Dia: 12 de maio de 2026

  • Especialistas defendem visão integral e novos avanços nos dez anos do Marco Legal da Primeira Infância – Notícias

    Especialistas defendem visão integral e novos avanços nos dez anos do Marco Legal da Primeira Infância – Notícias

    12/05/2026 – 19:47  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Osmar Terra defendeu o aumento das visitas às famílias

    Em debate na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (12), gestores e parlamentares defenderam que as políticas para crianças de 0 a 6 anos devem ser integradas, unindo saúde, educação e assistência social.

    A audiência pública foi promovida em conjunto por duas comissões: a de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família e a de Saúde, e marcou os dez anos do Marco Legal da Primeira Infância, legislação que estabelece princípios para a proteção e o desenvolvimento das crianças pequenas.

    Os debatedores destacaram que a primeira infância é uma “janela de oportunidades” devido à capacidade de a criança aprender e responder a estímulos.

    “Os aprendizados estão mais facilitados, o que é um alerta para a importância de investimentos nessa fase da vida”, observou a diretora de Gestão do Cuidado Integral do Ministério da Saúde, Karina Wengerkievicz. “O que a gente investe na primeira infância repercute no curso da vida dessa pessoa, da comunidade, da família.”

    Ações dos ministérios
    Representantes do governo federal apresentaram avanços na consolidação da lei.

    Na área da assistência, o coordenador de Programas Intersetoriais do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Ikaro Flávio de Freitas, ressaltou o reordenamento do programa Criança Feliz e o adicional do Bolsa Família para a primeira infância como formas essenciais de proteção. “A atenção à primeira infância é segurança de proteção social e de convívio familiar”, afirmou.

    Na Educação, o subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância Alexsandro do Nascimento Santos informou que o ministério está organizando as filas de creches no país por meio de uma plataforma digital, após identificar 600 mil crianças aguardando vagas. “Para proteger, o Estado precisa assegurar que os serviços conversem entre si”, defendeu.

    Já o Ministério da Saúde trabalha na redução da mortalidade infantil e no fortalecimento da atenção primária e da vacinação.

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Verônica Teixeira: “A primeira infância brasileira é pobre”

    Desafios
    Apesar dos progressos, os dados apresentados por Verônica Teixeira Glória, analista da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, revelam que 63,2% das crianças brasileiras de 0 a 6 anos, ou mais de 11 milhões de crianças, vivem em famílias de baixa renda. “A primeira infância brasileira é pobre. Estamos falando de famílias que necessitam de muita atuação do poder público”, alertou.

    Verônica ainda trouxe um dado sobre a segurança das crianças: 70% dos casos de violência sexual contra essa faixa etária ocorrem dentro de casa.

    Sugestões
    O deputado Osmar Terra (PL-RS), autor do Marco Legal, defendeu a ampliação das visitas domiciliares como ferramenta para identificar invisibilidades. “Não tem outra maneira de chegar à família mais pobre se não for indo à casa dela”, sugeriu. “Indo à casa, você vê a violência doméstica, a miséria e a falta de alimentos”, listou.

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Amanda Gentil: fim da escala 6×1 é pauta de cuidado infantil

    Já a deputada Amanda Gentil (PP-MA) propôs que a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 seja encarada como uma pauta de cuidado infantil.

    “Quando a gente traz uma perspectiva de mais tempo de convívio com a primeira infância, com as nossas crianças e adolescentes, a gente coloca a família presente todos os dias, com mais disposição, ajudando no desenvolvimento das nossas crianças”, argumentou Amanda.

    Os participantes da audiência defenderam ainda um orçamento estável, a fim de transformar as ações de governo em estratégias permanentes de Estado.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Ana Chalub

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Setor hoteleiro critica proposta que cria três opções de diárias em hotéis – Notícias

    Setor hoteleiro critica proposta que cria três opções de diárias em hotéis – Notícias

    12/05/2026 – 20:12  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    A Comissão de Defesa do Consumidor debateu o assunto

    Representantes do setor hoteleiro criticaram, em audiência nesta terça-feira (12) na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que prevê três opções de horários de entrada e saída para hóspedes de hotéis (PL 1639/25).

    A proposta, do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que está em análise na Comissão de Defesa do Consumidor, prevê diárias com entrada e saída às 8 horas, ao meio-dia e às 18 horas.

    Segundo o autor, o objetivo é ampliar a flexibilidade das diárias para atender melhor às necessidades dos consumidores.

    O diretor da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Henrique Severien, afirmou que a proposta provocaria mudanças profundas na operação dos hotéis, com aumento de custos, impactos trabalhistas e perda de competitividade internacional.

    Segundo ele, o modelo previsto no projeto não é adotado em outros países.

    “Na prática, isso fragmenta completamente a operação, porque o hotel deixa de trabalhar em ciclos organizados e passa a trabalhar numa lógica pulverizada de entradas e saídas”, afirmou.

    De acordo com Severien, a medida exigiria mais equipes de trabalho, aumentaria o tempo de espera para liberação de quartos e poderia causar atrasos na hospedagem.

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Henrique Severien: sincronizados de entrada e saída permitem limpeza, organização e controle operacional

    Ele reconheceu que alguns viajantes enfrentam dificuldades ao chegar antes do horário de entrada ou ao sair muito depois do horário de encerramento da diária.

    No entanto, afirmou que o setor já oferece soluções flexíveis, como entrada antecipada (early check-in), saída estendida (late check-out), uso diário (day use), meia-diária e upgrade de hospedagem, conforme disponibilidade.

    Segundo Severien, os hotéis operam com ciclos sincronizados de entrada e saída para viabilizar limpeza, organização e controle operacional.

    Ele comparou o modelo previsto no projeto ao sistema adotado por motéis, que operam com hospedagem por períodos variados e sem reserva prévia.

    “A hotelaria funciona de forma diferente”, afirmou.

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Jorge Braz quer garantir transparência aos consumidores sobre as opções de flexibilização oferecidas pelos hotéis

    Legislação atual
    O assessor jurídico da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Ricardo Rielo, concordou com as críticas da associação e afirmou que o tema já é tratado pela Lei Geral do Turismo.

    Segundo ele, cabe ao Ministério do Turismo regulamentar a questão.

    A coordenadora de fiscalização do ministério, Daniela Saraiva, citou a Portaria 28/25, que busca padronizar as diárias com equilíbrio entre os direitos do consumidor e a viabilidade econômica dos hotéis.

    “Não adianta criar regras rígidas de horários e retirar a flexibilidade necessária para cada estabelecimento”, afirmou.

    Na mesma linha, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Osny da Silva Filho, questionou a necessidade de tratar o tema em lei.

    Transparência
    Relator da proposta, o deputado Jorge Braz (Republicanos-RJ), informou que pretende apresentar mudanças no texto para garantir mais transparência aos consumidores sobre as opções de flexibilização já oferecidas pelos hotéis.

    “Em vez de criar três horários fixos de entrada e saída, podemos garantir uma flexibilização que já existe, mas que muitas vezes não chega de forma clara ao consumidor”, afirmou.

    A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis alertou ainda para o risco de aumento de ações judiciais caso o projeto seja aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

    Reportagem – José Carlos Oliveira
    Edição – Geórgia Moraes

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Aprovada alteração no Código de Obras que facilita regularização de edifícios em Vicente Pires

    Aprovada alteração no Código de Obras que facilita regularização de edifícios em Vicente Pires

    Aprovada alteração no Código de Obras que facilita regularização de edifícios em Vicente Pires

    O texto foi aprovado com 19 votos favoráveis durante a sessão ordinária desta terça-feira (12)

    Os deputados distritais aprovam no começo da noite da terça-feira (12) o projeto de lei 2240/2026, dos deputados Wellington Luiz (MDB) e Pastor Daniel de Castro (PP), que altera a Lei 6.138/2018, que instituiu o Código de Obras e Edificações do Distrito Federal. O texto foi aprovado com 19 votos favoráveis e, segundo os autores, facilitará a regularização de edifícios de Vicente Pires.
     
    A proposta altera a redação do artigo 153 do Código de Obras, com o objetivo de “conferir efetividade à regularização de edificações concluídas antes do estabelecimento das normas de uso e ocupação do solo para a área ocupada”. 

    A redação original estabeleceu como marco temporal para regularização das edificações a data de publicação do Código de Obras, o que, segundo os autores do projeto, representa um obstáculo à formalização das ocupações do solo considerando crescimento do número de edificações passíveis de regularização concluídas e ocupadas após o referido marco. 

    “Desta forma, revela-se necessária a supressão do marco temporal estabelecido na redação original bem como adequação do dispositivo, art. 153, com vistas a permitir a regularização das edificações após o devido registro cartorial como forma de garantir segurança jurídica e inclusão das ocupações no ordenamento urbanístico”, justificaram os distritais.

    Agência CLDF de Notícias

  • Ministro da Fazenda defende fim da jornada 6×1 em debate na Câmara dos Deputados – Notícias

    Ministro da Fazenda defende fim da jornada 6×1 em debate na Câmara dos Deputados – Notícias

    12/05/2026 – 21:16  

    Renato Araújo / Câmara dos Deputados

    Dario Durigan: trabalhadores submetidos a essa escala têm menor renda e escolaridade e são majoritariamente negros

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta terça-feira (12), na Câmara dos Deputados, que a redução da jornada de trabalho pode ajudar a diminuir desigualdades no país.

    Segundo o ministro, os setores que ainda adotam a jornada de seis dias de trabalho por semana, com apenas um de descanso, já são minoria. Mesmo assim, os trabalhadores submetidos a essa escala têm menor renda e escolaridade e são majoritariamente negros.

    Dario Durigan participou de debate na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, sobre o fim da jornada 6×1, com seis dias de trabalho para um de descanso.

    Segundo o ministro, entre 60% e 90% das empresas de setores intensivos em mão de obra, como construção civil, serviços e agronegócio, já adotam a escala de cinco dias de trabalho e dois de descanso.

    “A busca aqui é diminuir essa diferença, para que a população trabalhadora mais pobre, negra e com menos formação não seja discriminada na realidade do trabalho”, afirmou Durigan.

    Renato Araújo / Câmara dos Deputados

    Fábio Pina: medida pode provocar desemprego e inflação

    Impactos
    O representante do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Felipe Vella Pateo, afirmou que os trabalhadores que cumprem jornada de seis dias e 44 horas semanais acumulam desvantagens em relação aos que trabalham 40 horas por semana.

    Segundo ele, a maioria desse grupo é formada por pessoas negras, com baixa escolaridade e alta rotatividade no emprego. De acordo com o pesquisador, quem trabalha 44 horas semanais recebe, em média, R$ 2,6 mil por mês. Já os trabalhadores com jornada de 40 horas têm renda média mensal de R$ 6 mil.

    Felipe Vella Pateo afirmou ainda que a redução da jornada aumentaria o custo da hora trabalhada, mas com impactos diferentes entre os setores.

    Segundo ele, na agropecuária o custo operacional poderia subir 3%. Já em setores com mais de 500 mil trabalhadores, o aumento estimado seria de 5%.

    O economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, Fábio Pina, afirmou que a redução da jornada pode elevar em R$ 160 bilhões os gastos das empresas com folha de pagamento.

    Na avaliação dele, a medida pode provocar desemprego e inflação.

    “Eu vou produzir dois tipos de empresas no Brasil hoje: as que podem absorver esse custo e repassar para os preços; e as que não têm condições de absorver esse impacto, o que pode gerar demissões e informalidade”, disse Fábio Pina.

    Renato Araújo / Câmara dos Deputados

    Reginaldo Lopes: “O que quebra uma economia são os trabalhadores adoecidos”

    Aumento de produtividade
    O professor de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Dari Krein, afirmou que experiências internacionais apontam aumento de produtividade e redução de faltas ao trabalho em países que diminuíram a jornada semanal.

    Como exemplo, ele citou a Islândia. Segundo o professor, 51% dos trabalhadores do país atuam em jornadas de quatro dias por semana.

    Autor de uma das propostas sobre redução da jornada de trabalho, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou que a reforma tributária pode aumentar em até 20% a produtividade das empresas brasileiras nos próximos dez anos.

    O parlamentar também afirmou que a inteligência artificial deve trazer ganhos de produtividade para a economia.

    “Em que momento nós vamos transferir parte desse ganho para os trabalhadores? O que quebra uma economia são os trabalhadores adoecidos”, declarou Reginaldo Lopes.

    Doenças do trabalho
    Segundo o deputado Dimas Gadelha (PT-RJ), os gastos da Previdência com auxílio-doença passaram de R$ 5 bilhões, em 2005, para R$ 15 bilhões atualmente.

    Ainda de acordo com o parlamentar, as despesas com acidentes de trabalho subiram de R$ 5 bilhões para R$ 12 bilhões no mesmo período.

    Gadelha afirmou que, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve ganho real de 50% no período, os custos com doenças relacionadas ao trabalho cresceram mais de 150%.

     

     

     

    Reportagem – Maria Neves
    Edição – Geórgia Moraes

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Distritais concluem votação de nove projetos; textos vão à sanção

    Distritais concluem votação de nove projetos; textos vão à sanção

    Distritais concluem votação de nove projetos; textos vão à sanção

    As proposições – de autoria de diversos parlamentares – foram aprovadas em segundo turno e redação final

    Nesta terça-feira (12), os deputados distritais deram continuidade à apreciação de nove projetos de lei que já haviam sido votados em primeiro turno na semana passada. As proposições – de autoria de diversos parlamentares – foram aprovadas em segundo turno e redação final e agora seguem para a sanção da governadora Celina Leão.  

     

    Foto: João Pedro / Agência CLDF

     

    Entre os textos aprovados está o projeto de lei complementar nº 72/2025, que altera o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Distrito Federal, de forma a conceder até dois dias de ausência justificada ao servidor que doar sangue. De autoria do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), a matéria amplia a dispensa, que hoje é de apenas um dia, com o intuito de incentivar a doação de sangue.

     

    Foto: João Pedro / Agência CLDF

    Outro projeto aprovado é o que declara a tradicional Feira do Guará um patrimônio imaterial do DF. A medida consta do PL nº 1.991/2025, apresentado pelo deputado Ricardo Vale (PT)

     

    Foto: João Pedro / Agência CLDF

    Também teve a tramitação concluída o PL nº1.022/2024, que institui e inclui no Calendário Oficial do Distrito Federal o Dia do Krav Magá, a ser comemorado em 18 de janeiro. A proposta é do deputado Wellington Luiz (MDB)

     

    Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

     

    Além disso, foi aprovado, em segundo turno e redação final, o PL nº 351/2019, do deputado João Cardoso (PL). O projeto institui meia entrada, em eventos culturais e esportivos, para os frentistas e rodoviários. 

    Estudo de Impacto de Vizinhança 

     

    Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

    O Plenário concluiu a votação do projeto de lei nº 2.231/2026, que altera a Lei nº 6.744/2020, a qual trata do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) no Distrito Federal. Iniciativa do deputado Roosevelt Vilela (PL), a proposição dispensa a apresentação do EIV em projetos arquitetônicos voltados para a organização logística do transporte e armazenamento de carga na macrozona rural do DF. 

    Rio Melchior 

    Por fim, a CLDF apreciou um bloco de quatro projetos de lei apresentados pelos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a poluição do Rio Melchior. Saiba mais a seguir.

    Deputada Paula Belmonte, presidente da CPI do Rio Melchior na CLDF. (Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF)

     

    O PL nº 2.147/2026 altera a Lei n° 41/1989, que trata da Política Ambiental do Distrito Federal, para vedar a transferência de saldos financeiros positivos do Fundo Ambiental do Distrito Federal (Funam) para o Tesouro do DF; ou seja, os recursos não utilizados, ao final de cada exercício, serão automaticamente reprogramados para o seguinte. 

    Já o projeto nº 2.148/2026 altera a Lei nº 5.890/2017, sobre as diretrizes para as políticas públicas de reuso da água no DF. O texto inclui dispositivos que tratam da obrigatoriedade do reuso em edificações novas e existentes, e da utilização de efluentes tratados provenientes das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE).

    O objetivo é a reutilização do efluente de esgoto tratado para usos diversos, evitando seu lançamento em corpos hídricos e garantindo padrões de qualidade que assegurem a proteção da saúde pública e a aceitação social. 

    Além disso, foram aprovados o projeto de lei nº 2.149/2026, o qual institui a Política de Modernização das Estações de Tratamento de Esgoto no Distrito Federal, e o PL nº 2.150/2026, que altera a lei da coleta seletiva de lixo no DF, para determinar, por exemplo, a obrigatoriedade da separação dos resíduos sólidos em três frações distintas: recicláveis, orgânicos e rejeitos, assegurando maior eficiência na coleta e a consequente redução de disposição final em aterros sanitários. 

    Agência CLDF de Notícias

  • Após separação turbulenta, Amaury Nunes reaparece apaixonado e assume novo namoro

    Após separação turbulenta, Amaury Nunes reaparece apaixonado e assume novo namoro

    O ex-jogador de futebol vive uma nova fase amorosa e já fala em construir uma família ao lado da atual companheira. Saiba quem é a escolhida!

    Depois de anos marcados por polêmicas envolvendo o fim do casamento com Karina Bacchi, Amaury Nunes decidiu dar um novo passo na vida amorosa. O ex-jogador de futebol assumiu nesta terça-feira (12/5) o namoro com Gabriela Buraick, com quem apareceu em um vídeo nas redes sociais celebrando a conexão entre os dois. O portal LeoDias descobriu que a nova companheira é de Cascavel, no Paraná, e atua como advogada e psicanalista. Discreto sobre a vida pessoal nos últimos tempos, o empresário agora vive um recomeço ao lado de alguém que compartilha dos mesmos princípios e também do sonho de construir uma família.

    “Quando eu estava me sentindo bem desacreditado ou desiludido do amor, de construir uma família, de ter o meu próprio filho biológico, eu posso até dizer que estava meio traumatizado com tudo isso. Mas, de repente, Deus começou a responder às minhas cartas e às minhas orações. Eu só não podia imaginar que, em algum lugar, naquele mesmo momento, tinha alguém com os mesmos princípios, valores e até objetivos de vida que eu, também escrevendo uma carta para Deus”, disparou Amaury.

    Veja as fotos

    Amaury Nunes e Gabriela BuraickFoto: Reprodução/Instagram @amaurygnunes

    Foto: Reprodução/Instagram @gabiburaick

    Gabriela BuraickFoto: Reprodução/Instagram @gabiburaick

    Foto: Reprodução/Instagram @gabiburaick

    Gabriela BuraickFoto: Reprodução/Instagram @gabiburaick

    Foto: Reprodução/Instagram @gabiburaick

    Gabriela BuraickFoto: Reprodução/Instagram @gabiburaick


    Gabriela então apareceu no vídeo lendo o próprio desabafo: “Deus, eu estou me sentindo muito infeliz. A cada dia que passa, sinto um vazio aqui dentro que só aumenta. Passei praticamente a minha vida toda estudando e trabalhando. Me formei em psicanálise, direito e até filosofia. Me tornei uma profissional bem-sucedida. Mas, quando chego em casa, está tudo em silêncio. Não tem ninguém para perguntar como foi meu dia”.

    A criadora de conteúdo cascavelense ainda abriu o coração ao falar sobre o sonho de formar uma família: “Será que ter uma família não é para mim? Será que eu não vou realizar o meu sonho de ser mãe? Por mais que eu tente esconder das pessoas, eu sei que o Senhor não colocaria essa vontade no meu coração se não fosse para acontecer. Eu quero construir uma história bonita com alguém. Quero um homem bom, que queira verdadeiramente viver esse sonho ao meu lado e envelhecer comigo. E, mais do que isso, que eu saiba reconhecê-lo quando encontrá-lo”.

    Nunes, com passagem pelo Bangu, , Charlotte Eagles (EUA) e Citizen (Hong Kong), completou a declaração romântica: “E essa aqui é a resposta da carta que eu escrevi para Deus”. A companheira, lado a lado do executivo, respondeu: “E você é a resposta da carta que eu escrevi para Deus.” O ex-jogador finalizou o vídeo perguntando: “E aí, está pronta para construir a nossa história juntos?”. Nos comentários da publicação, internautas comemoraram o novo casal e desejaram felicidades aos pombinhos.

  • Deputados aprovam projeto que aumenta pena para militar que cometer estupro de vulnerável – Notícias

    Deputados aprovam projeto que aumenta pena para militar que cometer estupro de vulnerável – Notícias

    12/05/2026 – 20:35  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    A deputada Erika Kokay leu o parecer em Plenário

    A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que atualiza o Código Penal Militar quanto à pena por estupro de vulnerável, igualando-a à do Código Penal. A matéria será enviada ao Senado.

    Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Camila Jara (PT-MS), para o Projeto de Lei (PL) 4295/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). O texto também altera regras sobre atenuantes aplicáveis a crimes de violência sexual.

    A proposta incorpora ao Código Penal Militar o aumento de pena previsto na Lei 15.280/25. Essa lei reforçou o combate a crimes contra a dignidade sexual de pessoas vulneráveis e ampliou medidas de proteção às vítimas.

    O Código Penal Militar se aplica quando o crime é cometido por militares no exercício de suas funções, em razão delas ou em local sujeito à administração militar.

    A pena passa a ser igual à prevista no Código Penal: reclusão de 10 a 18 anos por estupro de menores de 14 anos.

    A mesma pena é aplicada a quem pratica o ato com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para praticá-lo, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência.

    Se da conduta resultar lesão corporal de natureza grave, a pena sobe para 12 a 24 anos de reclusão; se resultar em morte, de 20 a 40 anos.

    Nesse crime, a presunção de vulnerabilidade da vítima é absoluta; não será admitida a relativização dessa presunção.

    As penas serão aplicáveis independentemente do consentimento da vítima, de sua experiência sexual, do fato de ela ter mantido relações sexuais anteriormente ao crime ou da ocorrência de gravidez resultante da prática do crime.

    Tratamento insuficiente
    A relatora, deputada Camila Jara, afirmou, em seu parecer, que o tratamento dado pelo Código Penal Militar ao crime de estupro de vulnerável é insuficiente.

    “A proposição contribui para o fortalecimento da tutela penal em matéria sensível, reafirma a necessidade de coerência entre os sistemas penal comum e militar e atende à exigência constitucional de proteção eficaz contra crimes de elevada gravidade”, disse.

    As mudanças, na opinião de Jara, proporcionarão coerência ao sistema penal, proteção integral à criança e ao adolescente, bem como racionalidade legislativa ao impedir que um militar que pratique estupro de vulnerável receba tratamento penal mais benéfico do que o mesmo fato praticado por um civil.

    A deputada Erika Kokay (PT-DF), vice-líder da Maioria, afirmou que o fato de o autor ser militar não pode ser atenuante para as mesmas penas previstas no Código Penal. Ela leu o relatório em Plenário.

    Atenuantes
    Com a edição da Lei 15.160/25, de autoria da própria deputada Laura Carneiro, o Código Penal civil deixou de reconhecer como atenuante o fato de o agente ser menor de 21 anos, na data do fato, ou maior de 70 anos, na data da sentença, quando o crime envolver violência sexual contra a mulher. Também não se aplica a redução pela metade do prazo prescricional (prazo para julgar a ação) nessas hipóteses.

    O PL 4295/25 altera essa redação para contemplar também vítimas homens, crianças, adolescentes e idosos, prevendo a não aplicação do atenuante para crimes envolvendo violência sexual contra qualquer pessoa.

    Essas mudanças passam a fazer parte também do Código Penal Militar.

    Histórico
    Em 2023, vários artigos do Código Penal Militar foram atualizados pela Lei 14.688/23, inclusive o de estupro, no qual o estupro de vulnerável passou a ser um tipo qualificado.

    No entanto, no mesmo ano, o Ministério Público Militar encaminhou, por meio da Procuradoria-Geral da República, representação sobre o tema para envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) na forma de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).

    A representação argumentou que a redação atualizada do Código Militar levava à aplicação de pena inferior à do Código Penal civil para estupro de vulnerável com lesão corporal grave, gravíssima ou morte, requerendo a inconstitucionalidade do trecho.

    Em 2025, o Supremo foi favorável e declarou inconstitucional o trecho, determinando o uso subsidiário do Código Penal civil.

    Adicionalmente, o STF considerou inconstitucional outra parte que mantinha, no Código Penal Militar, a presunção relativa de violência para casos de estupro praticado por militar contra menores de 14 anos e pessoas com deficiência. A previsão é incompatível com o Código Penal, no qual a presunção de violência não admite prova em contrário no estupro de vulnerável.

    Com a decisão do Supremo, o PL 4295/25 revogou os trechos considerados inconstitucionais.

    A Lei 14.688/23 decorreu do Projeto de Lei 6432/17, relatado pelo ex-deputado General Peternelli.

    Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
    Edição – Rachel Librelon

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • CLDF aprova “Tabela SUS Candanga” para ampliar assistência à saúde 

    CLDF aprova “Tabela SUS Candanga” para ampliar assistência à saúde 

    CLDF aprova “Tabela SUS Candanga” para ampliar assistência à saúde 

    Proposta permite que instituições privadas atuem de forma complementar ao SUS em situações específicas de insuficiência da rede pública

    Na sessão da Câmara Legislativa desta terça-feira (12), os deputados distritais aprovaram a criação da “Tabela SUS Candanga”, com valores complementares à tabela nacional do Sistema Único de Saúde (SIGTAP). A matéria consta do projeto de lei nº 2.144/2026, do deputado Roosevelt Vilela (PL), e do PL nº 2.306/2026, do Executivo. Os textos tramitaram em conjunto e foram consolidados no substitutivo aprovado nesta tarde. A redação final segue para a sanção da governadora Celina Leão.

    A iniciativa cria uma tabela diferenciada para remunerar a participação complementar da iniciativa privada na execução de ações e serviços de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) no DF. A medida será aplicada em casos nos quais a rede pública não tiver capacidade suficiente para atender à demanda e houver comprovação de impossibilidade de ampliação dos serviços públicos. A medida, de acordo com o texto, será financiada com recursos de emendas, distritais e federais, e com recursos próprios do Distrito Federal. 

    >> Confira imagens da sessão ordinária

    “O projeto viabiliza a formalização de contratos e convênios com entidades privadas, permitindo a expansão imediata das ações do SUS sempre que a rede pública estiver com sua capacidade de atendimento comprometida frente à alta demanda”, argumentou o autor do substitutivo, deputado Roosevelt. O parlamentar comemorou a aprovação da proposta pela Casa: “Essa aprovação é um marco, uma virada de chave para a saúde pública”. 

     

    Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

    A votação do texto foi antecedida por debate entre os distritais. A presidente da Comissão de Saúde (CSA), deputada Dayse Amarilio (PSB), chegou a proferir parecer contrário à matéria, apontando “risco de substituição progressiva da rede pública” e considerando a medida um “vetor de privatização do SUS”.

    Já o deputado Jorge Vianna (Democrata), vice-presidente da CSA, elogiou a proposta: “É um dos melhores projetos que esta Casa apreciou”. O parlamentar apresentou o relatório do vencido no colegiado de mérito. “Vai tirar pacientes da fila e zerar cirurgias de catarata, por exemplo”, avaliou.   

    O texto foi aprovado em segundo turno com o voto favorável de 12 parlamentares.    

    Agência CLDF de Notícias

  • Deputados aprovam projeto que garante segunda chamada em concursos para gestantes e puérperas – Notícias

    Deputados aprovam projeto que garante segunda chamada em concursos para gestantes e puérperas – Notícias

    12/05/2026 – 19:20  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Julia Zanatta é a relatora da proposta

    A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante segunda chamada em concursos públicos para gestantes, parturientes e puérperas. Puérpera é a mulher no período após o parto. A medida vale para concursos de cargos e empregos públicos da administração direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    De autoria do Senado, o Projeto de Lei 1054/19 voltará àquela Casa para nova votação, devido às mudanças aprovadas no texto por meio de substitutivo apresentado pela deputada Julia Zanatta (PL-SC).

    A segunda chamada será garantida quando a candidata não puder comparecer à prova ou a qualquer etapa do concurso. Para isso, ela deverá apresentar documento médico cuja autenticidade possa ser verificada pela banca examinadora junto ao conselho profissional.

    A banca não poderá acessar informações clínicas, para preservar o sigilo profissional.

    O documento deve indicar a limitação funcional que justifique a impossibilidade de comparecimento, bem como o prazo estimado da restrição.

    Se o pedido for aceito, a etapa será remarcada em prazo de 30 a 90 dias. A contagem começará no parto ou na comprovação médica.

    A candidata deverá comunicar à banca a ocorrência do parto ou o fim do impedimento. Se o parto ocorrer por cesariana ou houver complicações obstétricas comprovadas por documento emitido pelo médico, o prazo máximo de 90 dias poderá ser prorrogado uma única vez por até mais 90 dias.

    Os prazos não se aplicam a concursos públicos amparados por legislação específica que já garantam prazo maior para remarcação do teste de aptidão física.

    Se virar lei, as novas regras valerão para todos os concursos públicos em andamento na data de publicação, inclusive aqueles cujos editais não contenham previsão expressa sobre o assunto. A exceção será para os casos em que seja inviável aplicar as regras devido à fase em que se encontre o concurso.

    Data da gravidez
    O exercício do direito independe da data da gravidez, seja anterior ou posterior à data de inscrição no concurso; do tempo de gestação; de previsão expressa no edital do concurso; ou da natureza da etapa, do grau de esforço exigido ou do local de sua realização.

    Lactante
    A relatora incluiu dispositivo para assegurar à lactante o direito à amamentação, em condições adequadas, durante a realização das etapas do concurso público. ” “Entende-se essencial assegurar expressamente o direito à amamentação, garantindo à candidata lactante condições adequadas durante a realização das etapas do certame”, disse.

    O intervalo para amamentação será de um mínimo de 30 minutos a cada três horas de prova e não será computado no tempo de realização. A banca organizadora deverá adotar medidas para assegurar esse direito, sem prejuízo da regularidade e da segurança do certame.

    Sanções
    A apresentação de documento falso ou a utilização indevida do direito de realizar a etapa em outra data sujeita a candidata à eliminação do concurso, ao ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas com a remarcação e à anulação do ato de nomeação, se já tiver ocorrido.

    Nomeação
    Como o texto assegura o direito à remarcação sem alterar o número total de vagas do edital, as nomeações feitas após a homologação das etapas originais serão descontadas do número de candidatas com etapa remarcada, já que a remarcação das etapas pode influenciar a classificação final.

    O Poder Executivo deverá regulamentar os procedimentos operacionais para fazer valer as regras. Na elaboração desse regulamento, poderão participar órgãos e entidades responsáveis por concursos públicos com requisitos específicos de avaliação física ou operacional, a exemplo daquelas de segurança pública.

    Tratamento claro
    Segundo a relatora, deputada Júlia Zanatta, a falta de tratamento claro sobre a situação de candidatas gestantes, parturientes ou puérperas nos concursos públicos tem gerado insegurança jurídica, decisões administrativas divergentes e elevado grau de judicialização.

    “A solução adotada preserva integralmente o caráter competitivo do concurso público, assegurando igualdade material entre os candidatos, sem criação de privilégios”, disse.

    Segundo a deputada, o objetivo é preservar a saúde da mãe, do nascituro e do recém-nascido, sem prejuízo da igualdade material. A proposta busca garantir que a candidata seja avaliada nas mesmas condições, mas em momento adequado.

    A deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) afirmou que garantir o acesso pleno de gestantes e puérperas ao concurso público é fundamental para a inclusão. “Sou mãe de duas crianças e são muitos os empecilhos que as mulheres gestantes e puérperas enfrentam no mercado de trabalho e no cotidiano, que ainda não acolhe plenamente as mulheres mães”.

    Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
    Edição – Rachel Librelon

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Plenário confirma Eliane Souza de Abreu para presidente do IgesDF 

    Plenário confirma Eliane Souza de Abreu para presidente do IgesDF 

    Plenário confirma Eliane Souza de Abreu para presidente do IgesDF 

    Indicada pela governadora Celina Leão para a cadeira, a gestora foi sabatinada pela Comissão de Saúde da CLDF nesta manhã

    Publicado em 12/05/2026 19h30

    Foto: Felipe Ando / Agência CLDF

    O Plenário da Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (12), o nome da enfermeira Eliane Souza de Abreu para a presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Indicada pela governadora Celina Leão para a cadeira antes ocupada por Cleber Monteiro, a gestora foi sabatinada pela Comissão de Saúde da CLDF nesta manhã.  

    Durante a sabatina, Eliane de Abreu declarou que não irá medir esforços para construir a melhor saúde para o DF e garantiu “disponibilidade, compromisso e empenho” à frente do IgesDF. A indicada acompanhou a votação em plenário, nesta tarde. Seu nome foi confirmado com o voto favorável de 15 parlamentares e duas abstenções. 

    Formada em Enfermagem pela Universidade Estácio de Sá, a nova presidente do Instituto possui formação complementar na área de gestão em saúde. Ao longo de sua trajetória profissional, atuou em instituições públicas e privadas. Entre 2022 e 2025, ocupou o cargo de superintendente do Hospital Regional de Santa Maria, sendo responsável pela gestão estratégica e operacional da unidade, acompanhamento de indicadores e execução do contrato de gestão.  

    Denise Caputo – Agência CLDF

    Agência CLDF de Notícias

  • Audiência para discutir correção do Enem é cancelada – Notícias

    Audiência para discutir correção do Enem é cancelada – Notícias

    12/05/2026 – 18:42  
    •   Atualizado em 12/05/2026 – 18:42

    Universidade Estadual de Maringá

    Convidados vão avaliar se os critérios de correção da redação são transparentes

    A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados cancelou audiência pública que aconteceria nesta quarta-feira (13) para discutir a correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), especialmente da prova de redação, e a resposta a possíveis inconsistências nas notas.

    Ainda não há data para uma nova audiência.

    A audiência atende ao pedido do deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE) e pretende avaliar a confiabilidade e a transparência dos critérios de avaliação, diante de relatos de inconsistências na correção da redação.

    “É imprescindível examinar as metodologias de correção e os mecanismos de controle de inconsistências, de modo a garantir a integridade do sistema avaliativo e evitar prejuízos aos participantes”, afirma o deputado.

    Ele acrescenta que a prova de redação exige critérios claros e que a falta de protocolos para a revisão e a correção de erros pode gerar desigualdades.

    Da Redação – ND

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Denúncia de espionagem será investigada; Polícia Civil e MP poderão ser acionados

    Denúncia de espionagem será investigada; Polícia Civil e MP poderão ser acionados

    Denúncia de espionagem será investigada; Polícia Civil e MP poderão ser acionados

    Presidente da CLDF, Wellington Luiz informou que encaminhará a denúncia caso sejam encontrados indícios de crimes

    Publicado em 12/05/2026 18h11

    Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF

    Wellington Luiz explicou as medidas adotadas diante da denúncia, incluindo o afastamento de servidores e a abertura de investigações internas

    A denúncia de suposta espionagem na rede interna de computadores da Câmara Legislativa do Distrito Federal será apurada com todo o rigor. A afirmação foi feita pelo presidente da Câmara, deputado Welington Luiz (MDB), na sessão ordinária desta terça-feira (12). Segundo Wellington, caso haja algum indício de crime, a Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal serão acionados.

    O presidente também explicou que medidas internas foram tomadas assim que a denúncia chegou ao conhecimento da Mesa Diretora da Casa. Entre as medidas adotadas estão o afastamento de servidores e a abertura de investigações internas.

    Os deputados Chico Vigilante (PT), Max Maciel (PSOL) e Gabriel Magno (PT) falaram da gravidade da denúncia, pediram a investigação do caso e que, caso alguma irregularidade for comprovada, os envolvidos sejam punidos.

    Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

    Agência CLDF de Notícias

  • Comissão aprova suspensão automática de tributos de MEI após seis meses de inadimplência – Notícias

    Comissão aprova suspensão automática de tributos de MEI após seis meses de inadimplência – Notícias

    12/05/2026 – 17:29  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Daniel Agrobom: texto visa enfrentar o problema da inadimplência

    A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 176/25, que suspende a geração automática de novos tributos mensais do Microempreendedor Individual (MEI) após seis meses seguidos de inadimplência.

    O relator, deputado Daniel Agrobom (PSD-GO), recomendou a aprovação. “O texto visa enfrentar o problema da inadimplência, que bateu recorde em 2024 e atinge 6,2 milhões de MEIs, o que representa cerca de 40% dos quase 15 milhões de registros ativos no país”, afirmou o relator no parecer aprovado.

    A proposta altera a Lei Complementar 123/06 e prevê que a suspensão valerá até que o contribuinte quite ou parcele os débitos pendentes – ou, alternativamente, manifeste expressamente interesse em continuar no regime do MEI. Atualmente, a legislação já prevê a exclusão automática após 12 meses de inadimplência.

    Pelo texto, a suspensão não afastará os efeitos da inadimplência registrada, que continuará passível de cobrança, inscrição em dívida ativa e parcelamento, mas será revertida automaticamente com o pagamento ou parcelamento dos débitos.

    “A medida cria uma pausa para que o contribuinte tome providências (quitação, parcelamento ou encerramento formal da atividade) antes que a dívida se torne impagável”, disse o autor do projeto, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).

    Próximos passos
    O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Da Reportagem/RM
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Dia da Fibromialgia: “Há lei, mas não há proteção”, protesta paciente em sessão solene

    Dia da Fibromialgia: “Há lei, mas não há proteção”, protesta paciente em sessão solene

    Dia da Fibromialgia: “Há lei, mas não há proteção”, protesta paciente em sessão solene

    Evento debateu dificuldades enfrentadas por pacientes com fibromialgia para serem considerados pessoas com deficiência

    Nesta terça-feira, 12 de maio, o Distrito Federal celebra o Dia da Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia, doença caracterizada por dores crônicas. Para dar visibilidade ao tema, a Câmara Legislativa promoveu sessão solene nesta manhã, por iniciativa do deputado distrital João Cardoso (PL).

    >> Confira imagens da solenidade

    Mais do que levar esclarecimentos sobre a fibromialgia, o evento tornou-se um protesto por direitos dos pacientes, que enfrentam obstáculos para obter a avaliação biopsicossocial, documento necessário para serem reconhecidos como pessoas com deficiência — conforme determina a Lei federal 15.176/2025 e o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

     

    Presidente da Anfibro, Márcia Caires. (Foto: Felipe Ando / Agência CLDF)

    “Se a avaliação biopsicossocial é obrigatória, onde está a equipe para fazê-la? Onde está o centro de reabilitação? Onde está o especialista? Onde está o instrumento nacional padronizado? Onde está o Estado? O Estado exige de nós um ritual que ele mesmo não construiu. Exige uma avaliação que não tem quem faça, exige um processo que não tem prazo, não tem protocolo, não tem recurso garantido”, denunciou a presidente da Associação Nacional de Fibromiálgicos e Doenças Correlacionadas (Anfibro), Márcia Caires.

    Ela enfatizou que a falta de regulamentação do documento culmina em perícias negadas no INSS e pacientes desacreditados nos serviços de saúde. “Há lei, não há proteção. E na distância entre as duas é onde nós morremos, lentamente, silenciadas, invisíveis para as políticas públicas”, declarou Márcia Caires.

     

    Secretário de Estado da Pessoa com Deficiência do DF, Willian Cunha (Foto: Felipe Ando/Agência CLDF)

    O secretário de Estado da Pessoa com Deficiência do DF, Willian Cunha, apontou que a avaliação biopsicossocial deveria ter sido regulamentada pelo governo federal. “Esperamos isso há 11 anos”, observou o secretário, referindo-se ao ano de publicação do Estatuto da Pessoa com Deficiência, em 2015.

    “Começamos a discutir a possibilidade de o Distrito Federal sair na frente. Vamos montar um comitê para enfrentar esse assunto”, disse Willian. Ele informou que, enquanto a regulamentação está pendente, a secretaria está aceitando laudo médico bem fundamentado para o cadastro de pessoas com deficiência.

    Legislação distrital suspensa

    Outra demanda apresentada na sessão solene foi a validação da Lei distrital 7.336/2023, que reconhece os portadores de fibromialgia como pessoas com deficiência no Distrito Federal, além de criar o Dia da Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia.

    Atualmente, estão suspensos os artigos que permitem a classificação dos pacientes com fibromialgia como PCDs, após questionamento do Poder Executivo local na Justiça. A justificativa foi de que o conceito de PCD seria competência da União.

    Sobre esse caso, o procurador legislativo Rodrigo Campestrini sugeriu a realização de um acordo com o Governo do Distrito Federal, principalmente considerando que agora existe legislação nacional sobre a fibromialgia: a Lei 15.176/2025, que entrou em vigor em 2026. “Hoje em dia é possível, em ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs), suspender o julgamento e estabelecer o que falta para aplicar a lei distrital. Podemos celebrar um acordo nessa ADI e conseguir a chancela do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, cuja decisão está sendo vigiada, guardada pelo Supremo, em razão do pedido de suspensão de liminar”, propôs o procurador.

     

    Procurador legislativo Rodrigo Campestrini. (Foto: Felipe Ando / Agência CLDF)

     

    O deputado João Cardoso afirmou ter “orgulho e felicidade” por ser autor da lei distrital que reconhece os portadores de fibromialgia como PCDs no DF e espera que a legislação volte a ter validade. Ele também destacou que os pacientes precisam de políticas públicas que propiciem “diagnóstico precoce, acolhimento no SUS, atendimento humanizado, acesso ao tratamento e a profissionais capacitados”.

    A solenidade contou com a participação da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), de representantes de associações e de profissionais da saúde. O evento completo pode ser assistido no YouTube da TV Câmara Distrital.

    Agência CLDF de Notícias

  • Nova lei prevê o uso de presídios federais para assassinos de agentes de segurança – Notícias

    Nova lei prevê o uso de presídios federais para assassinos de agentes de segurança – Notícias

    12/05/2026 – 16:36  

    Gov.br

    Penitenciária federal em Brasília

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.407/26, que amplia a possibilidade de transferência para presídios federais de segurança máxima de presos provisórios e condenados por homicídio qualificado contra agentes de segurança pública, militares das Forças Armadas e integrantes da Força Nacional.

    A lei permite que acusados ou condenados por esse tipo de crime sejam recolhidos preferencialmente ao sistema penitenciário federal. O texto altera a Lei de Execução Penal.

    O texto determina ainda que as audiências de presos custodiados em estabelecimentos penais federais ocorram, sempre que possível, por videoconferência. Pela nova regra, quando houver decisão judicial para transferência ao sistema federal, caberá ao juiz solicitar à Secretaria Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça e Segurança Pública a reserva de vaga para o preso.

    A mudança vale para presos acusados ou condenados por homicídio qualificado previsto no Código Penal. O dispositivo trata de crimes praticados contra policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares, penais, integrantes do sistema prisional e da Força Nacional, além de militares das Forças Armadas, em razão da função exercida.

    Valerá ainda para os crimes contra oficial de justiça, membro do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública ou da Advocacia Pública.

    A proteção também alcança familiares dessas autoridades, nos termos já previstos no Código Penal.

    Regime disciplinar
    O texto sancionado também altera regras do regime disciplinar diferenciado (RDD). A nova lei autoriza que o diretor do estabelecimento penal, outra autoridade administrativa ou o Ministério Público solicitem ao juiz a inclusão do preso no regime disciplinar diferenciado desde a data do recolhimento do preso provisório ou condenado, desde que estejam presentes os requisitos legais.

    A lei ainda determina que o juiz decida liminarmente sobre o pedido e fixe decisão final em até 15 dias, mesmo sem manifestação prévia do Ministério Público ou da defesa.

    Vetos
    O presidente da República vetou quatro pontos no projeto aprovado pelo Congresso Nacional. Foram barrados os trechos que determinavam automaticamente a submissão ao regime disciplinar diferenciado de presos acusados de homicídio contra os profissionais citados e de presos que reiterassem crimes cometidos com violência, grave ameaça ou crimes hediondos.

    Também foram vetados o dispositivo que dispensava a configuração formal de reincidência para caracterizar reiteração delitiva e o trecho que proibia presos submetidos ao RDD de progredirem de regime ou obterem livramento condicional.

    Na mensagem de veto (Veto 23/2026) enviada ao Congresso, o governo argumenta que os dispositivos contrariavam a Constituição e o interesse público por ampliarem o uso do regime disciplinar diferenciado sem análise individualizada da periculosidade do preso.

    Segundo o Executivo, os trechos poderiam violar os princípios da individualização da pena, da proporcionalidade e do devido processo legal. O governo também apontou incompatibilidade com entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre execução penal progressiva.

    Projeto
    A lei é oriunda do PL 5391/20, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), e na Câmara a proposta teve a relatoria da deputada Bia Kicis (PL-DF). No Senado, os relatores foram os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Sergio Moro (PL-PR).

    Da Redação – RS
    Com informações da Agência Senado

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Não é brinquedo, não! Solange Couto nega que esteja produzindo conteúdo adulto

    Não é brinquedo, não! Solange Couto nega que esteja produzindo conteúdo adulto

    A eterna Dona Jura, com passagem pela casa mais vigiada do Brasil, garantiu que não grava nem comercializa materiais íntimos nas redes sociais

    Solange Couto decidiu quebrar o silêncio depois de ser envolvida em uma polêmica nas redes sociais. A atriz e ex-participante do “BBB26” (TV Globo) negou qualquer ligação com plataformas de conteúdo adulto e afirmou que está sendo alvo de fake news. Revoltada com a situação, a famosa fez um forte desabafo e garantiu que nunca trabalhou com esse tipo de material. A artista ainda destacou o respeito pela própria trajetória na televisão e pediu cuidado com informações falsas espalhadas na internet.

    “Olá, meu povo! Eu estou vindo aqui fazer um esclarecimento para vocês. Está circulando um vídeo fake dizendo que eu, Solange Couto, com 46 anos de carreira como atriz nas artes cênicas, na televisão, no teatro e no cinema, estou participando de trabalhos de conteúdo adulto. Eu venho aqui esclarecer que isso é uma grande mentira. Com todo o respeito que tenho por vocês, meu público, pelos meus colegas de profissão e pelos profissionais que fazem esse tipo de trabalho, contra o qual eu não tenho absolutamente nada, nenhuma crítica ou julgamento, eu não faço trabalhos com conteúdo adulto”, disparou a veterana.

    Veja as fotos

    Solange CoutoFoto: Reprodução/Instagram @solangecouto @renatakellyfotografa @criativapix

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    Solange CoutoFoto: Reprodução/Instagram @solangecouto @renatakellyfotografa @criativapix


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    “Estou aqui apenas para esclarecer isso. É uma grande mentira! Eu não estou fazendo conteúdo adulto. Eu, Solange Couto, não. Muito obrigada!”, finalizou a ex-sister. Na Globo, a famosa conquistou o público ao interpretar a icônica Dona Jura em “O Clone”, novela protagonizada por Giovanna Antonelli e Murilo Benício. Durante a trama, a personagem virou um verdadeiro fenômeno popular com o bordão “Não é brinquedo, não!”, repetido frequentemente nas cenas do bar fictício comandado por ela em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

    Carismática e cheia de personalidade, Dona Jura era mãe de Xande, vivido por Marcello Novaes, e acabou se tornando uma das figuras mais marcantes da teledramaturgia brasileira. Buscando recuperar a situação financeira, a celebridade aceitou o convite para entrar no “Big Brother Brasil”, mas a aposta acabou se transformando em um verdadeiro pesadelo. Cancelada após falas polêmicas e ataques contra Ana Paula Renault, vencedora da edição, a ex-participante viu sua imagem desmoronar diante do público. A eliminação veio com rejeição histórica: 94,17% dos votos. Ela deixou a disputa milionária no 11º Paredão, enfrentando Jordana Morais, que recebeu 3,54%, e Marciele Albuquerque, com apenas 2,29%.

  • Comissão aprova suspensão de dívidas rurais por 36 meses devido ao El Niño – Notícias

    Comissão aprova suspensão de dívidas rurais por 36 meses devido ao El Niño – Notícias

    12/05/2026 – 14:58  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

     Coronel Meira é o relator do projeto

    A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou projeto de lei que suspende, por 36 meses, a cobrança de financiamentos e empréstimos agrícolas contratados por produtores rurais de regiões atingidas pelo fenômeno El Niño.

    Pela proposta, ficam suspensos os pagamentos dos empréstimos dos seguintes programas de crédito rural:

    • Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra);
    • Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro);
    • Programa de desenvolvimento cooperativo para agregação de valor à produção agropecuária (Prodecoop);
    • Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf);
    • Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp);
    • Programa de Capitalização das Cooperativas de Produção Agropecuária (BNDES – Procap-Agro);
    • BNDES – Agro;
    • BB – Investe Agro; e
    • Financiamentos de Custeio Pecuário.

    O pagamento deverá ser retomado 12 meses após o fim da suspensão em três parcelas anuais.

    O relator, deputado Coronel Meira (PL-PE), apresentou um substitutivo que ampliou o alcance do projeto original – Projeto de Lei 2062/24, do deputado Leo Prates (Republicanos-BA). A proposta inicial previa o benefício apenas para produtores da região que compreende os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba).

    O novo texto estende a medida a todos os produtores de estados afetados por estiagem ou chuvas extremas.

    Segundo o relator, a medida é necessária para evitar prejuízos na oferta de alimentos e garantir a estabilidade econômica do setor. “É um instrumento transitório, direcionado e proporcional à gravidade da situação enfrentada”, destacou.

    De acordo com um boletim da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, divulgado em 13 de março, há 62% de probabilidade de o fenômeno El Niño se estabelecer no trimestre de junho a agosto deste ano. A partir de agosto, a chance aumenta, com probabilidade superior a 80% até o fim de 2026.

    Próximas etapas
    A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Murilo Souza
    Edição – Rachel Librelon

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Comissão de Saúde aprova indicação de Eliane de Abreu à presidência do IgesDF

    Comissão de Saúde aprova indicação de Eliane de Abreu à presidência do IgesDF

    Comissão de Saúde aprova indicação de Eliane de Abreu à presidência do IgesDF

    Parecer pela aprovação recebeu quatro votos favoráveis e um contrário; indicação serve para o plenário

    Em audiência pública nesta terça-feira (12), a Comissão de Saúde (CSA) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sabatinou e aprovou o nome da enfermeira Eliane Souza de Abreu para o cargo de diretora-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). A indicação feita pelo Buriti segue agora para deliberação do Plenário da Casa.

    A presidente do colegiado, deputada Dayse Amarilio (PSB), afirmou ser contrária ao modelo de gestão adotado pelo GDF, que compartilha a operacionalização da saúde entre a Secretaria de Saúde e o Iges. Apesar da posição crítica ao modelo, a parlamentar declarou apoio à indicada pela governadora Celina Leão e ressaltou que a escolha de uma enfermeira pode contribuir para a gestão do instituto.

    A deputada destacou o papel da enfermagem na saúde pública, especialmente durante a pandemia de Covid-19, período em que, segundo ela, os profissionais demonstraram atuação relevante tanto na assistência quanto na gestão. “A gente tem uma vocação, que é empática e norteia as ações desde a nossa formação e nos faz lembrar que a gente não cuida apenas de pacientes, mas de pessoas”, ressaltou.

    Dayse avalia que a futura presidente enfrentará grandes desafios à frente do instituto e desejou sucesso à colega de profissão. “Que você possa fazer uma gestão comprometida, uma gestão firme quando precisar ser firme, mas também empática e humana, que seja centrada no nosso paciente. Se a gente estiver junto, no mesmo objetivo, vamos conseguir entregar uma saúde que atenda a população”, declarou à sabatinada.

     

    Foto: Felipe Ando/Agência CLDF

     

    Questionamentos

    O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) também saudou a candidata, mas criticou a “descontinuidade” observada nas gestões do instituto. O parlamentar destacou que Eliane é a décima indicada pelo Buriti para comandar o Iges, o que prejudica, em sua avaliação, que sejam adotadas medidas de longo prazo e que se enfrente de forma eficiente os problemas observados na saúde pública.

    “Interrompem-se processos, mudam-se protocolos, muda-se a gestão e isso gera descontinuidade”, destacou. 
    Daniel de Castro ressaltou ainda que, mesmo com as alternâncias na presidência, é possível observar melhorias no atendimento oferecido pelo Iges. O parlamentar questionou qual seria a “principal bandeira defendida” pela sabatinada à frente do instituto.

    Em resposta, Eliane afirmou que pretende adotar o modelo de gestão por governança clínica e utilizar a metodologia de aprendizagem por modelagem, baseada na observação do contexto institucional. “A marca da minha gestão será fazer o que precisa ser feito”, declarou.

    O deputado Martins Machado (Republicanos) questionou como a experiência de Eliane à frente do Hospital Regional de Santa Maria contribuiu para sua indicação. A candidata respondeu que a atuação permitiu contato direto com a realidade operacional da unidade, possibilitando maior compreensão das necessidades do sistema. Ela também mencionou experiências na gestão de hospitais de campanha durante a pandemia, destacando ações de controle de desperdícios. “Sempre fui muito parceira da linha de frente”, afirmou.

    Jorge Vianna (Democrata) falou do histórico de gestores e das dificuldades que cada um enfrentou. O distrital avalia que a boa gestão não depende exclusivamente da formação profissional do diretor, uma vez que o Iges já foi comandado por profissionais de diversas áreas, inclusive da saúde, e problemas estruturais ainda não teriam sido superados.

    O parlamentar argumentou ainda que o Iges é responsável por 20% dos serviços prestados pela saúde pública no DF, mas que consome 50% do orçamento público, excluído o valor destinado ao pagamento de pessoal. Esse dado, para Vianna, sugere uma distorção. “Algo está errado. Ou a SES-DF tem pouco dinheiro ou o Iges tem muito dinheiro”, pontuou.

    O parlamentar também criticou procedimentos internos, como revistas em pertences de trabalhadores ao fim do expediente, e pediu mudança nessas práticas. Apesar das ponderações, elogiou o currículo da indicada e desejou êxito na gestão.

     

    Foto: Felipe Ando/Agência CLDF

    O deputado Pepa (PP) aproveitou a sabatina para criticar a ausência de médicos nos fins de semana em unidades de Planaltina e a falta de um hospital de pediatria na Região Administrativa. Para ele, o Iges precisa solucionar esses problemas com urgência. No final, o distrital também desejou uma gestão de sucesso. “Que venha a contribuir, que você tenha o antídoto para a dor que o povo está sentindo”, declarou.

    Gabriel Magno (PT), por sua vez, voltou a criticar o modelo de gestão adotado e defendeu que a saúde pública seja integralmente executada pelo GDF, posicionando-se contra a indicação. “O Iges condena a população do DF. O modelo não se sustenta. Ele precisa acabar”, declarou.

    Aprovação

    Relator da matéria, o deputado Martins Machado votou favoravelmente à indicação, sendo acompanhado pelos deputados Dayse Amarilio, Pastor Daniel de Castro e Jorge Vianna. Gabriel Magno votou contra. Com quatro votos favoráveis e um contrário, o nome de Eliane Souza de Abreu foi aprovado pela comissão e segue para apreciação do Plenário.

    Eliane aproveitou a sabatina para parabenizar os enfermeiros pelo seu dia, comemorado em 12 de maio, e falou da importância dos profissionais na gestão da saúde. Para ela, a profissão é força estratégica indispensável para a saúde pública e ocupa uma posição central na assistência.

    “Nenhuma sociedade alcançará dignidade assistencial negligenciando aqueles que permanecem ao lado dos pacientes 24h por dia, os enfermeiros”, afirmou.

    Ela declarou ainda que não vai medir esforços para construir a melhor saúde para o Distrito Federal e garantiu “disponibilidade, compromisso e empenho” à frente do Iges.

    Currículo

    Eliane Souza de Abreu é formada em Enfermagem pela Universidade Estácio de Sá e possui formação complementar na área de gestão em saúde. Sua trajetória acadêmica inclui especializações em Excelência Operacional (Lean Six Sigma – Black Belt), MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4.0 e mestrado em Gestão da Saúde, com foco em Lean Healthcare, qualidade e inovação. Também atua como consultora e avaliadora em processos de acreditação hospitalar.

    Com mais de 14 anos de atuação no setor da saúde, desenvolveu sua carreira em instituições públicas e privadas. Entre 2022 e 2025, exerceu o cargo de Superintendente do Hospital Regional de Santa Maria, no âmbito do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), sendo responsável pela gestão estratégica e operacional da unidade, acompanhamento de indicadores e execução do contrato de gestão. Anteriormente, atuou na Mediall Brasil como diretora de assistência e consultora em gestão por processos e práticas assistenciais.

    Sua experiência profissional inclui ainda atuação em hospitais como Daher Lago Sul e Santa Helena/Rede D’Or São Luiz, com passagens por funções assistenciais e de coordenação, especialmente em unidades de terapia intensiva e internação. Ao longo da carreira, teve participação em atividades relacionadas à gestão de equipes, acompanhamento de indicadores assistenciais, organização de processos e apoio a comissões institucionais.

    Agência CLDF de Notícias

  • Congresso analisa crédito de R$ 240 milhões para implementar reforma tributária – Notícias

    Congresso analisa crédito de R$ 240 milhões para implementar reforma tributária – Notícias

    12/05/2026 – 11:54  

    Marcelo Camargo/Agência Brasil

    O Ministério da Fazenda vai organizar repasses a estados e municípios

    O Congresso Nacional analisa projeto de lei que abre crédito suplementar no Orçamento de 2026 de R$ 240 milhões para a implementação da reforma tributária (PLN 4/26).

    Os recursos serão usados em operação de crédito conjunta com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a terceira edição do Programa de Modernização da Gestão Fiscal.

    O programa financia projetos para a melhoria da administração das receitas e da gestão fiscal, financeira e patrimonial da União, em parceria com os estados, o Distrito Federal e os municípios.

    De acordo com a mensagem que acompanha o projeto, o Ministério da Fazenda vai organizar o repasse dos recursos para estados e municípios.

    “O ente interessado formalizará seu pleito, fundamentando-o em parecer de seus órgãos técnicos e jurídicos, demonstrando a relação custo-benefício, o interesse econômico e social da operação e o atendimento de algumas condições”, afirma a mensagem.

    Próximos passos
    O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento em, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal).

    Reportagem – Silvia Mugnatto
    Edição – Marcelo Oliveira

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Primeira Turma de Mulheres na PMDF

    Primeira Turma de Mulheres na PMDF

    Primeira Turma de Mulheres na PMDF Na tarde desta quarta-feira (14), a Polícia Militar do Distrito Federal prestou homenagem à primeira turm…

    Primeira Turma de Mulheres na PMDF
    Na tarde desta quarta-feira (14), a Polícia Militar do Distrito Federal prestou homenagem à primeira turma de policiais femininas da corporação. A cerimônia em reconhecimento às veteranas ocorreu no pátio de formaturas da Escola de Formação de Praças (CEPOM).
    A Polícia Militar do Distrito Federal é uma das instituições mais antigas do país, criada antes mesmo da Proclamação da República. 

    No entanto, permaneceu exclusivamente masculina até 1º de julho de 1983, data que marcou o ingresso da primeira turma de mulheres nas fileiras da corporação. Em 9 de dezembro daquele mesmo ano, elas foram promovidas a soldados de 1ª classe.
    Desde então, essas mulheres passaram a desempenhar um papel fundamental na promoção da segurança pública e do bem-estar social, atuando na prevenção e repressão imediata da criminalidade e da violência, sempre pautadas pelos direitos humanos e pela participação comunitária.
    Em um ambiente antes exclusivamente masculino, somente a partir de 1985 tornou-se possível o ingresso de mulheres no oficialato da instituição. Após quase quatro décadas, as policiais femininas estão presentes nas mais diversas especialidades, exercendo funções de comando e gestão, representando a modernização e democratização da estrutura institucional.
    Atualmente, o efetivo feminino da PMDF conta com cerca de 1.100 policiais. O crescimento contínuo desse número demonstra a competência, dedicação e compromisso dessas profissionais com a sociedade do Distrito Federal.
    Destemidas guerreiras e valorosas mulheres que dedicaram suas vidas ao serviço da população, sendo exemplos de profissionalismo, coragem e honra.
    A PMDF agradece e parabeniza todas as policiais femininas do Distrito Federal pela dedicação e empenho nas missões que lhes são atribuídas.

    Muito mais que segurança.

    Orgulho de ser policial militar.

  • Deputado cobra pagamento do piso da enfermagem e alerta para greve nacional; assista – Notícias

    Deputado cobra pagamento do piso da enfermagem e alerta para greve nacional; assista – Notícias

    12/05/2026 – 13:28  

    O deputado Bruno Farias (Republicanos-MG) disse que a principal pauta da enfermagem segue sendo o cumprimento do piso salarial nacional.

    Em entrevista ao Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, no Dia Internacional da Enfermagem (12 de maio), ele destacou que, apesar de a categoria contar com um piso desde 2022, entes públicos e privados não têm cumprido a medida, ancorados por decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e interpretações sobre o alcance dos valores conforme a jornada de trabalho dos profissionais.

    “Nós não vamos aceitar isso e eu já vou logo dizendo à população brasileira que, se o governo federal, os estados e os municípios não ajudarem a categoria, nós vamos ter que fazer uma greve nacional, porque não é fácil o que um profissional de enfermagem passa no seu ambiente de trabalho”, afirmou.

    O piso salarial da enfermagem foi tema de audiência pública na Comissão de Saúde nesta terça-feira (12), a pedido de Bruno Farias. Nesta quarta-feira (13), o Plenário da Câmara fará uma homenagem ao Dia Internacional da Enfermagem.

    Entenda o impasse
    O piso da enfermagem foi instituído pela Lei 14.434/22, que prevê o salário mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos, e R$ 2.375 para auxiliares e parteiras.

    Por sua vez, a Emenda Constitucional 127 garantiu a assistência financeira da União para o cumprimento do piso, com previsão de apoio a entes federais, entidades filantrópicas e prestadores de serviços que atendam pelo menos 60% dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A regra, no entanto, está sendo questionada no STF.

    De forma provisória, o Supremo definiu que o piso seja proporcional à jornada de 44 horas semanais, com redução para cargas horárias menores. No setor privado, o piso poderia ser aplicado de forma regionalizada, por negociação coletiva.

    Bruno Farias defende a aprovação da PEC 19/24, atualmente no Senado, para resolver o impasse. A proposta prevê que o piso salarial da enfermagem seja vinculado a uma jornada de 36 horas semanais, com reajuste anual.

    “Nenhum serviço público no Brasil trabalha 44 horas. Por que, para a enfermagem, tem que ser 44 horas?”, indagou. “Além de ganhar pouco, o enfermeiro lida com a sobrecarga e o adoecimento mental”, acrescentou.

    Da Rádio Câmara
    Edição – MO

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Audiência pública discute efeitos de decisão judicial sobre ocupação de boxes em feiras do DF

    Audiência pública discute efeitos de decisão judicial sobre ocupação de boxes em feiras do DF

    Audiência pública discute efeitos de decisão judicial sobre ocupação de boxes em feiras do DF

    Iniciativa do deputado Ricardo Vale, debate ocorreu após decisão do TJDFT que declarou inconstitucionais dois dispositivos sobre regularização e funcionamento das feiras na unidade da Federação

    A ocupação de boxes em feiras públicas do Distrito Federal foi tema de audiência pública realizada nesta segunda-feira (11) pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O debate ocorreu após decisão do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) que declarou inconstitucionais dois dispositivos da Lei Distrital 6.956/2021, sobre regularização e funcionamento das feiras públicas e público-privadas no DF. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

    O MPDFT questionou três dispositivos da lei. O primeiro autorizava o uso de boxes a ocupantes já estabelecidos, até a licitação. O segundo permitia a ocupação de boxes vagos sem processo competitivo, enquanto a licitação não fosse realizada. O terceiro tratava da transferência da autorização provisória a terceiros.

    >> Confira mais imagens da audiência pública

    O debate, mediado pelo primeiro vice-presidente da CLDF, deputado Ricardo Vale (PT), também retomou discussões anteriores sobre a regulamentação das feiras públicas no Distrito Federal. Em março de 2025, feirantes se mobilizaram contra projeto que previa a realização de processos licitatórios para a ocupação dos espaços. À época, trabalhadores do setor manifestaram preocupação com a possibilidade de exclusão de feirantes tradicionais diante da concorrência com grupos de maior capacidade financeira, levando o Governo do Distrito Federal (GDF) a retirar a proposta.

     

    Foto: João Pedro Carvalho / Agência CLDF

    “Achávamos que essa questão já estava superada, mas os feirantes ainda convivem com insegurança e incertezas. Nosso compromisso é seguir dialogando e construindo soluções que garantam tranquilidade, segurança jurídica e respeito ao trabalho dos feirantes, que todos os dias fazem das feiras espaços de sustento, tradição e desenvolvimento para o Distrito Federal”, destacou Ricardo Vale.

    Durante a audiência, o procurador da CLDF, Sidraque David Monteiro Anacleto, criticou os modelos atuais de licitação, afirmando que “a dinâmica das feiras exige critérios que ultrapassem o aspecto financeiro”. Segundo ele, a regulamentação deve “considerar fatores relacionados à atividade exercida, como o tempo de atuação dos trabalhadores”. Sidraque informou ainda que a procuradoria da Casa apresentará “recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar o trânsito em julgado da decisão”.

    O presidente do Shopping Popular de Taguatinga, Luciano Marques, também criticou a atual estrutura normativa e afirmou que “a categoria enfrenta um cenário de insegurança jurídica”. Segundo ele, o modelo de licitação pode “dificultar a permanência de feirantes tradicionais nos espaços públicos”. Luciano também destacou os impactos das mudanças nos hábitos de consumo após a pandemia e defendeu a “preservação das atividades tradicionais desenvolvidas nas feiras do DF”.

     

    Foto: João Pedro Carvalho / Agência CLDF

    A defesa da dimensão cultural das feiras foi destacada pela presidente da Associação dos Expositores da Feira de Artesanato da Torre de TV, Barbara Rodrigues. Para ela, os feirantes “exercem papel importante na preservação da cultura popular e dos saberes tradicionais vinculados ao artesanato e à gastronomia típica”. Barbara afirmou ainda que os critérios para ocupação dos espaços deveriam considerar o “notório saber dos trabalhadores envolvidos nas atividades culturais”.

    Como encaminhamento, Vale anunciou uma série de reuniões com a Procuradoria da CLDF e representantes das feiras; o MPDFT; a Secretaria de Governo do Distrito Federal e com o relator do processo no TJDFT. O distrital pontuou que, entre as prioridades, estão “a regularização das áreas das feiras por meio do PDOT das Feiras; a luta pela titulação e segurança jurídica dos espaços; a criação da Rota das Feiras do DF a fim de fortalecer o turismo e a cultura local; a licitação dos boxes vazios para impulsionar o comércio, bem como melhorias estruturais e de fiscalização”.

    Veja a íntegra da audiência:

     

     

     

    Agência CLDF de Notícias

  • Celina Leão sanciona lei que retira Serrinha e área da Saúde do plano de capitalização do BRB

    Celina Leão sanciona lei que retira Serrinha e área da Saúde do plano de capitalização do BRB

    Celina Leão sanciona lei que retira Serrinha e área da Saúde do plano de capitalização do BRB Texto exclui dois imóveis da lista de bens que…

    Celina Leão sanciona lei que retira Serrinha e área da Saúde do plano de capitalização do BRB
    Texto exclui dois imóveis da lista de bens que poderiam ser usados no fortalecimento financeiro do banco
    A governadora Celina Leão sancionou a lei que retira dois imóveis públicos do plano de fortalecimento econômico-financeiro do Banco de Brasília (BRB): a Gleba A da Serrinha do Paranoá e o terreno da Secretaria de Saúde localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). A norma foi publicada nesta segunda-feira (12) em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
    A nova lei altera a legislação aprovada em março deste ano, que autorizou o Distrito Federal, na condição de acionista controlador do BRB, a adotar medidas para recomposição e fortalecimento da estrutura financeira do banco.
    Com a sanção, deixam de integrar a lista de imóveis passíveis de utilização no plano de capitalização a área da Serrinha do Paranoá e o imóvel utilizado na prestação de serviços de saúde no SIA.
    Foi identificado que os dois imóveis possuem restrições relacionadas à destinação e questões ambientais
    Segundo a justificativa encaminhada pelo Executivo à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), foi identificado que os dois imóveis possuem restrições relacionadas à destinação e questões ambientais.
    A Serrinha do Paranoá, por exemplo, passou recentemente a ser protegida por decreto do Governo do Distrito Federal que criou o Parque Distrital da Serrinha, unidade de conservação voltada à preservação ambiental da região.
    A medida mantém os demais imóveis previstos na legislação original e preserva os instrumentos autorizados para fortalecimento do BRB.
    “Retiramos duas matrículas daquela legislação que havia sido mandada para a Câmara Legislativa. Uma é a famosa área da Serrinha, que nós pedimos para retirar pela discussão ambiental sobre ela, e a outra é a área da Saúde, onde vamos garantir que o espaço continue sendo destinado para esse fim. O nosso objetivo é fortalecer o BRB de forma equilibrada e transparente, e assim estamos fazendo”, defendeu a governadora Celina Leão.
    “O nosso objetivo é fortalecer o BRB de forma equilibrada e transparente, e assim estamos fazendo”Governadora Celina Leão
    Fortalecimento do BRB
    A Lei nº 7.845/2026 autorizou o Governo do Distrito Federal a adotar mecanismos para recomposição da capacidade econômico-financeira do banco, diante das exigências regulatórias do sistema financeiro.
    O objetivo das medidas é assegurar estabilidade operacional, capacidade de investimento e fortalecimento institucional do BRB, mantendo a atuação estratégica da instituição para o Distrito Federal.
    Soluções em andamento
    No fim do mês de abril, a governadora Celina Leão se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o secretário de Economia do DF, Valdino Oliveira; e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza.
    A chefe do Executivo afirmou que o Banco de Brasília tem soluções técnicas em andamento para o momento atual e que os clientes podem permanecer tranquilos. Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população.

    Por Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

  • Lei cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Covid-19 – Notícias

    Lei cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Covid-19 – Notícias

    12/05/2026 – 12:05  

     

    TV Câmara

    Projeção no Congresso homenageia vítimas da Covid-19

     

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou sem vetos a Lei 15.406/26, que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, a ser celebrado em 12 de março. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (12)

    A proposta surgiu do Projeto de Lei 2120/22, do deputado Pedro Uczai (PT-SC), aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Segundo o parlamentar, a data escolhida é uma homenagem à primeira vítima fatal da pandemia no Brasil, Rosana Aparecida Urbano, falecida em 2020.

    Na justificativa da proposta, Pedro Uczai recordou que Rosana Urbano havia sido internada em um hospital de São Paulo na véspera e, na sequência de sua morte, em menos de 50 dias faleceram também a mãe, o pai, uma irmã e um irmão.

    “A pandemia se transformou em uma inominável tragédia atravessada pela morte, pelo desamparo e pelo luto, um fenômeno social que impactou de forma direta e indelével a vida de milhões de brasileiros e brasileiras”, afirmou Pedro Uczai.

    Da Reportagem/RM
    Edição – Marcelo Oliveira

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Rogerinho fortalece o Republicanos-DF com novas filiações e amplia avanço conservador no Distrito Federal

    Rogerinho fortalece o Republicanos-DF com novas filiações e amplia avanço conservador no Distrito Federal

    Rogerio Domingos dos Santos O articulador político e Secretário do Republicanos-DF, Rogerio Domingos dos Santos, conhecido como Rogerinho do…

    Rogerio Domingos dos Santos

    O articulador político e Secretário do Republicanos-DF, Rogerio Domingos dos Santos, conhecido como Rogerinho do Republicanos-DF, vem ganhando destaque no cenário político da capital federal pelo trabalho de fortalecimento do Republicanos sob a liderança do presidente regional da legenda, Joaquim Mauro.
    Com forte atuação nos bastidores e diálogo constante com lideranças religiosas e comunitárias, Rogerinho está focado no crescimento do partido no Distrito Federal, ampliando a presença da legenda entre os segmentos conservadores e cristãos.
    Nas últimas semanas, o articulador político conseguiu importantes filiações para o Republicanos-DF, incluindo duas lideranças que anteriormente integravam o Partido dos Trabalhadores (PT). O movimento reforça o avanço do partido no DF e evidencia a busca de diversos líderes religiosos por uma legenda alinhada aos valores conservadores.
    Pastores e bispos têm demonstrado insatisfação com o discurso ideológico defendido pelo PT e passaram a procurar agremiações políticas onde possam defender livremente a família tradicional, os princípios cristãos e a liberdade religiosa sem constrangimentos dentro da legenda.
    Entre os novos filiados ao Republicanos-DF estão Paulo Pereira dos Santos, Francisca Araújo da Silva, Viviane Melo dos Santos, Joana D’arc Aparecida Gomes, Maria Cristina Santana Machado, Bispa Kenia e Pastor Pedro. 
    Todos estiveram reunidos na sede do Republicanos, localizada na SEPS 713/913, Bloco E, Edifício CNC Trade, Asa Sul, em Brasília, em um encontro voltado ao fortalecimento do braço político da legenda e ao apoio de candidatos conservadores comprometidos com pautas ligadas à defesa da família tradicional, da liberdade religiosa e do desenvolvimento econômico do país.
    A articulação liderada por Rogerinho, com respaldo do presidente Joaquim Mauro, mostra que o Republicanos segue em expansão no Distrito Federal e cada vez mais consolidado como referência entre lideranças cristãs e conservadoras.
    “Esse é o Republicanos, o único partido que é 10”, destacaram lideranças presentes no encontro.

    Da redação A Politica e o Poder 

  • Projeto abre crédito no Orçamento de 2026 para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Notícias

    Projeto abre crédito no Orçamento de 2026 para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Notícias

    12/05/2026 – 11:29  

    Jefferson Rudy/Agência Senado

    Edifício-sede do Ministério da Ciência e Tecnologia

    O Congresso Nacional analisa o projeto (PLN 3/26) que abre crédito suplementar no Orçamento de 2026, no valor de R$ 13,2 milhões, para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

    O objetivo é assegurar políticas de fomento nas áreas de ciências biotecnológicas, agrárias e da saúde.

    Na mensagem que acompanha o projeto, o governo afirma que serão anuladas outras despesas para compensar a suplementação. Conforme as regras orçamentárias, a anulação não afetará mais que 20% do valor original das dotações.

    Próximos passos
    O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso (sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal).

    Reportagem – Silvia Mugnatto
    Edição – Marcelo Oliveira

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Sessão solene celebra Dia Internacional da Enfermagem na CLDF

    Sessão solene celebra Dia Internacional da Enfermagem na CLDF

    Sessão solene celebra Dia Internacional da Enfermagem na CLDF

    A iniciativa é do deputado distrital Jorge Vianna (Democrata). A cerimônia ocorrerá no Teatro Pedro Calmon, no Setor Militar Urbano

    Publicado em 12/05/2026 09h00

    Foto: Breno Esaki / Agência Saúde

    A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza, nesta terça-feira (12), às 19h, sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Enfermagem. A iniciativa é do deputado distrital Jorge Vianna (Democrata). A cerimônia ocorrerá no Teatro Pedro Calmon, no Setor Militar Urbano, com transmissão pela TV Câmara Distrital e pelo canal oficial da CLDF no YouTube.

    A sessão integra a programação da Semana da Enfermagem 2026, realizada ao longo do mês de maio. A data de 12 de maio marca o Dia Internacional da Enfermagem, celebrado mundialmente em reconhecimento ao trabalho desempenhado pelos profissionais da área na promoção da saúde e no cuidado à população.

     

    Foto: Carlos Gandra / Agência CLDF

     

    O evento reunirá representantes da enfermagem e autoridades da saúde pública do Distrito Federal e de outras unidades da Federação. Entre os participantes confirmados estão nomes como Lorhana Martins Moraes, diretora do Samu-DF; Elissandro Noronha dos Santos, presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-DF); e Bruno Santos de Assis, representante da Secretaria de Saúde do DF.

    Acompanhe a solenidade:

     

     

    Agência CLDF de Notícias

  • Dinheiro esquecido no “valores a receber” vai parar no Desenrola; saiba detalhes

    Dinheiro esquecido no “valores a receber” vai parar no Desenrola; saiba detalhes

    Instituições financeiras têm até esta terça-feira (12/5) para transferir valores não resgatados ao fundo público. Saiba como vai funcionar o processo de resgate

    Sabe aquele saldo abandonado em alguma conta inativa que você talvez nem lembre que existe? Esse montante, que soma bilhões de reais em todo o país, está prestes a ganhar uma nova utilidade. As instituições financeiras têm até esta terça-feira (12/5) para transferir esses valores não resgatados para o Fundo de Garantia de Operações (FGO), administrado pelo governo federal. A medida faz parte da regulamentação do Desenrola 2.0, a nova fase do programa cria do para ajudar os brasileiros a limparem o nome.

    O Ministério da Fazenda pretende utilizar entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões dessa verba ociosa para viabilizar os descontos oferecidos aos endividados. O dinheiro atuará como uma espécie de “seguro”: se alguém renegociar uma pendência pelo Desenrola e não conseguir pagar as parcelas (o famoso calote), o fundo público usa esse saldo para cobrir o prejuízo dos bancos. Segundo a pasta, a movimentação tira esse dinheiro das gavetas das instituições financeiras e o coloca para gerar benefícios reais na economia.

    Veja as fotos

    Inflação deu trégua em outubroReprodução: Internet

    Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Crédito: Ricardo Stuckert

    Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do BrasilCrédito: Ricardo Stuckert


    Os números do Banco Central chamam a atenção, já que atualmente, existem R$ 10,55 bilhões esperando por resgate. A maior fatia, cerca de R$ 8,15 bilhões, pertence a 47 milhões de pessoas físicas. O restante, R$ 2,4 bilhões, é de direito de pouco mais de 5 milhões de empresas.

    Vou perder meu dinheiro?

    A resposta curta é: não precisa se desesperar. O governo garantiu que o direito ao saque não será extinto de imediato para quem resolver procurar o dinheiro atrasado. Para garantir que os verdadeiros donos possam reaver suas quantias, 10% de todo o saldo transferido pelos bancos ficará bloqueado e disponível exclusivamente para cobrir os pedidos de resgate.

    Além disso, a Fazenda publicará em breve um edital oficial de chamamento. A partir da divulgação desse documento, os correntistas terão um prazo de 30 dias corridos para apresentar a documentação necessária e contestar a transferência dos seus valores.

  • Feira dos Importados reabre após incêndio e garante funcionamento normal nesta terça (12/5)

    Feira dos Importados reabre após incêndio e garante funcionamento normal nesta terça (12/5)

      Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line Estrutura não foi comprometida pelas chamas, mas dezenas de boxes ficaram destruídos e loji…

     

    Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line

    Estrutura não foi comprometida pelas chamas, mas dezenas de boxes ficaram destruídos e lojistas buscam apoio

    A Feira dos Importados voltará a funcionar normalmente nesta terça-feira (12/5), mesmo após um incêndio que atingiu cerca de 40 boxes no local. Segundo a administração e a defesa da feira, a estrutura do espaço não sofreu danos, o que permite a reabertura para o público sem riscos.

    De acordo com o advogado Rodrigo Dutra, representante do empreendimento, a liberação foi possível justamente porque o fogo não comprometeu a base estrutural do centro comercial. Apesar disso, o prejuízo para parte dos comerciantes foi significativo: dos boxes atingidos, 28 tiveram perda total e não devem operar neste primeiro momento.

    O administrador da feira, Absalão Ferreira Calado, reforçou que o espaço continua seguro, destacando que incidentes como esse podem ocorrer em qualquer tipo de estabelecimento. Ele também ressaltou que o local conta com cerca de 2 mil lojas, o que amplia os desafios de prevenção absoluta contra acidentes.

    Após o ocorrido, a gestão avalia medidas para reduzir os impactos financeiros aos feirantes prejudicados. Entre as alternativas estudadas estão a isenção de taxas e a possibilidade de realocação temporária dos comerciantes afetados.

    Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos, o que foi considerado o ponto mais importante pela administração. A prioridade agora, segundo Calado, é prestar apoio aos lojistas e buscar soluções para a retomada das atividades no menor tempo possível.

    A reabertura da Feira dos Importados marca um esforço para manter o funcionamento do tradicional polo comercial, ao mesmo tempo em que medidas de recuperação e assistência seguem sendo discutidas.

    Por Francisco Gelielçon

    #EstruturalOnline

  • Câmara pode votar nesta terça projetos sobre crimes sexuais, fertilizantes e transporte público – Notícias

    Câmara pode votar nesta terça projetos sobre crimes sexuais, fertilizantes e transporte público – Notícias

    12/05/2026 – 09:49  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Plenário da Câmara dos Deputados

    O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, nesta terça-feira (12), projetos que endurecem a legislação contra crimes sexuais, inclusive os cometidos com uso de inteligência artificial (IA) contra crianças e adolescentes. A sessão está marcada para as 13h55.

    Está na pauta o PL 3066/25, do deputado Osmar Terra (PL-RS), que cria medidas de enfrentamento a crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes praticados na internet com uso de IA e outros recursos tecnológicos. A relatora é a deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA).

    Os parlamentares também podem analisar o PL 488/19, do deputado Capitão Wagner (União-CE), que determina penas restritivas de direitos a condenados por crimes de pedofilia. O relator é o deputado Kim Kataguiri (MISSÃO-SP).

    Outro item é o PL 4295/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que aumenta pena prevista no Código Penal Militar para crime sexual contra vulnerável quando houver lesão grave. A relatora é a deputada Camila Jara (PT-MS).

    Fertilizantes
    Na área econômica, está em pauta o PL 699/23, do Senado, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert).

    A iniciativa concede benefícios tributários para criar um parque nacional do segmento. O relator é o deputado Júnior Ferrari (PSD-PA).

    Transporte
    A pauta inclui ainda o PL 3278/21, do Senado, que institui o marco legal do transporte público coletivo urbano e altera normas de mobilidade urbana.

    A proposta cria uma rede única e integrada de transporte público coletivo, envolvendo União, estados e municípios. O relator é o deputado José Priante (MDB-PA).

    Outras propostas
    Veja outros itens que estão na pauta:

    – PL 1054/19, do Senado, que regula a realização de testes de aptidão física por candidatas gestantes ou em fase puerperal em concursos públicos da administração pública direta e indireta. A relatora é a deputada Julia Zanatta (PL-SC).

    –  PL 3240/25, do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), que proíbe sigilo sobre informações relativas a gastos da administração pública federal em hipóteses especificadas. O relator é o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

    – PLP 158/25, do deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR), que trata da idade para aposentadoria do empregado público, regulamentando dispositivo da Constituição.

    PL 2978/23, do Senado, que busca aprimorar a regulamentação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), criadas em 2021 para substituir, facultativamente, as associações na gestão dos clubes de futebol. O relator é o deputado Fred Costa (PRD-MG).

    – PLP 21/26, do deputado Roberto Duarte (Republicanos-AC), que cria regime especial de tributação para associações desportivas sem fins lucrativos. O relator é o deputado Doutor Luizinho (PP-RJ).

    PL 2766/21, do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), que limita as multas aplicáveis por infração ao consumidor à faixa de meio a dez mil vezes o salário mínimo nacional. O relator é o deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

    – PL 5878/25, do deputado Yury do Paredão (MDB-CE), que cria a Rota Turística Religiosa do Cariri, envolvendo Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Santana do Cariri. A relatora é a deputada Renilce Nicodemos (MDB-PA).

    Pedido de urgência
    Os deputados podem analisar ainda pedido de urgência para o PL 5900/25, do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) e outros parlamentares, que busca impedir que órgãos federais publiquem regras sobre manejo, criação, cultivo, transporte, licenciamento, crédito ou biossegurança de espécies produtivas sem consulta prévia ao setor agrícola.

    Da Redação – MO

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Sessão solene homenageia os 11 anos da Ocupação Cultural Mercado Sul Vive

    Sessão solene homenageia os 11 anos da Ocupação Cultural Mercado Sul Vive

    Sessão solene homenageia os 11 anos da Ocupação Cultural Mercado Sul Vive

    A Ocupação Cultural Mercado Sul Vive surgiu como uma resposta organizada ao declínio do antigo complexo comercial Mercado Sul, em Taguatinga

    Nesta terça-feira (12), às 19h, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará sessão solene em homenagem aos 11 anos da Ocupação Cultural Mercado Sul Vive. A solenidade, convocada pelo deputado Max Maciel (PSOL), ocorrerá no Plenário da Casa.

    A Ocupação Cultural Mercado Sul Vive surgiu como uma resposta organizada ao declínio do antigo complexo comercial Mercado Sul, em Taguatinga, inaugurado em 1958. Diante do abandono de diversos boxes e do risco de degradação da infraestrutura, um coletivo formado por artistas, artesãos e moradores iniciou, em 2015, um processo de reocupação focado na função social da propriedade. 

    O movimento buscou resgatar a vocação original do espaço como local de convivência, firmado por um sistema de autogestão de forma a preservar a memória local e priorizar a economia solidária e a produção cultural independente.

     

    Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

    Para o distrital Max Maciel, o Mercado Sul Vive consolidou-se como espaço de produção cultural, economia criativa e organização comunitária em Taguatinga. Segundo o parlamentar, a homenagem reconhece a trajetória da iniciativa e a relevância cultural e social na região.

    Acompanhe:

     

    Agência CLDF de Notícias

  • População debate criação da região administrativa Ponte Alta em audiência pública

    População debate criação da região administrativa Ponte Alta em audiência pública

    População debate criação da região administrativa Ponte Alta em audiência pública Seduh apresentou a proposta de mapa da poligonal da nova R…

    População debate criação da região administrativa Ponte Alta em audiência pública
    Seduh apresentou a proposta de mapa da poligonal da nova RA, definido a partir de contribuições nas oficinas do Plano Diretor de Ordenamento Territorial
    A criação da Região Administrativa Ponte Alta foi discutida em audiência pública nesta segunda-feira (11), no Espaço Jardins By Viviane Magalhães, na Ponte Alta do Gama. A iniciativa do Governo do Distrito Federal, conduzida pelas secretarias de Governo (Segov) e de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), faz parte da etapa inicial do processo de criação da nova RA com o objetivo de consultar a população sobre a proposta.

    “A audiência possui caráter consultivo, técnico e participativo, tendo por finalidade colher manifestações, sugestões e posicionamento da população acerca da proposta em debate”, informou o secretário de Governo, Takane Nascimento.

    A população de Ponte Alta foi ouvida para que o projeto de criação da RA seja enviada ao Conplan e, posteriormente, à CLDF | Foto: Divulgação/Seduh-DF

    “Quando a governadora Celina assumiu o governo, uma das primeiras missões foi justamente a criação da região administrativa da Ponte Alta. Alguns devem se lembrar de que, ainda durante a discussão do Plano Diretor, foi proposta a criação da região administrativa”, disse o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Hoje, portanto, estamos aqui exatamente para cumprir esse rito e atender à determinação legal de realização da audiência pública, respeitando os prazos de 30 dias. Em seguida, submeteremos esse projeto ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan) para, logo depois, encaminhá-lo à Câmara Legislativa. Para isso, precisamos ouvi-los”.

    Ponte alta ocupa uma área de 5.500 hectares na área rural do Gama e, de acordo com dados do Censo Demográfico de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui aproximadamente 30 mil habitantes. A proposta de criação da nova região administrativa busca descentralizar a gestão e ampliar a prestação de serviços públicos essenciais para os moradores da região.
    “A gente considerou alguns limites físicos como córregos, ruas, para poder traçar uma poligonal que tivesse alguma coerência”Juliana Coelho, subsecretária de Planejamento e Gestão Territorial
    Na audiência, a Seduh apresentou a proposta de mapa da poligonal da nova região administrativa. “A poligonal foi criada a partir do que a gente teve de contribuição nas oficinas do Pdot, que é o Plano Diretor de Ordenamento Territorial. E também a gente considerou alguns limites físicos como córregos, ruas, para poder traçar uma poligonal que tivesse alguma coerência”, informou 
Juliana Coelho, subsecretária de Planejamento e Gestão Territorial da Seduh.
    O encontro teve a participação de membros da comunidade que defenderam a criação da RA, investimentos em infraestrutura e implantação de equipamentos públicos.
    “Sou morador aqui da Ponte Alta, sou produtor rural e estou completamente a favor da instalação da administração regional porque nossa região tem problemas estruturais muito grandes e instalar uma administração, transformar essa área em região administrativa é o sinal de que o governo está de fato compromissado com as necessidades do povo”, afirmou Leandro Cardoso, produtor rural e morador de Ponte Alta Norte.

    Leandro Cardoso: “Nssa região tem problemas estruturais muito grandes e instalar uma administração, transformar essa área em região administrativa é o sinal de que o governo está de fato compromissado com as necessidades do povo” | Foto: Divulgação/Segov

    A moradora de Ponte Alta Vera Lúcia de Sousa Marques considera importante a criação da região administrativa. “É necessário porque já cresceu muito a Ponte Alta norte. Tem muitos moradores e a gente tem que ser independente do Gama”.

    “Como morador do Gama, eu sou favorável à criação da nova RA Ponte Alta porque descentralizando a administração do Gama e com a criação de uma outra RA, os equipamentos públicos que vierem a ser criados vão beneficiar tanto a nova cidade quanto o Gama, porque os outros equipamentos ficam mais liberados para a população do Gama. Sou favorável à criação também de conselho tutelar”, compartilhou Milton Coelho Silveira.

    Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader