Libra, o céu indica proatividade e praticidade com a Lua Crescente na área material. Pode ser um bom momento para otimizar recursos. Cuidado com tensões financeiras e evite deixar dinheiro e amizade se misturar.

    2K1MBDfR escorpiao

    Escorpião (23/10 – 21/11)

    Para o signo de Escorpião, o céu indica uma chance de se expressar de forma mais intensa, favorecendo uma postura proativa em relação a metas imediatas. Tente evitar conflitos interpessoais, buscando gerenciá-los com diplomacia.

    YmGasExD sagitario

    Sagitário (22/11 – 21/12)

    O céu indica que para o signo de Sagitário, o momento é de encarar os desafios com calma, reduzindo o ritmo para evitar estresse e reações exageradas. Pode ser uma boa hora para investir no autocuidado e na resiliência.

    Leia seu Horóscopo Personalizado

    6iYJu7XZ capricornio

    Capricórnio (22/12 – 19/01)

    Para o signo de Capricórnio, o céu indica uma postura colaborativa, mas lembre-se de estabelecer limites. Evite gastos excessivos e não se envolva demais nos problemas alheios.

    tOelpnCT aquario

    Aquário (20/01 – 18/02)

    O céu indica que o dia será produtivo para os aquarianos, com alta no senso de responsabilidade e envolvimento com demandas profissionais e rotineiras. Procure organizar-se e pedir ajuda se necessário, para evitar desgastes excessivos.

    Saiba tudo sobre signos

    Tlq1Xsoa

    Peixes (19/02 – 20/03)

    Para o signo de Peixes, o céu indica um profundo desejo de ampliar seus horizontes pessoais. Pode ser um bom momento para se aventurar em experiências fora do comum, mas sempre mantendo a responsabilidade. Atenção à saúde e deveres diários.

  • DF Legal retira 146 barracos irregulares nas proximidades do Parque Nacional de Brasília em nova operação contra grilagem

    DF Legal retira 146 barracos irregulares nas proximidades do Parque Nacional de Brasília em nova operação contra grilagem

    Dez dias depois de uma operação que retirou 36 barracos irregulares e descaracterizou cerca de 500 lotes ilegais na Área de Preservação Ambiental (APA) do Planalto Central, próxima do Parque Nacional de Brasília (PNB), a Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) retornou ao local para coibir novas invasões e parcelamentos de terra. Atividades de grilagem passaram a ser monitoradas na área no início de julho, e uma nova operação para combatê-las foi realizada nesta segunda-feira (20).

    De acordo com com a DF Legal, uma ação articulada entre vários órgãos, instituições e autoridades foi planejada para retirar barracos de lona e madeira implantados irregularmente nas proximidades do PNB e do Setor Santa Luzia, na Estrutural. O Jornal de Brasília havia mostrado que nas margens da DF-097, que funciona como uma espécie de barreira entre o conjunto urbano da Estrutural e o início do parque, a vegetação nativa do cerrado começava a dar espaço a cercamentos e habitações improvisadas. Como foi destacado na reportagem do JBr, as invasões podem acarretar em grandes prejuízos ambientais, sobretudo porque a estratégia de queima usada para “limpar o terreno” pode resultar em grandes incêndios florestais dentro do PNB.

    No total, foram retiradas 146 estruturas precárias de madeira e lona. Foto: Divulgação/DF Legal

    Na segunda operação feita pela DF Legal participaram a Terracap, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). No total, foram desconstituídas 146 estruturas precárias de madeira e lona e recolhidos seis caminhões-caçamba com entulho. 

    Pela parte do ICMBio, foram realizadas duas prisões em flagrante por crime ambiental realizado em área da União e aplicada uma multa no valor de R$ 120 mil a um dos líderes da ocupação por promover o loteamento irregular da área. Segundo a DF Legal, a operação teve como objetivo coibir o reinício de um parcelamento irregular de área pública na região, um local inserido em área de preservação ambiental, ao lado do Parque Nacional de Brasília e de grande importância ambiental. Além disso, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que apreendeu um veículo e o celular de um dos suspeitos dentro da invasão. 

    Invasões são problemas recorrentes no DF

    Para Reuber Brandão, professor do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília (UnB) e membro da Rede Biota Cerrado, a invasão de terras é um problema endêmico do DF que está muito relacionado à destinação fundiária. “Dificilmente depois que uma ação dessa se estabelece, o poder público, os interesses regionais, os interesses associados raramente vão retomar. Muitas vezes acaba que essas invasões iniciam, não são controladas e revertidas e acabam se estabelecendo definitivamente”, comentou.

    “A questão territorial do DF é séria. A quantidade de pessoas que não tem escrituras das suas moradias, isso é absurdo. A capital federal tem uma crise crônica com relação à posse da terra, com relação à segurança fundiária”, continuou Reuber. O resultado disso é o crescimento das invasões e dos parcelamentos de terra, conforme explicou o professor. Com isso, além de condições de moradia muitas vezes precárias se multiplicarem, o meio ambiente tende a ser cada vez mais prejudicado.

    whatsapp image 2026 07 20 at 12.35.33 (4)
    Diversas árvores foram arrancadas para a construção dos barracos. Foto: Divulgação/DF Legal

    “A áreas que estão localizadas próximas às unidades de conservação e as áreas que estão um pouco mais afastadas das outras de maior interesse vão atrair as pessoas que estão atrás desse tipo de oportunidade, muitas vezes executando [obras] de forma completamente irregular e ameaçando todo o planejamento ocupação e ordenamento territorial do DF”, disse Reuber. 

    Para a biodiversidade da capital, pontuou o professor, a questão ganha ainda mais importância. “Todos os grandes mamíferos do DF estão ameaçados. As áreas de conservação do DF, apesar de serem grandes, já estão completamente cercadas, muitas delas isoladas, formando ilhas que não permitem que populações desses animais mantenham uma dinâmica demográfica saudável”. Com isso, explicou o Reuber, vários desses animais, sem conseguir dispersar, acabam atropelados, mortos por cachorros, ou até mesmo caçados. “Isso tem um impacto a longo prazo na conservação da fauna, com o desaparecimento efetivo de muitas espécies”, completou.

    Segundo a DF Legal, a nova operação contra grilagem foi feita justamente para impedir que novos parcelamentos se estabeleçam e cresçam na região, trazendo possíveis prejuízos para a APA do Planalto Central e para o Parque Nacional de Brasília. Em nota, a pasta afirmou que o Governo do Distrito Federal continuará monitorando a área para evitar o retorno das invasões.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Semana será de tempo firme e baixa umidade no Distrito Federal

    Semana será de tempo firme e baixa umidade no Distrito Federal

    O Distrito Federal deve ter uma semana de tempo firme, céu claro e sem previsão de chuva até a próxima sexta-feira, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As temperaturas devem subir gradualmente ao longo dos dias, com mínimas a partir de 12°C e máximas que podem chegar a 29°C. A umidade relativa do ar também deve permanecer baixa, especialmente durante as tardes. 

    De acordo com a meteorologista Larissa Monteiro, o início da semana será marcado pelo predomínio de céu claro. Na terça-feira, a mínima deve ficar em 14°C, com máxima de 26°C. A partir de quarta-feira, a nebulosidade aumenta ligeiramente, mas o tempo permanece estável, com poucas nuvens até o começo do fim de semana.

    Entre quarta e quinta-feira, as tardes ficam mais quentes, com máximas de 28°C. Na sexta-feira, os termômetros podem chegar aos 29°C, enquanto as mínimas permanecem próximas de 15°C. A diferença entre as temperaturas registradas nas madrugadas e durante as tardes deve ficar entre 12°C e 14°C.

    Segundo a meteorologista, o principal ponto de atenção, no entanto, fica por conta da baixa umidade relativa do ar no período da tarde. “Já estamos com avisos vigentes para segunda e terça-feira, dias em que os índices devem cair para valores entre 20% e 30%. Esse comportamento seco deve persistir até o final da semana, e a nossa equipe seguirá acompanhando as próximas rodadas dos modelos meteorológicos”, destaca Monteiro.

    Ainda de acordo com a especialista, é importante ressaltar que todo o panorama observado em julho de 2026 está se comportando dentro da média histórica. “Tanto as temperaturas máximas e mínimas quanto a ausência de precipitação estão alinhadas com a climatologia esperada para esta época do ano no Distrito Federal”, comenta a meteorologista. 

    Com a baixa umidade do ar, especialistas fazem alertas para cuidados em relação à saúde. Segundo a médica otorrinolaringologista clínica e especialista em doenças respiratórias do Hospital Santa Lúcia, Larissa Camargo, com a redução da umidade do ar e a redução das temperaturas, há uma concentração maior de impurezas no ar como vírus, bactérias e partículas de poeira.

    “Esses fatores são agentes irritativos. Em contrapartida, o ressecamento do ambiente prejudica o funcionamento da sua barreira primária de proteção, que são os micro cílios do nariz. Então, você tem uma maior concentração de agentes irritativos com uma proteção reduzida, o que gera uma tendência maior de infecções de vias superiores, como as otites, sinusites, faringites, inferior os processos alérgicos e infecciosos, bronquite, pneumonia e crises de asma”, explica a médica Larissa. 

    As crianças menores de 2 anos e os idosos estão entre os principais grupos de risco para o agravamento de problemas respiratórios durante o período de baixa umidade e maior concentração de agentes no ambiente. Segundo o especialista, as crianças se desidratam mais facilmente, apresentam quadros mais exuberantes e têm as vias aéreas mais estreitas. Além disso, a carteira de vacinação ainda pode estar em processo de conclusão devido à faixa etária. “Essas crianças costumam ter uma evolução muitas vezes mais rápida”, afirma a médica. 

    No caso dos idosos, a atenção deve ser redobrada por causa das comorbidades e da possibilidade de os sintomas aparecerem de forma mais sutil. “Muitas vezes eles têm quadros sutis. O idoso fica mais apático, não tem um quadro de febre exuberante. Então, o idoso que ficou mais quieto, diminuiu a ingestão alimentar ou está mais apático precisa ser avaliado com atenção, porque é necessário pensar em algum processo infeccioso em curso”, explica Larissa. 

    Pessoas que já têm doenças respiratórias, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), asma ou quadros alérgicos, também podem apresentar uma piora dos sintomas. “Os pacientes que já têm uma doença obstrutiva crônica, um quadro de asma importante ou quadros alérgicos costumam sentir mais sintomas e exacerbar as doenças de base nesse período, porque há muito mais agentes concentrados no ambiente e uma proteção reduzida da via aérea”, diz. Segundo ela, esse cenário contribui para o aumento das manifestações respiratórias.

    Para quem pratica atividades físicas, a hidratação é uma das principais medidas de proteção. “O principal na atividade física é a hidratação. Antes, durante e depois do exercício. As células de proteção conseguem chegar à mucosa, seja da cavidade oral, do nariz ou dos olhos, por meio de um ambiente aquoso e úmido. Então, quando você se hidrata e ingere mais água, protege toda a sua via aérea”, orienta.

    A especialista também recomenda que os exercícios sejam realizados, sempre que possível, nos períodos de menor calor, antes das 10h ou depois das 16h. A redução da intensidade da atividade e da exposição a ambientes mais secos também pode ajudar a diminuir o desconforto. “Nos pacientes que têm queixas respiratórias, é importante reduzir a intensidade do exercício para diminuir a possibilidade de desconforto durante as atividades”, afirma.

    Entre os sinais de alerta, a mudança de comportamento deve ser observada em qualquer faixa etária. “Um paciente que é muito ativo e ficou mais apático ou mais quieto deve chamar a atenção, principalmente quando se trata de crianças muito pequenas e idosos”, destaca. Nas crianças, irritabilidade e redução da ingestão de líquidos e alimentos também são sinais que exigem atenção.

    A persistência de febre, tosse e rouquidão também deve ser monitorada. “Os idosos muitas vezes não fazem febre. Então, a presença de febre em um idoso já é um sinal de atenção para um quadro muito mais exuberante”, explica. A mudança no padrão respiratório é outro alerta importante, especialmente quando há falta de ar ou desconforto respiratório em repouso ou durante pequenas atividades do dia a dia. Nesses casos, a recomendação é buscar atendimento médico.

    Para prevenir problemas de saúde durante o período, a orientação é reforçar os cuidados básicos. “Se a gente já viu que a hidratação faz diferença, é importante ingerir mais água mesmo sem sentir sede”, afirma. A lavagem nasal também é recomendada, já que a secura pode reduzir a hidratação dos cílios presentes nas vias aéreas. “Quando você hidrata, otimiza a função dessa barreira tão importante que é a cavidade nasal”, explica Larissa Camargo. 

    Além de afetar a respiração e os pulmões, a baixa umidade do ar também pode prejudicar a pele ao favorecer a perda de água. De acordo com a médica dermatologista Regina Buffman, o tempo seco pode comprometer a barreira de proteção cutânea e intensificar sintomas em pessoas que já apresentam condições dermatológicas.

    “A baixa umidade do ar favorece a perda de água pela pele, o que pode comprometer a barreira de proteção cutânea. Com isso, a pele tende a ficar mais ressecada, áspera e sensível”, explica. Segundo a dermatologista, pessoas com dermatite atópica, psoríase ou pele naturalmente seca podem sofrer ainda mais com o período de baixa umidade, com piora da coceira e da irritação.

    Entre os principais sinais de ressecamento estão a sensação de repuxamento, descamação, aspereza, coceira e vermelhidão. Em casos mais intensos, podem surgir pequenas fissuras ou rachaduras, especialmente nas mãos, nos lábios e em áreas mais expostas. “Também é comum que pessoas com pele sensível percebam uma maior irritação nesse período”, afirma Regina.

    Para proteger a pele durante os dias de tempo seco, a orientação é manter uma rotina regular de hidratação. “É importante manter uma boa hidratação da pele, utilizando hidratantes adequados ao tipo de pele, especialmente logo após o banho”, recomenda. A médica também orienta evitar sabonetes muito agressivos, dar preferência a banhos rápidos e com água morna e manter o uso do protetor solar durante o dia.

    Segundo a dermatologista, a hidratação não deve ser feita apenas quando o ressecamento já está instalado. “A hidratação deve ser feita de forma regular, e não apenas quando a pele já estiver muito ressecada”, destaca.

    O banho quente e prolongado também pode agravar o problema. “A água muito quente remove parte da oleosidade natural da pele, que ajuda a manter a barreira de proteção, e isso pode aumentar o ressecamento. Banhos demorados também contribuem para esse processo”, explica Regina. A recomendação é optar por banhos mais rápidos, com água morna, e aplicar o hidratante logo depois, quando a pele ainda estiver levemente úmida.

    Em caso de coceira intensa, lesões, rachaduras ou irritação persistente na pele, a recomendação é procurar avaliação médica. “Esses sinais podem indicar que o ressecamento está mais intenso ou que há alguma condição dermatológica associada”, alerta a dermatologista.

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Emprego ou negócio próprio? Jovens ampliam presença no empreendedorismo do DF

    Emprego ou negócio próprio? Jovens ampliam presença no empreendedorismo do DF

    O número de jovens empreendedores com até 29 anos saltou de 3,9 milhões em 2012 para 4,9 milhões em 2024, um aumento de 20%, segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Na capital federal, até o primeiro trimestre de 2026, foram registrados 51,3 mil empreendedores nesta faixa etária. Desses, 65,3% atuam na área de serviços. Outros 16,3% em construção, e 11,8% em comércio. 

    De acordo com o levantamento, a maioria dos negócios já superou os dois primeiros anos de atividade, indicando uma capacidade relevante de permanência no mercado desse tipo de público. Do total, 55,3% já estão em atividade há 2 anos ou mais. 

    O crescimento do empreendedorismo entre os jovens do Distrito Federal é resultado de uma combinação de fatores, avalia o gerente da Assessoria de Políticas Públicas e Ecossistemas de Negócios do Sebrae, Jorge Adriano. 

    “As novas gerações têm maior familiaridade com a tecnologia, identificam oportunidades de mercado com mais rapidez e utilizam as redes sociais e as plataformas digitais para divulgar produtos, conquistar clientes e vender com custos menores. Além disso, muitos jovens buscam no empreendedorismo uma forma de construir uma carreira com mais autonomia, propósito e possibilidade de crescimento”, explica. 

    Esta é a realidade de Poliany Villa Real, de 28 anos, que viu dentro do empreendedorismo uma fonte de renda possível. Há três anos, ela fundou a confeitaria Poli Real. Antes de se tornar uma empresa, a confeitaria servia apenas como uma fonte de renda extra. 

    Poliany Villa Real, dona da confeitaria Poli Real. Créditos: Arquivo pessoal

    “Durante o trabalho que eu tinha na imobiliária, fazia sobremesas para levar, vendia para o pessoal, mas não era nada sério. Um familiar pedia e eu fazia. Mas não era minha principal fonte de renda. Quando eu decidi sair da imobiliária, eu falei pro meu esposo, ‘se não der certo, eu procuro outro serviço, mas vou tentar’. Desde então, nunca deu errado, nunca fiquei sem encomenda”, conta. 

    Pouco a pouco, a carteira de clientes foi aumentando. Hoje, Poliany trabalha sob encomenda para grandes eventos, em especial casamentos e festas de 15 anos. No início, ela explica que não houve um planejamento consolidado para abrir o negócio. Investiu R$ 500 na compra de materiais na Páscoa de 2023 e teve um faturamento inicial de R$ 6 mil. Metade do valor foi separado para investir em novos materiais e o restante para guardar. “Conforme o tempo foi passando, fui vendo que também não era bem por aí. Eu tinha que precificar, que é o que as pessoas mais têm dificuldade”, relembra.

    Segundo dados do Sebrae, 75,9% dos jovens donos de negócios dizem que o desejo de gerar impacto social e transformar a realidade é o principal impulso para empreender. Esta é uma das motivações do Guilherme Enzo Taya Nakanishi, de 29 anos, co-fundador da produtora audiovisual CRIAmov.

    Nascido e criado em uma família de empreendedores, o jovem sempre se interessou em abrir o próprio negócio. “A ideia da produtora surgiu em 2017, a partir de um insight sobre o início do boom da produção de conteúdo e cobertura de eventos em vídeo. Começamos atendendo empresas de amigos, e fomos entendendo o processo até ganharmos volume de demanda, mas nossa raiz sempre seguiu a linha de onde nascemos e fomos criados: formar e capacitar pessoas. Até hoje, formamos quem trabalha com a gente”, detalha. 

    No caso da CRIAmov, não houve investimento de capital para começar, por se tratar de uma empresa de serviço. “Nosso maior investimento foi em conhecimento, tempo e energia”, relembra. 

    Rotina 

    Apesar da praticidade de se tornar o chefe do próprio negócio, a rotina do jovem empreendedor é diferente. No caso de Poliany, as rotinas de trabalho costumam extrapolar as 10 horas diárias. 

    “A minha produção é bem puxada. Como eu trabalho pra mim mesma, geralmente trabalho bem mais do que se eu fosse CLT, por exemplo. Em dia de produções de casamento, tenho que começar com, no mínimo, um planejamento de 10 dias de antecedência. Isso para sair pra comprar insumos, pedir material e iniciar as produções, pra finalizar em até um dia antes do evento”, conta. 

    Para Nakanishi, a principal característica da vida de quem empreende é justamente não ter uma rotina igual à outra. “Cada dia traz um desafio diferente, uma demanda nova e uma oportunidade de aprender. Tem dia de reunião, planejamento e criação, tem dia de produção na rua, de viagem, de evento e de resolver problemas em tempo real”, afirma.  

    Dificuldades 

    Empreender também exige preparo. Os principais desafios estão na gestão do negócio, no planejamento financeiro e no conhecimento do mercado. “Esses obstáculos podem ser superados com capacitação, planejamento e orientação especializada”, explica Jorge Adriano. 

    Atualmente, o maior desafio de Poliany é encontrar um espaço físico para atuar de forma integral. Enquanto isso, as produções são feitas na cozinha de casa. “Hoje em dia a minha maior dificuldade é ter um espaço físico, porque apesar de ter uma carteira de clientes bem grande, os aluguéis andam muito caros”, desabafa. 

    Para o jovem Nakanishi, o obstáculo é outro. “A maior dificuldade sempre foi, ao mesmo tempo, a nossa maior solução: formar e capacitar pessoas para montar time. Para isso, precisamos estar envolvidos em 360° do negócio. Às vezes, o desafio é uma operação complexa de drone. Em outras, é conseguir encontrar uma imagem única em meio a milhares de pessoas ou tomar uma decisão rápida para garantir que aquele momento não se perca”, conta.

    Novos horizontes 

    Tanto a produtora quanto a confeitaria são negócios bem consolidados na capital federal. Mesmo assim, os empreendedores têm planos para o futuro e pretendem expandir ainda mais as empresas. 

    whatsapp image 2026 07 20 at 14.24.20 (1)
    Guilherme Enzo Taya Nakanishi, co-fundador da CRIAmov. Créditos: Arquivo pessoal

    “A CRIAmov começou como produtora, e hoje já expandimos para outras frentes: abrimos a Agência Suco, para ampliar nossa atuação no mercado, e a BELA07, nossa escola de habilidades criativas, que forma e capacita novos talentos”, detalha Nakanishi. 

    whatsapp image 2026 07 20 at 14.24.21

    No caso da Poli Real, o próximo objetivo é a mudança para um espaço físico e a contratação de funcionários para auxiliar nas produções de doces e bolos. “Penso que até o próximo ano vou conseguir ter um espaço físico. Estou trabalhando para expandir o negócio. Creio que mais pessoas vão conhecer também, tendo minha loja. Penso futuramente em começar a dar cursos também”, completa Poliany. 

    whatsapp image 2026 07 20 at 14.24.20(1)

    Com informações do Jornal de Brasília

  • Com Cissa, “Sem Censura” reafirma sua força e amplia alcance muito além da TV

    Com Cissa, “Sem Censura” reafirma sua força e amplia alcance muito além da TV

    Programa da TV Brasil encontrou um novo momento ao combinar tradição, bons debates e uma presença crescente no ambiente digital

    O “Sem Censura” atravessa uma de suas melhores fases desde que foi repaginado pela TV Brasil. Sob o comando de Cissa Guimarães, a atração recuperou a relevância de um formato que sempre privilegiou a boa conversa e, ao mesmo tempo, conseguiu dialogar com um público que já não está restrito à televisão aberta. O resultado aparece cada vez mais na repercussão de seus conteúdos na internet.

    Muito desse movimento passa pela condução da apresentadora. Cissa encontrou um tom leve, sem abrir mão da seriedade quando os assuntos exigem. O programa voltou a apostar em entrevistas e mesas de discussão capazes de promover reflexões, reunindo convidados de diferentes áreas para tratar de temas que realmente despertam interesse e repercutem para além da exibição original.

    Outro mérito está na escolha das pautas. Saúde, comportamento, cultura, direitos sociais, entretenimento e questões do cotidiano passaram a dividir espaço de forma equilibrada, sem a necessidade de recorrer à polêmica gratuita. São conversas que frequentemente geram cortes compartilhados nas redes sociais e alimentam discussões por horas, alcançando um público que muitas vezes sequer acompanha a programação da emissora.

    Essa circulação digital acabou funcionando como uma segunda vitrine para o “Sem Censura”. Os trechos publicados nas plataformas digitais encontram audiência própria e ajudam a renovar o interesse pelo programa completo, algo indispensável em um cenário em que televisão e internet deixaram de disputar espaço para atuar de forma complementar.

    O caso do “Sem Censura” demonstra que ainda existe espaço para programas de entrevistas bem produzidos e com conteúdo relevante. Não basta apenas reunir convidados conhecidos; é preciso oferecer boas conversas, assuntos pertinentes e uma apresentação capaz de dar ritmo ao debate.

    Programa do Amaury

    A expectativa é que, ainda ao longo desta semana, se defina a contratação de Amaury Junior pela TV Gazeta.

    No rigor de tudo, só falta assinar.

    Tem um porém…

    A ideia de Amaury apresentar o “Almoço com as Estrelas”, ou algo próximo a ele, neste seu retorno à Gazeta continua entre as possibilidades.

    Mas existem outras em estudo. Uma de viagens, por exemplo.

    Olha o problema

    A Amazon dispensou primeiro os serviços de Galvão Bueno, muito também pelo acerto da N Sports com o SBT, e depois se viu obrigada a demitir o narrador Rômulo Mendonça.

    Agora só tem Marcelo do Ó.

    (Reprodução / Facebook)

    O detalhe

    Quando se fala em “só tem” Marcelo do Ó, é porque a Prime Video tem uma série de propriedades e agora um só narrador para tanto.

    Entre esses direitos, NBA, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. E o Marcelo ainda tem as obrigações dele com a BandNews TV e a RedeTV!.

    Piripaque

    Guillermo Pendino, do Artístico e Programação da Band, teve um “apagão” na semana passada e passou três dias no hospital por causa disso.

    Mas tudo bem. Passou por todos os exames e hoje já reassumiu suas funções.

    Caso mais grave

    Ainda da Band, a diretora do “MasterChef”, Marisa Mestiço, sofreu um AVC e passou dez dias internada.

    Felizmente, sem sequelas. Deve voltar em breve ao trabalho.

    Balanço positivo

    Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, Daniela Abravanel classificou a transmissão da Copa do Mundo de 2026 como uma “virada de chave” para o SBT.

    Segundo ela, o retorno ao torneio, depois de 28 anos, marcou uma nova fase para a emissora.

    daniela beyruti

    (Reprodução / SBT)

    Balanço positivo – 2

    A executiva também destacou o investimento na equipe, liderada por Galvão Bueno e Tiago Leifert, além da cobertura multiplataforma em parceria com a N Sports.

    Para Daniela, o projeto conseguiu unir força comercial, audiência e o DNA do SBT, baseado em leveza, emoção e proximidade com o público.

    Futuro

    O mais importante, talvez, seja justamente essa visão de futuro.

    A Copa passou, mas deixou a sensação de que o SBT reencontrou um caminho para voltar a disputar grandes eventos, atrair o mercado e reforçar sua marca. Agora, o desafio é transformar esse impulso em uma estratégia permanente.

    Novo reforço

    A Globo anunciou a contratação de Ana Soares para assumir, a partir de agosto, a diretoria de Dados & Inteligência Artificial. Ela passará a integrar a estrutura de Tecnologia da empresa, com reporte direto a Raymundo Barros.

    Ana terá como missão ampliar o programa de Dados & IA da Globo, com foco em projetos estratégicos, publicidade, conteúdo e relacionamento com o consumidor.

    Vale destacar

    A aposta da Record em “Quilos Mortais”, sob o comando de Celso Zucatelli, vem entregando resultados importantes e, em algumas praças, alcançando picos de audiência bastante competitivos.

    É mais um exemplo de que o gênero factual, quando bem trabalhado, continua encontrando espaço e resposta do público na televisão aberta.

    Despedida forte

    Galvão Bueno encerrou sua trajetória como narrador de Copas do Mundo em alta. Na final entre Espanha e Argentina, ficou mais de cinco horas no ar e garantiu ao SBT média de 8,8 pontos na Grande São Paulo, com pico de 10,7 durante a prorrogação.

    A transmissão permaneceu na vice-liderança de forma ininterrupta das 15h36 às 20h04, coroando a despedida de um dos principais nomes da narração esportiva da televisão brasileira.

    galvao bueno

    (Reprodução / SBT)

    Fim de ciclo

    Por falar nele: a despedida de Galvão Bueno das Copas do Mundo teve o tamanho da carreira que construiu. A homenagem exibida por SBT e N Sports, reunindo amigos, companheiros de jornada e personagens da história do futebol, foi simples na forma, mas enorme no significado.

    É impossível contar a história das transmissões esportivas no Brasil sem reservar a Galvão um dos capítulos mais importantes.

    É hoje

    Nesta terça, em meio às comemorações dos seus 25 anos, a BandNews TV vai inaugurar seus novos estúdios, na presença de 100 convidados, entre patrocinadores, parceiros e autoridades.

    Assim como a apresentação das suas recentes contratações: Luiz Felipe Pondé, Veruska Donato, Aod Cunha, Carlos Andreazza, Emanuel Pessoa e Leandro Stoliar.

    É ele

    Nesta terça, o convidado do nosso programa é Walter Zagari, um dos nomes mais conhecidos da TV quando o assunto é a área comercial. Tupi, Band, SBT, Record e agora Jovem Pan no currículo.

    Na LeoDias TV, às 17h30, depois do “Jornal dos Famosos”.

    Walter Zagari

    (Edu Moraes / Record)

    Bate – Rebate

    • A Rádio Cultura FM de São Paulo (103,3 MHz) lança o programa “Mundo, Vasto Mundo”, podcast dedicado à análise de fatos que são notícia no mundo e despertam o interesse do público brasileiro…
    • … A estreia acontece nesta quarta-feira (22/7), com apresentação de Laura Greenhalgh, nome de destaque no jornalismo brasileiro e colunista da Folha de S.Paulo.
    • Magda Cotrofe e Ciro Bottini participam do “Gol Show”, no “Programa do Ratinho”, e entram na disputa por prêmios que podem chegar a R$ 100 mil.
    • O Apple TV+ estreia na próxima sexta-feira (24) a comédia “The Dink – A Última Chance”…
    • O filme conta com direção de Josh Greenbaum, produção de Ben Stiller e reúne Jake Johnson, Ed Harris, Mary Steenburgen e o ex-tenista Andy Roddick no elenco.
    • Izabella Camargo estreia, amanhã, uma nova fase do videocast “Interioriza”…
    • … Gravado em um novo estúdio, em São Paulo, o programa retorna às 18h, tendo Lúcia Helena Galvão como primeira convidada.
    • A HBO Max avisa que “Mortal Kombat II”, da New Line Cinema, estreia com exclusividade na plataforma em 24 de julho.
    • “Desalmada”, sucesso mexicano, chegou em edição especial à programação do SBT. Exibição sempre a partir das 14h…
    • … A novela mexicana acompanha a trajetória de Fernanda, que vê sua vida mudar completamente após perder o marido e sofrer uma sequência de violências na noite de seu casamento.
  • Medida focada em pessoas em situação de rua abre debate sobre internação involuntária no DF 

    Medida focada em pessoas em situação de rua abre debate sobre internação involuntária no DF 

    No Distrito Federal, segundo o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), existem cerca de 3.521 pessoas em situação de vulnerabilidade vivendo nas ruas. Com o objetivo de cuidar da saúde e do bem-estar desse grupo da população, a Lei nº 7.923, que institui a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua, foi sancionada na última semana pela governadora Celina Leão. A medida trata de internação involuntária e levanta um debate sobre saúde pública, assistência social, direitos individuais e a capacidade da rede pública de acolher e tratar esses pacientes. A equipe de reportagem do Jornal de Brasília conversou com especialistas em saúde mental e com a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) sobre a proposta e sobre como garantir tratamento e reinserção social para esse grupo.

    A subsecretária da pasta de saúde, Fernanda Figueiredo Falcomer, explica que, após a sanção, começa o prazo de regulamentação da lei para que todas as pastas envolvidas atuem em conjunto. “Nós vamos rever os fluxos que já existem e pactuar novos, principalmente para fazer com que essa linha de cuidado seja integrada entre todas as secretarias”, destacou.

    Sobre o ponto central do debate — a internação involuntária —, Fernanda ressalta que o atendimento a pessoas com transtornos mentais ou uso prejudicial de álcool e outras drogas ocorre prioritariamente na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), de forma voluntária, aberta e territorial. “Desde a UBS mais próxima de casa ao Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), passando pelas situações de urgência nas UPAs que possam exigir internação, a rede está estruturada”, pontuou.

    Segundo ela, toda a rede de saúde oferece esse serviço médico voltado à saúde mental, o que inclui as pessoas em situação de rua. “A internação é prevista na Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216) e na Política Nacional sobre Drogas, abrangendo as modalidades voluntária, involuntária e compulsória.” A internação compulsória é quando alguma terceira pessoa (na maioria dos casos, alguem da familia), aciona o juiz para determinar uma internação, ao se preocupar por essa pessoa estar possivelmente em uso prejudicial de álcool e outras drogas, com transtorno mental associado. Ela pondera que, no DF, a intenção ao dar ênfase ao método de internação involuntária é garantir agilidade e caráter preventivo, evitando a judicialização típica da internação compulsória.

    Fernanda aponta que a internação involuntária é uma medida excepcional e aplicada em situações de risco extremo ou surto, quando o paciente perde a consciência do próprio estado e esgotam-se as tentativas de cuidado no meio comunitário. “Ela precisa de um relatório médico para determinar a necessidade da intervenção.” A ideia desta ação proposta no texto da medida como uma exceção é internação de curta duração e, em até 72 horas, o Ministério Público é informado. Fernanda destaca que assim que o quadro se estabilizar, a pessoa recebe alta e continua o tratamento no CAPS de referência. Ela garante que a rede pública está preparada para absorver a demanda.

    A subsecretária afirma que a pasta de Saúde tem equipes técnicas nas ruas cuidando das pessoas em situação de vulnerabilidade. Ela explica que existe a política do Consultório na Rua, do Ministério da Saúde, que visa levar o cuidado de saúde para quem está em situação de rua. A partir de serviços como esse, somados aos esforços dos CAPS, existe uma estrutura para determinar uma internação voluntária, a começar pelo atendimento médico. “Só o médico é capaz de fazer essa internação. Mas a ideia é que a gente trabalhe com uma equipe multiprofissional, para fazer essa identificação dos casos e fazer o acionamento, por exemplo, do SAMU.” A ideia é acionar toda a rede para que os leitos hospitalares também sejam utilizados.

    Ela destacou que a lei também prevê a vedação de ações coletivas e de retirada compulsória das pessoas da rua, além de determinar que não é preciso exigir documento. “A medida também fala de fluxo voluntário de pessoas e de mulheres em situação de violência. Ela traz alguns avanços para quebrar as barreiras, porque as pessoas têm preconceito”, disse. Para Fernanda, através dessa lei, vai ser possível mostrar para a sociedade que a população em situação de vulnerabilidade também precisa de cuidados em relação à saúde mental. Para ela, na prática, essa medida propõe uma efetividade maior ao atendimento prestado a esse grupo. “A ideia é cuidar dessas pessoas, oferecer esse tratamento o mais rápido possível, para que essa pessoa possa sair mesmo dessa situação de muita vulnerabilidade.” Fernanda acredita que, dessa forma, a rede pública de saúde vai poder levar mais qualidade e cidadania para essas pessoas.

    A importância do cuidado contínuo 

    Para a psicóloga  Laura Palhano, especialista  do Instituto Ser Humano e idealizadora do projeto Reconectar, tanto a abordagem compulsória, quanto a involuntária podem impactar o estado psíquico do paciente e a construção do vínculo com a equipe de saúde. “Do ponto de vista psicológico, ninguém gosta de perder a autonomia sobre a própria vida. Quando uma pessoa é levada para um tratamento contra a sua vontade, é natural que inicialmente ela apresenta resistência, medo, desconfiança, raiva ou até uma postura defensiva.” Para ela, isso pode dificultar muito a criação do vínculo terapêutico, que é justamente um dos principais fatores para o sucesso de qualquer tratamento em saúde mental.

    Ao mesmo tempo, ela reforça que é preciso reconhecer que existem situações em que o sofrimento psíquico é tão intenso que a pessoa perde temporariamente a capacidade de avaliar os próprios riscos. “Quadros graves de psicose, dependência química severa ou risco iminente de morte podem comprometer completamente o julgamento”, ressaltou. Nessas circunstâncias, a especialista aponta que o grande desafio da equipe não é apenas garantir a segurança física daquele paciente, mas transformar uma entrada involuntária em um cuidado que passe a fazer sentido para ele. “É por isso que costumo dizer que a internação, quando necessária, pode ser o começo do tratamento, mas nunca o tratamento completo. O verdadeiro trabalho acontece depois, quando a pessoa começa a reconstruir sua rotina, seus vínculos e seu projeto de vida, fora da internação. A retirada do indivíduo da sociedade deve sempre ser evitada, quando não há um dos quadros que falei acima, o ideal é tratá-lo em participação ativa de uma vida rotineira, sem prejuízos de convívio social e atividades secundárias.”

    A psicóloga considera que se a pessoa recebe um bom tratamento durante algumas semanas, mas depois é exposta exatamente ao mesmo contexto de violência, fome, uso de drogas, ausência de vínculos familiares e insegurança, existe um risco muito grande de recaída. Ela explica que isso não é sinal de que o tratamento fracassou, mas sim de que nenhum tratamento consegue competir sozinho com um ambiente que continua adoecendo diariamente aquela pessoa. A saúde mental, como ela aponta, depende também das condições em que o indivíduo vive. 

    Por isso, ela acredita que o acompanhamento ideal precisa ser contínuo e integrado, envolvendo um tratamento multidisciplinar e fortalecendo a rede de apoio. “É justamente nesse ponto que entram modalidades intermediárias de cuidado, como os Hospitais Dia e os CAPS. O paciente participa de um tratamento intensivo durante o dia, com grupos terapêuticos, psicoterapia, psiquiatria, atividades corporais, oficinas e acompanhamento multiprofissional, mas continua inserido na comunidade e retorna para casa ao final do dia”, exemplificou. Esse modelo permite trabalhar habilidades para a vida real enquanto a equipe acompanha de perto as dificuldades, reduzindo o risco de novas internações e favorecendo uma reabilitação muito mais consistente.

    Para o psiquiatra e psicogeriatra doutor Gustavo Omena, a internação involuntária pode salvar uma vida e interromper uma crise grave, mas não deve ser confundida com política de segurança pública, solução para a dependência química ou resposta automática à situação de rua. Ele reforça que morar na rua, usar drogas ou recusar tratamento, isoladamente, não são justificativas clínicas suficientes para retirar a autonomia de alguém. “A internação involuntária pode ser eficaz para proteger o paciente durante uma crise aguda, estabilizar sintomas graves, tratar intoxicação ou abstinência e recuperar temporariamente sua capacidade de decisão”, pontuou. Mas, ele ressalta que sua eficácia como tratamento de longo prazo é limitada quando acontece de forma isolada. 

    Para o doutor, a prioridade deveria ser fortalecer o cuidado territorial e facilitar o acesso voluntário a serviços como o Consultório na Rua e CAPS funcionando com capacidade adequada, abordagem ativa, acolhimento noturno, redução de danos, tratamento de doenças clínicas, distribuição de medicamentos, assistência social, moradia protegida e equipes que acompanhem o paciente ao longo do tempo. O vínculo é uma intervenção clínica. “Muitas pessoas recusam atendimento porque tiveram experiências anteriores marcadas por preconceito, violência ou abandono. É preciso levar o cuidado até onde elas estão e construir confiança antes que a situação chegue ao limite”, disse. Ele destacou que a própria Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), do Ministério da Saúde, prevê cuidado integral, contínuo, multiprofissional e respeito à autonomia e aos direitos humanos.

    O problema, para o psiquiatra, está no fato de que por sí só, a internação involuntaria não funciona, pois ela nao oferece moradia, renda, vínculo familiar, reabilitação, pertencimento social ou continuidade terapêutica. Para ele, é importante evitar duas ilusões: achar que a internação nunca é necessária ou acreditar que ela, sozinha, resolverá a dependência química e a

    situação de rua. “Em alguns momentos ela é indispensável, mas deve funcionar como ponte, e não como destino.”

    Ele avalia ainda, que a internação involuntária precisa vir com um acompanhamento multiprofissional, pois o foco são pacientes que frequentemente apresentam desidratação, desnutrição, infecções, doenças neurológicas, traumas, intoxicação simultânea por diferentes substâncias e uso desconhecido de medicamentos. “Sem avaliação clínica cuidadosa, sintomas orgânicos podem ser confundidos com sintomas psiquiátricos”, comentou. Também existem riscos de abstinência grave, sedação excessiva, interações medicamentosas, quedas, contenções inadequadas, violência institucional e traumatização psicológica. Depois de um período de abstinência, há ainda redução da tolerância à substância, o que aumenta o risco de intoxicação grave caso a pessoa retorne ao padrão anterior de consumo. “Por isso, a alta precisa incluir orientação e continuidade imediata do cuidado.”

    Para ele, a equipe médica precisa respeitar a autonomia e proteger a vida e a saúde quando a pessoa perdeu, temporariamente, a capacidade de avaliar sua própria condição. Gustavo acredita que a pergunta ética central não é simplesmente “o paciente quer ser internado?”, mas, se ele compreende o que está acontecendo, consegue avaliar as consequências de suas escolhas e se existe uma alternativa menos restritiva e igualmente segura. “Toda restrição de liberdade precisa ser necessária, proporcional, temporária, documentada e frequentemente reavaliada. A vulnerabilidade social nunca pode ser confundida automaticamente com incapacidade mental”, frisou.

    Regulamentação e fluxo integrado entre as pastas 

    Em nota, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) informou que a lei tem 90 dias para ser regulamentada. A Pasta integrará o grupo de trabalho, composto por outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), para definir as diretrizes, atribuições e o planejamento da implementação da nova política de atendimento à população em situação de rua. O objetivo é fortalecer e aperfeiçoar a rede de atendimento, ampliar o acesso aos serviços e reduzir barreiras que dificultam o acolhimento e o cuidado dessa população.

    A pasta reforçou que a proposta contempla a construção de um fluxo integrado de pré-triagem, triagem, intervenção e encaminhamento, reunindo as áreas de assistência social, saúde, segurança pública e demais órgãos competentes. As decisões relacionadas a eventuais internações seguirão rigorosamente a legislação vigente e serão fundamentadas em avaliação e indicação médica, observados os direitos e as garantias das pessoas atendidas.

    Saiba mais:

    Em 2025, segundo a pasta de saúde, foram registradas 885 guias de internação hospitalar no DF por conta de transtornos mentais e comportamentais – número que engloba atendimentos voluntários e involuntários. Até setembro do ano passado, 124 pessoas foram internadas por determinação judicial (internação compulsória), especificamente por conta do uso prejudicial de álcool e drogas associado a transtornos mentais. Ainda segundo a SES-DF, a população masculina é o perfil com mais registros de internações, representando 68% dos casos, enquanto as mulheres correspondem a 32%.

    O DF conta atualmente com 143 leitos públicos específicos para saúde mental na rede: 58 leitos clínicos de saúde mental (em hospitais gerais) e 85 leitos psiquiátricos. Não existem leitos exclusivos definidos para dependência química no DF; os pacientes ocupam esses 143 leitos de saúde mental ou leitos de emergência/UPAs (como em casos pontuais de desintoxicação/intoxicação aguda). A subsecretária Fernanda reforçou que há um plano em andamento para ampliar a oferta de leitos clínicos de saúde mental nos hospitais gerais.

    Com informações do Jornal de Brasília