Dia: 16 de abril de 2026

  • Ministro das Comunicações quer fortalecer infraestrutura e ampliar inclusão digital no país – Notícias

    Ministro das Comunicações quer fortalecer infraestrutura e ampliar inclusão digital no país – Notícias

    15/04/2026 – 18:10  

    Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

    Frederico Siqueira: “Este é um ano de entregar as políticas públicas de inclusão digital”

    O ministro das Comunicações, Frederico Siqueira, afirmou nesta quarta-feira (15), na Câmara dos Deputados, que o governo federal está empenhado em dar previsibilidade aos investidores para garantir a expansão da infraestrutura e ampliar a inclusão digital no país, com segurança jurídica e regulatória.

    “O que a gente está propondo é um plano baseado em subsídios, porque a gente ouviu o mercado, e precisamos dar previsibilidade aos investidores que tenham interesse em investir e acreditam no Brasil”, explicou o ministro.

    As declarações foram dadas em audiência pública na Comissão de Comunicação, em resposta aos questionamentos da presidente do colegiado, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP). A parlamentar demonstrou preocupação com a viabilidade de projetos estruturantes em um ano de orçamento restrito e de  calendário eleitoral apertado.

    “É realmente possível tirar do papel políticas tão estruturantes de forma simultânea em tão pouco tempo? Qual será o legado tangível dessas medidas para a economia brasileira?”, questionou a deputada.

    Balanço e metas para 2026
    Durante sua exposição, Frederico Siqueira apresentou um balanço de seu primeiro ano à frente da pasta e detalhou o planejamento para 2026, definido por ele como o “ano de entrega”. O ministro destacou que o grande objetivo é fortalecer a infraestrutura e ampliar a inclusão digital nos “cantos e recantos” do Brasil.

    “Este não é um ano de inventar nada, este é um ano de entregar as políticas públicas de inclusão digital”, reforçou.

    Para enfrentar o desafio de conectar o Brasil, especialmente as áreas menos favorecidas do interior, o ministério trabalha com um montante previsto de R$ 23,6 bilhões em investimentos. Entre os programas citados, destacam-se:

    • Escolas Conectadas: o governo já atingiu a marca de 99 mil escolas com conectividade, o que representa cerca de 72% da meta de 138 mil unidades básicas de ensino. A deputada Maria Rosas, que é professora, defendeu a urgência de universalizar o acesso;
    • Norte Conectado: o projeto prevê a instalação de 13,2 mil km de fibra óptica nos leitos dos rios amazônicos, beneficiando 7,5 milhões de pessoas em 70 localidades;
    • 4G e 5G: o sinal 5G já alcança 1,4 mil municípios, e o compromisso é concluir a cobertura 4G em todo o território nacional até 2028;
    • Conectividade em rodovias: em parceria com o Ministério dos Transportes, a pasta planeja garantir cobertura móvel em 74,8% da extensão das rodovias federais pavimentadas, incluindo 100% da BR-101;
    • Fust: após anos sem uso, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações destinou R$ 4,2 bilhões para operações de crédito entre 2022 e 2025, com previsão de mais R$ 1,7 bilhão para 2026; e
    • TV 3.0: considerada o “futuro da televisão”, a nova tecnologia permitirá interatividade, som e imagem de alta qualidade de forma gratuita. O deputado Cleber Verde (MDB-MA) elogiou a inovação: “O Brasil certamente vai ser uma referência na questão da TV 3.0. Será um divisor de águas para a TV aberta brasileira”.

    Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

    Juscelino Filho defendeu o não contingenciamento do Fust

    Continuidade de políticas
    O ex-ministro das Comunicações e atual deputado federal Juscelino Filho (PSDB-MA) também participou da reunião e ressaltou a importância da continuidade das ações iniciadas em 2023. Ele defendeu que o Parlamento avance em pautas como o não contingenciamento dos recursos do Fust.

    “É importante que a gente não aceite um retrocesso. O Fust foi criado há muito tempo, mas nunca utilizado para exercer o seu verdadeiro papel”, afirmou Juscelino.

    No fim da audiência, o ministro Frederico Siqueira reafirmou o compromisso do governo com a redução das desigualdades digitais, buscando alternativas de financiamento para que tecnologias como a TV 3.0 cheguem também às camadas mais vulneráveis da população.

     

     

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Geórgia Moraes

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Motta diz que há vontade política do Parlamento de aprovar o fim da escala 6×1 – Notícias

    Motta diz que há vontade política do Parlamento de aprovar o fim da escala 6×1 – Notícias

    15/04/2026 – 19:33  
    •   Atualizado em 15/04/2026 – 20:21

    Marina Ramos/Camara dos Deputados

    Hugo Motta: Poderes são independentes e harmônicos

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que há uma vontade política do Parlamento para aprovar o fim da escala de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso). Ele reforçou que é preciso responsabilidade, mas que não adianta ficar contra a matéria apenas por ficar contra.

    “Não há compromisso em retardar essa medida, que vai trazer avanços para o país. Quem acha que a Câmara vai segurar a discussão e a votação da matéria está equivocado”, afirmou ele, em entrevista ao SBT News.

    Antes, em entrevista coletiva, ele afirmou que o envio, pelo governo, do projeto de lei que reduz a jornada de trabalho e estabelece o fim da escala 6×1 não muda o cronograma estabelecido por ele em relação à proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do mesmo tema.

    Motta reforçou que é prerrogativa do presidente da República o envio de um projeto de lei com urgência constitucional, mas que também é prerrogativa da Presidência da Câmara definir a tramitação de qualquer proposição na Casa. Ele disse que o envio do texto não afeta a relação com o Poder Executivo, já que os Poderes são independentes e harmônicos.

    “Vamos continuar com a tramitação da PEC, porque com a PEC temos um espaço maior de discussão, para ouvir a todos que serão impactados por essa mudança. O avanço que vamos dar à classe trabalhadora com um tempo a mais para a saúde, para o lazer e para a sua família, acreditando que isso melhorará a produtividade, e vamos fazer isso de forma responsável”, afirmou.

    Admissibilidade
    Hugo Motta disse que foi marcada uma sessão até sexta-feira desta semana para contar o prazo para o pedido de vista da PEC na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Segundo ele, a ideia é que a proposta tenha sua admissibilidade votada na próxima quarta-feira.

    O presidente afirmou que indicará os nomes do presidente e do relator da comissão especial assim que o texto for aprovado pelo colegiado. O parlamentar voltou a afirmar que o cronograma estabelecido é que a proposta vá para o Plenário no final de maio.

    Desoneração da folha
    Motta afirmou que é contra ampliar a desoneração da folha de pagamento das empresas para aprovar o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho. Segundo ele, o Congresso aprovou, recentemente, a desoneração de diversos setores, mas foi feito um “desmame” para esse tipo de isenção tributária, que, na sua avaliação, prejudica a arrecadação.

    “Isso vai contra tudo o que construímos ao longo da política econômica dos últimos anos”, disse o presidente. “Precisamos discutir como um todo o arcabouço trabalhista do nosso país”, destacou.

    Trabalho por aplicativos
    O presidente também informou que retirou de pauta a proposta que regulamenta o trabalho por aplicativos a pedido do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), e do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.

    Segundo ele, a Câmara tem responsabilidade com o tema e, por isso, quer garantir direitos a esses trabalhadores, mas garantir também que essa regulamentação não impacte o custo para as plataformas e para os consumidores.

    “Quando se parte para aumentar o custo para o consumidor, entendemos que a discussão vai para um ponto que não teria aprovação na Casa”, disse Motta.

    Pauta
    Motta afirmou que está em diálogo com o governo para a votação, amanhã, do segundo turno da PEC que garante 1% da receita corrente líquida do Orçamento para o Sistema Único de Assistência Social (Suas).

    “Alguma mudança pode ser realizada, mas não pode prejudicar o escopo central”, defendeu o presidente.

    Entre outros assuntos que devem ser deliberados pelos parlamentares nesta semana, está o projeto que regulamenta a exploração do ouro, de autoria do governo e relatado pelo deputado Max Beltrão. Também estão incluídos na pauta projetos de combate à violência contra a mulher, de regulamentação do clima e de valorização dos policiais militares.

    Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
    Edição – Wilson Silveira

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Profissionais apoiam proposta de estatuto para garantir direitos dos trabalhadores da cultura – Notícias

    Profissionais apoiam proposta de estatuto para garantir direitos dos trabalhadores da cultura – Notícias

    15/04/2026 – 20:04  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    A Comissão de Cultura debateu o assunto nesta semana

    Especialistas e representantes do setor cultural defenderam na Câmara dos Deputados a criação de regras para a proteção dos trabalhadores do setor. O assunto foi tema de dois debates na Comissão de Cultura nesta semana.

    Nos encontros foi discutida a minuta do Estatuto do Trabalhador da Cultura, das Artes e Eventos, que propõe criar regras específicas para o setor. As reuniões foram coordenadas pela deputada Erika Kokay (PT-DF) e pelo deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ).

    A proposta cria um marco legal para o setor, ao reconhecer características como a intermitência (trabalho descontínuo) e a existência de múltiplos vínculos.

    O pesquisador Frederico Augusto Barbosa da Silva, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), explicou as diferenças desse ramo de atividade: “O trabalho cultural é marcado por intermitência, múltiplos vínculos e informalidade estrutural. Há diferenças em relação à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).”

    Entre as propostas do texto estão:

    • Contrato intermitente qualificado: prevê trabalho por períodos, com pagamento pela disponibilidade e reconhecimento dos intervalos sem atividade;
    • Seguro cultural complementar: inspirado em modelos da França e de Portugal, busca garantir renda mínima em períodos sem projetos; e
    • Regras para uso de inteligência artificial: incluem proteção da imagem, da voz e do estilo dos artistas.

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Jorge Bichara sugeriu fontes de recursos para fundo de proteção aos trabalhadores

    Financiamento e fiscalização
    Representantes da sociedade civil cobraram a definição de fontes de financiamento para o novo fundo de proteção.

    Jorge Bichara, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEC), sugeriu usar recursos da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), além de editais e impostos sobre bilheteria.

    A fiscalização também foi apontada como um desafio.

    O presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espectáculos de Diversões do Paraná, Adriano Esturilho, afirmou que empresas frequentemente recusam registrar contratos, alegando a chamada pejotização (contratação como pessoa jurídica). “O fato de sermos MEI não pode justificar a retirada de direitos conquistados em 1978”, disse.

    Posicionamento do governo
    O Ministério da Cultura defendeu a aprovação da proposta com urgência.

    O diretor de Políticas para Trabalhadores da Cultura, Deryc Santana, afirmou que a pandemia evidenciou a importância da arte, mas também a necessidade de garantir direitos a quem trabalha no setor. “Se perdermos essa oportunidade, o avanço pode demorar décadas”, alertou.

    A diretora do Centro de Artes Técnicas da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Carila Matzenbacher, destacou que a produção artística depende também de profissionais técnicos. “O estatuto é importante porque reconhece tanto artistas quanto técnicos como parte do direito cultural”, afirmou.

    Da Redação – GM

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Câmara aprova regime de urgência para 12 projetos de lei – Notícias

    Câmara aprova regime de urgência para 12 projetos de lei – Notícias

    15/04/2026 – 21:06  

    Bruno Spada/Câmara dos Deputados

    Deputados na sessão do Plenário desta quarta-feira

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) o regime de urgência para 12 propostas. Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

    Confira as propostas que passam a tramitar com urgência:

    • PL 3158/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que proíbe a fiança para crimes de pedofilia e amplia o alcance da lei, tornando hediondos e inafiançáveis diversos delitos sexuais contra vulneráveis;
    • PL 1248/24, da deputada Meire Serafim (União-AC), que inclui o custo amazônico como critério para transferência de recursos federais ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Isso deve aumentar a verba para merenda na rede pública da educação básica da Amazônia;
    • PL 3838/24, da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), que estabelece a exigência de compensação da pegada de carbono para produtos e serviços provenientes da União Europeia comercializados no Brasil;
    • PL 5744/23, da Comissão de Legislação Participativa, que aumenta a pena para os crimes de homicídio e lesão corporal praticados contra agentes de segurança durante o exercício da função ou em razão dela;
    • PL 3373/25, do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), que cria o Cadastro Nacional de Doenças Raras, a ser mantido pelo Ministério da Saúde, para trazer informações, prestar apoio e orientação para o diagnóstico e formular políticas públicas destinadas ao tratamento de doenças raras;
    • PL 1845/25, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), que proíbe a cobrança, por concessionárias de água, da tarifa mínima multiplicada pelo número de apartamentos em condomínios que possuem apenas um hidrômetro (medidor único);
    • PL 2083/22, do Senado, que agrava punições para agressores de mulheres que continuam ameaçando ou atacando as vítimas mesmo após a condenação. O projeto foi em seguida aprovado no Plenário da Câmara e seguirá para sanção;
    • PL 4788/25, do deputado licenciado Guilherme Boulos (Psol-SP), que obriga postos de combustíveis a discriminar no documento fiscal a composição completa do preço final da gasolina, do etanol, do diesel e do gás de cozinha (GLP);
    • PL 3128/24, do deputado Toninho Wandscheer (PP-PR), que perdoa multas de veículos usados para ajuda humanitária no Rio Grande do Sul durante as enchentes de maio de 2024;
    • PL 4689/25, do deputado Mauricio Neves (PP-SP), que reconhece a cidade de Jaguariúna (SP) como a capital country do Brasil;
    • PL 192/26, da deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), que estabelece prazos máximos de espera para atendimento de crianças e adolescentes no Sistema Único de Saúde (SUS);
    • PL 241/23, do deputado Capitão Augusto (PL-SP), que altera regras sobre averbação de tempo de serviço para policiais e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Tiago Miranda
    Edição – Pierre Triboli

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Câmara aprova projeto que reconhece a atividade circense como manifestação da cultura brasileira – Notícias

    Câmara aprova projeto que reconhece a atividade circense como manifestação da cultura brasileira – Notícias

    15/04/2026 – 21:18  

    Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Capitão Augusto, relator do projeto de lei

    A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reconhece a atividade circense brasileira como manifestação da cultura e da arte popular em todo o território nacional. A proposta será enviada à sanção presidencial.

    De autoria do Senado, o Projeto de Lei 4740/25 contou com parecer favorável do relator, deputado Capitão Augusto (PL-SP). Para o relator, o circo consolidou-se como espaço de integração de múltiplas linguagens artísticas e de valorização da diversidade cultural brasileira.

    “Seu caráter itinerante e democrático contribui para a difusão cultural, muitas vezes levando arte e entretenimento a localidades com acesso limitado a equipamentos culturais, o que reforça seu papel estratégico na promoção do direito à cultura”, afirmou.

    Políticas de incentivo
    Capitão Augusto afirmou que o reconhecimento formal da atividade circense como manifestação da cultura e da arte popular fortalece políticas públicas voltadas ao setor e contribui para a preservação de tradições, o incentivo à economia criativa e a ampliação das oportunidades de inclusão social por meio da arte.

    Segundo o deputado, eram no circo que os maiores artistas do Brasil se apresentavam e o povo do interior tinha acesso à arte. “O circo levou cultura onde o Estado não chegou, levou alegria onde havia carência, levou magia onde havia esquecimento. E fez tudo isso geração após geração”, afirmou.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
    Edição – Pierre Triboli

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Em sua volta às novelas, SBT tentará reconquistar um espaço que já foi seu

    Em sua volta às novelas, SBT tentará reconquistar um espaço que já foi seu

    A retomada das novelas pelo SBT ainda está nos seus primeiros movimentos, mas já revela um planejamento mais consistente do que em tentativas anteriores.

    Há, desta vez, uma preocupação evidente em estruturar o projeto sobre bases sólidas, tanto no modelo de produção quanto nas parcerias envolvidas.

    A aproximação com a JPO, do José Paulo Vallone, indica um caminho de maior profissionalização e divisão de responsabilidades, algo fundamental para os dias atuais, em se tratando de um produto que exige tamanho fôlego financeiro e organização industrial.

    Ao mesmo tempo, a escolha por uma história contemporânea, aliada à escalação de atores e atrizes com identificação histórica com a casa, sugere uma estratégia de reconexão com o público, apostando não apenas no ineditismo, mas também na memória afetiva.

    Ainda é cedo para qualquer avaliação mais definitiva. Novela é um produto de risco, que depende de uma série de fatores para se firmar. Mas, ao contrário de outras investidas, o que se vê agora é método, critério e uma linha de raciocínio mais bem definida.

    Se mantiver esse rumo, o SBT, dono de sucessos como “Carrossel”, “Chiquititas” e “Carinha de Anjo”, pode, aos poucos, reconstruir um espaço que já foi seu e com relevância.

    (José Paulo Vallone, presidente da JPO / Instagram)

    Olho no lance

    Ainda sobre a retomada das novelas no SBT, vale ressaltar que há o desejo de contar com muitos atores e atrizes que fizeram sucesso na casa.

    Claro que não a Larissa Manoela, mas muitos que estiveram em algumas das suas produções mais importantes.

    Muito bom

    Luís Roberto, em um vídeo explicando o seu problema, disse que responderia a todos que enviaram e seguem enviando mensagens para ele.

    Dito e feito. Está fazendo isso, dentro do possível, com enorme boa vontade e otimismo.

    Luis Roberto 8

    Screenshot

    (Instagram)

    Som Brasil

    A Globo trabalha com a data de 9 de maio para a exibição do “Som Brasil”, com Anitta e apresentação de Pedro Bial.

    O especial tem como objetivo destacar o oitavo álbum de estúdio da cantora e outros sucessos que marcaram sua trajetória.

    Nos finalmentes

    Band e Luciana Gimenez estão próximos de um acerto definitivo quanto ao contrato e ao novo programa que ela vai apresentar.

    Há a expectativa de que tudo se resolva entre hoje e amanhã.

    Gravando

    Bia Brumatti, com trabalhos na Record, Globoplay, Netflix e Disney+, será a protagonista da novela vertical “Irmã Rejeitada”, com direção de Davi Xiangli.

    Julia é a sua personagem. Bia, além de atriz, também é cantora.

    Bia Brumatti

    (Arquivo pessoal)

    Nova das sete

    Amaury Lorenzo, pouco aproveitado em “Três Graças”, e Babu Santana, eliminado do “BBB26”, foram convocados para o elenco de “Por Você”.

    É a próxima novela das sete, criada e escrita pelos estreantes Dino Cantelli e Juliana Peres. Estreia em agosto.

    Nossas homenagens

    No próximo dia 1º de maio, Sonia Abrão vai completar 20 anos de Rede TV!.

    E todo esse tempo com a exibição ininterrupta do “A Tarde é Sua”.

    Opinião da coluna

    Saiu daqui a nota do interesse da TV Gazeta na Sonia Abrão, como também o do SBT, meses atrás.

    Nos dois casos, a Câmera 5, produtora do irmão dela, Elias Abrão, foi procurada e existiram conversas que talvez continuem até existindo. Mas, no particular, acho quase impossível a saída dela da Rede TV!.

    Pâmela de saída

    Pâmela Lucciola, que veio da Bahia para o “Melhor da Tarde” e “Melhor da Noite”, está deixando a Band, mas saindo pela mesma porta por que entrou.

    Sabe-se que houve até uma conversa de despedida com o dono Johnny Saad e o convite para que voltasse para a Band-Bahia. Mas não. Pâmela quer tocar alguns projetos que tem por aqui.

    Mudanças definidas

    Luiz Piratininga, que já foi diretor de jornalismo da Record em Porto Alegre e no Rio, assumiu a direção-geral dos telejornais das manhãs, “Balanço Geral” e “Fala Brasil”.

    Nesse primeiro momento, muita observação e reuniões individuais com cada núcleo, incluindo chefes de redação, editores-chefes, executivos, além de repórteres e apresentadores.

    Destaque

    Fernanda Vasconcellos, Samira em “Três Graças”, terá ainda mais espaço nessa reta final da novela.

    E com direito a uma dobradinha com Arminda, personagem de Grazi Massafera.

    No stop

    Flávia Alessandra, que esteve em “Êta Mundo Melhor!”, concluiu trabalho de preparação e já grava cenas de “Quem Ama Cuida”, substituta de “Três Graças”.

    Só deu tempo de trocar de roupa. E vem aí uma parceria divertida com Alexandre Borges.

    w1q3CWdO Flavia Alessandra

    (Crédito: Manoella Mello/Globo)

    Bate – Rebate

    • A Globo pediu o registro da marca “A Pelada Como Ela É”…
    • … Que já foi título de coluna de “O Globo” e falava sobre futebol amador.
    • Com mais de 40 anos de carreira e trabalhos que revelaram nomes como Lázaro Ramos, Vladimir Brichta e Wagner Moura, o diretor João Falcão estreia a fábula musical “O Pequenino Grão de Areia”…
    • … No Teatro do Sesi, em São Paulo, a partir de sábado.
    • Maciel Silva, após “Três Graças”, vai de “Apenas Uma Novela Brasileira Mexicana”…
    • … Estreia marcada também para este sábado, na Casa de Artes, em São Paulo.
    • Miguel Nader, como um presidiário, segue em “Tremembé”, série do Prime Video.
    • Beca Milano vai emendar o “Fábrica de Casamentos” na próxima temporada do “Bake Off”…
    • … Se nada mudar, gravações em junho e comando de Nadja Haddad.
    • Terminaram no Rio as gravações do microdrama “A vida dupla de uma herdeira bilionária”, para o ReelShort…
    • … Vertical que reúne Marcos Winter, Ana Rita Cerqueira, Miguel Coelho, Júlia Zimmer, entre outros. Direção de Emanuel Orengo.
  • Capital segura empate com Vila Nova e segue fora do G-2

    Capital segura empate com Vila Nova e segue fora do G-2

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    Um ponto fora de casa, resistência defensiva, mas sensação de oportunidade aproveitada pela metade. O Capital empatou por 0 a 0 com o Vila Nova, na noite desta quarta-feira (15/4), no Estádio OBA, em Goiânia, em duelo marcado por poucas chances claras e ritmo travado do início ao fim. O placar mantém o tricolor fora da zona de classificação para o mata-mata, ocupando a quarta colocação do Grupo A, com a mesma pontuação dos goianos. Araguaína e Rio Branco-ES lideram com sete, deixando a disputa aberta para a última rodada.

    Na jornada decisiva, em 29 de abril, o tricolor do Distrito Federal recebe o Operário-MS e entra em campo com obrigação de vitória. Além do resultado em casa, a equipe precisará acompanhar combinações paralelas para garantir vaga na próxima fase da Copa Centro-Oeste. O 0 a 0 em Goiânia deixa uma leitura clara: a organização defensiva foi suficiente para competir fora de casa, mas a dificuldade ofensiva foi vital na tentativa falha de transformar controle em vantagem no placar. Na reta final, qualquer detalhe passa a ter peso de classificação.

    Primeiro tempo travado

    A etapa inicial apresentou um jogo fragmentado, com excesso de impedimentos e pouca fluidez ofensiva no gramado do OBA. O time candango teve momentos de posse de bola, mas sofreu para dominar o campo adversário, sem transformar presença em finalizações perigosas. Os lançamentos pelo alto procurando o atacante Nescau eram a principal válvula de escape do tricolor. Com time misto, o Vila Nova também sofreu.

    A melhor oportunidade do Capital surgiu cedo, aos seis minutos, em cabeceio de Nescau após bola levantada na área. O goleiro Dalberson fez a defesa, mas o lance acabou invalidado por posição irregular, uma das várias na etapa inicial. Do outro lado, o Vila Nova respondeu apenas na reta final do primeiro tempo, aos 41, em chute de fora da área de Enzo, defendido por Luan, evidenciando a dificuldade ofensiva de Capital e Vila Nova.

    Jogo sem ritmo

    O segundo tempo manteve o mesmo padrão, com pouca criatividade e dificuldade na construção das jogadas. O Vila Nova voltou mais presente no campo ofensivo e criou boas oportunidades, principalmente pelo lado direito, mas parou na atuação segura do goleiro do Capital. Logo no primeiro minuto, Hayner apareceu com liberdade e finalizou para defesa de Luan.

    Aos seis, Ruan Ribeiro arriscou de longe e levou perigo, enquanto aos 20, Bruno Xavier teve a melhor chance do time da casa, ao cabecear sozinho dentro da área, mas novamente parando no goleiro candango, um dos destaques da noite tricolor. A resposta do Capital veio apenas na reta final. Aos 36 minutos, Cesinha recebeu dentro da área e ficou cara a cara com Dalberson, finalizando no canto. O goleiro do Vila Nova salvou o time goiano e evitou o que seria o gol da vitória visitante.

    VILA NOVA 0
    Dalberson; Hayner, Tiago Pagnussat 🟨, Anderson Jesus e Willian Formiga; João Vieira, Dodô (Nathan Camargo) e Enzo Felipe; Bruno Xavier (Kerlon), Gustavo Puskas (Jackson) e Ruan Ribeiro (Lucas Soares).
    Técnico: Guto Ferreira

    CAPITAL 0
    Luan; Genilson, Richardson, Lucas Oliveira e Renan Luís; Zé Mateus, Rodriguinho e Matheuzinho (Alison Mira); Moisés Tobinha (Cesinha), Gustavo Nescau 🟨 (Lessinho) e Yann Rolim (Ingro).
    Técnico: Luizinho Vieira

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  • Câmara aprova endurecimento de pena para preso em saída temporária que agredir mulher – Notícias

    Câmara aprova endurecimento de pena para preso em saída temporária que agredir mulher – Notícias

    15/04/2026 – 22:05  
    •   Atualizado em 15/04/2026 – 22:48

    Bruno Spada/Câmara dos Deputados

    Laura Carneiro, relatora do projeto de lei

    A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso por crime de violência doméstica e familiar contra a mulher se ameaçá-la ou praticar violência contra ela e seus familiares. A proposta será enviada à sanção presidencial.

    De autoria do Senado, o Projeto de Lei 2083/22 poderá ser aplicado, por exemplo, em situações de preso condenado por violência contra mulher quando estiver em saída temporária ou regime semiaberto ou aberto e continuar ameaçando a vítima.

    O RDD, de duração máxima de dois anos, exige o cumprimento de pena no regime fechado em cela individual, com restrições de visitas e de saídas para banho de sol. As entrevistas são monitoradas, e a correspondência fiscalizada.

    O texto foi aprovado nesta quarta-feira (15) no Plenário da Câmara, com parecer favorável da relatora pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), e com emenda do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Luiz Carlos Busato (União-RS).

    Denominada de Lei Barbara Penna, a proposta pretende reforçar a proteção da mulher vítima de violência doméstica e familiar.

    Autora do projeto, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) lembrou que, em 2013, Bárbara Penna “foi vítima de tentativa de feminicídio, teve o corpo incendiado, foi jogada do terceiro andar do prédio onde morava em Porto Alegre e teve seus dois filhos assassinados pelo então marido, condenado a 28 anos de prisão”. “Ainda assim, ela continuou a receber ameaças dele de dentro do estabelecimento penal”, diz a senadora, na justificativa da proposta.

    Regime mais rigoroso
    Também aplicável nessas situações de saída temporária ou regimes aberto ou semiaberto conquistados pela progressão de regime, o texto passa a considerar falta grave se o preso se aproximar da vítima ou de familiares dela na vigência de medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha.

    Atualmente, a Lei Maria da Penha já considera crime descumprir medida protetiva de urgência nos casos de violência doméstica e familiar, com pena de reclusão de 2 a 5 anos, mas isso depende de novo processo penal, com todas as fases de inquérito, apuração, denúncia e julgamento.

    Segundo a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/84), a falta grave nos regimes aberto ou semiaberto implica a regressão de regime para um mais rigoroso (como o fechado), perda de até 1/3 dos dias abatidos da pena por trabalho e estudo e reinício da contagem do prazo para progressão ao regime menos rigoroso novamente.

    A aproximação da vítima no âmbito da medida protetiva envolve um limite mínimo de distância fixado na decisão judicial, aplicando-se também, conforme o caso, a seus familiares e testemunhas. Não é permitido ainda contato com essas pessoas por qualquer meio de comunicação ou frequentar determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da mulher.

    Tortura
    Na lei que define os crimes de tortura, o projeto aprovado inclui a situação de submeter a mulher, repetidamente, a sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar, sem prejuízo da aplicação das penas relativas a outras infrações.

    A Lei 9.455/97 prevê pena de reclusão de 2 a 8 anos para o crime de tortura.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Eduardo Piovesan
    Edição – Pierre Triboli

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados