A jornalista passa a dividir a banca com William Bonner a partir de 20 de fevereiro
Sandra Annenberg conversou com o repórter do portal LeoDias, Eduardo Reis, durante a coletiva de imprensa que anunciou as novidades do jornalismo da Globo para 2026. A apresentadora do “Globo Repórter” relembrou as parcerias ao longo do tempo com seu novo colega de apresentação, William Bonner.
De acordo com ela, a dupla começou em passos curtos, com participações esporádicas em jornalísticos da emissora. Como exemplo, a profissional citou quando eles dividiram a bancada do “Jornal da Globo”: “A Fátima Bernardes tinha acabado de sair para o ‘Fantástico’. Então, fizemos nos últimos três meses do jornal no Rio de Janeiro. Isso lá em 1992”.
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Sandra Annenberg conversou com o repórter Eduardo Reis, do portal LeoDias.Portal LeoDias
Sandra Annenberg conversou com o repórter Eduardo Reis, do portal LeoDias.Portal LeoDias
Sandra Annenberg conversou com o repórter Eduardo Reis, do portal LeoDias.Portal LeoDias
Sandra e Bonner também dividiram brevemente o “Fantástico” e outras atrações, como as retrospectivas anuais da Globo: “Ou seja, na verdade, a gente sempre se encontrava e se esbarrava ali trabalhando juntos, mas não formando uma dupla definitiva. E dessa vez, agora, sim, estamos juntos no ‘Globo Repórter’ para finalmente trabalharmos juntos. Espero que seja uma vida longa”.
No bate-papo, Sandra ainda destacou a amizade com o colega de profissão fora dos estúdios: “A intimidade é para o bem e para o mal. Ela pode atrapalhar, inclusive. Mas é muito gostoso porque a gente pode dar pitaco, a gente pode falar: não, não ficou bom isso, vamos refazer, vamos fazer de novo’. E o que eu acho que é mais importante é que os dois querem que os dois estejam bem, sabe?”.
“Então eu levanto a bola para ele cortar, eu vou na defesa, levanto de novo, ele levanta para mim. E é um ping e um pong, a gente está jogando junto. E é isso que é gostoso de trabalhar junto com alguém que você confia e a gente quer que o outro se dê bem”, acrescentou Annenberg, que convidou a audiência para o programa: “20 de fevereiro, logo depois do Carnaval, estreia nova temporada. De cara nova com William Bonner. Com um cenário belíssimo, a gente te convida pra sentar junto com a gente no sofá, relaxar e assistir toda sexta-feira à noite”.
Dr. Zacharias Calil: diagnóstico precoce é essencial para a qualidade de vida da criança
O Projeto de Lei 2063/25 torna obrigatória a realização de triagem para identificação de risco de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças a partir dos 16 meses de vida. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
De autoria do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), a proposta estabelece que o teste deverá ser aplicado em todos os bebês dessa faixa etária, e não apenas em casos nos quais já existe suspeita visível.
O parlamentar argumenta que o diagnóstico entre os 16 e 36 meses é determinante para a eficácia de terapias e outras formas de tratamento.
“Estudos científicos têm evidenciado, de forma categórica, que o início precoce do acompanhamento pode reduzir significativamente as dificuldades de desenvolvimento associadas ao TEA”, afirma.
Calil reforça que a medida não apenas antecipa cuidados de saúde, como também reduz custos sociais e econômicos futuros decorrentes da falta de assistência na infância.
Como funcionará a triagem De acordo com o texto, a avaliação deverá ser feita utilizando instrumentos padronizados, traduzidos e validados para o português, seguindo recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) ou do Ministério da Saúde.
Um dos exemplos citados na justificativa da proposta é o M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers), um questionário simples capaz de rastrear sinais de risco em crianças pequenas.
Intervenção imediata Caso a triagem aponte possibilidade de autismo, a criança deverá ser encaminhada para duas frentes simultâneas:
avaliação com equipe multiprofissional para confirmação do diagnóstico; e
programa de estimulação precoce.
Essa diretriz busca evitar que a criança fique sem assistência enquanto aguarda o laudo médico definitivo, aproveitando a janela de neuroplasticidade (fase inicial do desenvolvimento humano) da primeira infância.
Deveres do Estado O projeto determina ainda que o Poder Executivo deverá capacitar profissionais de saúde, educação e assistência social para aplicar a triagem e orientar as famílias.
Também prevê a realização de campanhas de conscientização sobre os sinais precoces do TEA.
Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira
O relator da proposta que regulamenta o trabalho por aplicativo (PLP 152/25), deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), disse que o texto pode ser votado em comissão especial após o carnaval, provavelmente em março.
Em entrevista ao Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, Coutinho ressaltou que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), trata o tema com prioridade.
Segundo o relator, já foram feitas reuniões com os ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e do Trabalho, Luiz Marinho, além de encontros com representantes dos trabalhadores e de entidades de defesa do consumidor.
“A gente está tentando fazer um projeto que vai abranger todos os aplicativos (de entrega e de transporte), o que é realmente muito mais complexo”, apontou.
No fim do ano passado, Augusto Coutinho chegou a apresentar um substitutivo, tendo como eixo central a manutenção da autonomia do trabalhador na relação com as empresas.
O texto cria um regime jurídico próprio, que estabelece um conjunto mínimo de direitos e garantias, como proteção previdenciária, transparência nas regras algorítmicas, acesso prévio às informações de cada serviço e possibilidade de revisão humana em caso de bloqueio e penalidades.
Coutinho disse estar aberto às sugestões do governo e dos setores envolvidos, até que a proposta seja colocada em votação. Segundo ele, o que não for possível ter consenso pode ser decidido no voto.
“A gente tem de ter o cuidado de não interferir tanto no serviço a ponto de inviabilizar ou encarecer o trabalho por aplicativo. A gente tem de dar segurança ao trabalhador, às plataformas e ao consumidor”, declarou.
Depois de passar pela comissão especial, o projeto também terá de ser analisado pelo Plenário da Câmara.
O Projeto de Lei 789/25 propõe a criação de uma série de políticas públicas voltadas para mulheres, com atenção especial às mães de múltiplos (gêmeos, trigêmeos ou mais). O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
De autoria do deputado Zé Neto (PT-BA), a proposta altera a Lei Orgânica da Saúde e a que institui o Programa Minha Casa, Minha Vida, para incluir critérios específicos de apoio a essas famílias. O objetivo é mitigar o impacto financeiro imediato que o nascimento simultâneo de filhos causa no orçamento doméstico.
Zé Neto ressalta que o nascimento de múltiplos eleva drasticamente os custos familiares e dificulta o retorno da mulher ao mercado de trabalho, exigindo apoio estatal. “A criação de filhos já impõe desafios financeiros e logísticos significativos, e esses desafios são ampliados exponencialmente quando há o nascimento simultâneo de dois ou mais filhos”, argumenta o parlamentar.
Habitação e crédito Um dos pontos centrais do projeto é a alteração nas regras de habitação popular. O texto estabelece que mães responsáveis por filhos gêmeos ou trigêmeos terão:
prioridade no Minha Casa, Minha Vida e em outros programas habitacionais de interesse social, servindo como critério de desempate entre candidatos elegíveis;
linha de crédito especial no BNDES para infraestrutura em projetos habitacionais onde a família for chefiada por mulher.
Além disso, o projeto prevê acesso facilitado a programas de microcrédito e fomento ao empreendedorismo, garantindo condições especiais para que essas mães possam gerar renda de forma autônoma.
Saúde e creches Na área da saúde, a proposta determina que a transferência de recursos federais para estados e municípios leve em conta a taxa de nascimento de gêmeos e trigêmeos em famílias do Cadastro Único. Essas mães deverão receber recursos específicos para auxiliar na criação das crianças.
O texto também obriga os entes federados a construírem e manterem creches públicas gratuitas para filhos de mulheres trabalhadoras ou que estejam buscando emprego, atendendo crianças de 6 meses a 7 anos.
Atualmente, o direito à creche pública gratuita já existe, mas vai até os 5 anos. Pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) aos 6 anos, a criança obrigatoriamente deve ingressar no ensino fundamental.
Mercado de Trabalho O projeto de lei incentiva ainda a criação de benefícios fiscais para empresas que adotarem programas de licença-maternidade ampliada ou redução de jornada para mães de múltiplos nos primeiros seis meses de vida dos bebês.
Próximos passos A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Saúde; de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra
Zé Neto: medida dialoga com uma sociedade ecologicamente sustentável e moderna
O Projeto de Lei 1452/25 altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para permitir o uso de veículos com câmbio automático nas aulas práticas de direção, além de consolidar em lei o papel dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) como entidades exclusivas para o ensino de futuros motoristas. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
O texto estabelece que o curso prático de direção poderá ser ministrado tanto em veículos de câmbio manual quanto automático.
O autor, deputado Zé Neto (PT-BA), argumenta que a medida é necessária para atualizar a frota das autoescolas e alinhar o ensino à pauta ambiental. Segundo Zé Neto, a mudança visa beneficiar os veículos elétricos, que “dialogam diretamente com uma sociedade ecologicamente sustentável e moderna, são mais silenciosos e não emitem poluentes”.
Segurança jurídica O projeto também define legalmente o conceito de CFCs como empresas credenciadas pelos Detrans para exercer a “atividade exclusiva na formação de condutores”. Atualmente, muitas das regras que regem o setor estão em resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que podem ser alteradas com facilidade a cada troca de gestão federal.
Ao inserir essas definições na lei federal, o deputado visa proteger as cerca de 15 mil empresas do setor no país, que investem em infraestrutura e pessoal, mas vivem sob “sentimento de incerteza e insegurança”, segundo o texto.
Exceção para locais sem CFC O projeto prevê ainda que, em municípios onde não houver CFCs credenciados, os órgãos de trânsito estaduais poderão autorizar atendimento especial por período determinado, inclusive por meio de instrutores autônomos, desde que vinculados a um Centro de Formação.
Próximos passos A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra
Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, goleiro publicou nas redes sociais ida a jogo do Flamengo
A Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio de Janeiro revogou a liberdade condicional do goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio em 2010. A decisão sai dois dias após Bruno ir a um jogo do Flamengo no Maracanã, na última quarta-feira (06/02).
No entendimento do juiz, a liberdade condicional nunca chegou a valer, uma vez que Bruno não havia sido localizado e não havia comparecido ao ato obrigatório de formalização do benefício.
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Reprodução/@oficialbrunogoleiro
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Reprodução
Goleiro Bruno foi ao Maracanã em jogo do Flamengo contra o Internacional / Reprodução
Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias
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Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias
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Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias
Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias
Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias
O goleiro Bruno, pai de Bruninho SamúdioCrédito: Reprodução Instagram @oficialbrunogoleiro
O goleiro Bruno, pai de Bruninho SamúdioCrédito: Reprodução Instagram @oficialbrunogoleiro
Com a decisão, Bruno tem cinco dias para se reapresentar ao sistema presidiário para voltar ao regime semiaberto. O processo de execução penal do ex-jogador foi transferido para o Rio de Janeiro em 2021, quando Bruno estava no regime semiaberto domiciliar. Em 2023, teve o direito de liberdade condicional concedido.
No entanto, ao longo dos últimos anos, Bruno ignorou convocações da Justiça para formalizar o benefício. Caso não se reapresente a Justiça em cinco dias, o ex-goleiro poderá ter um mandato de prisão expedido.
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Nelson Barbudo: relação que deveria ser de confiança reveste-se de vulnerabilidade
O Projeto de Lei 709/25 altera o Código Penal para incluir como circunstância agravante da pena a prática de crimes sexuais e contra a vida cometidos por taxistas e por motoristas de aplicativos de transporte. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo o autor, deputado Nelson Barbudo (PL-MT), o projeto constitui uma resposta principalmente aos casos de estupros de passageiros cometidos por motoristas de aplicativo noticiados pela imprensa.
Na avaliação do parlamentar, a relação entre passageiros e motoristas, que deveria ser de confiança, reveste-se de vulnerabilidade, especialmente no caso de mulheres e pessoas idosas.
“A legislação atual não prevê como agravante a condição de o agressor ser motorista de transporte privado, o que reduz a efetividade das punições e não leva em conta a vulnerabilidade da vítima no contexto do crime”, afirma o parlamentar.
Próximos passos O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
Proposta obriga empresas de telefonia a enviarem informações urgentes
O Projeto de Lei 745/25 cria um sistema de alerta imediato para auxiliar na busca de pessoas desaparecidas no Brasil, obrigando empresas de telefonia a disseminarem informações urgentes aos usuários. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
De autoria do deputado licenciado Marco Brasil (PR), a proposta determina que operadoras de telefonia fixa e móvel enviem alertas para todos os dispositivos localizados na “Região de alerta” — área geográfica definida pelas autoridades policiais com base no local do desaparecimento.
O autor do projeto defende o uso da tecnologia como aliada da segurança pública. “Busca-se instituir um sistema eficiente, semelhante ao adotado nos Estados Unidos, para lidar de forma mais efetiva com um problema tão delicado como o desaparecimento de pessoas”, afirma o parlamentar.
Marco Brasil ressalta ainda que, dada a penetração da telefonia no Brasil, a medida pode “aumentar as chances de sucesso nas operações de busca e resgate” ao envolver a sociedade imediatamente após o relato do desaparecimento.
Como funcionará o sistema O mecanismo funcionará de forma integrada entre forças de segurança e empresas de telecomunicações:
acionamento – assim que autoridades competentes (como polícia civil, militar, federal ou bombeiros) receberem o relato de um desaparecimento, deverão notificar imediatamente as operadoras, fornecendo detalhes sobre a pessoa e a região de busca;
disparo – as empresas deverão enviar o alerta via mensagem de texto (SMS) e notificações de emergência (formato push) para os aparelhos na área delimitada.
O objetivo, segundo o texto, é garantir que a informação alcance a maior quantidade possível de pessoas em curto espaço de tempo, transformando a comunidade local em aliada nas buscas.
Regras e penalidades O projeto proíbe expressamente que esse canal de comunicação seja utilizado para fins comerciais. Além disso, as empresas devem garantir que o envio dos alertas não interfira no funcionamento normal dos dispositivos.
O descumprimento das regras poderá acarretar sanções previstas na legislação atual, que variam desde multas até a suspensão temporária das atividades da operadora.
Próximos passos A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Comunicação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Homenagem aos moradores da Estrutural marca comemoração dos 22 anos da cidade
A solenidade foi marcada pelo reconhecimento do papel dos moradores da RA ao longo da história da cidade
A Câmara Legislativa do Distrito Federal foi à Estrutural na manhã desta sexta-feira (6) para realizar sessão solene em comemoração aos 22 anos da região administrativa – criada, oficialmente, em 27 de janeiro de 2004. A solenidade foi marcada pelo reconhecimento do papel dos moradores da RA ao longo da história da cidade.
“Boa parte dos que participam da vida pública da Estrutural construiu, com muita luta, com muita garra e suor próprio, a cidade”, destacou a deputada distrital Doutora Jane (Republicanos), à frente da homenagem. “Com vocês aprendemos a respeitar e a amar a localidade. A Estrutural é casa, é comunidade, é gente que acorda cedo, que batalha, que cria seus filhos com coragem e esperança”, completou.
A parlamentar já comandou a Delegacia de Polícia da região administrativa e fez questão de elogiar, também, a relevância do trabalho realizado pelos servidores públicos na área: “São a base que mantém a cidade funcionando todos os dias”.
A conselheira tutelar Rose Gomes avaliou que “são 22 anos de muita luta, mas também de conquistas”, citando acesso a água, asfalto e outros “benefícios”. Por sua vez, a diretora do Centro Olímpico da Estrutural, Míriam Ribeiro, que mora na região há 32 anos – antes mesmo da criação oficial da RA –, ressaltou que “o povo conquistou respeito” ao longo da trajetória da cidade.
Lembrando a relevância dos pioneiros da área, o morador Francisco da Silva, do Portal Estrutural Online, afirmou: “Quem é pioneiro não tinha a expectativa de ver a cidade como é hoje, cada ano que passa está melhor”. Há 36 anos na localidade, ele arrematou: “Não troco a Estrutural por nenhuma outra região”.
Já a delegada-chefe da 8ª Delegacia de Polícia, Bruna Eiras, apontou que a RA, apesar de pequena, tem uma “demanda imensa”. “Temos um efetivo reduzido, e o número de crimes é maior que o número de policiais”, disse. “Fazemos de tudo para dar uma resposta o mais rápido possível”, acrescentou, citando o caso do feminicídio ocorrido no último 25 de janeiro, cujo autor do crime foi identificado no dia seguinte.
A delegada aproveitou para pedir a colaboração dos moradores para a construção de uma RA mais segura: “Precisamos do apoio da população para fazer denúncias, precisamos da população para fazermos o nosso trabalho”.
Por fim, o administrador da Estrutural, Alceu Prestes de Mattos, apresentou algumas conquistas e obras a serem implementadas em prol da qualidade de vida na região. Segundo informou, as demandas de Santa Luzia já estão “encaminhadas”, assim como a instalação de quartel da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, da construção de duas escolas e do terminal de ônibus da Estrutural. Além disso, ele garantiu que vai sair do papel o projeto para asfaltar a pista da Cabeceira do Valo. “A Administração Regional é uma mãe”, brincou Prestes, que comanda a RA pela quinta vez.
No fim da sessão solene, a CLDF entregou moções de louvor para moradores, lideranças comunitárias e servidores públicos que atuam na Estrutural. A solenidade foi transmitida, ao vivo, pela TV Câmara Distrital e pode ser conferida, na íntegra, no canal do YouTube.
Renata Abreu: inclusão efetiva depende de capacitação
O Projeto de Lei 1430/25 propõe alterações na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para tornar obrigatória a formação permanente de educadores voltada à inclusão escolar, com foco específico em estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
De autoria da deputada Renata Abreu (Pode-SP), o texto estabelece que tanto a formação inicial (licenciatura) quanto a continuada deverão preparar os docentes para a elaboração e aplicação do Planejamento Educacional Individualizado (PEI).
O PEI é uma ferramenta pedagógica essencial para a inclusão. Ele funciona como um “mapa” personalizado que descreve as habilidades, dificuldades e metas de aprendizado de cada aluno com deficiência, adaptando o currículo às suas necessidades reais. Ao tornar o ensino dessa ferramenta obrigatório na formação docente, o projeto busca garantir que a adaptação escolar saia do papel.
O que muda na legislação As principais mudanças feitas pelo projeto incluem:
Formação permanente: a inclusão de um inciso determinando que a formação dos profissionais da educação deve ter ênfase na educação inclusiva e na criação de planejamentos individualizados para autistas, alinhando-se à Lei Berenice Piana.
Currículos de licenciatura: a exigência de que os cursos de formação de docentes para a educação básica contemplem, obrigatoriamente, conteúdos e metodologias sobre a compreensão do autismo e a elaboração de PEIs.
Renata Abreu argumenta que, embora a legislação brasileira já garanta o direito à educação para pessoas com TEA, a inclusão efetiva esbarra na falta de preparo técnico dos professores.
“A efetivação dessa inclusão depende diretamente da capacitação dos educadores para compreender as necessidades individuais e desenvolver planejamentos educacionais personalizados”, afirma a deputada no documento. Ela destaca ainda que a alteração visa suprir uma lacuna na LDB, que atualmente não detalha a necessidade de treinamento específico para as particularidades do autismo.
Próximos passos A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O Projeto de Lei 891/25 estende a lei Maria da Penha a casais homoafetivos masculinos sempre que houver fatores contextuais que insiram a vítima em posição de subalternidade na relação. Pelo texto, a legislação pode ser aplicada às relações afetivo-familiares de casais homoafetivos do sexo masculino ou que envolvam travestis e mulheres transexuais.
O tema foi analisado no Mandado de Injunção (MI) 7452 no qual o STF reconheceu o vácuo legislativo do Congresso Nacional em regular o assunto. Entendeu a Corte que esta ausência de previsão expressa no texto da lei configura uma inconstitucionalidade por omissão.
Segundo o autor da proposta, deputado Bacelar (PV-BA), o objetivo é garantir direitos e liberdades constitucionais na falta de norma regulamentadora e segurança jurídica a esses grupos vulneráveis.
Bacelar citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que considerou que, por se tratar de vítima mulher, independentemente do seu sexo biológico, e tendo ocorrido a violência em ambiente familiar (no caso dos autos, o pai agrediu a própria filha trans), deveria ser aplicada aquela lei.
Essa decisão do STJ, na avaliação do deputado, afirmou que o elemento diferenciador da abrangência da Lei Maria da Penha é o gênero feminino, o qual nem sempre coincide com o sexo biológico.
“Apesar de haver outras normas que responsabilizam de forma genérica agressões e outros delitos contra a vida e a integridade física, a Lei Maria da Penha prevê uma série de medidas protetivas reconhecidamente eficazes para resguardar a vida das mulheres vítimas de violência doméstica”, afirmou o parlamentar.
Próximos passos O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado também pelo Senado Federal.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier Edição – Geórgia Moraes
O Candangão 2026 entra nas suas quatro rodadas finais. A sexta data do distrital tem lugar neste fim de semana, sendo a penúltima antes da parada para o Carnaval e a primeira do mês de fevereiro. Muita coisa está embolada e indefinida e os confrontos prometem grandes emoções.
O prato forte da rodada irá confrontar os líderes Gama e Sobradinho: os alviverdes têm 13 pontos e os alvinegros têm 11. O Ceilândia é o terceiro, com dez, logo à frente de Brasiliense e Samambaia, empatados com oito unidades, com três gols de vantagem para o Jacaré no saldo. Na segunda metade da tabela, o Capital tem seis pontos e o Real Brasília, quatro.
Brasília, Paranoá e Aruc estão com campanhas rigorosamente iguais na luta contra o rebaixamento: três pontos, com uma vitória, quatro derrotas, dois gols marcados e nove sofridos, totalizando menos nove de saldo. O Colorado se salva neste momento do descenso pois não recebeu nenhum cartão vermelho. Enquanto isso, o Gavião e a Cobra Sucuri têm duas expulsões cada, com o a equipe do Cruzeiro na lanterna por três cartões amarelos a mais.
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Real Brasília x Paranoá
Foto: Renan Pariz/Ceilândia SAF
Mais um confronto dos desesperados faz parte da acirrada luta pela permanência. Se bem está a um ponto do Z-2 e teve um início promissor, o Leão do Planalto já soma duas derrotas seguidas e vê o perigo perto. Do outro lado, a Cobra Sucuri, que encontra dificuldades para firmar seu jogo, chega para mais um confronto direto, tendo perdido para a Aruc e vencendo o Brasília. Porém, vem de sofrer duas goleadas seguidas e está outra vez na zona incômoda da classificação.
Horário: 10h, no sábado (7/2) Local: Defelê, Vila Planalto Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) na Farmanossa e na Bilheteria do estádio
Arbitragem: Luiz Paulo da Silva Aniceto, auxiliado por Josileiton Silva dos Santos e Mateus Rodrigo Santos Campelo e Cássia França de Souza como quarta árbitra
Transmissão: FFDF TV, no YouTube
Ceilândia x Capital
Foto: Renan Pariz/Ceilândia SAF
Se por um lado o Ceilândia enquadra conforto na tabela, a situação tricolor é mais bem a contrária. Numa gangorra, o Coruja abriu 2 a 0 contra o Sobradinho em pleno Estádio JK, mas tomou a virada. Curiosamente, as duas vitórias foram como visitante, apesar dos 3 a 0 contra o Paranoá tenha sido no clássico da cidade. Já o Gato Preto, que começou com um empate e uma derrota, está embalado com três triunfos seguidos, a melhor sequência do Candangão no período.
Horário: 16h, no sábado (7/2) Local: Abadião, Ceilândia
Ingressos: R$ 35 + camisa de brinde (mil disponíveis); R$ 30 valor de inteira, na bilheteria do estádio, a partir das 14h
Arbitragem: Matheus de Moraes Silva, com Lehi Sousa Silva e Felipe dos Santos Oliveira como assistentes e Luiz Gustavo Andrade de Almeida como quarto árbitro
Transmissão: FFDF TV, no YouTube
Samambaia x Brasília
Foto: Diller Abreu/FFDF
Para se recuperar na competição, o Samambaia encara um rival da parte baixa da tabela. O Colorado está trocando os pneus com o carro andando, com mudanças no elenco e na comissão técnica, o que agrega dificuldade ao encarar a revelação do campeonato. Após perder a invencibilidade, o Cachorro Salsicha deseja voltar ao G-4, enquanto o Brasília quer se afastar de vez da zona de rebaixamento depois de vencer pela primeira vez. Ou seja, teremos um jogo onde vontade não tende a faltar.
Horário: 16h, no sábado (7/2) Local: Serejão, Taguatinga Ingressos: R$ 10 para mandante e R$ 20 para visitante, valores de inteira, em bilheteriadigital.com
Arbitragem: Pedro Alves de Oliveira, auxiliado por Leila Naiara Moreira da Cruz e Marconi de Souza Gonçalo, com Gustavo Rocha Magalhães como quarto árbitro
Transmissão: Metrópoles Esportes, no YouTube
Sobradinho x Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama
Duas das maiores torcidas de Brasília, duas das camisas mais tradicionais. Só isso seria um grande ingrediente para que Sobradinho x Gama seja um grande jogo. Agora agregue que seja um duelo valendo a liderança do Candangão, envolvendo os únicos invictos da competição. Além disso, os times chegam estimulados graças às vitórias de virada na última rodada: a alviverde pra cima do Paranoá por 4 a 1 e a alvinegra em pleno JK, diante do Capital, por 3 a 2.
Horário: 16h, no sábado (7/2) Local: Defelê, Vila Planalto
Ingressos: R$ 30, valor de inteira, na bilheteria do estádio e nas lojas Central Esportes e Loja Luxano, em Sobradinho; 700 disponibilizados para a torcida do Sobradinho e 100 abertos para comercialização de torcedores do Gama, com mais 200 a cargo da diretoria alviverde
Arbitragem: Rafael Martins Diniz, auxiliado por Daniel Henrique da Silva Andrade e Lucas Torquato Guerra, com Brehmer de Souza Lemes como quarto árbitro; no VAR, comanda Rodrigo Raposo, com Jose Reinaldo Nascimento Júnior e Maguielson Lima Barbosa como auxiliares
Transmissão: TV Record Brasília, canal 8.1 na TV Digital
Brasiliense x Aruc
Foto: Diller Abreu/FFDF
O Brasiliense busca espantar a crise e permanecer no G-4 após o positivo resultado de 1 a 0, que derrubou a invencibilidade do Samambaia. Desta vez, enfrenta em casa o lanterna da competição que, por sua vez, vem de derrota no confronto direto contra o Brasília, também pela mínima. O Gavião não vence desde a estreia, contra o Paranoá, e busca rápida resposta na tabela para tentar ficar na primeira divisão.
Horário: 16h, no domingo (8/2) Local: Serejão, Taguatinga Ingressos: R$ 10 (arquibancada) e R$ 20 (cadeira), valores de inteira, em bilheteriadigital.com, com camisas disponíveis com ingresso antecipado para a cadeira
Arbitragem: Marcello Rudá, com Lucas Costa Modesto e Isabela Morais Vivas como auxiliares e Erick Oliveira dos Santos como quarto árbitro
Daniel Agrobom: atendimento qualificado oferece suporte essencial para o bem-estar mental
O Projeto de Lei 1428/25 institui um programa nacional de acesso à psicoterapia, com o objetivo de facilitar o suporte psicológico para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A proposta, do deputado Daniel Agrobom (PL-GO), estabelece que o atendimento poderá ser realizado de forma presencial e também por meio de plataformas digitais.
Segundo o texto, o programa será implementado de forma articulada entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Entre as ações previstas, estão o desenvolvimento de uma plataforma digital nacional para teleatendimento e a integração das clínicas-escola de psicologia de faculdades à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do governo.
Critérios Para selecionar quem terá prioridade no atendimento, o projeto define que o sistema de triagem deverá considerar critérios como:
situação socioeconômica;
pertencimento a grupos minoritários;
exposição à violência ou discriminação; e
condições de moradia e suporte familiar.
Daniel Agrobom ressalta que as populações em situação de vulnerabilidade enfrentam múltiplas barreiras, como o estigma e o estresse causado por dificuldades financeiras.
“Um atendimento qualificado e sensível às particularidades dos diferentes grupos populacionais não apenas oferece o suporte essencial para o bem-estar mental dessas pessoas, mas também atua na prevenção e na identificação precoce de transtornos mentais”, afirma o parlamentar.
Parcerias e capacitação A proposta também incentiva parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e universidades para ampliar a oferta de atendimento gratuito. Além disso, o projeto prevê a capacitação contínua de profissionais de saúde para lidar com preconceitos estruturais e humanizar o atendimento.
Para Agrobom, o projeto “representa um avanço significativo na democratização do acesso à saúde mental no Brasil, especialmente para as populações mais vulneráveis”.
Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Sessão solene celebra o desenvolvimento da máscara Vesta pela UnB
Instrumento facial antiviral foi criado por pesquisadores da Universidade de Brasília e de outras instituições durante a pandemia de covid-19
Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e de outras instituições foram homenageados na manhã desta sexta-feira (6) em sessão solene realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal por suas pesquisas que resultaram na criação, durante a pandemia de Covid-19, da máscara Vesta de proteção facial antiviral. A iniciativa da homenagem partiu do deputado distrital Rogério Morro da Cruz (PRD).
“Em março de 2020, quando a pandemia da Covid-19 revelou a fragilidade do país diante da escassez de equipamentos de proteção, pesquisadores da UnB fizeram uma escolha. Naquele momento, poderiam ter esperado, poderiam ter alegado que faltavam recursos, estrutura e tempo. Em vez disso, reuniram mais de 90 pessoas de diferentes áreas e começaram a trabalhar voluntariamente, em regime de urgência, movidos por convicção simples, qual seja, de que o conhecimento podia salvar vidas. O resultado dessa mobilização foi a máscara Vesta. O primeiro equipamento desenvolvido no Brasil capaz de matar vírus e bactérias”, destacou Rogério Morro da Cruz na abertura da solenidade.
Para a professora associada da Universidade de Brasília e líder da equipe de ensaios não clínicos da máscara Vesta, Marcella lemos Brettas Carneiro, o produto final é resultado de um trabalho coletivo em prol dos profissionais de saúde que estavam na linha de frente durante a pandemia. “Em 11 de março de 2020, a professora Suélia me pediu para montarmos um grupo de pesquisadores para que pudessem trabalhar em algo para aquele momento difícil de falta de UTIs. Criamos um grupo chamado Projeto Vida para atuar naquela situação em que as pessoas estavam morrendo e nos preocupamos em criar algo para proteger aqueles que cuidavam, que estavam deixando seus lares para assumir riscos em nome de um bem maior, que é cuidar das pessoas”, explicou.
A professora Suelia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa completou o raciocínio da colega e compartilhou sua experiência pessoal durante o desenvolvimento da máscara Vesta. “Observamos que o resultado desta pesquisa mostra a atuação da universidade como essencial para a transferência de conhecimento em prol do cuidado do ser humano. Me lembro quando ainda estávamos discutindo a máscara Vesta e víamos a esperança nos olhos das pessoas pela perspectiva de poderem voltar a ter uma vida rotineira num momento em que não havia ainda a vacina”, contou.
O professor associado da UnB e pesquisador responsável pela etapa clínica de testes com a máscara Vesta, Rodrigo Luiz Carregaro, lembrou a importância de se fortalecer as fundações públicas de apoio à pesquisa. “Ciência é uma política de estado e precisamos de continuidade, previsibilidade e critérios técnicos. Em muitos casos, pesquisas de projetos inovadores carregam risco e por isso a iniciativa privada não consegue fomentar essas pesquisas desde o início. Daí a importância das fundações de pesquisa. Fundações como a FAP-DF compartilham risco para trazer benefício social”, destacou.
A superintendente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF, Renata de Castro Vianna, reforçou o papel de sua instituição. “É uma honra para a FAP-DF poder financiar e fomentar pesquisas nas universidades do Distrito Federal”, afirmou. Ao final da sessão solene foram entregues moções de louvor a pesquisadores e demais participantes do projeto que resultou na criação da máscara Vesta.
Mais de 170 policiais penais nomeados pelo GDF iniciam formação profissional da carreira Solenidade de abertura do curso ocorreu nesta quint…
Mais de 170 policiais penais nomeados pelo GDF iniciam formação profissional da carreira
Solenidade de abertura do curso ocorreu nesta quinta-feira (5) com a presença do governador Ibaneis Rocha; desde 2019, este GDF nomeou mais de mil profissionais da categoria
Os 179 novos policiais penais nomeados no último ano para reforçar a segurança do sistema penitenciário do Distrito Federal iniciaram, nesta quinta-feira (5), a segunda etapa do curso de formação profissional na carreira. A solenidade de abertura, no auditório do Complexo da Polícia Civil, contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha. Os profissionais integram o contingente de 1.333 policiais penais nomeados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019.Com as nomeações, lembrou o governador, unidades prisionais ganham reforço e categoria pode exercer seu trabalho no processo de ressocialização em melhores condições | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização”Governador Ibaneis Rocha A chegada dos novos policiais penais dará mais eficiência e humanização ao processo de ressocialização da população privada de liberdade, além de reforçar o controle e a segurança das unidades prisionais, garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais.
“É uma situação muito difícil, porque são 17 mil apenados [nas unidades prisionais do Distrito Federal], e, no Brasil, das 5.400 cidades, 3.770 não têm uma população desse tamanho”, declarou o governador. “Vejam só a responsabilidade do trabalho que vocês desenvolvem. Nós sabemos, agora mais ainda pela experiência que esses dois mandatos me deram, que o crime nasce dentro do presídio.”
Trabalho de excelência
“Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização. Isso tudo tem feito a segurança da nossa cidade avançar. Aproveitem este curso de formação, porque nós já temos colegas de vocês na ativa que têm dado exemplo para o Brasil.”
Além do reforço de profissionais por meio das nomeações, o governo tem investido na valorização dos profissionais e na infraestrutura necessária para o trabalho, como a aquisição de 71 viaturas, 274 computadores e coletes balísticos para todos os profissionais na ativa. “Primeiro, houve uma evolução muito grande da carreira, seja na questão salarial, seja nas garantias de trabalho, na melhoria dos equipamentos e na entrega de bons equipamentos, para que eles possam realizar um trabalho que talvez seja um dos mais duros dentro do nosso sistema policial, que é cuidar daqueles que já estão apenados”, enumerou o governador. “Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria. Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar”Celina Leão, vice-governadora
Ibaneis Rocha lembrou ainda que o governo atua para a criação do Fundo Penitenciário, junto à Câmara Legislativa do DF (CLDF), e para o reajuste da categoria, assim como foi feito com as outras forças de segurança por meio do Fundo Constitucional do DF (FCDF).
“A criação do fundo vai estruturar o sistema penitenciário”, complementou o chefe do Executivo. “É uma lei de reestruturação que encerra essa história de os policiais penais serem tratados apenas como subcategoria, passando a ter condições de trabalho cada vez melhores. Essa é a importância da forma como temos trabalhado.”
Mudança de categoria
A vice-governadora Celina Leão, que participou da criação da categoria há alguns anos, destacou a importância dos policiais para a segurança do DF: “Foi uma luta muito grande. Eu estava na Câmara, como deputada, quando conseguimos mudar, porque antes era uma subcategoria. Hoje, é uma carreira reconhecida como fundamental para a segurança pública. Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria.
Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar”. O secretário de Administração Penitenciária do DF, Wenderson Teles, também reforçou o papel da categoria na manutenção da ordem da cidade: “É uma carreira fundamental para a segurança pública do Distrito Federal, atuando desde a produção de inteligência, passando pela manutenção da ordem das unidades prisionais até o processo de ressocialização. A Polícia Penal atua da repressão à reintegração social, o que é essencial para a redução da criminalidade”. O gestor aproveitou para celebrar os avanços da categoria: “Houve a implementação do manual de identidade visual, a criação do banco de horas, a realização dos concursos de remoção, o fechamento das cantinas, a inauguração de novas unidades prisionais e a ampliação da Fábrica Social, que gera trabalho aos internos e benefícios à comunidade Avançamos muito graças ao trabalho técnico, à seriedade e ao compromisso com a segurança pública”.
Expectativa dos policiaisTiago Chaves e Priscila Felix foram nomeados em 2025: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo”, afirma Priscila
Nomeado no ano passado, o policial penal Tiago Chaves, de 39 anos, definiu a formação como uma virada de chave na carreira dos profissionais. “É uma expectativa de muitos anos”, disse. “Foi um momento que estávamos aguardando, a ansiedade estava muito grande, mas hoje estamos todos muito felizes. Tem sido uma experiência muito gratificante. Estamos bem ansiosos para os próximos momentos dessa que é uma carreira em voga”.
A policial penal Priscila Felix, 32, enfatizou que o curso vem para completar a formação dos nomeados: “Nós iniciamos a primeira etapa do curso de formação há alguns anos. Foi uma etapa mais teórica. Agora nós vamos iniciar uma parte mais operacional, de armamento, tiro, defesa pessoal e algumas técnicas. Estamos muito ansiosos e felizes”.
Priscila também exaltou a importância de sua profissão: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo. Isso é muito gratificante para nós. Nós estamos ansiosos para cumprir o nosso papel e fazermos com muita eficiência”.
Curso de formação
“O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade”João Vitor Anunciação, coordenador do Sistema Prisional do DF
Essa é a primeira turma de 2026 do Curso de Formação Profissional da carreira Polícia Penal do DF (CFP/PPDF). Os 179 policiais ficarão divididos em quatro turmas para cumprir 210 horas-aulas em 45 dias.
Segundo o coordenador do Sistema Prisional do Distrito Federal, João Vitor Anunciação, o curso vai investir e trabalhar nos aspectos físico, técnico e emocional dos alunos. “O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade”, apontou. “Atualmente, são mais de 17 mil internos distribuídos em sete unidades prisionais”.
A formação inclui a parte teórica e ética com aulas de legislação penitenciária, direitos humanos e ética profissional e fundamentos de atuação legal. O curso conta ainda com capacitação operacional e prática de condutas de segurança, técnicas de abordagem e matérias específicas do ambiente profissional e cotidiano das unidades prisionais.
Após a conclusão, os alunos estarão aptos para exercer funções práticas e teóricas da carreira, além do porte de arma. Essa é a segunda e última etapa da formação dos novos policiais que fizeram o primeiro curso em 2023 e foram nomeados em dezembro de 2025.
Por Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto
A influenciadora contou os detalhes sobre como está e como recebeu o diagnóstico.
Thaynara OG usou uma rede social na quinta-feira (5/2) para atualizar os seguidores sobre seu estado de saúde, após 6 dias internada em um hospital tratando uma condição de saúde que afetou seus rins. A influenciadora contou os detalhes sobre como está e como recebeu o diagnóstico.
“Oi gente, melhorei… não tive mais febre, tô comendo com mais apetite também. O cansaço que eu tinha esse final de tarde, que eu capotava, passou. Eu to muito confiante, tudo melhorando, novos exames OK, tudo de acordo com o esperado, com esse tratamento que eu tô fazendo com antibiótico. To feliz, porque quando eu cheguei aqui foi ruim”, explicou.
Influenciadora Thaynara OG falou do projeto educacional Academia de Vida, do São João da ThayPortal LeoDias
Thaynara OGReprodução / Instagram
Em seguida, contou o nome do problema que foi diagnosticada: “E pra quem também já se internou com a mesma coisa que eu tive, pielonefrite, e mandou DM aqui contando, perguntando… o meu começou com uma infecção urinária, e essa infecção subiu para o rim. Tem que ter muito cuidado mesmo, porque se não for no ‘timing‘ certo, essa bactéria pode ir para outro lugar e complica mais”. Ela está internada desde o último sábado (31/1).
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Eduardo Velloso: objetivo é criar condições para atendimento prioritário e especializado
O Projeto de Lei 651/25 altera leis de defesa da criança e do adolescente para incluir expressamente os maus-tratos entre as formas de violência a serem consideradas nas medidas de assistência e proteção.
Em análise na Câmara dos Deputados, o texto define maus-tratos como “quaisquer formas de ação, omissão voluntária ou negligência que causem sofrimento físico, psicológico, sexual, institucional ou patrimonial à criança ou ao adolescente, privando-o de condições adequadas para o seu desenvolvimento, segurança, saúde, dignidade e bem-estar”.
Velloso argumenta que a definição de maus-tratos muitas vezes não está claramente contemplada na legislação que aborda a violência contra crianças e adolescentes.
“A proposta permite criar condições para o atendimento prioritário e especializado às crianças e aos adolescentes vítimas de maus-tratos, em áreas como saúde, educação e capacitação profissional, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento integral desses jovens”, afirma o autor.
Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Mutirão do TRE-DF amplia acesso à regularização eleitoral neste sábado (7) Ação reforça atendimento nos cartórios e na Central de Atendimento ao Eleitor (CAE), para regularizar títulos cancelados, cadastrar biometria e atender novos eleitores no DF; seis pontos estarão abertos Com o prazo do cadastro eleitoral aberto até 6 de maio, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) promove, neste sábado (7), uma ação especial de atendimento ao eleitor, com ampliação do funcionamento dos cartórios eleitorais e da Central de Atendimento ao Eleitor (CAE), para desafogar a demanda antes do fechamento do cadastro. A estimativa é atender a cerca de 275 mil eleitores com título cancelado e aproximadamente 148 mil sem biometria cadastrada, o que garante o exercício do direito ao voto nas eleições gerais deste ano. Entre as regiões administrativas, Ceilândia concentra o maior número de títulos cancelados e contará com dois cartórios em plantão: Ceilândia Sul e Ceilândia Norte. Já Águas Claras é a região com o maior número de eleitores sem biometria, em geral jovens que se alistaram na eleição passada.A estimativa da iniciativa é atender a cerca de 275 mil eleitores com título cancelado e aproximadamente 148 mil sem biometria cadastrada | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Em eleições anteriores, segundo o assessor de Comunicação substituto do TRE-DF, Guilherme Alves, os mutirões costumavam ocorrer apenas em abril ou nos primeiros dias de maio, o que resultava em filas extensas por causa da busca de última hora. “Neste ano, a estratégia foi antecipar as ações, ampliando o atendimento desde fevereiro”, explica. “Já é possível observar maior procura, inclusive de adolescentes acompanhados dos pais.”
Esse é o caso do estudante Pedro Paulo Barcelos, de 17 anos, que aproveitou para tirar o título de eleitor no CAE, pois, em breve, fará uma viagem e queria resolver tudo em Brasília. Ele conta que foi acompanhado da mãe para deixar a documentação em dia e poder exercer o direito ao voto. “Acho muito importante o jovem participar, mesmo antes dos 18 anos, porque estamos escolhendo algo para o nosso futuro e para o da população”, afirmou.
Segundo o TRE-DF, jovens entre 15 e 18 anos já podem tirar o título de eleitor, embora o alistamento não seja obrigatório nessa faixa etária. Ao todo, o tribunal estima entre 130 mil e 160 mil novos alistamentos, especialmente com o avanço das campanhas que antecedem as eleições“Acho muito importante o jovem participar, mesmo antes dos 18 anos, porque estamos escolhendo algo para o nosso futuro e para o da população”, destaca o estudante Pedro Paulo Barcelos
Somando os eleitores irregulares, os novos alistamentos e os que precisam cadastrar a biometria, o tribunal projeta uma estimativa de até 600 mil pessoas atendidas. A antecipação das ações busca justamente evitar sobrecarga próximo ao prazo final.
A cozinheira Creuza de Sousa, 47, conta que regularizou o título porque estava com a biometria desatualizada e queria ficar em dia para as próximas eleições. Segundo ela, o título estava irregular desde a última eleição, embora tenha conseguido votar usando o CPF. Aproveitando as férias, decidiu colocar toda a documentação em ordem. “O atendimento foi muito fácil e rápido. Vim achando que ia demorar, mas não demorou nada”, relatou. Em relação aos eleitores sem biometria cadastrada, a maioria são pessoas que fizeram o primeiro alistamento durante a pandemia, quando a coleta biométrica foi suspensa por motivos sanitários. Esses eleitores agora estão sendo chamados para regularizar a situação, já que a biometria precisa ser feita presencialmente nos cartórios.
Agendamento
O TRE-DF informa que é importante o cidadão fazer o agendamento por razões logísticas, para permitir o dimensionamento adequado das equipes. Ainda assim, quem comparecer sem agendamento será atendido. O agendamento pode ser feito no site do TRE-DF, na aba “Serviços”.
O Projeto de Lei 850/25 institui diretrizes para o atendimento de mulheres com adenomiose no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE), também classifica a manifestação incapacitante da doença como condição grave para fins de aposentadoria por incapacidade permanente e auxílio-doença.
A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, servidoras públicas civis federais com adenomiose incapacitante passarão a ter direito à aposentadoria com proventos integrais. Para as seguradas do Regime Geral de Previdência Social, o projeto elimina a exigência de carência para a concessão de benefícios por incapacidade temporária ou permanente.
Saúde e atendimento A proposta busca garantir que a paciente receba atendimento integral e multidisciplinar no SUS, contando com o suporte de profissionais como nutricionistas e psicólogos. O acesso a exames, medicamentos, fisioterapia e atividades físicas também está previsto nas diretrizes.
Além disso, o projeto determina:
realização de campanhas anuais para diagnóstico e prevenção;
fomento à criação de um protocolo clínico e diretrizes terapêuticas; e
implementação de centros de referência de tratamento no SUS.
A doença A adenomiose é uma alteração benigna em que o tecido que reveste o útero (endométrio) cresce na musculatura do órgão (miométrio). Entre os sintomas frequentes estão dores abdominais intensas, menstruação intensa e prolongada, dor durante a relação sexual, anemia, fadiga e distúrbios do sono.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) citados pela autora, a doença pode atingir uma em cada dez mulheres durante o período reprodutivo. Atualmente, não existem evidências científicas de cura definitiva para a condição, a não ser pela retirada total do útero.
“No que diz respeito à incapacidade laboral definitiva, a adenomiose causa dores abdominais intensas e recorrentes, deixando várias mulheres dependentes de analgésicos extremamente fortes para o controle da dor e com uso constante de anti-inflamatórios”, observou Dayany Bittencourt.
Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
DF reforça estratégias para proteção de bebês prematuros contra VSR Profissionais de saúde passam por capacitação para aplicação do medicame…
DF reforça estratégias para proteção de bebês prematuros contra VSR Profissionais de saúde passam por capacitação para aplicação do medicamento contra bronquiolite Desde o início deste mês, bebês prematuros com idade gestacional inferior a 37 semanas de gestação e crianças com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares, neurológicas ou imunológicas, passaram a receber o Nirsevimabe, medicamento que protege bebês contra infecções graves causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). O DF foi pioneiro na aplicação do imunizante, com bebês protegidos desde abril de 2025. A estratégia complementa a vacinação de gestantes, disponível a partir da 28ª semana de gestação, ampliando a proteção desde o nascimento.
Com o início da aplicação da medicação, profissionais de saúde do DF participaram, na terça-feira (3), de uma capacitação no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O curso, promovido pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), reuniu equipes das salas de vacinação, dos núcleos hospitalares de epidemiologia e outros profissionais da rede assistencial.
O uso do Nirsevimabe no combate a infecções graves causadas pelo VSR no DF começou em abril do ano passado | Fotos: Divulgação/IgesDF
O foco do encontro foi orientar profissionais sobre a aplicação segura do remédio, além de fortalecer as estratégias de prevenção de infecções respiratórias graves em recém-nascidos. O VSR é o principal responsável por casos de bronquiolite e pneumonia nos primeiros meses de vida.
Durante a programação, os profissionais aprofundaram conhecimentos sobre o impacto clínico da infecção, medidas de prevenção e controle da doença. Também foram abordadas as indicações, o preparo e a administração segura do Nirsevimabe. Além disso, foram contemplados temas como monitoramento de possíveis reações após a aplicação, e a importância do registro correto, monitoramento e qualidades das informações inseridas nos sistemas oficiais. Segundo a gerente substituta da Rede de Frio, Laís de Morais, o curso foi pensado para oferecer uma formação abrangente: “Nosso objetivo é alinhar conhecimento técnico, segurança na administração do imunobiológico e a importância do registro correto. Esse preparo é essencial para que a estratégia seja aplicada de forma qualificada no Distrito Federal.” Avanço na proteção infantilSomente no HRSM, nascem mais de mil prematuros por ano
Segundo o Ministério da Saúde, 300 mil doses do imunizante já foram distribuídas em todo o país. O VSR é responsável por aproximadamente 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos.
Para a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do HRSM, Larysse Lima, a capacitação tem impacto direto na assistência prestada pela unidade. “Somente aqui, nascem mais de mil bebês prematuros por ano. E, esta estratégia, representa um avanço importante na proteção dos nossos bebês”, destaca. De acordo com a gestora, esse preparo das equipes já se traduz em ações concretas dentro do hospital. Na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais, setor de acompanhamento especializado, todos os bebês elegíveis já foram imunizados com o Nirsevimabe, fortalecendo a prevenção da bronquiolite e a segurança do cuidado neonatal no HRSM. Público-alvo A aplicação do Nirsevimabe começou na última segunda-feira (2). Bebês nascidos de até 36 semanas e 6 dias de gestação, e crianças com até 24 meses de idade com comorbidades devem ser imunizados.
A aplicação do medicamento é feita antes do pico da sazonalidade das infecções respiratórias em bebês, como medida preventiva para reduzir complicações e internações — o que tem impacto direto na ocupação de leitos de UTI neonatal.
Conselho realiza estudos e atende solicitações encaminhadas pelo Congresso sobre comunicação social
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional reúne-se na segunda-feira (9) para a posse dos novos conselheiros e para a eleição do presidente e do vice-presidente do colegiado.
A nova composição do conselho foi aprovada na sessão do Congresso Nacional de 27 de novembro de 2025. Esta será a 7ª composição do órgão, previsto pela Constituição de 1988 e instituído pela Lei 8.389/91.
O Conselho de Comunicação é composto por 13 membros titulares e 13 suplentes, representando diversos segmentos da sociedade, como empresas de rádio, televisão, imprensa escrita, engenheiros e cientistas da comunicação, profissionais de cinema e representantes dos trabalhadores e da sociedade civil. O mandato de conselheiro é de dois anos, sendo permitida uma recondução.
Entre as atribuições do grupo, está a produção de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito do tema da comunicação social no Brasil. Sempre que um senador ou deputado federal quiser, pode enviar um projeto de lei para que o Conselho de Comunicação Social dê um parecer sobre o tema em questão.
A reunião está marcada para as 14 horas, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado Federal.
O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo que vai deteriorando a cognição da pessoa, afetando toda a sua vida | Foto: Divulgação/IgesDF “As pessoas costumam achar que é algo normal da idade e demoram a procurar um médico, o que acaba atrasando o diagnóstico”Carlos Uribe, neurologista do Hospital de Base
Foi o que aconteceu com a família de Jane Pimentel Meireles, que começou a suspeitar dos esquecimentos da mãe, Ornelina Medeiros Pimentel, quando ela tinha 70 anos. “Ela esquecia de conversas que tínhamos, esquecia das pessoas”, lembra.
“Depois, o comportamento começou a ficar mais agressivo e ela passou a brigar com algumas pessoas”, relata ela. “Foi tudo muito estranho e fora do normal”. Desconfiada, Jane levou a idosa a consultas e exames que, ao final, apontaram o diagnóstico de Alzheimer.
Manifestações
A doença é um transtorno neurodegenerativo que consiste na deterioração progressiva da cognição, incluindo a memória, além de comprometer atividades cotidianas e causar alterações comportamentais. “O que estamos passando agora é ruim, mas sabemos também que é só o começo; eu tento não pensar muito, tento viver um dia de cada vez, porque sei que vem muito sofrimento para a gente e, principalmente, para ela”, afirma Jane.
Hoje, Ornelina tem 77 anos e segue em acompanhamento no HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (IgesDF). O neurologista do hospital, Carlos Uribe, explica que os primeiros sinais do Alzheimer costumam ser confundidos com sintomas comuns da idade mais avançada, o que pode atrasar o início do tratamento.
Esquecimentos, mudanças de humor, repetições de perguntas e dificuldade de encontrar palavras estão entre os sintomas aos quais é importante prestar atenção
Segundo o médico, é preciso atenção quando os esquecimentos e as mudanças de humor passam a comprometer o dia a dia. “As pessoas costumam achar que é algo normal da idade e demoram a procurar um médico, o que acaba atrasando o diagnóstico”, afirma. “Muitas vezes, é a família que nota algo errado e traz o idoso para uma avaliação”.
Entre os sintomas mais frequentes estão a dificuldade para dirigir automóveis e encontrar caminhos conhecidos, repetição da mesma pergunta diversas vezes, dificuldade para acompanhar conversas e linhas de raciocínio, dificuldade para encontrar palavras ao se expressar, tendência ao isolamento e incapacidade de elaborar estratégias de resolução de problemas. Diagnóstico e tratamento Ao perceber sinais de Alzheimer ou de outros tipos de demência, o primeiro passo é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima ou um médico clínico geral.
É na UBS que começa o cuidado: o profissional faz a primeira avaliação, conversa com o paciente e a família, pede exames quando necessário e, se houver indicação, encaminha para o especialista, a fim de garantir um diagnóstico mais rápido e um acompanhamento adequado.
A causa do Alzheimer ainda não foi identificada, mas acredita-se que fatores genéticos tenham influência. O risco de desenvolver a doença é maior quando há histórico familiar. Além disso, outros fatores, ligados principalmente ao estilo de vida, também estão envolvidos. O diagnóstico é feito, geralmente, por exclusão, após a análise de exames laboratoriais e de imagem do cérebro, realizada em conjunto com uma avaliação das alterações cognitivas apresentadas por cada pessoa. Em alguns casos, podem ser utilizados outros testes diagnósticos específicos, como a análise do líquido cefalorraquidiano ou exames de medicina nuclear. Como não existe cura, o tratamento consiste em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A progressão da doença varia de caso a caso, podendo ser mais agressiva ou mais leve.
Apesar da gravidade, o neurologista lembra que o Alzheimer não é uma sentença de morte: “Muitas pessoas conseguem viver por anos após o diagnóstico e acabam falecendo por outras doenças, como câncer ou AVC [acidente vascular cerebral]. Então, elas morrem com a doença, e não em decorrência dela”.
Também não existe uma forma de prevenção específica, mas já foi demonstrado é possível atrasar e até mesmo inibir a manifestação da doença com atitudes como a de manter a mente ativa e hábitos saudáveis — prática de atividades físicas, alimentação balanceada, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e o fumo, além de manter uma vida social ativa.
“Quanto antes tivermos um diagnóstico, melhor”, alerta Carlos Uribe. “À medida que as pessoas se tornam mais conscientizadas sobre a situação, teremos maior facilidade para conversar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias.”
A influenciadora Virginia Fonseca, que vai estrear como rainha de bateria da Grande Rio no Carnaval 2026, abriu o jogo sobre um temor quanto à sua primeira experiência no cargo: o tapa-sexo. Em entrevista ao Jornal Extra, a loira falou sobre as experiências nada confortáveis que teve com o item, utilizado para esconder as regiões íntimas.
De acordo com a namorada de Vini Jr., a fantasia do dia do desfile na Marquês de Sapucaí ainda é um segredo guardado a sete chaves. No entanto, ela pôde adiantar que tomou todos os cuidados para não mostrar demais com o look: “Vou ter que passar fita! Eu suo muito. Fico pingando, então tudo descola. Se coloco um negócio no peito (um adesivo para proteger o mamilo), ele cai”, iniciou.
Veja as fotos
Virginia se inspira em Luma de Oliveira e usa coleira com nome de Vini Jr.Reprodução/Gshow
Virginia se inspira em Luma de Oliveira e usa coleira com nome de Vini Jr.Reprodução: Gshow
Virginia Fonseca surge de surpresa na Sapucaí e curte ensaios do camaroteReprodução: Instagram/@virginia
Virginia Fonseca surge de surpresa na Sapucaí e curte ensaios do camaroteReprodução: Instagram/@virginia
Virginia Fonseca surge de surpresa na Sapucaí e curte ensaios do camaroteReprodução / @virginia
Virginia contou que encarou uma situação inusitada durante um ensaio de rua da agremiação: “A minha roupa começou a ficar bem molhada, senti tudo descendo, achei que minha calcinha estava larga enquanto eu sambava. Ficou o caos. Aí eu perguntava: “Gente, minha perereca está aparecendo?”. As pessoas negavam, mas eu estava sentindo (risos).
“Não quero nem pensar agora na Avenida”, acrescentou a estreante da vez, que vai atravessar a Marquês de Sapucaí na terça-feira de Carnaval (17/2). A rainha de bateria chegou a comentar sobre a possibilidade de utilizar a supercola, como fazem outros membros da escola: “Não é possível! Como faz para tirar isso lá depois?”.
Sessão em alusão do dia dos profissionais que auxiliam na identificação de suspeitos, vítimas e desaparecidos, por meio de impressões digitais será realizada na segunda (9), às 15h
O plenário da Câmara Legislativa receberá, nesta segunda-feira (9), às 15 horas, os papiloscopistas do Distrito Federal para celebrar a data dedicada à categoria. Profissionais que auxiliam na identificação de suspeitos, vítimas e desaparecidos, por meio de impressões digitais, têm o 5 de fevereiro como o Dia do Papiloscopista – instituído pelo Decreto 52.871/1963, publicado seis décadas após a criação do sistema dactiloscópico no Brasil.
“Um trabalho pericial sério, íntegro e dedicado, que garante a apuração das infrações e a consequente punição dos criminosos”, descreve o deputado Wellington Luiz (MDB), presidente da CLDF, de quem partiu a homenagem. O parlamentar destaca que a “atividade complementar” desenvolvida pelos papiloscopistas da Polícia Civil são um exemplo para todo o país. “Sem dúvida, prestam, sem distinção, relevantes serviços à sociedade”, completa.
A dactiloscopia ou papiloscopia, como é mais comum no Brasil, é uma especialidade que trata da identificação humana por meio da coleta, análise e comparação das impressões digitais. Os profissionais são essenciais para a investigação de acidentes e crimes com o uso de técnicas avançadas para identificar indivíduos. Também desempenham importante papel na emissão de documentos de identidade.
Serena, de 1 ano, acompanhou o cantor durante ensaio de novo show e roubou a cena em momento fofo
A influenciadora Jade Magalhães, esposa de Luan Santana, encantou os seguidores ao compartilhar, nesta quinta-feira (5/2), um registro que mistura rotina de trabalho e carinho em família. Nos Stories do Instagram, ela mostrou o sertanejo ensaiando para o novo show ao lado da filha do casal, Serena, de apenas 1 ano.
No vídeo, Luan aparece com a pequena no colo, dançando enquanto trabalha no novo projeto para os palcos. “Olha quem está ouvindo o show novo primeiro. Ela ama ficar no estúdio do papai”, escreveu Jade, ao revelar que a filha já acompanha de perto os bastidores da carreira do cantor.
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Luan Santana e a filha, Serena. (Reprodução: Instagram)
Luan Santana e a filha, Serena. (Reprodução: Instagram)
Luan Santana e Jade Magalhães são pais de Serena, que completou um ano em 28 de dezembroCrédito: Reprodução Instagram @luansantana
Serena, filha de Luan Santana e Jade Magalhães, comemorou um ano de idadeReprodução: Instagram/@ajademagalhaes
Serena, filha de Luan Santana e Jade Magalhães, comemorou um ano de idadeReprodução: Instagram/@ajademagalhaes
Serena, filha de Luan Santana e Jade Magalhães, comemorou um ano de idadeReprodução: Instagram/@ajademagalhaes
Discreto em relação à exposição da menina e sem mostrar o rosto de Serena nas redes sociais, Luan já falou publicamente sobre a paternidade. Em setembro, durante a gravação de seu DVD Registro Histórico, o artista abriu o coração sobre como a chegada da filha transformou sua vida e não escondeu o orgulho ao descrevê-la.
“A Serena é linda. É o amor da minha vida, está muito grudada comigo agora. Eu pego no colo e ela se agarra em mim. Bonitinha demais, cheirosa, olho verde da família da Jade… acho que ela é a minha cara, o sorriso”, contou o cantor, que também revelou o desejo de aumentar a família no futuro.
“Estou apaixonado demais. Quero ter mais um, sim, fechar com dois filhos e um cachorro. Sou um cara que vê um significado diferente nas coisas hoje e via muitas pessoas falarem isso, que via a vindo com outros olhos depois de ter um filho. E eu não achava que era tanto assim. E realmente é um negócio que chega e você fala assim: ‘Ah, agora sim entendi, velho’. Não que tudo isso que vivi não valeu, mas agora, sim, entendi porque vivi tudo isso e o que vai me dar gás para eu continuar vivendo daqui para frente. Isso é mudar tudo, né? Acho que isso é mudar tudo”, completou.