Dia: 19 de outubro de 2025

  • Dia D de Multivacinação imuniza mais de 11 mil pessoas no DF

    Dia D de Multivacinação imuniza mais de 11 mil pessoas no DF

    Dia D de Multivacinação imuniza mais de 11 mil pessoas no DF Ação da Secretaria de Saúde mobilizou 105 pontos e cerca de 2 mil profissionais…

    Dia D de Multivacinação imuniza mais de 11 mil pessoas no DF
    Ação da Secretaria de Saúde mobilizou 105 pontos e cerca de 2 mil profissionais; campanha segue até 31 de outubro
    Em uma grande mobilização pela saúde pública, o Distrito Federal realizou, nesse sábado (18), o Dia D da Campanha de Multivacinação, com ações intensificadas em 105 pontos de vacinação e a participação de cerca de 2 mil profissionais de saúde. A iniciativa resultou na imunização de 11.227 pessoas de todas as faixas etárias, com destaque para crianças e adolescentes de até 14 anos.

    Campanha segue até 31 de outubro, para que todas as unidades de saúde aproveitem para promover a vacinação e ampliar a cobertura vacinal no DF | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

    A campanha levou vacinas a locais de grande circulação, como shoppings, feiras, supermercados e administrações regionais, para facilitar o acesso da população. Foram ofertadas todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, incluindo doses contra sarampo para pessoas de até 59 anos e contra HPV para jovens de 15 a 19 anos.
    Além da atualização da caderneta vacinal, a estratégia buscou enfrentar a hesitação vacinal, apoiar o microplanejamento das regiões de saúde, manter a eliminação da poliomielite e garantir o registro adequado das doses aplicadas.
    A abertura oficial ocorreu no Riacho Fundo II, com a presença de autoridades do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde do DF e de representantes da OPAS no Brasil.

    A campanha segue até 31 de outubro, com a recomendação de que todas as unidades de saúde aproveitem cada atendimento para promover a vacinação e ampliar a cobertura vacinal no DF.

    *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

  • Foguetes, planetário e ônibus simulador imersivo: Ciência na Estrada chega ao Sol Nascente

    Foguetes, planetário e ônibus simulador imersivo: Ciência na Estrada chega ao Sol Nascente

      Foguetes, planetário e ônibus simulador imersivo: Ciência na Estrada chega ao Sol Nascente Projeto oferece atividades até domingo (19) e d…

     


    Foguetes, planetário e ônibus simulador imersivo: Ciência na Estrada chega ao Sol Nascente
    Projeto oferece atividades até domingo (19) e deve atrair cerca de 500 visitantes curiosos e entusiastas da ciência
    O foguete no centro da sala escura parece pronto para decolar. As luzes piscam, os planetas giram nas telas e, de repente, Eloá Nunes, de 7 anos, acerta a resposta: “Urano é o planeta mais frio do sistema solar!”.

    A mãe, Graciela Nunes, professora do Centro de Ensino Fundamental 38 de Ceilândia, vibra com a filha. “Esse quiz de perguntas e respostas sobre o sistema solar é muito interessante. Minha filha adora ciência, olha como ela está animada, querendo aprender sobre os planetas. Eu achei essa interação bem lúdica. Ela está gostando bastante”, contou.

    Com o acerto, mais uma turbina é acionada. Agora, falta pouco para o foguete decolar. O destino não é o espaço real, mas a imaginação de quem participa do desafio, uma das atrações do Ciência na Estrada, que chegou na quarta-feira (15) e permanece até domingo (19) no Sol Nascente.

    A professora Graciela Nunes levou a filha Eloá para aprender mais sobre o espaço no evento Ciência da Estrada, que está no Sol Nascente até este domingo (19) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Criado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex), o Ciência na Estrada é um projeto itinerante que percorre as cidades do DF levando experiências interativas, jogos e palestras. Depois de passar por Ceilândia, Samambaia, Sobradinho, Guará, Santa Maria, Vicente Pires, Brazlândia e Arapoanga, desembarca agora no Sol Nascente, com expectativa de receber cerca de 500 pessoas até domingo


    Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o objetivo da iniciativa é despertar vocações e mostrar que a carreira científica e tecnológica é um caminho fascinante e acessível, formando as futuras gerações de inovadores que vão construir o futuro da cidade e do país.
    “O sucesso do Ciência na Estrada, que já impactou mais de 50 mil pessoas em todo o Distrito Federal, reflete o compromisso do governo em popularizar o conhecimento e democratizar o acesso à tecnologia. Ao levar experiências imersivas, oficinas de robótica e o contato com grandes nomes da divulgação científica para perto da população, como estamos fazendo agora no Sol Nascente, incentivamos a curiosidade das nossas crianças e jovens”, avaliou Rafael Vitorino.
    Viagem espacial

    Entre os palestrantes, o influenciador Pedro Pallotta, do canal Space Orbit, destacou a importância de levar ciência de forma divertida e acessível. “É divertido ensinar para a molecada de uma maneira diferente e fora do padrão da escola. Não que a escola seja ruim, mas mostrar exemplos diferentes, de forma legal, ajuda a sedimentar a paixão pela ciência, principalmente para quem mora em regiões mais afastadas e nunca teve contato direto com divulgação científica”, afirmou o especialista em astronáutica.

    O geofísico Sérgio Sacani, youtuber, podcaster e divulgador científico, também participou da edição. Dono do blog Space Today, ele elogiou o engajamento do público. “São perguntas interessantes, a criançada está estudando, lendo, de alguma maneira a informação está chegando para eles. Eles têm dúvidas. É uma geração que tem muito futuro”, disse.Outra atração do Ciência na Estrada é um simulador imersivo em forma de ônibus, que guia a tripulação por florestas, galaxias e pelo fundo do mar

    Outras atrações

    Ao lado do foguete, um ônibus aparentemente comum esconde um simulador imersivo. Quando as portas se fecham, o chão vibra, as luzes mudam de cor e o veículo parece atravessar dimensões. Na tela à frente, um robô guia a tripulação — a nave passa por florestas, mergulha no fundo do mar e sobrevoa galáxias, enquanto alerta sobre o aquecimento global e a preservação ambiental.

    Para o morador de Ceilândia André Batista, a experiência é também uma oportunidade de aprendizado em família. “Eu trouxe meu filho de 7 anos para ele aprender um pouco mais sobre foguetes e planetas. Ele se interessa muito por jogos e videogame, então achei interessante ele estar dentro desse universo. Vai despertar nele ainda mais interesse pelo espaço”, contou o vigilante.

    Por  Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Carolina Caraballo

  • Tempo de manga no DF: População deve ter cuidados na coleta dos frutos em áreas públicas

    Tempo de manga no DF: População deve ter cuidados na coleta dos frutos em áreas públicas

    Tempo de manga no DF: População deve ter cuidados na coleta dos frutos em áreas públicas Frutificação segue até dezembro e exige atenção par…

    Tempo de manga no DF: População deve ter cuidados na coleta dos frutos em áreas públicas
    Frutificação segue até dezembro e exige atenção para evitar acidentes; Novacap e concessionária de energia fazem alertas de segurança
    É só as mangueiras começarem a produzir frutos que a casa de Wilto Silva, na Quadra 9 do Jardim Ingá, vira ponto de encontro do bairro. O motorista tem cinco pés de manga no quintal e, quando chegam as primeiras frutas, o movimento é certo. “Eu moro só com a minha esposa e é muita manga. Cai muita manga, estraga, murcha, enche de bicho, então, a gente dá para os vizinhos. Eu que plantei, as árvores são grandonas e a manga é fruta boa, saborosa, dá pra fazer suco, doce, aproveitar de todo jeito”, conta o motorista.

    A frutificação natural das mangueiras ocorre entre julho e setembro, podendo se estender até dezembro | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Fora do quintal de Wilto, a cena se repete em maior escala. No Eixo Monumental, em frente ao Palácio do Buriti, o comerciante Deusimar Pereira da Cruz vende pipoca no semáforo há cinco anos e acompanha de perto o vai e vem da temporada. “Todo ano, quando chega novembro, dezembro, eu tiro umas duas sacolas de manga por dia e levo pra casa, em Santo Antônio do Descoberto. O pessoal traz sacola, balde, estaciona o carro e vem derrubar as mangas com varas”, descreve.

    Por trás da fartura das ruas, existe um trabalho constante de cuidado com as árvores. Tiago Alencar, assessor da Diretoria das Cidades da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), explica que a manutenção preventiva, que envolve poda, retirada de galhos secos e limpeza do terreno, é fundamental para garantir a segurança.

    A casa de Wilto Silva vira ponto de encontro assim que suas cinco mangueiras começam a dar frutos: “Cai muita manga, estraga, murcha, enche de bicho, então, a gente dá pros vizinhos”

    “A frutificação natural das mangas ocorre entre julho e setembro, podendo se estender até dezembro. Cerca de 70% das nossas atividades de poda e corte de árvores são de mangueiras, por causa do volume da copa. Como as mangueiras muitas vezes estão plantadas em áreas de estacionamento e avenidas, se não houver manutenção, o fruto pode cair nos carros”, alerta Tiago.

    Segundo ele, além da poda, equipes da Novacap realizam ações de limpeza nos canteiros. “Temos também contratos para roçagem e corte de grama. Antes desse serviço, uma equipe rastela a área, retirando pedras e frutos”, afirma o assessor.

    O comerciante Deusimar Pereira aproveita a temporada da fruta no DF: “Todo ano, quando chega novembro, dezembro, eu tiro umas duas sacolas de manga por dia e levo pra casa, em Santo Antônio do Descoberto”

    Colheita urbana

    De acordo com a Novacap, a espécie de manga mais comum nas áreas públicas é a Mangifera indica, originária da Ásia e adaptada ao clima seco de Brasília. A companhia vai iniciar este mês o Programa Anual de Arborização, com cerca de 200 mil novas mudas previstas para todo o DF. “Na hora de escolher as espécies, analisamos a rusticidade e a adaptação ao nosso bioma, priorizando aquelas que se desenvolvem melhor”, diz Tiago.
    Ele reforça que os frutos são bens públicos e de livre acesso, ou seja, qualquer pessoa pode colher, mas orienta que a coleta seja feita com cuidado. “O ideal é usar uma vara própria, evitar jogar pedras e, caso alguém perceba que uma árvore precisa de poda, chamar a Novacap para avaliar a saúde da espécie”, informa o assessor.
    Já a concessionária Neoenergia Brasília alerta a população para os riscos ao se aproximar de árvores localizadas perto da fiação elétrica. “A nossa orientação é clara: mantenha sempre uma distância mínima de 2,5 metros da rede, mesmo ao usar varas ou bastões para alcançar os galhos”, reforça Antonio Ribeiro, gerente da concessionária. “Ferramentas improvisadas, mesmo de madeira, podem conduzir eletricidade, especialmente em dias úmidos ou chuvosos”.

    Além disso, a população deve evitar a colheita quando o tempo estiver chuvoso, uma vez que as árvores podem funcionar como para-raios naturais.

    Por Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Carolina Caraballo

  • O deputado distrital do Republicanos DF Martins Machado esteve no evento CBF, esporte ao lado de Jojo Todinho e o deputado distrital Thiago Mazzoni do PL DF

    O deputado distrital do Republicanos DF Martins Machado esteve no evento CBF, esporte ao lado de Jojo Todinho e o deputado distrital Thiago Mazzoni do PL DF

    por: Redação O deputado distrital do Republicanos DF Martins Machado esteve no evento CBF, esporte ao lado de Jojo Todinho e o deputado dist…

    por: Redação


    O deputado distrital do Republicanos DF Martins Machado esteve no evento CBF, esporte ao lado de Jojo Todinho e o deputado distrital Thiago Mazzoni do PL DF

    O deputado distrital Martins Machado (Republicanos-DF) marcou presença no evento CBF Esporte, que reuniu grandes nomes da política e da cultura.

     Ao lado da cantora Jojo Todynho e do deputado distrital Thiago Mazzoni (PL-DF), Martins destacou a importância do esporte como ferramenta de inclusão social e transformação de vidas.
    O parlamentar, que tem atuado fortemente em pautas voltadas ao esporte e à juventude no Distrito Federal, reafirmou seu compromisso em continuar apoiando projetos que incentivem o talento e o bem-estar da população. 

    Martins destacou a importância do esporte como instrumento de inclusão social e ressaltou seu compromisso em apoiar projetos que valorizem atletas e jovens do Distrito Federal.
    “Investir em esporte é investir em cidadania, saúde e futuro”, afirmou o deputado.
    Martins reforçou sua bandeira de valorização do esporte e da juventude, destacando o poder transformador que o esporte tem na vida das pessoas.

  • Teatro Nacional é palco de festival estudantil de teatro amador

    Teatro Nacional é palco de festival estudantil de teatro amador

    Em semana de casa cheia, o Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe o Festival Estudantil de Teatro Amador (Festa), projeto que valoriza os talentos artísticos de escolas públicas e particulares em um intercâmbio de saberes e premiações dignas de Oscar.

    Realizado pelo Grupo Nada e apoiado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o festival tem como objetivo dar visibilidade às produções estudantis, que muitas vezes ficam restritas ao ambiente escolar, além de proporcionar aos participantes um contato mais amplo com o fazer teatral. A programação é gratuita, e os ingressos estão disponíveis no site da plataforma parceira, com verificação da classificação indicativa de cada espetáculo.

    Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o festival representa o que há de mais bonito na relação entre educação e cultura. “São jovens que descobrem seu talento, professores que inspiram e uma cidade que valoriza sua arte. Ver o Teatro Nacional ocupado por esses estudantes é ver o futuro da nossa cena cultural nascer com força e emoção”, afirmou. 

    “Unimos estudantes de ponta a ponta do DF nessa troca de conhecimentos e vivências no teatro. Muito mais do que uma competição, o Festa vem quebrar as barreiras socioeconômicas para colocar os alunos como protagonistas da arte brasiliense, ultrapassando os muros da escola”, comentou a produtora cultural do Grupo Nada, Luanna Rocha.

    Com a temática “Temos nosso próprio tempo”, os espetáculos levam ao maior espaço cultural do DF enredos autorais e adaptações clássicas. Os trabalhos são resultado de oficinas conduzidas pelos professores e diretores participantes do festival. Na edição deste ano, mais de 265 estudantes sobem ao palco, compartilhando performances com encenação, luzes, som e dramaturgia.

    Encerrando a primeira semana de apresentações, os alunos do Colégio Carmen Sallés lotaram o Teatro Nacional com o espetáculo Aquarela Nordestina, peça inspirada em clássicos de Molière que traz uma releitura da mulher nordestina como símbolo de resistência em uma sociedade patriarcal, transformando o palco em espaço de debate e impacto social.

    Também se destacaram as montagens Manual Antirracista, da Escola Parque Anísio Teixeira, vencedora da edição anterior; Quando o amor estrelar, do Teatro dos Ventos; Os filhos delas, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco; Linha de corte, do CEM 804 do Recanto das Emas; e Espelho, espelho meu, você realmente seria eu?, do CED 06 de Ceilândia.

    Noite de premiações

    A grande celebração de encerramento do Festa está marcada para quarta-feira (22), às 20h, no Teatro Nacional. O festival premiará espetáculos e artistas em 16 categorias: Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Dramaturgia Original, Melhor Dramaturgia Adaptada, Melhor Cenário, Melhor Figurino, Melhor Iluminação, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Espetáculo – Júri Popular, Destaque Festa 1 e Destaque Festa 2.

    O anúncio dos vencedores seguirá a avaliação de um júri qualificado, que acompanhará todas as apresentações.

    O Festa conta com recursos de emenda parlamentar do deputado Ricardo Vale, em parceria com o Instituto Saber Amar (ISA).

    Programação

    Segunda-feira (20)

    · Colégio La Salle – Núcleo Bandeirante
    · Escola Parque Anísio Teixeira
    · Colégio Marista Champagnat – Taguatinga

    Terça-feira (21)

    · Colégio Católica – Taguatinga
    · CED 02 do Cruzeiro
    · Colégio CCI – Samambaia

    Quarta-feira (22)

    · Encerramento e premiações

    *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Gabriela Jordão/Secec-DF

  • Ceilândia intensifica manutenção urbana e limpeza para prevenir alagamentos durante o período chuvoso

    Ceilândia intensifica manutenção urbana e limpeza para prevenir alagamentos durante o período chuvoso

    Com a chegada das chuvas, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, a Novacap e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), intensificou os trabalhos de limpeza, recuperação e manutenção urbana. O objetivo é prevenir alagamentos e reduzir riscos à população, preparando a cidade para o período chuvoso.

    Nesta semana, as equipes realizaram a limpeza e desobstrução de 37 bocas de lobo na Avenida Leste, uma das principais vias da região. O serviço melhora o escoamento da água das chuvas e evita pontos de acúmulo. Na QNM 27, foi feita a limpeza da galeria de águas pluviais, garantindo o bom funcionamento da rede de drenagem.

    Também foram realizadas podas de árvores na QNM 27 e na Via O-4, em Ceilândia Norte — medida essencial para evitar quedas de galhos sobre fiações e vias públicas durante tempestades.

    Os trabalhos de limpeza incluíram ainda a remoção de mais de 150 toneladas de entulho e resíduos em locais como o canteiro central da Avenida Hélio Prates e nas quadras EQNN 03/05, EQNM 23/25, EQNM 21/23 e QNM 28.

    Além disso, na parte de recuperação asfáltica, foram aplicadas 7,8 toneladas de massa em diferentes pontos, como na EQNP 12 Conjunto O e EQNP 08/12, garantindo mais segurança e fluidez no trânsito.

    Para o administrador regional, Dilson Resende, o foco dessas ações é preparar a cidade para o período chuvoso e minimizar transtornos para a população. “A limpeza das bocas de lobo e a poda de árvores são fundamentais nesta época do ano. Quando mantemos a drenagem em dia e evitamos o acúmulo de lixo e galhos nas vias, reduzimos consideravelmente os riscos de alagamentos e de acidentes. É um trabalho contínuo de prevenção e cuidado com a cidade e com os moradores de Ceilândia”, ressaltou.

    Moradores da região também têm percebido a diferença. Vagner de Souza Vieira, cobrador de ônibus, elogiou o trabalho. “A gente que trabalha na rua vê a importância dessas limpezas. Antes, quando chovia forte, era alagamento certo aqui no P Sul. Agora a gente vê que o pessoal está cuidando, limpando as bocas de lobo, tirando o lixo. Isso ajuda muito e deixa a gente mais tranquilo para passar de ônibus e para quem anda a pé também”, comentou.

    As ações seguem em ritmo intenso, e a Administração reforça o pedido de colaboração da comunidade, para que evite o descarte irregular de lixo e entulho nas vias públicas — atitude essencial para manter a cidade limpa e segura durante o período das chuvas.

    Na área rural, as equipes atuaram na recuperação de erosões no Núcleo Rural Boa Esperança e na reconstrução da ponte no Núcleo Rural Alexandre Gusmão (INCRA 9, Gleba 4). Também foi feita a recuperação de 750 metros de estrada vicinal no Setor P Sul Rural, melhorando o acesso de produtores e moradores da região, em uma força-tarefa que envolve Novacap, Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF).

    *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia

  • Quase 100% dos membros do MP receberam acima do teto em 2024, diz estudo

    Quase 100% dos membros do MP receberam acima do teto em 2024, diz estudo

    Aproximadamente 98% dos 11,7 mil integrantes do Ministério Público, em 25 unidades da federação, receberam salários acima do teto constitucional em 2024. A informação consta em um levantamento feito pela organização Transparência Brasil.

    O dado inclui promotores e procuradores de Justiça dos estados e da União. Gratificação natalina, terço constitucional de férias e pagamentos retroativos não foram considerados nos cálculos.

    “A predominância de pagamentos acima do teto constitucional aos membros do Judiciário e do Ministério Público é uma afronta à moralidade e racionalidade no uso de recursos públicos, reiteradamente capturados para o enriquecimento de uma elite de servidores em detrimento de investimentos para ampliação da eficiência, celeridade e do acesso à Justiça”, concluiu o estudo.

    Pelos cálculos da Transparência Brasil, os integrantes do Ministério Público receberam ao menos R$ 2,3 bilhões acima do teto constitucional no ano passado, e 77% deles superaram o teto em mais de R$ 100 mil.

    O teto constitucional é o limite máximo para a remuneração de servidores públicos, fixado no Brasil com base no subsídio dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Em fevereiro de 2025, o valor é de R$ 46.366,19 mensais e inclui salários, gratificações e outros benefícios remuneratórios, mas exclui verbas indenizatórias como auxílio-alimentação e transporte.

    Em dez unidades estaduais do MP, segundo o levantamento, todos os membros receberam acima do teto: Alagoas, Mato Grosso, Goiás, Amazonas, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rondônia e Acre. Além disso, no Amapá, Pernambuco, Sergipe e Espírito Santo, apenas um membro não excedeu o teto.

    Os penduricalhos de acúmulo de serviço (licença-compensatória, gratificação por exercício cumulativo e cumulação de acervo) são os mais representativos no contracheque e somaram R$ 687,4 milhões no ano passado.

    Não foi possível identificar a natureza de R$ 1,4 bilhão pagos a estes membros, em razão da opacidade na descrição das rubricas. O montante representa 31% de todos os pagamentos concedidos adicionalmente ao salário base.

    Com exceção do Ministério Público Militar, todas as unidades do MP analisadas pagaram salário bruto médio acima do teto constitucional. O Rio de Janeiro apresentou a maior média: R$ 76,2 mil.

    A análise não considerou o Ministério Público de Santa Catarina e do Mato Grosso do Sul, pois ambos ocultaram a divulgação de nomes e matrículas do contracheque dos membros, de acordo com a Transparência Brasil.

    Diante da constatação, a organização recomenda que é essencial a aprovação de um arcabouço legal efetivo no combate aos supersalários do sistema de Justiça que dê conta, em especial, da proliferação e desvirtuamento de pagamentos indenizatórios. “Nesse contexto, reiteramos que o texto do Projeto de Lei 2.721/21 aprovado pela Câmara em 2021, atualmente em tramitação no Senado, agrava os privilégios em vez de combatê-los”.

    CNN Brasil procurou o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) para comentar o estudo e aguarda retorno.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Reprodução

  • Pobre no orçamento e rico no IR incomoda “andar de cima”, diz Haddad

    Pobre no orçamento e rico no IR incomoda “andar de cima”, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em evento ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste sábado (18) que a diretriz do petista sobre colocar o “pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda” incomoda as classes mais altas — a quem ele se referiu como “andar de cima”.

    “No Brasil, quem paga imposto, com certeza, é a classe trabalhadora. Se você vai subindo nas classes sociais, você vai subindo degrau, chega uma hora que o Estado não te alcança mais e você não paga imposto”, começou Haddad.

    “E o que o presidente Lula determinou: ‘Haddad, eu vou te convidar para ser ministro da Fazenda, mas você tem que me prometer uma coisa, nós vamos realizar meu slogan de campanha, é o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda. Essa turma tem que pagar imposto’”, continuou.

    E acrescentou: “É isso que está mudando e isso que incomoda, vocês não podem calcular o quanto isso incomoda o andar de cima”.

    Lula participou de um evento com alunos da Rede de Cursinhos Populares (CPOP) em São Bernardo do Campo (SP) neste sábado.

    Ao longo de seu discurso, o presidente focou na importância de oferecer educação de qualidade para as classes menos favorecidas.

    “Esse país está na mão de vocês. E vocês serão os responsáveis, se eu cheguei, vocês podem chega; se eu não tive chance, vocês estão tendo chance. Pelo amor de Deus, agarrem essa chance com as duas mãos, se dediquem”, afirmou.

    No final da fala, Lula ainda mandou um recado para presidentes de outro países não ousarem “falar grosso com o Brasil”.

    “Nós fizemos a universidade da Foz do Iguaçu, da América Latina. A gente quer formar uma doutrina latino-americana, com estudante latino-americano, para que a gente possa sonhar que esse continente um dia vai ser independente, que nunca mais um presidente de outro país ouse falar grosso com o Brasil, porque a gente não vai aceitar. Não é uma questão de coragem, é uma questão de dignidade e caráter”, disse.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: CNN

  • Quer um time mais próximo? Não cometa esse erro no feedback — ele sabota sua comunicação no trabalho

    Quer um time mais próximo? Não cometa esse erro no feedback — ele sabota sua comunicação no trabalho

    Dar um bom feedback é uma das habilidades mais valorizadas em ambientes corporativos, especialmente quando o trabalho depende da colaboração entre pessoas. 

    Mas, segundo uma nova pesquisa da Cornell University, o que parece um elogio ou uma orientação inofensiva pode, na verdade, minar o espírito de equipe e comprometer resultados futuros.

    A forma como o feedback é comunicado impacta diretamente a coesão de um time. As informações foram retiradas de Inc.

    Feedback comparativo atrapalha mais do que ajuda
    O estudo liderado pela professora Xinyu Zhang, da SC Johnson College of Business (Cornell), analisou o comportamento de cerca de 500 pessoas, entre universitários e profissionais ativos, em situações simuladas de trabalho em equipe.

    As descobertas mostram que:

    Quando os participantes recebiam feedback indicando que o desempenho deles foi parecido com o dos colegas, a colaboração aumentava.
    Mas, quando o feedback apontava quem teve melhor desempenho ou fazia comparações diretas entre membros da equipe, a tendência era de redução no senso de conexão e queda na cooperação.
    Em resumo: “ranquear” destrói laços.

    Quando o feedback reforça competição, o time perde
    Um ponto importante da pesquisa foi mostrar que comparações explícitas dentro de um time não motivam, apenas desagregam.

    Isso vale, principalmente, quando o grupo enfrenta metas desafiadoras. Nessas situações, tentar estimular a entrega com frases como “vamos ver quem bate a meta primeiro” ou “fulano já conseguiu, e você?” tende a gerar o efeito oposto.

    “Criar um clima de competição em tarefas que exigem colaboração pode prejudicar mais do que ajudar”, alerta a pesquisadora.

    O que um bom feedback deve reforçar
    A mensagem principal do estudo é simples e poderosa:
    “Ranqueie menos. Conecte mais.”

    Na prática, isso significa que um bom feedback em ambientes colaborativos deve:

    Reforçar o senso de grupo (“vocês enfrentaram um desafio difícil juntos”)
    Valorizar o esforço coletivo, e não só o resultado individual
    Evitar comparações diretas entre colegas
    Focar no desenvolvimento, e não em julgamento

    E mais: quando necessário apontar melhorias, faça isso com objetividade, clareza e respeito. Isso é comunicação assertiva.

    Torne-se a voz que o mercado escuta com a comunicação assertiva
    Em um mundo onde todos falam, poucos realmente são ouvidos. Profissionais que dominam a comunicação assertiva se destacam, inspiram confiança e são lembrados por sua clareza e equilíbrio.

    Agora é sua vez de desenvolver essa habilidade e transformar o modo como você se expressa e como as pessoas te escutam.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: XX/Divulgação

  • Além de celulares e tablets, concurso de redação vai distribuir bolsas de estudo

    Além de celulares e tablets, concurso de redação vai distribuir bolsas de estudo

        Foto: Divulgação O concurso proposto pela Comissão de Assuntos Sociais da CLDF tem como objetivo estimular o pensamento crítico, o prota…

      Foto: Divulgação

    O concurso proposto pela Comissão de Assuntos Sociais da CLDF tem como objetivo estimular o pensamento crítico, o protagonismo estudantil e a reflexão sobre temas de relevância social

    O edital do concurso de redação 2025 da Câmara Legislativa que vai premiar estudantes do Distrito Federal sofreu alteração de edital, acrescentando itens que buscam incrementar ainda mais as premiações oferecidas.

    A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) vai premiar 20 estudantes com bolsas de estudo, ofertadas em parceria com a empresa Escrita Única Pré-Vestibulares. Os 10 primeiros colocados receberão bolsa integral para o curso pré-vestibular Fleming; e os 10 restantes terão bolsa integral para o curso de Redação.

    De acordo com as regras, para estarem aptos a concorrer à nova premiação da Defensoria Pública na categoria II, voltada aos alunos do ensino médio, os estudantes devem cumprir os seguintes requisitos:

    Estar regularmente inscrito e realizar o curso “Projeto Conhecer Direito 2025”, oferecido em modalidade à distância, promovido pela Escola de Assistência Jurídica da Defensoria Pública do Distrito Federal e pela Escola Nacional da Defensoria Pública da União.

    Apresentar os 7 certificados correspondentes aos módulos 1 a 7 do “Projeto Conhecer Direito”, totalizando 70 horas-aula.

    Participar presencialmente do “Aulão da Professora Sharlene Leite”, quando vai ocorrer o lançamento oficial deste Concurso, previsto para 3/11/2025.

    Premiação

    Os demais itens do edital continuam válidos. Assim, é oportuno relembrar que a comissão avaliadora vai selecionar até 10 redações para cada categoria e, delas, duas serão premiadas em seu respectivo grupo. As redações escolhidas serão divulgadas no portal eletrônico da CAS na CLDF. Já em 2026, haverá cerimônia na Câmara Legislativa para entrega dos certificados e das homenagens.

    Entre os prêmios distribuídos estão smartphones, tablets e notebooks. Serão agraciados os estudantes e seus respectivos professores. Além disso, a Coordenação Regional de Ensino que obtiver maior número de redações inscritas será contemplada com o repasse de R$ 30 mil no âmbito do PDAF, destinados no exercício de 2026. A emenda parlamentar será de autoria do deputado Rogério Morro da Cruz, presidente da Comissão de Assuntos Sociais.

    Francisco Espínola – Agência CLDF

  • Delegação do DF brilha no JEB’s com pódios no atletismo e lição de resiliência no judô

    Delegação do DF brilha no JEB’s com pódios no atletismo e lição de resiliência no judô

    O segundo bloco dos Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s), realizado em Uberlândia (MG), já rendeu alegrias e aprendizados aos estudantes da delegação do Distrito Federal. A equipe se dividiu entre as modalidades de atletismo, atletismo adaptado, ciclismo, ginástica rítmica, judô e taekwondo, demonstrando talento em várias frentes.

    Na quarta-feira (15), os estudantes-atletas participaram das disputas do atletismo no Sesi Gravatás, que incluíram corrida com barreiras, salto em distância e 80 metros rasos. Com 33 competidores, a delegação do DF se destacou na prova dos 80 metros rasos e conquistou duas medalhas: Eduardo Bragas Riba, de 14 anos, garantiu o bronze na Série Prata, enquanto Felipe Ribas, 13 anos, ficou em terceiro lugar na Série Bronze.

    O técnico da equipe, professor Alfredo Santos, ressaltou a importância do evento para o desenvolvimento dos jovens. “O JEB’s representa o início da carreira esportiva desses atletas. É uma oportunidade para eles encontrarem os melhores do Brasil em sua categoria e elevarem seu nível técnico. Nossos atletas foram muito bem, e muitos viram que ainda têm muito a melhorar, mas, com certeza, isso os motivou a continuar treinando”, avaliou.

    Inclusão e vitória no atletismo adaptado

    A competição também foi especial para os alunos do paradesporto, com a vitória de Esmeralda Samira, 14 anos, estudante do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 02 do Paranoá, no atletismo adaptado. A modalidade é a única paradesportiva dos JEB’s, desempenhando papel fundamental na inclusão e no desenvolvimento de alunos com deficiência. A delegação do DF conta com cinco atletas e três técnicos, sendo quatro do Centro de Iniciação Desportiva (CID) Paralímpico de São Sebastião.

    Para o treinador Alexandre Fachetti, a experiência vai além da competição. “É uma oportunidade única para os atletas paralímpicos terem essa vivência esportiva e autonomia. Percebemos uma inclusão real, com eles integrados à competição regular”, afirmou.

    Ele também destacou o impacto transformador do esporte na vida dos estudantes: “Temos exemplos práticos de atletas que, cinco anos atrás, tinham seletividade alimentar e restrição de convívio social. Hoje, vemos uma mudança na autonomia, na socialização. Uma professora do Ian [atleta da delegação] nos contou que ele não gostava de andar na educação precoce e hoje ele corre, salta e arremessa. É uma gratidão ver essa evolução”.

    A força e a filosofia do judô

    No judô, a delegação do Distrito Federal mostrou que a modalidade ensina muito mais do que golpes: transmite valores de resiliência, equilíbrio e a capacidade de transformar derrotas em fortalecimento. Foi dessa forma que, na última quarta-feira (15), os tatames renderam medalhas para Manu Cerqueira (2º lugar na Série Ouro) e Alice Takeuti (3º lugar na Série Ouro). Outros três atletas subiram ao pódio na Série Bronze: Victor Cordeiro (campeão), Gabriel Kitamura (vice-campeão) e Heitor Gomes (3º lugar).

    A trajetória de Manu Cerqueira exemplifica o espírito do esporte. Ela chegou à final da Série Ouro após vencer uma forte adversária do Paraná, reconhecida por vitórias em edições anteriores. Embora não tenha conquistado o ouro, saiu da disputa fortalecida, com uma medalha na série mais difícil da competição.

    O técnico da equipe, Lucas Costa, explicou como a filosofia do judô molda o caráter dos atletas. “A derrota nos molda melhor. É um esporte individual, mas ao mesmo tempo coletivo, pois tenho que torcer para o atleta que me venceu para que ele me leve adiante. Sem dúvida, é algo que soma para a vida como atleta e para a vida pessoal”, destacou.

    *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: João Pedro Eliseu/SEEDF

  • De Brasília a Vicente Pires: a determinação de tornar o impossível realidade

    De Brasília a Vicente Pires: a determinação de tornar o impossível realidade

    Juscelino Kubitschek d eu vida a Brasília em apenas três anos, desafiando o s l im it e s do possível. Ibaneis Rocha transformou Vicente Pi….

    Juscelino Kubitschek d eu vida a Brasília em apenas três anos, desafiando o s l im it e s do possível. Ibaneis Rocha transformou Vicente Pi…


    Juscelino Kubitschek deu vida a Brasília em apenas três anos, desafiando os limites do possível. Ibaneis Rocha transformou Vicente Pires, de uma área esquecida à dignidade em tempo recorde. Dois líderes, duas realidades, unidos por uma visão ousada: construir futuros com urgência e empatia.
    Em um cenário onde promessas políticas frequentemente se perdem no ar, a história de Brasília nos mostra que sonhos grandiosos podem se concretizar com determinação e agilidade.
    Kubitschek, o presidente que idealizou uma capital no coração do Planalto Central, tornou sua visão tangível em impressionantes três anos e sete meses. Em novembro de 1956, a primeira estaca foi fincada em um território árido e desprovido de qualquer estrutura. Em 21 de abril de 1960, Brasília surgiu como um marco histórico que transformou o impossível em realização.
    Agora imagine repetir algo semelhante, não em um local remoto e vazio, mas em uma área já habitada, marcada por anos de descaso e dificuldades. Foi exatamente isso que o governador Ibaneis Rocha realizou em Vicente Pires. Em apenas três anos de sua primeira gestão, ele mudou o cenário antes conhecido como “Buraco Pires”, devolvendo dignidade à região.
    Ao assumir o cargo em janeiro de 2019, Ibaneis se deparou com Vicente Pires em estado de abandono. Com investimentos superiores a R$ 540 milhões até o final de 2021, ele pavimentou ruas, implantou infraestrutura e promoveu uma transformação que parecia improvável. Para destacar esse feito, o governador compartilhou esta semana no Instagram um vídeo mostrando o impacto de sua gestão no antes e depois da cidade.
    Esta semana, o governador Ibaneis Rocha fez questão de relembrar o antes e o depois da história de Vicente Pires com um vídeo divulgado no Instagram.
    Diferente do desafio de JK – construir algo a partir do nada –, Ibaneis enfrentou um terreno castigado por décadas de negligência e agravado pela má gestão do governo anterior (2015-2018) de Rodrigo Rollemberg. Obras abandonadas e ruas esburacadas traduziam o descaso que sugava a esperança dos moradores.

     

    A associação entre Juscelino Kubitschek e Ibaneis Rocha ocorre naturalmente. Enquanto JK criou uma capital para milhões, superando limitações técnicas globais, Ibaneis revitalizou a vida de cerca de 100 mil pessoas, enfrentando barreiras complexas que envolviam a sobrevivência diária de famílias e pequenos comerciantes.

    O que une esses líderes é uma visão comum: a crença de que a gestão pública deve ser ágil e atenta às necessidades humanas. Kubitschek ergueu o símbolo do Brasil moderno; Ibaneis restaurou a dignidade de uma comunidade. Distintos cenários, uma mesma ousadia.

    Crédito  Portal Radar DF

  • “Câmeras não vigiam professores, protegem vidas”, diz Daniel de Castro

    “Câmeras não vigiam professores, protegem vidas”, diz Daniel de Castro

      O deputado Daniel de Castro (PP) defende o PL 1211/2024, que autoriza câmeras em escolas públicas do DF. Ele afirma que a medida é urgente…

     

    O deputado Daniel de Castro (PP) defende o PL 1211/2024, que autoriza câmeras em escolas públicas do DF. Ele afirma que a medida é urgente diante do aumento da violência e critica a obstrução política e a cobertura tendenciosa da CLDF

    O deputado Daniel de Castro (PP) defende o PL 1211/2024, de autoria de Roosevelt Vilela (PL), que autoriza câmeras de segurança em escolas públicas do DF. “É uma medida necessária e urgente”, diz, destacando a proteção da comunidade escolar. Ele cita o aumento de 24% em lesões corporais em 2024 como prova da necessidade de monitoramento. Sobre a resistência do Sinpro-DF e deputados como Chico Vigilante e Fábio Félix, afirma: “As câmeras não visam o professor, mas a segurança de todos”. Critica a obstrução na CLDF e a cobertura tendenciosa do site da Casa, que omite o contexto da violência escolar.
    Por que o senhor considera o PL 1211/2024 uma medida necessária e urgente para as escolas públicas do DF?

    O Projeto de Lei 1211/2024 é uma medida necessária e urgente. A instalação de câmeras de segurança nas escolas públicas do Distrito Federal não é uma questão de vigilância ou desconfiança, mas sim de proteção da comunidade escolar. Estamos falando de ambientes onde estudam e trabalham crianças, adolescentes e servidores que merecem segurança. O aumento de 24% nos casos de lesão corporal em 2024 é um dado alarmante e evidência que a ausência de mecanismos de prevenção e monitoramento tem deixado alunos e profissionais vulneráveis.

    Como o senhor avalia a resistência do Sinpro-DF e de deputados opositores ao projeto?

    Resistência do Sinpro-DF e de deputados opositores. Respeito o debate democrático, mas não concordo com o discurso de que câmeras representam perseguição à docência. As câmeras não estão voltadas para o professor , estão voltadas para a segurança de todos. O professor será o primeiro beneficiado, porque muitas vezes é ele quem enfrenta situações de agressão dentro da sala de aula. O Sinpro-DF e parlamentares como Chico Vigilante e Fábio Félix estão ideologizando um tema que é essencialmente técnico e de proteção social. Defender a segurança escolar não é uma pauta de direita ou de esquerda, é uma pauta de bom senso.

    O que o senhor acha da condução da sessão na CLDF que resultou em obstrução ao avanço do PL?

    Condução da sessão e obstrução na CLDF. Foi lamentável ver uma sessão ser esvaziada ou obstruída diante de um tema tão sensível. Enquanto alguns fazem manobras regimentais para impedir o avanço da pauta, pais e alunos vivem o medo diário dentro das escolas. A Câmara Legislativa deveria ser o espaço do diálogo e da solução, não da omissão. A obstrução, nesse caso, serve apenas para atrasar a proteção de vidas. Nós precisamos de coragem para votar o que é certo, mesmo quando há pressão contrária.

    Quais argumentos o senhor usa para destacar a urgência do videomonitoramento nas escolas?

    Urgência do videomonitoramento. Casos como o estupro no Itapoã e o esfaqueamento no Riacho Fundo II são provas de que a omissão custa caro. Não podemos continuar reagindo apenas depois que tragédias acontecem. As câmeras são um instrumento preventivo, dissuasório e investigativo. Quem defende a escola pública de verdade deve defender que ela seja um ambiente seguro, acolhedor e monitorado. Segurança não é luxo — é dever do Estado.

    O que o senhor pensa sobre a cobertura do site da CLDF em relação ao PL 1211/2024?

    Cobertura do site da CLDF. A cobertura do site da Câmara Legislativa do Distrito Federal foi tendenciosa e desequilibrada, apresentando apenas críticas ao Projeto de Lei 1211/2024 e omitindo o contexto mais amplo da violência crescente nas escolas públicas. Esse tipo de postura fere o princípio da imparcialidade da comunicação institucional, que deve refletir pluralidade de opiniões e compromisso com a transparência. Diante disso, eu e os deputados, Roosevelt e Thiago Manzoni estamos protocolando junto à Mesa Diretora uma representação formal, solicitando apuração sobre o uso indevido dos canais oficiais da CLDF para promover falsas narrativas contra um projeto legítimo de segurança pública. O papel da comunicação da Casa é informar, não influenciar politicamente o debate. A população tem o direito de conhecer todos os lados de uma proposta e de entender que este projeto visa proteger vidas, e não atacar categorias.

    Crédito Radar DF