Dia: 7 de novembro de 2025

  • Banda Obsessão celebra 25 anos com nova fase, sucesso pelo Centro-Oeste e retorno triunfal ao Carnaval de Salvador

    Banda Obsessão celebra 25 anos com nova fase, sucesso pelo Centro-Oeste e retorno triunfal ao Carnaval de Salvador

    Banda Obsessão celebra 25 anos com nova fase, sucesso pelo Centro-Oeste e retorno triunfal ao Carnaval de Salvador Com Sanchez no vocal, a b…

    Banda Obsessão celebra 25 anos com nova fase, sucesso pelo Centro-Oeste e retorno triunfal ao Carnaval de Salvador
    Com Sanchez no vocal, a banda revive a essência do pagode baiano, conquista uma nova geração de fãs e confirma presença no circuito Barra-Ondina em 2026, marcando um dos retornos mais aguardados do gênero.

    O retorno de uma lenda do pagode baiano

    O tempo passou, mas a energia continua a mesma talvez até maior. Após um período longe dos grandes palcos, a icônica Banda Obsessão volta a brilhar com uma força renovada e um propósito claro: reacender a chama do pagode baiano raiz, aquele que vibra, emociona e arrasta multidões.

    Formada em Salvador, a banda se consolidou nas últimas décadas como um dos nomes mais respeitados e queridos do gênero. Agora, prestes a comemorar 25 anos de trajetória, a Obsessão vive uma nova fase marcada pela chegada do cantor Sanchez, que trouxe uma roupagem moderna sem perder a essência que conquistou gerações.

    “O público sente essa conexão. O pagode é emoção, é identidade, é Bahia. E é essa verdade que estamos levando de volta aos palcos”, afirma Sanchi, emocionado com o carinho dos fãs.

    Turnê de sucesso e multidões pelo Centro Oeste

    Desde que retomou as atividades, a Banda Obsessão vem sendo destaque nos principais eventos e festivais do Centro-Oeste, onde o público tem respondido de forma calorosa. As apresentações são marcadas por uma mistura contagiante de nostalgia e novidade, com repertório que homenageia os grandes clássicos e apresenta novos sucessos embalados por muito swing e energia.

    A nova formação da banda impressiona pela entrega e pela sintonia no palco. O retorno não é apenas musical é simbólico. Representa a resistência de um estilo genuinamente brasileiro, nascido nas ruas e becos de Salvador, e que continua pulsando com força nas rádios, nas festas e nos corações dos fãs.

    Reconhecimento e apoio dos grandes nomes do pagode

    A volta da Obsessão tem ecoado entre os maiores artistas e referências do pagode baiano, que vêm manifestando publicamente apoio e admiração pela nova fase do grupo. Para muitos, a chegada de Sanchez marca um reencontro do pagode com suas raízes mais puras, recuperando o som e o sentimento que definiram uma geração.

    “A Obsessão sempre foi uma banda autêntica, com identidade própria. Essa nova fase representa o resgate da essência do nosso pagode”, comentou um dos veteranos da cena musical baiana.

    Esse reconhecimento reforça a importância cultural e artística do grupo, que há um quarto de século contribui para manter viva a chama do ritmo que conquistou o Brasil.

    Audiovisual no Festival de Verão e volta ao circuito Barra Ondina

    Entre os projetos mais aguardados da nova fase está a gravação de um grande audiovisual durante o Festival de Verão, um espetáculo que promete reunir os maiores hits da carreira e momentos inéditos da turnê. A produção deve consolidar a nova identidade da Obsessão e simbolizar o marco dos 25 anos de história.

    Mas o ponto alto será no Carnaval de Salvador 2026. A banda foi confirmada no bloco principal do circuito Barra Ondina, um dos trajetos mais emblemáticos e disputados da folia baiana. Puxando o trio elétrico com toda a força do pagode baiano, a Obsessão promete transformar o percurso em uma verdadeira celebração à cultura e à música da Bahia.

    25 anos de sucesso, paixão e identidade

    Ao longo de sua história, a Banda Obsessão construiu uma base sólida de fãs, espalhada por todo o país. Agora, ao completar 25 anos de estrada, o grupo renasce com mais maturidade, presença e propósito, reafirmando o que o público sempre soube: a essência do pagode baiano está viva e tem nome, ritmo e história.

    Com shows cheios, aplausos de artistas consagrados e o carinho de uma nova geração, a Obsessão mostra que o tempo apenas lapidou seu brilho. A nova era já começou e o futuro promete ser ainda mais grandioso.

    Banda Obsessão 25 anos de swing, alma e verdade.

    O pagode baiano raiz de volta onde tudo começou: nos corações e nos trios elétricos da Bahia.

  • O Brasil só vencerá o crime quando houver um pacto real entre quem faz, quem aplica e quem cumpre a lei

    O Brasil só vencerá o crime quando houver um pacto real entre quem faz, quem aplica e quem cumpre a lei

      O Brasil só vencerá o crime quando houver um pacto real entre quem faz, quem aplica e quem cumpre a lei por Manoel Arruda O governo Lula e…

     O Brasil só vencerá o crime quando houver um pacto real entre quem faz, quem aplica e quem cumpre a lei


    por Manoel Arruda

    O governo Lula enviou ao Congresso, em regime de urgência constitucional, um projeto de lei para endurecer o combate às facções e milícias. Uma proposta que não passa de uma tentativa acadêmica de asfixiar o crime organizado, sugerida por um governo que, todos os dias, trabalha para enfraquecer as polícias, relativizar a violência e transformar criminosos em vítimas sociais.

    As medidas foram apresentadas como a grande virada na segurança pública, mas representam só mais um movimento político do presidente Lula para se apropriar do tema mais urgente do país: a sensação generalizada de que o Estado foi tomado de assalto por criminosos e que a violência está fora de controle. Um governo refém do crime não tem condições de combatê-lo.

    Ilusão de rigor e ausência de execução
    O pacote antifacção é extenso. Determina o aumento de penas, criação de novos tipos penais e mecanismos de bloqueio de empresas usadas pelo crime. No papel, parece ser rigoroso. Mas trata-se de uma ilusão. Na prática, falta quem o execute. O mesmo governo que o assina é o que governa com partidos que atacam operações policiais, desautorizam investigações e questionam a ação das forças de segurança. O resultado é previsível: muito discurso e pouca ação.

    O crime organizado brasileiro é transnacional, bilionário e sofisticado. Atua com armas, drogas, contrabando, lavagem de dinheiro e domínio de territórios. O governo federal, responsável por proteger as fronteiras e coordenar a repressão nacional, prefere discurso a ação. Em vez de investir em inteligência, tecnologia e força policial, repete narrativas que relativizam a culpa e alimentam a ideia de que o criminoso é vítima do sistema.

    O pacto que o Brasil precisa
    O problema não é apenas endurecer a lei — é endurecer a aplicação, com coerência e compromisso real. O país precisa de um pacto firme entre Executivo e Judiciário para garantir que o combate ao crime seja padronizado, contínuo e duro. Sem conchavos políticos, sem corrupção e sem o velho discurso de que o criminoso é produto de uma sociedade injusta. Esse olhar míope, típico da esquerda, tenta justificar o crime em vez de puni-lo, mantendo o país refém da violência e da impunidade.

    O pacote é tecnicamente bem elaborado, mas o governo não tem autoridade moral para conduzi-lo. Sua base política é formada pelos mesmos grupos que, no passado, atacaram operações policiais, defenderam saídões e tentaram enfraquecer o Ministério Público. É difícil acreditar na firmeza de um governo que vive da barganha, que negocia com partidos envolvidos em escândalos e que trata a segurança pública como pauta de conveniência.

    Coragem é o que falta em Brasília
    Endurecer a pena é importante, mas de nada adianta se o criminoso continuar agindo dentro da cadeia, comandando o tráfico por celular e lavando dinheiro em empresas de fachada. O governo deveria estar fortalecendo a Polícia Federal, criando programas permanentes de repressão nas fronteiras e estruturando a inteligência financeira nacional. Falta investimento, integração tecnológica e vontade política.

    O crime é digital e global. O Estado ainda é analógico e lento. As facções se reorganizam todos os dias, enquanto o governo se perde em disputas partidárias.

    Outro ponto crítico é o abandono das forças de segurança. O governo tem o dever de apoiar e equipar as polícias, dar segurança jurídica aos agentes e garantir proteção a quem está na linha de frente. O policial brasileiro combate o crime com coragem, mas sem respaldo. Não há política nacional de valorização, nem investimento real. O resultado é previsível: o medo cresce, o crime avança e o Estado recua.

    O pacote antifacção acertou ao reconhecer o problema, mas o país precisa de algo maior que uma lei: precisa de autoridade, coerência e execução. Precisa de um governo que pare de transformar segurança pública em discurso político.

    O Brasil só vai vencer o crime quando houver um pacto de verdade entre quem faz a lei, quem aplica a lei e quem a cumpre. Um pacto de autoridade, não de conveniência.

    O crime organizado é o maior desafio da nossa geração. E ele não será vencido por um governo que fala grosso no microfone, mas age com medo na prática. O país precisa de força, convicção e coragem. E coragem, infelizmente, é o que mais falta em Brasília.

    *Manoel Arruda, 46 anos, é advogado, presidente do União Brasil no Distrito Federal e senador suplente. Foi subsecretário da SSP-DF e assessor especial do Ministério da Justiça.

  • Sancionado projeto de Ricardo Vale que impede cobrança indevida do IPREV

    Sancionado projeto de Ricardo Vale que impede cobrança indevida do IPREV

    O deputado Ricardo Vale (PT), vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, comemorou a sanção do Projeto de Lei Complementar de sua autoria, agora transformado na Lei Complementar nº 1.045/2025, que barra de forma definitiva a cobrança retroativa do IPREV contra aposentados e pensionistas.

    “Essa é uma grande vitória dos aposentados e pensionistas do DF. Conseguimos acabar com uma cobrança absurda que afetaria mais de 60 mil pessoas, gente que dedicou a vida ao serviço público e não podia ser penalizada por um erro do próprio governo”, afirmou Ricardo Vale.

    O projeto corrige um erro de interpretação do GDF sobre a lei que, em 2020, elevou a alíquota de contribuição previdenciária de 11% para 14%. Na época, o aumento foi aplicado apenas aos servidores ativos, mantendo aposentados e pensionistas isentos. Mesmo assim, cinco anos depois, o governo tentou cobrar o valor de forma retroativa.

    Com a nova lei, fica garantido que a contribuição só pode ser cobrada a partir de 1º de janeiro de 2021, impedindo definitivamente o desconto referente aos meses de novembro e dezembro de 2020, valor que seria, em média, de R$ 2.287,30 por beneficiário.

    A sanção representa o desfecho de uma luta conduzida pelo parlamentar, com amplo diálogo com sindicatos, associações e colegas da CLDF.

    Assessoria de Comunicação
    Deputado Ricardo Vale

  • Ex-deputado federal afirma que quer voltar ao Congresso para defender o Distrito Federal, fortalecer o Fundo Constitucional e ampliar ações que transformam vidas

    Ex-deputado federal afirma que quer voltar ao Congresso para defender o Distrito Federal, fortalecer o Fundo Constitucional e ampliar ações que transformam vidas

    Ex-deputado federal afirma que quer voltar ao Congresso para defender o Distrito Federal, fortalecer o Fundo Constitucional e ampliar ações …

    Ex-deputado federal afirma que quer voltar ao Congresso para defender o Distrito Federal, fortalecer o Fundo Constitucional e ampliar ações que transformam vidas

    Foto: Pedro Santos.

    O ex-deputado federal Gilvan Máximo confirmou, nesta semana, sua pré-candidatura a deputado federal nas eleições de 2026. Com um mandato de dois anos e meio na Câmara dos Deputados, Gilvan Máximo se destacou pela forte articulação política e pela capacidade de levar investimentos para o Distrito Federal e para o Entorno.

    Durante seu período no Congresso, Gilvan Máximo foi responsável por garantir mais de R$ 1 bilhão para o Distrito Federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), resultando em obras estruturantes que estão sendo executadas em diversas regiões administrativas. Além disso, destinou quase R$ 200 milhões para mais de 20 municípios do Entorno, contribuindo com saúde, infraestrutura, esporte e desenvolvimento social.

    Gilvan Máximo ganhou reconhecimento no Congresso Nacional e foi considerado deputado revelação por sua atuação técnica e política. Apresentou mais de 100 Projetos de Lei, realizou mais de 1.500 indicações, relatou mais de 100 projetos e protocolou mais de 5 mil requerimentos.

    Programas e entregas
    Com suas emendas individuais, Gilvan Máximo impulsionou uma série de ações que hoje alcançam milhares de famílias:
    UPAs do DF: financiou grande parte dos projetos das oito Unidades de Pronto Atendimento em construção na capital.
    Programa Minha Saúde: levou um conjunto de carretas de atendimento móvel, com capacidade para atender 20 mil pessoas por cidade.
    Energia Solidária: está qualificando 5 mil jovens para trabalharem com energia solar fotovoltaica e vai instalar sistemas solares em 5 mil casas de famílias de baixa renda.
    Você Tem Valor: oferece proteção e acolhimento para 10 mil idosos, com ações de cuidado, inclusão e bem-estar.
    Programa de Esporte: garante acesso ao esporte, acompanhamento e formação para 10 mil jovens, principalmente em áreas de vulnerabilidade.Para quem acompanhou de perto o trabalho, os resultados são nítidos.
    Maria das Dores, 67 anos, atendida pelo programa Você Tem Valor, afirma: “O projeto mudou minha vida. Eu me sentia sozinha, hoje tenho acompanhamento, atividades e cuidado. Nunca tive tanta atenção. O Gilvan Máximo olhou para nós, os idosos. Ele fez diferença.”

    Já Ruan Silva, 19, aluno do curso de energia solar, celebra: “Eu não tinha perspectiva de emprego. Agora estou me formando em uma área que está crescendo. Esse programa abriu portas pra mim e pra muita gente do meu bairro.”

    Ao confirmar sua pré-candidatura, Gilvan Máximo destacou que sua motivação está ligada ao compromisso de transformar vidas: “Eu quero voltar ao Congresso Nacional porque acredito que ainda podemos fazer muito mais. Quero defender o Distrito Federal, proteger o nosso Fundo Constitucional e continuar levando oportunidade, dignidade e emprego. Meu trabalho sempre foi sobre cuidar de gente, especialmente de quem mais precisa.”

    Gilvan Máximo também foi relator do reajuste de 18% para as forças de segurança do DF, aprovado após articulação direta com o Governo Federal e o Congresso.

    Eleitora defende retorno do ex-deputado
    Para a eleitora Carla Mendes, moradora de Ceilândia, Gilvan Máximo foi prejudicado politicamente em sua última disputa: “O Gilvan Máximo foi vítima de uma decisão injusta do STF e do ministro Alexandre de Moraes, que mudaram as regras depois do jogo para beneficiar candidatos alinhados à esquerda. Mesmo assim, ele segue firme, trabalhando e ajudando o povo. Ele merece voltar.”

    Análise política
    O cientista político Matheus Lemos avalia que Gilvan Máximo chega ao processo eleitoral de 2026 com forte potencial: “Gilvan Máximo tem três pilares que sustentam sua força eleitoral: o trabalho reconhecido como deputado, a projeção nacional que conquistou na TV e a atuação atual como gestor público. Se mantiver sua base mobilizada, ele pode alcançar entre 120 mil e 150 mil votos, disputando as primeiras posições da bancada do DF.”

  • Laboratório de Inovação em Gestão Administrativa completa um ano

    Laboratório de Inovação em Gestão Administrativa completa um ano

    O Laboratório de Inovação em Gestão Administrativa (LabGes-DF) completou um ano de criação. A data foi comemorada na quarta-feira (5), em um evento realizado na Escola de Governo (Egov), que reuniu servidores do Governo do Distrito Federal (GDF).

    O encontro celebrou os avanços na inovação do setor público e reforçou o papel do laboratório em estimular a cultura de inovação, criatividade e aprendizagem, conectando pessoas e ideias para o desenvolvimento de soluções criativas, inclusivas e capazes de gerar mudanças positivas na administração pública.

    O secretário de Economia do Distrito Federal, Daniel Izaias Carvalho, destacou a importância de repensar práticas e incentivar novas formas de gestão dentro do governo.

    “Inovação não significa simplesmente criar coisas novas, significa olhar para as mesmas coisas com um olhar diferente e buscar mudanças”, afirmou.

    Ele também reforçou o papel do LabGes na transformação da administração pública e na disseminação de uma nova cultura de trabalho entre os servidores.

    “Eu fico feliz e espero que o laboratório traga bons frutos e passe a fazer parte da realidade de todo o GDF”, completou.

    Também participaram do encontro o secretário-executivo de Gestão Administrativa, Ângelo Roncalli; a diretora-executiva da Escola de Governo, Juliana Tolentino; o coordenador do LineGov, Antônio Isidro; e a coordenadora do LabGes, Maviane Ribeiro, que destacou o trabalho em equipe para a criação do laboratório.

    “Quero destacar que a inovação é um trabalho que não se faz de forma isolada. Precisamos dessa troca com diversos atores e áreas para construir soluções aderentes aos problemas que enfrentamos na gestão pública. A existência do LabGes-DF e a realização deste evento demonstra a potência da parceria entre governo e academia”, afirmou.

    LabGes-DF

    Foi instituído pela Portaria SEEC nº 685/2024 e criado para ser um espaço de articulação e colaboração entre servidores e setores da Secretaria de Economia, promovendo um ambiente seguro para a identificação de problemas e o desenvolvimento de soluções para as atividades-meio.

    Desenvolvido por servidores da Secretaria Executiva de Gestão Administrativa (Segea/Seec), em parceria com o laboratório de inovação da UnB (LineGov), o LabGes-DF opera como uma rede de colaboração que conecta pessoas e ideias para enfrentar desafios das áreas-meio do governo.

    *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Seec-DF

  • GDF amplia rede de apoio e garante inclusão de estudantes no Enem e no mercado de trabalho

    GDF amplia rede de apoio e garante inclusão de estudantes no Enem e no mercado de trabalho

      Foto: André Amendoeira/ SEEDF Projetos como o Enem Inclusivo e Especial e o Empregabilidade garantem oportunidades para alunos da rede púb…

     

    Foto: André Amendoeira/ SEEDF

    Projetos como o Enem Inclusivo e Especial e o Empregabilidade garantem oportunidades para alunos da rede pública

    O Governo do Distrito Federal (GDF) tem fortalecido uma rede de projetos voltados à preparação de estudantes da rede pública para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros concursos públicos. A proposta é oferecer apoio pedagógico, material e emocional, garantindo que todos tenham oportunidades de avançar nos estudos e no mercado de trabalho.

    Entre as ações, o destaque é o Enem Inclusivo e Especial, que reúne mais de 40 estudantes com deficiência ou transtorno em aulas aos sábados, no Centro de Educação Profissional e Tecnológica de Jovens e Adultos da Asa Sul (Cesas). O projeto, criado em 2019 pela Secretaria de Educação (SEEDF), oferece 13 encontros até o dia da prova, com materiais em Braille, intérpretes de Libras e recursos de acessibilidade.Hélvia Paranaguá: “Às vezes, a deficiência impede a locomoção, mas não pode impedir o aluno de sonhar. A nossa rede é inclusiva” | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    “Às vezes, a deficiência impede a locomoção, mas não pode impedir o aluno de sonhar. A nossa rede é inclusiva. Todos os estudantes com algum tipo de deficiência ou transtorno são recebidos e incluídos. A partir do momento em que os estudantes vão fazer o Enem, eles também têm a oportunidade de entrar na universidade. Eles não precisam parar na educação básica, podem ir além”, afirma a secretária da Educação, Hélvia Paranaguá.

    Educação acessívelLuciana Lopes dos Santos se prepara para o Enem: “Nós, surdos, estamos aprendendo mais e incentivando outros a participar também, com o apoio dos intérpretes que garantem nossa acessibilidade para chegar à universidade”

    A estudante Luciana Lopes dos Santos, que tem deficiência auditiva, participou da edição de 2024 e voltou neste ano esperançosa para o Enem. “Na primeira participação, percebi o quanto preciso de programas como esse. Nós, surdos, estamos aprendendo mais e incentivando outros a participar também, com o apoio dos intérpretes que garantem nossa acessibilidade para chegar à universidade”, conta a aluna.

    Vera Barros, da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, explica que o formato do curso foi adaptado para cada tipo de deficiência, com materiais em Braille e interpretações em Libras, entre outras especificidades. “Nós atendemos todas as deficiências e transtornos. Também vale citar que contamos com a grande parceria do Senac [Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial], que tem proporcionado um upgrade nas nossas máquinas do laboratório de informática para garantir que a tecnologia aconteça”, ressalta a subsecretária.

    Inclusão profissionalLuis Felipe Lima se formou em jornalismo depois de entrar na faculdade com a ajuda do Enem Inclusivo e Especial

    Além do Enem Inclusivo e Especial, o GDF mantém o projeto Empregabilidade, que funciona como um banco de talentos para pessoas com deficiência que já concluíram o curso universitário. Atualmente, 50 pessoas participam da iniciativa.

    Entre os participantes está Luis Felipe Lima, um dos primeiros alunos do Enem Inclusivo e Especial. Autista de nível de suporte 1, ele entrou na faculdade com o apoio do projeto e se formou em jornalismo em 2024. Hoje, atua na área, após ser encaminhado pelo programa Empregabilidade. “É um grande avanço, uma atitude muito humilde e acho algo muito bonito. Valeu muito a pena fazer parte”, elogia o jornalista.

    Qualificação gratuita

    Outro programa é o Preparação DF, que oferece curso gratuito e intensivo para o Enem e outros vestibulares. Neste ano, foram ofertadas 10 mil vagas principais e mil de cadastro reserva, com 240 horas de aulas presenciais, divididas em 25 horas semanais. Para participar, é preciso ter no mínimo 16 anos completos e escolaridade compatível com o curso desejado.

    As aulas são ministradas em polos em Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Asa Sul e Gama. Os alunos recebem material didático completo, uniforme, lanche diário, auxílio-transporte e seguro contra acidentes pessoais. Ao final do curso, é emitido certificado de conclusão em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet) e a Secretaria de Educação.

    PorGeovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nade*Colaborou Nathália Borgo

  • Criado Comitê de Participação de Crianças para fortalecer a escuta infantil nas políticas públicas

    Criado Comitê de Participação de Crianças para fortalecer a escuta infantil nas políticas públicas

    O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (CDCA-DF), vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), instituiu o Comitê de Participação de Crianças (CPC), espaço permanente voltado à escuta e à participação direta de meninos e meninas nas discussões e decisões sobre políticas públicas da infância. A criação do Comitê foi oficializada por meio da Resolução nº 168, de 3 de novembro de 2025, publicada nesta quinta-feira (6) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

    A medida reforça o compromisso do CDCA-DF em garantir a escuta qualificada de crianças e suas famílias nos processos de formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas, em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016) e a Política Distrital pela Primeira Infância (Lei nº 7.006/2021).

    O novo comitê terá caráter consultivo, com impacto deliberativo, e atuará tanto no âmbito do CDCA-DF quanto no Comitê Gestor Intersetorial de Políticas Públicas para a Primeira Infância do DF. Ele será coordenado pela Comissão de Formação, Mobilização e Participação (COMFMOP) do Conselho, em parceria com o Comitê Gestor Intersetorial, e contará com seis membros, três de cada colegiado.

    Entre as atribuições do CPC estão promover a escuta de crianças em seus espaços de convivência, fomentar a criação de espaços de participação infantil nos territórios, consultar famílias e cuidadores sobre políticas e recursos públicos, e contribuir na elaboração de planos de aplicação do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA/DF). O Comitê também poderá participar da organização das conferências distrital e regionais dos direitos da criança e do adolescente, além de propor campanhas e formações continuadas sobre o tema.

    De acordo com o presidente do CDCA-DF, Eduardo Chaves da Silva, a iniciativa representa um avanço no reconhecimento das crianças como sujeitos de direitos e de opinião. “O Comitê de Participação de Crianças é uma ferramenta essencial para ouvirmos as próprias crianças sobre os temas que impactam suas vidas. É um passo importante para que a política da infância seja construída com elas e não apenas para elas”, destacou.

    A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressaltou que a criação do comitê reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a participação social e o protagonismo infantil. “Dar voz às crianças é reconhecer que elas têm muito a contribuir na construção de políticas públicas mais justas, humanas e eficazes. Esse é um gesto de escuta ativa e respeito, que fortalece a cidadania desde a infância e inspira um futuro mais participativo”, afirmou.

    As atividades do novo comitê contarão com o apoio técnico e operacional da Secretaria Executiva do CDCA-DF, e suas deliberações serão submetidas à apreciação da plenária do Conselho. Com a criação do CPC, o Distrito Federal dá mais um passo para consolidar uma gestão participativa e inclusiva das políticas de proteção e promoção dos direitos da infância, alinhada às diretrizes nacionais e internacionais de participação infantil.

    *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto:  Divulgação/Sejus-DF

  • Conferência global em Brasília reforça papel da cultura e da ciência na preservação da água

    Conferência global em Brasília reforça papel da cultura e da ciência na preservação da água

      Começou, nesta terça-feira (5), a 6ª Conferência Internacional da Rede Global de Museus da Água (WAMU+NET), que reúne especialistas de mai…

     

    Começou, nesta terça-feira (5), a 6ª Conferência Internacional da Rede Global de Museus da Água (WAMU+NET), que reúne especialistas de mais de 40 países para discutir o papel dos museus e instituições culturais na adaptação às mudanças climáticas. Realizado no Espaço Cultural Caesb, o evento é organizado pela Adasa, em parceria com a UNESCO, a Caesb e a Global Network of Water Museums.

    Com o tema “Adapting to Climate Change: The Role of Museums in Promoting New Water Uses for Resilient Futures” (Adaptação às Mudanças Climáticas: o papel dos museus na promoção de novos usos da água para futuros resilientes), a conferência integra a agenda internacional do Programa Hidrológico Intergovernamental da UNESCO (UNESCO-IHP) e chega ao Brasil em um momento estratégico, às vésperas da COP 30, que será realizada em Belém (PA).

    A cerimônia de abertura contou com pronunciamentos da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, do secretário de Estado do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, do diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, do presidente da Caesb, Luis Antonio Reis, e do diretor da Adasa e coordenador do projeto Memorial Internacional da Água (MINA), Rogério Rosso.

    O presidente da Caesb, Luis Antonio Reis, deu as boas-vindas aos participantes e passou a palavra ao diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, que enfatizou o simbolismo de Brasília sediar o evento. “Mais do que um encontro, esta conferência representa a alma que resgata a história da água. Brasília, berço das águas do continente, se orgulha em sediar um evento que une ciência, cultura e governança em torno desse bem essencial”, enalteceu.

    A vice-governadora Celina Leão destacou o papel do Distrito Federal na integração entre políticas públicas e educação ambiental. “O bem mais precioso que temos é a água, e não há sustentabilidade sem união entre governo, instituições e sociedade. Trazer o Museu das Águas para Brasília é reafirmar nosso compromisso com a educação, a ciência e o futuro das novas gerações. É por isso que estamos aqui nesta manhã — para anunciar o MINA, que será entregue ainda nesta gestão, com o lançamento da pedra fundamental. Queremos que seja um local de educação, ciência e cultura, aberto ao mundo, mas também à nossa rede pública, para que os alunos conheçam a história das águas e desenvolvam uma consciência voltada à sustentabilidade”, declarou.

    O secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, lembrou o esforço conjunto das instituições do DF na gestão dos recursos hídricos e na promoção da sustentabilidade. “A integração entre os órgãos ambientais, a Caesb e a Adasa demonstra que o DF tem uma agenda sólida voltada à preservação da água e ao fortalecimento da cultura ambiental”, pontuou.

    Encerrando as falas, o diretor da Adasa e coordenador do projeto MINA, Rogério Rosso, reiterou o esforço coletivo que tornou o evento possível. “Trabalhamos muito para que Brasília recebesse esta conferência. Hoje iniciamos um programa que vai colocar o Brasil no mapa mundial da preservação da memória hídrica”, celebrou.

    A solenidade contou ainda com a presença do diretor executivo da Global Network of Water Museums, Eriberto Eulisse, a participação virtual do diretor da Divisão de Ciências da Água da UNESCO, Abou Amani, e um vídeo de saudação do presidente da WAMU+NET, Eddy Moors, que destacaram o papel do Brasil na promoção da cultura da água e na construção de soluções globais para os desafios climáticos. Também compuseram o dispositivo, os diretores da Adasa Vinícius Benevides, Félix Palazzo e Apolinário Rebelo, além do ouvidor da Agência, Fernando Martins.

    Para Eulisse, o MINA representa um projeto visionário de alcance global. “Oscar Niemeyer já sonhava em reunir, em um só lugar, as diferentes histórias da água para ensinar sobre sustentabilidade. Esse sonho começa a se concretizar aqui, em um espaço que simboliza a união dos museus da água e do patrimônio hídrico de todo o mundo”, arrematou.

    A 6ª Conferência Internacional da WAMU+NET segue até quinta-feira (7), com uma programação voltada ao intercâmbio de experiências entre museus, universidades e instituições dedicadas à gestão e valorização da água, com foco em educação para a sustentabilidade, patrimônio hídrico, tecnologias ancestrais e resiliência comunitária.

  • Audiência pública define próximos passos do programa Cartão Uniforme Escolar

    Audiência pública define próximos passos do programa Cartão Uniforme Escolar

    A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, participou, nesta quarta-feira (5), de uma audiência pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sobre os próximos passos do Cartão Uniforme Escolar. O encontro reuniu representantes do governo e do setor produtivo para discutir os impactos sociais e econômicos do programa, que vai facilitar o acesso das famílias de alunos da rede pública à aquisição dos uniformes escolares e fortalecer as malharias locais.

    Hélvia Paranaguá falou sobre a importância de valorizar as empresas do DF na execução do programa e explicou que, embora algumas tenham sede em outros estados, é fundamental que estejam efetivamente atuando na capital para participar das ações. “Se a empresa abriu unidade aqui e está funcionando no Distrito Federal, ela tem o direito de cadastrar-se e participar. Essa é uma vitória para o setor, porque prioriza quem está sediado e gera emprego local”, afirmou.

    Ela também ressaltou a parceria com o Banco de Brasília (BRB), responsável pela operacionalização do Cartão Uniforme Escolar. “É o nosso banco parceiro, presente em todos os programas e políticas públicas. É ele quem vai cuidar dos cartões, das maquinetas e de todo o suporte necessário para o funcionamento do programa”, completou. 

    A deputada Jaqueline Silva, autora da lei que cria o programa, ressaltou que a iniciativa é fruto de um trabalho conjunto entre o Legislativo, o Executivo e o setor produtivo. Ela defendeu a importância do diálogo e da cooperação para que o projeto alcance o mesmo sucesso dos cartões anteriores.

    “Sabemos que toda nova modalidade traz desafios, mas com responsabilidade e união, governo e empresários podem caminhar juntos para garantir dignidade aos nossos alunos e fortalecer a assistência social no Distrito Federal”, afirmou a parlamentar.

    Investimento e formação

    Para a presidente do Sindiveste-DF, Valkíria Aires, o Cartão Uniforme Escolar representa uma oportunidade de fortalecimento da indústria local e de estímulo à geração de empregos. Ela destacou o impacto positivo do aporte previsto para o programa, que deve movimentar mais de R$ 100 milhões a partir de 2026. “Estamos falando de um investimento que movimenta a economia e gera emprego aqui no Distrito Federal. Temos capacidade de produzir, só precisamos do incentivo certo para fazer isso acontecer”, afirmou.

    A representante do Senai, Valéria Luciene de Oliveira Silva, reforçou que a instituição será parceira na formação dos profissionais responsáveis pela confecção dos uniformes. O Senai também deve contribuir com a elaboração de um caderno técnico para garantir qualidade e padronização na produção. 

    “O Senai está pronto para formar profissionais qualificados e garantir que os uniformes sejam produzidos com qualidade e eficiência. Nosso papel é unir educação, tecnologia e inovação para fortalecer as empresas do Distrito Federal”, destacou.

    *Com informações da Secretaria de Educação

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Felipe de Noronha/SEEDF

  • Duplicação da via marginal da EPDB, localizada no Park Way, trará benefícios diretos para cerca de 15 mil motoristas que passam pela região diariamente.

    Duplicação da via marginal da EPDB, localizada no Park Way, trará benefícios diretos para cerca de 15 mil motoristas que passam pela região diariamente.

      A duplicação da via marginal da Estrada Parque Dom Bosco (EPDB), no bairro Park Way, autorizada pelo governador Ibaneis Rocha nesta quint…

     


    A
    duplicação da via marginal da Estrada Parque Dom Bosco (EPDB), no bairro Park Way, autorizada pelo governador Ibaneis Rocha nesta quinta-feira (6), busca melhorar o fluxo de trânsito e beneficiar 15 mil motoristas que utilizam a região diariamente. A obra, avaliada em R$ 6,33 milhões, deve gerar 100 empregos diretos e inclui serviços como adequação geométrica, pavimentação, drenagem, sinalização e paisagismo, além da criação de baias de ônibus acessíveis.

    A intervenção, conduzida pelo DER-DF, atenderá os moradores do Park Way e Vargem Bonita, reduzindo congestionamentos e aumentando a segurança. O governador destacou o compromisso com a infraestrutura local, afirmando que as máquinas já estão no local e que a recuperação do asfalto no Park Way continuará sem interrupções.

    Os trabalhos começarão imediatamente, aproveitando o período seco para avançar na terraplenagem. Segundo Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF, o trânsito não será interrompido, e intervenções pontuais serão devidamente sinalizadas.

    Moradores comemoram a obra, como o militar Walter Alkimim, que mencionou os frequentes engarrafamentos no trecho. Ele acredita que a duplicação trará mais fluidez para os acessos ao Park Way e cidades vizinhas como Santa Maria e Gama. A melhoria é vista como solução para uma antiga demanda da comunidade.

  • Bolsonaro se prepara para ser preso antes do Natal

    Bolsonaro se prepara para ser preso antes do Natal

    Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que estiveram com ele nos últimos dias afirmam que ele já está psicologicamente preparado para ser preso em regime fechado antes do Natal — e passar a data no Complexo Penitenciário da Papuda.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse a pessoas próximas que o pai é alvo de uma “perseguição implacável” e que os familiares, inclusive o próprio ex-presidente, estão se preparando “para o pior”.

    A defesa de Bolsonaro segue tentando, junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), garantir o cumprimento da pena em prisão domiciliar, mantendo a condição atual.

    Embora haja expectativa de o Bolsonaro não permaneça muito tempo no presídio, devido à sua condição delicada de saúde, aliados avaliam que mantê-lo encarcerado durante as festas de fim de ano teria um peso “simbólico” para o STF.

    Os advogados do ex-presidente já o alertaram sobre a aproximação dos prazos para o início do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão, imposta por crimes contra a democracia.

    Nesta sexta-feira (7), a Primeira Turma do STF inicia, em plenário virtual, o julgamento de um recurso apresentado pela defesa. Os ministros terão até sete dias para concluir seus votos.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: CNN

  • Problema em descontos do INSS era recorrente, mas sem relevância, diz Onyx

    Problema em descontos do INSS era recorrente, mas sem relevância, diz Onyx

    O ex-ministro do Trabalho e Previdência Onyx Lorenzoni afirmou nesta quinta-feira (5) que problemas em descontos associativos em benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) eram “recorrentes”. Em depoimento na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, ele declarou que o tema não tinha “relevância” durante sua gestão.

    “O problema com descontos associativos era recorrente. Tem denúncias de problemas com acordos ou com procedimentos, dos mais diferentes governos desde 2010, registrados pela imprensa brasileira”, disse.

    Lorenzoni esteve à frente da pasta entre 2021 e 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, o foco da sua gestão envolveu dois problemas principais: a fila de processos do INSS e o crédito consignado de beneficiários.

    “No nosso tempo, os números expõem com clareza, não havia relevância o discurso de descontos associativos”, afirmou. “Nós considerávamos a questão dos descontos associativos dentro da sua normalidade”, declarou.

    Segundo Onyx, houve redução no número de aposentados com descontos associativos em folha de janeiro de 2019 a 2022. Em resposta, no entanto, o relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que os números começaram a subir a partir de 2022, na gestão de José Carlos Oliveira, que substituiu Onyx no cargo e também já foi ouvido pela CPMI.

    “Quando o senhor sai [do cargo], essa curva estabiliza um pouco, mas tem um crescimento muito grande, nós saímos da casa de milhões para a casa de bilhões [em descontos]”, disse o relator. “A gestão do José Carlos Oliveira está diretamente ligada aqui ao início da curva de crescimento”, declarou.

    Na oitiva, Onyx defendeu a indicação de Oliveira para a função na época e afirmou que teve o aval de Bolsonaro. Na ocasião, Onyx afirmou ter buscado alguém com conhecimento da Previdência, histórico de bom gestor e um funcionário de carreira.

    “A escolha do José Carlos Oliveira foi ao conversar com diretores, com servidores que atuavam aqui no núcleo central do INSS, na busca da história, do currículo dele. Foi uma coisa técnica, não teve nenhuma interferência política”, afirmou.

    Na chegada ao Congresso nesta quarta-feira, Onyx negou que tenha ocorrido corrupção durante o governo Bolsonaro. Ao longo de toda a oitiva, ele exaltou e elogiou a atuação do governo anterior. Onyx também ocupou os cargos de ministro da Casa Civil, da Cidadania e da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo anterior.

    A CNN apurou que na última terça-feira (4) Onyx Lorenzoni esteve no Senado e se encontrou com Rogério Marinho (PL-RN), atual líder da oposição na Casa e ex-ministro e ex-secretário do governo Bolsonaro. O senador, que é membro da CPMI, foi secretário especial da Previdência de 2019 a 2020 e ministro do Desenvolvimento Regional de 2020 a 2022.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: CNN

  • Quer empreender? Primeiro, aprenda a administrar

    Quer empreender? Primeiro, aprenda a administrar

    Nos últimos anos, o número de novos empreendedores no Brasil explodiu. Segundo dados do Sebrae de 2024, o país ultrapassou a marca de 11,5 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) — um recorde histórico. No entanto, o mesmo levantamento revela um dado preocupante: 29% das microempresas fecham após cinco anos. Entre as causas? Falta de preparo para aprender a administrar.

    Empreender é mais do que ter uma boa ideia. É saber planejar, gerir e crescer — e isso começa com conhecimento em administração, área que forma os profissionais capazes de transformar visões em resultados concretos.

    Abrir um negócio exige mais do que coragem. Requer planejamento financeiro, visão estratégica e gestão de pessoas. Esses pilares, ensinados em cursos de Administração, são o alicerce de empresas que sobrevivem e prosperam.

    Isso porque aprender a administrar não se resume a controlar planilhas — é entender o funcionamento completo de uma organização, da análise de mercado à tomada de decisão.

    Empreendedores que dominam os princípios administrativos conseguem planejar o fluxo de caixa, mapear riscos e definir metas realistas, evitando erros comuns entre iniciantes.

    Aprender a administrar é um processo que combina teoria e prática. Um bom curso de Administração ensina o que realmente importa para o sucesso de um negócio:

    Gestão financeira: saber analisar custos, definir preços e manter a rentabilidade.

    Planejamento estratégico: identificar oportunidades e traçar metas de longo prazo.

    Gestão de pessoas: liderar equipes, motivar colaboradores e criar uma cultura de resultados.

    Marketing e comportamento do consumidor: entender o público e posicionar o produto de forma competitiva.

    Tomada de decisão com base em dados: transformar informações em ações assertivas.

    Essas habilidades são essenciais não apenas para quem quer empreender, mas também para quem deseja crescer dentro de organizações. Afinal, o “olhar de dono” — tão valorizado no mercado — nasce da capacidade de administrar com visão ampla.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que seis em cada dez empresas fecham em até cinco anos. Entre as causas mais estão falta de planejamento, precificação incorreta e má gestão de fluxo de caixa — erros que poderiam ser evitados com formação sólida em administração.

    Quem decide aprender a administrar antes de empreender desenvolve uma mentalidade analítica, compreendendo que crescimento sustentável exige controle e estratégia. Mais do que abrir um CNPJ, é sobre estruturar um negócio com base em dados e indicadores de desempenho.

    Além disso, entender fundamentos como logística, compliance e inovação ajuda a evitar armadilhas comuns, como endividamento e perda de competitividade.

    Diversos nomes do empreendedorismo nacional e internacional apontam a formação em gestão como um divisor de águas em suas trajetórias. Mesmo fundadores de startups digitais, que começaram com ideias disruptivas, buscaram conhecimento para aprender a administrar à medida que suas empresas cresceram.

    A formação em administração ensina a enxergar o negócio de forma estratégica e sistêmica, capacitando futuros empreendedores a dominar cada etapa do processo empresarial — desde a concepção até a expansão.

    Durante o curso, o estudante aprende a analisar cenários econômicos, gerenciar recursos, avaliar riscos e tomar decisões embasadas em dados. Além disso, desenvolve soft skills fundamentais, como liderança, resiliência e pensamento crítico.

    Mais do que transmitir conteúdo técnico, a graduação forma tomadores de decisão — profissionais capazes de transformar teoria em prática, planejamento em lucro e propósito em estratégia.

    Em um mercado em que as startups surgem e desaparecem rapidamente, saber aprender a administrar é o que garante longevidade e crescimento sustentável. O empreendedor moderno precisa dominar tanto os números quanto as pessoas, tanto os processos quanto a inovação.

    Isso reforça que empreender sem aprender a administrar é como dirigir sem conhecer o caminho — você pode até sair do lugar, mas dificilmente chegará longe.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: Thinkstock/Thinkstock

  • Experiências sensoriais e inclusivas fazem parte da programação gratuita do fim de semana no DF

    Experiências sensoriais e inclusivas fazem parte da programação gratuita do fim de semana no DF

    Neste fim de semana, em vez de apenas olhar a cidade, o público é convidado a tocar, mover, entrar e reconstruir. Com experiências sensoriais em bibliotecas, parques e espetáculos, a programação conta com oficinas de arte, shows musicais, feira de artesanato e outros eventos culturais que transformam a cidade em um grande palco de lazer e diversidade, com eventos gratuitos e incentivados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e a Secretaria de Turismo (Setur-DF).

    Os brasilienses contam, ainda, com os programas Lazer para Todos e Vai de Graça para facilitar o deslocamento e garantir o acesso gratuito às atrações. Confira a agenda cultural e não fique de fora!

    Cidade sensorial

    Na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), entre 8 e 21 de novembro, ocorre a instalação interativa DE VER CIDADE — Brasília numa caixa de brincar, criada pelo coletivo Entrevazios como parte do projeto Circuito Arte e Cidade. Com entrada gratuita, a obra propõe uma experiência sensorial e acessível que convida o público a tocar, mover e reconstruir blocos inspirados na arquitetura modernista da capital, estimulando reflexões sobre como se habita a cidade planejada.

    A exposição conta com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, mediação em Libras, piso de orientação e estrutura para públicos neurodivergentes e surdocegos, incorporando estímulos multissensoriais. As visitas podem ser feitas espontaneamente, das 9h às 14h nos fins de semana ou das 8h30 às 19h30 de segunda a sexta-feira. As realizadas mediante agendamento para grupos escolares e institucionais funcionam de segunda a sexta-feira, às 9h30 e 14h30.

    Cada encontro dura cerca de 1h30 e pode receber até 40 participantes por horário. Os agendamentos são gratuitos e podem incluir, conforme disponibilidade, apoio de transporte para instituições públicas de ensino. As solicitações devem ser feitas pelo telefone (61) 99309-7262 ou pelos perfis do Entrevazios e do Todo Público.

    Outra experiência sensorial é o Parque Diversom, projeto itinerante que chega neste fim de semana à Praça do Cidadão, em Ceilândia, com brinquedos interativos que transformam movimento em música. Funcionando até 19 de novembro das 8h às 20h, a entrada é gratuita e, neste domingo (9), a partir das 10h, haverá programação acessível com intérprete de Libras, tour tátil e acolhimento para cadeirantes e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    Os brinquedos musicais interativos foram concebidos para suportar o peso de adultos e permitir o entrosamento familiar, ampliando o público participante. Entre as novidades estão os Realejos Diversom, brinquedos acessíveis que produzem sonoridades distintas quando girados: o Metalossel, com sons contínuos e metálicos; o Xilossel, de timbres amadeirados; e o Rotachu, que espalha uma “chuva musical” amplificada por bacias. O espaço conta com placas em braile, QR codes com audiodescrição e abafadores acústicos para pessoas com hipersensibilidade auditiva, entre outros recursos.

    Shows e Espetáculos

    Para quem busca uma atividade em família e conexão com a natureza, o 2º Encontro Cunhatã Cerratense – Arte, Educação e Natureza na Primeira Infância ocorre até 9 de novembro, com atividades gratuitas para crianças, educadores e famílias em escolas públicas, espaços culturais e áreas naturais do DF. A programação reúne o espetáculo infantil É o Bicho!, oficinas, bate-papo e vivências ao ar livre que aproximam a primeira infância da cultura e da biodiversidade do Cerrado. Nesta sexta (7), às 9h, haverá atividade ambiental no Parque do Cortado, em Taguatinga, com o biólogo Rogério Dias e o poeta Nicolas Behr; às 15h, o espetáculo será apresentado no Alameda Shopping. Nos dias 8 e 9, as sessões são às 11h no túnel do Sesi Lab, com entrada gratuita. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (61) 99353-9043 ou pelo perfil do Instagram da Camerata Caipira.

    Já na pegada do circo, o Sesc Newton Rossi, em Ceilândia, apresenta, na sexta-feira (7), às 20h, o espetáculo gratuito No Fio da Navalha, da Trupe Por Um Fio. A montagem combina circo contemporâneo, teatro de sombras e trilha em vinil para explorar o limite entre risco e coragem. Com acrobacias e jogos de luz, o grupo conduz o público por momentos de tensão e delicadeza. A apresentação conta com acessibilidade em Libras e classificação livre.

    E no Espaço Cultural Renato Russo, a Plataforma Encantarias de Culturas Populares encerra a quinta temporada neste fim de semana, com programação gratuita e dedicada às tradições brasileiras. Na sexta-feira (7), às 19h, a mestra pernambucana Nice Teles conduz a aula-espetáculo Personagens Femininos no Cavalo Marinho, em que revisita figuras tradicionais como Catirina e Velha do Bambu, em um mergulho na oralidade, dança e memória popular. No sábado (8) e domingo (9), também às 19h, a atriz brincante Luciana Meireles apresenta o espetáculo O Sumiço da Alembrança, que dialoga com o imaginário e a poética das manifestações populares. As sessões contam com interpretação em Libras e ingressos gratuitos pelo Sympla.

    Na linha musical, o festival Viola em Canto’s de Mulher será nos dias 7 e 8 de novembro no Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, celebrando a força feminina na música caipira e os saberes tradicionais do país. Em sua 7ª edição, o evento reúne mais de 20 atrações de diferentes estados, com apresentações musicais, feira de artesanato, roda de prosa, oficina, exposição digital, ambientação temática e gastronomia típica — tudo gratuito e com acessibilidade, incluindo Libras. Quem doar 1 kg de alimento até 7 de novembro garante um convite para o tradicional Almoço Caipira com Queima do Alho, no sábado (8).

    Artesanato

    Brasília também recebe, de 5 a 9 de novembro, o 20º Salão do Artesanato, no Pavilhão do Parque da Cidade, com entrada gratuita e programação que reúne oficinas, gastronomia, música e centenas de expositores de todo o país, com destaque para artesãos e manualistas do Distrito Federal. O evento oferece aulas de crochê, cerâmica, fuxico, escultura, kokedamas e pintura em MDF, além de oficinas voltadas ao empreendedorismo criativo. Na área gastronômica, chefs apresentam receitas inspiradas em ingredientes do Cerrado, como pequi, banana-da-terra, baru e jabuticaba.

    A programação musical traz nomes como Roberta Campos, Rosana Brow e Leonel Laterza, além de grupos locais. O Salão funciona de quarta a sexta, das 16h às 22h, e no fim de semana, das 11h às 22h. A programação completa está no site e nas redes sociais do evento.

    Lazer para Todos

    Os domingos e feriados ganharam um novo significado para as famílias brasilienses, com a implementação do programa Lazer para Todos, do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa garante entrada gratuita ao Jardim Botânico de Brasília e ao Zoológico de Brasília, espaços importantes de entretenimento da capital.

    Com o aumento da demanda, o zoo tem se adequado para melhor atender o público. Foram incluídas visitas guiadas na programação dos domingos. Com ponto de encontro na estátua da elefanta Nelly, próximo à entrada do zoo, os passeios ocorrem sempre às 9h30 e às 14h30. A atividade conta com um tour acompanhado por profissionais do espaço que ensinam sobre educação ambiental e compartilham os bastidores do tratamento dos bichos.

    Atualmente, a entrada para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) custa R$ 5 por pessoa. O local funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Já no Zoológico de Brasília, o ingresso varia entre R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). O local fica aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h.

    Vai de Graça

    Lançado no final de fevereiro, o benefício do GDF permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados.

    Linhas que atendem o Jardim Botânico de Brasília aos domingos:

    → 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/L2 Sul/Rodoviária do Plano Piloto;

    → 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Paranoá/Itapoã/Lago Sul (QI 23);

    → 0.186: São Sebastião/Lago Sul (Ponte das Garças)/Rodoviária do Plano Piloto;

    → 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Lago Sul (Gilberto Salomão);

    → 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/Condomínios (Esaf-Big Box);

    → 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Morro da Cruz/São Francisco/Mangueiral;

    → 183.7: São Sebastião (Capão Comprido — João Cândido — Itaipu — Condomínio Estrada do Sol);

    → 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 09 — QI 23)/Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK).

    Linhas que atendem o Zoológico de Brasília aos domingos:

    → 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/Faculdade Euroamericana/Samdu Norte;

    → 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo);

    → 0.172: Riacho Fundo I (EPNB)/Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo);

    → 0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo);

    → 0.809: Recanto das Emas/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo);

    → 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB);

    → 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB);

    → 154.2: Guará e Guará II/Rodoviária do Plano Piloto;

    → 336.1: Setor P Sul/Rodoviária do Plano Piloto;

    → 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB);

    → 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/W3 Sul – Norte;

    → 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo);

    → 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação

  • Modernização e expansão colocam o metrô do DF em nova fase de crescimento

    Modernização e expansão colocam o metrô do DF em nova fase de crescimento

    Depois de mais de duas décadas de espera, o Distrito Federal voltou a ver o metrô crescer. Desde 2019, este Governo do Distrito Federal (GDF) investiu e entregou três novas estações — Estrada Parque, 106 Sul e 110 Sul — e deu início à expansão da Linha 1 no ramal de Samambaia, com previsão de mais duas paradas nos próximos anos. O conjunto de investimentos marca uma nova fase da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), que alia ampliação da rede, modernização tecnológica e aumento da receita tarifária.

    As três estações entregues na gestão Ibaneis Rocha receberam investimentos superiores a R$ 44 milhões em obras civis, sistemas elétricos e equipamentos de acessibilidade, como elevadores e escadas rolantes. Na 106 Sul, a arrecadação com locação de espaços e publicidade já ultrapassou R$ 6 milhões desde 2020. Na 110 Sul, foram mais de R$ 5 milhões em receitas adicionais.

    Para além do aumento na receita tarifária, que consequentemente é utilizada para investir em serviços de modernização e manutenção da linha e melhor atender a população do Distrito Federal, as novas estações refletem também em uma maior adesão da população a este tipo de modal.

    “Quando entregamos novas paradas, como conseguimos fazer de 2019 para cá, a gente consegue trazer mais passageiros para o sistema. E isso tem uma vantagem prioritária que é atender o cidadão. As pessoas que moram e que trabalham no entorno dessas estações até então não tinham disponibilidade de poder usar o metrô para se deslocar e agora passam a ter essa oportunidade. Então, a gente cumpre a nossa responsabilidade social e ainda aumenta as receitas do Metrô para investir em outras frentes”, afirmou o presidente da companhia, Handerson Cabral Ribeiro.

    Expansão em andamento

    Atualmente, o Metrô-DF conta com 42,3 km de extensão, conectando Brasília a Ceilândia e a Samambaia. Em dias úteis, transporta entre 160 mil e 180 mil usuários. O traçado em formato de “Y” inclui o eixo principal até Águas Claras (19,1 km), o ramal até Ceilândia Norte (14,3 km) e o trecho até Samambaia (8,8 km).

    Para os próximos anos, a previsão é que o alcance dos vagões seja ainda maior. Isso porque este GDF trabalha na expansão da Linha 1 em Samambaia, que prevê duas novas estações e 3,6 quilômetros de via. O investimento é de R$ 348,9 milhões e conta com recursos garantidos no orçamento até 2026.

    Em Ceilândia, a expectativa é que outras duas estações sejam construídas do zero também. Ainda em fase de análise pelo Tribunal de Contas do DF, o projeto será licitado em breve para ampliar a atuação do metrô na região. Somadas, as obras vão acrescentar 6 quilômetros de linha e quatro novas estações, beneficiando mais de 35 mil passageiros por dia.

    A região Sul, que compreende Gama, Santa Maria, Riacho Fundo, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Cruzeiro, também deve ser contemplada com a expansão do metrô. No momento, as equipes trabalham nos estudos preliminares funcional e de viabilidade técnica, econômica e ambiental para implementar a chamada Linha 2. A previsão é que seja uma via de aproximadamente 50 km para ligar essas regiões à Rodoviária do Plano Piloto e à Esplanada dos Ministérios.

    O crescimento do metrô e a chegada de novas estações já mudam a rotina de quem utiliza o transporte público no DF. Para estudantes, trabalhadores e moradores, o investimento deste GDF traz mais conforto, segurança e praticidade no dia a dia, como é o caso do estudante Douglas Oliveira, de 20 anos.

    “Eu moro em Ceilândia e vim para o Plano encontrar um amigo. Essa estação da 106 facilitou muito pra mim agora, porque está próximo de um ponto que antes não existia. E agora facilita demais. Eu uso o metrô todo dia, porque faço estágio no Park Shopping, então eu costumo usar todo dia. É um ambiente seguro, limpo”, elogiou o estudante.

    Já para quem usa o metrô eventualmente, a experiência também é positiva. “Eu acho a estação limpa, é tudo maravilhoso. Eu gosto de pegar o metrô”, avaliou a cabeleireira Maria Clemes Ferreira, 54.

    Modernização da frota e novos trens

    Em paralelo à ampliação da rede, este GDF prepara a compra de 15 novos trens e a manutenção completa de 20 modelos da série 1000, considerados os mais antigos que circulam desde o início da operação, em 2001. O investimento previsto para a aquisição dos novos vagões é de cerca de R$ 900 milhões.

    “Essa seria a primeira intervenção robusta, porque ao longo desse tempo eles vêm passando por todo o programa de manutenção. Mas mesmo assim se faz necessário pegar esses primeiros equipamentos e os modernizar inteiramente para que fique tecnologicamente mais próximo do que teremos com os veículos novos, para garantir que eles não tenham falhas por questão de idade ou dos sistemas e não prejudiquem o funcionamento de toda a linha, já que é tudo interligado”, acrescentou Handerson.

    Para os próximos anos, também está prevista a troca completa do sistema de sinalização e controle, estimada entre R$ 600 e R$ 800 milhões, o que permitirá maior segurança, eficiência energética e regularidade na circulação dos trens.

    Mais tecnologia e conforto para o usuário

    Além das grandes obras de infraestrutura e expansão, o Metrô-DF tem investido em modernização tecnológica. Entre as principais entregas estão a implantação do pagamento por aproximação diretamente nas catracas, a substituição e ampliação dos validadores, o uso de QR Code no lugar dos bilhetes de papel, painéis informativos com horários de chegada e partida dos trens em todas as 27 estações e o lançamento do aplicativo, que permite acompanhar em tempo real o funcionamento do sistema e o horário das linhas.

    Outra mudança importante foi o novo horário de operação, com abertura das estações às 5h30, meia-hora mais cedo do que antes, e o funcionamento estendido até 21h30 aos domingos, atendendo a uma demanda antiga dos usuários.

    “No domingo, a gente funcionava apenas até 19h e isso era uma reclamação muito forte dos nossos passageiros. Então, com essa ampliação aliada ao Programa Vai de Graça, que concede transporte gratuito aos domingos, nós conseguimos fazer com que dobrasse o número de passageiros que normalmente utilizavam nosso sistema aos domingos. É um sucesso porque as pessoas estão saindo para passear com as suas famílias e tem aquela parcela da população que trabalha nesse dia e consegue ir e voltar de graça também”, pontuou o presidente da companhia, Handerson Cabral Ribeiro.

    Aos domingos, por exemplo, com a implementação do Vai de Graça pelo governador Ibaneis Rocha, o metrô registrou um salto de 30 mil usuários para 50 mil com a gratuidade no modal.

    Com as obras em andamento, a modernização do sistema e a previsão de mais investimentos futuros, a expectativa é que o Metrô-DF possa atender bem as próximas décadas de crescimento da capital federal. “Todos esses projetos em andamento, estamos trabalhando para trazer o mais moderno que a gente puder para o metrô do Distrito Federal. Nosso objetivo é deixar o metrô pronto para os próximos 40 anos com tecnologia de ponta, conforto e confiabilidade”, concluiu Handerson.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

  • Sol Nascente receberá quadra e mais de cem fachadas reformadas pelo projeto Arte que Transforma

    Sol Nascente receberá quadra e mais de cem fachadas reformadas pelo projeto Arte que Transforma

    O Sol Nascente vai celebrar, neste sábado (8), às 10h, o resultado de uma verdadeira transformação coletiva. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) entrega a quadra poliesportiva reformada e a pintura das calçadas, portões e fachadas de 100 casas da rua que dá acesso ao local, na Chácara 75, Trecho 3.

    A iniciativa faz parte do projeto Arte que Transforma, desenvolvido pela Sejus em parceria com o Instituto Coral, e é um exemplo de como a união entre poder público, iniciativa privada e comunidade pode gerar resultados concretos e inspiradores.

    Ao longo das últimas semanas, os próprios moradores colocaram a mão na massa, participando ativamente das pinturas ao lado de voluntários e artistas. Mais de 5 mil litros de tinta e uma paleta vibrante de cores — azul, verde, laranja, rosa, amarelo, areia e palha — deram nova vida à paisagem da região, resgatando o sentimento de pertencimento e orgulho entre os moradores.

    “O Arte que Transforma mostra que cuidar do lugar onde vivemos é também um ato de amor e pertencimento. No Sol Nascente, o que vemos é muito mais do que muros coloridos — são vidas transformadas pela arte, pela solidariedade e pela união da comunidade”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

    Além da revitalização física dos espaços, o projeto também promoveu oficinas de capacitação em pintura imobiliária, ministradas por artistas e instrutores voluntários, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e geração de renda para os participantes.

    *Com informações da Sejus-DF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Sejus-DF

  • Governo do Distrito Federal autoriza início das obras do viaduto e passarela no Jardins Mangueiral

    Governo do Distrito Federal autoriza início das obras do viaduto e passarela no Jardins Mangueiral

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    Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou a autorização para o início das obras de construção do viaduto e da passarela no bairro Jardins Mangueiral.

    Essa iniciativa representa um passo importante para melhorar a infraestrutura da região, proporcionando mais segurança e fluidez no trânsito local.

    O projeto inclui uma estrutura planejada para atender às demandas de mobilidade urbana, beneficiando tanto motoristas quanto pedestres que circulam diariamente pela área.

    Com essa obra, espera-se facilitar o deslocamento entre bairros vizinhos, além de oferecer melhores condições de acesso para os moradores.

    Informações da redação do Portal de Notícias