Dia: 6 de outubro de 2025

  • Ibaneis Rocha: de executor de obras ao Vai de Graça que Atordoa seus adversários

    Ibaneis Rocha: de executor de obras ao Vai de Graça que Atordoa seus adversários

      A oposição  r e c e ia que o programa Vai de Graça, i m p lementad o pelo governador Ibaneis Rocha, seja ex pa n d id o para todos os d…

     

    A oposição receia que o programa Vai de Graça, implementado pelo governador Ibaneis Rocha, seja expandido para todos os dias da semana, consolidando a tarifa zero no transporte público. Tal medida poderia fortalecer ainda mais a popularidade do governador, posicionando-o com vantagem na disputa eleitoral de 2026.

    Reconhecido como um incansável gestor nos últimos sete anos, Ibaneis Rocha tem deixado sua marca em obras por todas as 33 regiões administrativas do Distrito Federal. No entanto, seu maior legado talvez esteja vinculado à mobilidade urbana, um aspecto que tem causado inquietação nos partidos opositores.

    Nas discussões internas de legendas como PT, PSOL, PSB e PDT, circula a preocupação de que o programa Vai de Graça represente um grande obstáculo às suas aspirações políticas em 2026. Desde que foi lançado em 1º de março de 2025, o programa já oferece transporte público gratuito aos domingos e feriados, abrangendo usuários de cartões como Mobilidade, Vale-Transporte e Passe Livre Estudantil.

    A possibilidade de estender a gratuidade ao transporte público para todos os dias, conforme temem os oposicionistas, poderia consolidar uma transformação histórica no acesso ao transporte no DF. Essa mudaa o só ampliaria a mobilidade urbana, mas também teria um forte impacto social, facilitando o acesso a trabalho, educação e serviços.

    Paralelamente, Ibaneis já se destaca pelos programas sociais robustos de sua gestão. O Prato Cheio beneficia 130 mil famílias com R$ 250 mensais para compras de alimentos, enquanto os restaurantes comunitários proporcionam cerca de 1,4 milhão de refeições mensais, com preços acessíveis entre R$ 0,50 e R$ 1.

    Se o Vai de Graça se estabelecer como um programa amplo e permanente, pode superar todas essas iniciativas, tornando-se o maior programa social da história do DF. Uma conquista nesse nível não apenas silenciaria as críticas como ressaltaria a incapacidade das gestões passadas em alcançar a tão esperada gratuidade no transporte público. Esse é o verdadeiro motivo do temor opositor.

    Da redação do Portal de Notícias com as informações do Portal Radar DF.

  • O GDF garante acesso seguro à Escola Classe Catingueiro com nivelamento de estrada rural na Fercal

    O GDF garante acesso seguro à Escola Classe Catingueiro com nivelamento de estrada rural na Fercal

      Ação conjunta do GDF Presente, administração regional e Seagri beneficia cerca de 1,5 mil moradores, além da comunidade escolar na região …

     


    Ação conjunta do GDF Presente, administração regional e Seagri beneficia cerca de 1,5 mil moradores, além da comunidade escolar na região

    Para assegurar o acesso seguro dos alunos à Escola Classe Catingueiro e melhorar a mobilidade de toda a comunidade, o Governo do Distrito Federal, por meio do programa GDF Presente, executou o nivelamento e ajustes em aproximadamente nove quilômetros de estrada rural na DF-205 Oeste, na Fercal. A ação envolveu também a Administração Regional da Fercal e a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF).

    O trecho não pavimentado, conhecido como “ferradura” por ligar dois pontos da mesma rodovia, é utilizado diariamente por ônibus escolares e coletivos que atendem cerca de 450 famílias — o equivalente a 1,5 mil pessoas.

    A obra envolveu limpeza e alargamento da via, colocação de material reciclado e aplicação de expurgo de brita | Foto: Divulgação/GDF Presente

    Segundo o administrador da Fercal, Fernando Madeira, a recuperação da via é fundamental para assegurar o acesso dos alunos à escola, além do reforço na mobilidade da comunidade. “Nosso compromisso é seguir trabalhando para levar mais qualidade de vida à população da região”, afirmou.

    A obra envolveu limpeza, alargamento da via, levantamento dos pontos mais críticos, colocação de material reciclado cedido pelo SLU e aplicação de expurgo de brita — um composto que, após molhado, permanece compactado e garante maior durabilidade ao serviço. Foram utilizadas uma motoniveladora, uma pá carregadeira e um caminhão-pipa da Seagri; uma retroescavadeira e dois caminhões do Polo Norte do GDF Presente; e outros dois caminhões da Administração da Fercal. O material foi cedido pela Pedreiras Contagem e pelo SLU. O levantamento dos pontos críticos permite ao GDF que execute as soluções necessárias nestes locais, ganhando tempo e economizando materiais.

    “A prioridade é arrumar o caminho para que as crianças trafeguem com segurança”

    Ronaldo Alves, coordenador do Polo Área Norte do GDF Presente

    Coordenador do Polo Área Norte do GDF Presente, Ronaldo Alves destacou o impacto direto da intervenção para a comunidade escolar. “Toda vez que falamos de escola, a prioridade é arrumar o caminho para que as crianças trafeguem com segurança. Quando damos condições para que cheguem confortáveis à escola, ajudamos também a combater a evasão escolar”, disse. Ele destaca que além do nivelamento, bolsões foram construídos para captar e drenar a água da chuva, evitando que a enxurrada danifique a estrada. “O trabalho foi planejado para coincidir com o período pré-chuvas, de forma a prolongar a durabilidade do serviço”, revela.

    Para Alves, o GDF tem mostrado comprometimento com o acesso dos estudantes aos centros de ensino. “Este governo tem um carinho especial com a comunidade escolar. É um trabalho gratificante porque vejo na prática a solução de problemas que impactam a vida das pessoas”, afirmou.

    Da redação do Portal de Notícias

  • Acidente entre ônibus escolar e moto deixa mulher ferida na Cidade Estrutural

    Acidente entre ônibus escolar e moto deixa mulher ferida na Cidade Estrutural

      Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line Um acidente entre um ônibus escolar e uma motocicleta deixou uma mulher ferida na manhã des…

     

    Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line


    Um acidente entre um ônibus escolar e uma motocicleta deixou uma mulher ferida na manhã desta segunda-feira (6/10), na quadra 08 do Setor Oeste, na Cidade Estrutural.

    De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a ocorrência foi registrada por volta das 7h20. A passageira da moto, única vítima que precisou de atendimento, apresentava suspeita de fratura no joelho esquerdo e foi encaminhada ao hospital para avaliação médica.

    A equipe do portal Estrutural On-line esteve no local e tentou ouvir um representante da empresa responsável pelo ônibus, mas ele optou por não conceder entrevista nem fornecer informações sobre o caso.

    Ainda não há detalhes sobre a dinâmica do acidente e tampouco se havia alunos dentro do coletivo no momento da colisão.

    O espaço permanece aberto para manifestações das partes envolvidas.

    Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line


    Foto: Francisco Gelielçon / Estrutural On-line

    Por Francisco Gelielçon

    #EstruturalOnLine

  • Costurando sonhos: Fábrica Social formou mais de 3,1 mil pessoas desde 2019

    Costurando sonhos: Fábrica Social formou mais de 3,1 mil pessoas desde 2019

    Histórias de superação e recomeço são comuns na Fábrica Social do Governo do Distrito Federal (GDF), coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Desde 2019, o equipamento formou mais de 3,1 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, ampliando o acesso da população a oportunidades concretas de inserção no mercado de trabalho. Apenas neste ano, 322 alunos já conquistaram o certificado de conclusão e uma nova turma será iniciada em breve.

    Localizado na Cidade do Automóvel, o centro de educação profissional fornece o curso de costura industrial, dividido em oito módulos. São contempladas diversas áreas de uma fábrica, incluindo malharia inicial e avançada, tecido plano, serigrafia, bordado computadorizado, bolsas e acessórios, bonés e similares. A capacitação tem duração de um ano e ocorre de segunda a sexta-feira — das 8h às 12h ou das 14h às 18h.

    “A Fábrica Social é um dos exemplos mais inspiradores do nosso compromisso com a inclusão produtiva”, reforça o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. “Cada certificado entregue aqui representa muito mais do que uma nova habilidade: significa resgatar a autoestima, abrir caminhos para a independência financeira e devolver a esperança para quem mais precisa. É esse impacto humano e econômico que torna a Fábrica Social um patrimônio do nosso Distrito Federal.”

    A instrutora Elisângela Cedrini, 49, é exemplo de que a formação pode mudar vidas. Ela começou o curso em 2023, após perder o emprego durante a pandemia e passar por problemas de saúde. Em pouco tempo, se apaixonou pela máquina de costura e passou a planejar um futuro em que a linha e a agulha fossem protagonistas. Hoje, tem graduação e pós-graduação em design de moda e compartilha o conhecimento com os alunos no mesmo local em que teve a chance de recomeçar.

    “O curso mudou totalmente a minha vida. Eu era da área de saúde, tinha 40 e poucos anos e tive que recomeçar do zero. Fiquei um ano e seis meses aqui, primeiro estudando e depois na parte de produção, e voltei para trabalhar”, conta Elisângela. “Tenho alunos que já fazem peças incríveis que enchem meus olhos de lágrimas. É extraordinário ver a pessoa plantando a sementinha dela, cheia de esperança para recomeçar, assim como eu. Aqui é um lugar que você pode transformar sua vida, seguir vários rumos. São vários módulos com linguagens e técnicas diferentes em que a pessoa pode se identificar com alguma delas”.

    Entre os alunos, destaca-se Teresa Régia Araújo, 42 anos, que com muita determinação ganhou uma nova profissão e mais qualidade de vida. Mãe atípica de três filhas, ela estava sem nenhuma fonte de renda quando descobriu a Fábrica Social. Cinco meses de aula foram suficientes para essa realidade mudar: Teresa, que não sabia nem colocar a linha na agulha, já oferece pequenos serviços no bairro em que mora, no Gama, e traça novos objetivos profissionais.

    “Aprendi a costurar roupa, fazer alguns reparos, modelagem do começo ao fim e a desenhar também”, conta Teresa, que costurou, inclusive, a roupa das filhas para participar das quadrilhas juninas deste ano. “A costura está me trazendo qualidade de vida. Posso ter uma vida melhor em casa, sem precisar me deslocar para longe, podendo cuidar das minhas filhas, sem precisar estar correndo 24 horas.”

    VÍDEO

    Quem também não entendia o funcionamento das máquinas de costura e hoje está craque no assunto é Cléber Vagner Dino, 56. Após perder o emprego durante a pandemia, ele passou por um período de desânimo e depressão. A virada de chave começou recentemente, com o ingresso na Fábrica Social. “Minha mãe até tem uma máquina de costura, mas eu não entendia nada. Aprendi tudo aqui e foi altamente desafiador. Ficamos uma semana aprendendo só passar a linha para começar a fazer um ponto”, revela.

    Mais do que aprender uma profissão, Cléber encontrou motivação e novas perspectivas de vida. Animado com as possibilidades, ele já domina diferentes técnicas e se arrisca em softwares de modelagem digital, área na qual pretende seguir carreira. “O conhecimento que adquiri aqui abriu um novo horizonte para mim. Renovou minha vida, conheci novas pessoas, mudou tudo. Hoje consigo olhar qualquer roupa e vou tentar fazer”, afirma.

    Já a costureira Vanuza da Silva, 39, viu na formação uma oportunidade de aprender uma nova habilidade e agregar valor no próprio trabalho. “Como eu faço crochê, às vezes preciso forrar a peça. Antes eu tinha que terceirizar, agora eu mesma posso fazer isso. Também faço bolsas, roupas”, afirma a moradora do Recanto das Emas. “Muito gratificante estar aqui fazendo esse curso.”

    Mais informações

    O desenvolvimento do conteúdo programático, acompanhamento pedagógico e monitoria/instrutoria é feito por uma organização da sociedade civil, contratada por meio de termo de colaboração com a Sedet. O investimento é de cerca de R$ 6 milhões por ano. Parte dos materiais produzidos é destinada a ações sociais e ao GDF, como os enxovais utilizados na rede pública de saúde.

    O espaço dispõe de 470 máquinas de costura industriais, entre caseadeiras, galoneiras,  overlock e interlock. “Nosso objetivo é gerar oportunidade para as pessoas que queiram atuar em uma nova atividade, queiram a profissão, para possam produzir até mesmo da própria casa”, salienta o secretário.

    Segundo Thales Mendes, a oferta de qualificação profissional será ampliada nos próximos meses, com abertura de mais vagas e de uma unidade da Fábrica Social no Sol Nascente. “Nosso governador Ibaneis Rocha já anunciou que será um equipamento com 2,4 mil metros quadrados. Vamos descentralizar parte da produção, nos aproximando mais do nosso aluno”, afirma ele sobre o compromisso com a expansão da iniciativa. 

    Para participar, os interessados devem ser inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e ter renda per capita de até R$ 200. Os alunos recebem uma bolsa de R$ 304, além de lanche e auxílio-transporte, como ajuda de custo para incentivá-los a não desistir do projeto. Também há um auxílio de produtividade, com um percentual sobre o que produzem após a fase de instrução.

    As inscrições são divulgadas no site da Sedet-DF.

    * Colaborou Karol Ribeiro

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

  • Caesb investe R$ 7,1 milhões em novas redes de esgoto no Estância Planaltina

    Caesb investe R$ 7,1 milhões em novas redes de esgoto no Estância Planaltina

      Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília Obras beneficiam mais de 2 mil moradores, protegem rios da região e reduzem riscos à saúde públi…

     

    Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

    Obras beneficiam mais de 2 mil moradores, protegem rios da região e reduzem riscos à saúde pública

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Luis Antonio Reis, assinaram hoje (4) uma ordem de serviço que dá início às obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário no Setor Estância Planaltina. A obra é parte do esforço contínuo do GDF, por meio da companhia, para ampliar a cobertura de saneamento básico no Distrito Federal, promovendo saúde, dignidade e preservação ambiental.

    Durante o evento, o governador destacou que o DF avança em direção à universalização do saneamento, conforme previsto em legislação federal, e que Brasília já se orgulha de seus índices, com aproximadamente 99% da população com água encanada e 95% com coleta de esgoto. “Onde ainda não alcançamos o saneamento, como no caso da Estância, estamos implementando soluções. Tenho certeza de que a população local, terá uma melhora significativa na qualidade de vida, com a substituição do esgoto a céu aberto por um sistema tratado. A atuação da Caesb se alinha a essa importante agenda, combatendo a poluição de nossos rios e afluentes”, relata Ibaneis Rocha.

    O projeto do Setor Estância Planaltina inclui a instalação de 7,7 quilômetros de redes coletoras e condominiais de esgoto, com investimento total de R$ 7, 1 milhões e prazo de execução de 300 dias. A iniciativa atenderá 601 residências, beneficiando diretamente 2.162 moradores com coleta adequada de esgoto para toda a comunidade.

    Como parte da ampliação do sistema de esgotamento sanitário do Setor Estância, a Caesb está preparando edital de licitação para a construção de uma elevatória de esgoto no valor de R$5,5 milhões, que irá bombear o efluente para a Estação de Tratamento de Esgotos Planaltina.

    O presidente da Caesb explica que as obras do Setor Estância Planaltina são muito importantes para a comunidade e contribuem diretamente para a proteção de importantes corpos hídricos da região, como o Ribeirão Mestre D’armas e o Córrego Fumal, que atualmente sofrem com a contaminação por esgoto sem tratamento. “A obra reduz a poluição das águas e preserva o ecossistema local, fortalecendo o compromisso da Caesb com a sustentabilidade ambiental. Estamos ampliando a cobertura de saneamento em todo DF e nossa meta é chegar em 100% nas áreas urbanas e fazer o saneamento rural acontecer, o que a gente já está fazendo em conjunto com a Emater “, conclui Luis Antonio Reis.

    Fonte : CAESB

  • Constituição completa 37 anos e já teve 136 alterações por emendas

    Constituição completa 37 anos e já teve 136 alterações por emendas

    Constituição Federal brasileira completa 37 anos neste domingo (5). Considerada a lei maior e fundamental do país, ela organiza o Estado e define direitos e deveres. O texto constitucional já foi alterado 136 vezes pelo Congresso Nacional desde sua promulgação em 1988.

    Para que mudanças possam ser implementadas na Constituição, o Congresso precisa aprovar as chamadas PECs (Propostas de Emendas à Constituição).

    Nesta tramitação, não há necessidade das propostas passarem pela sanção do presidente da República.

    Até o próximo ano, o número de emendas feitas na Constituição Cidadã pode aumentar. Na Câmara, há 818 matérias do tipo tramitando e outras 271 propostas estão em análise no Senado.

    As PECs costumam suscitar intensos debates políticos, dado o impacto significativo que podem provocar se aprovadas. Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados a PEC da Segurança Pública, encaminhada pelo governo em abril. Considerada uma das pautas prioritárias do Executivo, a proposta busca promover maior integração entre as diferentes forças policiais do país.

    intenção do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é votar a matéria até o fim de 2025 na Casa. Ele também mira neste ano avançar com um pacote sobre a reforma administrativa, que incluiu uma PEC ainda a ser protocolada.

    Para irem à promulgação, no entanto, as PECs precisam ser aprovadas nas duas Casas. No fim de setembro, o Senado rejeitou e arquivou uma proposta aprovada na Câmara para aumentar a proteção de parlamentares na Justiça, a chamada PEC da Blindagem.

    A rejeição gerou mal-estar entre deputados, que viram uma “traição” na postura dos senadores. Hugo apoiou a proposta e argumentou que a proposta mirava justamente retomar um trecho da Constituição aprovada em 1988 que foi removido por uma emenda em 2001.

    Entre 1988 e 2001, vigorou a regra que determinava a necessidade de aval do Congresso, a partir de votação secreta, para a abertura de processos criminais contra parlamentares no STF (Supremo Tribunal Federal). O próprio Congresso, no entanto, aprovou a retirada da norma do texto constitucional em 2001.

    Necessidade de atualizações

    Na avaliação de Alexandre Levin, professor de Direito Constitucional da EPD (Escola Paulista de Direito), essa característica de mudanças na Constituição é prevista para atender demandas da sociedade.

    “Para que sua legitimidade prevaleça ao longo do tempo, é necessário que, de quando em quando, suas regras sejam atualizadas, para fazer frente a novas demandas da sociedade”, diz Levin à CNN Brasil.

    O professor também exemplifica modificações recentes, como o caso do sistema tributário nacional, com a reforma tributária aprovada em 2023, e a reforma da Previdência de 2019.

    O especialista ainda lembra que as chamadas cláusulas pétreas são os itens que não são modificáveis, devido à sua importância.

    “São regras e princípios que representam o núcleo essencial da ordem constitucional, as linhas mestras do Estado brasileiro. Como exemplo, podemos citar a forma federativa do Estado brasileiro; a regra que estabelece o voto direto, secreto, universal e periódico; os preceitos que regulam a separação e a harmonia entre os Poderes”, detalha.

    Segundo o especialista, o STF, quando provocado, deve garantir a prevalência das normas constitucionais em caso de conflito, verificando o que está escrito na Constituição.

    Para Levin, embora o texto constitucional não esteja isento de críticas, há inúmeros aspectos que merecem reconhecimento e valorização.

    “Apesar das imperfeições do nosso regime democrático, não acho que um novo texto constitucional deva ser promulgado. Nossos problemas são mais políticos do que jurídicos”, completa.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

  • Ao lado de Caiado Ricardo Quirino celebra participação de mais de 10 mil atletas na maior edição da Copa Construindo Campeões

    Ao lado de Caiado Ricardo Quirino celebra participação de mais de 10 mil atletas na maior edição da Copa Construindo Campeões

      Governado Ronaldo Caído e Ricardo Quirino O esporte goiano viveu neste fim de semana um momento memorável com a realização da maior edição…

     

    Governado Ronaldo Caído e Ricardo Quirino

    O esporte goiano viveu neste fim de semana um momento memorável com a realização da maior edição da Copa Construindo Campeões, que reuniu mais de 10 mil atletas de diversas modalidades em um verdadeiro festival de talento, inclusão e superação. A celebração contou com a presença de importantes autoridades, entre elas o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o entusiasta do esporte e das políticas sociais, Ricardo Quirino.

    “Goiás mudou, porque investe em educação, em segurança e também no esporte, formando cidadãos que vão transformar o futuro do nosso estado e do país”, ressaltou o governador

    Para Quirino, a grandiosidade do evento é a prova concreta de que o esporte transforma vidas e é uma poderosa ferramenta de inclusão social. “Que alegria ver mais de 8 mil atletas participando da maior edição da Copa Construindo Campeões! Um evento que mostra a força do esporte em Goiás”, destacou emocionado.

    Projeto Construindo Campões beneficia atualmente 14 mil alunos em mais de 100 municípios goianos. É o maior programa esportivo social do estado (Fotos: Wesley Costa)

    Projeto Construindo Campeões

    O evento, promovido pelo projeto Construindo Campeões, é voltado à formação esportiva e ao desenvolvimento humano de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. O projeto é uma das iniciativas apoiadas pelo Goiás Social, programa do Governo do Estado que tem ampliado investimentos em educação, esporte e cidadania.

    Criado em 2019, o projeto Construindo Campeões oferece aulas de diversas modalidades de artes marciais, como karatê, judô, wrestling, taekwondo e jiu-jitsu. O projeto surgiu em Goiânia, com aulas no Jardim Guanabara, e em 2020 foi expandido para quatro cidades da região do Entorno do Distrito Federal: Luziânia, Novo Gama, Águas Lindas de Goiás e Valparaíso de Goiás. Em seguida, diversas outras localidades goianas receberam o projeto.

    Além das aulas, o Governo de Goiás disponibiliza kimonos e luvas para o uso durante a prática esportiva, oportunizando aos jovens a experiência de treinar e competir com equipamentos de alta qualidade, equiparado ao que são utilizados pelos atletas de alta performance.

    Em 2021 aconteceu um novo processo de expansão do projeto com novos núcleos, como em Edeia, Indiara, Jaraguá e Uruaçu, com capacidade de atendimento de 200 alunos em cada cidade. Atualmente, mais de 14 mil alunos estão matriculados no projeto atualmente, em mais de 100 municípios goianos .

    O público-alvo de atendimento do Construindo Campeões são crianças e adolescentes matriculados na rede pública de ensino e adultos de baixa renda, oferecendo uma opção de prática esportiva, os tirando da ociosidade, além de passar valores fundamentais para a formação do ser humano, como disciplina, companheirismo, ética e convivência social.

    Copa Construindo Campeões teve sua primeira edição em 2022, com 1.600 participantes. Em 2025, competição atinge números recordes e chega pela primeira vez ao Estádio Serra Dourada (Fotos: Wesley Costa)

    Ricardo Quirino fez questão de parabenizar o governador Ronaldo Caiado pelo empenho em manter e expandir políticas públicas voltadas à juventude e ao esporte: “Parabenizo o governador Ronaldo Caiado pelo apoio através do Goiás Social e ao amigo Mário Kanashiro, pelo trabalho incrível à frente do Projeto Construindo Campeões”, afirmou.

    O idealizador do projeto, Mário Kanashiro, também foi reconhecido por seu compromisso e dedicação à formação de atletas e cidadãos. Sob sua liderança, o Construindo Campeões se tornou referência nacional em inclusão esportiva.

    Para Quirino, a missão vai além dos pódios: “Esporte é oportunidade, e onde tem esporte nós estaremos lá”, reforçou, reafirmando o compromisso com ações que promovem cidadania, disciplina e esperança para as novas gerações.

    A Copa Construindo Campeões 2025 marcou um novo capítulo na história do esporte em Goiás, com números recordes e uma mensagem clara: o esporte é um dos mais poderosos instrumentos de transformação social, e continuará sendo prioridade para aqueles que acreditam em um futuro melhor.

    Redação do Direto do Congresso

  • Caiado critica Ciro Nogueira como “porta-voz” de Bolsonaro

    Caiado critica Ciro Nogueira como “porta-voz” de Bolsonaro

    O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), criticou o senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), neste domingo (5), dizendo que ele não é “porta-voz” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    A fala acontece após uma alegação de que o senador estaria se colocando como vice numa eventual chapa à Presidência encabeçada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Caiado é pré-candidato ao Planalto.

    “A ansiedade de Ciro Nogueira em se colocar como candidato a vice-presidente do governador Tarcísio é vergonhosa, e algo tão gritante que ele já se coloca como porta-voz do presidente Bolsonaro, o que ele não é”, disse o governador goiano.

    “Se Bolsonaro quiser escolher um porta-voz, certamente será um de seus filhos ou sua esposa, Michelle. Não o Ciro Nogueira, senador de inexpressiva presença nacional, que um dia já jurou amor eterno ao Lula”, prosseguiu.

    Ciro Nogueira foi ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro. Em mandatos anteriores, o parlamentar foi da base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Ainda segundo Caiado, o senador “tenta decidir por Bolsonaro quais deveriam ser os candidatos a presidente”. E, para isso, ele colocaria Tarcísio como preferido e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), como reserva.

    “De pronto, Ciro já veta pelo menos três pré-candidaturas: as de Romeu Zema, Eduardo Bolsonaro e a minha, prestando um enorme desserviço à direita. Não falo por Zema ou Eduardo, mas quanto à minha pré-candidatura, devo dizer que não dependo de aval de Ciro Nogueira”, continuou o goiano.

    Em resposta ao governador, Ciro Nogueira declarou que não tem tempo livre, “sobretudo para polêmicas vazias”.

    “Nosso adversário é Lula. Caiado, pode falar qualquer coisa: você está certo. Satisfeito?”, finalizou o senador.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil/Geraldo Magela/Agência Senado

  • Práticas integrativas ampliam cuidados e transformam vidas na rede de saúde pública do Distrito Federal

    Práticas integrativas ampliam cuidados e transformam vidas na rede de saúde pública do Distrito Federal

    “Eu tomava muita medicação e vivia dopada. A auriculoterapia e o reiki me ajudaram tanto que consegui reduzir quase todos os remédios. Mais do que isso: me inspiraram a estudar e hoje também sou terapeuta voluntária. Posso dizer que essa prática mudou a minha história.” O depoimento de Sheila Alves de Souza, paciente da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Samambaia, resume como as práticas integrativas em saúde oferecidas pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vêm transformando vidas.

    O DF foi pioneiro ao incorporar práticas integrativas em saúde (PIS) já em 1983, em Planaltina, com projetos de cultivo e uso de plantas medicinais. Desde então, a SES-DF estruturou uma gerência própria: em 2010, com portaria específica, e em 2014, com a criação da Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde.

    Atualmente, a rede da secretaria conta com as práticas de acupuntura, arteterapia, auriculoterapia, automassagem, fitoterapia, homeopatia, lian gong, medicina e terapias antroposóficas, meditação, musicoterapia, reiki, shantala, tai chi chuan, terapia comunitária integrativa, ayurveda, yoga (hatha e laya) e a técnica de redução de estresse (T.R.E.). Todas elas são oferecidas por profissionais de saúde da secretaria e apoiadores voluntários cadastrados, habilitados por meio de cursos de capacitação ou formações específicas. Mais de 130 unidades básicas de saúde — cerca de 75% do total — oferecem ao menos uma dessas modalidades. Somados hospitais, Caps e policlínicas, a cobertura chega a 65% da rede da SES-DF.

    “O Distrito Federal foi o primeiro território do país a implantar PIS em sua rede de saúde. Elas não substituem tratamentos convencionais, mas ampliam o cuidado, promovem bem-estar e fortalecem o vínculo entre usuários e profissionais”, afirma o médico Marcos Trajano, gerente de Práticas Integrativas em Saúde da SES-DF. Para ele, o investimento promovido pela secretaria revela comprometimento com a qualidade dos serviços de atenção à saúde. “Mais que isso, demonstra um sistema de saúde que promove vínculo, humanidade e respeito ao direito democrático das pessoas de escolher as suas terapêuticas preferidas”, afirma. “A oferta de práticas integrativas em saúde é uma atitude de ampliação de acesso a recursos que antes só estavam disponíveis no âmbito privado e, nesse momento, fazem parte das políticas públicas do Distrito Federal”, conclui.

    A política distrital estruturou também uma rede de 37 hortos agroflorestais medicinais biodinâmicos, onde são cultivadas espécies do Cerrado e de outros biomas usadas em fitoterapia. Além de fornecer insumos, os hortos funcionam como espaços educativos e de convivência comunitária, aproximando a população das unidades de saúde.

    Trajano destaca que as práticas integrativas em saúde fortalecem a relação entre pacientes e equipes de saúde. “Essas práticas abrem espaço para escuta e convivência. É saúde feita com humanidade, em que a pessoa não é vista apenas pela doença, mas em sua integralidade”, completa o gestor.

    A lista completa de unidades da SES-DF, modalidades online e materiais de apoio está disponível neste site.

    Impacto na vida dos pacientes

    A aposentada Gilvanete Maria Bueno, 70 anos, encontrou alívio no reiki. “Eu cheguei com ansiedade e depressão, problemas que refletiam no meu corpo. Em duas semanas já comecei a dormir melhor e a sentir mais leveza. Hoje tomo menos remédios, inclusive para arritmia, e quando saio das sessões parece que estou flutuando.”

    A fisioterapeuta Luciana Escarião Soares, referência técnica distrital em reiki, relata que a procura é crescente. “Muitos pacientes chegam com depressão, ansiedade ou fibromialgia e relatam melhora significativa”, comemora.

    Pesquisa e formação

    Em 2024, a SES-DF firmou convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para investir em pesquisa, formação e desenvolvimento institucional de profissionais nos próximos quatro anos. “É um dos maiores investimentos do país em práticas integrativas em saúde. Ele garante o direito democrático de a população escolher terapêuticas de sua preferência, com segurança e qualidade”, afirma Trajano.

    Neste ano, a SES-DF e a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal abriram a segunda residência em atenção básica com foco em PIS do Brasil, contemplando cinco categorias e 15 residentes na primeira chamada. As categorias são: educação física, nutrição, terapia ocupacional, fisioterapia e farmácia.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

  • Saúde mental no trabalho: 1 em cada 3 empresas não combate assédio, aponta estudo

    Saúde mental no trabalho: 1 em cada 3 empresas não combate assédio, aponta estudo

    A saúde mental ganhou espaço nas discussões sobre carreira e bem-estar corporativo, mas ainda enfrenta uma lacuna preocupante entre discurso e prática. Um estudo da Zenklub, empresa da Conexa — ecossistema digital de saúde física e mental —, com quase 800 companhias brasileiras, revela que 4 em cada 10 líderes não estão preparados para lidar com riscos psicossociais, enquanto 1 em cada 3 empresas sequer possui política contra assédio.

    “Embora muitas empresas já contem com estruturas formais de liderança, ainda existe uma oportunidade importante de fortalecer o preparo humano dos gestores”, afirma Rui Brandão, cofundador do Zenklub e vice-presidente de saúde mental da Conexa.

    Falta de preparo das lideranças
    O levantamento mostra que 43% das empresas não capacitam suas lideranças para reconhecer riscos psicossociais e 40% não oferecem treinamentos contínuos em gestão de pessoas ou comunicação empática. O resultado é um desafio para manter ambientes colaborativos: 29,1% das companhias admitem que os gestores têm dificuldade de estimular a cooperação.

    Segundo Brandão, a falta de preparo tem impactos diretos na rotina de trabalho.

    “A gestão adequada da carga de trabalho é aliada poderosa na prevenção do estresse ocupacional. Ao adotar práticas previstas pela NR-1, as empresas conseguem organizar melhor processos, reduzir riscos de esgotamento e criar condições mais saudáveis para colaboradores.”

    Lacunas de gestão no dia a dia
    A ausência de estrutura começa já no processo de admissão:

    Em 50% das empresas, escopos e responsabilidades não estão bem definidos.
    58,8% não possuem rotinas formalizadas para execução de tarefas.
    Apenas 33,5% conseguem organizar prazos e prioridades de forma adequada.
    Esse cenário, de acordo com Brandão, expõe trabalhadores a riscos de adoecimento relacionados ao trabalho, como ansiedade, depressão e burnout.

    Assédio e falta de segurança psicológica
    Outro ponto crítico identificado é a ausência de políticas contra assédio. Apenas 37,1% das empresas têm uma política formal de prevenção; outras 35,8% não possuem qualquer diretriz, e 21,9% apresentam apenas iniciativas parciais.

    Quando se trata de denúncias, a situação é igualmente frágil: apenas 38,9% das empresas afirmam ter um fluxo estruturado de apuração, enquanto 36,2% não possuem qualquer processo. Para Brandão, a falta de canais claros aumenta o risco de impunidade.

    “Os dados mostram que existe espaço para evolução em segurança emocional e políticas de prevenção. A ausência de políticas claras e de canais de denúncia eficazes expõe profissionais a situações de risco, impactando diretamente sua qualidade de vida e produtividade no trabalho”, afirma o executivo.

    Diversidade, inclusão e saúde mental
    A pesquisa também revelou fragilidades na integração entre saúde mental e diversidade:

    53,2% das empresas não possuem comitês ou metas de diversidade e inclusão.
    42,6% não analisam práticas de equidade salarial.
    40,1% não oferecem suporte psicológico acessível.
    “A integração da saúde mental com estratégias de diversidade, inclusão e equidade é essencial. Quando a empresa adota esse olhar mais amplo, cria um ambiente seguro e saudável para todos”, afirma Brandão.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: Pikisuperstar/Freepik/Divulgação