O Distrito Federal ganhou, na última sexta-feira (26), mais um espaço permanente de acolhimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A nova Sala Lilás é coordenada pela Polícia Militar e oferece atendimento 24 horas.
O ambiente está localizado no Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) e foi planejado para oferecer atendimento reservado, humanizado e qualificado. A unidade funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo finais de semana e feriados, garantindo atendimento ininterrupto às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Além do acolhimento, as vítimas também poderão acessar serviços da rede de proteção, com a oferta de orientações nas áreas jurídica, psicológica e de assistência social. Este é o terceiro espaço inaugurado na capital federal.
Atualmente, já há unidades no Aeroporto Internacional de Brasília, no Lago Sul, no segundo piso do terminal (mezanino), dentro do posto da PM e no 27º Batalhão da Polícia Militar no Recanto das Emas. Além das estruturas fixas, a PM também conta com uma Sala Lilás itinerante, instalada em grandes eventos para ampliar o acolhimento especializado às mulheres em situação de violência.
Programa Viva Flor
Além da construção da nova unidade, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) anunciou a ampliação do Programa Viva Flor para mais cinco delegacias de polícia. A iniciativa é destinada às mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuem medidas protetivas ou são classificadas em situação de risco pela Polícia Civil.
Após a avaliação, a vítima é incluída no programa, que funciona por meio de um aplicativo instalado no telefone celular e utilizado como botão de emergência. Nos casos em que o aparelho celular não seja compatível com o aplicativo, a Secretaria disponibiliza um Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), similar à um smartphone. Através do aplicativo, as vítimas podem acionar o socorro pelo botão “preciso de ajuda”.
A expansão leva o atendimento especializado a 8ª DP na Cidade Estrutural; 21ª DP em Taguatinga Sul; 26ª DP em Samambaia; 33ª DP em Santa Maria; 35ª DP Sobradinho; e 30ª DP em São Sebastião. O serviço já era oferecido, além das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na 6ª DP no Paranoá; na 16ª DP em Planaltina; na 18ª DP em Brazlândia; na 20ª DP no Gama; e na 27ª DP no Recanto das Emas.
A escolha das novas unidades foi baseada em estudos técnicos da pasta, que identificaram regiões com maior incidência de violência doméstica e familiar e necessidade de ampliar a capacidade de resposta.
Com a ampliação, as vítimas podem solicitar a inclusão imediata no Programa Viva Flor durante o registro da ocorrência. A descentralização permite que mulheres em situação de risco deixem de depender exclusivamente das delegacias especializadas para ingressar no programa e podem sair das unidades já protegidas pelo sistema de monitoramento.
Como denunciar violência doméstica?
Em urgências, qualquer cidadão pode contatar o 190, número da Polícia Militar. Também há a possibilidade de contatar o número 197 da Polícia Civil para denúncias. A corporação disponibiliza um canal de atendimento online através da delegacia eletrônica.
O atendimento é gratuito e a denúncia pode ser feita de forma anônima. O DF também conta com duas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAM). Assim como as delegacias em geral, elas funcionam 24 horas por dia, todos os dias.
A Defensoria Pública do DF também possui um canal de atendimento, por meio do número 129. A central funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h25 e das 13h15 às 16h55.
O Ministério das Mulheres disponibiliza a Central de Atendimento à Mulher, basta discar 180 no telefone. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas. A central oferece orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento, além de registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes.
A Seleção Brasileira confirmou a classificação para a próxima fase do Mundial
A Seleção Brasileira venceu o Japão por 2 a 1, nesta segunda-feira (29/6), na fase 16 avos da Copa do Mundo e garantiu a classificação para a próxima fase. Com a vitória, o Brasil agora aguarda a definição da outra chave para conhecer o adversário das oitavas de final, que será o vencedor entre Costa do Marfim e Noruega. As equipes se enfrentam às 14h (de Brasília) desta terça (30/6).
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O próximo confronto do elenco comandado por Carlo Ancelotti está marcado para as 17h (de Brasília) do próximo domingo (5/7) e será disputado no Estádio MetLife, em Nova Jersey (EUA).
Veja as fotos
Casemiro e Gabriel Martinelli marcaram os gols da Seleção Brasileira.Divulgação/CBF
Kaishu Sano abriu o placar aos 29 minutos do 1º tempo.Divulgação/CBF
O Brasil agora aguarda a definição do duelo entre Costa do Marfim e Noruega.Reprodução/@nrgpark
Autor do gol de empate brasileiro, Casemiro deixou o campo para a entrada de Fabinho.Reprodução/CazeTV
Carlo Ancelotti explica o por quê não colocou Neymar em campo contra o Japão. Foto: CazéTV
Lucas Paquetá foi substituído no intervalo após deixar o gramado mancando.Reprodução/CazeTV
Rafael Ribeiro/CBF | Nelson Terme/CBF
A Costa do Marfim avançou em segundo lugar do Grupo E, que teve a Alemanha como líder. Já Noruega foi a segunda colocada do Grupo I, atrás da França.
O caminho da Seleção Brasileira até o título
Oitavas: 05/07, 17h. (Domingo) – Nova Jersey
Quartas: 11/07, 18h. (Sábado) – Miami
Semis: 15/07, 16h. (Quarta) – Atlanta
Final: 19/07, 16h. (Domingo) – Nova York/Nova Jersey
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A Novacap informou que já executa e prepara novas intervenções dentro do programa GDF na Sua Porta, com investimentos que somam R$ 73.964.479,40. As obras contemplam Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia, 26 de Setembro, Ceilândia, Planaltina, Arapoanga e Plano Piloto.
Segundo a companhia, o programa reúne órgãos do Governo do Distrito Federal em ações integradas para identificar demandas prioritárias nas regiões administrativas e acelerar soluções para problemas que afetam o cotidiano dos moradores. A iniciativa foi criada pela governadora Celina Leão.
No Itapoã, primeira cidade a receber o programa, a Novacap concluiu a construção de um campo de grama sintética no Itapoã Parque. No Paranoá, a companhia recupera a Ponte Sobradinho dos Melos e iniciou a construção da Feira Permanente da cidade, que se aproxima de 10% de execução.
No Riacho Fundo II, os serviços incluem a reforma das calçadas do Caub I e II. Em Samambaia, as equipes atuam na reforma e construção de calçadas, na reposição e instalação de meios-fios e na recuperação e desobstrução de bocas de lobo.
Na 26 de Setembro, as obras já começaram para a implantação de uma quadra poliesportiva. Em Ceilândia, as ações incluem retornos e acessos exclusivos, pavimentação de vias e estacionamentos, recuperação de rotatórias, drenagem, reforma de calçadas e ciclovias, recuperação de erosões, manutenção de bocas de lobo, implantação de meios-fios, recuperação de calçadas em pedras portuguesas e construção de campo de grama sintética.
Em Planaltina, estão previstas obras de implantação e reforma de calçadas, recuperação e desobstrução da drenagem pluvial, implantação de dissipador de águas pluviais, contenção e recuperação de erosão no acesso à ponte, recuperação asfáltica, conserto de buracos e construção de um campo de grama sintética com aproximadamente 3 mil metros quadrados.
No Plano Piloto, a atuação será uma das mais amplas do programa. Estão previstos reparos asfálticos em cerca de 30 quilômetros de vias internas, recapeamento de mais de sete quilômetros de vias com fresagem, aplicação de aproximadamente 1.100 toneladas de massa asfáltica em consertos de buracos, reforma de 41 mil metros quadrados de calçadas, melhorias na drenagem urbana, desobstrução de aproximadamente 10 quilômetros de rede e manutenção de cerca de 300 bocas de lobo. Também está prevista a recomposição de mais de seis quilômetros de meios-fios.
O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, afirmou que o GDF na Sua Porta representa uma forma mais próxima e eficiente de gestão pública e disse que a companhia atua de maneira integrada para garantir que as obras saiam do papel e cheguem rapidamente à população. Já o diretor de Obras da Novacap, André Vaz, destacou a capacidade técnica da empresa para atuar simultaneamente em diferentes áreas da infraestrutura urbana.
Moradores de regiões beneficiadas já relatam mudanças no dia a dia. Em Ceilândia, a auxiliar administrativa Maria de Fátima Oliveira afirmou que a recuperação das bocas de lobo e a melhoria da drenagem reduziram os problemas de acúmulo de água na rua e aumentaram a sensação de segurança.
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) recebeu, nesta segunda-feira (22.06), uma comitiva de 22 integrantes de Brasil e Guiné-Bissau para uma visita técnica voltada à segurança alimentar, agroecologia e participação social. A reunião ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília.
A atividade integrou o intercâmbio internacional “Diálogos e saberes ancestrais: caminhos entre a Guiné-Bissau e o Brasil” e faz parte das ações do projeto de pesquisa Ecossistemas, coordenado pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG). O grupo foi recebido pela presidenta do Consea, Elisabetta Recine; pela secretária-executiva do conselho, Marília Leão; e pela assessora Aline Figueiredo.
Durante a visita, os participantes conheceram a estrutura do conselho, as formas de incidência da participação social e atualizações sobre as atividades do órgão, entre elas a realização do Encontro + 2 Anos, ocorrido no início de junho.
Elisabetta Recine destacou a relevância da iniciativa, que teve como foco o protagonismo feminino, e citou ações lideradas por mulheres que contribuem para a segurança alimentar e nutricional no país, como os programas Quintais Produtivos e Cozinha Solidária. Segundo ela, muitas políticas públicas brasileiras nasceram na sociedade civil por iniciativa de mulheres.
Integrantes da comitiva também relataram a importância da visita para sua formação profissional. A engenheira agrônoma e mestre em desenvolvimento territorial Renata Oliveira disse que conheceu o Consea ainda na graduação e afirmou que o conhecimento compartilhado pelo conselho contribuiu para sua formação e para ações em comunidades do entorno.
A guineense Leodinilde Caetano, formada em agronomia pela UNILAB, contou que utiliza no seu país o conhecimento adquirido no Brasil, atuando com organizações de mulheres produtoras. Ela afirmou que a busca pela segurança para as mulheres começa pelo campo e destacou a importância de conhecer de perto o trabalho do Consea.
As atividades iniciadas em Brasília terão continuidade em Cavalcante (GO) até a próxima sexta-feira (26). Estão previstas rodas de conversa, visitas a experiências tradicionais e troca de conhecimentos sobre produção de alimentos, artesanato e soberania e segurança alimentar e nutricional, com foco no protagonismo feminino e comunitário.
Entre os monumentos que ajudam a contar a história de Brasília, a Casa de Chá ocupa um lugar especial. Localizada na Praça dos Três Poderes, um dos endereços mais emblemáticos da capital federal, a construção projetada por Oscar Niemeyer se consolidou, nos últimos dois anos, como um dos principais pontos de encontro gastronômicos e culturais da cidade. Desde sua reabertura como café-escola do Senac-DF, o espaço já recebeu mais de 300 mil visitantes, unindo arquitetura, formação profissional e sabores que traduzem a diversidade brasileira.
A marca é celebrada com o lançamento de um novo cardápio inspirado no tema “Sabores do Brasil, Raízes do Cerrado”, proposta que busca reforçar a identidade construída pela Casa de Chá desde sua reabertura. O menu valoriza ingredientes regionais e destaca a riqueza gastronômica de um bioma que, segundo o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, ainda é pouco reconhecido pela população.
“O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil e muitas vezes foi tratado como um bioma de pouca riqueza, quando na verdade possui uma diversidade enorme. Ele conecta diferentes regiões do país e reúne influências da Amazônia, do Pantanal, da Mata Atlântica, do Semiárido e do Agreste”, afirma Vítor. “É aqui, no coração do Cerrado brasileiro, que mostramos essas riquezas para todos os brasileiros e para quem visita Brasília”.
Entre as novidades do almoço estão pratos como o filé mignon ao molho de umbu, acompanhado de cuscuz com castanhas brasileiras, passas e gremolata de maxixe, além do frango caipira ao molho de cajá servido com arroz da roça preparado com milho, cenoura e pequi. O cardápio também inclui opções veganas, como o shitake tostado levemente defumado com vinagrete de feijão-fradinho e purê de batata-doce roxa, além de um prato especial criado diariamente pelo chef da casa.
As novidades se estendem às entradas, lanches, sobremesas e bebidas. Entre os destaques estão a burrata cremosa com pesto artesanal e tomate confit, a tartine São João Dom Bosco e sobremesas inspiradas nos sabores do Cerrado, como o Florescer de Ipê, que combina bolo de laranja Bahia, creme de pequi e crumble de açafrão.
Indo muito além de um espaço gastronômico, a Casa de Chá se tornou um símbolo da revitalização de um patrimônio histórico da capital. Para Vitor Corrêa, o sucesso alcançado nos últimos dois anos representa também uma reconexão dos brasilienses com um dos espaços mais emblemáticos da cidade.
“É um reconhecimento do amor por Brasília. A Casa de Chá é feita pelos brasileiros e para os brasileiros. Na praça mais importante do país, ela representa a redescoberta de uma joia fundamental para a memória, para a identidade e para o patrimônio da nossa cidade”, destaca. “Receber mais de 300 mil visitantes em apenas dois anos demonstra isso de maneira muito forte”.
O projeto também desempenha um papel estratégico na formação profissional dos alunos do Senac-DF. Como café-escola, o espaço funciona como uma empresa pedagógica, permitindo que estudantes e egressos tenham contato direto com a rotina do mercado de trabalho.
“O Senac tem como característica o aprendizado na prática. Nos laboratórios, os alunos simulam situações que encontrarão na profissão. Aqui, eles vivenciam um contexto real de atendimento e operação, aperfeiçoando suas habilidades com excelência e se preparando para o mundo do trabalho”, explica o diretor regional.
Olhando para o futuro, a proposta é que a Casa de Chá continue acompanhando as transformações da cidade e ampliando sua programação cultural. A expectativa também é potencializada pela conclusão das obras de revitalização da Praça dos Três Poderes.
“O Café-Escola vai continuar dialogando com Brasília de maneira dinâmica, com exposições, lançamentos de livros, eventos e novas experiências gastronômicas. A recuperação da praça nos anima muito porque teremos um espaço ainda mais acessível e preparado para receber moradores e turistas”, afirma Vitor.
Canal voltou a superar a própria marca e chegou a 21 milhões de dispositivos simultâneos na vitória do Brasil sobre o Japão
É recorde atrás de recorde: a CazéTV segue escrevendo uma história inédita na transmissão esportiva digital. Na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Japão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o canal registrou 21 milhões de dispositivos conectados simultaneamente, estabelecendo um novo recorde mundial de audiência em uma transmissão ao vivo no YouTube.
O feito chama ainda mais atenção porque deixou de ser exceção para virar rotina. Esta foi a quarta vez consecutiva, durante a Copa do Mundo de 2026, que a CazéTV superou a própria marca histórica. É recorde atrás de recorde, em um crescimento que evidencia a força do projeto liderado por Casimiro Miguel e a consolidação do streaming como protagonista nas grandes coberturas esportivas.
Desde a estreia da Seleção Brasileira no Mundial, quando o canal alcançou 12,7 milhões de dispositivos simultâneos, o avanço foi de impressionantes 65,7%, um salto superior a 8 milhões de aparelhos conectados em apenas quatro partidas.
Mais do que números, a sequência reforça uma mudança definitiva nos hábitos de consumo do público. A CazéTV transformou grandes eventos esportivos em experiências coletivas na internet e, pelo ritmo atual, ainda parece distante de encontrar seu teto de audiência.
No início da tarde desta segunda-feira (29), o trânsito ficou intenso em diversas vias do Distrito Federal, horas antes da partida entre Brasil e Japão, válida pela segunda fase da Copa do Mundo. O jogo está marcado para as 14h, e a movimentação de veículos aumentou com a saída antecipada de trabalhadores para acompanhar a Seleção Brasileira.
Por volta das 13h09, a reportagem do Jornal de Brasília registrou congestionamento na BR-060, no sentido Samambaia. O fluxo de veículos seguia lento, com retenções em um dos principais corredores de acesso às regiões administrativas.
Ao Jornal de Brasília, Joel Junior, morador de Arniqueiras, contou que saiu do trabalho, na Asa Sul, por volta das 12h. Segundo ele, o metrô já apresentava maior fluxo de passageiros e lentidão. Após chegar em casa, Joel pegou o carro e seguiu pela BR-060 com destino a Santo Antônio do Descoberto, onde pretende assistir ao jogo com familiares. No trajeto, enfrentou trânsito intenso em parte da rodovia.
Diretora de uma creche na Candangolândia, Eliana Batista também relatou dificuldades no deslocamento. Ela afirmou que enfrentou um grande congestionamento desde a Candangolândia até as proximidades do Restaurante Comunitário de Samambaia, percurso que levou cerca de 50 minutos para ser concluído. Segundo ela, o trânsito começou a fluir melhor após esse trecho, já que parte dos motoristas entrou em Samambaia, enquanto os demais seguiram pela BR-060, reduzindo o volume de veículos na via.
Lentidão em outras vias do DF
Além da BR-060, motoristas relataram lentidão em outras vias do Distrito Federal. Aplicativos de monitoramento de trânsito também indicavam congestionamentos em diferentes pontos da capital, reflexo do aumento no número de veículos circulando às vésperas da partida.
A expectativa é de que o trânsito apresente melhora após o início do jogo, quando grande parte dos motoristas já terá chegado ao destino para acompanhar a partida entre Brasil e Japão.
Transporte público também teve reflexos da partida
Além dos congestionamentos nas principais vias do Distrito Federal, o transporte público também registrou aumento na movimentação no início da tarde desta segunda-feira (29). Com a saída antecipada de trabalhadores para acompanhar a partida da Seleção Brasileira, ônibus circularam com maior número de passageiros e diversas paradas ficaram lotadas em diferentes regiões do DF.
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (30), 1.011 vagas para quem procura emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência prévia.
Os salários chegam a R$ 4,5 mil, valor oferecido para o cargo de mecânico de câmbio, com uma vaga aberta no Paranoá. A oportunidade é a de maior remuneração do dia e exige ensino fundamental completo e experiência comprovada.
Entre os cargos com maior oferta de oportunidades, o de operador de caixa se destaca, com 142 vagas. A função oferece salário de até R$ 1,7 mil, além de benefícios.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
Depois de passar por diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, a Feira do Trabalho e do Campo chega à última edição entre os dias 30 de junho e 5 de julho, no Eixo Ibero-Americano, no Plano Piloto. O evento funciona das 12h às 21h e reúne ações voltadas ao fortalecimento da economia solidária, da agricultura familiar e do empreendedorismo, além de serviços gratuitos e atrações para todas as idades.
Na edição de encerramento, o público encontra feira livre com produtos da agricultura familiar, estandes de economia solidária, artesanato, gastronomia, oficinas e workshops de capacitação para produtores, artesãos e empreendedores. A programação também inclui encontro de brechós, shows e brinquedos para as crianças, oferecendo opções para toda a família.
Ao longo das edições realizadas neste ano, a feira reuniu milhares de visitantes e se consolidou como espaço de incentivo à produção local, à geração de renda e à valorização de pequenos produtores, agricultores familiares, artesãos e empreendedores do Distrito Federal. A entrada é gratuita.
Com mais cirurgias e menos espera, Opera DF devolve qualidade de vida a pacientes Programa já possibilitou mais de 35 mil procedimentos entr…
Com mais cirurgias e menos espera, Opera DF devolve qualidade de vida a pacientesPrograma já possibilitou mais de 35 mil procedimentos entre setembro de 2025 e março de 2026, reduzindo filas e acelerando o atendimento na rede pública de saúde Após cerca de um ano convivendo com dores e dormência na mão, a diarista Wilma Fabiano Leite, de 36 anos, procurou atendimento na rede pública e recebeu o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo — que ocorre quando o nervo mediano é comprimido no canal do punho. Com sintomas que dificultavam a rotina de trabalho e afetam a qualidade de vida, ela passou por consultas, exames e foi encaminhada para cirurgia. Moradora do Itapoã, Wilma destacou que a agilidade no procedimento e o bom atendimento prestado pela equipe de saúde fizeram toda a diferença. “Eu achei muito rápido. Assim que o cardiologista me liberou, logo saiu a cirurgia. Foi excelente, fui muito bem-atendida e me senti superacolhida. Agora estou confiante de que vou ficar bem, voltar ao normal e retomar meu trabalho”, relata. Trajetória semelhante foi vivida pelo microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva, 30, morador de Arapoanga. Após fraturar o escafoide — osso localizado no punho — durante uma partida de futebol, ele procurou uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês. Para ele, o acesso ao procedimento pela rede pública foi fundamental. “Eu gostei muito do atendimento e fui muito bem-recebido pela equipe. Eu não conseguiria arcar com essa cirurgia no particular. Agora é focar o pós-operatório e me recuperar o mais rápido possível”, afirma.
O microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva fraturou o punho e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília
Histórias como as de Wilma e Leonardo refletem os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar o acesso a cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera dos pacientes. Criado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) em 2025, o programa OperaDF já registrou mais de 35 mil cirurgias entre setembro de 2025 e março deste ano, crescimento de 49% em relação ao mesmo período anterior, quando foram contabilizados em torno de 23,4 mil procedimentos. O avanço representa cerca de 11,6 mil cirurgias a mais na capital. No mesmo período, as cirurgias ambulatoriais passaram de cerca de 11,6 mil para 17,8 mil, alta de 54%, enquanto as cirurgias com internação cresceram de 11.866 para 17.264, aumento de 45%. Sobre o programa O OperaDF atua em duas frentes: a contratação de hospitais privados para procedimentos de pequena e média complexidade e o reforço da capacidade dos hospitais públicos, com contratação de anestesiologistas e ampliação das agendas cirúrgicas. Os pacientes são acompanhados pela rede pública e encaminhados conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. A estratégia inclui consultas pré e pós-operatórias, avaliação cardiológica, acompanhamento pré-anestésico, exames, fornecimento de insumos e internação quando necessária. Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, para reforçar a rede, foi feita a contratação de anestesiologistas para recompor o quadro dos centros cirúrgicos. “É isso que tem trazido esse resultado tão robusto para a nossa rede. O programa perpassa não só em volume, mas em qualificação também, capacitando servidores para um centro cirúrgico cada vez mais eficaz. É importante ressaltar que sempre teremos filas de cirurgias, pela necessidade das pessoas. O que buscamos é reduzir cada vez mais o tempo de espera”, afirma. O gestor acrescenta, ainda, que em 2025 o DF alcançou o maior volume de cirurgias da série histórica da rede pública, superando mais de 53 mil procedimentos. Ele reforça a importância de os interessados manterem os telefones atualizados, estarem atentos às notificações e confirmarem presença. “Estamos tendo uma fluidez muito grande na rede privada, com milhares de pacientes já chamados e operados. Fazemos um apelo para as pessoas, porque temos registrado faltas de pacientes que estavam com a cirurgia agendada e não compareceram, o que acaba impedindo que outra pessoa seja atendida naquela vaga”, alerta Lacerda. Especialidades A iniciativa também passou a incorporar novas especialidades, como a oftalmologia, ampliando a capacidade de atendimento da rede pública. Até o dia 1º deste mês, o programa contabilizava aproximadamente 10,3 mil cirurgias autorizadas na rede contratada e cerca de 3,8 mil concluídas. Entre os procedimentos contratados pelo OperaDF, a cirurgia de varizes bilateral lidera o número de atendimentos concluídos, com 1.290 operações. Na oftalmologia, a cirurgia de catarata por facoemulsificação concentra o maior volume de contratações, com 5.415 procedimentos, dos quais 643 já foram concluídos. O programa também contempla cirurgias como vasectomia, com mais de 1,2 mil operações contratadas, além de procedimentos como retirada da vesícula, tratamentos oftalmológicos, procedimentos na tireoide, correção de hérnias, cirurgias de próstata e retirada de cálculos urinários. Os dados fazem parte do balanço do OperaDF, que compara os períodos de setembro de 2024 a março de 2025 e setembro de 2025 a março de 2026. No caso das cirurgias contratadas, o levantamento considera a produção registrada até 1º de junho deste ano.
Jak Spies e Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira
De todos os entrevistados, o único que apostou em um jogo mais complicado foi um colombiano “infiltrado” na torcida brasileira.
É hoje! O Brasil entra em campo às 14h contra o Japão pelos 16 avos de final da Copa do Mundo. Com isso, o repórter do Portal LeoDias, Giovanne Menezes, topou a missão da Vaidebet e questionou os brasileiros que estão nos Estados Unidos: qual o placar do jogo de hoje? As respostas reuniram um show de confiança verde e amarela!
De todos os entrevistados, o único que apostou em um jogo mais complicado foi um colombiano “infiltrado” na torcida brasileira.
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Pontes para o Mundo aplica provas que definirão 400 intercambistas da rede pública Após levar estudantes ao Reino Unido em 2025, programa da…
Pontes para o Mundo aplica provas que definirão 400 intercambistas da rede pública Após levar estudantes ao Reino Unido em 2025, programa da SEEDF amplia vagas e destinos internacionais na segunda edição O programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), deu mais um passo para levar estudantes da rede pública a uma experiência internacional. Neste fim de semana, candidatos da segunda edição participaram das provas de proficiência em língua estrangeira, etapa decisiva do processo seletivo que escolherá 400 intercambistas para estudar no Canadá, França, Espanha e Reino Unido. Em 2025, a primeira edição beneficiou 101 estudantes, que realizaram intercâmbio no Reino Unido. Neste ano, a Secretaria ampliou o programa, quadruplicando o número de vagas e expandindo os destinos oferecidos. As provas foram aplicadas simultaneamente em 13 das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs), mobilizando milhares de candidatos. De acordo com o coordenador do programa Pontes para o Mundo, David Nogueira, 1.127 estudantes realizaram o exame no primeiro dia, o equivalente a 99,8% dos inscritos nesta etapa. “Hoje é uma prova de língua estrangeira, então temos exames de inglês, francês e espanhol, a depender da escolha que o estudante fez. É uma prova de proficiência que mede a capacidade de leitura, de fala, de escrita e de interpretação. São quatro habilidades nas quais o estudante é testado durante uma hora para sabermos o nível em que ele está. Aqueles que obtiverem as melhores notas serão os escolhidos”, explicou Nogueira.
As provas foram aplicadas simultaneamente em 13 das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs), mobilizando milhares de candidatos | Foto: Jotta Casttro/SEEDF
O coordenador ressaltou ainda que estudantes com necessidades educacionais especiais, que necessitam de tempo extra, ou que precisaram justificar a ausência, realizaram a avaliação no dia seguinte, em polo concentrado no Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Cruzeiro. Preparação e suporte integral O Pontes para o Mundo é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal executada pela Secretaria de Educação (SEEDF) para ampliar as oportunidades educacionais dos estudantes da rede pública por meio de uma experiência internacional de formação acadêmica e cultural. Além da bolsa de estudos, os intercambistas recebem suporte completo, incluindo preparação antes do embarque, acompanhamento pedagógico e psicológico e todo o apoio necessário durante a experiência no exterior. Presente nos locais de aplicação para dar as boas-vindas aos candidatos, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, destacou a ampliação do programa e procurou tranquilizar os jovens. “Estamos hoje aqui acompanhando o primeiro dia de prova de proficiência dos nossos estudantes, candidatos a participar da segunda edição do Pontes para o Mundo. Este ano, vamos levar nossos alunos para países como Canadá, França, Espanha e Reino Unido, ampliando o alcance do programa e as oportunidades para os estudantes de nossa rede”, celebrou a secretária. A gestora aproveitou o momento para oferecer apoio emocional aos alunos momentos antes do exame. “Desejamos muito sucesso, porque essa é, de fato, uma experiência transformadora na vida de cada um. É natural que a gente fique tenso ao ser avaliado, mas não se preocupem. É uma avaliação como a da escola. Fiquem tranquilos para fazerem uma boa prova e que saiam daqui muitos selecionados”, incentivou Iêdes. Expectativas e mobilização escolar O engajamento das unidades escolares tem sido um diferencial na preparação dos candidatos. Nas escolas, professores de idiomas e equipes gestoras organizaram grupos de estudo e horários dedicados para auxiliar os estudantes. Pedro Miguel Sales Rocha, de 16 anos, aluno do Centro Educacional do Lago (CEL), concorre a uma vaga para o Canadá e relatou o clima de colaboração. “Os professores vêm nos cobrando para estudar e, às vezes, disponibilizam horários para conseguirmos praticar nossa língua, seja inglês, espanhol ou francês. Toda a escola está empenhada nisso porque, no ano passado, uma aluna conseguiu passar para o Reino Unido e influenciou a escola toda.
A direção e a coordenação estão sempre nos ajudando”, contou Pedro. Colega de regional, Matheus Ribeiro, de 16 anos, também estudante do Centro Educacional do Lago (CEL), destacou o apoio recebido durante a preparação. “Vim me preparando há uns dois meses, mas peguei firme mesmo na última semana. Tivemos muita influência e vários professores ajudando, principalmente os de línguas. Conheço muita gente da minha escola que está aqui fazendo a prova e estou confiante de que vai dar certo”, afirmou. Ao fim da avaliação, o sentimento predominante entre os candidatos era de alívio e expectativa pelo resultado. Para a estudante Luana Sousa, a prova esteve de acordo com o conteúdo estudado. “Achei a prova muito bem explicada e num nível razoável. A parte de fala e a de escrita também achei muito tranquilas. Tirei um peso das costas depois de ter feito a prova. Estou muito feliz de ter conseguido responder tudo e estou confiante”, avaliou a jovem.
*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
Confira o funcionamento dos serviços públicos no DF durante o ponto facultativo de segunda (29) Escolas, Detran, espaços culturais e reparti…
Confira o funcionamento dos serviços públicos no DF durante o ponto facultativo de segunda (29) Escolas, Detran, espaços culturais e repartições terão mudanças no atendimento, enquanto transporte, segurança e serviços essenciais serão mantidos Com o ponto facultativo decretado para segunda-feira (29), em razão da classificação da Seleção Brasileira para a fase mata-mata da Copa do Mundo de 2026, alguns órgãos públicos e serviços do Distrito Federal terão o funcionamento alterado. Veja abaixo o que abre e o que fecha durante o dia. TransporteFoto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Para facilitar o deslocamento dos torcedores, o Metrô-DF funcionará normalmente, das 5h30 às 23h30. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) confirmou que haverá reforço nas linhas do transporte público coletivo do Distrito Federal nesta segunda-feira. Para atender à concentração de demanda, a Semob determinou que as operadoras façam viagens extras começando três horas antes do início do jogo. Dessa forma, o reforço operacional terá início às 11h em todo o DF, permitindo que os usuários cheguem aos seus destinos com tranquilidade antes do início do jogo. A secretaria manteve a operação com tabela horária de dia útil. O reforço temporário será principalmente nas linhas de ligação entre o Plano Piloto e as regiões administrativas do DF. As linhas com percurso exclusivo para a Esplanada dos Ministérios e para a Universidade de Brasília (UnB) poderão ter flexibilização de horários. Educação Na rede pública de ensino, cada instituição educacional poderá optar pela manutenção ou suspensão das aulas na segunda-feira. A adesão ao ponto facultativo não é obrigatória. Nos casos em que houver suspensão das atividades, a reposição deverá ocorrer conforme o calendário escolar, para garantir o cumprimento dos dias letivos previstos em lei. Saúde Samu – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu DF) atende 24 horas, todos os dias, pelo telefone 192. Emergências – As emergências dos hospitais regionais, as unidades de pronto atendimento (UPAs) e a Casa de Parto de São Sebastião atendem de forma ininterrupta, em plantão 24 horas. UBSs – As unidades básicas de saúde (UBSs) estarão fechadas na segunda-feira (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). Saúde bucal – A assistência de saúde bucal nas UBSs e nos centros de especialidades odontológicas (CEOs) não terão atendimento na segunda (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). A urgência odontológica do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) funciona em plantão 24 horas, todos os dias. No Hospital Regional do Gama (HRG), o serviço atende na segunda (29) das 18h à 0h. Caps – Os centros de atenção psicossocial (Caps) do tipo III e os centros de atenção psicossocial álcool e outras drogas (Caps AD) III funcionam 24 horas, todos os dias. Já os Caps tipos I e II e os centros de atenção psicossocial infantojuvenil (Capsi) permanecerão fechados no fim de semana e na segunda-feira (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). Para atendimentos emergenciais em psiquiatria, as referências são o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) e o Hospital de Base (HBDF). Farmácias de alto custo – As unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, popularmente chamadas de farmácias de alto custo, não abrem na segunda (29), tendo funcionamento normal no sábado (27) e na terça (30). Ambulatórios e policlínicas – Os ambulatórios e as policlínicas estarão fechados na segunda (29), voltando ao atendimento normal no dia seguinte. Vacinação – Não haverá atendimento vacinal no domingo (28) nem na segunda (29). Cidadania Na segunda-feira (29) não haverá atendimento nas unidades do Na Hora (exceto a Perícia Médica Federal), em razão do ponto facultativo. O Centro 18 de Maio, os conselhos tutelares e a Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência estarão fechadas. Emergências podem ser resolvidas pelo telefone 125 ou no telefone direto da Subav (61 98382-0130. Trânsito Os postos de atendimento do Detran-DF e os guichês instalados nas unidades do Na Hora permanecerão fechados. Os serviços de fiscalização, engenharia e educação de trânsito funcionarão normalmente. Os serviços digitais continuarão disponíveis por meio do Portal de Serviços, do aplicativo Detran-DF Digital e do Balcão Virtual. Bancos As agências do BRB atenderão o público das 9h às 12h. Segurança públicaFoto: Vinicius de Melo/Seec-DF
Os serviços essenciais de segurança pública funcionarão normalmente. A Polícia Militar manterá o atendimento ininterrupto, 24 horas por dia. Na Polícia Civil, todas as delegacias circunscricionais permanecerão em regime de plantão 24 horas, assim como as delegacias de atendimento à mulher (Deam I e II) e as delegacias da criança e do adolescente (DCA I e II). As centrais de flagrante e as demais delegacias também manterão atendimento conforme a escala habitual. Os registros de ocorrências poderão ser feitos presencialmente ou pelos canais eletrônicos da corporação. Defensoria Pública A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) manterá regime de plantão na segunda-feira. Durante o período, o atendimento às demandas urgentes será prestado pelos canais oficiais da instituição: telefone 129, site e WhatsApp (61) 99359-0015. Os serviços essenciais serão assegurados por meio do Núcleo de Assistência Jurídica de plantão. Limpeza urbanaFoto: Samuel Ribeiro/SEL-DF
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) manterá todos os trabalhos de limpeza pública. Durante o horário do jogo da Seleção Brasileira, as equipes atuarão em regime de plantão, com retomada integral das atividades logo após o término da partida. Serviços urbanos A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) manterá equipes de plantão para serviços emergenciais, como a retirada de árvores e galhos que ofereçam risco em vias públicas e áreas prioritárias. Já os canais de atendimento da CEB IPes funcionarão normalmente, 24 horas por dia, para registro de demandas de iluminação pública. Na Caesb, não haverá atendimento presencial na sede e nos escritórios segunda-feira. Mas as equipes de operação e manutenção da trabalharão normalmente e a central de atendimento está disponível 24 horas, pelo telefone 115 ou pelo WhatsApp (61) 3029-8115. Outra opção é usar o aplicativo da Caesb para celular ou entrar no site da companhia . Assistência social Os centros Pop, a Central de Vagas, as unidades de proteção social (UPSs) 24 horas, as unidades de acolhimento e o Hotel Social funcionarão normalmente. Os centros Pop atenderão o público das 7h30 às 17h, com oferta de banho, lavanderia e encaminhamento para vagas de acolhimento. As unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro de Convivência (Cecon) permanecerão fechadas. Restaurantes comunitáriosFoto: Tony Oliveira/Agência Brasília Os restaurantes comunitários de Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Samambaia Expansão, Sobradinho, Varjão, Paranoá e Planaltina funcionarão normalmente, com café da manhã, almoço e jantar. A unidade do Restaurante DJ Jamaika, em Ceilândia, oferecerá apenas café da manhã e almoço. Já os restaurantes comunitários de Ceilândia Norte e da Estrutural permanecerão fechados temporariamente. Atendimento à mulherFoto: Arquivo Agência Brasília
A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo funcionarão normalmente, 24 horas por dia. Permanecerão fechados a sede da Secretaria da Mulher (no Palácio do Buriti), o Centro de Referência à Mulher Brasileira, os centros especializados de atendimento à mulher (Ceam), os espaços Acolher, os comitês de proteção à mulher e os espaços ProMulher. Lazer e cultura Os espaços administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), como bibliotecas, museus, centros culturais, o Cine Brasília e o Teatro Nacional Claudio Santoro, estarão fechados na segunda-feira. O Jardim Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico também não abrirão para visitação. Já os parques ecológicos administrados pelo Brasília Ambiental funcionarão normalmente, nos horários habituais de cada unidade.
Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
Equipes do Governo do Distrito Federal (GDF) participam nesta terça-feira (30), a partir das 9h, de uma ação coletiva de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em nove endereços de São Sebastião.
Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.
As pessoas em situação de rua receberão oferta de serviços de saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem não tiver condições de pagar aluguel. Haverá ainda cadastro para unidades habitacionais, vagas em abrigos e em programas de qualificação profissional.
Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Se isso não for possível, os objetos pessoais serão levados ao depósito da pasta, no SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem custo para o responsável.
Ao longo da semana, as secretarias atuam em abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, com mapeamento do público e de suas demandas.
Os pontos de ação em São Sebastião são: ao lado da Feira Permanente; em frente à UPA; PAC Malhação, em frente à 30ª DP; balão de acesso à Feira/Bombeiros; muro da Coordenadoria das Promotorias de Justiça/Centro de Múltiplas Atividades, Área Especial 3; final da Rua 68; Rua 65; Avenida Contorno, abaixo da fábrica Nutrina, mata do Residencial Vitória; e praça em frente ao semáforo de acesso ao Crixás e à DF-473.
Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes Pesquisa da UnB avança no desenvolvimento de sistema de ve…
Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes Pesquisa da UnB avança no desenvolvimento de sistema de vetorização de empuxo, tecnologia estratégica para ampliar a autonomia aeroespacial do Brasil A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) incentiva o desenvolvimento de uma tecnologia considerada estratégica para o setor aeroespacial brasileiro: o sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes. A pesquisa é realizada na Universidade de Brasília (UnB), no Laboratório de Propulsão Química (CPL), sob coordenação do professor Olexiy Shynkarenko. O projeto “Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil. A proposta tem como objetivo desenvolver e testar um sistema compacto de vetorização de empuxo em nível de maturidade tecnológica TRL 4, que corresponde à validação de componentes em ambiente de laboratório. Na prática, o empuxo é a força de propulsão gerada pelo motor para impulsionar o foguete. O sistema de vetorização de empuxo permite controlar a direção dessa força, corrigindo e orientando a trajetória durante o voo. Essa tecnologia é fundamental para veículos suborbitais, foguetes de sondagem e futuras aplicações em sistemas espaciais mais complexos. Segundo o professor Olexiy Shynkarenko, coordenador do projeto e do Laboratório de Propulsão Química da UnB, a equipe já dominava estudos de propulsão híbrida em motores de pequeno porte. O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo, conhecido pela sigla TVC, foi o passo seguinte para avançar da propulsão estática para o controle ativo de voo. “A capacidade de controlar a trajetória é o que viabiliza veículos espaciais guiados”, destaca o pesquisador. A tecnologia tem importância estratégica porque o controle de voo é uma das etapas mais sensíveis do desenvolvimento aeroespacial. Em situações de baixa velocidade ou em ambientes de vácuo, por exemplo, o controle por superfícies aerodinâmicas não é suficiente. Nesses casos, direcionar o empuxo do motor se torna essencial para manter a trajetória planejada.
O projeto “Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil | Fotos: Divulgação/FAPDF
Além do impacto científico, o domínio dessa tecnologia também contribui para a soberania tecnológica do país. De acordo com o pesquisador, sistemas desse tipo costumam ter acesso restrito no mercado internacional, o que reforça a necessidade de desenvolver soluções nacionais para reduzir a dependência de fornecedores externos. Da simulação ao teste em laboratório O projeto envolve diferentes etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. O trabalho começa com cálculos estruturais e simulações computacionais, usados para prever o comportamento do fluxo de gases, das temperaturas e dos esforços mecânicos envolvidos. Depois, a equipe desenvolve a parte mecânica do sistema, realiza a prototipagem e faz testes de integração com eletrônica e atuadores. Na etapa final, o sistema é acoplado a um motor de foguete em bancada de testes, permitindo a realização de ensaios em condições próximas às necessárias para validar a tecnologia em ambiente laboratorial. Esse processo é o que caracteriza o avanço do projeto para o TRL 4, nível que indica a validação de um componente em laboratório. Outro ponto importante é a preocupação em utilizar materiais, componentes e capacidades industriais disponíveis no Brasil. A equipe priorizou componentes comerciais, ligas metálicas de fácil acesso e processos convencionais de fabricação, de forma a tornar o sistema mais viável para produção nacional e reduzir gargalos de importação. Impacto para o Distrito Federal e para o setor aeroespacial O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo pode fortalecer a posição do Brasil no setor aeroespacial ao permitir que projetos nacionais avancem da fabricação de componentes isolados para a engenharia de sistemas integrados. A pesquisa também pode abrir oportunidades para empresas nacionais, startups e indústrias de alta tecnologia. Isso porque o sistema envolve áreas como atuadores eletromecânicos, aquisição de dados, algoritmos de controle e integração mecatrônica, conhecimentos que também podem ser aplicados em automação, robótica e sistemas de posicionamento de precisão.
Para o Distrito Federal, o projeto contribui diretamente para a formação de recursos humanos qualificados, especialmente na área de Engenharia Aeroespacial da UnB. A proposta também tem potencial para ampliar a produção científica, gerar cooperações com empresas do setor e fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação local.
Sistema de vetorização de empuxo desenvolvido para controle de voo de foguetes.
O apoio da FAPDF foi essencial para que a pesquisa avançasse. O fomento possibilitou a ampliação da infraestrutura do Laboratório de Propulsão Química da UnB e inseriu o Distrito Federal em atividades práticas de desenvolvimento de subsistemas aeroespaciais. Para o professor Olexiy, o investimento permitiu elevar a pesquisa a um novo patamar. “O fomento da FAPDF viabilizou a infraestrutura necessária para elevar a pesquisa de vetorização de empuxo à fase de testes físicos”, afirma. Segundo o pesquisador, atualmente a UnB se destaca por trabalhar com sistemas de vetorização de empuxo de dois graus de liberdade, o que amplia a capacidade de controle e coloca a universidade em posição relevante entre instituições brasileiras que atuam na área. Estratégia para o setor O avanço da pesquisa também se conecta a um movimento mais amplo de fortalecimento do setor aeroespacial no Distrito Federal. Na última semana, foi lançado oficialmente o Hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), durante o SpaceBR Show 2026, realizado em São Paulo. A iniciativa, que tem a FAPDF e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, busca ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. O Hub foi criado como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta reforça o ambiente de inovação no qual pesquisas como a de vetorização de empuxo estão inseridas, contribuindo para consolidar o Distrito Federal como um dos polos estratégicos do setor aeroespacial no país. Próximos passos A base técnica desenvolvida no projeto já começa a ser incorporada em novas pesquisas do laboratório. Um dos desdobramentos é o projeto SARA v3, apoiado pelo CNPq, que prevê um motor híbrido de 1 kN f, ou seja, com força de propulsão equivalente, aproximadamente, ao peso de 100 kg na Terra. A experiência acumulada com o apoio da FAPDF permitiu que esse novo motor fosse concebido já com suporte estrutural para vetorização de empuxo, preparando a tecnologia para futuras etapas de qualificação em bancada e integração em veículos experimentais.
*Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
Um acidente entre dois carros mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) na tarde deste sábado (28), na Avenida das Palmeiras, em Ponte Alta Norte, no Gama.
Segundo a corporação, a colisão envolveu uma Fiat Toro branca e um Fiat Siena preto. O motorista do Siena foi encontrado consciente e orientado, mas reclamava de dores pelo corpo.
Após receber os primeiros atendimentos ainda no local, a vítima foi encaminhada por uma equipe de resgate a uma unidade hospitalar para avaliação médica. Já o condutor da Fiat Toro não sofreu ferimentos e não precisou de atendimento.
Durante a atuação das equipes, a via foi totalmente interditada para garantir a segurança dos socorristas e dos motoristas envolvidos. Após a conclusão dos trabalhos, a ocorrência ficou sob responsabilidade da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
CLDF homenageia ações sociais promovidas pela comunidade evangélica, nesta terça
Solenidade é um reconhecimento aos membros da comunidade evangélica que atuam na promoção da dignidade humana, da solidariedade e da transformação social
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza, nesta terça-feira (30), sessão solene em homenagem às ações sociais promovidas pela comunidade evangélica. O evento acontece às 19h, no auditório da CLDF, e abordará o tema “Fé em ação: Homenagem aos voluntários da fé que transformam vidas com serviço e compromisso social”.
A solenidade tem o objetivo de reconhecer e valorizar o papel desempenhado por igrejas, lideranças religiosas, missionários, voluntários e demais membros da comunidade evangélica que atuam diariamente na promoção da dignidade humana, da solidariedade e da transformação social em diversas regiões do Distrito Federal.
A autora da homenagem, deputada distrital Paula Belmonte (PSDB), ressalta que as igrejas evangélicas desenvolvem ações de acolhimento, assistência social, recuperação de pessoas com dependência química, apoio às famílias, distribuição de alimentos, orientação espiritual, promoção da cidadania, incentivo à educação e fortalecimento de valores fundamentais para a convivência social.
“O evento reafirma a importância da liberdade religiosa, da valorização da fé e do reconhecimento institucional às iniciativas que contribuem para o fortalecimento social, comunitário e humano no âmbito do Distrito Federal”, destaca Paula Belmonte.
A solenidade será aberta ao público e transmitida pela TV Câmara Distrital, no YouTube e nos canais 9.3 (aberto), 11 (Claro) e 9 (Vivo).
Serviço Sessão solene: Fé em ação: Homenagem aos voluntários da fé que transformam vidas com serviço e compromisso social Data: 30 de junho, terça-feira Horário: 19h Local: Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal
No Distrito Federal, existem diversos cães e gatos que vivem nas ruas à espera de um novo lar. Apesar de muitos deles serem resgatados, a adoção é também demorada. Para ampliar a visibilidade desses animais, o Partido Verde (PV) lançou neste domingo (28) o aplicativo AdotaPet, uma ferramenta digital desenvolvida para aproximar protetores independentes, abrigos e pessoas interessadas em adotar um cão ou um gato.
De acordo com Eduardo Brandão, presidente do PV no DF, a ferramenta chega para facilitar a vida das pessoas que tanto se esforçam para resgatar animais e também daquelas que buscam mais praticidade na hora de adotar um novo pet. “Se você tem isso cadastrado em um aplicativo, a pessoa entra e escolhe. Se gostou, ‘deu match’, então vamos conseguir o novo lar para esse gatinho, para esse cachorrinho”, comentou Eduardo em entrevista ao Jornal de Brasília.
A ideia de criar uma plataforma passa pelo entendimento de que a tecnologia deve ser usada para o benefício dos animais também, explicou Eduardo. “A tecnologia pode ser uma grande aliada da causa animal, ampliando o alcance das adoções e ajudando a transformar a realidade de milhares de cães e gatos que esperam por uma família”. Para acessar, basta ter em mãos o celular e acessar, através do navegador, o endereço adotapet.eduardobrandaopv.com.br. Com isso, é possível escolher se você quer adotar ou se é um protetor dos animais que quer ajudar na causa. O aplicativo é totalmente gratuito.
O casal Rafaela Fonseca e Vitor de Mattos foram os primeiros a adotarem um gatinho através do AdotaPet. Presentes na feira de adoção do lançamento, os dois já planejavam há algum tempo adotar um novo companheiro. “Eu tive um cachorro que morreu de velhice há algum tempo e meu namorado tinha dois gatos, mas eles ficaram com os pais dele quando a gente se mudou. Agora nós adotamos esse gatinho para morar com a gente”, contou Rafaela.
Rafaela Fonseca e Vitor de Mattos recebendo da protetora Juliana Campos o gatinho adotado. Foto: Vítor Ventura/Jornal de Brasília
Para ela, uma ferramenta como essa é muito útil para quem tem interesse pela adoção de animais. “Eu e o Vitor já tínhamos decidido há algum tempo que iríamos adotar um pet, mas nós víamos os gatinhos principalmente no Instagram. Acho que um aplicativo que mostre uma lista de animais que estavam abandonados e procuram o lar vai facilitar bastante a adoção”, disse Rafaela.
Rafaela foi a primeira tutora a utilizar o AdotaPet no DF. Foto: Vítor Ventura/Jornal de Brasília
A ideia do PV é levar o aplicativo para todo o país, por meio de embaixadores estaduais do partido. A pauta é histórica para a sigla, e no DF, foi encabeçada por Eduardo na Secretaria de Meio Ambiente do GDF, quando foi concebido o primeiro Hospital Público Veterinário, implantado e iniciada as operações do Castramovel e feito o primeiro decreto que tratava de animais domésticos. “Nós pensamos em criar esse aplicativo para aproximar e facilitar a vida tanto de quem cuida como de quem adota. Surgiu aqui no DF, e a gente quer levar para todos os estados através do nosso partido”, completou Eduardo.
Além de apresentar a plataforma, o lançamento também teve o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da adoção responsável e valorizar o trabalho desenvolvido por protetores independentes, que diariamente acolhem e cuidam de animais em situação de vulnerabilidade.
Durante o lançamento do App, ocorreu também uma feira de adoção para encontrar novos lares para cães e gatos resgatados. Foto: Vítor Ventura/Jornal de Brasília.
Facilidade para os protetores
Ao JBr, a protetora independente de animais, Juliana Campos, falou entusiasmada da expectativa de que o aplicativo possa ajudar cada vez mais animais abandonados. Representante do Movimento Justiça pelos Tigrados – que remete ao caso do psicólogo acusado de maus-tratos a 17 gatos sob falsas promessas de cuidado – Juliana pontuou a importância da iniciativa. “Eu sou protetora independente há 6 anos e já vivi muitas dificuldades com a questão da adoção. Essa é uma ferramenta para que a gente possa fazer adoções responsáveis, para que a gente possa monitorar os adotantes. Tudo que vem para beneficiar a causa animal, a gente recebe de muito bom grado, porque nós, principalmente os protetores independentes, nós não temos muito apoio”, relatou.
De acordo com ela, muitos protetores precisam buscar por conta própria ferramentas para conseguir fazer eventos de adoção, divulgar resgates e ajudar animais abandonados. “Nesse caso, o aplicativo vai ajudar tanto quem quer adotar – porque a pessoa pode entrar para procurar um gatinho, um cachorrinho – quanto a gente que tem um animal para colocar em adoção e também para pessoas voluntárias que queiram ajudar algum projeto. A gente precisa de voluntários, e lá a pessoa também pode se cadastrar como voluntário da causa animal. É uma ferramenta de muita importância para a gente”, finalizou Juliana.
Segundo o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), a destinação de cães e gatos vítimas de abandono e maus-tratos é um problema que precisa ser encarado e tratado em rede: Estado e sociedade civil. Uma questão importante é encontrar um cuidador e um lar para esses animais. De acordo com o MPDFT, a adoção responsável pode ser uma saída para resolver parte do problema. Para isso, a população precisa ser orientada e sensibilizada.
Para o signo de Áries, o céu indica que é um bom momento para refletir sobre a carreira, pois as possíveis tensões na área profissional podem se intensificar até o final de semana. Há também sinais de que as relações familiares podem levá-lo a um estado de revisão. Tenha em mente a importância de fortalecer sua rede de apoio.
Touro (20/04 – 20/05)
Para o signo de Touro, o céu indica um aumento na busca por experiências que tragam significado e fortaleçam laços de amizade, graças à Lua que transita na área espiritual e de amizades. A área familiar também destaca-se com a presença de Júpiter e as reflexões são incentivadas por Mercúrio retrógrado na área de comunicação.
Gêmeos (21/05 – 20/06)
Na segunda-feira, o céu indica que há chance de autoconhecimento e aprimoramento pessoal para o signo de Gêmeos. Pode ser um bom momento para rever sua relação com as finanças, por causa de Mercúrio retrógrado na área material.
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Câncer (21/06 – 22/07)
O signo de Câncer pode vivenciar uma semana favorável aos encontros e amadurecimentos em grupo. O momento exige uma revisão de prioridades e melhor gestão das finanças.
Leão (23/07 – 22/08)
Para o signo de Leão, o céu indica uma imersão na vida pessoal nesta segunda-feira, possibilitando ajustes e melhorias diárias. O momento é favorável para se fortalecer mediante desafios, com a Lua cheia em movimento e Mercúrio retrógrado. Júpiter entra em Leão, elevando a autoconfiança.n
Virgem (23/08 – 22/09)
Para o signo de Virgem, o céu indica uma semana de busca por união e reflexões sobre vínculos genuínos. Momento propício para lidar com desafios como oportunidade de aprimoramento.
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Libra (23/09 – 22/10)
Para o signo de Libra, o céu indica possibilidade de maior dedicação ao trabalho e revisão de rotinas, já que a Lua passa pelo cotidiano familiar e Mercúrio pelo campo profissional. Júpiter sugere expansão das parcerias, especialmente nas amizades.
Escorpião (23/10 – 21/11)
Para o signo de Escorpião, a semana promete ser instigante no aspecto intelectual. A lua cheia transita entre comunicação e interação social, favorecendo trocas produtivas e reflexões profundas. Pode ser um bom momento para progredir na carreira, com Júpiter movendo-se para a área profissional.
Sagitário (22/11 – 21/12)
Para o signo de Sagitário, o céu indica revisões voltadas a ações práticas para melhor organização diária e finanças. A Lua percorre a área financeira-familiar e Mercúrio retrograda na área patrimonial. Júpiter em posição estratégica sugere expansão de consciência e propósitos maiores.
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Capricórnio (22/12 – 19/01)
Para o signo de Capricórnio, o céu sugere a necessidade de se mostrar autêntico e reavaliar sua conexão com certas pessoas. Júpiter entrando na área íntima indica maior atenção aos desafios no amor e mote para repensar atitudes, fortalecendo a responsabilidade afetiva.
Aquário (20/01 – 18/02)
Para o signo de Aquário, o céu indica a possibilidade de reflexões e mudanças comportamentais, com chance de rompimento de padrões nocivos, principalmente na área financeira. O período pode ser um bom momento para expansão das conexões afetivas, com Júpiter na área dos relacionamentos.
Saiba tudo sobre signos
Peixes (19/02 – 20/03)
Para o signo de Peixes, o céu indica aprimoramento na percepção sobre a importância de unir interesses coletivos e individuais, graças à Lua cheia e Mercúrio retrógrado na área social. É uma boa fase para expandir rotinas com a entrada de Júpiter na área do cotidiano.
O convidado desta edição do JBr Entrevista é o líder da banda Lupa e pré-candidato a deputado distrital pelo PSB, Múcio Botelho. Advogado e servidor público da Câmara Legislativa, o músico falou sobre sua carreira e de suas futuras propostas para a cultura do Distrito Federal. Múcio fala, ainda, sobre como vê a política local e conta um pouco da experiência na Casa de Leis do DF.
Conta um pouco de quem é você.
Eu sou artista, vocalista da Lupa. Sou advogado, formado pela UnB. Sou servidor público da Carreira Legislativa. E a minha vida sempre foi essa confusão gigante entre cultura e política. Desde pequeno, fui apaixonado pelas duas áreas. O meu avô, que era meu melhor amigo e faleceu na pandemia, sempre me falava uma frase que me marcou. Ele dizia assim: “Se você quiser ser bom, ninguém pode servir a dois deuses ao mesmo tempo”. O que ele estava querendo dizer era que se eu quisesse ser bom na música, eu ia ter que abandonar a política. E se eu quisesse mandar bem na política, ia ter que abrir mão de ser músico. Só que eu sou aquariano, sou uma pessoa complicada de obedecer a ordens. E, graças a Deus, eu não obedeci.
E como foi essa “desobediência”?
Ao mesmo tempo em que a gente começou uma banda do zero e ela se tornou uma das bandas mais queridas da cidade — rodamos esse Brasil tocando, inclusive no Rock in Rio, e nossa música foi a segunda mais ouvida na rádio de São Paulo —, eu me formei em Direito na UnB, fiz pós-graduações, coordenei mandatos (coordenei os mandatos do João Campos, do Tadeu Alencar e agora estou no mandato do Rollemberg), passei no concurso da Câmara, ajudei a reformar o quadro de servidores de lá e, na última eleição, eu quase ganhei. Faltaram mil votos para a gente conseguir garantir a nossa vaga como distrital. E foi uma campanha linda, uma campanha que envolveu muito a galera da cultura, porque é um setor completamente defasado de representação. Foi muito bonito, porque fizemos uma campanha sem grana, super curta, que anunciamos no dia zero da eleição. Então, tivemos 45 dias, sem dinheiro, sem base, sem padrinho, para fazer o que desse — e deu. Tivemos 9.956 pessoas que decidiram confiar na gente. Foi uma coisa maravilhosa que mudou muito a minha percepção sobre o que esta cidade precisa e no que as pessoas acreditam. Quanto mais eu cresço nas duas áreas, mais vejo que ambas se comunicam e, no fundo, são a mesma coisa; elas operam do mesmo jeito. Para mim, são os dois setores que mais conseguem transformar a vida de qualquer pessoa por aqui.
Como surgiu a sua carreira artística e a Lupa?
Na minha família, as pessoas não sabem nem bater palma. O gene musical não existe lá em casa. A gente criou isso do zero, a partir de muita vontade. Todo mundo lá em casa sempre ouviu muita música. Eu cresci em volta de discos e em uma família de servidores públicos — todo mundo era concursado na esfera federal. A minha visão de adulto era sempre a de alguém de terno, bonitinho, organizado, de cabelo curtinho. Eu lembro que a primeira memória da minha vida é do meu pai me levando à Discoteca 2001. Para você, criança, que está assistindo a isso daqui, saiba que existia um tempo, antigamente, em que havia lojas onde você podia ver os CDs existentes. Eu lembro do meu pai me pegando, eu miudinho, e me levantando para eu folhear os CDs. Eu bati o olho e achei o disco do Iron Maiden, aquele The Best of the Beast, que é uma coletânea. Eu vi aquele encarte e falei: “Meu Deus, o que é isso?”. Meu pai disse: “Filho, você não vai gostar desse, esse é pauleira”. No meu primeiro dia de aula, fui ouvindo esse disco e me apaixonei. E o que era mais massa é que o encarte dele tinha as fotos deles vivendo, fazendo turnê, encontrando os fãs. Eu vi aqueles adultos em um lugar completamente fora da realidade que eu achava que era possível. Vi que tinha outro caminho que se poderia seguir. Dali para a frente, não teve erro: guitarra na mão, aprendendo a tocar e crescendo.
E o que te inspirou?
A gente veio de uma época em que as bandas de Brasília estavam muito fortes. Viemos do final dos Raimundos, nos anos 90, entrando no rolê de crescimento gigante do Móveis Coloniais de Acaju, que, para mim, foi a última grande banda de Brasília que conseguiu dominar o cenário nacional, e é a banda do meu coração. Foi a banda que me fez querer ter uma banda.
Eles voltaram e estavam fazendo poucos shows, mas arrasando e lotando as casas.
Exatamente, eles são incríveis. É uma galera de muito coração e muito amiga minha. Eu lembro que, sendo um molequinho de 15 ou 16 anos, já sabendo tocar, começando a ter umas bandinhas de cover, eu fui parar quase por acaso no show do Móveis, no Porão do Rock, na edição do Mané Garrincha, onde tocaram The Hives e Móveis. Lembra? Aquele show foi incrível. De repente, sobe o Móveis no palco. Tinham umas 12 pessoas em cima do palco, ninguém achava que ia tocar rock. E o que eu achei mais incrível é que as bandas que eu estava acostumado a ver na TV e nos clipes da MTV eram todas cisudas, subiam ao palco bravas. Mas a galera do Móveis subiu em uma alegria que eu nunca tinha visto. De repente, começaram a mexer com a galera, abriram uma roda, todo mundo pulando, e eu falei: “Meu Deus do céu, como é que é isso? Como alguém consegue fazer isso?”. Nesse dia eu parei e pensei: que loucura, os caras são de Brasília e estão encantando milhares de pessoas aqui que talvez nem os conhecessem — porque eu nem sabia o quão grande o Móveis era naquela época. Eu olhei para aquilo e falei: “Jesus, talvez seja isso que vai me deixar mais feliz na minha vida”. A partir daquele momento, decidi que queria montar uma banda para escrever as nossas próprias músicas. Montei minha primeira banda, a Effective Biscuits, e, depois dela, no meio da UnB, a gente criou a Lupa. A Lupa era formada por várias pessoas que vinham de projetos espalhados por Brasília, e a gente nem tinha um cantor originalmente. Não tinha. Eu não sabia cantar.
Você ainda não era o cantor?
Eles não sabiam que eu seria o cantor. Eu estava usando uma estratégia para conseguir fazer a banda andar, porque eu não conseguia colocar a voz para fora. Compunha tudo, escrevia, achava as coisas lindas, mas não conseguia cantar mesmo. Fui enrolando eles, enrolando, e comecei a cantar, até que chegamos a este ponto. Então, se você não sabe cantar, não desista, dá tudo certo! Inclusive, vou dizer outra coisa: você pode ser como o vocalista do The Strokes, que muitos dizem ser mais um intérprete do que um cantor clássico, e mesmo assim funciona.
E isso tudo foi instantâneo?
Outra coisa que eu acho muito massa, e que sempre fico feliz em falar, é que muita gente acha que o rolê de banda é entrar e, de uma hora para a outra, vai dar certo e as pessoas vão gostar de você. Eu acho que ter uma banda é um exercício de resiliência muito grande. Tanto que, se você parar para pensar nesta última geração de bandas, quais foram as duas que cresceram, fizeram fãs e são queridas em Brasília inteira? A Lupa e a Dona Cislene (onde toca um dos meus melhores amigos, uma das pessoas que eu mais amo nesta cidade). E o que é mais engraçado? Quando as duas bandas começaram, elas eram motivo de piada entre as outras bandas.
O Bruno da Dona CIslene está aqui acompanhando.
Isso é uma coisa muito legal, porque quando a gente estava começando, e quando a Dona Cislene estava começando, eram as bandas que os meninos zoavam: “Ah, é banda de playboy”. A Lupa era a mesma coisa, a banda esquisitinha, a gente de rosa falando de amor. Aí o que aconteceu? Seguindo, persistindo, persistindo… e nos tornamos duas das maiores bandas da cidade, que encantam a juventude e formam a identidade da galera. Eu acho isso bonito pra caramba, sabe? Mexer com música é um exercício de perseverança. Isso realmente testa as pessoas, e nós fomos testados e aprovados. Tenho um orgulho danado disso.
Múcio Botelho/ Foto: Rodrigo Lima
Quando você olha para o Múcio agente cultural, e olha para o cenário da música em Brasília, o que pode melhorar a partir das políticas públicas?
A gente pensando nisso, criou um projeto para ajudar com essa questão, que é o Amplifica. Brasília tem talento pra caramba. Se você balançar qualquer árvore em Brasília, vão cair seis artistas maravilhosos. O que a gente não tem é estrutura e oportunidade. Por quê? Porque para o governo do Distrito Federal, para quem está com mandato e em posição de poder, a cultura não é prioridade. Nunca foi. Você quer saber o que é prioridade para um deputado ou para um governador? Veja para onde o orçamento está indo e se existem políticas estruturantes para o setor. Não existem para a cultura. Brasília acha que a noite é um problema, não uma oportunidade — inclusive uma oportunidade econômica, pois perdemos muita grana e muitos talentos. Pensando nisso, bolamos o Amplifica, um projeto que eu gostaria tanto que tivesse nascido dez anos atrás, quando estávamos começando, porque teria impedido a gente de quebrar muito a cara e de gastar muita grana onde não precisava. Qual é a nossa grande ideia? Estamos criando um grande ecossistema entre artistas, produtores, a galera da área técnica e as casas de show, para conseguirmos ajudar todo mundo — desde a pessoa que está começando e querendo aprender um instrumento até quem já está na estrada.
E como o Amplifica funciona?
São três problemas pelos quais todo mundo que se dedica à arte já passou, está passando ou ainda vai passar: “Gostaria muito de trabalhar no setor, mas não tenho ideia de como começar”: Não sei como montar uma banda, como começar a trabalhar com bandas ou como produzir eventos. Para essa galera, estamos oferecendo qualificação técnica e qualificação artística, com oficinas, mentorias e palestras com profissionais incríveis, gabaritados e validados no país inteiro, não só aqui em Brasília. A segunda: “Já sei o que estou fazendo, estou mandando bem, mas simplesmente não consigo mostrar o meu trabalho”: As portas não se abrem, não consigo marcar shows. Para essa galera, vamos trabalhar com a inserção no mercado. Como estamos fazendo isso? Já temos três casas parceiras na cidade, que são polos de cultura e responsáveis pelas programações mais legais que existem hoje no centro. “Já estou tocando e consigo espaço nos lugares, mas não consigo fazer dinheiro”: Não tenho sustentabilidade financeira porque, basicamente, não consigo construir uma base sólida de fãs. Esse é o trabalho que quase ninguém faz ou sabe como fazer. Para esse grupo, vamos ensinar formação de audiência.
Qual é o principal gargalo?
Para mim, a formação de audiência é o grande gargalo hoje nas políticas culturais do Distrito Federal. Existem inúmeros instrumentos para você produzir material — temos o FAC (Fundo de Apoio à Cultura), temos o orçamento da Secretaria de Cultura para você gravar um disco, fazer uma peça ou gravar um filme. Agora, como você faz as pessoas ouvirem o seu disco? Como faz as pessoas frequentarem o seu festival? Como encher uma sala de cinema com gente querendo ver o seu filme? E é ainda mais difícil para a galera do teatro: como lotar as sessões? É muito difícil, e ninguém trabalha nisso. Não temos essa preocupação na política cultural aqui em Brasília, e para mim é o que mais falta. Então, estamos criando um sistema para ensinar essa galera a construir público. Estamos falando de locais que já têm uma movimentação natural de pessoas dentro de setores que antes estavam abandonados — diga-se de passagem, os artistas são os grandes responsáveis pela revitalização de muitas áreas desta cidade. A gente ajuda essa galera a entender como montar uma base de pessoas que torne o projeto viável.
E como dar certo?
Existe uma visão muito deturpada sobre o que é “dar certo” para uma banda. Hoje, em Brasília, você já deu certo se tiver cem fãs reais que consomem seu produto, compram seu merch, vão aos seus shows e divulgam suas coisas. Mas a gente conta nos dedos quantos artistas de Brasília têm 100 fãs de verdade. A internet nos deu a ilusão de que dar certo é ter 50 milhões de seguidores, algo inalcançável e que não se sustenta. Quem faz a identidade da cidade e mantém a cultura viva não são os megaeventos. Os grandes eventos vêm e vão, e geralmente importam cultura de fora — trazem artistas de São Paulo ou atrações internacionais. O que mantém a cidade viva é o circuito de pequenos e médios artistas, pequenas e médias casas e eventos que estão no cotidiano de todo mundo. É aí que estamos mirando. A partir do momento em que criamos uma cena estruturada e sólida que conversa entre si, geramos uma economia circular e movimentamos o mercado da cidade. Esse é o grande objetivo do Amplifica.
Vamos falar de gestão agora. Qual é a percepção que você tem da política hoje, vivenciando o dia a dia da Câmara Legislativa?
Eu acho que a Câmara Legislativa é o maior tesouro que a gente tem no Distrito Federal, mas que não é explorado. Quando passei no concurso, tive a honra de ser presidente da comissão dos aprovados e representar a nossa categoria. Meu maior papel foi conhecer absolutamente todo mundo que estava dentro da Casa, desde a guarita até a presidência. Para mim, foi a coisa mais legal que eu poderia ter feito, porque hoje pouca gente conhece a Câmara Legislativa tão a fundo e estruturalmente como eu. A gente enxerga o potencial e os poderes institucionais que temos ali, onde a maioria das pessoas não vê. A Câmara ainda é um dos órgãos mais mal avaliados do Distrito Federal, o que é um absurdo, porque é um lugar onde se concentram competência e poder como em nenhum outro lugar do Brasil, além de um orçamento gigante. Estamos a poucos passos do Executivo local e muito perto do Poder Federal. Como não fazemos dela um grande órgão articulador que, de fato, entregue políticas públicas de qualidade para a população? Esse discurso de que “a Câmara tinha que acabar” ou “ninguém lá presta” é raso e muito equivocado. Pelo contrário, temos pessoas boas lá dentro, deputados dispostos em todo o espectro político, inclusive, e faço questão de defendê-los. E temos servidores maravilhosos. Uma coisa que gosto de dizer sempre é que os deputados passam — ficam 4 ou 8 anos, alguns até 30 —, mas quem fica lá e faz as coisas acontecerem de verdade são os servidores. Acho que a maior contribuição que nós, como servidores, podemos dar é criar uma estrutura que funcione muito bem para Brasília, independentemente de quem esteja eleito.
Quais problemas você pode apontar?
Hoje, a maior falha do legislativo local é não exercer o seu principal papel, que é ser um agente fiscalizador do Executivo. E fiscalizar não significa ser oposição. Existe uma concepção errada, inclusive dentro do Palácio do Buriti, de que se você está fiscalizando, é porque quer atrapalhar. Não é isso. Fiscalizar é zelar pelo interesse público. É querer ver um programa do governo que já é bom se tornar ainda melhor. Por exemplo, o Cartão Prato Cheio é um programa maravilhoso, feito por uma gestão que não é alinhada comigo ideologicamente, mas é bom e tem que ser ampliado. O papel do legislativo é ver quais lacunas ainda existem para melhorá-lo. Por outro lado, há programas muito ruins, e temos que ter a capacidade de apontar o dedo e falar: isso daqui não funciona. Às vezes não porque a ideia seja ruim, mas porque a implementação é completamente deficiente. Então, para mim, o que eu mais poderia contribuir lá dentro é ajudar a criar uma estrutura permanente de fiscalização que atravesse todas as áreas do governo.
E quem fiscaliza?
Teoricamente, as comissões deveriam fazer isso, mas o que elas viraram? Viraram espaços para lotear cargos para servidores e extensões de gabinetes que não estão preocupados com esse trabalho técnico. Meu grande sonho é que as comissões, junto com as consultorias e os demais setores da Casa, funcionem como um núcleo permanente de diálogo com a academia, com o setor privado e com o próprio Executivo, porque é assim que se constrói algo que entrega resultado de verdade.
Muitas vezes há servidores que ficam 20 anos na mesma comissão porque quem entra de fora para ajudar não tem a expertise técnica necessária.
É exatamente isso. Não é que a pessoa não queira trabalhar, é que ela não tem a expertise para aquela função específica, e é completamente normal se perder quando você é colocado em um lugar que não domina. Outra coisa crônica é que a Câmara tem o péssimo costume de criar estruturas que não servem para nada. Por exemplo, as comissões. Hoje, criamos basicamente uma comissão para cada deputado. Por que isso acontece? É porque elas são essenciais para a cidade ou porque precisam existir devido à alta demanda de projetos? Não. É porque os deputados querem cargos. Isso para mim é um absurdo.
Qual o tamanho da estrutura deles?
Cada um dos deputados hoje já tem mais de R$ 200 mil para montar sua equipe de gabinete — mais do que na Câmara Federal, diga-se de passagem. Além disso, há as verbas das lideranças e blocos. E, o que muita gente não sabe, cada um deles indica cerca de R$ 70 mil em cargos na estrutura administrativa, muitas vezes em órgãos que não têm real necessidade de existir. Quando se cria uma comissão nova, não é porque há excesso de projetos travados na comissão original; é porque querem o que chamam de “kit comissão”: o cargo de secretário de comissão (que é um cargo alto), cargos de assessores e servidores à disposição. É um meio de abrigar aliados.
Então você enxugaria essas estruturas?
Enxugaria demais, não faz o menor sentido. E, para mim, não faz sentido os deputados poderem indicar pessoas para a estrutura administrativa técnica da Casa. A estrutura administrativa tem que funcionar de forma independente e profissional, trabalhando para viabilizar os mandatos de forma técnica. E repito: há muitas ideias boas vindo de todos os lados e de todos os espectros políticos. Eu não sou o tipo de cara que diz que o outro lado está sempre errado; acho isso uma redução infantilizada da política e não concordo com essa postura. Mas precisamos de independência para cumprir o papel fiscalizador com a dignidade que a população merece. Ser deputado e ocupar uma posição dessas deveria ser um lugar de muito respeito e importância, e me dá tristeza ver que a sociedade não valoriza isso porque sente a Câmara muito distante da realidade do povo.
Você teve quase 10 mil votos na última eleição. O que te moveu a tentar ser distrital novamente?
Eu tenho certeza absoluta de que vai dar certo, porque sei o bem que a gente consegue fazer lá dentro. Eu vi de perto a diferença que uma única pessoa boa e preparada é capaz de fazer em um ambiente político. Vi isso acontecer até na Câmara dos Deputados, que é um ambiente complexo com 513 parlamentares — lá dentro, um deputado focado faz uma diferença gigante. Em uma Casa com 24 distritais, somando com as pessoas legais que já estão lá dentro, podemos ser a gota d’água que falta para virar uma chave muito interessante para Brasília. Eu me sinto preparado de verdade. Nesses últimos quatro anos, vivi e aprendi muita coisa, conheci o DF ainda mais a fundo e estudei profundamente os problemas crônicos da nossa cidade. A nossa pré-campanha e a nossa última campanha, como vocês viram, não são feitas à base de gritaria. Você nunca vai me ver apontando o dedo de forma raivosa ou fazendo escândalo para ganhar cliques; é muito fácil fazer campanha assim. A gente faz política de um jeito que considero saudável: trabalhando em cima de diagnósticos e soluções para os problemas reais.
Qual sua maior contribuição para a cidade?
Acho que a nossa maior contribuição é conseguir entregar para a sociedade um olhar técnico e humano sobre o que as pessoas não estão enxergando. O meu trabalho é olhar em volta e perguntar: o que está na cara de todo mundo, afetando a vida de todos, mas que aparentemente ninguém na política está debatendo ou se propondo a resolver? Enquanto você vê muita gente fazendo pré-campanha apenas apontando culpados de forma simplista, eu não caio nessa armadilha. Acho isso uma infantilização, porque qualquer pessoa que conhece a fundo o Estado sabe que os problemas complexos não têm um único responsável. A culpa não é de uma gestão isolada, mas sim de uma sucessão de decisões erradas ao longo de vários governos — muitas delas, inclusive, tomadas na tentativa de acertar. Eu reconheço a dificuldade que é estar na posição de gestor e tomar decisões, e é por isso que o meu foco sempre será debater as soluções estruturais que Brasília precisa, com seriedade e espírito público.
Quem conhece Miguel Alves Castro costuma se lembrar primeiro do seu sorriso. Aos 13 anos, ele é daqueles meninos que chegam aos lugares fazendo amizade com facilidade, contando piadas, distribuindo abraços e conquistando as pessoas com seu jeito espontâneo. Educado, comunicativo e extremamente carinhoso, Miguel é querido por familiares, amigos e até pelas equipes médicas que acompanham sua trajetória há anos.
Fã de videogames, Pokémon, animes e música, ele também tem uma paixão especial por culinária. Gosta de cozinhar, experimentar novos sabores, conhecer restaurantes e passar tempo com a família. Entre seus sonhos estão conhecer o Japão, aprender novos idiomas, viajar pelo mundo e descobrir diferentes culturas. Planos que fazem parte do universo de qualquer adolescente, mas que hoje dividem espaço com uma batalha muito maior, a luta contra o câncer pela terceira vez.
A luta contra o câncer começou em 2021. Na época, Miguel passou a sentir dores frequentes nas costas e na barriga. Após várias idas ao pronto-socorro e uma série de exames, os sintomas se agravaram e ele chegou a apresentar coloração amarelada na pele. A partir daí, iniciou-se uma investigação mais aprofundada que resultou no diagnóstico de sarcoma de Ewing, um tipo raro de câncer.
O impacto da notícia foi ainda maior porque aconteceu em meio à pandemia de Covid-19. A família precisou lidar simultaneamente com a descoberta da doença e com os desafios impostos pelo período de isolamento e incertezas. Miguel iniciou imediatamente um tratamento que incluiu quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Após meses de acompanhamento intenso, veio a notícia que todos esperavam, a doença entrou em remissão.
Durante cerca de um ano, a família acreditou que a batalha havia sido vencida. No entanto, uma tosse persistente passou a preocupar os familiares. Após novas consultas e exames, veio a confirmação de uma nova doença oncológica. Desta vez, Miguel foi diagnosticado com linfoma linfoblástico B.
Durante a investigação dessa segunda ocorrência, ele enfrentou um dos momentos mais críticos de toda a sua trajetória. Ao realizar exames hospitalares, sofreu uma parada cardíaca, precisou ser entubado e permaneceu sete dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apesar da gravidade da situação, conseguiu se recuperar sem sequelas.
“Foi um período de muito medo. Houve momentos em que não sabíamos o que iria acontecer, mas Deus colocou pessoas certas no nosso caminho e Miguel conseguiu superar mais esse desafio”, relembra Anarjara Alves dos Santos Castro, mãe de Miguel.
Depois de aproximadamente um ano de tratamento com quimioterapia, a família voltou a nutrir esperança de dias mais tranquilos. Mas, em março deste ano, enquanto ainda realizava terapias de manutenção, Miguel começou a apresentar dores nas pernas. Novos exames revelaram uma terceira recidiva da doença, desta vez com comprometimento da medula óssea.
Diante do quadro clínico e do histórico de tratamentos já realizados, os médicos indicaram a terapia CAR-T, considerada uma das abordagens mais inovadoras no tratamento de alguns tipos de câncer hematológico. O procedimento utiliza células de defesa do próprio paciente, que são modificadas em laboratório para reconhecer e combater as células cancerígenas.
Segundo a família, a equipe médica considera o tratamento a melhor alternativa disponível neste momento. “O CAR-T representa nossa esperança. Depois de tudo o que ele já enfrentou, surgiu essa possibilidade de tratamento e estamos nos agarrando a ela com toda a força que temos”, afirma Anarjara.
O principal obstáculo é o custo. O tratamento está estimado em cerca de R$ 3 milhões e não possui cobertura pelo plano de saúde para o caso de Miguel. Sem condições de arcar com o valor, a família iniciou uma campanha de arrecadação para tentar viabilizar o acesso à terapia.
Enquanto a mobilização ganha força, Miguel continua alimentando sonhos que fazem parte do universo de qualquer adolescente. Entre eles estão conhecer o Japão, aprender novos idiomas, viajar pelo mundo, produzir conteúdo para a internet e aprofundar uma de suas maiores paixões: a culinária.
Segundo a mãe, a força demonstrada pelo filho ao longo dos anos é uma das características que mais impressionam quem acompanha sua trajetória. “Mesmo passando por situações muito difíceis, ele continua sorrindo, fazendo piadas e tentando animar quem está ao redor. Muitas vezes somos nós que estamos abalados e é ele quem encontra uma forma de nos dar força”, conta.
As doações podem ser realizadas por meio da vaquinha oficial da campanha. “Quem não puder contribuir financeiramente também pode ajudar compartilhando a história de Miguel e ampliando o alcance da mobilização”, sugere a mãe da criança.
Símbolo de fé, acolhimento e da própria história da capital federal, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima completa neste 29 de junho seus 65 anos de existência. Mais antiga que a própria inauguração oficial de Brasília, ocorrida em 21 de abril de 1960, a pequena igreja projetada por Oscar Niemeyer permanece como um dos marcos mais queridos da cidade, reunindo gerações de fiéis sob o olhar materno de Nossa Senhora.
Erguida ainda nos primeiros anos da construção da nova capital, a Igrejinha nasceu de uma promessa feita por Sarah Kubitschek pela recuperação de sua filha Márcia. O templo foi inaugurado em 28 de junho de 1958 e tornou-se a primeira igreja de alvenaria de Brasília, antecedendo em quase dois anos a inauguração da cidade.
Desde então, sua arquitetura singular, revestida pelos famosos azulejos de Athos Bulcão, transformou-se em um dos cartões-postais da capital.
Ao longo de seis décadas e meia, a Igrejinha consolidou-se não apenas como patrimônio arquitetônico, mas como um espaço de oração, acolhida e encontro.
Para muitos brasilienses, ela representa um refúgio espiritual em meio ao ritmo acelerado da cidade, mantendo viva a devoção a Nossa Senhora de Fátima, cuja mensagem de fé, esperança e conversão continua atraindo fiéis de todas as idades.
A celebração dos 65 anos ocorre em uma data especialmente significativa para a Igreja Católica. Em 29 de junho é celebrada a Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, dois dos maiores pilares do cristianismo. A tradição cristã recorda neste dia o testemunho e o martírio dos apóstolos que dedicaram suas vidas ao anúncio do Evangelho. São Pedro, escolhido por Cristo para confirmar seus irmãos na fé e conduzir a Igreja nascente, e São Paulo, o grande missionário dos povos, são lembrados como fundamentos da unidade e da expansão da fé cristã pelo mundo.
Segundo registros históricos preservados pela Igreja, ambos sofreram o martírio em Roma durante as perseguições do imperador Nero. Pedro foi crucificado e Paulo, por ser cidadão romano, foi decapitado. Seu testemunho continua inspirando milhões de cristãos em todo o mundo.
Neste encontro simbólico entre a história de Brasília e o calendário litúrgico da Igreja, a aniversariante Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima recorda que a fé também ajudou a construir a capital do país. Aos 65 anos, ela segue de portas abertas, acolhendo moradores, visitantes, peregrinos e todos aqueles que buscam, sob a proteção de Nossa Senhora, um lugar de paz e esperança.
A repercussão negativa do quadro da influenciadora acendeu um debate maior sobre as escolhas editoriais da televisão atual
O lançamento de um quadro com Virginia Fonseca no “Domingão com Huck”, antes mesmo de ir ao ar, provocou uma enxurrada de críticas e discussões sobre a sua própria razão de existir.
Houve quem questionasse a presença de uma personagem impressionante da internet na televisão e até mesmo o fato de transformar a Copa do Mundo em outra vitrine para uma influenciadora.
Mas por que ela? Ou só ela?
Na TV, sabemos da existência e todos os dias assistimos a tantas inversões de valores, sem ninguém nunca falar nada tão ruidosamente, nem de perto alcançar a mesma repercussão. Por que, então, esse repente de puritanismo?
É claro, e nem é possível esconder, que o fato de ser a Virginia, o que ela representa e todo o sucesso que vem conquistando pesaram. E foram fundamentais, a ponto de chegar a essa decisão.
Está tudo certo. Entre “mortos e feridos”, o mais importante é que salvaram-se todos.
Após todo esse episódio, o “Domingão” não deixará de ser o “Domingão”, e a Virginia menos Virginia, nem nada menor do que entrou.
E, para felicidade geral da nação, vida que segue. Até um próximo “B.O.”, claro.
(Instagram)
Jogo aberto
Tiago Leifert, dia desses, só escancarou em um vídeo o fato de que a “parada para hidratação” na Copa do Mundo veio a ser uma nova e necessária pausa comercial.
Mais do que a água servida aos atletas, abriu-se uma outra janela para as TVs de todo o mundo poderem anunciar e fazer frente aos custos que uma competição desse tamanho representa.
(Instagram)
Disse mais
Leifert também falou da importância, para qualquer TV do mundo, de adquirir um evento dessa natureza. E do valor que, no todo, representa.
Assim como do tamanho do prejuízo para quem fica de fora. E usou uma frase clássica: mais caro é deixar de fazer. A Record deve estar sentindo isso na pele.
Hora da verdade – 1
O mundo mudou, e é preciso tratar isso como verdade, sem hipocrisia.
E nem mesmo querer jogar para a torcida, como vem acontecendo por parte de alguns e de determinados setores, sem enxergar a realidade das coisas ou as suas consequências. Todo aquele que paga a conta ou faz o PIX sabe o que isso significa. Palavras como censura ou proibir por proibir, e seus sinônimos, causam arrepios, além de sempre enormes estragos. Quem já sentiu na pele sabe.
Hora da verdade – 2
Para a televisão e a mídia, de uma forma geral, continuarem existindo e oferecendo, além de melhores programações, eventos de maior porte e pagando salários, é necessário ter o apoio do mercado publicitário. Contar com os principais anunciantes.
E todo produto regulamentado tem o direito de anunciar. Seja lá o que for. Por exemplo, a cerveja é regulamentada, e tudo bem. Que assim seja no caso de todos.
Lobinho independente
O canal X Sports, primeiro e único canal esportivo da TV aberta, tem observado um crescimento dos mais interessantes com sua programação esportiva 24 horas.
Em alguns momentos do dia, tem conseguido passar a RedeTV! e encostar na Band.
Detalhe
A X Sports, em seu início, adquiriu um pacote da Disney, um terceiro pick, que foi importante no seu lançamento.
Terceiro pick, para quem não sabe, e como exemplo, é o terceiro jogo em importância do Campeonato Inglês, Espanhol etc. Agora houve a decisão de não renovar essa compra e seguir com pacotes próprios das mais diferentes modalidades.
Elenco fechado
Depois da confirmação de Marina Versos como Marília Mendonça, o filme sobre a vida da cantora já tem seu elenco completo.
Estão no projeto Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux, George Sauma, André Torquato, Luccas Oliver, Igor Armucho, Davi Bensá e Marcus Gouveia.
Crédito: Reprodução Prime Video
(Divulgação / Reprodução Prime Video)
Vale acrescentar
Por tudo que representa e pelo interesse que fatalmente irá despertar, “Marília” é um projeto que os seus idealizadores, desde o começo, estão tocando com a ponta dos dedos.
Com direção de Dainara Toffoli e roteiro de Carina Schulze e Patrícia Andrade, é uma produção da Chatrone em parceria com a Gullane.
Segunda diferente
O jogo do Brasil contra o Japão, às duas da tarde, vai mudar a rotina de muita gente e, mais diretamente, das TVs envolvidas.
E, no caso de todas, entrar com o pré-jogo cada vez mais cedo pode ser uma saída, mas é necessário ter bom material para isso. Só ficar na enganação, enchendo linguiça, como andou acontecendo, não dá.
Sim ou não
O grupo de mídia criado para a organização e realização de debates políticos, composto por SBT, RedeTV!, CNN Brasil e outras grandes empresas, ainda está no aguardo de uma resposta da Folha de S.Paulo. Se vai entrar ou não.
Parece que essa espera vai até os 45 do segundo tempo.
Aeroporto nas duas
A Record, com Reinaldo Gottino, terá o “Alerta Aeroporto”, que já tem chamadas gravadas para ir ao ar de julho até a estreia de “A Fazenda”.
Por sua vez, o SBT exibirá a série “Aeroporto – Área Restrita”, que era da Record, com Cesar Filho, que também foi seu apresentador na emissora.
Exclusiva
Amaury Junior será a próxima contratação da TV Gazeta.
Tudo conversado e já alinhado, dependendo só da parte burocrática. Deve estrear em agosto.
(Arquivo pessoal)
Bate – Rebate
Confirmando: Reinaldo Gottino sai de férias na Record nesta segunda-feira…
… Dionísio Freitas, nestes próximos 15 dias, será o seu substituto no “Cidade Alerta”.
Além do que já existe, a Globo ainda tem outros projetos para colocar no ar durante a Copa do Mundo…
… Todos, ainda, em análise e fase de aprovação.
A comédia “Muito Prazer”, dirigida por Jorge Furtado, estreia no dia 27 de agosto nos cinemas…
… No elenco, Daniel de Oliveira, Luisa Arraes e Samantha Jones.
O Canal Brasil, nesta segunda-feira, celebra o primeiro ano da faixa “Negritudes”, com uma programação especial de 12 horas dedicada ao cinema negro brasileiro.
O filme “O Último Animal”, com Junior Vieira e participações de Gabriela Loran, Charles Paraventi e Joaquim de Almeida, já está disponível no Globoplay. A direção é de Leonel Vieira.
A partir de hoje, a TV Cultura entra com uma programação especial para as férias escolares…
… E, como novidades, as estreias de “Bino e Fino”, “Os Óculos Mágicos de Charlotte” e “Ninhos em Movimento”.
É muito bom ver, pelo menos, a Cultura preocupada com este público.
As outras, lamentavelmente, não dão nem tchuns.
Ratinho volta hoje, ao vivo, no SBT, depois de um breve período de férias.
A Universidade de Brasília (UnB) desenvolve a pesquisa Comunicação, Cognição, Deglutição, Alimentação, Independência Funcional e Perfil Molecular de Idosos, com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O projeto foi contemplado pelo edital FAPDF Learning, com investimento de R$ 500 mil.
Coordenada por Cristina Lemos Barbosa, professora adjunta do curso de fonoaudiologia da UnB/FCE, a iniciativa avalia funções relacionadas à comunicação, cognição, alimentação e deglutição em pessoas idosas e em pacientes após acidente vascular encefálico (AVE). Quando há dificuldade nesse processo, chamada de disfagia, podem surgir riscos como desnutrição, desidratação e pneumonias aspirativas.
Na prática, a pesquisa realiza avaliações clínicas padronizadas da cognição, independência funcional, força muscular, tosse, força de língua e segurança e eficiência da deglutição. O projeto também analisa marcadores moleculares em pacientes nas primeiras 72 horas após o AVE, com o objetivo de compreender como fatores biológicos podem influenciar a recuperação e a reabilitação.
Um dos resultados esperados é o desenvolvimento de um aplicativo em formato de jogo educativo, ou Serious Game, voltado à orientação de pessoas idosas, familiares e cuidadores sobre alimentação segura e eficiente. A proposta é que a ferramenta seja construída a partir dos dados obtidos nas etapas iniciais da pesquisa, com linguagem clara, acessibilidade e facilidade de uso.
Segundo Cristina Lemos Barbosa, a ideia surgiu da necessidade de ampliar o acesso a informações confiáveis e baseadas em evidências. O projeto também busca identificar precocemente dificuldades relacionadas à alimentação, deglutição ou cognição, com a intenção de contribuir para intervenções mais oportunas, melhor planejamento do cuidado e preservação da independência funcional.
Além de apoiar o desenvolvimento da tecnologia, o financiamento da FAPDF permite a formação de estudantes de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, segundo a coordenadora.