Dia: 1 de março de 2026

  • Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs

    Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs

    A obra da feira do Riacho Fundo II foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021 este GDF conseguiu destravar a ocupação das bancas para um funcionamento pleno do comércio

    Bem-estar para comerciantes e clientes

    Desde 2019, mais de 20 unidades passaram por serviços de manutenção e modernização. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contemplaram feiras-modelo e centrais em regiões como Riacho Fundo, Brazlândia, cinco em Ceilândia (P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba e Central), duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama.

    A abertura da unidade do Riacho Fundo II era uma demanda antiga da comunidade, conforme recorda a feirante Zilma Pinheiro, 54 anos. A obra foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021, graças aos esforços deste GDF para destravar a ocupação das bancas, começou a funcionar plenamente. “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”, comenta.

    Quem também celebrou a abertura do espaço foi a feirante Amelly Amorim, 59, que mantém uma lanchonete em uma das bancas. Ela já trabalhou em feiras livres do Gama e de Santa Maria, convivendo com os desafios de não ter um ponto fixo. “Era muita dificuldade porque a gente tinha que carregar as coisas, pegar peso. A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”, conta. “Sábado e domingo fica bem movimentado. Organizamos shows ao vivo também”.

    Amelly Amorim, feirante: “A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”

    Projetos

    O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o investimento nesses equipamentos foi fundamental para valorizar o trabalho dos feirantes e proporcionar ambientes mais seguros e acessíveis. “Investir nas feiras reforça o compromisso com a modernização, garantindo melhores condições de convivência e geração de renda por meio de reformas e construções, como a da Feira de Santa Maria”, concluiu.

    Com obras em andamento, a Feira Permanente de Santa Maria recebe aporte na ordem de R$ 12 milhões. A obra, esperada há mais de 20 anos, promete mais conforto, segurança e estrutura moderna para feirantes e clientes. O novo espaço terá área total de 2.623,50 metros quadrados, com módulos edificáveis padrão.

    Também estão em execução serviços de manutenção nos equipamentos permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, Candangolândia e Taguatinga (QNL/QNJ). Outros pontos que recebem melhorias no momento são o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifrúti de Planaltina e a Feira da Torre de TV. Além disso, a Feira do Paranoá está em fase de licitação, e estão sendo elaborados projetos para a construção de unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras.Zilma Pinheiro, comerciante na Feira do Riacho Fundo II: “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”

    Segundo o subsecretário de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Segov-DF, Alexandre de Jesus Silva Yanez, os serviços executados seguem as necessidades específicas de cada unidade, a fim de atender às principais demandas dos permissionários e frequentadores. “Em São Sebastião, por exemplo, focamos a reforma da área de alimentação, que precisava muito de reparos. 

  • Ex-BBB relata momentos de tensão durante férias em Dubai: “Surpreendida com a guerra”

    Ex-BBB relata momentos de tensão durante férias em Dubai: “Surpreendida com a guerra”

    A ex-participante do “Big Brother Brasil”, Elana Valenaria, vive momentos de apreensão durante suas férias em Dubai, nos Emirados Árabes. A influenciadora registrou o céu tomado por fumaça na cidade por conta do bombardeio americano.

    Elana escolheu o destino por ser um dos lugares que sempre desejou conhecer e chegou ao país em pleno período do Ramadã. Segundo ela, a viagem transcorria de forma tranquila até o início de um conflito em Abu Dhabi — cidade que ela havia visitado dias antes para conhecer uma das mesquitas mais famosas da região.

    Veja as fotos

    Ex-BBB relata momentos de tensão durante férias em Dubai: “Surpreendida com a guerra”Reçrodução / @elanavalenaria

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    “Estou fazendo uma viagem para cá por ser um dos destinos e culturas que sempre quis conhecer. Esses dias estavam sendo sensacionais e cheguei bem no Ramadã. Porém, fui surpreendida com a guerra que começou em Abu Dhabi, sendo que na terça eu estava lá conhecendo a Mesquita”, relatou.

    Já hospedada em Dubai, Elana contou que ouviu explosões na tarde de sábado enquanto estava na praia. Apesar de ter sido informada de que a cidade não seria atingida, o cenário mudou ao anoitecer.

    “Escutei da praia de Dubai explosões na tarde de sábado. Garantiram que aqui não seria atingido. Mas, no final do dia, um hotel que fica no campo de visão do meu começou a apresentar uma fumaça surreal. Começou a assustar todos, pois dava para escutar os aviões caça-mísseis passando”, descreveu.

    Ainda segundo Elana, por volta de 00h30, os hóspedes receberam um alerta da defesa civil nos celulares e foram orientados a se dirigir à recepção. O hotel conduziu todos, por precaução, a uma área segura no subsolo do prédio. “Tivemos toda assistência. Deram cobertas e travesseiros. Dormi lá mesmo, pois estava assustada”, contou.

    Neste domingo (01), a influenciadora recebeu orientações para evitar locais abertos e pontos turísticos. De acordo com Elana, até o momento, a situação está sob controle e não há confirmação de novos ataques na região onde está hospedada.

  • Últimos blocos pós-carnavalescos agitam quatro cidades do Distrito Federal

    Últimos blocos pós-carnavalescos agitam quatro cidades do Distrito Federal

    O bloco Maria Vai cas Outras é uma das atrações do pós-Carnaval deste fim de semana | Foto: Divulgação/Secec-DF

    Neste sábado (28), na mais nova região administrativa do DF, Água Quente, vai ter Samba Quente em frente à administração da cidade, na Quadra 1 do Condomínio Dom Francisco. A programação começa às 18h e conta com Gleison Rodrigo, Figura, Elas que Toquem e DJ Drigo.
    No centro de Brasília, no Museu Nacional da República, o Canteiro do Samba vai levar a batucada ao público a partir das 17h, com Nó Cego, Banda Maria Vai Casoutras, Samba Nosso, Bloco Eduardo e Mônica, Macetada Pagodão e Elas que Toquem. O ingresso, gratuito, deve ser retirado na plataforma Sympla.
    “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF

    No domingo (1º/3), a festa também começa às 17h em Planaltina, Ceilândia e Asa Sul. Em Planaltina, o Carnaval Delas estará na Praça São Sebastião, com Asé Dudu, DJ Cri$tyle, DJ Ana Ximenes e performances artísticas de poesia e drag queens.

    Na Praça do Cidadão, em Ceilândia, a folia começa às 15h, no Carnaflash. A programação conta com as companhias de dança Eletro Rock, Bad Boy, Over Boys, Moviment XXI, Ballet Dance e Comunidança.

    “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.
    Confira, abaixo, a programação.
    Sábado (28)

    Samba Quente — DF 280, Quadra 1, Condomínio Don Francisco (estacionamento em frente à Administração Regional de Água Quente), Água Quente
    → 18h15: Abertura com DJ
    → 19h: Elas que Toquem
    → 19h30: Gleison Rodrigo
    → 20h15: DJ Drigo
    → 20h30: Samba de Gafieira, com Sidney e Raabe
    → 20h45: Zamir
    → 21h: Figura
    → 21h30: DJ Drigo

    Canteiro do Samba/ Maratona da Ressaca — Museu Nacional, Plano Piloto
    → Das 17h à 1h
    Nó Cego
    Maria Vai cas Outras
    Bloco Eduardo e Mônica
    Elas que Toquem
    Samba Nosso

    Domingo (1º/3)

    Carnaval Delas — Praça São Sebastião, Planaltina
    → 15h: Abertura com DJ Nilma Naiz/ Mulher 50+
    → 17h40: Poesia e arte drag com Etcétera Vibes, Lady Raio Lazer e Raquel Ely
    → 19h: Asé Dudu
    → 19h40: DJ Cri$tyle
    → 20h25: Grupo musical convidado
    → 21h10: DJ Ana Ximenes

    Carnaflash — Praça do Cidadão, Ceilândia
    → 15h: DJ B.A
    → 16h: DJ Duda Master
    → 18h: Eletro Rock
    → 18h30: Bad Boy
    → 19h: Over Boys
    → 19h30: Moviment XXI
    → 20h: Ballet Dance
    → 20h30: Comunidança-DF
    → 21h: DJ Júlio Cesar
    → 21h40: DJ Gil Santiago

    *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

  • Governo do Distrito Federal é homenageado por avanços no agronegócio e empórios rurais

    Governo do Distrito Federal é homenageado por avanços no agronegócio e empórios rurais

    Governo do Distrito Federal é homenageado por avanços no agronegócio e empórios rurais Reconhecimento da associação de avicultores destaca a…


    Governo do Distrito Federal é homenageado por avanços no agronegócio e empórios rurais
    Reconhecimento da associação de avicultores destaca apoio do Executivo local; setor soma produção superior a 130 milhões de quilos de carne por ano
    Com produção anual superior a 130 milhões de quilos de carne de frango e faturamento bruto estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão, a avicultura do Distrito Federal se consolidou como um dos principais pilares do agronegócio local e como segmento estratégico da pecuária regional. Foi nesse contexto que membros da Associação dos Avicultores do Planalto Central (Aviplac) se reuniram, neste sábado (28), em um almoço de agradecimento ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.Durante o almoço, o governador firmou a disposição do GDF em apoiar o agronegócio: “Eu conheço essa realidade há 30 anos e fico muito feliz de ver o que está sendo feito aqui” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

    O encontro, realizado na Fazenda Milhomens, no Recanto das Emas, reuniu representantes da cadeia produtiva para reconhecer as políticas públicas adotadas nos últimos anos e apresentar novas demandas voltadas ao fortalecimento da atividade, como a renovação da isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a comercialização da cama de frango (material que forra o piso dos aviários e, após absorver os resíduos das aves, vira adubo orgânico de alto valor, rico em nitrogênio, fósforo e potássio), melhorias no fornecimento de energia elétrica às granjas, manutenção de estradas rurais e ampliação de incentivos e linhas de crédito.
    “Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir”Governador Ibaneis Rocha

    Durante o evento, o governador Ibaneis Rocha destacou que o fortalecimento do agronegócio passa por ações integradas entre as áreas técnicas do governo. Ele afirmou que conhece de perto a realidade do campo e reforçou que investir em infraestrutura é essencial para fortalecer quem produz no DF. Só a avicultura, considerada um dos principais segmentos da pecuária local, integra a agroindústria nacional e responde por parcela significativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária do DF.
    “Eu sei a dificuldade do produtor rural”, afirmou o chefe do Executivo. “A infraestrutura é a principal delas. Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir. Eu conheço essa realidade há 30 anos e fico muito feliz de ver o que está sendo feito aqui.”
    Avanço na avicultura
    Também homenageado no evento deste sábado, o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, falou sobre a importância estratégica do setor e das ações adotadas pelo GDF: “Esse é um dos segmentos mais fortes do agronegócio do Distrito Federal. Atendemos quatro pleitos apresentados pelos produtores: melhoria das vias rurais, reforço na energia, incentivo fiscal em votação na Câmara e apoio do BRB para novos galpões. Hoje são mais de 300 galpões em funcionamento e a meta é ampliar, gerando ainda mais impacto positivo na economia”.
    Atualmente, o DF reúne cerca de 100 produtores de frango de corte, com aproximadamente 500 aviários em operação, além de seis empresas de médio e grande portes na produção de ovos e mais de 500 pequenos produtores. Juntas, essas atividades compõem uma cadeia produtiva em expansão, responsável pelo abastecimento local e por parte do fornecimento interestadual de carnes e ovos.Rafael Toscano, presidente da Aviplac, ressaltou a importância do trabalho conjunto: “Essa parceria é necessária para que a atividade consiga se desenvolver cada vez mais, empregar e gerar impostos”

    O presidente da Aviplac, Rafael Toscano, ressaltou a relevância do apoio deste GDF para o fortalecimento do setor agropecuário: “A agricultura produziu mais de 1 bilhão de reais de PIB para o GDF em 2023, e esses números crescem a cada ano. Criamos 5 mil empregos diretos e mais de 16 mil no total. Movimentamos mais de 1 bilhão de reais em 2023, e a expectativa é crescer cerca de 300 milhões a cada ano. Essa parceria é necessária para que a atividade consiga se desenvolver cada vez mais, empregar e gerar impostos”.
    Eduardo Batista, presidente do Sindiaves: “O GDF é um facilitador das nossas ações. Embora pequenos, nós produzimos 1% do frango do Brasil inteiro e 3% dos ovos férteis, e hoje somos referência nacional”
    Para o presidente do Sindicato dos Avicultores do Distrito Federal (Sindiaves), Eduardo Batista, o encontro simboliza o reconhecimento do setor ao apoio do GDF nos últimos anos.“É um evento que está mostrando um pouco da nossa gratidão pelo que o GDF tem feito nesses últimos anos, especialmente na parte de infraestrutura, que é o que nós mais precisamos para poder acessar as nossas propriedades em paz”, declarou. “O GDF é um facilitador das nossas ações. Embora pequenos, nós produzimos 1% do frango do Brasil inteiro e 3% dos ovos férteis, e hoje somos referência nacional”.

    Apoio à agricultura

    Além das ações voltadas à pecuária  especialmente à avicultura, o GDF também tem adotado medidas de fortalecimento da agricultura. Em 2025, o governo instituiu oficialmente o período de colheita da soja no DF por meio de decreto, definindo entre janeiro e fevereiro o calendário oficial a cada safra. A iniciativa busca organizar o ciclo produtivo, valorizar o trabalho dos agricultores e fortalecer a interlocução entre o poder público, a assistência técnica e as entidades representativas do agronegócio.

    No campo da comercialização, o GDF anunciou recentemente a construção de um novo empório rural no Jardim Botânico, com investimento superior a R$ 1,4 milhão. O objetivo é ampliar o acesso a mercados e incentivar a venda direta da produção da agricultura familiar aos consumidores.
    A soja, principal grão produzido no DF, segue em destaque, com expectativa de movimentar cerca de R$ 1 bilhão na safra 2025/2026. São mais de mil produtores cadastrados para o cultivo do grão em aproximadamente 600 propriedades na capital federal, consolidando o setor agrícola como importante gerador de renda e emprego no meio rural.
    Apoio técnico e financeiro

    Outra frente de apoio ao setor produtivo é o crédito rural. Somente em 2025, mais de R$ 5 milhões foram destinados a produtores do DF por meio de programas de financiamento, com apoio técnico da Emater-DF, que auxilia na elaboração da documentação necessária para obtenção de crédito junto às instituições financeiras.

    Para ter acesso ao crédito rural, o produtor pessoa física ou jurídica  deve procurar atendimento na Emater-DF, apresentando documentos pessoais e da propriedade para avaliação da linha de financiamento mais adequada e da viabilidade do projeto.

    Crédito Agencia Brasilia

  • Filha de Fabiano Menotti ganha presente especial e se encanta com surpresa dos pais

    Filha de Fabiano Menotti ganha presente especial e se encanta com surpresa dos pais

    Aos 12 anos, Julia foi presenteada com um mini buggy rosa e não escondeu a empolgação ao ver o veículo pela primeira vez

    O cantor Fabiano Menotti, que forma dupla com César Menotti, e a esposa, Gabriela Menotti, prepararam um momento especial para a filha Julia, de 12 anos. Em uma publicação nas redes sociais neste sábado (28/2), o casal mostrou a surpresa feita para a primogênita: um mini buggy rosa.

    No vídeo, Julia aparece de olhos vendados, segurando no colo a irmã mais nova, Izabela. Acompanhada pela mãe, ela caminha até a área externa da casa, onde o veículo estava estacionado. Ao retirar a venda e perceber o presente, a menina se empolga, corre para ver o mini buggy de perto e, em seguida, sai para um passeio com a irmã.

    Veja as fotos

    Filha de Fabiano Menotti ganha presente especial e se encanta com surpresa dos paisReprodução / @gabymenotti

    Reprodução/Instagram @cesarmenotti

    César Menotti e famíliaReprodução/Instagram @cesarmenotti

    Reprodução/Instagram @fabianomenotti

    Fabiano e famíliaReprodução/Instagram @fabianomenotti

    Reprodução Instagram César Menotti e Fabiano

    César Menotti e Fabiano se apresentandoReprodução Instagram César Menotti e Fabiano

    Reprodução/Instagram

    Fabiano, a mulher, Marília Gabriela, e a filha JúliaReprodução/Instagram


    Ao compartilhar o registro, Gabriela comemorou o momento em família. “Ela aprendeu a andar com toda prudência e vai usar muito na fazenda. Juju Menotti ganhou um Mini buggy ROSA genteee! Ela está apaixonada. Bebela amando a carona. Sei o quanto vocês se alegram com tudo deixei aqui no reels pra compartilhar com vocês”, escreveu.

    Nos comentários, seguidores reagiram com mensagens carinhosas. “Eu amo ver que ela inclui a Bebela em tudo! Dá para perceber que ela faz de coração mesmo! Amo essas duas juntas! Parabéns aos papais pela criação e que Deus continue abençoando”, comentou uma fã.

    “Sensacional, Fabiano! E a tropa das filhas, lindas! Deus abençoe. Tem coisa que dinheiro nenhum paga, e vocês são exemplo de família linda. Curto demais vocês, de coração”, disse outra. “Agora só falta a carteira de motorista para a Juju! E a Bebela na função de copiloto! Que legal!”, brincou uma terceira.

  • Quem pode jogar a Série D 2027? O tabuleiro do Candangão explicado

    Quem pode jogar a Série D 2027? O tabuleiro do Candangão explicado

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    A reta decisiva do Campeonato Candango não vale apenas taça, rivalidade e vaga na final. O mata-mata do torneio local virou um verdadeiro tabuleiro estratégico em torno das duas vagas do Distrito Federal na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027. Com Gama x Ceilândia de um lado e Samambaia x Sobradinho do outro, cada resultado pode provocar efeito dominó na próxima temporada nacional. No momento, ninguém está garantindo na próxima edição do torneio nacional via regional.

    O regulamento reserva duas vagas na Série D do Brasileirão aos finalistas do Candangão. Quem chegar à decisão carimba automaticamente presença na quarta divisão nacional do ano seguinte. Porém, o cenário fica mais complexo quando entram na equação a Série D de 2026, os critérios de acesso e o ranking da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), outras maneiras de classificação ao torneio nacional.

    Há um ponto essencial para entender a engrenagem: se um clube do Distrito Federal subir da Série D para a Série C em 2026, ele deixa de ocupar vaga na edição seguinte da quarta divisão. Nesse caso, abre-se espaço via regional para o terceiro colocado do Candangão. Já se um time garantir vaga na Série D 2027 por chegar ao mata-mata nacional (critério adotado a partir deste ano) e já possuir vaga local assegurada, o lugar extra não retorna ao DF automaticamente: a reposição ocorre pelo Ranking Nacional de Clubes (RNC).

    O detalhe que muda tudo

    Outro fator decisivo está no próprio regulamento do Candangão. O terceiro colocado não será definido pela campanha da primeira fase. A posição será estabelecida exclusivamente pelo desempenho nas semifinais. Em caso de eliminação, o critério considera apenas os resultados do confronto eliminatório, ignorando pontuação anterior. No ano passado, por exemplo, o Brasiliense fez campanha geral melhor em comparação ao Ceilândia, mas ficou em quarto ao ser eliminado com saldo pior.

    Na prática, liderar a fase classificatória (posição ocupada pelo Gama, com 23 pontos conquistados) não garante vantagem na briga por uma eventual herança de vaga nacional. Quem cair na semifinal precisará ter campanha superior no duelo eliminatório para assegurar a terceira posição oficial da competição e também uma vaga na Copa do Brasil (o DF passou a ter três com a reformulação do calendário da CBF).

    Gama e Ceilândia

    Como se enfrentam na semifinal, Gama e Ceilândia vivem situação peculiar. Apenas um dos dois chegará à decisão e, automaticamente, reservará vaga na Série D 2027, independentemente da campanha nacional deste ano. O derrotado dependerá do próprio desempenho na quarta divisão de 2026 para buscar classificação via mata-mata ou torcer por eventual acesso do rival, caso fique em terceiro no Candangão.

    Se um deles subir para a Série C, o terceiro colocado do Candangão herdará a vaga regional aberta. Porém, se um deles garantir vaga nacional por chegar ao mata-mata e já tiver vaga via torneio local, o Distrito Federal não recebe automaticamente esse lugar adicional. Ele será reservado para o ranking da CBF. O Brasiliense, por exemplo, se classificou para a edição de 2026 desta maneira.

    Sobradinho e Samambaia

    Para Sobradinho e Samambaia, o caminho é mais direto. Quem avançar à decisão do Candangão garante presença na Série D do Brasileirão de 2027. O eliminado dependerá de uma combinação de resultados envolvendo acesso de outro clube do Distrito Federal, além própria definição da terceira colocação nas semifinais. Assim, o Leão da Serra e o Cachorro Salsicha herdariam vagas apenas se o finalista do torneio local entre Gama ou Ceilândia subir.

    Capital e Brasiliense

    Capital e Brasiliense disputam a Série D do Campeonato Brasileiro de 2026, mas não têm mais possibilidade de garantir vaga em 2027 pelo Candangão. Para jogar a próxima edição do torneio nacional, precisam subir para a Série C ou alcançar o mata-mata da quarta divisão deste ano. Mesmo conseguindo a vaga nacional por mérito esportivo, o Coruja e o Jacaré não abrirão espaço regional extra, justamente por não avançarem às semifinais da elite do DF.

    O cenário aberto

    O que parecia apenas disputa por vaga na final ganhou contornos de planejamento estratégico. Cada semifinal carrega peso duplo: esportivo e administrativo. A combinação entre acesso, ranking e regulamento transforma o Candangão 2026 em uma engrenagem complexa.

    No fim das contas, o tabuleiro está armado. Uma final garante vaga. Um acesso pode abrir caminho a quem não chegar na decisão local. Um mata-mata pode fechar portas. E o terceiro colocado, definido apenas pelo desempenho na semifinal, pode virar protagonista inesperado na corrida nacional.

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  • Adeus ao Botox? Xuxa, Camila Pitanga e mais famosas apostam em bioestimuladores

    Adeus ao Botox? Xuxa, Camila Pitanga e mais famosas apostam em bioestimuladores

    Camila Pitanga, de 47 anos, também abordou o tema de forma direta. A atriz afirmou que nunca aplicou Botox e que valoriza a naturalidade do próprio rosto: “Nunca fiz botox”, disse, ao explicar que prefere tratamentos que estimulem a qualidade da pele, em vez de bloquear a movimentação facial.

    Para a médica Gina Matzenbacher, especialista em estímulo de colágeno, a mudança é mais estratégica do que radical: “A toxina botulínica atua relaxando o músculo responsável pela ruga de expressão. Já o bioestimulador age na estrutura da pele, promovendo a produção de colágeno e a melhora da firmeza”, afirma.

    Sabrina Sato, de 43 anos, já mencionou publicamente o uso de bioestimuladores de colágeno como parte de seus cuidados estéticos, destacando a busca por firmeza progressiva e resultados mais naturais, reforçando a preferência por tratamentos que atuem na qualidade da pele ao longo do tempo.

    No cenário internacional, Jennifer Aniston, de 55 anos, também já falou sobre a importância de preservar a expressão facial. A atriz afirmou que evita exageros e prefere procedimentos que mantenham a naturalidade, priorizando a saúde e a estrutura da pele.

    Segundo a especialista, o crescimento da procura por bioestímulo está ligado à mudança de expectativa das pacientes: “Muitas mulheres hoje querem qualidade de pele e sustentação, não apenas suavização pontual de linhas. O efeito do bioestimulador é progressivo e pode durar de 12 a 18 meses, dependendo do metabolismo e da área tratada”, explica.

  • Conheça os brasileiros que vão disputar as Paralimpíadas de Inverno de 2026

    Conheça os brasileiros que vão disputar as Paralimpíadas de Inverno de 2026

    Delegação recorde terá sete atletas em Milão-Cortina, com representantes no esqui cross-country, biatlo e snowboard

    O Brasil definiu a delegação que representará o país nos Jogos Paralímpicos de Inverno de 2026, que serão realizados entre 6 e 15 de março em Milao e Cortina d’Ampezzo. O grupo contará com sete atletas, número recorde do país na história da competição. A convocação foi concluída após anúncio do Comite Paralimpico Brasileiro e da Confederacao Brasileira de Desportos na Neve.

    Esta será a quarta participação brasileira em 14 edições das Paralimpíadas de Inverno. O país competirá em três modalidades: esqui cross-country, biatlo e snowboard. O biatlo, que combina esqui cross-country e tiro esportivo, marca ampliação da presença nacional, já que o Brasil anteriormente havia competido em duas modalidades. Não haverá representantes no esqui alpino, curling ou hóquei no gelo.

    Aline Rocha

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    Aline RochaReprodução/COB


    A atleta disputará provas de biatlo e esqui cross-country. Esta será sua terceira participação em Jogos Paralímpicos de Inverno. Ela também integrou delegações brasileiras em outras edições paralímpicas, incluindo Jogos de Verão.

    Cristian Ribera

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    Reprodução/COB

    Cristian RiberaReprodução/COB


    Especialista no esqui cross-country, Cristian chega à sua terceira Paralimpíada de Inverno como principal destaque brasileiro. O melhor resultado do país na história da competição pertence a ele: sexto lugar na prova de 15 km em Jogos Paralimpicos de Inverno de PyeongChang 2018. Em 2025, conquistou o título mundial da modalidade e o Globo de Cristal, troféu concedido ao campeão geral da temporada da Copa do Mundo.

    André Barbieri

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    Reprodução/COB

    André BarbieriReprodução/COB


    O snowboarder participará de sua segunda edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno, após ter competido em Jogos Paralimpicos de Inverno de Pequim 2022.

    Guilherme Cruz Rocha e Robelson Lula

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    Guilherme CruzReprodução

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    Robelson LulaReprodução


    Ambos competirão no biatlo e no esqui cross-country e disputarão os Jogos pela segunda vez. Eles também representaram o Brasil em Pequim 2022. Os dois competem na categoria sitting, destinada a atletas que disputam as provas em cadeiras adaptadas.

    Elena Sena e Wellington Silva

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    Elena SilvaReprodução

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    Wellington SilvaReprodução


    Os dois atletas farão sua estreia em Jogos Paralímpicos de Inverno. Elena competirá no biatlo e no esqui cross-country, enquanto Wellington participará do esqui cross-country.

    A edição de 2026 marca o retorno dos Jogos Paralímpicos de Inverno à Itália, 20 anos após a realização do evento em Turim, sede da edição de 2006. No Brasil, a transmissão será realizada pelo Grupo Globo, com exibição das principais disputas no canal sportv.

  • Real Brasília goleia a Aruc e sela rebaixamento rival no Candangão

    Real Brasília goleia a Aruc e sela rebaixamento rival no Candangão

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    A tarde deste sábado (28/2) marcou capítulos opostos no Estádio Rorizão, em Samambaia. O Real Brasília goleou a Aruc, por 4 a 1, pela nona e última rodada da primeira fase do Campeonato Candango. O Leão do Planalto entrou em campo confortável, distante do Z-2 e sem ambições de semifinal. Do outro lado, o Gavião precisava vencer e torcer por combinação favorável de resultados. O roteiro terminou cruel para o recém-promovido, rebaixado na temporada seguinte ao título da segunda divisão em 2025.

    O contraste de cenários apareceu desde os primeiros movimentos. A Aruc jogava com o peso da necessidade, enquanto o Real Brasília atuava solto, leve e organizado. A matemática pressionava apenas um lado. O Leão do Planalto, mesmo sem urgência na tabela do Candangão, tratou de assumir o protagonismo técnico da partida. A postura agressiva desmontou qualquer esperança inicial do rival.

    Ritmo intenso

    O Real Brasília impôs ritmo acelerado e abriu o placar aos dez minutos. Após desvio de Davi Araújo na área, o zagueiro Shineider tentou cortar e mandou contra o próprio patrimônio. O gol esfriou momentaneamente o ímpeto da Aruc, mas não apagou o espírito de luta. Em jogada de lateral alçada na área, Livinho encontrou Dani Bocão, que testou firme para empatar e reacender a esperança cruzeirense.

    A reação, porém, durou pouco. Aos 24 minutos, Juan Mosquera apareceu livre após cruzamento pela direita e cabeceou sem marcação, recolocando o Leão em vantagem. O domínio técnico se transformou em placar elástico cinco minutos depois. Em bela troca de passes, Gustavo Henrique invadiu a área e finalizou com categoria para fazer o terceiro. O intervalo chegou com sensação de controle absoluto do Real.

    Destino fatal

    Com dois gols de margem, o Real Brasília reduziu intensidade e administrou a posse. A situação da Aruc ficou ainda mais delicada com a expulsão de Neres, após segundo cartão amarelo. Mesmo com um a menos, o Gavião tentou buscar espaços, mas esbarrou na organização defensiva do Leão. O cenário apontava para administração tranquila do resultado.

    Aos 29 minutos, o golpe final consolidou a goleada e a queda da Aruc no Campeonato Candango de 2026. Rômulo recebeu na entrada da área, ajeitou o corpo e acertou chute preciso no canto esquerdo. O quarto gol selou destino das equipes na competição. Após a parada para hidratação, o ritmo caiu, as equipes aceitaram o desfecho e o apito final confirmou a permanência realense e o descenso da Aruc.

    O Real Brasília encerra campanha estável, longe de riscos e pronto para planejar 2027. A Aruc, por outro lado, experimenta retorno imediato à segunda divisão, encerrando ciclo curto na elite local. O Candangão 2026 termina com lições duras para quem não conseguiu transformar necessidade em desempenho.

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