Dia: 9 de novembro de 2025

  • Celina Leão surpreende-se com situação curiosa no Festival da Pessoa Idosa em Cruzeiro-DF.

    Celina Leão surpreende-se com situação curiosa no Festival da Pessoa Idosa em Cruzeiro-DF.

        Dura n t e sua par t icip a ção n o F e stiv a l da Pessoa Idosa, realizado na cidade de C r u zei r o, no D i s t rito Federal, C…

      

    Durante sua participação no Festival da Pessoa Idosa, realizado na cidade de Cruzeiro, no Distrito Federal, Celina Leão foi surpreendida por uma situação inusitada e cheia de energia. O evento, que já é uma tradição local voltada à exaltação da importância e do bem-estar da população idosa, acabou oferecendo à deputada um momento espontâneo e inesquecível, marcado por ares de celebração e alegria autêntica. Mais do que apenas uma festividade, a ocasião permitiu que os presentes reforçassem seus vínculos com os idosos, reconhecendo o papel vital que eles desempenham na construção da sociedade.

    Gustavo Aires, administrador do Cruzeiro, destacou-se ao conquistar a simpatia da vice-governadora durante o evento, carinhosamente conhecido como o “2º Festival da Pessoa Idosa“. Realizado neste último sábado, como parte da comemoração dos 66 anos da cidade, o festival revelou um cenário vibrante e imprevisível até mesmo para Celina Leão.

    O que Celina esperava ser um ambiente calmo logo se mostrou uma festa calorosa: um baile animado regado a muita música de forró contagiante, danças descontraídas, risos ecoando pelo salão e até performances enérgicas onde idosos se movimentavam com entusiasmo, dançando com vitalidade. Encantada, mas inicialmente surpresa com aquela explosão de animação, a vice-governadora brincou dizendo estar “assustada“ com a intensa vibração do evento. No entanto, qualquer estranheza logo deu lugar à integração quando os idosos, com sua hospitalidade irresistível, a convidaram para se juntar à dança. Antes que se desse conta, Celina já estava no meio do salão, rendendo-se ao ritmo do forró e arrancando não apenas sorrisos, mas também aplausos entusiasmados do público.

    O festival, organizado pela Administração Regional do Cruzeiro nas dependências da Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (ARUC), conseguiu reunir cerca de 500 idosos em um dia recheado de atividades variadas. Entre demonstrações de cuidado com a saúde, momentos de convivência e um ambiente de pura alegria, o evento se consolidou como uma homenagem calorosa e merecida àqueles que contribuíram de forma significativa para a história e cultura da cidade.

    Para Gustavo Aires, o entusiasmo vivido naquele dia reflete a alma vibrante dos moradores do Cruzeiro. Ele destacou que essa energia faz parte do cotidiano local. Com isso em mente, organizaram um festival ainda maior e mais abrangente este ano, honrando os moradores mais experientes da cidade com uma comemoração à altura de suas contribuições ao longo dos anos.

    Ao final do dia, as memórias criadas no festival não foram apenas sobre uma celebração bem-sucedida; foram sobre conexões genuínas entre gerações, exaltando o carinho da comunidade por aqueles que pavimentaram os caminhos do presente. Para Celina Leão, que tem dedicado tempo a visitar diversas cidades do Distrito Federal, o Cruzeiro tem se mostrado um ponto especial em seu trajeto. Com boas histórias para contar e momentos cativantes como esse, o distrito tem se tornado um destino de paragens constantes — sempre embalado por surpresas agradáveis e animados bailes de forró.

    Da redação do Portal de Notícias

  • Gama passa a contar com serviço de patinetes compartilhados

    Gama passa a contar com serviço de patinetes compartilhados

    A partir deste sábado (8), a população do Gama passa a contar com o serviço de patinetes elétricos compartilhados. O sistema começou a funcionar na cidade com 350 estações virtuais e 200 patinetes, que a população poderá utilizar em seus deslocamentos. Com o Gama, agora são dez regiões administrativas que contam com o sistema de micromobilidade individual.

    A expansão do serviço de patinetes no DF começou em julho, após o credenciamento oficial da empresa JET para operar o sistema. Até então, o serviço era oferecido em fase experimental no Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste e Águas Claras. Na sequência, o setor Noroeste passou a contar com 180 patinetes elétricos, ampliando o atendimento na área central de Brasília.

    O titular da Semob, Zeno Gonçalves, disse que a expansão do sistema demonstra a importância desses veículos individuais para a mobilidade no DF. “O patinete é um modal importantíssimo para a mobilidade urbana, favorecendo os deslocamentos das pessoas na chamada última milha, integrando o uso do equipamento para completar o trajeto até o trabalho, nas áreas comerciais ou mesmo para chegar em casa após o uso do transporte público coletivo”, explicou o secretário.

    Com o programa de expansão, o serviço de patinetes foi implantado em outras cinco regiões administrativas. No Guará foram criadas 260 estações virtuais com 258 patinetes em operação. Em Taguatinga operam 71 patinetes com possibilidade de 192 locais para retirada e devolução dos equipamentos. O Park Way conta com 18 patinetes e 12 espaços para estacionamento. A Candangolândia dispõe de 22 estações com 22 patinetes, e o Núcleo Bandeirante utiliza 48 veículos com 75 estações virtuais.

    Até o final de outubro, o sistema de patinetes registrou mais de 949 mil viagens, acumuladas desde a fase experimental. A movimentação dos equipamentos é maior no Parque da Cidade, onde ocorrem média de 1.900 viagens por mês. Ao todo, o Plano Piloto realiza uma média de 8 mil viagens por mês. As outras RAs com maior movimentação são Águas Claras, com mais de 3 mil acessos mensais, principalmente na região das estações do metrô; o Sudoeste, com média de 900 viagens/mês; e o Guará, com mais de 770 viagens mensais.

    Integração com ônibus e BRT

    O lançamento do serviço de patinetes do Gama, na manhã deste sábado (8), aconteceu na estação virtual que foi instalada ao lado do Terminal do BRT, demonstrando a possibilidade de integração da micromobilidade individual com o transporte público coletivo. Segundo a administradora do Gama, Joseane Feitosa, o serviço será oferecido pelos principais pontos da cidade.

    “Os patinetes ficarão disponíveis em pontos estratégicos, facilitando que as pessoas possam se deslocar pelo centro da cidade e também fazer conexão com o transporte público coletivo. É mais uma opção de mobilidade para o Gama”, disse a administradora.

    O subsecretário de Terminais da Semob, Valdemar Medeiros, destacou que o Gama conta com 36 quilômetros de ciclovias e uma ampla rede de transporte coletivo. “Os patinetes serão importantes para a mobilidade das pessoas, integrados com esses modais de transporte”, afirmou.

    Logo após o lançamento do serviço, o militar da Força Nacional, André Luiz Melo, foi o primeiro a utilizar um patinete no Gama. “Achamos uma iniciativa espetacular. Eu sou do Rio de Janeiro, minha esposa é do Piauí, e a gente sempre se perguntou por que o Gama não tinha esse serviço de patinetes, que é tão importante para a população”, comentou o militar.

    *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Semob

  • Hugo cita “unidade” ao elogiar mudanças de Derrite no PL Antifacção

    Hugo cita “unidade” ao elogiar mudanças de Derrite no PL Antifacção

    O presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos-PB) elogiou, neste sábado (8), as mudanças do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) no PL da Antifacção.

    Segundo do chefe da Casa, foi encontrado “um ponto de unidade”, na medida em que o parlamentar, que é o relator da proposta, “preserva avanços do projeto do Governo Federal e endurece as penas contra o crime”.

    Hugo destacou ainda que “o plenário é soberano e o debate será amplo, transparente e democrático”. O presidente da Câmara reforçou também que vai “conduzir as discussões com respeito ao regimento, mas com a firmeza de quem conhece a urgência das ruas”.

    “O país pode divergir em muitas coisas, mas na defesa da vida e da segurança, o Brasil precisa andar junto. Acredito que com o Marco Legal de Combate ao Crime Organizado o Brasil encontrou um ponto de unidade”, acrescentou.

    Derrite assumiu relatoria do PL

    Após Hugo Motta ter escolhido Derrite como relator da proposta, o deputado rebatizou o PL da Antifacção, enviado pelo Executivo, e o denominou como “Marco Legal do Combate ao Crime Organizado”. A escolha foi criticada pelo governo federal. A ministra Gleisi Hoffmann, de Relações Institucionais, disse que a decisão “contamina o debate com os objetivos eleitoreiros de seu campo político”.

    Derrite apresentou um substitutivo que prevê as mesmas penas para crimes cometidos por terroristas, integrantes de organizações criminosas, grupos paramilitares e milícias privadas.

    No texto do secretário de Segurança Pública de São Paulo, que está licenciado do cargo, a proposta procura se distinguir da Lei Antiterrorismo, que só se aplica a crimes cometidos por motivações ideológicas, políticas, xenofóbicas, discriminatórias ou de preconceito de raça, cor, etnia ou religião. O texto atual, por sua vez, tipifica os delitos independentemente das motivações envolvidas. Apesar disso, as duas normas mantêm várias semelhanças em seu conteúdo.

    As punições previstas vão de 20 a 40 anos de prisão — um aumento em relação à Lei Antiterrorismo, que hoje estabelece penas entre 15 e 30 anos.

    O projeto também torna mais rígidas as regras para a progressão de regime. De acordo com o texto relatado por Derrite, a intenção é assegurar que o condenado “realmente cumpra a pena determinada”, elevando o tempo mínimo de cumprimento para até 85% do total.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Kayo Magalhãe /Câmara dos Deputados

  • Com mais de 27 mil formandos, RenovaDF transforma vidas e abre portas para o mercado de trabalho

    Com mais de 27 mil formandos, RenovaDF transforma vidas e abre portas para o mercado de trabalho

    Com mais de 27 mil formandos, RenovaDF transforma vidas e abre portas para o mercado de trabalho
    Programa foi criado em 2021 para oferecer capacitação profissional gratuita e de qualidade para população, ao mesmo tempo em que são reformados equipamentos públicos
    Esperança e recomeço são palavras comuns quando se trata dos programas de capacitação profissional promovidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Com o RenovaDF não é diferente. Instituída em 2021, a iniciativa coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) já formou mais de 27 mil pessoas no curso de auxiliar de manutenção, sendo porta de entrada para o mercado de trabalho e, principalmente, para a mudança de vida.

    Exemplo disto é o assessor técnico Leonardo Edson Domingos, 47 anos. Natural de Itajubá, interior de Minas Gerais, ele chegou na capital federal no início do ano passado e enfrentou um período em situação de rua. As coisas começaram a melhorar meses depois, quando ele conseguiu uma vaga em um abrigo da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), onde conheceu o RenovaDF. “Foi onde tive uma base para entrar no mercado de trabalho. Tinha zero conhecimento em manutenção, mas foi muito bom estar lá e aprender sobre tantas coisas”, conta ele, que concluiu a formação em outubro de 2024.Leonardo foi uma das 15 pessoas em situação de rua nomeadas por este GDF para atuar em alguma secretaria. Atualmente, está lotado na Agência do Trabalhador da Asa Norte | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    No mês seguinte, mais uma boa notícia: Leonardo foi uma das 15 pessoas em situação de rua nomeadas por este GDF para atuar em alguma secretaria. “Fiquei muito feliz mesmo. Lembro de uma vez que passei aqui em frente e pensei ‘um dia eu vou me formar e vou trabalhar aqui’. Mas o Senhor nosso Deus é tão maravilhoso que colocou uma pessoa para olhar para nós que estamos numa situação de vulnerabilidade e nos deu essa oportunidade. O sonho de trabalhar aqui veio antes do que eu imaginava”, celebra.

    Atualmente, ele está lotado na Agência do Trabalhador da Asa Norte, vinculada à Sedet-DF. “Para mim é uma riqueza trabalhar com atendimento ao público. Sinto a necessidade de servir assim como fui servido, retribuir a ajuda que recebi”, pontua. Graças ao emprego, neste ano ele retomou os estudos e, atualmente, cursa serviço social.

    “Também tenho um sonho de me formar em assistente social para poder ajudar o próximo viabilizando as políticas públicas existentes porque acredito na recuperação do ser humano. Os programas do Distrito Federal me ajudaram e têm ajudado muita gente”, comenta Leonardo. “Não tinha nenhuma perspectiva de voltar a estudar, mas com as oportunidades que fui tendo aqui, foi dando certo. Brasília tem sido uma cidade muito boa para mim.”

    Para o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha, o depoimento de Leonardo prova o resultado das iniciativas governamentais. “Temos coordenado ações que buscam oferecer oportunidades reais a pessoas em situação de rua. O RenovaDF e a Agência do Trabalhador são exemplos de programas que unem capacitação, dignidade e reinserção social, permitindo que cidadãos reconstruam os próprios projetos de vida com autonomia e esperança”, destaca.

    Transformação social

    Criado para combater o desemprego e promover capacitação profissional, o RenovaDF se consolidou como um modelo eficaz de formação cidadã e desenvolvimento urbano. A iniciativa já promoveu a reforma de mais de três mil equipamentos públicos em diversas regiões administrativas, como Ceilândia, Plano Piloto, Planaltina, Guará e Recanto das Emas, com ações em praças, quadras, paradas de ônibus, parques infantis, entre outros.

    A aluna Ananda Santos, 27, conheceu o programa em 2020, com o lançamento da primeira edição, e conquistou uma vaga neste ano. Em pouco mais de um mês de aula, ela sente que a vida está tomando um novo rumo. Atualmente desempregada, Ananda planeja cursar uma faculdade, seguir com capacitações na área e, quem sabe, voltar como instrutora.

    Ananda planeja cursar uma faculdade, seguir com capacitações na área e, quem sabe, retornar ao programa como instrutora | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    “É uma experiência bem diferente do que eu estava acostumada. Trabalhava como operadora de caixa, garçonete, nunca quis trabalhar nessa área. Agora penso em fazer faculdade de engenharia civil. Os professores nos incentivam muito”, comenta Ananda, que acredita que a formação também aumenta a autonomia das pessoas: “Eu mesma não sabia nem trocar uma lâmpada direito e hoje já penso em pintar as paredes lá de casa, arrumar umas coisas. É muito bom para aprender várias coisas.”

    A esperança de alcançar um novo emprego também motivou a aluna Natália Gomes, 27, a buscar uma vaga no 3º ciclo deste ano. Moradora do Recanto das Emas, ela conta que nunca tinha se interessado por atuar com manutenção. Hoje, o pensamento é diferente: Natália traça planos e metas voltados à área da construção civil, dando continuidade ao aprendizado obtido graças a este GDF.

    “Nunca tinha tido contato com nada do tipo, no máximo observava meu pai fazendo reforma em casa. Agora já penso em fazer um curso técnico para me inteirar ainda mais do assunto”, conta Natália. Para ela, o programa mostra que o ramo está aberto para o público feminino e de todas as idades. “Traz oportunidades para mulheres, homens, idosos, estrangeiros, pessoas em situação de rua. Abrange muita gente e abre uma cartela de possibilidades para voltar ao mercado de trabalho, além de ter o auxílio financeiro, que ajuda muito os alunos.”

    Ananda e Natália estão na mesma turma do 3º ciclo de 2025. Atualmente, o grupo se dedica à reforma da quadra poliesportiva da EQNM 34/36, em Taguatinga. Os serviços começaram neste mês, com a manutenção dos alambrados. Os alunos são supervisionados pelo instrutor e têm a chance de colocar em prática os conhecimentos obtidos em sala de aula com melhorias que beneficiam toda a população.Ananda e Natália se dedicam à reforma da quadra poliesportiva da EQNM 34/36, em Taguatinga | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    O programa

    O RenovaDF é voltado especialmente para pessoas em situação de desemprego e vulnerabilidade social. O curso de auxiliar de manutenção é promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai), com duração de 240 horas, o equivalente a três meses, sendo quatro horas diárias de segunda a sexta-feira. Os participantes recebem kit uniforme completo, equipamentos de proteção individual, lanche diário, bolsa-benefício no valor de um salário mínimo, auxílio-transporte e seguro contra acidentes pessoais.

    Para participar, é necessário: ser pessoa física, brasileiro nato ou naturalizado, ou estrangeiro em situação regular no país, que esteja desempregado em busca de nova qualificação e/ou requalificação na área da construção civil; ser maior de 18 anos; comprovar a situação de desemprego; e comprovar residência no DF. As inscrições para os próximos ciclos são divulgadas no site da Sedet-DF.

  • CPMI do INSS já pediu a prisão preventiva de 27 pessoas

    CPMI do INSS já pediu a prisão preventiva de 27 pessoas

    Criada em agosto, a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já aprovou pedidos de prisão preventiva de 27 pessoas. As solicitações foram encaminhadas e aguardam a análise no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Uma vez aprovados pelos congressistas, os pedidos são encaminhados para o ministro André Mendonça, que é o relator da ação sobre as investigações de fraudes no INSS.

    Da lista de pessoas, duas já foram presas a pedido da PF (Polícia Federal), os empresários Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS“, e Maurício Camisotti. Ambos são apontados como operadores centrais do esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas.

    As prisões foram autorizadas pelo STF em setembro. A PF argumentou possível risco de fuga e o emprego de ocultação de patrimônio pelos empresários.

    Na CPMI, há mais de dois meses, foram aprovados de forma conjunta pedidos para a prisão de 21 pessoas que são alvo das investigações. Demais pedidos foram aprovados nas demais reuniões, inclusive na última quinta-feira (6).

    O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), já fez diversos apelos públicos para que as solicitações enviadas à Mendonça avancem. Ele já se reuniu com o ministro e afirmou que os pedidos ainda seriam avaliados pela PGR (Procuradoria-Geral da União).

    A comissão também aprovou inclusive sugestão de medida cautelar para que sejam confiscados os passaportes de quem for alvo de requerimento de prisão.

    Das 27 pessoas alvos de pedidos, 11 já foram ouvidas em depoimento pela comissão. Duas delas tiveram a prisão em flagrante decretada durante suas oitivas por contradições em seus depoimentos.

    Foi o caso do empresário Rubens Oliveira Costa, apontado como intermediário do “Careca do INSS”, e de Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais).

    No total, o comando da CPMI determinou a prisão em flagrante de três depoentes. Apenas um deles ainda não teve pedido de preventiva aprovado, o presidente da CBPA (Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura), Abraão Lincoln Ferreira. Todos pagaram fiança e foram liberados.

    Alvos de pedidos

    Entre os principais nomes com pedidos de prisão na CPMI está o advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues. Ele foi alvo de operação da PF e já teve pedido de prisão feito pela corporação, mas a solicitação não foi autorizada pelo STF.

    Outros alvos da comissão incluem servidores afastados do INSS, entre eles o ex-procurador-geral do instituto Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho.

    Ele foi afastado do cargo em abril de 2025, após a Operação Sem Desconto que revelou o esquema de fraudes no INSS. A sua esposa, a empresária Thaísa Hoffmann também está na lista.

    Veja a lista dos nomes com solicitações de prisão preventivas enviadas pela CPMI:

    • Andre Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão do INSS;
    • Eric Douglas Martins Fidelis, advogado;
    • Cecilia Rodrigues Mota, apontada como presidente de fachada de associações;
    • Virgilio Antonio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;
    • Thaisa Hoffmann Jonasson, empresária;
    • Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira, irmã de Virgilio Filho;
    • Alexandre Guimarães, ex-diretor de Governança, Planejamento e Inovação do INSS;
    • Antonio Carlos Camilo Antunes, empresário conhecido como “Careca do INSS”;
    • Rubens Oliveira Costa, empresário;
    • Romeu Carvalho Antunes, filho do “Careca do INSS”;
    • Domingos Savio de Castro, empresário;
    • Milton Salvador de Almeida Junior, empresário;
    • Adelinon Rodrigues Junior, empresário;
    • Alessandro Antonio Stefanutto, ex-presidente do INSS;
    • Geovani Batista Spiecker, diretor substituto de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão do INSS;
    • Reinaldo Carlos Barroso de Almeida, servidor da Diretoria de Benefícios do INSS;
    • Vanderlei Barbosa dos Santos, servidor da diretoria de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão do INSS;
    • Jucimar Fonseca da Silva, servidor da coordenadoria-geral de Pagamento de Benefícios);
    • Philipe Roters Coutinho, agente da Polícia Federal;
    • Mauricio Camisotti, empresário;
    • Marcio Alaor de Araújo, empresário;
    • Nelson Wilians Fratoni Rodrigues, advogado.
    • Silas da Costa Vaz, integrante de cooperativa ligada à Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais);
    • Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);
    • Felipe Macedo Gomes, ex-presidente da ABCB (Amar Brasil Clube de Benefícios);
    • Milton Baptista de Souza Filho, presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical);
    • Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais).

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

  • Profissionais do Hospital de Santa Maria discutem síndrome que faz pais provocarem doenças em filhos

    Profissionais do Hospital de Santa Maria discutem síndrome que faz pais provocarem doenças em filhos

    Profissionais do Hospital de Santa Maria discutem síndrome que faz pais provocarem doenças em filhos

    Debate trouxe desafios no reconhecimento e tratamento do Transtorno Factício Imposto ao Outro, um quadro complexo de saúde mental

    Em alguns lares, o perigo não vem de fora, mas de quem deveria proteger. Pais que provocam ou simulam doenças nos próprios filhos foram o foco do encontro sobre a Síndrome de Munchausen por Procuração, também chamada de Transtorno Factício Imposto ao Outro (TFIO), realizado na quinta-feira (6), no auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

    O encontro reuniu profissionais de várias áreas da saúde para discutir estratégias de identificação, avaliação e intervenção neste tipo de abuso, que muitas vezes passa despercebido e pode levar meses até ser reconhecido.O encontro reuniu profissionais de várias áreas da saúde para discutir estratégias de identificação, avaliação e intervenção em casos de TFIO | Fotos: Divulgação/IgesDF

    O TFIO é caracterizado pela falsificação ou indução de sintomas físicos ou psicológicos em outra pessoa, geralmente uma criança, por um cuidador que busca atenção ou reconhecimento, sem qualquer benefício financeiro envolvido. Nesses casos, quem adoece de fato é o responsável, que manipula a situação para assumir o papel de cuidador dedicado.

    “Não afeta apenas a vítima, mas todo o grupo familiar. É uma forma de manipulação contínua, que engana profissionais e prolonga o sofrimento da criança. Em média, o diagnóstico leva até 15 meses para ser feito”, destaca Gabriela Vieira, assistente social e palestrante do evento.

    O termo Síndrome de Munchausen foi criado em 1951 para descrever pessoas que simulam doenças em si mesmas. Já em 1977, o pediatra britânico Richard Meadow descreveu o tipo “por procuração”, quando o indivíduo provoca sintomas em outra pessoa.

    Principais sinais de alerta

    Existem alguns sinais de alerta que podem indicar o transtorno: sintomas que desaparecem quando a criança está longe do cuidador e retornam após o reencontro, consultas e internações repetidas com resultados inconclusivos, insistência em tratamentos desnecessários

    Segundo Gabriela, existem alguns sinais de alerta que podem indicar o transtorno: sintomas que desaparecem quando a criança está longe do cuidador e retornam após o reencontro, consultas e internações repetidas com resultados inconclusivos, insistência em tratamentos desnecessários e um comportamento incongruente, como o cuidador manter-se calmo em situações de crise.

    Outros indícios incluem presença constante no hospital, conhecimento técnico sobre doenças e pedidos públicos de ajuda ou doações, usando a suposta enfermidade como justificativa.

    “É comum que a criança passe por múltiplos procedimentos clínicos sem necessidade real, porque o cuidador força a continuidade das investigações médicas”, explica.

    O perfil do cuidador

    Quem tem o Transtorno Factício Imposto ao Outro, conforme a especialista, costuma seguir um padrão: pessoas com conhecimento prévio em saúde, idade média entre 29 e 30 anos, comportamento prestativo e aparentemente colaborativo, mas com forte necessidade de validação e atenção.

    Em muitos casos, há histórico de violência doméstica, depressão ou transtornos de personalidade. “Essas pessoas parecem gentis e dedicadas, mas mantêm o controle total da narrativa. A enganação é consciente, embora nasça de um sofrimento psicológico profundo”.

    O perfil da vítima

    “Os filhos acabam acreditando na doença inventada e participam, sem entender, do ciclo de manipulação. Por isso, o olhar atento dos profissionais é essencial para quebrar esse padrão e protegê-los”Gabriela Vieira, assistente social

    As vítimas, em sua maioria, são crianças pequenas, com menos de seis anos e ainda incapazes de expressar com clareza o que sentem ou identificar abusos. Meninos e meninas são igualmente afetados.

    “Os filhos acabam acreditando na doença inventada e participam, sem entender, do ciclo de manipulação. Por isso, o olhar atento dos profissionais é essencial para quebrar esse padrão e protegê-los”, reforça a palestrante.

    O assunto despertou grande interesse entre os participantes. A assistente social do Hospital Regional de Santa Maria, Rafisa Santana, ressaltou a importância do aprendizado. “Eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha compreendido de forma tão clara quanto nesta apresentação. É um desafio, e em qualquer momento podemos nos deparar com um caso assim. Foi muito esclarecedor, mesmo com conteúdo ainda escasso no Brasil”, afirma.

    *Com informações do IgesDF

  • O mesmo erro que cinco fundadores milionários cometeram — e custou caro

    O mesmo erro que cinco fundadores milionários cometeram — e custou caro

    Entre os fundadores de startups e negócios em crescimento acelerado, é comum ouvir histórias sobre acertos, inovações e viradas estratégicas.

    Mas, quando se trata dos erros, há um padrão silencioso, e altamente revelador. Em entrevistas com empreendedores que hoje comandam empresas que faturam entre US$ 1 milhão e US$ 20 milhões por ano, e um arrependimento recorrente é ter demorado demais para contratar as pessoas certas.

    A dificuldade em delegar, o receio de comprometer o fluxo de caixa com salários e a crença de que era possível “fazer tudo sozinho” se tornaram barreiras que, segundo os próprios fundadores, frearam o crescimento dos negócios.

    A seguir, veja como cinco exemplos altamente lucrativos que enfrentaram esse dilema, e o que é possível aprender com ele. As informações foram retiradas da Entrepreneur.

    1. O custo oculto de tentar fazer tudo sozinho
      Ao iniciar um negócio, muitos empreendedores optam por manter a estrutura o mais enxuta possível, com receio de sobrecarregar a operação com despesas fixas.

    Essa estratégia é compreensível do ponto de vista da gestão de caixa, mas, como mostraram os casos analisados, postergar contratações estratégicas pode custar mais caro no longo prazo, em eficiência, escalabilidade e saúde mental dos fundadores.

    Michelle Jimenez-Meggiato, fundadora da incredifulls, empresa de snacks congelados, aponta que a tentativa de economizar evitando contratar foi um erro.

    Ela e o marido investiram US$ 20 mil para lançar a marca e chegaram a fechar acordo com a investidora Lori Greiner no Shark Tank.

    A empresa, que nasceu como projeto paralelo, hoje fatura milhões de dólares por ano, e poderia ter escalado mais rápido, segundo os próprios fundadores, se tivessem estruturado a equipe logo no início.

    1. Delegar cedo é um divisor de águas para a escalabilidade
      Ross Friedman fundou a Slacker Media Group, uma empresa de eventos ao vivo que fatura milhões e já teve mais de 250 mil participantes em suas ativações.

    Mesmo tendo montado uma boa equipe ao longo do tempo, Friedman admite que assumir sozinho grande parte das responsabilidades atrasou o crescimento da empresa.

    A afirmação ressoa diretamente com conceitos de finanças corporativas voltadas à eficiência operacional: ao centralizar decisões e execuções, o fundador limita o potencial da empresa. A descentralização, quando bem feita, permite crescimento exponencial sem perda de controle.

    1. Capital humano como alavanca estratégica de crescimento
      Charles Eide, CEO da EideCom, que fatura US$ 20 milhões anuais com produção de eventos corporativos, é direto: “Deveria ter contratado pessoas melhores antes.”

    Segundo ele, o excesso de autoconfiança no início e o desejo de controlar todos os aspectos do negócio o impediram de aproveitar talentos com mais competência em áreas específicas.

    O caso de Eide comprova que a contratação correta não é um custo, é um investimento estratégico com retorno mensurável. Profissionais experientes trazem ganhos de produtividade, evitam retrabalho e abrem caminho para expansão em ritmo mais acelerado.

    1. O custo da equipe errada
      Victor Guardiola, fundador da Bawi, reforça que não basta contratar, é preciso contratar as pessoas certas o mais cedo possível.

    A empresa, que começou com vendas modestas em feiras livres e hoje caminha para ultrapassar sete dígitos em receita anual, enfrentou obstáculos causados por contratações mal ajustadas.

    O impacto financeiro de uma contratação equivocada pode ser profundo: retrabalho, desperdício de recursos, desaceleração de entregas, desgaste interno e até risco reputacional.

    Guardiola sugere que os fundadores devem sempre pensar na próxima contratação crítica como parte da estratégia de crescimento, não como uma despesa opcional.

    1. Contratar cedo para evitar o burnout e acelerar a profissionalização
      A Tinker Tin, liderada pelos irmãos Jaime Holm e Matt Hannula, é hoje uma empresa de US$ 20 milhões, sem dívidas, que atende grandes marcas como a Lexus e projetos em Hollywood. No entanto, o crescimento só acelerou de fato quando a fundadora deixou de acumular funções.

    “Durante muito tempo operamos com equipe reduzida. Quando meu irmão assumiu como CEO, pude me concentrar no que faço de melhor, e o negócio deslanchou”, contou Holm.

    Já Hannula reforça que a relutância em demitir funcionários ineficientes também prejudicou a empresa: “Remover um talento ruim cedo teria nos ajudado a escalar melhor, mais rápido e com mais eficiência.”

    A estruturação correta de equipe, com papéis bem definidos e profissionais alinhados aos objetivos estratégicos, é um dos pilares da governança corporativa eficaz, e um fator crítico para a manutenção da rentabilidade em crescimento contínuo.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: Thinkstock/VOCÊ S/A

  • Concurso CAESB: TCDF autoriza retomada do certame

    Concurso CAESB: TCDF autoriza retomada do certame

      Decisão unânime revoga medida cautelar que suspendia o edital O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) autorizou, em sessão realiza…

     


    Decisão unânime revoga medida cautelar que suspendia o edital

    O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) autorizou, em sessão realizada na última quarta-feira (5/11), a retomada do Concurso Público da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB). A decisão unânime põe fim à paralisia que durava desde 18 de setembro, quando o certame foi suspenso por uma medida cautelar do próprio TCDF.

    O concurso CAESB, que oferece 82 vagas imediatas mais cadastro de reserva para cargos de níveis médio, técnico e superior, havia sido interrompido devido a questionamentos sobre a quantidade de candidatos convocados para a etapa das provas discursivas. O Tribunal identificou que os números inicialmente previstos não estavam em conformidade com as leis distritais de reserva de vagas.

    Na Decisão nº 4217/2025, o TCDF determinou:

    1. Retomada Imediata: Revogou a medida cautelar que suspendia o concurso, autorizando a sua continuidade.
    2. Prova Discursiva para Nível Superior: Autorizou a CAESB e a banca Cebraspe a convocarem os candidatos aos cargos de nível superior (incluindo o cargo 27, de nível médio) para a realização da prova discursiva. A convocação seguirá os novos quantitativos estabelecidos no Edital nº 15 – CAESB, que retificou os critérios.
    3. Revisão para Nível Médio/Técnico: Determinou que, para os cargos de nível médio e médio técnico (exceto o cargo 27), cujo resultado final da prova discursiva já havia sido publicado, a CAESB deve corrigir mais provas, se necessário, com base na nova tabela do edital retificado. Um novo resultado preliminar deverá ser publicado, seguido de fase de recursos e resultado final.

    O Tribunal também considerou “improcedente” um pedido específico de um interessado que havia manifestado dúvidas sobre o processo.

    Solução das Irregularidades

    A retomada do certame só foi possível após a retificação do edital, publicada no final de setembro. Esse documento, assinado pelo presidente da CAESB, Luís Antônio Almeida Reis, solucionou a questão central ao detalhar a quantidade exata de candidatos que devem ser chamados para a prova discursiva de cada cargo, separando por Ampla Concorrência (AC) e cotas (PCD e demais).

    Na ocasião, a banca organizadora, Cebraspe, informou que tomaria as providências para cumprir a decisão do TCDF e que um novo cronograma com as datas seria divulgado oportunamente.

    Confira, abaixo, a decisão do TCDF na íntegra:

    Da redação do Portal de Notícias

  • Ação de acolhimento atende 50 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

    Ação de acolhimento atende 50 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

    O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu, na primeira semana de novembro, 50 pessoas. De sábado (1º) a sexta-feira (7), as operações passaram por 11 pontos do Plano Piloto, da Estrutural e do Guará, quando recolheram 25 estruturas precárias com o auxílio de 14 caminhões.

    “Nossas equipes seguem empenhadas nas abordagens realizadas diariamente em diversas regiões do DF. Além de oferecer serviços essenciais, nossas ações representam uma oportunidade de recomeço para quem está em situação de rua. Essa é uma pauta que exige atenção, cuidado e presença. Semanalmente, nos reunimos para alinhar estratégias e garantir que o plano seja executado com excelência e empatia. O acolhimento começa no primeiro contato: a escuta, o respeito e a atenção vêm antes de qualquer encaminhamento. A aceitação dos serviços é consequência desse cuidado”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano de Ação, Gustavo Rocha.

    As equipes estiveram no Plano Piloto entre sábado e a última quarta-feira. A região foi a que mais teve atendimentos a pessoas em situação de rua: um total de 33 em sete pontos. Na quinta-feira, a ação de acolhimento se concentrou na Estrutural, onde foram localizadas nove pessoas em uma localidade, enquanto na sexta-feira, o trabalho migrou para o Guará, com atendimento a oito pessoas em três áreas da cidade. 

    Política distrital

    O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.

    Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.

    Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas – tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco –, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público.

    Também em julho, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local.

    Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Agência Brasília

  • Mulheres do Progressistas da Estrutural entregam novas filiações em reunião com a vice-governadora Celina Leão (PP)

    Mulheres do Progressistas da Estrutural entregam novas filiações em reunião com a vice-governadora Celina Leão (PP)

    Mulheres do Progressistas da Estrutural entregam novas filiações em reunião com a vice-governadora Celina Leão (PP) As mulheres do Progressi…

    Mulheres do Progressistas da Estrutural entregam novas filiações em reunião com a vice-governadora Celina Leão (PP)

    As mulheres do Progressistas da Estrutural participaram de uma reunião neste sábado (8), no Arena Hall com a vice-governadora do Distrito Federal e presidente regional do PP-DF, Celina Leão. 

    O encontro teve como objetivo oficializar a entrega de novas fichas de filiação ao partido, fortalecendo a atuação da legenda na região, e destacar as  politicas publicas voltada para as mulheres e para a  juventude da região. 
    A mobilização foi coordenada pela liderança politica e presidente do PP-Estrutural,  Irene Nascimento, que tem articulado a aproximação de novas integrantes, incentivando a representatividade feminina na política local. 

    Segundo Irene, o momento marca um avanço importante para a cidade:

    “Nosso compromisso é ampliar a voz das mulheres da Estrutural dentro do cenário político. É a partir da organização e da participação que construímos mudanças reais.”

    Durante a reunião, Celina Leão destacou a relevância da presença das mulheres na estrutura partidária e na formulação de políticas públicas. “O Progressistas tem trabalhado para fortalecer lideranças femininas. A Estrutural é uma região de grande potencial e é fundamental que suas representantes estejam presentes nas decisões políticas”, afirmou a vice-governadora.

    O ato de filiação reforça o crescimento do partido na cidade e demonstra o engajamento das mulheres na construção de novos espaços de diálogo, representatividade e participação política.

    Da redação F5 Politica