Kauã e Bruna assumiram o namoro em março deste ano, e em maio, anunciaram que estão á espera do primeiro bebê
Chegou ao fim o relacionamento da influenciadora Bruna Rotta, de 27 anos, com o jogador Kauã Elias, de 20 anos. Os dois confirmaram o fim do namoro nesta segunda-feira (8/6), um dia após o anuncio do sexo do bebê que estão esperando. Mais cedo, os internautas perceberem que o craque havia deletado as postagem em conjunto com a loira, o que reforçou os rumores de término na web.
Ao perfil Daily do Garotinho, o jogador respondeu que não falaria sobre a situação: “Não vou ficar falando sobre isso, acho melhor ela falar sobre esses assuntos e o que ela decidir falar sobre”, disse. Ainda segundo o perfil, o jogador do Shakhtar Donetsk, time da Ucrânia, também teria sido flagrado em uma balada no Rio de Janeiro, na noite de domingo (7/6).
Bruna Rotta e Virginia Fonseca sendo surpreendida por caminhão de rosasFoto: Reprodução/Instagram
Bruna também deu detalhes sobre o fim para a revista Quem. A influenciadora contou que o clima entre os dois teria ficado tenso após Kauã ir ao evento na balada, antes de encontrá-la para o chá revelação. Depois disso, os dois teriam discutido durante a noite, e o jogador acabou indo embora.
Ela também afirmou ter recebido informações de que Kauã estaria mantendo contato com outras mulheres. Segundo ela, o jogador teria trocado mensagens e marcado encontros para esta segunda-feira (8/6).
Kauã e Bruna assumiram o namoro em março deste ano, e em maio, anunciaram que estão à espera do primeiro bebê.
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai instituir oficialmente 14 de junho como o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal. O decreto será assinado no próximo domingo (14), durante a Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, no Parque Ecológico de Águas Claras.
A medida integra ações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e do Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central (CPC). Segundo o governo, a iniciativa busca fortalecer políticas públicas voltadas à educação ambiental, ao uso sustentável das áreas naturais e à ampliação do acesso da população às trilhas ecológicas do DF.
O decreto reconhece as trilhas ecológicas como instrumentos de educação ambiental, lazer, turismo sustentável, promoção da qualidade de vida e valorização do Cerrado. A proposta também pretende incentivar o uso consciente desses espaços, ampliar ações de sensibilização ambiental, estimular atividades ao ar livre e fortalecer a utilização das unidades de conservação e áreas verdes do território distrital.
A programação do evento inclui plantio simbólico de mudas nativas do Cerrado, atividades educativas, ações de sensibilização ambiental, realização do Desafio das Águas, uma partida de voleibol, e atos institucionais relacionados à agenda ambiental do Distrito Federal.
Para o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, a instituição da data reforça o papel das trilhas como ferramenta de aproximação entre a população e o Cerrado. A governadora Celina Leão também destacou o uso das trilhas ecológicas como instrumento de conscientização ambiental e de estímulo à conservação dos recursos naturais.
A Sema-DF informa que o Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central atua na integração dos percursos existentes e na ampliação do acesso da população às experiências de contato com a natureza. A assinatura do decreto ocorrerá durante a Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, evento aberto à participação popular e com percursos acessíveis e sustentáveis.
CLDF busca aperfeiçoamento do programa Cartão Uniforme Escolar
Encontro discutirá os resultados da política pública, desafios e possibilidades de aprimoramento do programa, na terça (9), a partir das 19h
Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Audiência discutirá o aperfeiçoamento do programa que dá crédito anual de R$ 282,99, por aluno, para a compra de uniforme escolar
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) fará, na próxima terça-feira (9), às 19h, audiência pública para debater o Cartão Uniforme Escolar. O programa é voltado aos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. A iniciativa do evento, marcado para o auditório da Casa, é da deputada Jaqueline Silva (MDB).
No encontro serão avaliados os resultados da política pública, criada pela Lei 1.745/2025, e discutidos os desafios e possibilidades de aprimoramento do programa, que assegura R$ 282,99 para cada estudante matriculado.
“A presente audiência pública tem como objetivo debater os resultados e desafios de uma política pública que promove igualdade de oportunidades, fortalecimento da identidade estudantil e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social”, argumenta a distrital. Foram convidados representantes do Poder Executivo, gestores da área educacional, membros da comunidade escolar, empresários do setor de confecção e integrantes da sociedade civil organizada.
Segundo Jaqueline Silva, o evento também permitirá analisar os reflexos do programa na economia local. “A audiência pública vai discutir a execução e o aperfeiçoamento do Cartão Uniforme Escolar, bem como os impactos sociais e econômicos gerados, especialmente no fomento à economia local e ao empreendedorismo no ramo de confecção.”
Operação Dragão mobiliza forças de segurança em exercício simulado na região da Papuda Treinamento poderá provocar alterações temporárias no…
Operação Dragão mobiliza forças de segurança em exercício simulado na região da Papuda Treinamento poderá provocar alterações temporárias no trânsito em São Sebastião, Jardim Botânico e Lago Sul nesta terça-feira (9) A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) coordena, nesta terça-feira (9), a partir das 7h, a Operação Dragão. O exercício simulado tem como objetivo o gerenciamento de crise prisional e ocorrerá nas proximidades da Penitenciária I do Distrito Federal (PDF I), no Complexo Penitenciário da Papuda, em São Sebastião. A atividade reunirá órgãos do sistema de Segurança Pública e do Penitenciário do Distrito Federal em um treinamento de alta complexidade voltado ao aperfeiçoamento dos protocolos de resposta a situações críticas, fortalecimento da integração interinstitucional e avaliação da capacidade operacional das agências envolvidas. O cenário exigirá o acionamento dos protocolos de crise, mobilização das forças de segurança, estabelecimento de perímetros de contenção, retomada das áreas dominadas e ações de busca e recaptura, reproduzindo uma situação de elevada complexidade operacional.
Operação Dragão reúne órgãos da Segurança Pública e do Penitenciário do Distrito Federal em um treinamento de alta complexidade | Foto: Divulgação SSP/DF
Intensa movimentação de viaturas, motocicletas operacionais, ambulâncias, aeronaves, drones e equipes especializadas poderá ser observada nas regiões de São Sebastião, Jardim Botânico, Lago Sul, Jardim ABC e demais localidades próximas. Também poderão ser ouvidos sinais sonoros de sirenes e comunicações operacionais típicas de ações de resposta a emergências. Além disso, haverá implantação temporária de pontos de controle e bloqueios de trânsito nas proximidades do Complexo Penitenciário da Papuda, podendo ocorrer retenções momentâneas e restrições temporárias de circulação em algumas vias da região.
Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, a realização de exercícios simulados é uma ferramenta estratégica para garantir a prontidão das instituições diante de eventos críticos. “A preparação permanente é um dos pilares da Segurança Integral. Exercícios como a Operação Dragão permitem testar protocolos, validar procedimentos e fortalecer a integração entre todas as agências envolvidas. O treinamento é realizado em ambiente controlado, mas reproduz cenários reais de alta complexidade, contribuindo diretamente para o aprimoramento da capacidade de resposta do Distrito Federal diante de eventuais crises”, destaca o secretário. “A preparação permanente é um dos pilares da Segurança Integral. Exercícios como a Operação Dragão permitem testar protocolos, validar procedimentos e fortalecer a integração entre todas as agências envolvidas”Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública no DF Participam da Operação Dragão a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), a Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), o Sistema Socioeducativo da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), representantes do Poder Judiciário e o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Preparação permanente A Operação Dragão integra o programa permanente de preparação e aperfeiçoamento dos órgãos de segurança pública do Distrito Federal, que prevê a realização periódica de treinamentos conjuntos para fortalecer a capacidade de resposta institucional diante de situações complexas. Para o subsecretário de Operações Integradas da SSP-DF, Carlos Melo, os exercícios simulados são essenciais para consolidar procedimentos, testar fluxos operacionais e aprimorar a coordenação entre as instituições. “A Operação Dragão foi planejada para testar a interoperabilidade entre os órgãos participantes, desde o acionamento dos protocolos de crise até a coordenação das ações em campo. O exercício possibilita avaliar tempos de resposta, validar fluxos de comando e controle e identificar oportunidades de melhoria operacional. É um treinamento fundamental para que as instituições estejam preparadas para atuar de forma integrada em cenários críticos reais”, afirma. Atuação integrada O treinamento permitirá avaliar protocolos de gerenciamento de crise, testar sistemas de comunicação, verificar fluxos de comando e controle, mensurar tempos de resposta e aperfeiçoar a interoperabilidade entre as instituições. Os resultados obtidos servirão de base para o aprimoramento contínuo dos procedimentos operacionais adotados no Distrito Federal.
CLDF celebra 15 anos do Sistema Integrado de Normas Jurídicas do DF
O Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal é o sistema oficial de legislação do DF, funcionando como um banco de dados eletrônico
A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, nesta segunda-feira (8), sessão solene para celebrar os 15 anos do Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal (SINJ-DF). O evento, de iniciativa do deputado Wellington Luiz (MDB), presidente da Casa, reuniu autoridades e servidores para homenagear a trajetória de transparência e integração na gestão da legislação brasiliense.
O Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal é o sistema oficial de legislação do DF, funcionando como um banco de dados eletrônico que permite consultar leis, decretos, portarias e outras normas em um único local.
Instituído em 2010, o sistema é gerido de forma cooperativa pela Câmara Legislativa, pelo Tribunal de Contas (TCDF), pela Procuradoria-Geral (PGDF) e pela Secretaria de Economia, com o objetivo de facilitar o acesso à informação jurídica e garantir transparência e segurança na consulta das normas vigentes. Além de organizar a legislação atual, o SINJ-DF preserva a memória institucional ao disponibilizar todos os diários oficiais do DF digitalizados desde 1960.
Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF
Ao abrir a sessão, o deputado Wellington Luiz destacou que o objetivo do encontro era celebrar a trajetória institucional do sistema e homenagear aqueles que garantem sua manutenção e aprimoramento. O parlamentar ressaltou a importância do trabalho técnico realizado pelos órgãos envolvidos. “Sabemos da importância dessa ferramenta”, garantiu o presidente, que também aproveitou para reforçar a confiança nas equipes técnicas do DF.
Legislação
O conselheiro Manoel de Andrade, presidente do TCDF, defendeu a necessidade de uma “simbiose gerencial” entre os órgãos e o uso de uma linguagem simples para que a legislação alcance o cidadão comum. “Temos que tornar o que é público o mais público possível”, defendeu.
A coordenadora de gestão do conhecimento institucional do TCDF, Sílvia Regina Batista Mendonça, reforçou que o SINJ-DF é fruto de uma ideia inovadora mantida por servidores dedicados. Sílvia Regina explicou que o sistema transformou tarefas que levariam três meses em um trabalho de apenas uma semana e meia. A coordenadora destacou ainda que manter essa cooperação por 15 anos, atravessando diferentes gestões, exige uma enorme capacidade de diálogo e articulação.
Representando a Secretaria de Economia, a secretária executiva Analice Brito classificou o sistema como uma ferramenta essencial para a segurança jurídica e modernização do Estado. A procuradora-geral do DF, Diana de Almeida Ramos, trouxe uma reflexão filosófica sobre o acesso à informação. “O SINJ-DF é um representante da verdadeira democracia, pois permite que o cidadão conheça seus direitos para exercê-los”, declarou a procuradora.
O ministro do Superior Tribunal Militar (STM), Artur Vidigal de Oliveira, expressou orgulho pessoal ao ver sua esposa, Lília, ser homenageada como parte da equipe fundadora do projeto. Ele reiterou a premissa de que “para que a lei seja cumprida, ela precisa, antes de tudo, ser conhecida”.
Marcos Bizerra Costa, consultor técnico-legislativo da CLDF e presidente do comitê gestor do SINJ-DF relembrou o período anterior ao sistema, quando o controle das leis era feito manualmente em fichas impressas organizadas em caixas de sapatos. Marcos enfatizou que o sucesso do sistema se deve ao espírito de colaboração entre os quatro órgãos. “A colaboração entre as partes gera um desempenho muito superior ao esforço individual de cada um”, pontuou.
A cerimônia foi encerrada com a entrega de moções de louvor a diversos servidores que contribuíram para a história do sistema, incluindo uma homenagem póstuma à servidora Maruska Techmeier Morato.
Feira do Guará é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal Lei sancionada pela governadora Celina Leão valoriza a i…
Feira do Guará é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal Lei sancionada pela governadora Celina Leão valoriza a importância histórica, social e cultural de um dos espaços mais tradicionais de Brasília A Feira do Guará passou a integrar oficialmente o patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal. O reconhecimento foi estabelecido pela Lei nº 7.900, sancionada pela governadora Celina Leão e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (8).
Feira recebeu reconhecimento pela relevância para a identidade cultural de Brasília | Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF
De autoria do deputado distrital Ricardo Vale, a norma reconhece a relevância da feira para a identidade cultural de Brasília, consolidada ao longo de décadas como um dos principais espaços de convivência, comércio e gastronomia da capital. O título de Patrimônio Cultural Imaterial é concedido a bens e manifestações que representam a memória, os costumes, os saberes e as tradições de uma comunidade. Diferentemente do patrimônio material, que protege edificações e monumentos, o reconhecimento imaterial valoriza práticas culturais e espaços que contribuem para a formação da identidade coletiva da população. Fundada na década de 1960, a Feira do Guará tornou-se referência para moradores e visitantes, reunindo comércio popular, artesanato, produtos regionais e opções gastronômicas que fazem parte da história da cidade.
Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (9), 545 vagas para quem busca uma oportunidade de emprego. As chances contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência, e os salários chegam a R$ 5 mil.
A remuneração mais alta é para montador de veículos, no Guará. São cinco vagas abertas para a função, que exige experiência na área e ensino fundamental completo.
Já o posto com o maior número de oportunidades é o de servente de obras, em São Sebastião, com 80 vagas. Nesse caso, não é exigida experiência prévia nem escolaridade, e o salário oferecido é de R$ 2.424,40, além de benefícios.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja do interesse do candidato, o cadastro permanece válido para oportunidades futuras.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências para entrevistas podem se cadastrar presencialmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Também é possível usar o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento.
A crise interna do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) no Distrito Federal entrou em uma nova fase e tem movimentado os bastidores da pol…
A crise interna do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) no Distrito Federal entrou em uma nova fase e tem movimentado os bastidores da política local. Com a possibilidade de intervenção da Executiva Nacional no diretório regional, lideranças do partido intensificam articulações e disputas em torno dos rumos da legenda para as eleições de 2026.
A Executiva Nacional do MDB instituiu uma comissão relatora composta por cinco integrantes para analisar o pedido de intervenção no MDB-DF. O grupo deverá apresentar um parecer nos próximos dias, decisão que poderá influenciar diretamente a condução política do partido na capital federal. O impasse expõe divergências entre diferentes correntes internas. De um lado, o presidente regional da sigla, Wellington Luiz, tem defendido a aproximação do MDB com o projeto político da governadora Celina Leão (PP).
De outro, parlamentares e dirigentes ligados ao deputado federal Rafael Prudente argumentam que o partido precisa preservar seu protagonismo e ampliar sua participação nas definições da chapa majoritária para 2026. Nos bastidores, o cenário tem sido comparado por aliados e adversários a um verdadeiro “Globo da Morte”, expressão utilizada para ilustrar a intensidade dos movimentos simultâneos dentro da legenda.
Enquanto grupos disputam espaço e influência, a direção nacional busca evitar um agravamento da crise e preservar a unidade partidária. Paralelamente, a governadora Celina Leão aumentou o tom das declarações públicas em defesa de sua base política e da continuidade do projeto de governo. A movimentação é vista por observadores como parte da antecipação do debate eleitoral que já começa a ganhar força no Distrito Federal. A expectativa agora está voltada para o relatório da comissão nacional. Dependendo da conclusão, o MDB-DF poderá manter sua atual estrutura de comando ou passar por uma reorganização determinada pela direção nacional. Independentemente do desfecho, o episódio evidencia a importância estratégica do MDB no cenário político do Distrito Federal e demonstra que as articulações para 2026 já estão em pleno andamento.
Os próximos dias serão decisivos para definir quem conduzirá o partido e quais alianças terão prioridade na disputa eleitoral que se aproxima.
Comissão de Educação e Cultura promove debate sobre LDO 2027
O debate contou com a participação de representantes de sindicatos, conselhos, organizações da sociedade civil organizada, secretarias do GDF e Ministério Público, entre outros
A Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou na tarde desta segunda-feira (8) uma reunião pública para debater o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. O debate contou com a participação de representantes de sindicatos, conselhos, organizações da sociedade civil organizada, secretarias do GDF e Ministério Público, entre outros.
O presidente da Comissão, deputado Gabriel Magno (PT), destacou que a intenção da reunião pública foi discutir os recortes dos recursos previstos para as áreas de educação, cultura e saúde, mesmo que esta última área agora conte uma comissão específica para tratar do tema. Para ele, o debate e o diálogo servirão de subsídio para a elaboração de emendas à peça orçamentária de 2027.
A reunião começou com uma apresentação técnica da assessoria da CEC, detalhando aspectos da LDO nas áreas analisadas pela reunião pública. A apresentação trouxe dados sobre a gestão fiscal, mínimo constitucional de gasto na educação, mínimo legal do Fundo de Apoio a Cultura e o gasto constitucional mínimo na saúde. Ao longo da apresentação, Gabriel Magno teceu comentários sobre os dados apresentados e manifestou preocupação com a situação.
Diretrizes Orçamentárias
A LDO é a norma que estabelece as metas e prioridades da administração pública para o ano seguinte, servindo como base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). De acordo com a proposta encaminhada pelo Executivo, o Orçamento para 2027 está estimado em R$ 74,98 bilhões, com um crescimento de 4,6% em relação a 2026.
O projeto de lei da LDO indica 64 metas prioritárias para o governo, sendo 25% para educação, 23% para mobilidade urbana, 17% para infraestrutura, 17% para saúde, 11% para Segurança e 8% para as demais áreas.
Após a apresentação do estudo técnico, vários participantes se manifestaram na reunião pública. A reitora da Universidade do Distrito Federal (UniDF), Fernanda Massaro dos Santos, no cargo há 34 dias, destacou que a universidade ainda está em fase de implementação e carece de inúmeros itens, mas apontou três prioridades: a convocação de docentes, a reestruturação da carreira e a criação de uma gratificação para os ocupantes das demais áreas que atuam na gestão.
A diretora de planejamento orçamentário e infraestrutura da secretaria de Educação, Alana Paola Velasco Castro Marra, frisou que os quantitativos de nomeação previstos no projeto se referem ao que foi planejado inicialmente para contratação, sendo 1800 professores da educação básica, 100 pedagogos e orientadores e 300 servidores da carreira de planejamento e gestão educacional.
O coordenador de planejamento e orçamento da secretaria de Saúde, Lucas Mariani Bahia Duca, disse que as fontes de financiamento de saúde estão divididas em três grandes frentes: o Fundo Constitucional, a arrecadação própria e os recursos captados no ministério da saúde por meio de transferências. Segundo ele, ao longo dos anos a composição destas fontes foi sendo alterada e atualmente somente o Fundo Constitucional responde por 62% do orçamento da saúde do DF. Em 2024, 72% dos recursos do Fundo foram gastos com pagamento de pessoal ativo e inativo.
Para a representante da promotoria de defesa da saúde do Ministério Público (ProSuS), Shirlene Rodopoulos, a questão orçamentária é muito importante e qualquer redução de recurso pode afetar rapidamente as condições de atendimento à população, que já apresenta uma situação preocupante.
Márcia Gilda, representante do Sindicato dos Professores (Sinpro) do DF, afirmou que a situação é preocupante. Para ela, o Orçamento é uma peça política que reflete as intenções prioritárias do governo. “E todos os anos vemos que educação e saúde não são prioridade para esse governo”, avaliou ela.
O presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito Filho, criticou a atuação do governo na destinação de recursos para a saúde nos últimos anos. Segundo ele, por questões ideológicas, o governo deixou de utilizar verbas federais e até do Fundo Constitucional para ações de saúde pública, optando por privilegiar a iniciativa privada.
Com investimento de R$ 2,9 milhões, GDF leva asfalto ao acesso da escola do Incra 9 Obra integra o Caminho das Escolas e atende comunidade d…
Com investimento de R$ 2,9 milhões, GDF leva asfalto ao acesso da escola do Incra 9 Obra integra o Caminho das Escolas e atende comunidade da área rural de Ceilândia; governadora Celina Leão também visitou a EC 15 da cidade Estudantes, professores e moradores do Incra 9 passaram a contar, nesta segunda-feira (8), com um acesso asfaltado entre a BR-070 e a escola pública da comunidade, no Setor de Chácaras Alexandre Gusmão, em Ceilândia. Com investimento de R$ 2,9 milhões, a obra integra o Caminho das Escolas, programa do GDF voltado para a pavimentação de vias próximas a unidades de ensino em áreas rurais do Distrito Federal.
Durante a entrega da obra, a governadora anunciou: “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“Com mais uma rua pavimentada, avançamos no cercamento de toda essa área”, comemorou a governadora Celina Leão, que acompanhou a entrega da obra. “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos. Esse é um esforço conjunto para garantir dignidade à população que vive no campo. Os alunos passam a chegar à escola com mais conforto, sem poeira ou lama, mesmo diante das duas estações bem marcadas da região, seca e chuva. A melhoria também preserva os ônibus e contribui para uma melhor qualidade de vida para todos.”
Área rural
Trecho da obra concluída liga a BR-070 à escola, atendendo diretamente a comunidade do Incra 9
A intervenção contemplou pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical e obras complementares no trecho de acesso à unidade de ensino. O trecho liga a BR-070 à unidade escolar e atende diretamente a comunidade do Incra 9, formada por estudantes, famílias, professores, trabalhadores da educação e moradores da área rural de Ceilândia.
“Ações como essa mostram a força desse governo que não faz obra somente nas cidades, mas também na área rural, que tem uma carência muito grande”, pontuou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. “E essa entrega é ainda mais importante quando é na porta de uma escola, com crianças que sofrem na seca e na chuva. Isso é, inclusive, uma questão de saúde para a comunidade escolar, que agora não lida mais com as doenças causadas pela poeira.” A escola atende cerca de 500 estudantes. Pela manhã, recebe turmas da educação infantil e do ensino fundamental I; à tarde, alunos do ensino fundamental II; e, à noite, estudantes do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A obra faz parte do pacote de intervenções do Caminho das Escolas em Ceilândia. A emenda federal de bancada destinada ao conjunto de obras soma R$ 22,4 milhões e contempla também acessos a outras unidades de ensino da área rural.
Caminho das Escolas
O Caminho das Escolas foi criado para melhorar o deslocamento de alunos, professores e servidores da educação em áreas rurais. Segundo a Secretaria de Governo (Segov-DF), o programa já havia viabilizado 29,2 km de acessos pavimentados a escolas rurais desde 2020, com previsão de chegar a 42,9 km após a conclusão das obras em andamento.
Andreia Gomes, que mantém uma ONG no local: “O asfalto fez muita diferença para a gente. A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui”
Moradora da região, Andreia Gomes, de 57 anos e mantenedora de uma ONG de proteção animal, destacou a importância da obra para a comunidade: “O asfalto fez muita diferença para a gente. Antes, com a passagem dos ônibus, havia muita poeira. A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui. Há várias ONGs aqui na região, e foi muito importante para todos nós”.
Eron Lopes, organizador de eventos: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós”
Também morador do Incra 9, o organizador de eventos Eron Lopes, 60, também ressaltou o impacto da obra para a comunidade: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Era inadmissível ter uma escola tão próxima da rodovia e ainda em estrada de chão. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós”.
Escola Classe 15
Antes da entrega do acesso asfaltado no Incra 9, a governadora Celina Leão visitou a Escola Classe 15 de Ceilândia, única unidade da região que oferece ensino integral em tempo integral para cerca de 530 estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. “Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo”Mariângela Rolim, diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia Com jornada de dez horas diárias e 530 alunos matriculados, a escola desenvolve projetos nas áreas de educação financeira, informática, esporte e cultura, além de acumular premiações em iniciativas pedagógicas e de alimentação escolar. A unidade também recebeu recentemente um novo parquinho, instalado após pedido feito por uma aluna à governadora. A diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia, Mariângela Rolim, enfatizou o papel do ensino integral para a comunidade, tanto no desenvolvimento pedagógico e segurança nutricional das crianças quanto no apoio que oferece às famílias. “Quando a criança passa mais tempo na escola, ela tem mais tempo para se desenvolver”, avaliou. “Os projetos que temos, de horta, educação física e outros, potencializam a aprendizagem”, enumerou a diretora.
“Nesse cenário, são os meninos que ganham, porque uma escola que atende crianças durante dez horas consegue atender as famílias também. Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo.” Na agenda, a governadora Celina Leão anunciou a construção de um vestiário para atender a comunidade escolar. Para a secretária de Educação, Iêdes Braga, esses espaços chegam em uma boa hora. “Com a construção dos vestiários feminino e masculino, essas crianças vão poder tomar banho”, lembrou. “Também vamos fazer uma parceria com a CEB que vai resolver o problema da rede elétrica das escolas, porque muitas unidades não suportam ar-condicionado e outras demandas”.
Carlos Eduardo Bafutto e Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), esteve em Ceilândia nesta segunda-feira (8) para conversar com comerciantes locais sobre a plataforma DF 360º. A ferramenta integra câmeras públicas e privadas para auxiliar no acompanhamento de ocorrências pelas forças de segurança. O projeto, desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), tem como objetivo apoiar a atuação das forças de segurança em tempo real.
Em três meses, a SSP-DF conseguiu incorporar à plataforma 320 câmeras de órgãos públicos e 321 de entidades privadas. Elas se somam aos 1.402 instrumentos da própria pasta. Atualmente, o sistema conta com 2.403 câmeras. Durante a reunião com os comerciantes, Celina detalhou o funcionamento da plataforma e incentivou a adesão pelo público.
“É um programa de monitoramento da segurança pública que vem registrando ampla adesão da população. Na semana passada, assinamos um convênio com a Secretaria de Saúde e estamos preparando um decreto para tornar obrigatória a integração dos órgãos ao sistema. Só na última semana, mais de 12 mil câmeras foram incorporadas, ampliando a capacidade do Estado em tecnologia, fiscalização e segurança”, destacou.
A governadora ainda afirmou que já foi instalado um convênio com a Secretaria de Saúde. Segundo ela, há um decreto sendo preparado para tornar obrigatória a integração dos órgãos ao sistema.
O acordo com a pasta estabelece o monitoramento integrado de imagens entre as duas pastas e garante à segurança pública acesso a cerca de 12 mil câmeras instaladas nas unidades de saúde do DF. Atualmente, já foram instaladas sete mil equipamentos instalados em 254 locais, abrangendo hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs), policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias e bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF), entre outras instalações.
O DF 360º funciona da seguinte maneira: até 30 segundos depois de serem registradas no Centro de Operações da Polícia Militar do DF (Copom) — que concentra as chamadas para os números de emergência 190, 192 e 193, bem como os registros pelas forças de segurança —, as ocorrências aparecem em um mapa. Ao identificar uma ocorrência, a plataforma faz automaticamente a triangulação e aciona as câmeras mais próximas, em um raio de até 1 km. Com isso, é possível cercar a área e acompanhar a situação em tempo real.
Empresários pioneiros João e Tereza Sarkis são homenageados na Câmara Legislativa
Casal de empresários foi responsável pela fundação da Elétrica Sarkis, empresa pioneira no setor elétrico no DF
Em reconhecimento ao empreendedorismo pioneiro no Distrito Federal, a família Sarkis foi homenageada em sessão solene da Câmara Legislativa, nesta segunda-feira (8). Durante a cerimônia, realizada no auditório da Casa, foram entregues moções de louvor ao casal de empresários João e Terezinha Sarkis Simão, patriarca e matriarca da família. Casados há quase 71 anos, eles fundaram, na então Cidade Livre (atual Núcleo Bandeirantes), a Elétrica Sarkis, pioneira no setor elétrico no DF.
O autor da homenagem, deputado Martins Machado (Republicanos), destacou que os Sarkis contribuíram para o desenvolvimento de Brasília quando a nova capital ainda era um sonho. “Juntos construíram muito mais do que uma história de trabalho e conquistas. Construíram um legado, um exemplo de honestidade, perseverança, compromisso com a família e amor ao próximo”, afirmou o distrital.
Foto: João Pedro Carvalho / Agência CLDF
Para o amigo da família e ex-prefeito de Três Marias (MG) Adair Divino da Silva, mais conhecido como Bem-te-vi, os Sarkis têm uma “história linda de fé, trabalho, determinação e coragem”, que deve servir de exemplo. Ele agradeceu a Martins Machado pela homenagem. “É uma alegria imensa estar aqui para prestigiar seu João e a família Sarkis, pelo grande feito na construção dessa terra”, reforçou.
Genro de João e Tereza Sarkis, José Ribamar relatou que o patriarca sempre foi um visionário: “É uma família que sonhava: subia na árvore e via mais longe”. A amiga dos Sarkis Denise Franco também agradeceu ao deputado, destacando a união e amizade como marca dos homenageados. “A história deles se confunde com a história de Brasília e com a nossa história”, enfatizou.
Após a fala de amigos e familiares, João Sarkis, que completa este mês 94 anos, não conteve a emoção: “Eu fiquei emocionado. É muito bom estar unido sempre com a família e os amigos. Um grande abraço a todos os presentes aqui”.
A solenidade foi transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital.
Casal pioneiro
Nascido em Ipameri (GO) em 1932, João Sarkis Simão estabeleceu-se em Brasília em 1957, ainda durante o período de construção da nova capital. Reconhecido como um dos pioneiros que ajudaram no desenvolvimento da cidade, foi agraciado, em 2010, com o Título de Cidadão Honorário de Brasília.
Ao longo de sua trajetória, participou de iniciativas essenciais para a implantação da infraestrutura de Brasília, como iluminação de espaços públicos e prédios institucionais e dos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Ele foi responsável pela construção da primeira casa de alvenaria em Taguatinga.
Tereza Sarkis Simão é reconhecida por sua trajetória ao lado do marido e da família, além da atuação a favor da comunidade. De acordo com Martins Machado, Dona Terezinha, como é conhecida, destacou-se pelo espírito acolhedor e pelos valores de equilíbrio, generosidade e cuidado com o próximo. “Uma mulher de fé, força e dedicação, aquela que acolhe, cuida, orienta e une. Uma presença fundamental para a família e para a comunidade. Sempre pronta para servir com amor e generosidade”, destacou o distrital.
Os influenciadores são pais de Ravi, de um ano, e Lua, de três; episódio que gerou críticas aconteceu após o bebê se assustar com brinquedo
Eliezer usou as redes sociais para sair em defesa da esposa, Viih Tube, nesta segunda-feira (8/6). O influenciador rebateu as críticas que a companheira recebeu após publicarem um vídeo em família, em que reação do filho caçula, Ravi, chamou a atenção de uma internauta.
No registro, o casal, o bebê de um ano e Lua, de três, brincam com um “cachorro-robô”. Ravi, assustado com a nova aquisição dos pais, corre na direção oposta da mãe, que comandava o brinquedo com controle remoto. “Ele era para ter corrido para o lado da mãe, mas correu para o lado da babá”, comentou uma seguidora.
Veja as fotos
Viih Tube, Eliezer e os filhos, Lua e RaviCrédito: Reprodução Instagram @viihtube
Viih Tube e EliezerCrédito: Reprodução Instagram
Viih Tube e EliezerCrédito: Reprodução Instagram
Viih Tube, Eliezer e os filhos, Lua e RaviCrédito: Reprodução
Ao ver o comentário, Eliezer tratou de responder e defendeu a esposa: “No caso do vídeo que você acabou de assistir ele foi pro lado da irmã mesmo, kkkk”.
Viih Tube e Eliezer compartilham a rotina familiar com frequência nas redes sociais. Atualmente, inclusive, eles têm dividido com milhões de seguidores os preparativos para a festa de casamento deles.
Fique por dentro!
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.
Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.
O roubo de combustíveis deflagrado no Distrito Federal no sábado (6) não era coisa de amador. Responsável pela operação, o delegado Fernando Fernandes afirmou ao Jornal de Brasília que um dos homens afirmou ser membro do Comando Vermelho (CV) ao chegar à 19ª Delegacia de Polícia (P Norte). “Depois, o advogado o orientou a ficar calado”, explica o investigador. Fernandes também reforçou o profissionalismo do bando, que chegou a “encamisar” a bomba d’água usada no furto para evitar corrosões no equipamento, que não era o ideal para a função na qual foi utilizado.
Quanto aos receptadores – ou seja, a quem os homens presos vendiam o combustível -, o investigador afirmou apenas que “algumas denúncias” chegaram à corporação, mas que nada foi comprovado até o momento. Assim como os moradores, Fernandes lembra que, em 2024, outro roubo do tipo foi verificado a pouco mais de dois quilômetros do local onde a operação clandestina foi desbaratada. Moradores também relataram o episódio ao JBr., mas explicaram que a repercussão não foi a mesma.
O oleoduto Osbra, gerido pela Petrobras através da Transpetro, traz combustível de São Paulo para abastecer a capital da República, passando pelo interior paulista, pelo triângulo mineiro e por Senador Canedo, já em Goiás. No Bela Vista, há diversos postes com a antiga logo da BR Distribuidora – privatizada em 2021, no governo Bolsonaro (PL), mas cuja identidade visual foi mantida pela vencedora da concessão. o símbolo, associado à Petrobras, indica que ali passam dutos da Transpetro, outra subsidiária da petroleira estatal. Estimativas do Sindicombustíveis-DF apontam que 90% do combustível consumido na capital vem do interior paulista por meio do Osbra.
Postes apontam tubulação subterrânea para distribuição de combustível. Foto: Olavo David
A reportagem tentou contato com os donos do imóvel usado pelo grupo, mas eles não quiseram ser identificados. Vizinhos indicam medo por parte dos proprietários, que já são idosos. “Eles tinham ficado muito felizes com o aluguel”, revela Hélcio Silveira, 45 anos, vizinho do lote onde estava a loja alugada. “Ela [a dona] tá com medo até agora, não quer falar com ninguém”, informa. Funcionários da Transpetro estiveram no local já no domingo (7), quando evacuaram as casas vizinhas e soldaram novamente a tubulação, processo que levou de 13h às 17h.
“Nem posto tem aqui perto”
O tempo passa mais devagar no condomínio Vista Bela. Situado a meio caminho de Águas Lindas, no Entorno, mas ainda taxado como Ceilândia, o local é predominantemente uma área rural cruzada pela DF-080. Exatamente por isso tanta gente se assustou quando uma dezena de viaturas da Polícia Civil armaram uma emboscada às margens da rodovia, à noite. “Tava dentro de casa, escutei o barulho e vim ver. Um monte de carro da Polícia Civil estava aqui e os caras deitados no chão”, diz Hélcio.
Placas da transpetro indicam local onde é proibido escavar, justamente pela presença de dutos. Foto: Olavo David
Ao ser abordado pela reportagem, um morador indicou que soube da Operação Estige pela imprensa, mas sequer tinha conhecimento que havia um oleoduto ali por perto. “Nem posto de combustível aqui perto a gente tem”, brincou. O grupo preso no sábado (6) alugou o imóvel “para abrir uma borracharia”. Ninguém estranhou, já que o fluxo de carros é grande na estrada. O tráfego também mascarou outro indício: o cheiro de combustível não se fazia sentir pelos vizinhos. “A gente está acostumado com cheiro e barulho da pista, cheiro de diesel”, pontua. “Eu não senti cheiro algum e eu sou vizinho”, conclui.
Local onde a Transpetro precisou intervir para consertar os dutos do oleoduto danificado para roubo de combustível. Foto: Olavo David
De fato, os olfatos se acostumaram: no momento da entrevista, o buraco aberto para os consertos na tubulação era forte nas imediações, e mesmo assim Hélcio alegava não estranhar o odor. Responsável pela operação, o delegado Fernando Fernandes, chefe da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), reforça que a ação foi de gente entendida no assunto. “A bomba [dágua, usada para retirar o combustível do oleoduto] estava encamisada, era adaptada para combustíveis”, pontua. Cabe lembrar que derivados de petróleo causam corrosão em equipamentos não propícios para a atividade.
Em nota, o Sindicombustíveis-DF reforçou que “combustível furtado não desaparece”. “Historicamente, esse produto pode ser direcionado para venda clandestina a transportadores, consumidores finais ou operadores informais que atuam completamente à margem dos controles fiscais, ambientais e de qualidade exigidos pela legislação brasileira”, diz o comunicado. Presidente da entidade, Paulo Tavares disse à reportagem que um dos principais pontos a serem atacados é a revenda de bombas usadas. “Isso se compra em todo lugar. Tem bomba velha para comprar no mercado paralelo”, pontua.
A primeira edição do projeto Rua do Lazer foi realizada no Gama no último domingo (7) e transformou a cidade em um espaço de convivência, esporte, lazer e integração social.
Desde as primeiras horas da manhã, famílias, corredores, ciclistas e atletas aproveitaram o ambiente para praticar atividades físicas com mais segurança e tranquilidade. O espaço também recebeu crianças, jovens e idosos, que encontraram na iniciativa uma opção para aproveitar o domingo ao ar livre.
Além das atividades esportivas, o público contou com bancas de alimentação e outros atrativos, que contribuíram para tornar o ambiente mais acolhedor. A realização do evento contou com apoio do Departamento de Trânsito (Detran-DF) e do 9º Batalhão da Polícia Militar do Gama.
*Com informações da Administração Regional do Gama
A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF), apreendeu 10.152 quilos de alimentos impróprios para consumo desde o início de 2026. No mesmo período, foram realizadas 15,4 mil fiscalizações e emitidos 603 autos de infração, incluindo 169 interdições parciais ou totais de estabelecimentos.
Os dados foram divulgados neste domingo (7), em referência ao Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre os riscos das doenças transmitidas por alimentos contaminados, como infecções alimentares, infestações por parasitas e botulismo.
Segundo a diretora de Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé, as ações têm caráter prioritariamente preventivo e abrangem toda a cadeia produtiva dos alimentos, desde a produção até a comercialização em restaurantes, cantinas e eventos.
“Estamos falando de internações, faltas ao trabalho, sequelas graves e, em casos extremos, mortes que poderiam ser totalmente evitadas, além de sobrecarga nas unidades de saúde”, afirmou.
Fiscalizações da Vigilância Sanitária têm caráter prioritariamente educativo, informando sobre as boas práticas para cada atividade. Foto: Arquivo/Agência Saúde DF
A participação da população também é considerada fundamental para o trabalho de fiscalização. Por meio da plataforma Participa DF ou pelo telefone 162, os cidadãos podem solicitar informações e registrar denúncias. Apenas em 2026, a Vigilância Sanitária já atendeu 2.206 demandas encaminhadas pela população.
“A segurança dos alimentos começa no campo, passa pelo comércio e termina na mesa do consumidor. Em casa, o cidadão é o último vigilante sanitário”, destacou Márcia Olivé.
Além da fiscalização, a Vigilância Sanitária mantém ações educativas voltadas ao setor regulado. De acordo com a diretora, as punições são aplicadas principalmente em situações de negligência grave ou reincidência. Neste ano, 6.897 servidores participaram de treinamentos sobre boas práticas sanitárias.
Lacen-DF conta com laboratórios onde são realizadas análises químicas e microbiológicas das amostras coletadas pela Vigilância Sanitária. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF
Análises laboratoriais reforçam controle
O trabalho de monitoramento conta com o apoio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), responsável por análises microbiológicas capazes de identificar a presença de bactérias e fungos em alimentos. O laboratório também realiza exames físicos, químicos e físico-químicos para detectar aditivos, contaminantes e outras substâncias presentes nos produtos.
As análises abrangem alimentos sólidos e líquidos, com resultados disponibilizados em até 72 horas. Em 2026, mais de 700 produtos já foram coletados pela Vigilância Sanitária para avaliação laboratorial.
Os itens são recolhidos diretamente em supermercados, farmácias e serviços de saúde para verificar se os produtos comercializados atendem aos padrões de qualidade e segurança exigidos pela legislação.
“O objetivo destas análises é verificar se as amostras coletadas estão dentro dos padrões de qualidade exigidos para consumo, de acordo com as legislações sanitárias vigentes”, explicou a diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes.
A gerente substituta da Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Fernanda Ledes, alertou que a contaminação nem sempre é perceptível ao consumidor.
“O alimento contaminado, muitas vezes, mantém o mesmo cheiro, cor e sabor de um alimento saudável”, ressaltou.
A especialista recomenda evitar o consumo de alimentos de procedência duvidosa, ovos com cascas sujas ou rachadas, carnes sem selo de inspeção oficial, produtos sem rotulagem adequada, sem data de validade ou origem conhecida, além de itens com embalagens amassadas, semiabertas ou enferrujadas.
“A fiscalização é uma obrigação de cada consumidor”, concluiu Fernanda Ledes.
Leis que garantem direito à saúde da mulher e geração de empregos passam a valer integralmente
Dispositivos tem como foco acesso a fisioterapia por mulheres mastectomizadas e contratação de mão de obra do Programa Renova-DF em contratos administrativos do GDF
Publicado em 08/06/2026 14h00
Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF
Leis aprovadas tiveram iniciativas de Robério Negreiros e foram promulgadas após a derrubada de vetos do Executivo pela CLDF
A derrubada de vetos do então governador Ibaneis Rocha a projetos de lei aprovados pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 29 de abril restaurou a integralidade dos textos de duas leis propostas pelo deputado distrital Robério Negreiros (Podemos) que tratam de saúde da mulher e da geração de empregos. As leis, que haviam sido vetadas parcialmente, agora fazem parte do ordenamento jurídico do Distrito Federal conforme a redação final aprovada pela Câmara Legislativa.
Saúde da mulher A Lei 7.489/2024, oriunda do Projeto de Lei nº 1.949/2021, garante a mulheres mastectomizadas a realização de fisioterapia de reabilitação nas unidades da rede pública de saúde do Distrito Federal. O objetivo da lei, que já está em vigor, é buscar a prevenção e redução de sequelas decorrentes do processo cirúrgico. O então governador havia vetado o artigo 3º da lei, que trazia a possibilidade de o GDF celebrar parcerias ou convênios com o objetivo de ampliar a rede de atendimento fisioterápico para as mulheres mastectomizadas. Com a derrubada do veto, o artigo volta a fazer parte da lei.
Geração de empregos A outra lei cujo veto parcial foi derrubado é a Lei 7.728/2025, oriunda do projeto de lei 556/2023. A lei trata da obrigatoriedade de contratação de mão de obra proveniente do Programa Renova-DF em contratos administrativos de execução de obras do GDF. O Programa Renova-DF é uma parceria do GDF com o SENAI para oferecer cursos gratuitos de qualificação profissional na área de construção civil. O então governador Ibaneis Rocha havia vetado o artigo 5º da lei, que estabelecia prazo de 30 dias para entrada em vigor. Com a derrubada do veto, a lei pôde começar a valer integralmente de acordo com o prazo estipulado na redação final.
Nas imagens publicadas por Hebert nas redes sociais, Virginia aparece sorridente pelos corredores do hotel em que está hospedada
Após uma noite de jantar e drinks em Nova York, onde está hospedada para acompanhar os jogos da Copa do Mundo, Virginia Fonseca surgiu em um momento de animação e diversão nos stories de seu amigo e assessor Hebert Gomes, a cena divertiu os internautas.
Os vídeos foram gravados no retorno ao hotel. Enquanto atravessava os corredores, Virginia aparecia aos risos e sem conseguir esconder a animação. Aproveitando o momento, Hebert fez piada com o comportamento da amiga. “Tá felizinha, Vi? Tá rindo à toa. Cuidado, viu? Aqui dentro do hotel tá ventando”, comentou ele, em tom bem-humorado.
Veja as fotos
Virginia após noite de drinks em Nova YorkFoto: Reprodução
Virginia após noite de drinks em Nova YorkFoto: Reprodução
Virginia após noite de drinks em Nova YorkFoto: Reprodução
Virginia Fonseca desembarcou com seu jatinho em NYReprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaFoto: Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaFoto: Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaReprodução: Instagram/@virginia
Reprodução Instagram
Virginia FonsecaFoto: Eduardo Carmim/AgNews – Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaFoto: Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaReprodução: Instagram/@virginia
Virginia FonsecaFoto: Reprodução/Instagram @virginia
Virginia FonsecaFoto: Reprodução/Instagram @virginia
Nenhum item relacionado encontrado.
A sequência continuou diante da porta do quarto. Entre tentativas frustradas de abrir a fechadura, Virginia caiu na gargalhada diversas vezes e chegou a se abaixar no corredor, sem conseguir conter o riso. Depois de alguns minutos, a dupla finalmente conseguiu entrar no apartamento.
Assim que cruzou a porta, a influenciadora comemorou a conquista de forma inusitada. “O hexa vem, amor”, disparou ela, arrancando novas risadas do amigo. Em seguida, Hebert reagiu rapidamente: “Virginia, vigia o que você fala”.
Já acomodada no quarto, Virginia mostrou que ainda tinha energia de sobra. Ao som de música eletrônica, ela apareceu cantando e dançando sobre a cama. Observando a cena, Hebert voltou a brincar com a situação. “Ô gente, que animação é essa? Ibiza?”, perguntou.
O encerramento da noite também foi registrado pelo amigo, que resumiu os próximos passos da influenciadora. “O final vai ser ducha e berço”, afirmou.
A passagem de Virginia pelos Estados Unidos acontece às vésperas da Copa do Mundo de 2026. A apresentadora chegou a Nova York para atuar como correspondente do programa “Domingão com Huck” durante a cobertura do torneio e dividirá com o público detalhes dos bastidores da competição.
Ao desembarcar no país, ela também compartilhou uma mensagem sobre novos ciclos e desafios. “‘Sua história é definida pelas vezes que você decidiu levantar, se reconstruir e seguir em frente’. Bora viver mais uma aventura, me sinto pronta”, escreveu.
Durante a cobertura especial, Virginia deverá mostrar curiosidades das cidades-sede, o clima entre os torcedores e os bastidores da participação da Seleção Brasileira no Mundial.
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará, nesta terça-feira (9) e na quarta-feira (10), uma ação de acolhimento e assistência social para pessoas em situação de rua em 40 endereços do Plano Piloto e de Ceilândia.
Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar.
As pessoas em situação de rua receberão oferta de serviços nas áreas de saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido auxílio excepcional de R$ 600 para quem estiver sem condições de pagar aluguel.
Entre as medidas previstas estão vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas montadas nos locais e o transporte dos pertences para o endereço regular indicado pelo ocupante. Em último caso, os objetos pessoais serão levados ao depósito da pasta, no SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem custo para o responsável.
Antes da ação, ao longo da semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimento prévio nos locais, com o mapeamento do público beneficiado e de suas demandas. Os pontos de atendimento no Plano Piloto e em Ceilândia foram divulgados pelo governo.
CLDF celebra os 25 anos da Comunidade Católica Shalom
A iniciativa é de autoria do deputado distrital João Cardoso (PL) e busca reconhecer a trajetória marcada por ações de evangelização, promoção humana e contribuição social
A Câmara Legislativa realizará, no dia 8 de junho, às 19h, sessão solene em homenagem aos 25 anos de atuação da Comunidade Católica Shalom em Brasília. A iniciativa é de autoria do deputado distrital João Cardoso (PL). A cerimônia, no auditório da CLDF, busca reconhecer a trajetória marcada por ações de evangelização, promoção humana e contribuição social ao longo de mais de duas décadas.
Foto: Felipe Ando / Agência CLDF
Fundada em 1982, em Fortaleza (CE), a Comunidade Católica Shalom surgiu a partir de uma inspiração missionária voltada especialmente à juventude. Com o passar dos anos, o movimento se expandiu para diversas cidades brasileiras e também para outros países, tendo recebido reconhecimento pontifício em 2012.
Histórico
Em Brasília, a atuação começou em 21 de abril de 2001, a convite de Dom José Freire Falcão, então arcebispo da Arquidiocese de Brasília.
De acordo com o deputado João Cardoso, o trabalho desenvolvido ao longo dos anos reforça o reconhecimento institucional: “A Comunidade vem desempenhando um papel relevante na evangelização e no serviço à sociedade, com atuação contínua junto a jovens, famílias, crianças, pessoas em situação de vulnerabilidade social, profissionais de diversas áreas e comunidades paroquiais”, justifica o distrital.
Atualmente, a Comunidade Shalom possui centros de evangelização na Asa Sul, Taguatinga e Santa Maria, além de ações missionárias em Vicente Pires e Samambaia. Entre os marcos da atuação recente está a Capela Kyrios, inaugurada em 2021.
Ao longo de sua história, a comunidade também se destaca por projetos sociais e iniciativas voltadas à educação, cultura e assistência a pessoas em situação de rua. “A realização de uma sessão solene nesta Casa Legislativa representa um justo reconhecimento público à trajetória da Comunidade Católica Shalom em Brasília, valorizando sua contribuição religiosa, social e humana para o Distrito Federal”, complementa o deputado João Cardoso.
“Mês de São João” esvazia Congresso na pré-campanha e ameaça votações Senado acumula o maior número de pendências e prioridades do governo…
“Mês de São João” esvazia Congresso na pré-campanha e ameaça votações
Senado acumula o maior número de pendências e prioridades do governo Lula, enquanto Câmara debate pauta menos densa Luciana Saravia Ramiro Lucena/Camâra dos Deputados/Reprodução
As festas de São João tendem a esvaziar o Congresso Nacional em junho todos os anos. Em 2026, porém, o impacto pode ser maior, com reflexos sobre o calendário de votações importantes para o ano eleitoral. É o caso de matérias de diferentes áreas, como a trabalhista, cuja pauta principal é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, e a econômica, como o Projeto de Lei Complementar (PLP) que busca baratear os combustíveis. O Senado acumula o maior número de projetos estratégicos que aguardam o despacho do presidente da casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deverá reunir os líderes partidários nos próximos dias para dar andamento à pauta. Aliados tanto do senador amapaense, quanto do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentam destravar o andamento das matérias estratégicas para os próximos meses e superar o desgaste entre os dois líderes dos Poderes. O fim da escala 6×1 está no centro dessas negociações, já que é citada como “prioridade zero” por líderes do governo na Casa. Por outro lado, a oposição tenta segurar o avanço da proposta e pleiteia a criação de comissão especial, que não está prevista no regimento. Alcolumbre disse, na última sessão, que reunirá os líderes para estipular o rito que considerar “razoável” e que o Senado não pode se comportar como casa “carimbadora” dos projetos provenientes da Câmara dos Deputados, mesmo temas “polêmicos” aquém do período eleitoral de 2026. Aliados ouvidos pelo Metrópoles descartam a possibilidade de estender a discussão com uma comissão especial e pontuam que Alcolumbre tem garantido que deverá dar andamento à proposta dentro dos limites do regimento, com votação prevista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois no plenário. Quais pautas estão pendentes:PEC do fim da 6×1: redução do teto constitucional de 44 para 40 horas semanais e dois dias de descanso. Tramita no Senado. PEC da Segurança: inclusão do Sistema Único da Segurança Pública na Constituição e endurecimento no tratamento de facções criminosas e milícias. Tramita no Senado. PLP dos Combustíveis: cria exceção na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para permitir o uso da arrecadação extra com petróleo como fonte de financiamento para reduzir tributos sobre combustíveis. Tramita na Câmara. PL dos Minerais Críticos: cria a política nacional de minerais críticos e estratégicos, além da criação de fundo de exploração e comitê especial. Tramita no Senado. PL das especificidades do fim da 6×1: projeto enviado pelo governo para o fim da 6×1 em regime de urgência constitucional. Deverá conter as regras setoriais para a redução de jornada. Tramita na Câmara. Além dele, o governo deverá discutir regras e exceções para empreendedores individuais na redução da escala. Além da redução da jornada de trabalho, o Senado precisa debater sobre a exploração dos minerais críticos, a PEC da Segurança Pública, o uso do fundo social do pré-sal para financiar a renegociação de dívidas rurais, pauta que ainda divide o governo e a bancada do agro e que deve chegar ao plenário esta semana. O baixo quórum no Senado ainda tem deixado entre as pendências a indicação de autoridades. É o caso da ida do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves para ser corregedor-nacional de Justiça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A indicação chegou ao plenário em 20 de maio, mas teve de ser adiada por falta de quórum. As festas de São João compõem o calendário de parlamentares especialmente das bancadas do Nordeste, que retornam às suas bases para as festividades todos os anos, mas esses eventos ganham ainda maior importância durante o ano eleitoral. Na Câmara, o cenário é de pauta com menos pendências estratégicas. O principal embate gira ao redor do projeto de lei complementar sobre o uso de receitas extraordinárias do petróleo para conter dos combustíveis diante da guerra no Irã. No entanto, o substitutivo acabou acoplando benefício fiscal de R$ 600 milhões para produtores de etanol, além de mecanismos de compensação ao querosene de aviação (QAV). O projeto foi fruto de negociação com o Ministério da Fazenda, mas ainda enfrenta resistência dentro da base do governo por estender isenções de impostos a setores. Apesar de ter dado andamento rápido à 6×1, a Câmara também precisará debater nos próximos meses o projeto de lei das especificações. O PL nº 1838/2026, enviado pelo governo, deverá ser a base para as regras de cada segmento para a redução da jornada de trabalho.
Um homem de 40 anos foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na manhã deste domingo (7), em São Sebastião, após ser apontado como responsável por um acidente de trânsito seguido de fuga. Durante a abordagem, os policiais também encontraram uma arma de fogo municiada em posse do suspeito, que acabou conduzido à delegacia para os procedimentos legais.
A ocorrência teve início por volta das 11h, quando equipes do 21º Batalhão realizavam patrulhamento na região e foram procuradas por vítimas de uma colisão. Segundo o relato, o motorista envolvido no acidente deixou o local sem prestar assistência. Com as características físicas, roupas utilizadas e informações sobre a direção tomada pelo suspeito, os militares iniciaram buscas nas proximidades.
Pouco tempo depois, o homem foi localizado e abordado. De acordo com a PMDF, ele apresentava sinais compatíveis com ingestão de bebida alcoólica. O condutor se recusou a realizar o teste do etilômetro, motivo pelo qual os policiais registraram o auto de constatação previsto para esse tipo de situação.
Durante a revista pessoal, os militares encontraram uma pistola Taurus PT 57 calibre 7,65 mm carregada com 14 munições intactas. Conforme a corporação, o suspeito possui antecedentes por crimes relacionados ao porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma em via pública. O homem, juntamente com a arma e as munições apreendidas, foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.
Vídeo mostra rastro de destruição causado por bêbada na Esplanada Presa pela 3ª vez em pouco mais de 1 ano, Anna Raphaella Lucena ficou conh…
Vídeo mostra rastro de destruição causado por bêbada na Esplanada Presa pela 3ª vez em pouco mais de 1 ano, Anna Raphaella Lucena ficou conhecida após urinar na rua e xingar um delegado de polícia em 2025 Jéssica Ribeiro
Divulgação/ PMDF
Um vídeo feito pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) mostra o rastro de destruição causado por Anna Raphaella Lucena da Cunha Lima no centro de Brasília, na madrugada do último sábado (6/6). A mulher, que já havia sido presa em 2025 após urinar na rua e xingar um delegado, voltou a ser detida neste fim de semana por dirigir embriagada e colidir veículo contra placa e poste de iluminação na altura da Esplanada dos Ministérios. Na gravação, é possível ver o poste caído e destroços do carro espalhados pela via. O caso aconteceu por volta das 3h30. No horário, Anna Raphaella teria perdido o controle de uma Land Rover Defender e batido o veículo. O vídeo também mostra uma garrafa de cerveja caída ao lado do banco do automóvel. Conforme imagens registradas por testemunhas, o carro ficou com a parte frontal danificada.
Após ser detida, a mulher foi levada à delegacia e mantida algemada no local. Segundo a Polícia Civil (PCDF), a ação teve como objetivo resguardar a segurança da população. Depois de ser autuada por dirigir embriagada, Anna Raphaella pagou fiança fixada em R$ 8 mil e foi colocada em liberdade.
Em 28 de setembro de 2025, a história que resultou da prisão de Anna Raphaella também ocorreu no Plano Piloto. Na data, a mulher, que era passageira de uma Land Rover Defender, chamou a atenção de policiais militares após descer do veículo no meio da via que liga o Eixo Monumental à Esplanada dos Ministérios, tirar a roupa e urinar na rua. Diante da cena, militares se aproximaram do carro e constataram que tanto a mulher quanto o motorista estavam embriagados. Segundo o soldado Fructuoso, do 6º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o condutor do automóvel de luxo se recusou a fazer o teste do bafômetro, motivo pelo qual foi levado à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Na delegacia, visivelmente embriagada e com dificuldades até para falar, Raphaella protagonizou um barraco que durou pelo menos uma hora. Sem conseguir explicar sua profissão aos agentes, a mulher surpreendeu os plantonistas ao afirmar estar “incorporando uma entidade”. Em meio à cena, passou a prever “tragédias e desgraças” para os policiais de plantão, deixando o clima ainda mais tenso. Ela chegou a dizer que “a filha de um delegado iria morrer”. A Polícia Civil do DF fixou a fiança da passageira em R$ 20 mil. Raphaella deixou a prisão após pagar R$ 13 mil. Em fevereiro de 2025, a mulher também foi presa. Na data, ela teria causado acidente de trânsito com a mesma Land Rover Defender. Na ocasião, embriagada, colidiu contra um motociclista, sendo encaminhada ao Instituto de Medicina Legal, que confirmou o consumo de álcool.
Família Sarkis será homenageada em solenidade na CLDF
A homenagem ocorrerá no auditório da Casa, por iniciativa do deputado Martins Machado (Republicanos)
Na próxima segunda-feira (8), às 14h, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará solenidade para a entrega de moção de louvor a João Sarkis Simão e sua esposa, Terezinha Sarkis Simão. A homenagem ocorrerá no auditório da Casa, por iniciativa do deputado Martins Machado (Republicanos).
Nascido em Ipameri (GO), em 1932, João Sarkis Simão chegou a Brasília em 1957, três anos antes da inauguração da capital. Reconhecido como um dos pioneiros da construção da cidade, recebeu o Título de Cidadão Honorário de Brasília em 2010.
Ao longo de sua trajetória, participou de obras que contribuíram para a implantação da infraestrutura da nova capital. Entre elas, destacam-se serviços relacionados à iluminação de espaços públicos e institucionais, como a quadra residencial 105 Sul e os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Segundo a justificativa da homenagem, João também foi proprietário da primeira casa de alvenaria construída em Taguatinga.
Nesse contexto, a Elétrica Sarkis, instalada na então Cidade Livre – atual Núcleo Bandeirante -, foi um dos empreendimentos pioneiros do setor elétrico em Brasília. Ao longo das décadas, João Sarkis acompanhou o crescimento da capital e participou de diferentes iniciativas ligadas ao desenvolvimento da cidade.
A solenidade também homenageará Terezinha Sarkis Simão, esposa de João Sarkis, reconhecida por sua trajetória ao lado do marido e da família pioneira, além da atuação na comunidade. De acordo com Martins Machado, Terezinha destacou-se pelo espírito acolhedor e pelos valores de equilíbrio, generosidade e cuidado com o próximo.
A solenidade poderá ser acompanhada pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo, além do canal oficial da CLDF no YouTube.
A fase de instrução do processo que apura a morte de pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga, entra em uma etapa decisiva nesta segunda-feira (8). Os técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, acusados no caso, serão ouvidos pela Justiça durante audiência realizada no Tribunal do Júri de Taguatinga.
Além dos interrogatórios dos réus, outras nove testemunhas também devem prestar depoimento ao longo do dia. Esta etapa do processo é destinada exclusivamente à produção de provas e à coleta de elementos que auxiliarão a Justiça na análise do caso. Os três acusados serão os últimos a serem ouvidos durante a audiência.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, 23 testemunhas comuns às partes de acusação e defesa já foram escutadas desde o início da fase de instrução. As audiências começaram em 27 de maio e vêm sendo realizadas no plenário do Tribunal do Júri de Taguatinga.
Inicialmente, a previsão era que os trabalhos fossem encerrados em 1º de junho. No entanto, em razão da quantidade de testemunhas arroladas no processo, foi necessário ampliar o cronograma e acrescentar mais um dia de audiência. Após a conclusão dessa fase, caberá à Justiça decidir os próximos passos da ação penal.
Os novos servidores chegaram para impulsionar o serviço da PCDF, responsável pela investigação de crimes, perícias e produção de provas técnicas, condução de inquéritos policiais, cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão, entre outras atribuições | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília
Boeing acrescenta que a chegada de novos policiais civis possibilitou o reforço das principais áreas da corporação. “Conseguimos lotar os policiais no plantão, mas especialmente na investigação, que é a nossa atividade-fim e estava com um déficit muito grande, porque havia poucos policiais e muitas ocorrências para serem investigadas. Com a chegada dos policiais, tivemos esse acréscimo para dar uma resposta mais séria para a população após o atendimento inicial que é feito no plantão”, ressalta. Modernização Desde 2019, o GDF investiu R$ 78,1 milhões na construção, reforma e modernização das delegacias. A principal obra foi a construção do novo Instituto Médico Legal (IML), no Plano Piloto, com aporte de cerca de R$ 47,4 milhões. Também foi construída a 35ª Delegacia de Polícia (DP), em Sobradinho II, erguida do zero com R$ 10,5 milhões. Outras seis delegacias passaram por reformas: a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I), na Asa Sul; a 17ª DP, em Taguatinga Norte; a 9ª DP, no Lago Norte; a 10ª DP, no Lago Sul; o posto policial do aeroporto; e a Divisão de Operações Aéreas (DOA/Depate). Localizada em Taguatinga Norte, a 17ª Delegacia de Polícia foi inaugurada pelo GDF em dezembro de 2020, com investimento de R$ 4.168.043,27. A unidade foi adequada ao novo padrão da PCDF, que conta com acesso separado para custodiados e para o público em geral, sala de acolhimento para vítimas de violência sexual, vagas operacionais para viaturas de plantão, acessibilidade ampliada, expansão das seções de investigação e modernização completa da estrutura operacional. Nomeada para a PCDF em novembro de 2024, a agente policial Ana Beatriz Guedes compõe o efetivo responsável pelo acolhimento de mulheres, idosos e crianças da 17ª DP. Ela salienta a importância das medidas de fortalecimento da corporação. “Não adianta a população fazer uma ocorrência, se essa ocorrência ficar parada. Precisamos de uma equipe que possa dar continuidade a essa investigação. E, para que a gente consiga fazer um trabalho de excelência, precisamos de uma estrutura também de excelência”, frisa. Segundo ela, a criação de salas específicas proporciona mais privacidade, segurança e conforto às vítimas. “Temos um protocolo em que crianças e adolescentes só podem ser ouvidos em uma sala adequada. Então, precisava de uma sala lúdica até para que se sentissem mais à vontade, porque geralmente são crimes que os deixam muito envergonhado,s e a delegacia, no primeiro momento, pode ser hostil para eles”, explica. E vem mais por aí. Para cuidar da saúde física e mental dos servidores, a construção da nova policlínica da PCDF foi autorizada pela governadora Celina Leão neste mês, com investimento de R$ 34,8 milhões. O complexo vai ampliar atendimentos médicos, odontológicos e de reabilitação para a corporação, atendendo servidores da ativa, inativos vivos e dependentes. O aporte é proveniente de contrato de repasse firmado entre a União, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e a PCDF, além de recursos próprios da instituição. Resultados A expansão do efetivo, a modernização das delegacias e a ampliação do horário de atendimento fortalecem o trabalho da PCDF e, consequentemente, o apoio prestado à população. Para o empresário Wilcker Medrado, de 24 anos, as medidas resultam em mais agilidade e assertividade na resolução de ocorrências policiais. O empreendimento dele foi assaltado no começo deste ano, e, em menos de uma semana, os criminosos foram presos. “Por volta das 10h, entraram duas pessoas na loja, perguntando o valor dos passarinhos, da ração e como funciona o nosso atendimento — até que um deles disse que era um assalto e mostrou uma faca, rendendo a mim e mais três colaboradores. Eles levaram os nossos aparelhos, alianças, tudo o que tínhamos. Depois que foram embora, viemos direto aqui na delegacia, e já começou a investigação”, relata o empresário. “Foi muito rápido, e recebemos apoio do pessoal o tempo todo. Os dois homens foram reconhecidos, mas infelizmente não conseguimos recuperar nossas coisas.”
Influenciador e advogado Samer Agi receberá Título de Cidadão Honorário de Brasília
Natural da cidade de Anápolis (GO), Samer destacou-se pela trajetória profissional multifacetada
Nesta segunda-feira (8), o influenciador e advogado goiano Samer Agi receberá o Título de Cidadão Honorário de Brasília (TCHB), em cerimônia no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), às 19h.
Natural da cidade de Anápolis (GO), Samer destacou-se pela trajetória profissional multifacetada. No serviço público, foi delegado da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) e depois juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), cargo que exerceu até 2022, quando decidiu se dedicar a outras atividades.
Atualmente, Samer é advogado, influenciador e palestrante e aborda principalmente temas de desenvolvimento pessoal, oratória, escrita e criatividade. Ele é fundador da plataforma de cursos “Ser Mais Criativo”, cofundador do preparatório para concursos CP Iuris e sócio do escritório de advocacia Agi, Santa Cruz e Lopes. Além disso, Samer é autor dos livros “Paixão pela Vitória” e “As cinco áreas da vida”, entre outras obras.
Para o deputado distrital Eduardo Pedrosa (União), autor da proposta de cidadania honorária, o título de Samer é um “reconhecimento à sua trajetória de relevantes serviços prestados ao Distrito Federal, no exercício da magistratura no âmbito do TJDFT bem como à sua contribuição contemporânea à formação de pessoas, por meio de iniciativas educacionais e de comunicação de amplo alcance”.
A honraria é concedida a pessoas naturais de outras unidades federativas que realizaram trabalhos de relevante interesse para a população do DF.
A cerimônia é aberta ao público e será transmitida pela TV Câmara Distrital, no YouTube e nos canais 9.3 (aberto), 11 (Claro) e 9 (Vivo).
Serviço Sessão solene: Outorga de Título de Cidadão Honorário de Brasília ao senhor Samer Agi Data: 8 de junho, segunda-feira Horário: 19h Local: plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Signo de Áries, o céu indica uma fase reflexiva que fortalece sua postura diante dos desafios. Com a Lua favorecendo a autocrítica e Vênus impulsando o carisma coletivo, pode ser um bom momento para interações em grupo.
Touro (20/04 – 20/05)
Para o signo de Touro, o céu indica possibilidade de articulação de parceiros úteis na gestão prática da vida e novas oportunidades de conquistas materiais. Há chance de relacionamentos íntimos harmoniosos por meio de trocas criativas, com Vênus transitando pela área familiar.
Gêmeos (21/05 – 20/06)
Para o signo de Gêmeos, o céu indica reflexões e ajustes na área profissional e possível eliminação de coisas desnecessárias. Pode ser um bom momento para novas trajetórias. Seja empático e cativante ao se comunicar, com Vênus entrando na área da comunicação.
2025 pode ser o SEU ano! ⭐ Seu Mapa Astral te ajuda a conhecer e desbloquear a sua força, seu emocional, sua sorte, seu poder e muito mais… 🔮 Faça seu Mapa Astral grátis aqui!
Câncer (21/06 – 22/07)
Para o signo de Câncer, a segunda-feira aponta para um caminho de introversão e maturidade. Pode ser um bom momento para se posicionar de forma consciente e eficaz em relação aos desafios, com a Lua transitando na área espiritual-crise. Vênus entrando na área material sugere uma oportunidade para impulsionar a economia criativa.
Leão (23/07 – 22/08)
O céu indica que é tempo de renovação para o signo de Leão, sobretudo no que diz respeito aos relacionamentos sociais. Aproveite para se concentrar no que lhe traz prazer, nutrindo sua autoestima, com a chegada de Vênus ao seu signo.
Virgem (23/08 – 22/09)
Para o signo de Virgem, a semana sugere um bom momento para parcerias profissionais, com necessidade de ajustes para depurar a confiança. Cuide de suas emoções, desafios nessa área podem surgir.
🗺️ A GENTE TEM O MAPA DO SEU 2025! Nada de perrengue: faça a sua Amostra Grátis aqui! E descubra as suas oportunidades e desafios do ano, as previsões para o amor, carreira, finanças e muito mais.
Libra (23/09 – 22/10)
A semana indica que você, signo de Libra, pode se engajar mais em ações voltadas à saúde e bem estar. Valorize o apoio dos amigos, pois Vênus indica essa chance.
Escorpião (23/10 – 21/11)
Para o signo de Escorpião, o céu indica que pode ser um bom momento para fortalecer seu círculo de confiança. O trabalho se torna agradável com o despertar de talentos e reconhecimento, graças a Vênus na área profissional.
Sagitário (22/11 – 21/12)
Para o signo de Sagitário, o céu indica ajustes em relações pessoais e possíveis renovações de parcerias, especialmente na área familiar. Pode ser um bom momento para alinhar ambições e vocações, ganhando mais confiança na vida, com a entrada de Vênus na área espiritual.
Leia seu Horóscopo Personalizado
Capricórnio (22/12 – 19/01)
Para o signo de Capricórnio, o céu indica um tempo de revisões para renovar a rotina. Aproveite para exercer a autoanálise e fortalecer seu equilíbrio emocional, já que Vênus começa a transitar pela área íntima.
Aquário (20/01 – 18/02)
Para você do signo de Aquário, o céu da semana indica oportunidades para ajustar o orçamento de forma consciente focando nas atividades cotidianas e lazer. Tente valorizar as interações culturais e afetivas, há chance de os relacionamentos se tornarem mais prazerosos com Vênus se deslocando para essa área.
Saiba tudo sobre signos
Peixes (19/02 – 20/03)
Para o signo de Peixes, o céu indica um momento de reflexão para estruturar melhor os planos da vida doméstica. Há chance de tornar o dia a dia mais prazeroso e criativo, com a chegada de Vênus no seu cotidiano.
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga um suposto esquema de estelionato e fraude corporativa que teria causado prejuízos superiores a R$ 240 mil a empresários franqueados da rede Cacau Show no Distrito Federal e Entorno. No centro das apurações está Lilmara Neto Oliveira, ex-consultora de negócios da empresa, suspeita de utilizar o cargo para induzir lojistas a realizar transferências financeiras que não eram destinadas à franqueadora.
Segundo as investigações conduzidas pela 32ª Delegacia de Polícia, em Samambaia, a suspeita teria convencido empresários a transferir valores para contas de terceiros e até para empresas supostamente ligadas a ela própria. Os fatos investigados teriam começado em 2024 e vieram à tona após a demissão da funcionária, ocorrida em outubro do ano passado. Após o desligamento, a investigada deixou de manter contato com os franqueados, que passaram a identificar inconsistências financeiras nas operações.
Uma das principais denúncias foi apresentada pela empresária Lucifátima Ferreira Barros Seabra, proprietária de uma unidade da rede em Samambaia. Ela afirma ter sofrido prejuízo superior a R$ 190 mil. De acordo com o relato, em janeiro de 2025 a então consultora teria orientado a realização de uma transferência de R$ 136.045,08 para uma empresa vinculada à investigada, sob a justificativa de centralizar pagamentos relacionados à campanha de Natal. Os valores, porém, não teriam sido repassados à franqueadora.
As apurações indicam ainda que o suposto esquema envolvia a retirada de mercadorias de outras lojas sob alegações falsas, além da utilização de contas bancárias de familiares e pessoas próximas para receber recursos. Franqueados também relatam que a investigada teria criado identidades telefônicas fictícias para intermediar conversas e dificultar a identificação das fraudes. Em nota, a Cacau Show informou que identificou indícios de irregularidades no fim do ano passado e que adotou as medidas cabíveis assim que tomou conhecimento da situação. A Polícia Civil segue apurando o caso e não descarta o surgimento de novas vítimas.
O ex-presidente da Câmara Legislativa e pré-candidato a deputado distrital Joe Valle (PDT) e o convidado desta edição do JBr Entrevista. Em conversa com a nossa bancada, o ex-chefe do Legislativo local falou sobre sua experiência com o mercado de alimentos orgânicos, sobre sua saída e volta à política eleitoral – já que nunca deixou de atuar nos bastidores – e o seu desejo de ser governador do Distrito Federal.
O senhor é um dos pioneiros na produção de alimentos orgânicos no DF. Como se deu essa mudança?
Sempre quis produzir comida. Há mais de 40 anos, bem novo, comecei em uma chácara no Distrito Federal. Mas enfrentei três problemas: primeiro, eu me intoxiquei com o que chamam de “defensivo”, mas que é veneno mesmo. Depois, quebrei financeiramente, porque a cadeia de venda é complexa e o produtor não está preparado para ela. O estalo final veio num domingo. Ia levar um repolho para a minha mãe, mas lembrei do que tinha jogado nele e pensei: “Gosto muito da minha mãe, não vou levar isso”. Aí caiu a ficha: “Se não serve para ela, como posso vender para os outros?”. Frustrado por produzir comida intoxicada, falido e sem poder alimentar minha própria mãe com o que plantava, decidi parar.
E como se deu a mudança para o orgânico?
Tive a sorte de estar na Universidade de Brasília (UnB) durante a efervescência da redemocratização. Encontrei professores e estudantes pesquisando alternativas. Entrei de cabeça e a paixão voltou. Vimos, cientificamente, que era possível. Como eu precisava viver disso, buscava a sustentabilidade prática — que une o social, o ambiental e o econômico. Fomos forjados trabalhando, estudando e visitando experiências brasileiras viáveis. Tivemos grandes mestres que nos guiaram e trouxeram apoio. Construímos tudo juntando pessoas, pois nessa caminhada ninguém faz nada sozinho.
E qual foi o próximo passo para viabilizar isso?
Montamos a Associação do Mercado Ecológico em Brasília, que já tem mais de 30 anos. Fui feirante e verdureiro orgulhoso por 15 anos; amo pessoas, só não gostava de montar e desmontar a banca. Defendo que deveríamos ter uma Secretaria ou Ministério da Alimentação, pois a comida é a base da saúde e gera sustentabilidade em todas as áreas.
Também idealizei o projeto “Uma horta em cada escola e uma escola em cada horta”, que ainda aplico na Malunga. A horta é pedagógica: afasta as crianças dos ultraprocessados e da obesidade infantil, criando relação com a comida de verdade. Falamos de um mundo orgânico sem utopia, embasado pela ciência.
Qual o papel da Malunga nesse processo?
A Malunga desenvolve pesquisas fantásticas com as Embrapas para melhorar a qualidade de vida, sob o lema: “Alimento orgânico, felicidade para todo mundo”. Com o tempo, vi que a política deve ser ferramenta de melhoria social. Pratiquei isso por oito anos como deputado distrital, implementando projetos importantes. Saí da Câmara para retornar ao meu porto seguro: minha família e a Fazenda Malunga. Um reflexo desse avanço político e científico é que hoje o Brasil já passa de 70 milhões de hectares cultivados com bioinsumos.
O que são bioinsumos?
É o uso de microrganismos, pó de rocha e insumos brandos para obter produtividade agrícola com base científica e pesquisas. Nós temos laboratório próprio, aplicamos e disseminamos essa prática.
Como o senhor vê a política do bem-estar?
O mundo inteiro busca o wellness (bem-estar), que virou o grande mote de consumo, impulsionado até pelo fenômeno das canetas emagrecedoras. O orgânico nasce dessa vertente: respeita a natureza e prioriza o alimento saudável. Atualmente, inclusive, tenho participado ativamente da reorganização do mundo orgânico dentro da legislação brasileira.
O orgânico é um produto de importação? Como o senhor avalia a qualidade do que é produzido aqui?
Pelo contrário. Aqui perto, em Goiás, temos as duas maiores usinas de cana-de-açúcar orgânica do mundo (Jalles Machado e Goiasa). O açúcar orgânico brasileiro é o melhor do mundo e eu o utilizo nos doces e iogurtes da Malunga. Inclusive, estamos discutindo a reciprocidade de selos para que o selo orgânico brasileiro seja aceito no Mercosul e na União Europeia. Outra realidade atual é o projeto de um pão de queijo orgânico feito no DF para exportação.
Tudo isso é real, não promessa. Vou palestrar sobre essas tendências de wellness nos supermercados na maior feira de orgânicos da América Latina, em São Paulo. Em Brasília, já temos cinco lojas Malunga e estamos abrindo a sexta, sempre acompanhando o que a população busca para melhorar a saúde.
O preço dos orgânicos é acessível à população?
É acessível. Comer bem é questão de prioridade, pois dita sua saúde presente e futura; quem economiza na comida, gasta na farmácia. Olhando a cesta básica, é viável. É aí que entra a política pública: ela deve incentivar o produtor que tem produtividade menor pagando um preço justo (sobrepreço) e distribuir esses alimentos para quem não pode pagar.
Fizemos isso em Brasília por meio de leis como a da alimentação escolar, o PAPA (Programa de Aquisição de Produtos da Agricultura) e a lei do banco de alimentos. Defendemos um mundo orgânico e acredito que em dois ou cinco anos esse será o padrão. Brasília é exemplo de que, por meio de políticas públicas e cooperativas de agricultura familiar, o orgânico já é acessível e chega aos cidadãos de baixa renda.
O senhor está de volta à política eleitoral? O que o traz de volta às urnas?
Primeiro, quando eu saí, eu presidia a Câmara e trabalhei muito, foi muito legal. Eu sou muito feliz pelo trabalho que fiz. Conheci a cidade de cabo a rabo. Tinha muita vontade de continuar e de governar essa cidade, depois de conhecer e fazer uma estratégia de hospitais, fazer programas estratégicos nas regiões administrativas. Tive a honra de ser secretário de uma secretaria maravilhosa, onde cresci muito, a de Desenvolvimento Social, que é o braço do Estado em que o cidadão consegue se amparar. Mas eu tive uma questão pessoal: minha família me procurou. Minhas duas meninas eram adolescentes, eu já estava há 13 anos mais afastado de casa e eu me dediquei demais à política. Eu sou apaixonado, mergulho fundo em tudo o que faço, e acabei deixando muito a desejar com elas e também com a empresa, com a Malunga. Naquele momento, a minha esposa estava sobrecarregada, muitas coisas acontecendo. A gente também tinha se decepcionado com um modelo de política que existia — e que existe ainda —, e a gente tomou a decisão, a um pedido dos meus filhos, de realmente sair naquele momento e não nos candidatarmos. Tomei aquela decisão difícil, mas que para mim, depois, mostrou-se muito acertada, porque eu refiz a minha vida. Minhas filhas estudaram, se aproximaram de mim, se formaram e estão hoje nas nossas empresas trabalhando e vendo todo o trabalho político que eu faço mesmo sem mandato, de forma não eleitoral — de me interessar, de estar sempre lutando, conversando com as pessoas, com gente indo lá conversar comigo.
E como foi a decisão de voltar?
Elas se reuniram comigo e falaram: “Pai, agora a gente tem uma estrutura em que você pode voltar para a sua vocação”. Então eu posso dizer claramente que é um chamado vocacional. E eu digo que a política para mim, saindo de onde estou para voltar, é a escolha certa. Eu vou fazer isso de verdade, quero fazer, é uma vontade que eu tenho. Sei fazer e estou me colocando à disposição. É claro que isso é um processo de grupo; você não faz nada sozinho, política não se faz sozinho. Então tem um grupo de pessoas que está comigo para que a gente faça esse retorno à política com toda a bagagem que a gente traz, para que a gente possa também voltar a ser até mais produtivo no Legislativo do que nós fomos. E eu sempre defendi — você já me ouviu falar isso no passado — que a política tem fila, mas a fila anda. Eu saí da fila lá na frente, mas, para eu voltar, estou voltando para a cabeça da fila.
O senhor já tem trabalhado alguns eixos. O senhor poderia resumir para a gente quais são?
Primeiro, eu sou ligado à sustentabilidade, sempre fui. O pessoal fala: “O Joe da Malunga, que mexe com verduras orgânicas”. O orgânico já traz essa ideia de um mundo sustentável. Mas a gente vai direcionar muito para a mudança da matriz energética aqui, para realmente criar, de forma definitiva, um processo de liberdade energética — que é um termo de um amigo meu, o Rogério Prieto, que eu achei muito interessante e tenho usado —, que é mudar o eixo para a energia solar mesmo aqui no DF, mas também os biocombustíveis. Brasília poderia ser uma cidade movida a etanol, biocombustível e eletricidade. Isso é bem tranquilo de fazer e daria o exemplo para o Brasil. A gente quer aprofundar, mergulhar fundo nesse processo, até para que Brasília vire um grande espaço de inteligência energética. Eu digo que o mandato vai ter quatro pilares. O segundo pilar é o de desenvolvimento econômico. A gente trabalhou muito para criar o polo agroindustrial de Brasília, que fica na DF-130. Quero dedicar uma parte do mandato a realmente regulamentar, regularizar e trazer as indústrias importantes para aquela região, inclusive indústrias de placas solares e essa cadeia toda. O polo agroindustrial está pronto.
Como o senhor imagina o cinturão da agroindústria?
Quero fazer um trabalho de reconhecimento de um projeto que a gente apresentou no passado, que é o Projeto Eixo Econômico-Social Brasília-Goiânia. O mercado integrado é uma coisa importantíssima para descobrimos isso há muito tempo. Achamos que, assim como Juscelino Kubitschek fez um grande projeto, o DF precisa ter um cinturão de agroindústrias, porque nós estamos no coração do agro brasileiro: Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal. Todo esse processo aqui. Se você expandir um pouco o raio, nós vamos ter, talvez, a maior área irrigada do Planalto Central da América Latina produzindo alimentos, e a gente precisa transformar isso em um entorno forte, com energia e tudo o que precisa ser feito. O outro eixo é o que já temos. A gente tem esse DNA muito brizolista. Que é a parte da educação integral, criando os CIEMPs com a ideia do CIEMP 4.0, trazendo a sustentabilidade para dentro desse processo, usando as matérias ligadas à produção de alimentos e alimentação. A gente quer falar muito dessa questão da alimentação como sustentabilidade a partir da mesma. Nós precisamos de uma lei — você deve se lembrar de que, em 2014, já existia uma lei proibindo ultraprocessados na alimentação escolar. Fui criticado na época pelos produtores de embutidos e tal. Mas você viu que hoje é o que se fala, só que nós falávamos disto em 2013, 2014, quase dez anos atrás. Mas criamos aquela possibilidade de ter a tarifa zero em algumas linhas e a ideia é renovar isso dentro desse processo, tudo ligado à educação. Porque eu vi, nas mais de 100 hortas em que tenho trabalhado, a mudança dos meninos quando eles trabalham com a terra, quando plantamos em um espaço para colher e respeitar. Isso é uma coisa muito legal e o impacto é muito rápido como ação de saúde, que tem a ver com a alimentação também. Eu fiz planejamento estratégico em alguns hospitais com foco nisso. Criamos a lei e colocamos na Lei Orgânica a possibilidade de criar a destinação de emendas para os hospitais e escolas; isso muda a realidade. O pessoal, descobrindo essa vertente, vai poder mudar bastante a cara dos hospitais. O hospital é um processo importante e complexo, mas a promoção da saúde no Distrito Federal é ainda mais importante. Então, quando você integra os eixos, escolhe a saúde e cria parcerias com as universidades fortemente dentro do processo de geração e promoção de saúde para a população da periferia.
O senhor, quando presidente da CLDF, foi bem aprovado, tanto que seu nome foi ventilado para governador. Qual é o futuro do Joe Valle?
Eu vou me dedicar completamente ao serviço das pessoas. Eu quero governar essa cidade. Eu vou governar essa cidade e quero mostrar — farei isso com um grupo, com a formação de um grupo de pessoas — que Brasília precisa ser a ponta de lança do Brasil, porque o poder está aqui. Tudo o que se faz aqui reverbera e dá para fazer a diferença. Conheço bastante a realidade e quero fazer isso. Vou me dedicar a isso o resto da minha vida, como uma missão: a missão de tornar Brasília uma cidade sustentável.
O senhor também tem feito um trabalho contra as bets (apostas eletrônicas). O que o motiva a levar essa pauta à frente?
Nós estamos com um pedido, um apelo, quase um grito de ajuda: um projeto de lei de iniciativa popular para acabar com isso. Por causa dos meus jovens, vejo isso nos jovens funcionários, porque eu tenho muitos funcionários jovens. Há muitos viciados, indivíduos já buscando a saída no álcool e nas drogas; eu tive um jovem dos meus tentando suicídio. Essa é uma epidemia, uma ansiedade invisível, porque as pessoas não comentam, mas que acomete desde o mais pobre até o mais instruído. Eu estou sofrendo muito com isso junto a eles.
Por Ana Luisa Pereira, Isadora Carmona e Laura Cunha
Samuel Gomes Pereira era motoboy e tinha apenas 21 anos quando decidiu trocar o trabalho exaustivo e arriscado por uma atividade que fez com que brilhasse os olhos. Ele resolveu ser produtor agrícola.
Essa transformação ocorreu em 2010, quando o Brasil registrou um crescimento econômico de 7,5%. Ele e outras 65 famílias que integram o Movimento dos Trabalhos Rurais Sem Terra (MST) receberam seus pedaços de terra dos 370 hectares de um terreno no Canaã, em Brazlândia (DF), a quase 50 quilômetros de Brasília.
Dignidade
Quatorze anos depois, em 2025, o assentamento foi regularizado e as famílias agricultoras receberam do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra/DF) os Contratos de Concessão de Uso (CCUs) dos lotes ocupados.
Para Samuel, essa conquista simboliza dignidade.
“Antes eu não tinha onde morar, mas hoje eu tenho minha casa, meus cultivos… tenho as comunidades que apoiam a gente”, afirma.
O assentamento está localizado na Bacia do Descoberto, responsável por abastecer mais da metade da população do Distrito Federal. Desde os anos 1970, a área era utilizada como monocultura de eucalipto – espécie estrangeira que vinha provocando escassez hídrica e a perda da flora nativa da região.
Samuel conta que foi a partir da ocupação dos assentados que a vegetação original do cerrado foi regenerada.
“Foi por meio dos projetos de agrofloresta que nós conseguimos a retirada da maioria desses eucaliptos e a região da Bacia do Descoberto, que antes tinha um solo pobre em nutrientes, se tornou uma área de alta absorção”, explica o agricultor.
Assista à história do Assentamento Canaã e de Samuel:
Da roça à feira
Todos os sábados, Samuel percorre o trajeto de 47 quilômetros até a Feira da Ponta Norte, que acontece na 216 Norte. Ali, ele e outros agricultores encontraram a oportunidade de empreender e garantir renda com a venda de produtos orgânicos.
Hortaliças e frutas são os principais produtos comercializados na feira, mas também há um aumento no número de negócios familiares que fornecem aos moradores da cidade ovos, geleias, conservas e queijos artesanais.
“Eu me sinto livre”, diz agricultora
Esse é o caso da agricultora Armina Félix, que mora no assentamento 15 de Agosto, em São Sebastião, e viu na produção artesanal uma oportunidade de mudar de vida.
Ex-autônoma, ela conta que a agricultura foi um divisor de águas: “Hoje eu me sinto livre, porque quando eu trabalhava como autônoma tinha aquele salário, mas era difícil avançar na vida. Eu recebi hoje e amanhã já não tinha mais nada”.
Armina Félix passou a cultivar a banana. Foto: Arquivo pessoal.
Desde 2011 ela cultiva hortaliças, mas conta que só conquistou uma renda fixa sete anos depois, ao iniciar a produção de processados derivados do leite.
O sucesso, segundo Armina, está ligado aos cursos e oficinas promovidos pela comunidade e por voluntários do MST, que lhe permitiram aperfeiçoar técnicas e ampliar a qualidade dos produtos.
Comunidade
Assim como Armina, o casal Francisca e Robin Mário da Cruz Ribeira, agricultores no assentamento Oziel Alves III, em Planaltina , também viram nos cursos profissionalizantes uma forma de crescer enquanto produtores e empreendedores.
Robin Mário e Francisca Ribeira, agricultores e criadores da CSA Flor de Lótus. Foto: arquivo da família
Os dois também decidiram substituir o trabalho autônomo pelo empreendedorismo rural. No início, em 2003, a agricultura ainda era apenas uma forma de complementar a renda, mas tudo mudou quando Robin se dedicou aos cursos profissionalizantes de CSA (Comunidade que Sustenta a Agricultura) e de agrofloresta, realizados pela Associação dos Produtos Agroecológicos (Aprospera).
Com os conhecimentos adquiridos, o casal fundou, em 2017, a CSA Flor de Lótus. A comunidade que começou com apenas 16 famílias, hoje reúne mais de 100 co-agricultores. Eles financiam diretamente os agricultores e, em troca, recebem semanalmente alimentos orgânicos produzidos no assentamento.
“Eu acredito que fazer parte de uma CSA, além de ser uma forma de combater a agressividade do sistema que quer lucrar em cima de produtos cheios de agrotóxicos e de má qualidade, é também valorizar quem conquistou a terra com o intuito de viver da agricultura”, afirma Mateus Castello Branco, co-agricultor da CSA desde 2018.
Antes, as produções eram presentes
Inspirada pelo marido, Francisca – mais conhecida como Nena –, que antes produzia processados (geleias, farinhas e conservas) apenas para presentear amigos e familiares, também decidiu se profissionalizar por meio da Aprospera. Hoje, ela busca consolidar seu espaço como expositora em eventos e feiras livres.
“No curso eu comecei a ver a importância de padronizar os produtos e, a partir daí, aprendi também a agregar valor no que eu vendo, me diferenciar a partir dessa profissionalização”, detalha a produtora.
Segundo informações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), trabalhadores em assentamento podem acessar cursos profisisonalizantes na área.
Para o analista de gerenciamento de negócios em rede da entidade, Leonardo Zimmer Nascimento, o desenvolvimento de capacidades empreendedoras entre agricultores familiares permite que eles avancem além da produção e passem a gerir suas atividades de forma estratégica.
“Assim, a propriedade rural deixa de ser apenas um local de cultivo e passa a funcionar como um negócio estruturado e sustentável”, explica.
Armina e Francisca encontraram na própria comunidade soluções para aprofundar seus conhecimentos em empreendedorismo.
Os agricultores de assentamentos rurais podem acessar os benefícios oferecidos a outros pequenos produtores desde que possuam cadastro válido, como o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou o CNPJ.
Um exemplo é a agricultora Maria do Socorro Protazio, fundadora da empresa Mel e Flor e que fez curso no Sebrae há oito anos.
Ela conta que foi a partir dos cursos realizados na instituição que conseguiu se especializar em gestão e finanças, aprofundando seus conhecimentos em empreendedorismo e melhorando a administração da empresa.
Hoje, Maria gerencia cerca de 400 caixas de apicultura. Ex-agricultora familiar, Maria afirma que os cursos profissionalizantes foram uma verdadeira virada de chave.
“Eles me deram base para enxergar o futuro da empresa e acreditar que nossos produtos podem chegar ao mundo todo”, relata.
Atualmente, ela projeta exportar o mel e derivados, consolidando-se como referência em sua área na região.
Em entrevista ao “Fantástico”, Leniel Borel afirmou que a decisão representa uma grande injustiça com o filho e com outras crianças vítimas de violência
A liberdade de Monique Medeiros continua provocando indignação em Leniel Borel. Em entrevista ao “Fantástico”, da TV Globo, exibida neste domingo (7/6), o pai de Henry Borel fez um forte desabafo ao comentar o resultado do julgamento e deixou claro que não concorda com a forma como a ex-esposa foi responsabilizada pela Justiça. Para ele, a decisão está longe de representar uma resposta proporcional à gravidade do caso que chocou o país e culminou na morte do menino, em 2021.
Ao longo da conversa, Leniel revelou que sua percepção sobre Monique mudou completamente durante as investigações. Nos primeiros momentos, ele acreditava que ela poderia estar sendo manipulada ou impedida de se manifestar livremente: “O que eu achei, eu falei: ‘Opa, ela está sendo comedida, retraída, em cárcere privado e impedida de falar’. Era isso que eu achava, né? Eu imaginava que ela poderia estar protegendo o assassino do filho dela. Eu não imaginava! Porque o meu exemplo de mãe é a minha mãe. Eu não conseguia imaginar que uma mãe pode matar um filho”.
Veja as fotos
Monique Medeiros em julgamentoCrédito: Gabriel de Paiva/Agência O Globo
Monique Medeiros em julgamentoCrédito: Brunno Dantas/TJRJ
Monique Medeiros em foto para reconhecimento facialDivulgação: Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap)
Monique MedeirosFoto: Reprodução/Record
Segundo o engenheiro, o avanço das investigações e o acesso às provas reunidas no processo mudaram sua visão sobre o caso. Para ele, Monique continua omitindo informações importantes sobre as agressões sofridas por Henry antes de sua morte: “Pra mim, a mudança aconteceu, na minha opinião, quando eu começo a olhar os fatos, olhar tudo o que aconteceu, com as provas que a gente tinha. A Monique atua até hoje para esconder as agressões que o filho dela sofreu e recebeu. Ela nunca fala que realmente o Jairo agrediu, que ela sabia das agressões”.
Monique foi condenada a 1 ano e 4 meses de detenção por omissão diante das agressões sofridas pelo filho. Como já havia permanecido presa preventivamente durante parte do processo, a Justiça considerou a pena integralmente cumprida. Além disso, os jurados afastaram a acusação de homicídio doloso, e a magistrada responsável pelo caso concedeu perdão judicial em relação ao homicídio culposo. Já Jairinho recebeu pena de 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo.
Ao comentar o desfecho do julgamento, Leniel fez o desabafo mais duro da entrevista: “Não houve justiça pelo Henry. Não ver a Monique sendo condenada na mesma proporção… Porque, para mim, eu, Leniel, como pai, o Jairo é perverso, terrível, um monstro, sádico. Mas a Monique é muito pior, porque ela é mãe. Nós não esperamos, eu não esperava, que uma mãe não protegesse o filho dela. Então, quando eu vejo essa decisão, é uma injustiça muito grande com o Henry e com todas as crianças deste país que estão perdendo a sua vida”. A declaração resume a dor e a inconformidade de um pai que, mais de cinco anos após a morte do filho, segue defendendo que a responsabilização dos envolvidos deveria ter sido diferente.