Dia: 15 de novembro de 2025

  • Governo Bolsonaro lidera cenário fictício para 2026, aponta pesquisa Futura/Apex

    Governo Bolsonaro lidera cenário fictício para 2026, aponta pesquisa Futura/Apex

    Governo Bolsonaro lidera cenário fictício para 2026, aponta pesquisa Futura/Apex Uma pesquisa de intenção de voto realizada pela Futura Inte…

    Governo Bolsonaro lidera cenário fictício para 2026, aponta pesquisa Futura/Apex
    Uma pesquisa de intenção de voto realizada pela Futura Inteligência em parceria com a Apex Partners e divulgada nesta terça-feira (11) mostra que, em um cenário de primeiro turno para as eleições presidenciais de 2026, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lideraria com 42,9%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 36,6%. 
    O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 4 e 8 de novembro em 898 cidades, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
    Além de Bolsonaro e Lula, a simulação incluiu outros nomes, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que obteve 9,1% das intenções de voto. Também, 8,5% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum dos candidatos, votariam branco ou nulo, e 2,9% declararam indecisão. 
    Desafios legais para Bolsonaro
    Apesar dos números favoráveis, Bolsonaro enfrenta obstáculos jurídicos que podem comprometer uma eventual candidatura. Ele está considerado inelegível desde 2023, em virtude de condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 
    Avaliação de governo
    A pesquisa também aponta que 52,8% dos brasileiros desaprovam a gestão de Lula, segundo o levantamento da Futura/Apex.

    Crédito Jornal 01 Brasil

  • Shows de rock celebram os 66 anos do Cruzeiro neste sábado (15)

    Shows de rock celebram os 66 anos do Cruzeiro neste sábado (15)

    Neste sábado (15), as comemorações do aniversário do Cruzeiro adentram os porões do rock, homenageando a lendária banda Sepultura. O tributo relembra as raízes roqueiras dos brasilienses em uma noite enérgica.

    A banda Sepultura foi um dos grupos que emergiram no Distrito Federal, levando Brasília ao título de Capital do Rock nos anos 1980. Magu Cartabranca foi um dos participantes do movimento e estará na celebração dos 66 anos da cidade.

    A programação conta com as bandas conterrâneas: Elvis – O Príncipe do Rock, Os Dammes, Cabeçotes Valvulados, Os Candangos e Faces do Caos. Os repertórios dos grupos trazem canções que marcam a história do gênero.

    O aniversário conta com uma agenda pensada para honrar a história do Cruzeiro. “O rock é um marco da nossa biografia, então apoiar essa cultura é uma ótima forma de festejarmos os caminhos e personagens que fizeram de Brasília uma cidade cheia de arte”, diz Gustavo Aires, administrador da região administrativa.

    O Canta Gavião será no bar Parada Obrigatória às 19h. A entrada é gratuita e neste ano conta com outras nomes precursores do gênero da capital, como Eduardo Primeiro & Dog Roll Band, Coral Paz e Amor, Anna Carolina, Poeta Cida Sann, Lucimar e Danne Straus.

    *Com informações da Administração Regional do Cruzeiro

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Administração Regional do Cruzeiro

  • Caesb celebra 56 anos com maior eficiência e soma investimentos de mais de R$ 1,9 bilhão desde 2019

    Caesb celebra 56 anos com maior eficiência e soma investimentos de mais de R$ 1,9 bilhão desde 2019

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) celebra 56 anos consolidada como uma das empresas públicas mais eficientes do país. Em almoço de confraternização realizado nesta sexta-feira (14), na churrascaria Nativas, no SIA, o governador Ibaneis Rocha destacou os avanços da companhia.

    “A gente tem buscado apoiar as empresas do Distrito Federal, e a Caesb é uma das empresas que mais me orgulha, ao lado da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e do Departamento Estadual de Rodagem (DER). O trabalho que vocês têm feito pelo futuro do Distrito Federal é de encantar”, afirmou o governador.

    Ibaneis também destacou os resultados da companhia, que refletem o volume histórico de investimentos realizados nos últimos anos. Desde o início do governo, em 2019, foram R$ 1,9 bilhão em expansão e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, modernização da infraestrutura, programas de eficiência energética e projetos tecnológicos que garantiram ao Distrito Federal a universalização do saneamento: 99% de abastecimento de água e 95% de esgoto, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad).

    “Enquanto a grande maioria dos outros estados está correndo atrás de cumprir uma legislação para 2032, a Caesb já cumpriu, tanto na parte do esgoto quanto no abastecimento de água tratada. A evolução na ligação de todos os sistemas de abastecimento e na ampliação da coleta é maravilhosa e mostra os resultados da empresa”, celebrou.

    O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, reforçou o reconhecimento pelo trabalho dos servidores e agradeceu o apoio do Governo do Distrito Federal. “Eu queria que a gente refletisse o tanto de trabalho que estamos fazendo. Vocês são campeões e as coisas estão acontecendo, estão funcionando. Parabéns para vocês. Agradeço ao nosso governador, que tem apoiado a Caesb como um gigante. A Caesb tem sido privilegiada nesse momento pelo governador”, completou.

    Saneamento integrado

    Com mais de 2 mil servidores, a Caesb segue ampliando a cobertura de saneamento em todas as regiões do DF. Entre as principais ações, está o Saneamento Integrado de Santa Luzia, na Estrutural, um dos maiores investimentos em áreas vulneráveis.

    Com R$ 92 milhões, a obra vai garantir redes de água, esgoto, drenagem e pavimentação para cerca de 20 mil moradores, em 4.155 imóveis da região. Serão 27 km de rede de abastecimento de água, 11 km de rede de esgoto com duas elevatórias, 10 km de galerias de águas pluviais e quatro bacias de detenção.

    Inclusão social

    O programa Água Legal, criado em 2019, se consolidou como política permanente de inclusão. Mais de 42 mil pessoas foram beneficiadas e 15 mil ligações regularizadas em Áreas de Regularização de Interesse Social, somando R$ 16,6 milhões em investimentos. Novas frentes seguem em São Sebastião, Arniqueira, Vicente Pires, Sobradinho, Estrutural, Sol Nascente e Pôr do Sol, com impacto direto para mais de 14 mil moradores.

    A Tarifa Social também foi ampliada, chegando a 270 mil beneficiários. O desconto automático de 50% atende famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único, além de quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

    Obras avançam

    Entre as obras estruturantes, a Adutora da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), de R$ 13 milhões, está na fase final e permitirá a transferência de até 1.000 litros de água por segundo entre os sistemas Santa Maria e Torto/Descoberto, reforçando a segurança hídrica em períodos de seca.

    Também avançam as obras do Sistema de Abastecimento Norte, que vai atender 355 mil moradores de Sobradinho e Sobradinho II, Grande Colorado, Boa Vista, Taquari e Itapoã. Com investimento de R$ 135 milhões, já estão concluídas a Elevatória do Lago Norte e a Adutora Taquari, que integrarão a água captada no Lago Paranoá à nova Estação de Tratamento de Água da região.

    A Caesb também finalizou a nova Adutora Corumbá–Jardim Botânico, obra de aproximadamente R$ 100 milhões que reforçará o abastecimento de 150 mil pessoas em áreas como Jardim Botânico, São Sebastião e Jardins Mangueiral. Com 25,5 km de tubulações e capacidade de até 700 litros por segundo, a estrutura ajuda a desafogar o Sistema Torto/Santa Maria.

    Medição moderna

    Para reduzir perdas e modernizar a medição de consumo, a companhia contratou R$ 100 milhões para a troca de mais de 550 mil hidrômetros nos próximos cinco anos. A expectativa é economizar 500 litros de água por segundo, volume suficiente para abastecer 225 mil pessoas. Do total, R$ 80 milhões são financiados e R$ 20 milhões são contrapartida da empresa.

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Renato Alves/Agência Brasília

  • BRB oferece condições exclusivas no Salão do Imóvel Ademi 2025

    BRB oferece condições exclusivas no Salão do Imóvel Ademi 2025

    Líder absoluto no Distrito Federal e figurando entre os cinco maiores bancos financiadores do sonho da casa própria no Brasil, o BRB será o patrocinador máster da edição de 2025 do Salão do Imóvel ADEMI BRB. O evento ocorre entre 20 e 23 de novembro, na Ala Sul do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

    Durante o Salão do Imóvel, os visitantes terão acesso a condições especiais de financiamento para mais de 3 mil imóveis residenciais, com destaque para a possibilidade de financiar até 90% do valor do imóvel com taxa de juros de 10,65% ao ano para empreendimentos com obras financiadas pelo BRB. Para os demais imóveis, as taxas começam em 10,79% ao ano, com diversas opções de crédito.

    Como parte dos benefícios exclusivos, o BRB também oferece uma promoção especial de seguro residencial: 40% de desconto na contratação do seguro, válida para todas as formas de pagamento.

    Para Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, participar do Salão do Imóvel ADEMI BRB como patrocinador máster reforça o compromisso do banco com o desenvolvimento do Distrito Federal. “O BRB é líder em crédito imobiliário na região e entende que cada financiamento representa mais do que um contrato: é a realização do sonho da casa própria, o início de uma nova história. Estamos aqui para facilitar esse caminho com condições acessíveis, segurança e confiança”, disse.

    Liderança no crédito imobiliário

    O BRB consolidou-se como uma das principais forças do país no crédito imobiliário, combinando solidez, presença nacional e profundo compromisso com o desenvolvimento habitacional. Até o momento, o BRB já concedeu R$ 4,250 bilhões em crédito imobiliário, elevando sua carteira habitacional para R$ 14,5 bilhões. Segundo dados da Abecip, do mês de setembro, o banco ocupa a 5ª posição no ranking nacional de concessão de crédito imobiliário com recursos do SBPE. Ocupa, ainda, a 2ª posição nacional entre as instituições públicas na liberação de crédito imobiliário no ano de 2025. 

    No cenário nacional, o BRB mantém presença consolidada em 24 estados, com destaque para a 2ª colocação na Paraíba e a 4ª em Goiás. Já no Distrito Federal, o desempenho é ainda mais expressivo: o BRB lidera com 61,6% de market share na região. Somente em 2025, mais de 4180 famílias realizaram o sonho da casa própria com o apoio da instituição.

    Além disso, o BRB tem fortalecido o financiamento à produção por meio do Plano Empresário, impulsionando o setor da construção civil, gerando emprego e renda e reafirmando seu papel estratégico no desenvolvimento econômico e social.

    Salão do Imóvel ADEMI 2025

    A expectativa da ADEMI DF é receber 2 mil visitantes com potencial para fazer negócios da ordem de R$ 100 milhões. O evento reúne empreendimentos de 17 empresas associadas. Além de Noroeste e Águas Claras, os compradores também poderão conhecer oportunidades de 1, 2, 3 e 4 quartos, coberturas e lotes, em diversas localidades: Asa Norte, Asa Sul, Gama, Guará, Jardim Botânico, Lago Norte, Park Sul, Samambaia, Sobradinho, Sudoeste, Taguatinga e Tororó.

    O evento é gratuito e contará com mais de 20 estandes, brinquedoteca, lounges e estacionamento privativo. Os interessados podem se cadastrar antecipadamente no site para agilizar a análise de crédito e simulações.

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto:  Arquivo/Agência Brasília

  • STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação

    STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação

    Com o voto do ministro Cristiano Zanin, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta sexta-feira (14) para aceitar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    O deputado foi acusado de articular sanções ao Brasil e autoridades brasileiras nos Estados Unidos. O objetivo seria interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.

    O ministro relator, Alexandre de Moraes, disse em voto que a PGR descreveu detalhadamente as condutas de Eduardo, trazendo provas suficientes de que o deputado buscou criar caos social por meio de suas ações nos EUA.

    Moraes foi acompanhado por Flávio Dino e Zanin. Ainda resta o voto de Cármen Lúcia para ter todos os votos do colegiado. Apesar disso, o julgamento encerra oficialmente no dia 25 de novembro.

    “Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os Ministros do Supremo Tribunal Federal a decidir favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro na AP 2.668/DF [processo da tentativa de golpe], em total desrespeito ao devido processo legal”, afirma Moraes.

    O ministro cita casos como a suspensão de vistos dos ministros do Supremo e familiares; sanções econômicas contra o Brasil e a aplicação da Lei Magnitsky como provas da articulação de Eduardo Bolsonaro com autoridades americanas.

    O caso é analisado em plenário virtual pela Primeira Turma, modelo em que não há debate entre os ministros e permite o registro de votos no prazo de uma semana. Com a saída de Luiz Fux do colegiado, o recebimento da denúncia é votado apenas por quatro ministros.

    Nesse julgamento, o STF avalia se a PGR trouxe indícios suficientes de que houve crime. Ou seja, ainda não se discute culpa, condenação ou absolvição, apenas se há elementos que justifiquem a instauração de um processo. Caso os ministros concordem com Moraes, será aberto um processo criminal formal, e Eduardo Bolsonaro passará a ser réu.

    Na denúncia, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que Eduardo se valeu de uma rede de contatos com autoridades americanas para compelir o STF a encerrar os processos sobre golpe de Estado sem condenações.

    Segundo a PGR, os denunciados usaram de “ameaças de violentas sanções e a efetiva aplicação de algumas delas” para coagir os ministros do Supremo.

    No processo, a defesa de Eduardo foi feita pela DPU (Defensoria Pública da União), já que a Justiça não conseguiu fazer sua notificação. Ele foi avisado por edital, mesmo assim não apresentou defesa própria.

    Na defesa prévia, a DPU diz que também não conseguiu contato com o parlamentar. Mesmo sem a “versão dos fatos” pelo deputado, o órgão pede a rejeição da denúncia.

    O defensor público diz que o tipo penal denunciado não se enquadra com o emprego de violência e grave ameaça e o que foi narrado pelo procurador-geral da República foram apenas “articulações políticas” do parlamentar.

    De acordo com o Art. 344 do Código Penal, o crime de coação no curso do processo penal tem pena prevista de reclusão de 1 a 4 anos e multa, além da pena correspondente à violência praticada.

    Por Por Brasília
    Fonte CNN Brasil
    Foto: CNN

  • Defesa de ex-presidente do INSS rebate acusações e diz que prisão é injusta

    Defesa de ex-presidente do INSS rebate acusações e diz que prisão é injusta

    A defesa do ex-presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) Alessandro Stefanutto, preso na nova fase da Operação Sem Desconto, da PF (Polícia Federal), rebateu nesta sexta-feira (14) as acusações sobre o envolvimento do esquema na autarquia federal e classificou a prisão como “injusta”.

    “As acusações apresentadas contra o servidor não correspondem aos fatos e ignoram completamente sua trajetória de integridade no serviço público”, começa a defesa em nota.

    Segundo a investigação da PF, Stefanutto recebia mensalmente R$ 250 mil relacionados à propina e “quase a totalidade dos valores foram pagos entre junho de 2023 e setembro de 2024”, diz trecho da decisão que autorizou a prisão.

    A defesa alega que a investigação usou relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) com “dados desatualizados e fora de contexto, induzindo a interpretações equivocadas sobre as movimentações”.

    Segundo os advogados, o ex-presidente do INSS não atuou como facilitador institucional do grupo criminoso.

    “Sobre o parecer que fundamentou o Acordo de Cooperação Técnica com a Conafer [Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais], a defesa lembra que o ato foi estritamente técnico, emitido com base na legislação vigente à época, exatamente como exige o cargo que exercia”, prosseguem os advogados.

    A investigação da PF aponta que a Conafer recebeu R$ 708,2 milhões do INSS. Desse volume, R$ 640 milhões foram desviados para empresas de fachada e contas de operadores financeiros ligados ao grupo investigado.

    “A prisão de Stefanutto é injusta e causa profunda preocupação, sobretudo porque ele sempre colaborou integralmente com as autoridades. Mesmo assim, vê sua honra e reputação sendo expostas a versões fantasiosas que não resistem à mínima análise séria”, completa a nota.

    Leia nota na íntegra

    A defesa do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, manifesta profunda indignação com a divulgação de informações inverídicas e profundamente distorcidas sobre sua conduta. As acusações apresentadas contra o servidor não correspondem aos fatos e ignoram completamente sua trajetória de integridade no serviço público.

    É absolutamente falsa a afirmação de que Stefanutto teria recebido pagamentos de entidades, empresas ou intermediários citados na Operação Sem Desconto. Nenhuma prova, documento ou transferência sustenta essa narrativa — que, ainda assim, vem sendo tratada como verdade.

    Relatórios do Coaf, divulgados sem qualquer cuidado técnico, utilizam dados desatualizados e fora de contexto, induzindo a interpretações equivocadas sobre as movimentações financeiras do servidor, que são plenamente compatíveis com sua remuneração pública e inteiramente declaradas.

    Stefanutto não conhece o Sr. Cícero Marcelino de Souza Santos e jamais teve qualquer relação com as empresas mencionadas. A tentativa de vinculá-lo a tais pessoas e estruturas é infundada e causa perplexidade pela completa ausência de base factual.

    Quanto ao veículo adquirido junto a um advogado que conhece desde a adolescência, trata-se de um HB20, ano/modelo 2015/2016, comprado de forma regular, com todos os comprovantes de pagamento disponíveis. Ainda assim, até mesmo essa operação simples e transparente vem sendo utilizada para alimentar versões sem lastro.

    É igualmente falsa a tese de que Stefanutto teria atuado como “facilitador institucional”. Sua carreira no serviço público demonstra exatamente o oposto: rigor técnico, respeito à legislação e absoluto compromisso com o interesse público.

    Sobre o parecer que fundamentou o Acordo de Cooperação Técnica com a Conafer, a defesa lembra que o ato foi estritamente técnico, emitido com base na legislação vigente à época, exatamente como exige o cargo que exercia.

    A prisão de Stefanutto é injusta e causa profunda preocupação, sobretudo porque ele sempre colaborou integralmente com as autoridades. Mesmo assim, vê sua honra e reputação sendo expostas a versões fantasiosas que não resistem à mínima análise séria.

    A defesa reafirma sua confiança de que a verdade prevalecerá, e que a completa inocência de Stefanutto será reconhecida ao final das investigações.

    Por Por Brasília
    Fonte CNN Brasil
    Foto: CNN

  • 4 coisas que importam mais no currículo do que a faculdade que você frequenta, segundo recrutadora

    4 coisas que importam mais no currículo do que a faculdade que você frequenta, segundo recrutadora

    Construir uma carreira sólida exige muito mais do que um diploma de uma instituição renomada. Segundo Caitlin Wehniainen, especialista em recrutamento entrevistada por CNBC Make It, a formação acadêmica é apenas um dos fatores avaliados – e, muitas vezes, não o mais importante.

    Em setores como o de tecnologia, onde a inovação ocorre em um ritmo acelerado, a capacidade de aprendizado, a experiência prática e a evolução na carreira pesam mais do que o nome da universidade.

    A especialista diz que empresas líderes priorizam profissionais que demonstrem habilidades técnicas concretas e que tenham um histórico de crescimento e contribuições relevantes para projetos de alto impacto.

    Experiência e aplicação prática superam a teoria
    Para ter uma ideia, muitos profissionais de IA não possuem formação tradicional na área.

    Wehniainen observa que alguns dos melhores talentos são autodidatas que aprenderam por conta própria, explorando algoritmos, testando modelos de machine learning e desenvolvendo soluções reais. Em um mercado que valoriza inovação e capacidade analítica, um portfólio repleto de projetos práticos pode ter mais peso do que um diploma tradicional.

    “Quanto mais experiência um candidato tem, menos seu diploma importa”, afirma Wehniainen. Depois de cinco anos de atuação, recrutadores dão muito mais atenção às empresas pelas quais um profissional passou, aos projetos que executou e às soluções que criou, do que às credenciais acadêmicas.

    Promoções e crescimento dentro da empresa contam pontos
    Recrutadores procuram currículos que mostrem essa trajetória de ascensão. “Se uma pessoa foi promovida dentro da mesma empresa, significa que seu talento foi reconhecido e que ela agregou valor significativo ao negócio”, explica Wehniainen.

    No campo da IA, onde projetos exigem alto grau de especialização e impacto mensurável, essas promoções podem ser um diferencial.

    Certificações e aprendizado contínuo são essenciais
    Uma carreira em inteligência artificial requer atualização constante. As ferramentas, frameworks e modelos mudam rapidamente, tornando essencial que os profissionais busquem aprimoramento contínuo por meio de cursos, certificações e participação ativa na comunidade técnica.

    Certificações em machine learning, cloud computing e engenharia de dados agregam valor ao currículo, pois demonstram comprometimento com a área e aprofundamento técnico.

    Wehniainen destaca que profissionais que investem em aprendizado autônomo e certificações são mais valorizados por empresas, pois isso indica uma mentalidade de crescimento e desenvolvimento profissional.

    O diferencial está na construção de um perfil sólido
    Para se destacar, um candidato precisa ir além de diplomas. Construir um portfólio robusto, demonstrar crescimento dentro das empresas e investir em educação contínua são fatores decisivos para conquistar posições de destaque no mercado.

    Em um segmento altamente competitivo como de IA, o que diferencia um profissional não é apenas sua formação acadêmica, mas sim sua capacidade de gerar impacto real, inovar e acompanhar a evolução das tecnologias emergentes.

    Por Por Brasília
    Fonte Exame
    Foto: Getty Images

  • Política de Alçadas reforça governança e transparência na gestão previdenciária do Distrito Federal

    O Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) publicou, nesta sexta-feira (14), a Portaria nº 61/2025, que institui oficialmente a Política de Alçadas no âmbito da autarquia. A norma consolida regras claras sobre competências, limites e responsabilidades referentes a decisões administrativas, financeiras e à gestão dos recursos previdenciários do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

    A iniciativa, assinada pela diretora-presidente do Iprev-DF, Raquel Galvão, reforça o compromisso com a integridade, a transparência e as boas práticas de governança pública, alinhando o Instituto às diretrizes do Ministério do Trabalho e Previdência, do Conselho Monetário Nacional e à legislação distrital vigente.

    A Política de Alçadas estabelece os níveis de autoridade e aprovação para atividades que envolvem a utilização de recursos orçamentários e financeiros, a realização de investimentos e desinvestimentos dos fundos previdenciários, a prática de atos administrativos relevantes e a alienação ou gestão de bens vinculados ao RPPS e ao Fundo Solidário Garantidor. Os limites estão detalhados nos anexos da Portaria, que também determina que as operações estratégicas sejam apuradas separadamente para o plano previdenciário e para o Fundo Solidário Garantidor, garantindo maior segurança e precisão no acompanhamento das movimentações.

    Mais segurança e transparência

    A portaria determina que todos os atos relacionados a contratações, investimentos ou dispêndios de recursos contenham a assinatura conjunta de, no mínimo, dois responsáveis, reforçando os mecanismos de controle e evitando decisões unilaterais em processos sensíveis.

    Sempre que uma ação ultrapassar os limites definidos na Política de Alçadas, será obrigatória a elaboração de relatório justificativo. Após análise pelo Conselho de Administração, o documento será publicado no site institucional, ampliando a transparência das ações da autarquia.

    Alinhamento com boas práticas de governança

    Com a instituição da Política de Alçadas, o Iprev-DF aprimora seus controles internos, moderniza a estrutura decisória e reafirma o compromisso com a gestão responsável dos recursos previdenciários. O novo texto também revoga a Portaria nº 4/2025, atualizando critérios e procedimentos segundo padrões mais eficientes, seguros e alinhados às exigências legais.

    *Com informações do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF)

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Divulgação/Iprev-DF

  • GOVERNO DO DF AUTORIZA OBRAS DE REGULARIZAÇÃO NO SETOR SANTA LUZIA, NA ESTRUTURAL

    GOVERNO DO DF AUTORIZA OBRAS DE REGULARIZAÇÃO NO SETOR SANTA LUZIA, NA ESTRUTURAL

    GOVERNO DO DF AUTORIZA OBRAS DE REGULARIZAÇÃO NO SETOR SANTA LUZIA, NA ESTRUTURAL Brasília, 15 de novembro — O governador do Distrito Federa…

    GOVERNO DO DF AUTORIZA OBRAS DE REGULARIZAÇÃO NO SETOR SANTA LUZIA, NA ESTRUTURAL

    Brasília, 15 de novembro — O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e a vice-governadora Celina Leão (PP) assinam neste sábado a ordem de serviço para implantação das obras no Setor Santa Luzia, na Cidade Estrutural. A iniciativa marca um novo capítulo para a comunidade, que por décadas conviveu com a ausência de saneamento básico e infraestrutura adequada.
    O setor, conhecido anteriormente como chácara Santa Luzia, enfrentou um histórico de ocupações irregulares, remoções e disputas fundiárias. Moradores relatam que, ao longo dos anos, viveram sob constante incerteza quanto à permanência no local.
    Durante gestões passadas, como a do então governador José Roberto Arruda, a área não foi incluída nos planos de regularização vigentes. 

    Na época, ocorreram remoções de barracos, e parte da população foi transferida para o conjunto habitacional Monjolinho, no Recanto das Emas. Após a saída de Arruda do governo, muitos moradores retornaram à Santa Luzia e à região conhecida como antiga quadra 12, ambas posteriormente alvo de novas ações de desocupação pela Agefis, de acordo com determinações da administração da época.
    A comunidade de Santa Luzia chegou a ser reduzida a apenas 36 barracos, enquanto a quadra 12 foi totalmente desocupada. 

    À época, o governo justificou as remoções como parte das exigências para a execução de um empréstimo do Bird (Banco Mundial), voltado à regularização da Estrutural.
    A pergunta que permanece
    Com a retomada do processo de regularização fundiária e o anúncio de obras que prometem levar infraestrutura e dignidade aos moradores, surge o questionamento entre antigos ocupantes e lideranças comunitárias:
    Para regularizar a Estrutural, era realmente necessário remover famílias da quadra 12 e da antiga chácara Santa Luzia?
    A assinatura da ordem de serviço reacende o debate sobre o equilíbrio entre políticas de urbanização, direitos sociais e o tratamento dado às populações de baixa renda em áreas em processo de regularização.

    O Governador Ibaneis mostrou como governar para os mais humildes, trazendo dignidade aos moradores da antiga chácara santa Luiza na Estrutural.

    Da redação F5 POLITICA 

  • GDF atualiza regras e garante mais segurança para quiosqueiros e donos de trailers do DF

    GDF atualiza regras e garante mais segurança para quiosqueiros e donos de trailers do DF

    Há 36 anos no mesmo ponto comercial na Samambaia, a permissionária Hilda Pereira de Sousa, de 66 anos, sempre viveu com a incerteza de não saber se poderia manter o próprio sustento. Agora, com a sanção da Lei Complementar nº 68 de 2025, assinada pelo governador Ibaneis Rocha nesta sexta-feira (14), o Governo do Distrito Federal (GDF) cria regras claras e garantias esperadas há décadas por aproximadamente seis mil pessoas que trabalham em quiosques e trailers.

    Dona de um dos primeiros quiosques da região administrativa, o trabalho com vidros sempre foi o sustento da família de dona Hilda. Com emoção, ela exaltou a nova lei que estabelece critérios mais claros para a instalação, a padronização e a regularização dos pontos comerciais. “Essa mudança é muito importante, porque quando vi meu quiosque ser derrubado no passado eu não tinha uma fundação jurídica para me respaldar. Hoje me sinto segura. O quiosque representa a minha vida, lá eu criei meus filhos, é onde vou todos os dias para trabalhar e não entrar em depressão, sem nada para fazer. E agora não me tiram mais meu quiosque, eu tenho uma lei que assegura o meu lugar”, declarou.

    Durante a cerimônia no Palácio do Buriti, Ibaneis Rocha destacou que a atualização da norma, publicada originalmente há 15 anos, atende a uma demanda histórica dos trabalhadores. “Quando assumi, a minha determinação no governo era que a gente regularizasse tudo o que fosse possível. E assim estamos trabalhando. Espero que, com mais esse documento, vocês possam trabalhar com tranquilidade, sem que tenham que estar na porta dos órgãos públicos para solicitar alguma coisa. Agora vocês podem trabalhar tranquilos, crescer e avançar cada vez mais. Contem comigo nessa caminhada”, afirmou o governador.

    Presente na solenidade, a vice-governadora Celina Leão destacou os feitos conquistados por este GDF em prol da população: “O nosso governo cuida das pessoas que mais precisam. Já criamos o Vale Gás, o Cartão Prato Cheio, o Cartão Material Escolar e tantos outros. E essa é mais uma política pública que vem em benefício das pessoas. O ponto principal da nova norma é o direito à sucessão. Muitos filhos, pais e avós ficavam nesses pontos na informalidade, mas são famílias quiosqueiras, que se criaram com essa tradição e agora vão poder dar continuidade a essa atividade à luz da legislação”.

    Elaborado sob a coordenação da Secretaria de Governo, o novo documento contou com reuniões e debates com a sociedade civil para que o texto final atendesse às demandas dos trabalhadores. “Esse projeto foi pensado e debatido durante um ano e meio. Ele tem pilares importantíssimos. Primeiro, é o marco temporal de 2013 para 2019, que permite que 60% dos quiosques e trailers possam ser regularizados. Segundo é a segurança jurídica por 15 anos prorrogáveis por mais 15. O terceiro é poder transferir o ponto para outra pessoa caso tenha algum impedimento. E o quarto é a possibilidade de repassar aos filhos e netos darem continuidade aos serviços”, acrescentou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.

    O texto sancionado determina que os planos de ocupação deverão ser elaborados pelas administrações regionais e seguir o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub). Caberá a esses documentos definir, para cada quiosque ou trailer, o tipo de atividade permitida, a metragem máxima, altura, área adjacente e o padrão arquitetônico. Segundo as novas regras, mais de um modelo de projeto poderá ser adotado, respeitando características das regiões administrativas e o tipo de serviço oferecido.

    A legislação mantém o limite máximo de 15 m² para quiosques instalados em áreas do Ppcub. Nas demais regiões, as dimensões seguirão o estabelecido no plano de ocupação. A lei também proíbe a concessão de mais de uma permissão ou autorização para o mesmo CPF ou CNPJ, reforçando o caráter público e rotativo do uso das áreas.

    Para novas instalações, será obrigatória a realização de licitação, com contratos válidos por até 15 anos, prorrogáveis por igual período. O texto ainda garante o direito de preferência aos licitantes que comprovarem a ocupação da área até 1º de janeiro de 2019. A lei complementar será publicada na próxima edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

    “Assim que a lei for regulamentada, as atribuições serão bem definidas. Esse já é o pontapé inicial para começarmos. São 35 cidades no Distrito Federal, é um trabalho que será feito com toda a dedicação dentro do princípio de ouvir as pessoas, suas demandas e fazer o melhor para a nossa cidade”, finalizou José Humberto Pires de Araújo.

    Segurança e estabilidade

    A sanção foi recebida com entusiasmo por trabalhadores do setor. A presidente do Sindicato dos Trailers, Quiosques e Similares do Distrito Federal, Maria de Fátima Azeredo de Oliveira, destacou a grandiosidade da conquista: “Conseguimos avançar muito, é uma grande vitória. Há 35 anos eu sou quiosqueira, é muita emoção saber que a nossa categoria será amparada com mais segurança jurídica para trabalharmos mais tranquilos. É o ganha-pão das nossas famílias, então hoje é um momento de comemoração. Com essa regularização, tudo mudou”.

    O comerciante José Bezerra de Carvalho, 71, gerencia um quiosque de lanches no Park Sul e falou dos benefícios que a nova legislação traz não apenas para os donos — mas para todas as famílias que dependem do negócio para viver. “Antes a gente era muito inseguro, porque não tinha uma lei que nos amparasse. Trabalhamos e geramos muitos empregos, no meu quiosque tem dez empregados, são dez famílias. Tudo que eu consegui foi através do meu quiosque, com muita luta. Mas graças a Deus e a esse governo temos uma lei que fica para as próximas gerações e nos dá uma segurança bem maior”, observou.

    Por Por Brasília
    Fonte Agência Brasília
    Foto: Renato Alves/Agência Brasília

  • Seis anos após inaugurações, Cepis de Samambaia têm histórias de vida de mães e filhos transformadas

    Seis anos após inaugurações, Cepis de Samambaia têm histórias de vida de mães e filhos transformadas

    Seis anos após inaugurações, Cepis de Samambaia têm histórias de vida de mães e filhos transformadas Primeiras unidades inauguradas pelo gov…

    Seis anos após inaugurações, Cepis de Samambaia têm histórias de vida de mães e filhos transformadas
    Primeiras unidades inauguradas pelo governador Ibaneis Rocha, em 2019, centros de educação da primeira infância Bambu e Azulão consolidaram rede de atendimento na região e possibilitaram aos pais o acesso ao mercado de trabalho com o ensino em tempo integral das crianças
    Seis anos após a entrega das primeiras unidades de centros de educação da primeira infância (Cepis) pelo Governo do Distrito Federal (GDF), a comunidade de Samambaia aponta o impacto positivo da oferta de vagas públicas para crianças de 4 meses a 4 anos. Entre os primeiros entregues, os Cepis Bambu e Azulão abriram caminho para ampliar a rede na região administrativa e, para as famílias, a estrutura transformou a rotina familiar, especialmente para mães que criam os filhos sozinhas.

    É o caso da massoterapeuta Júlia Maria Cavalcante de Santana, de 31 anos e mãe solo de três meninas. Ela matriculou as duas mais novas, Maria Laura e Isabel, de 2 e 4 anos, no Cepi Bambu no início de 2024 e descreve o acesso à creche pública como um divisor de águas, determinante para manter o trabalho e cuidar das filhas. “A diferença que faz ter essa instituição na nossa vida é gigantesca. Eu trabalho fora, cuido de casa, administro tudo, então ter esse apoio na minha vida faz toda a diferença, porque sou sozinha e sem eles para cuidar delas enquanto eu resolvo todo o resto, não seria possível eu dar conta”, declarou.Entre os primeiros entregues, os Cepis Bambu e Azulão abriram caminho para ampliar a rede na região administrativa e, para as famílias, a estrutura transformou a rotina familiar, especialmente para mães que criam os filhos sozinhas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    A mãe ressaltou que o atendimento vai além do cuidado, representando também economia financeira e o desenvolvimento pedagógico das filhas. “Aqui eles oferecem uma alimentação balanceada, fralda, produtos de higiene e tudo isso impacta economicamente. A Isabel tinha seletividade alimentar, isso melhorou drasticamente depois que ela entrou. E a Maria Laura começou a andar com 11 meses, já come sozinha, fala tudo, sabe contar, sabe as formas geométricas. Tudo isso ela aprendeu aqui, onde incentivam muito a autonomia da criança.”

    Investimento em educação

    Atualmente, Samambaia conta com mais de 20 unidades em funcionamento. O investimento total nos Cepis da cidade, desde 2019, soma mais de R$ 16 milhões, sendo cerca de R$ 5,6 milhões destinados às obras do Bambu e do Azulão. Cada unidade conta com oito salas, fraldários, salas de repouso, sanitários adaptados, sala de leitura, laboratório de informática, refeitório, áreas de recreação, além de espaços administrativos e de serviços.


    A diretora do Cepi Bambu, Rayfa Rocha, explica que o equipamento público, com seis anos de funcionamento, atende 168 crianças e trabalha com estímulos pedagógicos que vão da rotina à autonomia infantil. “São crianças que passam 10 horas conosco. Elas têm alimentação saudável, higienização, atividades pedagógicas, muito cuidado e estímulo. Hoje é mais que uma rede de apoio, porque o impacto desse trabalho reflete não só nas crianças, mas também nas famílias. Temos sempre um retorno muito positivo do quanto contribuiu e do quanto essas crianças se desenvolveram.”Júlia Maria Cavalcante de Santana, de 31 anos e mãe solo de três meninas, matriculou as duas mais novas, Maria Laura e Isabel, de 2 e 4 anos, no Cepi Bambu no início de 2024 e descreve o acesso à creche pública como um divisor de águas

    O empreendedor Robson Siqueira Santos, 54, é pai da Júlia Siqueira, de 4 anos, e conta como a filha mudou depois de entrar na unidade, em 2023. “Antes de entrar no Cepi, a Júlia era muito tímida. Hoje ela interage melhor, está mais esperta, escreve o nome dela e o meu, se desenvolveu muito”, afirmou. Robson descreve o serviço público como formidável no DF: “As profissionais da creche tratam muito bem todo mundo. É muito importante esse serviço, porque nós ficamos muito tranquilos para poder trabalhar o dia inteiro. A Júlia entra aqui às 7h30 e sai às 17h30, tem quatro alimentações, banho e o cuidado especial das tias. Fico muito tranquilo em deixar ela aqui com segurança.”

    Desde 2019, o GDF já entregou mais de 20 Cepis, distribuídos em diferentes regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Sol Nascente, Gama, Santa Maria, Plano Piloto, Recanto das Emas, Estrutural, Jardim Botânico, Paranoá, Taguatinga e Lago Norte.

    Por Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

  • Brasília vai sediar Olimpíadas Especiais das Apaes em dezembro

    Brasília vai sediar Olimpíadas Especiais das Apaes em dezembro

    O presidente da Apae Brasil, Jarbas Feldner (terceiro a partir da esquerda), elogiou a iniciativa: “É muito importante para que as pessoas saibam quem somos e o que fazemos, porque as atividades esportivas têm uma importância muito grande no processo de habilitação, reabilitação e socialização das pessoas com deficiência” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

    Durante o encontro, o governador destacou a importância de a capital sediar uma competição voltada à inclusão e ao fortalecimento de políticas públicas para pessoas com deficiência (PcDs). “O Governo do Distrito Federal está apoiando totalmente esse evento, junto à Câmara Legislativa, para que ele corra da melhor maneira possível”, afirmou Ibaneis Rocha.

    “Nós todos sabemos a importância das Apaes em nível nacional, atendendo milhares de crianças e adolescentes e trazendo alento para as famílias”, prosseguiu o governador. “Vamos divulgar muito, porque eles dependem de doações, e aqui na capital da República a gente espera aumentar as arrecadações para que 2026 seja um ano melhor para essas crianças.”

    VisibilidadeWilliam Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência: “A partir do momento em que a pessoa participa da prática esportiva, a gente garante cidadania e dignidade”

    O presidente da Apae Brasil, Jarbas Feldner, agradeceu a receptividade do governo e ressaltou o papel do esporte na superação e no desenvolvimento das pessoas com deficiência intelectual e múltipla: “Este ano nós resolvemos trazer [o evento] para a capital exatamente pela estrutura, a oferta e a visibilidade para o movimento. É muito importante para que as pessoas saibam quem somos e o que fazemos, porque as atividades esportivas têm uma importância muito grande no processo de habilitação, reabilitação e socialização das pessoas com deficiência. O governador Ibaneis, juntamente com a sua equipe e os outros setores, está nos apoiando integralmente nesse evento; ele entendeu a importância e a grandiosidade disso para as pessoas com deficiência”.

    Por sua vez, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, enfatizou a relevância de Brasília receber as Olimpíadas: “A prática de esporte reflete a autonomia da pessoa com deficiência, então recebemos com muita alegria o convite para sediar as olimpíadas aqui. A partir do momento em que a pessoa participa da prática esportiva, a gente garante cidadania e dignidade, então a inclusão da pessoa com deficiência também faz parte da modalidade do esporte”.

    Também participaram da reunião o presidente da Apae de Pindamonhangaba (SP), Paulo Vieira, e o diretor financeiro da Apae-DF e coordenador técnico das Apaes, Erivaldo Neto. A última edição das Olimpíadas Especiais das Apaes foi em Aracaju (SE), em 2022, reunindo mais de dois mil participantes de 23 estados e do Distrito Federal. Desde a sua criação, em 1973, o evento busca promover o desenvolvimento integral, o bem-estar e a inserção social das pessoas com deficiência por meio do esporte e da convivência comunitária.

    Capital da inclusão

    A capital federal sediará pela segunda vez o evento, que ocorre a cada três anos pela Federação Nacional das Apaes (Fenapaes). Serão disputadas dez modalidades esportivas — cinco individuais (atletismo, natação, tênis de mesa, ginástica rítmica e bocha paralímpica) e cinco coletivas (futsal, basquete, handebol, futebol society e capoeira). Além disso, está prevista a tradicional caminhada das famílias, aberta ao público, para incentivar a convivência e a inclusão social.

  • PF mira esquema de corrupção no MEC e alcança ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha

    PF mira esquema de corrupção no MEC e alcança ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha

    Ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha foram alvos de busca e apreensão da PF durante a Operação Coffee Break.  (Foto:   Rafa Neddermeyer/Agê…

    Ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha foram alvos de busca e apreensão da PF durante a Operação Coffee Break. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

    PF mira esquema de corrupção no MEC e alcança ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha

    Brasília, 14,   A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a Operação Coffee Break, que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos no Ministério da Educação (MEC), envolvendo fraudes em licitações e contratos voltados à aquisição de materiais educacionais para escolas municipais. Entre os alvos da operação estão a ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Carla Ariane Trindade, e Kalil Bittar, ex-sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”.

    A investigação aponta que empresários do setor educacional teriam atuado em parceria com agentes públicos para direcionar contratos, superfaturar produtos  incluindo kits de robótica e livros escolares  e desviar parte dos valores por meio de empresas de fachada. A PF cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão em São Paulo, Distrito Federal e Paraná.
    Influência política

    Segundo a PF, Carla Ariane Trindade exercia influência junto a órgãos do governo, especialmente no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia responsável por grande parte das verbas educacionais. Ela teria interferido em processos internos para facilitar a liberação de recursos a municípios indicados pelo grupo investigado.

    Já Kalil Bittar é apontado como intermediário político do esquema. As investigações indicam que ele receberia pagamentos mensais de empresários interessados em manter contratos dentro do MEC. Esses valores seriam, conforme o inquérito, compensações por sua atuação em defesa dos interesses das empresas junto a integrantes do governo.
    Empresário preso

    Entre os principais investigados está o empresário André Gonçalves Mariano, dono da Life Tecnologia Educacional, que foi preso. Sua empresa é suspeita de participar diretamente do direcionamento de licitações municipais para fornecimento de materiais didáticos.
    Crimes investigados

    A PF apura os crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Os investigadores afirmam que o grupo teria movimentado valores expressivos, ainda não divulgados oficialmente, em contratos com indícios de superfaturamento.
    Posicionamentos

    Até o momento, nenhum dos investigados se manifestou publicamente. O Palácio do Planalto afirmou que não comenta investigações em curso e que cabe às autoridades apurar eventuais responsabilidades.

    A operação segue em andamento, e o material apreendido deve passar por análise nos próximos dias.

    Da redação F5 Politica