Dia: 4 de novembro de 2025

  • Cinco anos após a inauguração, ciclovia entre Gama e Santa Maria é referência de mobilidade na região

    Cinco anos após a inauguração, ciclovia entre Gama e Santa Maria é referência de mobilidade na região

    O ciclista Joedson Júnior, 38 anos, celebra a ciclovia que liga o Gama a Santa Maria como uma das melhores obras já realizadas na região, por trazer mais segurança e conforto a quem pedala entre as duas cidades. Antes da construção, ele usava o acostamento, dividia espaço com caminhões e enfrentava risco constante de acidentes. Inaugurada em abril de 2020, a ciclovia da DF-483 tem 3,6 quilômetros de extensão e, desde então, beneficia moradores do Gama, de Santa Maria e de cidades vizinhas, ao oferecer um trajeto exclusivo e seguro para quem utiliza a bicicleta tanto para o lazer quanto para o deslocamento diário.

    A ciclovia da DF-483 faz parte do plano do atual Governo do Distrito Federal (GDF) de ampliar a malha cicloviária em todo o território do DF. O superintendente de obras do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Cristiano Cavalcante, explica que o tema tem sido tratado com muita atenção e que o DER vem intensificando a construção de ciclovias nas rodovias e áreas urbanas. “Esse trabalho vem sendo feito na área rural, no centro de Brasília e nas regiões administrativas. Recentemente, concluímos trechos no Lago Sul, em Brazlândia, no caminho das escolas de Planaltina, e também no Pistão Norte e Sul, além da EPNB”, destacou.

    Atualmente, o órgão executa a construção de uma ciclovia na Estrutural, que liga Ceilândia e Taguatinga ao Plano Piloto, com 10 quilômetros de extensão. Segundo o superintendente, o principal objetivo dessas intervenções é garantir segurança e integração entre as regiões administrativas. “O DF já possui cerca de 700 quilômetros de malha cicloviária, sendo a segunda maior do Brasil em extensão. Agora, nosso esforço é conectar esses trechos para permitir que o ciclista possa sair de sua cidade, chegar até o Plano Piloto e retornar sem interrupções, com segurança e sem precisar circular pelas vias urbanas”, explicou.

    Ao separar o ciclista da pista, as ciclovias contribuem para a segurança e a mobilidade urbana. “Quando você constrói uma ciclovia, tira o ciclista do fluxo de veículos, eliminando o risco de acidentes; além disso, diminui os congestionamentos e melhora a fluidez do trânsito, porque muitas pessoas deixam o carro em casa e passam a ir de bicicleta para o trabalho ou lazer. Assim, incentivamos o uso desse modal sustentável e ajudamos a reduzir o número de veículos nas ruas”, completou.

    Qualidade de vida

    Assim como o ciclista Joedson Júnior, outros moradores destacam a importância da ciclovia, que se tornou um espaço bastante frequentado não apenas por quem pedala, mas também por pessoas que caminham ou praticam exercícios, incluindo idosos. Para Joedson, a obra trouxe mais qualidade de vida à região e representa uma conquista significativa para a população local.

    Para o administrador de Santa Maria, Josiel França, a ciclovia da DF-483 representa mais do que uma obra: é um marco para Santa Maria e para o Gama, pois promove qualidade de vida, segurança e sustentabilidade. “A iniciativa atende a uma demanda antiga da comunidade, incentiva o uso de meios alternativos de transporte, contribui para a redução do tráfego e da emissão de poluentes, e estimula a prática de atividades físicas, fortalecendo o bem-estar da população”, apontou. “Essa obra também reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a mobilidade urbana, a infraestrutura segura e o desenvolvimento sustentável, resultado do trabalho contínuo do DER-DF e da Semob”.

    Há também quem tenha passado a utilizar a ciclovia recentemente, como o militar Jefferson da Silva, 54. O morador de Santa Maria utiliza a via principalmente para atividades físicas, e ressalta que o percurso é bem-planejado e com boa sinalização. Segundo ele, o trecho permite sair da região e seguir até o Parque do Avião, passando pela área da UnB e retornando com segurança pelas calçadas. Para Jefferson, a ciclovia é uma excelente opção para quem busca praticar esportes e se deslocar com mais segurança entre Santa Maria e o Gama.

    Continuidade

    Há projetos em andamento para ampliar e interligar as ciclovias entre todas as regiões administrativas do Distrito Federal, incluindo a continuidade da DF-483. “Temos, sim, projetos para fazer essas interligações, não apenas entre o Gama e Santa Maria, mas em todo o DF. No caso específico da DF-483, ela faz a ligação de Santa Maria ao Gama, e já temos o projeto pronto para dar continuidade a essa ciclovia, seguindo até Santa Maria, chegando à Epia, passando pelo SCIA e alcançando a DF-010, no viaduto do SMU [Setor Militar Urbano]”, explicou Cristiano Cavalcante.

    De acordo com ele, a ideia é dar prosseguimento ao traçado existente, criar conexões internas e ampliar a integração com outras vias que já possuem ciclovias implantadas. “Temos o projeto que liga Santa Maria pela lateral da cidade até o Setor Militar Urbano, pela Epia [Estrada Parque Indústria e Abastecimento]. Nesse percurso, já contamos com trechos conectados: da Epia até o Pistão Norte, passando pela EPNB, além das ciclovias no Pistão Norte e Sul, na EPTG e na Estrutural”, detalhou.

    O superintendente enfatizou que parte dessa malha já está implantada, e outra parte encontra-se em fase de estudo e com projetos prontos para execução, com o intuito de criar uma rede cicloviária totalmente integrada, para garantir continuidade, segurança e funcionalidade ao deslocamento dos ciclistas.

    Segurança

    Além das ciclovias, toda a malha viária do Distrito Federal é monitorada diariamente por equipes do DER-DF. O órgão conta com cinco distritos rodoviários distribuídos geograficamente: o primeiro em Planaltina, o segundo em Sobradinho, o terceiro em Samambaia, o quarto no PAD-DF e o quinto em Brazlândia. Esses distritos são responsáveis pela manutenção e conservação de toda a malha viária e cicloviária sob domínio do DER.

    Equipes percorrem diariamente as vias para identificar pontos que necessitam de intervenção, manutenção ou recuperação. Esse monitoramento é feito de forma rotineira, e, sempre que é detectada alguma necessidade, as ações corretivas são executadas imediatamente.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto:  Matheus H. Souza/Agência Brasília

  • ‘Bom é Ser Criança’ reúne cerca de 10 mil em Brazlândia

    ‘Bom é Ser Criança’ reúne cerca de 10 mil em Brazlândia

    A Praça da Bíblia, em Brazlândia, transformou-se em um convidativo parque de diversões neste fim de semana. Com o projeto “Bom é Ser Criança”, a administração da cidade estima ter reunido um público de aproximadamente 10 mil pessoas. A estrutura montada no local ofereceu atividades recreativas, garantindo que cada criança encontrasse sua fonte particular de diversão.

    Brinquedos diversos tomaram conta da cena, com pula-pula, tobogã, a divertida partida de futebol de sabão e outras brincadeiras. Para recarregar as energias, os participantes ganharam pipoca, algodão-doce e picolés.

    “Um dia como este não é apenas sobre brincar; é sobre criar memórias duradouras, promover o bem-estar comunitário e celebrar a fase mais mágica da vida”, afirmou a administradora de Brazlândia, Luciana Lima Almeida. “Mais de dez mil sorrisos deixaram a Praça da Bíblia com a certeza de que, de fato, bom é ser criança.”

    *Com informações da Administração Regional de Brazlândia

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Administração Regional de Brazlândia

  • Na Câmara, chefes da PF e PRF defendem recursos permanentes para segurança

    Na Câmara, chefes da PF e PRF defendem recursos permanentes para segurança

    A integração das forças de segurança e a garantia de recursos permanentes para o setor foram defendidas nesta segunda-feira (3) pelo diretores-gerais da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Antônio Fernando Oliveira, em audiência na Câmara dos Deputados.

    Os chefes das duas corporações foram ouvidos na comissão especial que analisa a chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança. A medida foi enviada pelo governo em abril. Entre as mudanças previstas, a matéria inclui na Constituição o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional.

    “A PEC busca constitucionalmente estipular formas de financiamento. Nós precisamos enfrentar esse desafio de ter recursos permanentes e definitivos para essa pauta que é, repito, central do nosso país e é o maior anseio da sociedade brasileira hoje e, portanto, não podemos mais fugir desse cenário”, disse Andrei ao defender o texto.

    Segundo o chefe da PF, a proposta contribui para melhorar a articulação nacional e o financiamento do sistema de segurança pública para ampliar a capacidade do Estado de enfrentar o crime organizado.

    Ele negou que a PEC implique em perda da autonomia de estados — um dos argumentos contrários à proposta defendidos por governadores e integrantes da oposição. “Em nenhum momento está se falando em trazer para a Polícia Federal o papel que é das polícias civis”, declarou.

    Sobre a integração, o chefe da PRF afirmou ser “a única forma de melhorar a execução das estruturas de segurança pública para termos um resultado diferente do que temos obtido é através da integração entre as forças”.

    Oliveira também afirmou que a corporação está preparada para assumir as novas funções previstas. Conforme a PEC, a PRF terá seu escopo de atuação ampliado para incluir atribuições de policiamento ostensivo em ferrovias e hidrovias, além das rodovias.

    Outra mudança seria a adoção do nome Polícia Viária Federal. No debate, no entanto, o relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), afirmou querer “preservar a história e a marca da PRF” e, por isso, não pretende mudar o nome da corporação. Ele também defendeu maior integração das corporações, mas sinalizou ser contra a ideia de um “comando único”.

    “A educação tem atuação de forma cooperativa e integrada entre União, estados e municípios. Acho que o mesmo pode se dar na área de segurança pública, mas sem comando único”, declarou o relator.

    Análise na comissão

    Na semana passada, a megaoperação no Rio de Janeiro impulsionou a definição de um calendário para a análise da PEC. Em acordo, Mendonça Filho marcou para 4 de dezembro a apresentação do seu parecer. Depois da análise na comissão, a PEC ainda precisará ser analisado no plenário da Câmara antes de ir para o Senado.

    Presidente da comissão especial, o deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA) afirmou que o colegiado tem sido “muito cobrado” desde a ação policial no Rio. Ele negou “letargia” no andamento dos trabalhos e afirmou que já foram realizadas 15 reuniões.

    Aloisio também reclamou, mais de uma vez, da ausência no debate de Mário Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, que foi convidado para a audiência e não compareceu.

    “O secretário nacional achou que era desimportante estar presente aqui hoje”, disse. Ele afirmou que enviaria ao Ministério da Justiça um ofício manifestando a preocupação com a falta do secretário. A CNN procurou o ministério sobre o assunto e aguarda resposta.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto:  Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

  • Ibaneis transforma o DF em muralha armada contra narcotraficantes de Marcola

    Ibaneis transforma o DF em muralha armada contra narcotraficantes de Marcola

    A política de Estado implantada por Ibaneis Rocha no combate ao crime organizado transformou o DF em referência nacional em segurança pública, garantindo à população mais tranquilidade, paz e confiança nas forças que protegem a capital do país

    Em 22 de março de 2019, Ibaneis Rocha mal havia assumido o Governo do Distrito Federal quando foi surpreendido com a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, para a Penitenciária Federal de Brasília.

    O governador reagiu com firmeza: “Estão trazendo o crime organizado para o DF. Brasília não foi feita para abrigar detentos de facções criminosas”, afirmou.

    O tempo mostrou que Ibaneis tinha razão.

    Mesmo em um presídio de segurança máxima, Marcola, líder do PCC condenado a 330 anos por diversos crimes, continua comandando a facção que domina São Paulo, assim como o Comando Vermelho (CV) domina o Rio de Janeiro.

    Desde então, o governador preparou as forças de segurança do DF para monitorar e combater as organizações criminosas que tentavam se infiltrar na capital.

    Em 2023, a inteligência da Polícia Civil descobriu um plano batizado de “STF”, que previa a invasão da Penitenciária Federal de Brasília.

    O PCC teria reunido um arsenal milionário com armamento pesado para destruir os muros do complexo e libertar Marcola.

    Esse episódio ilustra a gravidade da ameaça e a importância da política de segurança conduzida por Ibaneis Rocha, que transformou o tema em eixo central de seu governo.

    Hoje, a segurança pública emerge como a principal pauta das eleições de 2026. A crise que implodiu no Rio de Janeiro após a sangrenta Operação Contenção, em 28 de outubro, com 121 mortos, expôs a fragilidade do Estado diante do crime organizado.

    Pesquisas recentes mostram o impacto do tema: levantamento da AtlasIntel, divulgado em 31 de outubro, aponta que 55% dos brasileiros aprovam a operação, enquanto 30,8% afirmam que políticas contra a criminalidade serão decisivas no voto.

    Já o Datafolha, de 1º de novembro, indica que 76% dos cariocas apoiam intervenção do Exército na segurança local, e o Paraná Pesquisas revela que quase metade da população vê piora na segurança sob o governo Lula.

    Nesse cenário, Ibaneis Rocha (MDB) se destaca como referência nacional.

    Ao assumir em 2019, herdou de Rodrigo Rollemberg (PSB), o pior governador da história do DF, forças policiais sucateadas, com salários defasados em 30%, frota envelhecida e taxa de homicídios de 20 por 100 mil habitantes.

    Em suas duas gestões (2019–2022 e 2023–2026), investiu mais de R$ 1 bilhão via Fundo Constitucional do DF (FCDF), renovou 100% da frota com 1.354 viaturas, adquiriu 3,8 mil pistolas Glock, drones e construiu novas delegacias e batalhões.

    O resultado foi expressivo: em 2024, o DF registrou a menor taxa de homicídios em 48 anos, tornando-se a segunda capital mais segura do Brasil.

    Ibaneis também valorizou as forças policiais com reajuste de 18% em 2023 e proposta de até 44% até 2026, além da convocação de 2.950 concursados.

    Antes de renunciar em 2026 para disputar o Senado, o governador pretende zerar vagas ociosas e expandir o videomonitoramento.

    Sua gestão consolidou o DF como modelo de inteligência, integração e firmeza no combate ao crime organizado, um legado de segurança e prevenção para o Brasil.

  • STF antecipa julgamento de denúncia contra Eduardo para 14 de novembro

    STF antecipa julgamento de denúncia contra Eduardo para 14 de novembro

    A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) antecipou em uma semana o julgamento da denúncia oferecida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    Inicialmente, a análise do caso ocorreria entre os dias 21 de novembro e 1º de dezembro, em plenário virtual. Contudo, menos de uma hora depois da divulgação, a data foi atualizada para o período entre 14 e 25 de novembro.

    O parlamentar é acusado do crime de coação, devido à sua atuação nos Estados Unidos. Os ministros do colegiado vão decidir se ele deve ou não virar formalmente réu em uma ação penal.

    De acordo com a PGR, Eduardo e o blogueiro Paulo Figueiredo atuaram para constranger o Poder Judiciário brasileiro e colocar obstáculos ao avanço das investigações sobre a trama golpista.

    Na sexta-feira, a DPU (Defensoria Pública da União) enviou ao Supremo a defesa de Eduardo, que optou por não constituir advogado próprio. O órgão pediu a rejeição da acusação.

    De acordo com a DPU, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, “não comprova que o denunciado tenha efetivo poder de decisão sobre atos soberanos dos Estados Unidos”, como as sanções aplicadas ao Brasil.

    Por Resenha de Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Tv Câmara/Youtube

  • Mais de 10 mil famílias receberam Auxílio por Morte do GDF entre 2019 e 2025

    Mais de 10 mil famílias receberam Auxílio por Morte do GDF entre 2019 e 2025

    Mais de 10 mil famílias receberam Auxílio por Morte do GDF entre 2019 e 2025 O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de …

    Mais de 10 mil famílias receberam Auxílio por Morte do GDF entre 2019 e 2025

    O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), concede o Auxílio por Morte, para garantir dignidade às famílias no momento da despedida.

    O investimento no benefício superou R$ 3,2 milhões, entre 2019 e 2025, distribuídos entre pecúnia, bens de consumo e aquisição de veículos. Apenas em 2025, até agosto, os aportes chegaram a cerca de R$ 140,9 mil.

    No período, 1.445 pessoas foram beneficiadas com pecúnia, sendo que 84 delas utilizaram o recurso em 2025, enquanto mais de 9,1 mil receberam bens de consumo, com 889 famílias atendidas no mesmo ano.

    Desde 2019, o GDF promove ajustes para aprimorar o programa. Além da reforma do Núcleo de Serviço Funerário, houve avanços nos processos de aquisição, do planejamento à execução, que garantiram urnas mortuárias de melhor qualidade.

    O benefício, instituído pela Lei nº 5.165, de 4 de setembro de 2013, pode ser concedido cumulativamente de duas formas.

    A segunda, em pecúnia, é uma parcela única no valor de R$ 415, oferecida em casos de impacto financeiro na família após o falecimento. A solicitação pode ser feita até 90 dias após a morte do ente querido.

    O auxílio pode ser solicitado em qualquer unidade da assistência social com atendimento imediato, sem necessidade de agendamento.

    Podem ter acesso ao benefício famílias residentes no DF, com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo e, preferencialmente, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

    Crédito Radar DF

  • O poder da administração para quem quer mudar de área ou começar do zero

    O poder da administração para quem quer mudar de área ou começar do zero

    Mudar de área é um dos movimentos mais desafiadores da vida profissional. Segundo uma pesquisa da Michael Page (2024), 63% dos brasileiros afirmam querer trocar de carreira nos próximos dois anos, seja por insatisfação, busca por propósito ou pela necessidade de adaptação às transformações do mercado.

    Nesse contexto, a graduação em administração surge como um dos caminhos mais seguros e versáteis para quem deseja começar do zero — oferecendo uma base que permite transitar entre setores, compreender diferentes modelos de negócio e desenvolver competências que o mercado valoriza cada vez mais.

    Diferente da percepção de que o curso é “genérico”, a administração é, na verdade, uma formação ampla e estratégica, que prepara o estudante para entender o funcionamento completo de uma organização. Isso é essencial para quem está em transição profissional e precisa construir uma nova visão de mercado.

    Além disso, o curso é ideal para quem busca:

    Mudar de área sem precisar começar do zero absoluto, aproveitando experiências anteriores;

    Desenvolver competências transversais, como comunicação, tomada de decisão, análise de dados e gestão de projetos;

    Obter empregabilidade em diferentes setores, de startups a empresas multinacionais.

    Quem decide mudar de área e ingressar em uma graduação em administração encontra uma formação prática e voltada à realidade do mercado. O conteúdo programático de cursos modernos inclui temas como inovação, gestão de dados, estratégia corporativa, sustentabilidade e transformação digital, o que amplia as possibilidades de atuação e prepara o profissional para contextos diversos.

    Mais do que técnicas, o curso forma profissionais com mentalidade de resolução de problemas — característica essencial para quem busca se reinventar. Essa capacidade é desenvolvida em disciplinas voltadas à estratégia, gestão de pessoas e finanças, mas também em projetos reais, parcerias com empresas e desafios práticos.

    A decisão de mudar de área muitas vezes é motivada pela busca de propósito e autonomia. Nesse sentido, a formação em administração oferece o ferramental necessário para compreender negócios, liderar equipes e até empreender, abrindo caminhos para quem quer se reposicionar profissionalmente.

    A capacidade de entender indicadores, planejar estratégias e tomar decisões embasadas em dados é o que diferencia administradores em qualquer cenário — seja dentro de uma corporação ou ao abrir o próprio negócio.

    Mudar de área exige planejamento. Além de escolher uma graduação que ofereça conhecimento aplicado, é importante adotar uma postura ativa de aprendizado e networking. Especialistas recomendam que o profissional que está em transição:

    Aproveite projetos e estudos de caso durante a graduação para se aproximar do novo setor.

    Construa um portfólio de experiências reais, mesmo que acadêmicas, para demonstrar conhecimento prático.

    Busque certificações complementares em temas como finanças, marketing digital, inovação ou gestão de projetos.

    Essas ações aumentam as chances de conseguir emprego e mostram ao mercado que o profissional está comprometido com o processo de mudança.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: Getty Images

  • A baixaria de um inelegível: o ódio e a inveja de Arruda contra Ibaneis

    A baixaria de um inelegível: o ódio e a inveja de Arruda contra Ibaneis

    A baixaria de um inelegível: o ódio e a inveja de Arruda contra Ibaneis Condenado e inelegível até 2032, José Roberto Arruda recorre ao esgo…


    A baixaria de um inelegível: o ódio e a inveja de Arruda contra Ibaneis
    Condenado e inelegível até 2032, José Roberto Arruda recorre ao esgoto das redes para atacar Ibaneis Rocha. O ex-governador, preso pela “Pandora” despeja rancor e tenta ressurgir como fantasma de um passado manchado pela corrupção

    É de cair o queixo o nível de desespero do inelegível e ex-governador José Roberto Arruda.

    Condenado por chefiar um dos maiores esquemas de corrupção do DF, o mentor da Operação Caixa de Pandora voltou aos holofotes, não pela política, mas pela baixaria, pelo ódio e pela inveja.

    Na semana passada, o STJ manteve por unanimidade sua condenação por improbidade administrativa, garantindo sua inelegibilidade até 2032 e impondo o ressarcimento de R$ 559 milhões aos cofres públicos.

    A pergunta feita é: o que Ibaneis tem a ver com isso?

    Nada. As provas são contundentes, segundo os ministros que compõe a 1ª Turma da Corte, apesar das tentativas da defesa de anular gravações do delator Durval Barbosa.

    Em vez de assumir os erros do passado e seguir em silêncio, Arruda prefere o esgoto das redes sociais, lançando ataques raivosos contra o governador Ibaneis Rocha.

    Sem argumentos, Arruda acusa Ibaneis de “traição” e o chama “feio por dentro e fora”, esquecendo que ele próprio traiu a confiança pública e manchou a história do DF.

    É patético ver quem já governou com algemas no pulso atacar quem governa com legitimidade e confiança com a aprovação de 61% da população, Veja Aqui.

    O Distrito Federal não precisa de fantasmas do passado, mas de líderes comprometidos com o futuro.

    Crédito Radar DF

  • Modelo de prevenção criminal desenvolvido no DF é destaque na Paraíba

    Modelo de prevenção criminal desenvolvido no DF é destaque na Paraíba

    A Polícia Militar do Distrito Federal expandiu sua atuação como referência nacional em Prevenção Criminal pelo Design do Ambiente (Cpted, sigla em inglês para Crime Prevention Through Environmental Design), durante o 2º Curso Multiplicador Cpted, encerrado em João Pessoa (PB). A capacitação, ministrada pelo tenente-coronel Isângelo Senna, doutor e mestre em psicologia social, reuniu policiais militares, guardas civis e técnicos de diversas áreas para transformar diagnósticos urbanos em ações concretas de prevenção à criminalidade.

    O curso foi promovido pela Polícia Militar da Paraíba (PMPB) em parceria com o Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste, formando multiplicadores de vários estados, além de representantes de guardas municipais, arquitetos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), técnicos de secretarias estaduais e municipais e lideranças comunitárias. A iniciativa contou com o apoio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), da Assembleia Legislativa da Paraíba e da Loteria do Estado da Paraíba (Lotep).

    Políticas públicas

    O modelo de Cpted adotado pela PMDF foi desenvolvido a partir das pesquisas acadêmicas do tenente-coronel Isângelo Senna em parceria entre o Instituto Superior de Ciências Policiais da PMDF e o Grupo Influência, da Universidade de Brasília (UnB).

    O trabalho resultou em métodos e indicadores que hoje orientam políticas públicas de segurança e urbanismo em todo o país. Em João Pessoa, a PMDF atuou com mentoria técnica, compartilhando uma metodologia de baixo custo e alto impacto, adaptável às realidades locais e focada em gestão compartilhada entre comunidade e poder público.

    Durante cinco dias, os participantes estudaram fundamentos das ciências comportamentais e estratégias clássicas da Cpted: manutenção, vigilância natural, controle de acesso, territorialidade e participação popular.

    A abordagem incluiu o diagnóstico rápido de territórios, construção de metas e definição de indicadores de resultado, com foco na redução de crimes, na valorização de espaços públicos e no fortalecimento do sentimento de pertencimento social.

    “Quando a cidade cuida dos seus espaços junto com a polícia, os benefícios vão além da segurança: crescem o pertencimento, a convivência e a qualidade de vida”, enfatizou Isângelo Senna. Ao final da capacitação, os grupos apresentaram planos de ação imediata, com responsabilidades divididas entre polícia, comunidade e instituições locais, consolidando a transferência do conhecimento da PMDF e fortalecendo a PMPB como polo regional de difusão da Cpted. 

    *Com informações da PMDF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/PMDF 

  • IgesDF abre seleção para médicos e engenheiro clínico com salários de até R$ 12,7 mil

    IgesDF abre seleção para médicos e engenheiro clínico com salários de até R$ 12,7 mil





    O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu novos processos seletivos para formação de cadastro reserva em diversas especialidades da área médica e para engenheiro clínico. Os editais oferecem salários de até R$ 12.744,02 e
     incluem benefícios como auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo), abono semestral, folga de aniversário e clube de descontos.

    As contratações poderão ocorrer sob regime determinado, indeterminado ou intermitente, de acordo com a necessidade das unidades gerenciadas pelo instituto.

    Engenheiro clínico

    • Edital nº 166/2025
    • Carga horária: 40 horas semanais
    • Remuneração bruta: R$ 11.601,54
    • Benefícios: auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo), abono semestral, folga de aniversário e clube de benefícios
    • Requisitos: graduação em engenharia (civil, elétrica, mecânica, eletrônica, automação ou biomédica), pós-graduação em engenharia clínica (ou mestrado/doutorado em engenharia biomédica) e registro no Crea. É exigida experiência mínima de seis meses em engenharia clínica na área hospitalar
    • Vencimento do cadastro reserva: 23/12/2026

    Médico acupunturista 

    • Edital nº 167/2025
    • Carga horária: 24 horas semanais
    • Remuneração bruta: R$ 12.744,02
    • Benefícios: auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo), abono semestral, folga de aniversário e clube de benefícios
    • Requisitos: graduação em medicina, residência (com RQE) em acupuntura, registro no CRM e experiência mínima de seis meses na especialidade
    • Desejável: experiência em técnicas eletroneuromodulatórias periféricas percutâneas com abordagem neurofuncional
    • Vencimento do cadastro reserva: 11/12/2026

    Médico nefrologista

    • Edital nº 168/2025
    • Carga horária: 24 horas semanais
    • Remuneração bruta: R$ 12.744,02
    • Benefícios: auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo), abono semestral, folga de aniversário e clube de benefícios
    • Requisitos: graduação em medicina, residência (com RQE) ou título de especialista em nefrologia, registro no CRM e experiência mínima de seis meses na área
    • Desejável: conhecimento em sistemas de gestão hospitalar e prontuário eletrônico, como MV ou Trackcare
    • Vencimento do cadastro reserva: 1/12/2026

    Médico urologista

    • Edital nº 169/2025
    • Carga horária: 24 horas semanais
    • Remuneração bruta: R$ 12.744,02
    • Benefícios: auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo), abono semestral, folga de aniversário e clube de benefícios
    • Requisitos: graduação em medicina, residência (com RQE) ou título de especialista em urologia, registro no CRM e experiência mínima de seis meses na função
    • Desejável: experiência em transplante renal, litotripsia extracorpórea por ondas de choque (Leco) e nefrolitotripsia percutânea (NLP)
    • Vencimento do cadastro reserva: 16/12/2026

    Os interessados devem acessar o site oficial do IgesDF para consultar os editais completos, verificar os requisitos detalhados e acompanhar todas as etapas do processo seletivo.

    *Com informações do IgesDF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Alberto Ruy/IgesDF 




  • Pesquisa: Ibaneis Rocha se aproxima de Michelle Bolsonaro na disputa por vaga no Senado pelo DF

    Pesquisa: Ibaneis Rocha se aproxima de Michelle Bolsonaro na disputa por vaga no Senado pelo DF

    Michelle Bolsonaro e Ibaneis Rocha lideram disputa ao Senado no DF, aponta Paraná Pesquisas. A disputa eleitoral de 2026 promete ser acirrad…

    Michelle Bolsonaro e Ibaneis Rocha lideram disputa ao Senado no DF, aponta Paraná Pesquisas.
    A disputa eleitoral de 2026 promete ser acirrada no Distrito Federal, onde estarão em jogo duas vagas para o Senado. De acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta quinta-feira (30), os favoritos são a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o atual governador Ibaneis Rocha (MDB).

    O estudo mostra Michelle Bolsonaro na liderança, com 34,1% das intenções de voto, seguida de perto por Ibaneis Rocha, que soma 30,2%. Os dois aparecem tecnicamente empatados, levando em conta a margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos.

    O levantamento reforça o protagonismo das duas principais figuras políticas do DF no cenário nacional e local, antecipando uma disputa intensa pela preferência do eleitorado brasiliense.

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