Dia: 4 de dezembro de 2025

  • Operação fiscaliza uso irregular de vagas especiais em Taguatinga

    Operação fiscaliza uso irregular de vagas especiais em Taguatinga

    Em alusão ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado nessa terça-feira (3), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou em Taguatinga a Operação Vagas Especiais, com o objetivo de reforçar o respeito às normas de circulação e garantir o direito de pessoas com deficiência e idosos ao uso exclusivo das vagas reservadas.

    Durante a ação, as equipes de fiscalização vistoriaram 65 vagas especiais. Desse total, 16 condutores foram flagrados utilizando indevidamente esses espaços. Além disso, os agentes registraram outras 22 infrações por motivos diversos e removeram dois veículos para o depósito.

    A operação integra as iniciativas do Detran-DF para promover a acessibilidade e estimular a conscientização sobre a importância de respeitar os direitos das pessoas com deficiência e dos idosos no trânsito.

    De acordo com o artigo 181, inciso XX do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar o veículo em vaga reservada às pessoas com deficiência ou idosos, sem a credencial que comprove tal condição, é infração gravíssima, resulta em multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e remoção do veículo.

    *Com informações do Detran-DF

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Agência Brasília

  • Alunos da Escola Parque 313/314 Sul se apresentam no Teatro Nacional

    Alunos da Escola Parque 313/314 Sul se apresentam no Teatro Nacional

    Um espetáculo encantou o público da Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, nesta terça-feira (2), quando estudantes da Escola Parque 313/314 Sul apresentaram A Bela e a Fera para cerca de 450 pessoas. A apresentação integrou o projeto Educar Dançando, iniciativa que une arte e desenvolvimento integral dos alunos da rede pública.

    “Ações como essa mostram que a escola pública é um celeiro de talentos e que a arte é essencial para o desenvolvimento pleno dos nossos estudantes”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

    A escolha do clássico A Bela e a Fera reforça valores importantes no ambiente escolar, como olhar além das aparências e valorizar a essência humana. Do ponto de vista educacional, a obra também incentiva a leitura, já que a protagonista, Bela, é uma leitora apaixonada. Além disso, trabalha competências socioemocionais como empatia, gentileza e superação de preconceitos.

    Para a professora de teatro e artes, Bruna Cardoso, a experiência de atuar em um dos principais teatros de Brasília agrega valor à formação dos alunos. “Estar no Teatro Nacional, como professora e atriz, é muito relevante e grandioso. Poder levar as crianças a esse espaço tão simbólico é único. É um momento especial para a educação e para cada um dos estudantes”, celebrou.

    Educação além da sala de aula

    O impacto do projeto também é percebido pelas famílias. Rafael Honorato da Rocha, pai da estudante Júlia Tavares, assistiu à apresentação e destacou como a Escola Parque amplia os horizontes do aprendizado.

    “A Escola Parque é muito especial porque integra diversas modalidades que vão além do ensino tradicional. No projeto de dança, as crianças têm contato com referências clássicas da música e das artes cênicas. Isso estimula o lúdico e a criatividade, sempre em diálogo com o que é trabalhado na escola. É uma integração rica, que amplia o repertório e o conhecimento”, afirmou.

    *Com informações da Secretaria de Educação

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: João Pedro Eliseu/SEEDF

  • Comissão de Orçamento aprova relatório de receitas para o orçamento de 2026

    Comissão de Orçamento aprova relatório de receitas para o orçamento de 2026

    A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (3), o relatório de receitas da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026. O parecer foi apresentado pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO)

    A receita estimada é de R$ 6,5 trilhões. A aprovação do relatório cumpre formalidade necessária à aprovação do ano que vem, uma vez que é nessa etapa que é recalculada a previsão de receitas feita pelo Executivo.

    O relatório apresentado por Dorinha reestima a receita em cerca de R$ 12,3 bilhões, portanto, acima do que foi projetado pelo governo federal ao enviar o orçamento.

    Durante a reunião, o presidente da CMO, o senador Efraim Filho (União-PB), ainda apresentou calendário para a aprovação do orçamento de 2026. Segundo ele, se tudo ocorrer como o esperado, o projeto de lei orçamentária anual de 2026 deve ser votado na semana de 17 de dezembro.

    Por Por Brasília
    Fonte CNN Brasil
    Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

  • Câmara adia apresentação da PEC da Segurança

    Câmara adia apresentação da PEC da Segurança

    O relator da PEC da Segurança Pública, deputado federal Mendonça Filho (União-PE), afirmou nesta quarta-feira (3) que a apresentação do texto da proposta foi adiada pela casa.

    A expectativa era que o texto fosse apresentado nesta quarta por Mendonça, durante a reunião de líderes partidários com a presença do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos – PB).

    No entanto, segundo Mendonça, Motta avaliou que seria necessário ampliar as conversas para viabilizar um acordo sobre o conteúdo da proposta.

    “Além do presidente Motta, alguns líderes conversaram comigo hoje e, diante dessas tratativas, o presidente preferiu dar mais tempo para avançarmos. A apresentação ficou remarcada para a próxima terça-feira”, afirmou.

    A PEC foi enviada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas enfrentou resistência por parte de alguns governadores e dos parlamentares de oposição.

    Diante do impasse, Motta criou uma comissão especial para aprofundar o debate e designou Mendonça como relator com a missão de construir um texto de consenso.

    Nas últimas reuniões, Mendonça antecipou alguns pontos que devem integrar seu parecer, entre eles o fim da progressão de pena para crimes graves.

    A proposta é tratada como prioridade pelo governo por buscar integrar as forças de segurança no país e reforçar o combate ao crime organizado.

    A PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), também sob relatoria de Mendonça, e agora aguarda análise na comissão especial antes de seguir ao plenário.

    Por Por Brasília
    Fonte CNN Brasil
    Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

  • Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

    Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

    Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019 Com investimento superior a R$ 267 milhões, programa garan…


    Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019
    Com investimento superior a R$ 267 milhões, programa garante autonomia às famílias e contribui para a inclusão social de alunos da rede pública
    O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial.

    O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões.

    “O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias.

    O programa é realizado pelas secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    “Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá.

    O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
    Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.”

    Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma.

    Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF:

    2019
    estudantes atendidos: 64.652
    valor investido: R$ 19.987.040,00

    2020
    estudantes atendidos: 101.223
    valor investido: R$ 31.729.015,00

    2021
    estudantes atendidos: 96.405
    valor investido: R$ 29.669.040,00

    2022
    estudantes atendidos: 117.161
    valor investido: R$ 36.150.240,00

    2023
    estudantes atendidos: 142.822
    valor investido: R$ 44.365.840,00

    2024
    estudantes atendidos: 175.623
    valor investido: R$ 54.198.800,00

    2025
    estudantes atendidos: 167.042
    valor investido: R$ 51.524.160,00

    Total
    estudantes atendidos: 864.928
    valor investido: R$ 267.624.135,00

    Autonomia

    Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes.

    A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.

    Por Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

  • Como o fracasso ensina empreendedores à ter sucesso

    Como o fracasso ensina empreendedores à ter sucesso

    Ao longo de cinco décadas no setor de calçados, o empreendedor britânico Daniel Rubin acumulou aprendizados que vieram da prática. Alguns dos erros custaram caro. Outros o forçaram a reinventar o modelo de negócio. 

    Mas todos o ajudaram a construir o império da Dune London, marca de moda consolidada no varejo europeu.

    Rubin começou como fabricante de sapatos femininos em Londres, nos anos 1980. Ainda no início, percebeu que o modelo era insustentável: custos altos e competição asiática crescente tornavam inviável competir localmente. 

    A virada veio ao visitar fábricas em Taiwan e perceber que precisava sair da produção e virar importador. Anos depois, ao notar que o modelo de importação também estava ameaçado, decidiu fundar sua própria marca.  As informações foram retiradas da Fast Company (via Inc).

    O otimismo do empreendedor pode ser perigoso
    Um dos erros mais recorrentes cometidos por Rubin ao longo da carreira foi abrir lojas sem retorno garantido, confiando apenas na intuição e na vontade de crescer. “O investimento em uma nova loja pode ser de até £400 mil, e quando ela não performa, esse dinheiro vai embora”, conta.

    A recomendação que deixa para novos empreendedores: “Você pode querer muito abrir uma nova unidade, mas precisa resistir — só cresça se fizer sentido comercial”.

    Expandir é bom, mas ter o time certo para isso é essencial
    A maior mudança de jogo na trajetória de Rubin foi a compra da Shoe Studio, que triplicou o tamanho da empresa em 2009. Mas, ao contrário do que esperava, o resultado foi queda de lucro e crescimento desordenado.

    “Meu tempo e habilidades estavam no limite. Só conseguimos reverter quando contratamos um CFO de primeira linha e um time sênior experiente. Isso transformou o negócio”, afirma.

    Para Rubin, a principal armadilha dos fundadores é acreditar que precisam controlar tudo. Mas crescer de verdade só é possível quando você confia e delega para um time melhor que você.

    Falhar rápido e corrigir mais rápido ainda
    “Você aprende mais com os fracassos do que com os sucessos.” A frase pode soar batida, mas Rubin é prova prática disso. Desde as fábricas fechadas até os investimentos que não voltaram, sua trajetória mostra que errar faz parte — o problema é insistir quando o erro já está claro.

    No fim, ele resume sua filosofia com precisão: “Se o projeto está falhando, falhe rápido.” Essa mentalidade de agilidade, ajustes constantes e decisões baseadas em dados — não em ego — é exatamente o que profissionais da nova geração precisam para liderar em alta performance.

    Por Por Brasília
    Fonte Exame
    Foto: treety/Getty Images

  • Advogada Letícia Senyse será entrevistada no Podcast Painel da Mídia neste sábado, no SCIA Estrutural

    Advogada Letícia Senyse será entrevistada no Podcast Painel da Mídia neste sábado, no SCIA Estrutural

    por: Redação  Advogada Letícia Senyse será entrevistada no Podcast PaineldaMídia neste sábado (6), no SCIA Estrutural A advogada Letícia Se…

    por: Redação 
    Advogada Letícia Senyse será entrevistada no Podcast PaineldaMídia neste sábado (6), no SCIA Estrutural
    A advogada Letícia Senyse será a entrevistada do Podcast Painel da Mídia neste sábado, às 10h, em gravação realizada na Escola Profissionalizar, no SCIA Estrutural. A condução da entrevista ficará a cargo do jornalista Amarildo Lima, diretor-presidente do Instituto Profissionalizar da Estrutural-DF.
    Durante o encontro, Senyse deve comentar temas de interesse público, com foco em cidadania, direitos trabalhistas e orientações jurídicas que impactam diretamente a comunidade local. 

    O podcast, que tem ampliado sua audiência na região, busca levar informação e debates relevantes aos moradores do Distrito Federal.
    O Instituto Profissionalizar, dirigido por Amarildo Lima, é referência em programas de Jovem Aprendiz, cursos de informática e iniciativas de capacitação profissional voltadas à formação e inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho.
    A gravação será aberta ao público da instituição, e o conteúdo será disponibilizado nas plataformas digitais do Painel da Mídia após a exibição.

  • Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

    Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

    O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial.

    O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões.

    “O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias. 

    “Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá.

    O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

    Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.”

    Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma.

    Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF:

    2019
    estudantes atendidos: 64.652
    valor investido: R$ 19.987.040,00

    2020
    estudantes atendidos: 101.223
    valor investido: R$ 31.729.015,00

    2021
    estudantes atendidos: 96.405
    valor investido: R$ 29.669.040,00

    2022
    estudantes atendidos: 117.161
    valor investido: R$ 36.150.240,00

    2023
    estudantes atendidos: 142.822
    valor investido: R$ 44.365.840,00

    2024
    estudantes atendidos: 175.623
    valor investido: R$ 54.198.800,00

    2025
    estudantes atendidos: 167.042
    valor investido: R$ 51.524.160,00

    Total
    estudantes atendidos: 864.928
    valor investido: R$ 267.624.135,00

    Autonomia

    Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes.

    A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

  • DF terá primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste

    DF terá primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste O Cetea funcionará em parceria com o Centro de…

    DF terá primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste
    O Cetea funcionará em parceria com o Centro de Referência Especializado em Autismo no Distrito Federal (Cretea), com o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica (Compp) e os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi)
    A criação do primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (Cetea) da região Centro-Oeste foi oficializada nesta quarta-feira (3), por meio da Portaria nº 47, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A iniciativa da Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF) conta com apoio da Vice-Governadoria e nasce com a missão de realizar pesquisas que qualificarão a assistência a pacientes com TEA e suas famílias.

    Além de pesquisas, o Cetea fará a integração entre ensino, serviço e comunidade, com a inclusão de estudantes e residentes no acolhimento de pessoas com TEA. Ele funcionará em parceria com o Centro de Referência Especializado em Autismo no Distrito Federal (Cretea), com o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica (Compp) e os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi).

    A vice-governadora Celina Leão ressalta que a formalização do Cetea representa o “compromisso do Governo do Distrito Federal com a excelência. “Nosso principal intuito é levar qualidade de vida para as pessoas com TEA e, ao mesmo tempo, consolidar o Distrito Federal como referência nacional em pesquisas. O Cetea fará um trabalho fundamental ao integrar ensino, serviço e comunidade, qualificando a assistência e a inclusão desses pacientes e suas famílias”, afirma.

    Além de pesquisas, o Cetea fará a integração entre ensino, serviço e comunidade, com a inclusão de estudantes e residentes no acolhimento de pessoas com TEA | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

    A coordenação ficará a cargo da ESP, que também realizará cursos de extensão, capacitação, aperfeiçoamento e pós-graduação lato sensu, com um grupo composto por 25 pesquisadores da SES e convidados de outras universidades e instituições.

    “É um marco na ciência e na pesquisa dos transtornos do TEA, favorecendo o atendimento a pacientes com sofrimento mental. A nossa ideia é, por meio do Centro, pesquisar e realizar o diagnóstico situacional do TEA no DF, prestar assistência às pessoas com o transtorno e suas famílias, possibilitando a inclusão desses pacientes em estudos para determinação de novas evidências científicas sobre o transtorno o espectro autista”, detalha a coordenadora de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Extensão da ESP, Vanessa Guimarães Campos.

    A escola também promoverá cursos a servidores da atenção psicossocial e áreas afins, utilizando novas tecnologias e metodologias inovadoras dentro do campo do autismo, com consequente melhora no atendimento ao público-alvo.

    Por  Ana Paula Siqueira, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

  • Projeto capacita 60 empreendedores do DF em atendimento online e práticas digitais

    Projeto capacita 60 empreendedores do DF em atendimento online e práticas digitais

    Uma imersão em práticas modernas de atendimento digital marcou os dois dias do Projeto de Capacitação em Gestão de Atendimento Online, concluído nessa terça-feira (3) no CEU das Artes, em Ceilândia Norte. A iniciativa reuniu 60 empreendedores de diversas regiões do Distrito Federal interessados em fortalecer a presença digital de seus negócios e aperfeiçoar a relação com clientes em um mercado cada vez mais competitivo.

    Oferecida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir), a formação foi ministrada pela empresária Leyslane de Paula, especialista em gestão de atendimentos e CEO da Connect Office Secretárias Online. Ao longo das atividades, ela abordou temas como posicionamento profissional, comunicação estratégica, gestão e fidelização de clientes, organização do tempo e da rotina, formalização e sustentabilidade dos negócios. “Fiquei muito feliz ao perceber nos inscritos um interesse real em crescer. Minha expectativa era entregar conhecimentos que realmente façam diferença no dia a dia e na carreira de cada uma dessas pessoas”, afirmou.

    Entre os participantes, a empresária Marina Oliveira, 32 anos, sócia de uma escola de moda em Águas Claras, destacou a importância do conteúdo para quem atua diretamente com atendimento ao público: “Hoje tudo é muito automatizado, e as pessoas buscam proximidade e acolhimento ao comprar. Humanizar esse contato é essencial. Esse curso trouxe ferramentas reais para melhorar o nosso atendimento online”.

    Com carga total de sete horas, a capacitação desenvolveu cinco grandes eixos: mentalidade e posicionamento profissional; estrutura, formalização e definição de nicho; organização do processo de atendimento e gestão de clientes; planejamento de tempo, rotina e prospecção; e modelos e recursos práticos aplicáveis ao cotidiano dos empreendimentos.

    A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforçou o impacto da ação: “Investir na qualificação dos empreendedores fortalece a economia, amplia oportunidades e ajuda a reduzir desigualdades. Essa formação mostra como o conhecimento pode transformar negócios e trajetórias”. O subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, complementou: “É um passo importante para que esses empreendedores avancem com mais segurança e autonomia”.

    *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF

  • O perigo por trás de um ‘simples remédio’

    O perigo por trás de um ‘simples remédio’ Especialista do IgesDF explica como o uso de medicamentos sem orientação pode gerar efeito…

    O perigo por trás de um ‘simples remédio’
    Especialista do IgesDF explica como o uso de medicamentos sem orientação pode gerar efeitos colaterais, interações perigosas e complicar tratamentos

    Quem vê a aposentada Maria das Dores*, 69 anos, caminhando tranquilamente pelo shopping, não imagina o que ela carrega consigo: uma longa e silenciosa relação com a automedicação. Moradora de Ceilândia há quase 48 anos, ela criou vínculos com os farmacêuticos da região e, ao longo da vida, recorreu a eles sempre que aparecia alguma dor ou incômodo. A facilidade de acesso e a crença de que “um remedinho nunca faz mal” acabaram abrindo espaço para um comportamento que hoje Maria reconhece como prejudicial.

    A aposentada lembra que o hábito começou ainda na juventude, com comprimidos para dores de cabeça, garganta e cólica. Com o tempo, vieram as crises na coluna e, depois, a prática se estendeu aos cuidados com os filhos.

    O episódio mais grave ocorreu quando ela desenvolveu herpes zóster. Sem procurar atendimento médico, buscou orientação diretamente na farmácia. “O farmacêutico me indicou uma pomada e outros medicamentos. Depois, acabei tendo uma paralisia facial e comecei a tomar ainda mais remédios. Quando vi, estava cercada por cartelas e frascos”, relembra.Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil está entre os países que mais praticam automedicação | Fotos: Divulgação/IgesDF

    A ficha caiu quando o filho a questionou sobre a quantidade de medicamentos que ela consumia. “Hoje eu sei que é perigoso, mas ainda tenho dificuldade de controlar. Tenho hipertensão, que é a única doença diagnosticada, mas ao menor sintoma já procuro um remédio”.

    Perigo silencioso

    A história de Maria não é exceção. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil está entre os países que mais praticam automedicação, um comportamento incentivado pela facilidade de compra, pela pressão do dia a dia e pela crença de que determinados remédios são inofensivos.

    O clínico e gastroenterologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Álvaro Modesto, alerta que a prática pode trazer efeitos colaterais graves, mascarar sintomas importantes e atrasar diagnósticos.

    “Cada organismo reage de um jeito. Um medicamento que funciona para um familiar ou vizinho pode ser perigoso para outra pessoa. Além disso, aliviar um sintoma não significa resolver o problema. Ele pode até se agravar por estar sendo escondido com o controle dos sintomas sem descobrir a causa”, afirma.
    Entre os riscos mais comuns estão as interações medicamentosas, quando um remédio anula ou potencializa o efeito do outro, as lesões no fígado e nos rins, especialmente relacionadas ao uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e a resistência antimicrobiana, causada pelo uso inadequado de antibióticos.

    O clínico e gastroenterologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Álvaro Modesto, alerta que a prática pode trazer efeitos colaterais graves, mascarar sintomas importantes e atrasar diagnósticos

    No caso de pessoas idosas, o risco é ainda maior. “Nessa fase da vida, o metabolismo fica mais lento e os efeitos dos remédios tendem a ser mais intensos. Vale lembrar também que os idosos geralmente já fazem uso de medicação diária para doenças crônicas como hipertensão e diabetes. A combinação inadequada pode gerar tonturas, quedas, confusão mental e até internações”, explica Álvaro.

    O que o paciente deve fazer

    O especialista reforça que, ao primeiro sinal de sintomas, o ideal é procurar atendimento médico para avaliação correta. A automedicação só é segura em casos muito específicos e com limite definido por profissionais, como o uso pontual de analgésicos leves ou antitérmicos.

    Recomendações principais:

    · Nunca iniciar um medicamento sem orientação profissional.
    · Não usar indicação de vizinhos, familiares ou internet.
    · Guardar e tomar medicamentos apenas com prescrição atualizada.
    · Evitar misturar remédios sem avaliação médica.
    · Fazer acompanhamento regular para controle das doenças crônicas.

    Hoje, Maria das Dores tenta reescrever essa história. Apesar da dificuldade em abandonar o hábito, ela segue orientações médicas e, aos poucos, reduz a dependência emocional dos medicamentos. “Estou aprendendo que nem tudo precisa de remédio. Às vezes, o que eu precisava mesmo era de cuidado e atenção”.

    Nome fictício para preservar a identidade da paciente.

    Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

  • Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga

    Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga

    Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga Com apoio do GDF, o evento ocorre no Alameda Sh…

    Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga
    Com apoio do GDF, o evento ocorre no Alameda Shopping até o dia 15 deste mês. Atrações incluem oficinas sobre desenvolvimento de jogos, palestras sobre o mercado profissional, exposição de consoles históricos e arena gamer

    Uma imersão completa no universo dos games, da ciência e da inovação: a primeira edição do Festival Next Level já começou. O evento gratuito ocorre no Alameda Shopping, em Taguatinga, até o dia 15 de dezembro, sempre das 9h às 21h, com oficinas, palestras, museu interativo e, claro, arenas gamers com jogos nacionais e internacionais. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação Nacional de Jogos, Campeonatos, Equipes e Jogadores Eletrônicos (Anjo Games).

    O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos. São disponibilizadas 150 vagas, distribuídas em 15 turmas, com emissão de certificado de conclusão, com encontros das 10h às 11h e das 14h às 15h. As inscrições devem ser feitas por este link.

    A grade educativa também é composta por palestras sobre o mercado da tecnologia. Serão abordados temas como: o panorama geral do setor, com noções sobre a indústria de jogos e as áreas de atuação dos novos talentos; a criatividade e os primeiros passos do design para jogos, desde a interface a identidade estética; o passo a passo para a construção do primeiro jogo; e as profissões do futuro, com foco nas carreiras emergentes em TI, games, inovação digital e desenvolvimento de software.

    O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    “Iniciativas como esta são estratégicas porque unem o lúdico ao aprendizado técnico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “O Distrito Federal tem um potencial enorme na economia criativa e no desenvolvimento de jogos. O papel da Secretaria é justamente fomentar esse ecossistema, garantindo que nossas crianças e adolescentes tenham as ferramentas necessárias para serem não apenas consumidores, mas criadores de tecnologia.”

    O presidente da Anjo Games, Lucas Vinícius Bezerra da Silva, destaca que o objetivo do festival é unir lazer e profissionalização. “O Next Level não é um espaço apenas de entretenimento, mas também de formação. Nossa premissa é que os alunos possam transformar a paixão de jogar em profissão, por isso trazemos oficinas e palestras no ramo de desenvolvimento de jogos, ciência, tecnologia e inovação”, observa. “O mercado de desenvolvimento de jogos tem se expandido desde a era dos primeiros Playstations e Super Nintendo até os dias de hoje.”
    O vice-presidente da Anjo Games, Silezio Batista, reforça o papel do festival em conectar o público com oportunidades na indústria. “Hoje em dia, quem não tem o mínimo de noção de tecnologia, com certeza vai ficar para trás. Então, tentamos trazer isso ao alcance de todos, para a galera ver que existe um mercado surgindo, ainda mais com a chegada da inteligência artificial”, afirma.

    Os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, elogiaram o Festival Next Level

    Diversão

    Para quem gosta de tecnologia e videogames, o Festival Next Level é um paraíso. E os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, são prova disso. “Nos amarramos no FIFA do Playstation e nos computadores. A tecnologia está avançando muito e um lugar como esse é importante para as pessoas se familiarizarem”, diz Davi. O amigo elogia a localização do evento e a oferta de conhecimento gratuito: “Tem muitas escolas em volta do shopping, então fica fácil vir para cá depois da aula. As pessoas podem vir para brincar, se distrair, e também para aprender, até porque não tem como pensar no futuro e dispensar a tecnologia.”

    O evento disponibiliza cinco arenas temáticas: Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance, com títulos como Tekken, Mortal Kombat, Street Fighter, FIFA, PES, Gran Turismo, Automobilista, Valorant, League of Legends, Roblox e outros clássicos e sucessos atuais. Além disso, o público pode aproveitar o Museu do Videogame, que proporciona uma viagem nostálgica pela evolução da indústria, com consoles criados a partir dos anos 1980.

    Para garantir a participação de pessoas com deficiência, a organização oferece um controle adaptado. Com o dispositivo, o jogador pode movimentar o personagem sem as mãos, utilizando a cabeça ou os pés, por exemplo.

    Acesse mais informações sobre o Festival Next Level pelas redes sociais.

    Por  Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira