Dia: 13 de fevereiro de 2026

  • Plenário pode votar pedido de urgência para acelerar projeto sobre concorrência nos mercados digitais – Notícias

    Plenário pode votar pedido de urgência para acelerar projeto sobre concorrência nos mercados digitais – Notícias

    13/02/2026 – 14:40  

    Jefferson Rudy/Agência Senado

    Sede do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)

    Está na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados um requerimento de urgência para a análise do Projeto de Lei 4675/25, do Poder Executivo, que acrescenta a proteção à concorrência nos mercados digitais entre as atribuições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

    Se a urgência for aprovada, o projeto poderá ser votado diretamente no Plenário, sem passar pelas comissões permanentes da Câmara.

    O requerimento de urgência foi apresentado pelo deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG) e está na pauta há três sessões, mas ainda não foi votado por falta de acordo entre os líderes partidários.

    O que muda
    O projeto cria novos tipos de processo para proteger a concorrência em um mercado que envolve plataformas de internet que usam dados pessoais dos usuários para direcionar publicidade e alavancar negócios de empresas de todos os setores.

    O projeto permite que o Cade imponha deveres a grandes plataformas, aquelas com faturamento anual superior a R$ 5 bilhões no Brasil. Essas plataformas poderão ser consideradas de relevância sistêmica nos mercados digitais.

    O texto do governo cria um tipo de processo administrativo para identificar plataformas que atuam em vários segmentos, com poder suficiente para afetar a concorrência em diversos setores da economia, não apenas no digital.

    A proposta permite que o Cade proíba as grandes plataformas de práticas como dificultar a participação de concorrentes no mercado ou favorecer a oferta de seus próprios produtos em detrimento dos de outras empresas.

    O governo argumenta que diversos países já deram esse tipo de atribuição aos órgãos de defesa da concorrência como maneira de reagir ao poder cada vez maior das plataformas no mercado.

    Debate
    Para deputados da oposição, a proposta dá muito poder ao Cade em ano eleitoral. “Vai ampliar o poder do Cade para sancionar as plataformas, com critérios amplos e pouco definidos, interferência potencial em modelos de negócio, risco de aumento de custos e barreiras à inovação, impactos indiretos na cadeia produtiva”, criticou o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição.  “É um absurdo querer regular as redes sociais em pleno eleitoral”, acrescentou.

    O relator do projeto na Câmara, deputado Aliel Machado (PV-PR), negou que o texto envolva controle de conteúdo na internet. Segundo ele, a proposta protege as empresas nacionais em um mercado dominado por poucas grandes plataformas.

    “[O projeto] em nenhuma vírgula trata de conteúdo. Ele é defendido pelas plataformas e pelos empresários brasileiros porque corrige o monopólio. Ele cria um instrumento na legislação brasileira para proteger as empresas nacionais. O mundo inteiro está fazendo isso. O que nós queremos é que uma plataforma não decida qual empresa vai falir e qual não vai”, afirmou Machado.

    Reportagem – Antonio Vital
    Edição – Rachel Librelon

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto aumenta pena de importunação sexual na frente de criança – Notícias

    Projeto aumenta pena de importunação sexual na frente de criança – Notícias

    13/02/2026 – 18:00  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Prof. Reginaldo Veras, autor da proposta

    O Projeto de Lei 6192/25 aumenta a pena para o crime de importunação sexual quando o ato for cometido em local público e na presença de crianças ou adolescentes. Hoje a pena, que é de 1 a 5 anos de prisão, poderia chegar a 7 anos e meio nesses casos específicos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    O texto altera o Código Penal para determinar que a punição seja aumentada de um terço até a metade nesses casos. A importunação sexual ocorre quando alguém pratica ato libidinoso contra outra pessoa sem a sua concordância (como apalpar ou se masturbar em público).

    Proteção integral
    Segundo o autor, deputado Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), existe lacuna na legislação atual: o Código Penal já pune quem pratica atos libidinosos visando satisfazer lascívia diante de criança (reclusão de 2 a 4 anos), mas exige que o criminoso tenha a intenção específica de usar a presença do menor para isso.

    O projeto visa punir mais rigorosamente as situações em que a criança ou o adolescente acaba presenciando a importunação contra terceiros (em ônibus ou praças, por exemplo), mesmo que de forma acidental ou incidental.

    “A exposição de menores a atos libidinosos configura violação à dignidade e à integridade psíquica, valores que o ordenamento jurídico deve resguardar com prioridade absoluta”, afirma o deputado na justificativa da proposta.

    Próximos passos
    A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Ana Chalub

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Carnaval agita a Avenida Central com o Bloco das 11 na Cidade Estrutural

    Carnaval agita a Avenida Central com o Bloco das 11 na Cidade Estrutural

    Carnaval agita a Avenida Central com o Bloco das 11 na Cidade Estrutural O Carnaval chegou com força total na Cidade Estrutural, e os blocos…

    Carnaval agita a Avenida Central com o Bloco das 11 na Cidade Estrutural
    O Carnaval chegou com força total na Cidade Estrutural, e os blocos já estão prontos para tomar conta da Avenida Central. Entre eles, o tradicional Bloco das 11 promete arrastar uma multidão de foliões neste domingo (15), a partir das 17h, com muito axé, músicas carnavalescas e animação contagiante.
    Quem comanda a festa é o presidente do bloco, o carnavalesco Fábio Show, que destaca a expectativa de mais uma grande celebração. “A nossa missão é levar alegria para o povo e fortalecer a tradição cultural da cidade. O Carnaval é um momento de união, festa e valorização da nossa identidade”, afirmou.

    Tradição que nasceu da mobilização popular
    Criado em 2017, o Bloco das 11 surgiu após a Administração Regional publicar uma portaria determinando que os comércios da cidade funcionassem apenas até as 23 horas. Diante da negativa e do impacto na economia e na cultura local, líderes comunitários se organizaram e fundaram o bloco como forma de manifestação cultural e resistência popular.
    O que começou como um movimento em defesa do comércio e da cultura local rapidamente ganhou força e se consolidou como um dos eventos mais aguardados do calendário festivo de Brasília.
    Apoio e realização
    O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura, do Governo do Distrito Federal (GDF), além de parceiros locais como Doces Tasty, Açaí Show, Trash e Águia Móveis – considerada a mais completa loja de móveis da Estrutural.
    A realização é da ARTISE, reforçando o compromisso com a promoção da cultura e o fortalecimento das tradições carnavalescas na cidade.
    Neste domingo (15), a Avenida Central será palco de cores, ritmos e muita alegria, celebrando mais uma edição do Bloco das 11 e reafirmando o Carnaval como uma das maiores expressões culturais da comunidade da Estrutural.

    A redação jornalística do Portal A Política e o Poder divulga as atrações artísticas confirmadas para o próximo evento, que promete movimentar o público com muita música e animação.

    Entre os destaques está o DJ Igor Aguiar, conhecido por seu repertório eclético e sets que misturam os principais sucessos do momento com batidas eletrônicas envolventes.

    A programação também conta com a Banda Gatiares da Bahia, trazendo o melhor do ritmo baiano e músicas que garantem muita energia e interação com o público.

    Completando a grade artística, o cantor Rafel Topado promete levantar a plateia com um show animado e cheio de surpresas.

    O evento reforça o compromisso do Portal A Política e o Poder em apoiar a cultura e valorizar artistas que fazem a diferença no cenário musical.

  • Projeto dispensa audiência de custódia em caso de maus-tratos a animais – Notícias

    Projeto dispensa audiência de custódia em caso de maus-tratos a animais – Notícias

    13/02/2026 – 18:31  

    Divulgação/Câmara dos Deputados

    Delegado Bruno Lima, autor da proposta

    O Projeto de Lei 6484/25 dispensa a realização de audiência de custódia quando a prisão ocorrer em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    O texto altera o Código de Processo Penal para permitir que o juiz decida sobre a manutenção da prisão apenas com base nas informações do processo (autos). A decisão deverá ser fundamentada e tomada após manifestação do Ministério Público e da defesa, que poderá ser feita por meio eletrônico.

    Atualmente, a audiência de custódia serve para que o juiz avalie a legalidade da prisão e a necessidade de mantê-la, além de verificar se houve tortura ou maus-tratos policiais contra o preso.

    Justificativa
    O autor, deputado Delegado Bruno Lima (PP-SP), argumenta que os casos de violência contra animais têm crescido no país e exigem uma resposta estatal mais rápida. Ele cita dados de aumento de ocorrências no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

    Segundo Delegado Bruno Lima, a mudança não elimina o controle judicial, mas busca dar agilidade ao processo. “A proposta se apresenta como ajuste legislativo voltado à efetividade, à priorização e à proteção imediata em casos de maus-tratos a animais”, afirma o deputado.

    Exceções
    Pela proposta, a dispensa da audiência não é absoluta. O juiz poderá determinar a apresentação pessoal do preso a qualquer momento se houver denúncia de abuso ou ferimentos contra o detido, ou para esclarecer melhor a necessidade de decretar prisão preventiva.

    A medida vale para os crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais, inclusive quando se tratar de cães e gatos (Lei Sansão), que possuem pena mais grave.

    Próximos passos
    A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Ana Chalub

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto cria Fundo para Acolhimento de Animais para financiar abrigos – Notícias

    Projeto cria Fundo para Acolhimento de Animais para financiar abrigos – Notícias

    13/02/2026 – 19:11  

    Renato Araujo/Câmara dos Deputados

    Ramos: recursos virão de multas aplicadas em crimes ambientais e maus-tratos a animais

    O Projeto de Lei 6978/25 cria o Fundo para Acolhimento de Animais (FAA) para financiar abrigos e centros que cuidam de animais abandonados ou vítimas de maus-tratos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    O objetivo é garantir recursos permanentes para custear despesas essenciais como consultas veterinárias, cirurgias (incluindo castração), vacinas, alimentação e melhorias na estrutura dos locais de acolhimento.

    Poderão receber o dinheiro tanto centros mantidos pelo poder público quanto ONGs de proteção animal e consórcios públicos, desde que cumpram regras de fiscalização e prestação de contas.

    O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que muitos abrigos hoje dependem de doações instáveis, o que prejudica o serviço. “A ausência de uma fonte permanente de financiamento compromete a continuidade dos serviços prestados e limita a capacidade de atendimento”, diz em justificativa.

    Origem do dinheiro
    Segundo o texto, o fundo será abastecido por verbas do Orçamento da União, doações de pessoas e empresas, e repasses voluntários de estados e municípios.

    Também poderão compor o fundo recursos vindos de multas e acordos judiciais (termos de ajustamento de conduta) relacionados a crimes ambientais ou maus-tratos a animais.

    Transparência e punição
    Quem receber o recurso deverá apresentar um relatório anual detalhado sobre os gastos e o número de animais atendidos. O uso irregular do dinheiro poderá levar à suspensão dos repasses, obrigação de devolver os valores e proibição de receber novos recursos por cinco anos.

    Próximos passos
    A proposta que tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. . Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Menino de 8 anos baleado pelo pai em Itumbiara não resiste e morre

    Menino de 8 anos baleado pelo pai em Itumbiara não resiste e morre

    A criança estava internada desde a madrugada de quinta (12/2), quando o pai, Thales Machado, atirou contra os dois filhos no condomínio da família

    A tragédia que abalou Itumbiara (GO) teve seu desfecho mais triste na tarde desta sexta-feira (13/2), depois de uma grande repercussão do caso. Foi confirmado o falecimento do pequeno Benício Araújo Machado, de apenas 8 anos, o filho caçula que foi baleado pelo próprio pai.

    O secretário Thales Machado, de 40 anos, atirou nos dois filhos e se matou na sequência. O mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, já havia falecido, enquanto o segundo estava internado em estado gravíssimo em um hospital da cidade.

    Veja as fotos

    Thales Machado com a esposa e os filhosReprodução / Instagram

    Reprodução / Instagram

    Thales Machado, a esposa e os filhosReprodução / Instagram

    Reprodução / Instagram

    Thales Machado e os filhosReprodução / Instagram


    A informação do óbito foi confirmada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) e por fontes ligadas à unidade de saúde ao portal Metrópoles. O garoto foi a terceira vítima fatal do crime ocorrido na madrugada de quinta-feira (12/2), dentro do condomínio onde a família residia.

    O caso, que envolveu uma suposta carta de despedida e publicações nas redes sociais alegando o fim do casamento como motivação, dizimou a família e deixou a população do sul de Goiás em estado de choque.

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  • Projeto endurece regras para condenados por crimes sexuais contra crianças – Notícias

    Projeto endurece regras para condenados por crimes sexuais contra crianças – Notícias

    13/02/2026 – 19:19  

    Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

    Reimont: projeto une prevenção, punição e reparação

    O Projeto de Lei 6197/25 altera diversas leis para aumentar o rigor na punição de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, além de ampliar o direito das vítimas à reparação. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    A medida modifica o Código Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei dos Crimes Hediondos e a Lei da Escuta Protegida (Lei 13.431/17) com três eixos principais: proibição de trabalho com menores, progressão de regime mais difícil e reparação integral.

    Proibição profissional
    Pelo texto, quem for condenado por crime sexual contra vulnerável ficará proibido de exercer qualquer profissão (pública ou privada) que envolva contato direto e regular com crianças ou adolescentes.

    A lei atual prevê a perda de cargo público como efeito da condenação quando a pena aplicada for superior a 4 anos de reclusão (nos casos gerais) ou superior a 1 ano (nos casos de crime contra a administração pública), mas a proibição de trabalhar na iniciativa privada não é automática no Código Penal.

    Penas mais duras
    O projeto também endurece a progressão de regime na prisão. Para passar para um regime menos rigoroso (como do fechado para o semiaberto), o condenado terá que cumprir 70% da pena. Além disso, o juiz deverá avaliar se o preso participou de programas de acompanhamento psicossocial antes de autorizar o benefício.

    Atualmente, para crimes hediondos (como estupro de vulnerável), a progressão de regime exige o cumprimento de 50% da pena (se for réu primário) ou 70% (se for reincidente específico).

    A proposta ainda classifica como crime hediondo todos os delitos de natureza sexual cometidos contra crianças e adolescentes, impedindo benefícios como anistia e graça.

    Hoje, a Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) lista crimes específicos (como estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição de criança/adolescente).

    Reparação integral à vítima
    O projeto detalha o que consiste o “direito à reparação” das vítimas, incluindo:

    • Acesso a indenizações financeiras;
    • Atendimento imediato (médico e psicológico);
    • Acompanhamento de médio e longo prazo para reintegração escolar e comunitária;
    • Suporte para reconstrução de vínculos familiares.

    Pelo texto, o governo federal deverá, conforme a disponibilidade de orçamento, apoiar financeira e tecnicamente os programas voltados a esse atendimento.

    Justificativa
    O autor, deputado Reimont (PT-RJ), argumenta que a violência sexual exige uma resposta do Estado que vá além da punição, abrangendo prevenção e amparo. Ele cita dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicando que a maioria das vítimas de estupro são meninas menores de 14 anos.

    “A proposta busca construir um sistema coerente de prevenção, punição e reparação, que una o rigor penal ao compromisso ético e humano com as vítimas”, afirma o deputado.

    Próximos passos
    A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto destina 20% dos royalties de petróleo da foz do Amazonas para SUS e enfermagem – Notícias

    Projeto destina 20% dos royalties de petróleo da foz do Amazonas para SUS e enfermagem – Notícias

    13/02/2026 – 15:46  

    Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

    Deputada Enfermeira Ana Paula, autora do projeto de lei

    O Projeto de Lei 5542/25 estabelece que 20% da participação governamental (royalties) provenientes da futura exploração de petróleo e gás natural na foz do rio Amazonas sejam destinados ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é da deputada Enfermeira Ana Paula (Pode-CE) e está em análise na Câmara dos Deputados.

    Pelo texto, o montante arrecadado será dividido da seguinte forma:

    • Metade para a aquisição de insumos, equipamentos e medicamentos necessários ao funcionamento das unidades públicas de saúde; e
    • A outra metade para políticas de valorização da enfermagem, o que inclui programas de apoio à jornada de 30 horas semanais para a categoria.

    Os recursos serão geridos pelo Fundo Nacional de Saúde.

     

     

    Impactos
    A deputada defende que os recursos gerados com a exploração de petróleo na Margem Equatorial Brasileira devem produzir benefícios duradouros. “A medida contribuirá para a redução das desigualdades regionais e para a melhoria dos serviços prestados à população”, diz.

    Sobre o investimento na categoria da enfermagem, a deputada destaca que a valorização desses profissionais “é medida de justiça social e de fortalecimento da qualidade assistencial”.

    Próximos passos
    O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Minas e Energia; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto aumenta pena para exploração sexual infantil em fronteiras – Notícias

    Projeto aumenta pena para exploração sexual infantil em fronteiras – Notícias

    13/02/2026 – 16:37  

    Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

    Duda Ramos, autor da proposta

    O Projeto de Lei 6986/25 aumenta a pena para o crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de crianças e adolescentes quando praticado em faixas de fronteira. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

    O texto altera o Código Penal para determinar que, nessas regiões, a pena atual (reclusão de 4 a 10 anos) seja aumentada pela metade.

    Além disso, a proposta transfere para o Código Penal uma punição que hoje consta no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): a perda de bens e valores utilizados na prática criminosa. Esses recursos serão revertidos para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do estado onde o crime ocorreu.

    Justificativa
    O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que as regiões de fronteira enfrentam problemas específicos, como a fragilidade da presença do Estado e a facilidade de fuga, que favorecem a atuação de redes criminosas.

    “Nessas áreas, cria-se um ambiente propício para a atuação de redes criminosas que se aproveitam da vulnerabilidade social para transformar essas pessoas em desenvolvimento em mercadoria”, afirma o deputado.

    Próximos passos
    A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Ana Chalub

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Proposta eleva pena de estupro com lesão grave ou morte para 40 anos – Notícias

    Proposta eleva pena de estupro com lesão grave ou morte para 40 anos – Notícias

    13/02/2026 – 15:48  

    Renato Araújo/Câmara dos Deputados

    Ely Santos: penas brandas transmitem a sensação de impunidade

    O Projeto de Lei 4916/25, da deputada Ely Santos (Republicanos-SP), aumenta as penas para crimes contra a vida e a dignidade sexual. O texto, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), está em análise na Câmara dos Deputados.

    Para os crimes de estupro e estupro de vulnerável, a proposta aumenta a pena para 30 a 40 anos de reclusão se o crime gerar lesão corporal grave ou morte da vítima.

    As penas para o crime de homicídio qualificado sobem de 12 a 30 anos para 30 a 40 anos de reclusão. Para o de feminicídio: de 20 a 40 anos para 30 a 40 anos.

    De acordo com Santos, a discrepância atual das penas gera a sensação de desproporcionalidade, pois delitos de gravidade equivalente, que atingem bens jurídicos fundamentais (vida, integridade física e dignidade sexual), possuem penas máximas diferentes.

    Função preventiva
    “Delitos de gravidade equiparada não recebem a mesma resposta penal, criando sensação de injustiça, enfraquecendo a função preventiva da pena e dificultando a compreensão social da lógica do sistema jurídico”, disse.

    Ely Santos afirmou que unificar a pena em 30 a 40 anos para todos esses crimes harmoniza o sistema penal, eliminando discrepâncias. “Eleva o patamar mínimo de punição, evitando que a aplicação de penas brandas transmita sensação de impunidade e garante proporcionalidade”, declarou a parlamentar.

    A proposta, de acordo com Santos, não foi feita “sob o calor da emoção”, mas reconhece a urgência histórica de enfrentar crimes bárbaros que ferem o âmago da civilização e comprometem a confiança da sociedade no Estado de Direito.

    Próximos passos
    A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Tiago Miranda
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto cria sistema de rastreabilidade para combater adulteração de bebidas destiladas – Notícias

    Projeto cria sistema de rastreabilidade para combater adulteração de bebidas destiladas – Notícias

    13/02/2026 – 15:08  

    Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Ana Paula Lima: medida importate para garantir maior segurança sanitária à população

    O Projeto de Lei 5661/25 institui medidas para o controle, a fiscalização e a prevenção da adulteração de bebidas alcoólicas no Brasil e ainda um protocolo nacional para emergências de saúde causadas por produtos falsificados.

    A proposta, da deputada Ana Paula Lima (PT-SC), cria o Sistema Nacional de Rastreabilidade de Bebidas Destiladas, sob coordenação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em cooperação com a Receita Federal, órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária e forças de segurança.

    Pelo texto, todas as bebidas destiladas – com teor alcoólico superior a 13% – produzidas ou comercializadas no País deverão conter um sistema de identificação único, como um código QR nas embalagens.

    A ideia é que o consumidor possa conferir a origem, a composição e a autenticidade do produto por meio de um aplicativo gratuito da Anvisa a ser criado para essa finalidade.

    “O país enfrentou recentemente uma grave crise de saúde pública decorrente de episódios de intoxicação pelo consumo de bebidas fraudadas com metanol”, justifica Ana Paula Lima. “Essas ocorrências evidenciaram as fragilidades estruturais na fiscalização e na rastreabilidade das bebidas alcoólicas comercializadas no país”, ressaltou.

    A parlamentar diz ainda que, além de lesar o consumidor e a indústria formal, a conduta impõe um alto custo social ao Sistema Único de Saúde (SUS), que precisa lidar com emergências toxicológicas complexas e de rápida evolução clínica.

    Emergências
    Além da fiscalização, o projeto trata do atendimento às vítimas. O Ministério da Saúde deverá instituir um protocolo nacional para tratar intoxicações por metanol e outros álcoois tóxicos.

    Para garantir o tratamento, a lei cria o Estoque Estratégico Nacional de Antídotos, que contará com medicamentos como o fomepizol e etanol medicinal, distribuídos de forma que possam chegar a qualquer região em até seis horas.

    A proposta também torna obrigatória a notificação imediata de casos suspeitos de intoxicação por parte de hospitais, autoridades sanitárias e até dos estabelecimentos onde a bebida foi consumida.

    Punições mais rigorosas
    O projeto altera ainda o Código Penal para aumentar as penas de quem adultera bebidas alcoólicas. Se a fraude resultar em morte, a pena de reclusão pode chegar a 30 anos.

    Os estabelecimentos comerciais que venderem produtos adulterados também responderão solidariamente pelos danos causados aos consumidores.

    “O projeto traduz o compromisso do Estado brasileiro com a proteção da vida e da saúde e representa um passo decisivo para garantir maior segurança sanitária à população”, destaca Ana Paula Lima.

    Próximos passos
    A proposta será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Defesa do Consumidor; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada pelo Plenário da Câmara.

    Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Marcia Becker

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Marina Ruy Barbosa revela bastidores de “Antártida”, novo filme dos Estúdios Globo

    Marina Ruy Barbosa revela bastidores de “Antártida”, novo filme dos Estúdios Globo

    “Isso, como atriz, é uma das coisas que mais importa para mim. Quero surpreender o público, me surpreender e me desafiar! Acho que esse filme dá continuidade a esse processo e a esse amadurecimento como atriz”, acrescentou.

    A artista deu detalhes de sua personagem: “Não quero dar muito spoiler, mas é uma personagem que mexeu muito comigo. Acho que a mulher é isso: de modo geral, a gente se sente mais vulnerável em todos os sentidos”, disse.

    “A Inês, minha personagem, me atravessou de maneira profunda e intensa. Com certeza me marcou, não só como atriz, mas como pessoa também, porque o que ela vive no filme é muito intenso”, completou.

    A produção foi rodada no Rio de Janeiro e recriou o ambiente gelado da Antártida em estúdio. “É uma tecnologia nova, usada pela primeira vez no Brasil. No início, eu estava com certo receio, porque contamos uma história muito real e pensei se a tecnologia poderia atrapalhar de alguma forma, mas, pelo contrário, ela foi nossa parceira para contar essa história”, declarou Ruy Barbosa.

    O elenco do filme conta com outros nomes experientes na atuação. “Lázaro Ramos, Leandra Leal, Jairo Camilo e um grande elenco. Estou ansiosa para ver o resultado. A estreia está prevista para este ano”, afirmou Marina.

    A estrela ainda respondeu se a parceria com a Globo Filmes pode representar um possível retorno às novelas da emissora. “Eu cresci na Globo, então sempre vou ter um carinho muito grande e gratidão por todas as oportunidades que tive. E a nossa parceria continua, seja pelo filme ou por outros projetos que estão por vir”, concluiu a artista.

  • Projeto prevê até dez anos de prisão para quem dopar outra pessoa sem consentimento – Notícias

    Projeto prevê até dez anos de prisão para quem dopar outra pessoa sem consentimento – Notícias

    13/02/2026 – 12:46  

    Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Duda Ramo é o autor da proposta

    O Projeto de Lei 6998/25 torna crime dopar alguém com substâncias químicas ou medicamentos sem consentimento. A pena prevista é de quatro a dez anos de prisão, além de multa. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

    O texto pune também quem souber que a pessoa foi dopada e aproveitar-se da situação para cometer violência ou qualquer tipo de abuso.

    A punição pode aumentar de metade até o dobro se:

    • a substância for proibida ou tiver uso controlado por lei;
    • o crime ocorrer em eventos, como festas, shows ou competições esportivas;
    • o autor aproveitar uma relação de confiança ou autoridade sobre a vítima;
    • a vítima for mulher, criança, adolescente, pessoa idosa ou pessoa com deficiência;
    • houver grave dano à saúde da vítima.

    Nos casos em que o crime causar consequências mais graves, a prisão será de:

    • 8 a 12 anos, se causar ferimentos graves; ou
    • 8 a 20 anos, se resultar na morte da vítima.

    A proposta também prevê a punição de quem tentar cometer o crime

    O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que a legislação atual não define de forma clara como punir quem dopa outra pessoa, como acontece nos casos conhecidos como “Boa noite, Cinderela”.

    “Essa conduta é especialmente perversa, pois retira da pessoa sua capacidade de reação, de consentimento e, muitas vezes, até mesmo de memória dos fatos, dificultando a denúncia, a produção de provas e a responsabilização do agressor”, argumenta Ramos.

    Por fim, o texto deixa claro que o consentimento será considerado inválido quando for obtido por meio de engano, fraude, coação ou manipulação – ou se a vítima estiver alcoolizada ou sob efeito de outra substância incapacitante.

    Próximas etapas
    A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, pelo Plenário.

    Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Murilo Souza
    Edição – Rachel Librelon

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto anistia multas ambientais aplicadas a produtores rurais no Acre – Notícias

    Projeto anistia multas ambientais aplicadas a produtores rurais no Acre – Notícias

    13/02/2026 – 12:48  

    kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Coronel Ulysses é um dos autores da proposta

    O Projeto de Lei 2850/25 anistia infrações ambientais aplicadas a proprietários rurais no Acre até dezembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    A proposta, dos deputados Coronel Ulysses (União-AC) e Rodolfo Nogueira (PL-MS), está em análise na Câmara dos Deputados.

    Requisitos para obter a anistia
    Para ter direito ao benefício, o proprietário deverá:

    • estar inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR);
    • ter aderido ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) estadual ou federal; e
    • firmar compromisso para recuperar vegetação ou compensar o dano ambiental.

    Multas desproporcionais
    O projeto anula ou permite revisar multas consideradas desproporcionais à extensão do dano ambiental, ao valor da propriedade ou à capacidade econômica do produtor.

    O órgão ambiental terá 180 dias para revisar autos de infração com multas acima de 10 vezes o valor do imóvel ou que atinjam bens essenciais à atividade produtiva, como rebanhos e maquinário agrícola.

    Se a multa for considerada desproporcional, poderá ser revista e até substituída por compromissos ambientais.

    O texto também suspende medidas que impeçam atividades agropecuárias de subsistência e restrinjam o acesso a crédito rural enquanto durar o processo de adesão ao programa de regularização ambiental.

    Quem descumprir as obrigações previstas perderá a anistia. Nesse caso, as sanções suspensas voltarão a valer, e o produtor poderá ser responsabilizado nas esferas administrativa, civil e penal.

    Multas “em massa”
    Segundo os parlamentares, milhares de produtores rurais do Acre foram afetados por ações ambientais aplicadas em massa, muitas vezes sem contraditório e ampla defesa.

    Ulysses e Nogueira citam o município de Xapuri como exemplo. Nessa cidade, segundo os deputados, ocorreram apreensões de rebanhos e paralisação das atividades produtivas essenciais, comprometendo a subsistência e a economia local.

    Os parlamentares afirmam que o projeto reestabelece a segurança jurídica, promove a justiça social e assegura a sustentabilidade da produção rural no Acre.

    Próximos passos
    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

     

     

    Reportagem – Tiago Miranda
    Edição – Natalia Doederlein

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto cria adicional de 30% para profissionais de saúde em áreas de risco e conflito – Notícias

    Projeto cria adicional de 30% para profissionais de saúde em áreas de risco e conflito – Notícias

    13/02/2026 – 11:49  

    Bruno Spada/Câmara dos Deputados

    Enfermeira Ana Paula: o projeto reconhece que não existe saúde sem segurança

    O Projeto de Lei 5654/25 institui a Política de Proteção e Incentivo aos Profissionais de Saúde em Áreas de Conflito e Alta Periculosidade. A proposta, da deputada Enfermeira Ana Paula (Pode-CE), cria um adicional de risco por exposição à violência, que corresponderá a 30% do vencimento básico do profissional.

    A proposição está em análise na Câmara dos Deputados.

    O benefício será destinado a trabalhadores que atuam em unidades de saúde localizadas em regiões com conflitos armados, altos índices de criminalidade ou de vulnerabilidade extrema.

    Segundo o texto, a classificação das áreas de risco será feita por meio de ato conjunto dos ministérios da Justiça e Segurança Pública; e da Saúde, utilizando dados oficiais de segurança pública.

    O adicional terá natureza indenizatória, ou seja, não será incorporado ao salário para fins de aposentadoria. No entanto, o texto permite que o benefício seja acumulado com outros adicionais que o profissional já receba, como os de insalubridade e de periculosidade.

    Segurança e apoio psicológico
    Além da compensação financeira, a proposta prevê medidas de proteção para garantir a continuidade dos serviços de saúde em áreas violentas:

    • protocolos de evacuação em casos de confrontos;
    • sistemas de monitoramento e botões de pânico nas unidades;
    • reforço do policiamento no entorno; e
    • acompanhamento psicológico e psiquiátrico para os profissionais expostos ao risco.

    Enfermeira Ana Paula argumenta que a violência em comunidades e periferias muitas vezes força o fechamento de unidades e o afastamento de profissionais, o que agrava a desigualdade no acesso à saúde.

    “O projeto reconhece que não existe saúde sem segurança e que quem cuida também precisa ser cuidado”, afirma a autora. Segundo ela, com a nova lei, o Estado brasileiro passaria a valorizar juridicamente aqueles “que mantêm o SUS de pé mesmo em meio ao fogo cruzado”.

    Próximos passos
    O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Marcia Becker

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Projeto obriga órgãos públicos a oferecer atendimento em Libras para pessoas com deficiência auditiva – Notícias

    Projeto obriga órgãos públicos a oferecer atendimento em Libras para pessoas com deficiência auditiva – Notícias

    13/02/2026 – 10:47  

    Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Duda Ramos: objetivo é eliminar barreiras para informações e acesso a benefícios

    O Projeto de Lei 6851/25 determina que órgãos públicos ofereçam atendimento presencial com intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) ou profissional capacitado para atender pessoas com deficiência auditiva.

    O texto também pretende assegurar a pessoas surdocegas atendimento por guias-intérpretes capacitados.

    A proposta é do deputado Duda Ramos (MDB-RR) e se aplica a órgãos do governo federal, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Segundo o deputado, o objetivo é eliminar barreiras ao acesso a benefícios, programas sociais e orientações administrativas.

    Os serviços devem estar disponíveis durante todo o horário de funcionamento do órgão e poderão ser oferecidos por:

    • profissionais contratados pelo próprio órgão;
    • servidores públicos capacitados;
    • centrais públicas de interpretação ou consórcios entre municípios; ou
    • empresas especializadas contratadas com essa finalidade.

    Os órgãos também deverão:

    • manter um número mínimo de servidores capacitados em Libras;
    • oferecer treinamento contínuo aos funcionários que atendem o público;
    • instalar sinalização visível informando que o serviço está disponível.

    “Pessoas com deficiência auditiva enfrentam barreiras para compreender informações de agentes públicos, o que dificulta a realização de procedimentos básicos, o acesso a benefícios, a inscrição em programas sociais e a obtenção de orientações essenciais. Surdocegos sofrem obstáculos ainda maiores, já que dependem de guias-intérpretes especializados para comunicação tátil e visual adaptada à sua condição sensorial”, justifica o autor.

    Próximas etapas
    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Murilo Souza
    Edição – Marcia Becker

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • DF amplia em 157% a oferta de hemodiálise e garante 180 vagas para pacientes renais

    DF amplia em 157% a oferta de hemodiálise e garante 180 vagas para pacientes renais

    O espaço do HRT destinado à nefrologia passou por uma reforma completa, com inovação no parque tecnológico, renovação das máquinas de hemodiálise e troca do sistema de osmose | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Segundo ela, a modernização foi estrutural e tecnológica. “A gente fez uma reforma em todo o espaço, mexeu no parque tecnológico, renovou todas as máquinas de hemodiálise e trocou o sistema de osmose. Agora, temos um sistema de osmose reversa de duplo passo, que é inédito aqui na Secretaria de Saúde”, explica.

    Tecnologia e atendimento de ponta

    No HRT, a unidade de nefrologia passou por uma reforma completa. O espaço, que realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise no ano passado, recebeu novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações na infraestrutura elétrica e a troca integral do sistema de osmose (etapa essencial para garantir segurança e qualidade no tratamento).

    O sistema de osmose reversa é considerado o “coração” da hemodiálise. É ele que faz a purificação extrema da água utilizada no procedimento, eliminando impurezas e garantindo padrão rigoroso de segurança para pacientes com insuficiência renal.

    O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade saltou de 50 para 140 vagas, quase triplicando a oferta de tratamento.

    Inaugurado em 1974, o HRT é referência em diversas outras áreas da saúde pública do DF e foi a primeira unidade da rede a contar com banco de leite humano, implantado em 1978.

    Suporte para pacientes renais

    16
    Número de novas máquinas de hemodiálise do HRG

    No Hospital Regional do Gama, o novo setor de nefrologia começou a receber pacientes na última quarta-feira (11). Por lá, os investimentos são de aproximadamente R$ 3 milhões.

    A reestruturação incluiu troca integral do sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, aquisição de 16 novas máquinas de hemodiálise, novos monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais, além de adequações elétricas, hidráulicas e de climatização.

    Com a manutenção completa, a capacidade oficial hospitalar de hemodiálise dobrou, passando de 20 para 40 vagas. Além das vagas regulares, o HRG passou a oferecer suporte dialítico para dois pacientes por turno no box de emergência e ampliou o atendimento para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise. A medida fortalece o cuidado aos pacientes críticos, reduz a fila de egressos da UTI e aumenta o giro de leitos, contribuindo para uma desospitalização mais segura.Emanuelle Lustosa: “O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes”

    De acordo com Emanuelle Lustosa, a ampliação tem impacto direto na dinâmica hospitalar. “O maior impacto é para aquele paciente que está aguardando vaga de UTI. A gente vai conseguir atender esse paciente aqui, ele vai conseguir sair da UTI, e aquele que está no pronto-socorro poderá ir para a UTI. O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes”, detalha.

    Impacto direto na qualidade de vida

    O crescimento de 157% na oferta de vagas representa um marco para a saúde pública do DF. A ampliação da capacidade instalada e a modernização tecnológica impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes que dependem da hemodiálise, além de trazer mais segurança e previsibilidade às famílias.

    Paciente da unidade, a cuidadora de idosos Ana Selma Carvalho da Silva, de 34 anos, faz sessões três vezes por semana e relatou a diferença após a reforma. “Antes era tudo mais bagunçado, parede descascando, tinha equipamento que não funcionava muito bem. Agora está muito bom, a gente se sente mais acolhida”, conta. Ela também destacou o atendimento recebido. “Aqui o acolhimento é melhor. A qualidade dos enfermeiros para tratar a gente faz muita diferença”, afirma.

  • Projeto garante direito ao letramento digital para pessoas idosas – Notícias

    Projeto garante direito ao letramento digital para pessoas idosas – Notícias

    13/02/2026 – 09:58  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Luiz Couto: utilizar tecnologias digitais é um pré-requisito para o pleno exercício da cidadania

    O Projeto de Lei 5763/25 altera o Estatuto da Pessoa Idosa para incluir o letramento digital no rol de direitos dessa população. A proposta também prevê a criação de programas de qualificação continuada e do Sistema Nacional de Certificação de Saberes da Experiência.

    O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Apresentado pelo deputado Luiz Couto (PT-PB), o projeto define que é dever do Estado e da sociedade garantir o acesso a políticas de inclusão e de aprimoramento em tecnologias digitais. O objetivo é promover a cidadania no ambiente virtual e combater a discriminação tecnológica por meio de ações envolvendo diferentes gerações.

    Segurança e cidadania
    De acordo com a proposta, os programas de letramento deverão abranger desde o nível básico até o avançado, incluindo orientações sobre navegação segura, uso de serviços públicos online e a prevenção de fraudes e golpes virtuais.

    Na avaliação de Luiz Couto, a mudança é urgente em razão da rápida transformação tecnológica. “A capacidade de utilizar tecnologias digitais é um pré-requisito para o pleno exercício da cidadania, para o acesso a serviços públicos (saúde, previdência, bancos etc.) e para a manutenção de laços sociais”, lista.

    Reconhecimento profissional
    Outro ponto do projeto é a criação do Sistema Nacional de Certificação de Saberes da Experiência. O sistema busca reconhecer formalmente as habilidades e competências que as pessoas idosas adquiriram ao longo da vida profissional e social, mesmo sem formação acadêmica.

    A certificação poderá ser utilizada para comprovar qualificação profissional e auxiliar na progressão de carreira ou na reintegração ao mercado de trabalho. Segundo o deputado, o sistema transformará o conhecimento prático em um “ativo formalmente reconhecido, facilitando a recolocação, a progressão e o acesso a novos cursos, dignificando a trajetória profissional da pessoa idosa”.

    Implementação
    A proposta prevê que os programas de qualificação e o novo sistema de certificação sejam executados em parceria com o Sistema Único de Assistência Social (Suas), o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e com instituições de ensino profissional e superior.

    O projeto também incentiva o empreendedorismo e a criação de novas formas de renda para a pessoa idosa. Se aprovada, a lei entrará em vigor 90 dias após sua publicação.

    Próximos passos
    O projeto será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

    Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

    Reportagem – Noéli Nobre
    Edição – Marcia Becker

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Volta às aulas reforça ações contra abandono digital na rede pública

    Volta às aulas reforça ações contra abandono digital na rede pública

    Volta às aulas reforça ações contra abandono digital na rede pública Secretaria intensifica recomposição da aprendizagem e amplia projetos p…

    Volta às aulas reforça ações contra abandono digital na rede pública
    Secretaria intensifica recomposição da aprendizagem e amplia projetos pedagógicos no início do ano letivo
    O retorno às aulas marca um momento de reencontro entre estudantes, professores e o ambiente escolar após semanas de descanso. Mas, para educadores, esse início de ano letivo também exige atenção especial à retomada de rotinas e ao engajamento pedagógico, sobretudo diante de um fenômeno cada vez mais observado nas férias: o chamado abandono digital, quando alunos se afastam das plataformas e práticas de aprendizagem desenvolvidas ao longo do ano.

    Embora o descanso seja parte importante do calendário escolar, a interrupção total da rotina de estudos e o aumento do tempo de tela voltado exclusivamente ao entretenimento podem influenciar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas de aula.

    Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o retorno é um momento estratégico para reconectar os estudantes ao processo educativo. “A volta às aulas é sempre uma oportunidade de retomada. Trabalhamos para que esse reencontro com a escola seja acolhedor, organizado e pedagógico. A recomposição das aprendizagens é uma prioridade da nossa rede, especialmente após períodos de afastamento da rotina escolar”, afirma.

    A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), Ana Beatriz Goldstein, que atua na prevenção de conflitos e na promoção da convivência respeitosa nas escolas, destaca que o período pós-férias exige atenção redobrada à convivência e à segurança no ambiente escolar. “O abandono digital também dialoga com a segurança nas escolas. Com a mudança de rotina e o aumento da exposição às telas sem orientação, é fundamental que, no retorno, a escola fortaleça o diálogo sobre respeito, responsabilidade e uso consciente das redes, aliando o trabalho pedagógico ao acolhimento e ao cuidado emocional”, afirmou.

    A interrupção total da rotina de estudos e o aumento do tempo de tela voltado exclusivamente ao entretenimento podem influenciar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas de aula | Foto: Felipe Noronha/SEEDF

    Segundo Goldstein, integrar ações pedagógicas às iniciativas de cultura de paz é essencial no início do ano letivo, para reforçar vínculos e promover um ambiente seguro para a aprendizagem.
    Ações e projetos no retorno

    Na rede pública do Distrito Federal, o retorno às aulas também reforça, neste início de ano, programas estruturantes voltados à aprendizagem e à formação integral dos estudantes.

    Entre os projetos em curso, está o Programa Alfaletrando, que visa a garantir a alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental e a reforçar o letramento nos anos iniciais, com apoio pedagógico e ações formativas voltadas a professores e estudantes.

    Outra ação que ganha destaque é o NaMoral, programa focado em valores éticos, respeito e convivência, com expansão prevista para ampliar a sua atuação em mais escolas da rede.

    “A recomposição da aprendizagem e o fortalecimento da convivência são prioridades neste retorno. O abandono digital durante o período de férias é uma grande preocupação para nós e seguirá como ponto de atenção nas nossas estratégias”, afirma a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, destacando a importância do uso consciente da tecnologia e do engajamento escolar logo nas primeiras semanas de aula.

    A rede também organiza oficinas e formações para professores no decorrer do ano escolar, com foco em práticas pedagógicas que favoreçam o acolhimento, o uso das ferramentas digitais em contextos educativos e a mediação de conflitos.

    Pais e responsáveis são orientados a auxiliar os discentes nessa transição, retomando gradualmente rotinas de estudo, incentivando a leitura e a participação em projetos escolares, além de estabelecer limites saudáveis para o uso recreativo das telas antes do início das aulas.

    Ao longo do ano letivo, a rede também promove oficinas e atividades formativas e culturais voltadas à convivência escolar e à segurança nas redes. As ações envolvem professores e estudantes e reforçam práticas de acolhimento, mediação de conflitos e uso responsável da tecnologia no ambiente escolar.

    *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

  • Projeto prevê dedução no imposto de renda de gastos com saúde de pets – Notícias

    Projeto prevê dedução no imposto de renda de gastos com saúde de pets – Notícias

    13/02/2026 – 08:31  

    Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

    Dener: saúde única integra saúde humana, animal e ambiental

    O Projeto de Lei 6307/25 permite que contribuintes deduzam do Imposto de Renda (IR) despesas com a saúde preventiva de cães e gatos. A proposta altera a legislação tributária federal (Lei 9.250/95) e está em análise na Câmara dos Deputados.

    Pelo texto, a dedução anual será limitada a R$ 3 mil por contribuinte. Esse teto poderá ser aumentado em 50% caso o animal tenha sido adotado em abrigos públicos ou em entidades de proteção animal sem fins lucrativos.

    Despesas dedutíveis
    O projeto especifica que nem todos os gastos veterinários poderão ser abatidos. A medida restringe o benefício à “saúde preventiva”, englobando exclusivamente:

    • vacinação obrigatória e complementar;
    • procedimentos de castração (cirúrgica ou química);
    • implantação de microchip ou identificador eletrônico;
    • consultas veterinárias de rotina e exames laboratoriais de prevenção de zoonoses;
    • medicamentos e insumos vinculados a esses procedimentos.

    Para ter direito ao benefício, o contribuinte precisará apresentar nota fiscal com identificação do profissional ou do estabelecimento. Além disso, o animal deverá estar cadastrado em um sistema oficial reconhecido pelo poder público.

    Saúde única
    A proposta institui a “Política Nacional de Incentivo Fiscal à Saúde Única de Cães e Gatos”. O objetivo é integrar dados da administração tributária com os de órgãos de vigilância em saúde para monitorar campanhas de vacinação e de controle de doenças.

    O autor, deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR), cita o conceito de “saúde única”, que integra saúde humana, animal e ambiental. O texto menciona dados de mercado indicando que o Brasil possui cerca de 160 milhões de animais de estimação e argumenta que o cuidado preventivo ajuda a reduzir a incidência de zoonoses (doenças transmitidas de animais para humanos), diminuindo os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Não cuidar preventivamente da saúde de cães e gatos tem custo elevado para a sociedade, seja em sofrimento humano, seja em gastos do SUS com internações, tratamentos e sequelas de doenças evitáveis”, disse.

    Ainda segundo Defensor Stélio Dener, a proposta se diferencia de outras iniciativas por focar na saúde pública, e não apenas no alívio financeiro. “Não se trata de um benefício difuso e ilimitado para quem pode gastar mais com seus animais, mas de um instrumento de política pública, focalizado na prevenção, na adoção e no controle populacional ético”, concluiu.

    Próximos passos
    A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

    Reportagem – Emanuelle Brasil
    Edição – Ana Chalub

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados

  • Após troca de unfollow, Sarah dispara sobre Juliette: “Não me respeitou”

    Após troca de unfollow, Sarah dispara sobre Juliette: “Não me respeitou”

    As duas saíram da amizade para a rivalidade durante o “BBB21”, mas mantinham uma relação amistosa até então

    A relação conturbada entre Sarah Andrade e Juliette Freire segue ganhando novos capítulos. Isso porque, durante a estadia da loira no “BBB26”, ela recebeu o unfollow da ex-amiga. Já do lado de fora da casa, a espiã retribuiu o gesto. Agora, ela justificou que se sentiu desrespeitada pela campeã do “BBB21”, que chegou a pedir torcida para eliminá-la do programa.

    Em entrevista ao Extra, a recém-eliminada do reality show falou sobre a polêmica que vinha movimentando os fãs nas redes sociais: “Para mim foi uma grande decepção. Eu já encontrei a Juliette diversas vezes aqui fora. A gente sempre se tratou muito bem. Lá dentro do programa eu nunca falei mal dela. Quando eu saí, vi que ela puxou torcida para me tirar. Nunca imaginei que ela poderia fazer isso”.

    Veja as fotos

    Sarah Andrade abre o jogo sobre Juliette e pressão das torcidas no “BBB 26”. Reprodução: Globo

    Reprodução Instagram Sarah Andrade

    Sarah Andrade com Tadeu Schmidt após eliminaçãoReprodução Instagram Sarah Andrade

    Reprodução: Globo

    Juliette Freire no “BBB 21”Reprodução: Globo

    Reprodução/Instagram

    Sarah Andrade é ex-participante do “BBB 21”Reprodução/Instagram

    Reprodução Instagram

    Reprodução Instagram


    Sarah acrescentou que a decepção aumentou ao ver que a paraibana havia deixado de segui-la: “Pensei: “Cara, para mim não tinha sentido nenhum continuar seguindo uma pessoa que não me respeitou, ainda mais depois de eu a elogiar e a considerar uma grande jogadora porque ela foi incrível em tudo que ela fez. Para que eu vou seguir uma pessoa que não tá aceitando nem os elogios que eu tenho para ela?”

    A veterana do “BBB26” ainda se justificou contra as críticas por supostamente tê-la citado repetidas vezes durante a temporada. De acordo com ela, eram apenas gestos de admiração: “As pessoas queriam saber dela. Ela foi um grande ícone no Big Brother. Como que não vou citar uma pessoa que foi o maior ícone da história do ‘BBB’?”.

    “Não tem como estar naquele programa e os outros participantes não lembrarem dela. Então, as pessoas iam perguntar para mim. Eu falava sobre ela porque realmente ela foi um grande ícone e vai ser lembrada para o resto da vida”, finalizou Sarah.

  • Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows

    Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows

    Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows DF Folia 2026 também investe em segurança e infraestrutura, beneficiando diretamente a …

    Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows
    DF Folia 2026 também investe em segurança e infraestrutura, beneficiando diretamente a região
    O Carnaval no Entorno do Distrito Federal ganha força em 2026, prometendo uma folia que une tradições brasilienses e goianas. Inspirado na programação oficial do DF, que concentra blocos e desfiles em regiões administrativas próximas, como Planaltina, Gama, Brazlândia, São Sebastião e Samambaia, o Entorno torna-se extensão natural da festa.

    Foliões de Luziânia, Valparaíso e Cidade Ocidental, entre outras cidades do Entorno, têm neste ano uma chance única de curtir o Carnaval sem sair da região metropolitana. A programação oficial da Secretaria de Cultura (Secec-DF) abre espaço em oito regiões administrativas estratégicas, conectando-se diretamente à folia goiana e facilitando o acesso por rodovias próximas.

    O Carnaval no Entorno vai unir tradições brasilienses e goianas, com inspiração na programação oficial da capital federal | Foto: Divulgação/Secec-DF

    Cidades como Planaltina, São Sebastião, Gama e Brazlândia têm acesso facilitado para Luziânia e municípios vizinhos pela BR-040 e pela BR-060, enquanto Santa Maria, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga atraem público por acessos rápidos.

    “O DF Folia 2026 foi pensado para além das fronteiras administrativas do Distrito Federal. Quando investimos em infraestrutura, segurança e descentralização dos blocos, estamos fortalecendo uma lógica metropolitana de acesso à cultura, que acolhe também os foliões do Entorno. O Carnaval é um direito cultural, gera emprego, movimenta a economia local e aproxima territórios que, na prática, já compartilham o mesmo cotidiano”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes
    Na mesma linha, o secretário do Entorno do DF, Cristian Viana, reforça a integração dos foliões da região, que desfrutam tanto do Carnaval municipal quanto do distrital: “Os municípios vizinhos são parte da nossa folia. Venham para as RAs do DF curtir blocos seguros e animados — é carnaval metropolitano, com segurança e alegria para todos os nossos brincantes”.
    Em Planaltina (DF), a poucos quilômetros de Planaltina de Goiás, os blocos de rua saem a partir de 14 de fevereiro, com marchinhas e axé animando as ruas centrais. Sobradinho segue o mesmo clima, com programação de 15 a 18 de fevereiro, incluindo shows gratuitos no Ginásio Nilson Ribeiro, atraindo público da saída Norte do DF.

    A expectativa é de recorde de público, com o GDF investindo em infraestrutura que beneficia também o Entorno, como iluminação LED e banheiros químicos nas vias de acesso.

    *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

  • José de Abreu detona interesse da Globo em novelas turcas: “Vergonha”

    José de Abreu detona interesse da Globo em novelas turcas: “Vergonha”

    As produções estrangeiras podem chegar à TV aberta após acumularem bons números no Globoplay

    O ator José de Abreu se revoltou com o possível interesse da Globo em exibir produções da Turquia em TV aberta. Em suas redes sociais, ele reagiu a uma reportagem que indicava que as reprise de telenovelas brasileiras seriam substituídas pelas estrangeiras na faixa da tarde. Atualmente, as novelas turcas são exibidas no serviço de streaming da emissora.

    “Que vergonha”, comentou o artista, que deixou de ter contrato fixo com o canal em 2020, após 40 anos na empresa.

    Veja as fotos

    José de AbreuDivulgação

    Crédito: Estevam Avellar/Globoplay

    Crédito: Estevam Avellar/GloboplayCrédito: Estevam Avellar/Globoplay

    Reprodução Instagram

    José de Abreu sorrindo. Ele usa um óculos de armação na cor vermelhaReprodução Instagram

    Reprodução/YouTube

    José de Abreu não tem mais contrato fixo com a emissora desde 2020.Reprodução/YouTube

    Reprodução Instagram

    Lula e José de AbreuReprodução Instagram


    De acordo com o site Na Telinha, a TV Globo estuda a alteração na faixa da tarde de sua programação, com os clássicos nacionais dando lugar às produções estrangeiras dubladas. A alteração passaria a valer já após o fim da reexibição de “Terra Nostra”(1999), que retornou à TV Globo em 1º de setembro de 2025. A previsão é que o último capítulo vá ao ar entre o final de abril e o início de maio.

    Nos últimos dias, José de Abreu anunciou sua candidatura a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (PT-RJ) nas eleições deste ano, 2026. O fato foi revelado em sua rede social após ele receber o convite de Washington Quaquá, vice-presidente da legenda e prefeito de Maricá.

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  • Projeto estabelece regras para propostas legislativas de saque do FGTS – Notícias

    Projeto estabelece regras para propostas legislativas de saque do FGTS – Notícias

    12/02/2026 – 14:03  

    Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

    Daniel Almeida: propostas legislativas representam riscos à sustentabilidade do FGTS

    O Projeto de Lei 1220/25, do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), estabelece requisitos formais para novas propostas legislativas referentes a saque ou aplicação de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O texto, que inclui as regras na Lei do FGTS (Lei 8.036/90), está em análise na Câmara dos Deputados.

    Pela proposta, qualquer novo projeto para incluir nova hipótese de movimentação da conta do FGTS ou nova modalidade de aplicação de recursos deve ser acompanhado de Análise de Impacto Regulatório (AIR) ou análise econômico-financeira, definida pelo Conselho Curador do FGTS, que demonstre a sustentabilidade e a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do fundo.

    A AIR é o procedimento de avaliação prévia à edição dos atos normativos de interesse geral, que conterá informações e dados sobre os seus prováveis efeitos para subsidiar a tomada de decisão.

    O conselho curador deverá decidir sobre essas propostas de iniciativa do Executivo. O conselho é um órgão colegiado tripartite, composto por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo federal.

    Riscos ao FGTS
    Segundo Almeida, propostas legislativas em tramitação no Congresso Nacional, para ampliar hipóteses de saque ou redirecionar aplicações, representam riscos à sua sustentabilidade e integridade financeira.

    “A flexibilização indiscriminada de saques, sem critérios técnicos rigorosos, pode comprometer a liquidez do fundo, cujos ativos estão majoritariamente alocados em operações de longo prazo, com duração média de 18 anos”, afirmou.

    Daniel Almeida disse que esses investimentos não podem ser resgatados antecipadamente sem romper contratos, prejudicar projetos em andamento e onerar o sistema financeiro.

    Para o deputado, a proposta traz salvaguardas para garantir que ampliações de saques ou novas aplicações de recursos sejam precedidas de estudos técnicos que avaliem impactos na liquidez, riscos de desequilíbrio patrimonial e distorções nas políticas públicas vinculadas ao fundo.

    “A proposta equilibra o acesso aos recursos com a garantia de um fundo sólido e perene, capaz de cumprir seu duplo propósito: assegurar proteção ao trabalhador e fomentar o desenvolvimento nacional, hoje e no futuro”, declarou.

    Próximos passos
    A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Reportagem – Tiago Miranda
    Edição – Roberto Seabra

    Créditos da Matéria Câmara dos Deputados