Dia: 10 de agosto de 2025

  • Força-tarefa retira mais de 2,7 mil toneladas de entulho das ruas de Ceilândia

    Força-tarefa retira mais de 2,7 mil toneladas de entulho das ruas de Ceilândia

    Uma força-tarefa comandada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em parceria com a Administração Regional de Ceilândia, retirou cerca de 2,7 mil toneladas de entulho das vias públicas da cidade, o equivalente a mais de 180 viagens de caminhões basculantes. Durante três dias de trabalho, as equipes recolheram restos de obras, móveis velhos, lixo doméstico, pneus e até lixo orgânico.

    Por dia de operação, cerca de 813 toneladas de entulho foram recolhidas das ruas e áreas públicas da cidade, volume que corresponde a 57 viagens de caminhão carregado. Segundo o administrador de Ceilândia, Dilson Resende, a ação é fundamental para manter a cidade limpa e segura.

    “A limpeza é uma das nossas prioridades, mas também é dever de todos cuidar do espaço em que vivem. O descarte irregular de lixo prejudica a saúde pública, entope bueiros, atrai insetos e roedores, e contribui para a proliferação do mosquito da dengue. Pedimos que a população colabore e utilize os pontos corretos de descarte”, destaca.

    O presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, afirma que a autarquia realiza mutirões de limpeza toda a semana, em diversas regiões do Distrito Federal. “Em Ceilândia, esta é a quinta vez só neste ano. Além dessa ação, disponibilizamos três papa-entulhos para o cidadão fazer o descarte correto e gratuito de resíduos”, conta. 

    Os trabalhos ocorreram em diversos pontos da cidade, entre eles: Chácara do Padre (VC 311), Vila Olímpica do P. Norte, ADE Pró-DF, Praça dos Eucaliptos, QNP 29/23 P Sul, QNM 06, QNM 08, Via Leste, QNO 9/11, 11/13, 13/15, 1/13, 3/5, 5/7, Condomínio Privê, Avenida do Hospital de Ceilândia e Corpo de Bombeiros.

    A Administração de Ceilândia segue monitorando as áreas públicas da cidade e incentiva a população a denunciar casos de descarte irregular de lixo.

    *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia

  • Pesquisa Distrital de Segurança Pública: Equipes concluem primeiro mês de coleta de dados

    Pesquisa Distrital de Segurança Pública: Equipes concluem primeiro mês de coleta de dados

    A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) concluiu o primeiro mês de aplicação da Pesquisa Distrital de Segurança Pública 2025. Mais de mil entrevistas domiciliares foram feitas em 14 regiões administrativas, com destaque para Ceilândia, Brazlândia, Recanto das Emas, Samambaia e Guará. A meta é ouvir mais de 19 mil pessoas até o fim do ano, em todas as regiões do DF. Os resultados poderão ser apresentados a partir do próximo ano.

    A iniciativa é realizada em parceria com uma empresa especializada de abrangência nacional, e integra o eixo de fortalecimento da inteligência de dados do programa Segurança Integral. O objetivo é compreender, com base em metodologia científica e representativa, a percepção da população sobre a segurança pública, os serviços prestados pelas forças de segurança e as condições do território.

    Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o levantamento reafirma o compromisso da pasta com a escuta ativa e a gestão orientada por evidências: “Estamos promovendo uma escuta técnica e respeitosa, que vai além dos números. Precisamos compreender como os moradores do DF se sentem em relação à segurança pública, aos serviços prestados e o que esperam das instituições de segurança. Essa é a base para que possamos aplicar nossas políticas públicas de maneira ainda mais eficaz e próxima da realidade de cada localidade”.

    O levantamento contempla temas estruturantes, como sensação de segurança, vitimização, incivilidades, avaliação dos serviços públicos e confiança institucional. Entre as inovações desta pesquisa, em relação às outras quatro realizadas, estão temas como violência contra a mulher, mobilidade urbana, fraudes eletrônicas, desaparecimentos e a aferição do receio de que pessoas próximas, e não apenas o próprio entrevistado, sejam vítimas da violência.

    “A pesquisa é um instrumento fundamental para qualificar a tomada de decisão e fortalecer o planejamento intersetorial. Essa escuta ativa amplia nosso campo de visão sobre o território. Com dados concretos, conseguimos integrar melhor as políticas de segurança com outras áreas essenciais, como mobilidade, educação, assistência social e urbanismo”, ressalta o subsecretário de Gestão da Informação da SSP-DF, George Couto.

    Coordenador técnico do projeto, Isângelo Senna reforça que o levantamento vai além da coleta de dados. “A proposta é mapear padrões, identificar gargalos, fortalecer a participação comunitária e promover soluções concretas voltadas à melhoria da sensação de segurança no DF. Temos um método robusto, validado, e uma equipe comprometida com a integridade e a confiabilidade dos dados”, aponta.

    Método

    Esta é a quinta edição da Pesquisa Distrital de Segurança Pública. A última foi feita em 2018. Os resultados do novo levantamento serão divulgados no início de 2026 e servirão de base para a reestruturação de programas, investimentos e ações estratégicas do Governo do Distrito Federal (GDF).

    As entrevistas são conduzidas por uma empresa especializada, com profissionais uniformizados e identificados com crachá, QR Code de verificação e telefone oficial para checagem de autenticidade. Todos os questionários são gravados em áudio, garantindo transparência e integridade na coleta de dados. O atendimento domiciliar ocorre diariamente, inclusive aos fins de semana e feriados, das 7h às 22h.

    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/SSP-DF

  • Governo tem desafios estruturais para eleições de 2026, alerta AtlasIntel

    Governo tem desafios estruturais para eleições de 2026, alerta AtlasIntel

    O cenário político brasileiro apresenta desafios significativos para o governo em relação às eleições de 2026, com destaque para uma crescente erosão da base socioeconômica e uma crise de projeto político. A análise, do CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, realizada no WW Especial deste domingo (10) aponta para uma complexa dinâmica envolvendo diferentes camadas sociais e grupos religiosos que podem impactar o desempenho eleitoral.

    Um dos principais obstáculos identificados é a relação com a classe C, que atualmente representa um segmento populacional em crescimento e culturalmente significativo no Brasil. Esta classe, avalia Roman, tem se mostrado cada vez mais distante do atual governo, representando um desafio estratégico para futuras articulações políticas.

    Desafios religiosos e discurso político

    O segmento evangélico emerge como outro ponto de atenção, demonstrando uma postura cada vez mais crítica em relação ao governo. Embora o último censo tenha indicado um crescimento menor do que o esperado neste grupo, sua influência permanece significativa no cenário político nacional.

    A análise também destaca uma crise no discurso político governamental, que tem se mostrado mais conectado ao passado do que a propostas de renovação. Esta característica pode representar um obstáculo significativo para a construção de uma narrativa que dialogue com as expectativas futuras do eleitorado.

    Em meio a eventos recentes, como o chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos, observa-se uma dinâmica política volátil, onde diferentes acontecimentos podem rapidamente alterar as percepções do eleitorado. Para Roman, este cenário evidencia que, apesar de momentos pontuais de favorabilidade, os desafios estruturais permanecem como fatores determinantes para o futuro político do país.

    WW Especial

    Apresentado por William Waack, programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil     

    Foto: Reprodução CNN Brasil

  • Artigo em revista já levou Bolsonaro à prisão em 1986; entenda

    Artigo em revista já levou Bolsonaro à prisão em 1986; entenda

    Preso em regime domiciliar desde a última segunda-feira (4) por “reiterado descumprimento das medidas cautelares” aplicadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal), essa não é a primeira vez que o ex-presidente Jair Bolsonaro é detido.

    Antes mesmo de entrar para o mundo da política, quando ainda era paraquedista do Exército, Bolsonaro ficou preso por 15 dias em um quartel no Rio de Janeiro em 1986.

    Aos 31 anos de idade, ele foi punido por “ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar”.

    O motivo foi um artigo publicado na revista Veja, pedindo aumento salarial para a tropa. O título da publicação assinada pelo então capitão foi: “O salário está baixo”.

    No texto ele argumentava que a maioria dos cadetes deixou o Exército devido “à crise financeira” que atingia “as massas dos oficiais e os sargentos do Exército brasileiro”.

    Para ele, existia, no momento, uma “crise de falta de perspectiva funcional” na instituição.

    “A situação é dramática. Os oficiais estão abandonando o Exército. (…) É hora de parar. Chega de cortes, chega de justificativas econômicas. Não se admite mais que um profissional que passou por uma rígida formação e que corre o risco de perder a vida em defesa da Pátria seja tratado com tamanho descaso. O Exército é uma instituição nacional e sua crise reflete-se diretamente na formação da juventude, na moral dos quartéis e na autoestima do cidadão brasileiro. Urge, pois, que o governo federal olhe com respeito para seus militares. Um Exército desprestigiado é um país vulnerável. E o Brasil, com sua dimensão continental, não pode ser um país vulnerável”, escreveu.

    Ali surgia, então, um slogan que passou a ser usado por Bolsonaro até alcançar a cadeira da Presidência em 2019: “Brasil acima de tudo”.

    “Corro o risco de ver minha carreira de devoto militar seriamente ameaçada, mas a imposição da crise e da falta de perspectiva que enfrentamos é maior. Sou um cidadão brasileiro cumpridor dos meus deveres, patriota e portador de uma excelente folha de serviços. Apesar disso, não consigo sonhar com as necessidades mínimas que uma pessoa do meu nível cultural e social poderia almejar. Amo o Brasil e não sofro de nenhum desvio vocacional. Brasil acima de tudo”, concluiu.

    O artigo publicado na revista rendeu a Bolsonaro a punição disciplinar de 15 dias de prisão em um quartel, em setembro de 1986.

    Um ano depois, em outubro de 1987, o então capitão voltou a ter problemas com a Justiça.

    Dessa vez, a revista Veja publicou uma reportagem com a denúncia de que ele e um outro oficial tinham elaborado um plano para explodir bombas-relógios em unidades militares da cidade carioca.

    O caso foi levado ao STM (Superior Tribunal Militar), que absolveu Jair Bolsonaro por 8 votos a 3, em 1988, ao entender que não havia provas suficientes de que ele havia planejado o suposto atentado.

    Com a decisão, Bolsonaro não foi expulso do Exército e, naquele mesmo ano, deu início à sua carreira política. Ele se candidatou à Câmara Municipal do Rio de Janeiro e foi eleito vereador pelo Partido Democrata Cristão (PDC).

    Assim como nos tempos atuais, 39 anos atrás, a detenção de Bolsonaro incomodou. A situação gerou uma mobilização dentro do Exército.

    Segundo um painel publicado pela Folha naquele mesmo ano, a punição imposta ao capitão “estabeleceu entre seus colegas de farda uma cadeia de solidariedade” que preocupou o pessoal de Brasília.

    “Ontem, por exemplo, foi necessária muita habilidade para impedir que circulasse, no Rio, um manifesto assinado por outros trezentos capitães do Exército. Também não foi fácil demover as mulheres de oficiais subalternos de promoverem uma passeata pelo interior da vila militar”, diz o texto publicado pelo jornal na época.

    De acordo com uma matéria da Folha de São Paulo, datada de alguns anos depois, em 2017, Bolsonaro admitiu, em 1987, ter cometido atos de indisciplina e deslealdade com os seus superiores do Exército, de acordo com documentos obtidos no STM (Superior Tribunal Militar).

    Início na carreira política

    Especialistas ouvidos pela CNN avaliam que a detenção de Bolsonaro em 86 foi “determinante” para o seu ingresso na vida política posteriormente.

    “À medida em que ele fez um acordo para deixar as Forças Armadas, ele acabou buscando a representação exatamente dos interesses militares dentro da política”, avalia Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper.

    “Ele avaliou que era um momento onde ele conseguiria algum tipo de apoio. Então, eu acho que tem todo o contexto dessa quase saída forçada dele, da carreira militar para a política, no meio em que ele está, justamente, pleiteando algum tipo de benefício para os militares”, complementa Leonardo Paz Neves, pesquisador do Núcleo de Inteligência Internacional da FGV.

    “Brasil acima de tudo”

    O slogan que antes era utilizado pelo capitão do Exército, hoje estampa pôsteres e cartazes na Avenida Paulista e em protestos nas principais avenidas do Brasil, a partir do que, agora, chamamos de “bolsonaristas”.

    No entender de Leonardo Paz Neves, a diferença agora é que a frase está mais “vinculada a uma questão ideológica”.

    “Os militares, você vê que o cotidiano deles é formado por esses bordões, eles falam esses bordões o tempo todo. Então, esse ‘Brasil acima de tudo’, naquele contexto, acho que é uma coisa um pouco desse cotidiano de comunicação deles. (…) Mais recente, a ideia de você começar a dizer ‘Brasil acima de tudo’, está vinculada com a questão ideológica”, diz.

    “Ele exerce o mesmo papel nos dois momentos, quer dizer, ele está apelando para um sentimento que é muito claro dentro das Forças Armadas, de colocar o nacionalismo como mola mestra das demandas, seja demandas setoriais, sejam demandas mais amplas da sociedade, mas é sempre usando o nacionalismo como mola mestra”, argumenta Consentino.

    Prisão domiciliar

    Na última segunda-feira (4), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

    O motivo, de acordo com o magistrado, é o “reiterado descumprimento das medidas cautelares” que já tinham sido impostas, no dia que o ex-presidente precisou colocar uma tornozeleira eletrônica.

    A determinação ocorreu um dia após os aliados e apoiadores de Bolsonaro realizarem manifestações nas principais capitais do país. Em algumas delas, o ex-presidente participou, por meio de chamada de vídeo.

    O momento dessas ligações foi compartilhado em redes sociais de alguns parlamentares como a do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o que, de acordo com Moraes, burla à medida que proibia o ex-presidente de utilizar mídias digitais, mesmo que por meio de terceiros.

    Logo após o ocorrido, a defesa de Bolsonaro disse ter ficado surpresa com a prisão domiciliar, alegando que ele “seguiu rigorosamente” o que estava previsto em medidas cautelares e recorreu, na última quarta-feira (6), contra a determinação de Moraes.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil    

    Foto: Ton Molina/STF

  • ‘Quiet Cracking’: como a exclusão no trabalho pode prejudicar sua carreira e a saúde mental

    ‘Quiet Cracking’: como a exclusão no trabalho pode prejudicar sua carreira e a saúde mental

    Ser excluído de uma reunião, o projeto novo que não vem e o feedback que nunca chega. Essas ‘microexclusões’, quando somadas, sinalizam não apenas desatenção da liderança, mas um desinvestimento institucional silencioso, que está sendo conhecido no mercado de trabalho como ‘Quiet Cracking’.

    “O Quiet Cracking ou ‘rachadura silenciosa’ é um fenômeno invisível e devastador que tem afetado cada vez mais profissionais em diversos setores”, afirma Joaquim Santini, especialista em cultura organizacional.

    Diferente do ‘Quiet Quitting’, que ocorre quando o funcionário decide se afastar de maneira consciente e explícita, o especialista explica que o ‘Quiet Cracking’ é um processo gradual e silencioso, onde o trabalhador vai se distanciando emocional e simbolicamente da empresa.

    “O mais alarmante é que, no quiet cracking, a pessoa não abandona o trabalho – é o trabalho que silenciosamente abandona o sujeito”, afirma Santini.

    Um funcionário invisível e sem voz 
    A analogia simbólica que melhor traduz o ‘Quiet Cracking’ é a de um espelho que perde o reflexo: o funcionário continua lá, mas não se vê mais reconhecido, refletido ou legitimado pelo olhar do grupo.

    Neste processo invisível, Santini afirma que 3 pactos são rompidos pela empresa contra o funcionário:

    O pacto de reconhecimento (ser visto),
    O pacto de confiança (ser escutado e acolhido),
    O pacto de investimento afetivo (ser desejado e valorizado no grupo).
    “Quando esses pactos são rompidos, mesmo que silenciosamente, o sujeito passa a ocupar um não-lugar dentro da organização. É um processo que mina a presença do funcionário, tirando a voz, o protagonismo e o pertencimento”, diz Santini.

    Em outras palavras, o vínculo entre o profissional e a organização vai se deteriorando sem que o indivíduo sequer perceba, até o ponto de perder o protagonismo, o pertencimento e o reconhecimento dentro do ambiente corporativo – e isso pode acontecer em diferentes níveis hierárquicos.

    “Já vi estagiário ser ignorado, gerente ser deixado de lado e até C-level ‘esfriar’ dentro da própria empresa. O fenômeno não escolhe nível. Ele nasce da combinação de má liderança, cultura permissiva e falta de coragem para lidar com conflitos”, diz Adriano Lima, ex-CHRO, mentor e especialista em cultura corporativa.

    O pré-turnover que impacta a carreira e a saúde mental
    Esse movimento não é um desafio novo do mercado de trabalho, segundo Andrea Deis, psicóloga, neurocientista e professora em instituições como FGV e Dom Cabral.

    “É um processo que sempre existiu, mas a maneira como nomeamos e compreendemos essa experiência é que muda”, afirma Deis, que também é professora especialista em educação corporativa e gestão de pessoas.

    Deis explica que, até pouco tempo atrás, o fenômeno era muitas vezes interpretado como uma questão pessoal do funcionário. “A pessoa era vista como alguém que simplesmente não se encaixava, talvez por uma falha própria”, diz Deis.

    No entanto, com o avanço da psicologia e neurociência social, o ‘Quiet Cracking’ passou a ser reconhecido como uma exclusão sistemática, cujos efeitos vão muito além da simples sensação de ser ignorado.

    “Quando a exclusão acontece, ela não afeta apenas a saúde mental da pessoa, mas também o seu corpo”, afirma a psicóloga.

    Ela explica que a exclusão social ativa áreas no cérebro associadas à dor física, gerando uma sensação real de sofrimento.

    “Para muitos, essa falta de pertencimento e reconhecimento no trabalho pode levar a problemas como baixa autoestima, perda de confiança e até burnout”, afirma a psicóloga.

    Não é algo novo, mas agora é visto
    Ser ‘escanteado’ no trabalho não é algo novo, mas um estudo recente nos Estados Unidos chama atenção para esse fenômeno. Segundo pesquisa da plataforma TalentLMS realizada em março de 2025 com 1.000 profissionais nos Estados Unidos, 54% dos entrevistados já passaram por essa experiência, e quase 20% afirmam vivê-la com frequência.

    O estudo também mostra que esses profissionais são 29% menos propensos a receber treinamentos, 47% mais propensos a perceber que não são ouvidos pelos gestores e 68% menos propensos a se sentirem valorizados”.

    “A rachadura, aqui, não é apenas simbólica – ela se traduz em estagnação real de carreira”, diz Santini.

    O especialista alerta que o ‘Quiet Cracking’ pode ser considerado uma forma de pré-turnover, onde o vínculo já está rompido, mas a pessoa ainda está fisicamente presente.

    “Quando o sujeito não se sente valorizado e não consegue se enxergar na organização, isso gera desengajamento coletivo, mina espaços de colaboração e inovação, e afeta o clima organizacional de forma geral”, diz Santini.

    Os sinais do ‘Quiet Cracking’
    O ‘Quiet Cracking’ se manifesta de forma silenciosa, mas seus impactos são profundos. Entre os sinais mais comuns, estão:

    Redução da proatividade: O profissional começa a perder o entusiasmo por suas tarefas e responsabilidades.
    Isolamento progressivo: A sensação de estar excluído aumenta, resultando em um distanciamento dos colegas e das equipes.
    Perda de criatividade e motivação: A ausência de estímulos e reconhecimento reduz a capacidade de inovar e se engajar com projetos desafiadores.
    Procrastinação recorrente e apatia emocional: O funcionário começa a adiar suas tarefas e se desconectar emocionalmente do trabalho.
    O fenômeno, segundo Santini, é causado por uma combinação de fatores, como lideranças frágeis, culturas organizacionais que misturam cortesia com falta de transparência e ambientes tóxicos que permitem práticas como o assédio moral e o silenciamento.

    “Quando a organização não escuta o funcionário e não investe em relações autênticas, o sujeito é empurrado para uma zona de desimportância simbólica”, afirma Santini.

    O ‘Quiet Cracking’, segundo Lima, pode acontecer, inclusive, com profissionais brilhantes.

    “Como RH por anos, vi pessoas serem ‘congeladas’ por causa de política interna, conflito de ego ou porque ameaçavam alguém mais acima. O papel do RH é ser mediador e não cúmplice”, afirma.

    Como a empresa pode prevenir o ‘Quiet Cracking’?
    Prevenir o ‘Quiet Cracking’ exige mais do que iniciativas superficiais de bem-estar. Santini destaca que é preciso criar espaços de escuta genuína, e formar e promover lideranças humanas que saibam cultivar ambientes de trabalho transparentes e acolhedores.

    “Trabalho não é só tarefa: é vínculo, identidade e espaço de pertencimento compartilhado. Restaurar esses pactos emocionais é fundamental para a sobrevivência de uma organização saudável”, afirma o especialista.

    Líderes bem treinados também podem impedir esse tipo de comportamento dentro do ambiente de trabalho, diz o especialista Lima.

    “Liderança é chave. Um líder de verdade não deixa o clima ‘azedar’ a ponto de alguém ser isolado. Ele aborda conflitos, dá feedback direto, cobra desempenho com clareza e oferece oportunidades justas. Ser líder não é escolher ‘o time de amigos’, é criar um ambiente onde todos possam entregar resultado”, afirma.

    É crucial também rever os sistemas de reconhecimento e promoção. “Quando os funcionários não se sentem vistos e ouvidos, o impacto no seu desempenho é imediato”, diz Santini.

    Criar um canal de denúncia eficaz contra assédio moral também é uma forma da empresa combater esse fenômeno, uma vez que ele é provocado por ambientes de trabalho tóxicos, onde a falta de reconhecimento, apoio e comunicação transparente pode levar a sentimentos de exclusão.

    “O assédio moral pode ser uma das causas subjacentes desse processo, especialmente quando o funcionário se sente desvalorizado ou humilhado repetidamente sem um canal adequado para expressar suas preocupações”, diz Deis.

    Está sendo excluído? Veja como lidar com o ‘Quiet Cracking’
    Existem algumas estratégias, segundo a psicóloga Deis, para quem enfrenta esse tipo de exclusão.

    O primeiro passo é trazer à tona o que está acontecendo. “Entender o que é ideal versus o que é real é fundamental. Às vezes, a sensação de exclusão vem de uma idealização que a pessoa coloca sobre o ambiente de trabalho”, sugere.

    Ela também recomenda observar e registrar os episódios de exclusão. “Se você percebe que está sendo constantemente deixado de fora de reuniões ou projetos, registre isso. Isso vai ajudar a criar clareza sobre o que está realmente acontecendo”, orienta.

    Por fim, Deis aconselha que a conversa seja trazida à tona, com mais clareza e objetividade. “É importante comunicar o que você está sentindo. Falar sobre o valor do seu trabalho e buscar um significado maior em suas atividades profissionais pode ser o passo para reverter esse quadro”, afirma.

    Se não houver mudança por meio da liderança, acione o RH, aconselha Lima.

    “Eu já atuei várias vezes com esse tema. E, se nada mudar, é hora de avaliar se faz sentido continuar na empresa. Eu sempre digo: ficar num lugar que já te expulsou é um desperdício de energia e autoestima”.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame

    Foto: Tetiana Mykhailenko/Getty Images

  • Quarta parcela do IPTU vence nesta semana no DF; veja calendário

    Quarta parcela do IPTU vence nesta semana no DF; veja calendário

    A quarta parcela do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) começa a vencer nesta segunda-feira (11/8).

    O vencimento vai até o fim da semana conforme o dígito final da inscrição de cada imóvel no Cadastro Imobiliário do Distrito Federal (CIDF). O calendário é o seguinte:

    • Segunda-feira (11/8): vencimento dos documentos com dígito final 1 e 2
    • Terça-feira (12/8): vencimento dos dígitos 3 e 4
    • Quarta-feira (13/8): vencimento dos dígitos 5 e 6
    • Quinta-feira (14/8): vencimento dos dígitos 7 e 8
    • Sexta-feira (15/8): vencimento dos dígitos 9, 0 e X.

    Quem não recebeu o boleto pelos Correios pode acessar o portal de serviços da Receita do DF ou o aplicativo Economia DF para emitir o documento. Também é possível emitir boletos já vencidos e pedir o parcelamento do IPTU de anos anteriores.

    Também é possível ter atendimento presencial em uma das agências da Receita do DF. Para isso, é preciso marcar horário no site Agenda DF. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 12h30 às 18h30.Play Video

    Quem não tiver condições de acessar nenhum dos sites acima pode ligar no número 156 de um número fixo e escolher opção 3, ou agendar atendimento presencial nos postos do Na Hora.

    R$ 1,4 bilhão

    A Secretaria de Economia (Seec-DF) deve arrecadar cerca de R$ 1,4 bilhão com IPTU. São 937.913 imóveis contribuintes, e as cinco regiões administrativas com maior número de pagadores são Plano Piloto, Águas Claras, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia.

    De acordo com a pasta, o valor será usado para investir em infraestrutura, zeladoria pública, folha de pagamento de servidores e outros gastos.

    Por Por Brasília

    Fonte Metrópoles

    Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

  • Fiscalização no Jungle Food apreende 360 kg de proteína animal irregular no DF

    Fiscalização no Jungle Food apreende 360 kg de proteína animal irregular no DF

    Na manhã deste sábado (9), por volta das 7h, a Polícia Militar do Distrito Federal, por meio do Grupamento de Operações no Cerrado (GOC), participou de uma ação conjunta de fiscalização durante o evento Jungle Food, realizado no Estádio Nacional de Brasília.

    A operação, executada conforme a Ordem de Serviço nº 329, contou com a participação de equipes da ANVISA, SEAGRI/DF, IBRAM/DF, IBAMA e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

    No local, os fiscais apreenderam cerca de 360 quilos de proteína animal sem a devida autorização para armazenamento e comercialização, sendo 300 kg de carne bovina e 57,8 kg de carne de jacaré, espécie nativa brasileira protegida por lei.

    Um responsável foi autuado, e todo o material foi recolhido para os trâmites legais.

    Por Revista Plano B

    Fonte Jornal de Brasília

    Foto: PMDF

  • Aberto credenciamento de imprensa para Fórum Nacional de Governadores sobre a COP30 em Belém

    Aberto credenciamento de imprensa para Fórum Nacional de Governadores sobre a COP30 em Belém

      Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Motorcycle safety Evento reunirá líderes estaduais para discutir estratégias e ações conjuntas voltadas…

     

    Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Evento reunirá líderes estaduais para discutir estratégias e ações conjuntas voltadas às mudanças climáticas

    Está aberto o credenciamento de imprensa para a cobertura do Fórum Nacional de Governadores, que será realizado no dia 13 de agosto, em Belém (PA). O encontro terá como pauta principal a COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas que ocorrerá na capital paraense em 2025.

    O evento reunirá governadores e representantes de todos os estados brasileiros para alinhar ações voltadas à preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e transição energética. Também serão debatidas estratégias conjuntas para apresentar propostas unificadas na conferência internacional.

    Jornalistas e equipes de comunicação interessados na cobertura devem realizar o credenciamento por meio do formulário online disponibilizado pela organização. É necessário informar dados pessoais e do veículo de comunicação, além de seguir os prazos estabelecidos.

    Segundo os organizadores, o fórum será uma oportunidade para fortalecer a cooperação entre os estados e destacar o papel do Brasil no enfrentamento às mudanças climáticas.

    Com informações de Agência Brasília
  • Caiado diz que o Congresso se acovarda, e considera Lula um líder irresponsável

    Caiado diz que o Congresso se acovarda, e considera Lula um líder irresponsável

    Caiado diz que Congresso se acovarda e que Lula é um irresponsável Caiado critica Congresso por covardia e Lula por não negociar tarifa de 5…

    Caiado diz que Congresso se acovarda e que Lula é um irresponsável
    Caiado critica Congresso por covardia e Lula por não negociar tarifa de 50% com Trump. Defende anistia aos presos do 8/1 e cobra coragem do Legislativo. “Lula antecipa eleição e ignora crise que penaliza estados”, diz o governador de Goiás

    Ronaldo Caiado, governador de Goiás e candidato à Presidência da República em 2026 pelo União Brasil, fez duras críticas ao Congresso Nacional e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva após uma reunião de governadores em Brasília.

    Segundo Caiado, o Congresso demonstra covardia diante da grave crise econômica que afeta o setor produtivo brasileiro, penalizando os estados. Ele, que foi parlamentar por 24 anos, afirmou que nunca viu um Legislativo tão omisso.

    “Eu conheço a pauta do Congresso e o Regimento Interno. Quem pauta é a maioria. Se há maioria para pautar, os presidentes das Casas têm que cumprir e colocar em votação. Isso é democracia”, declarou.

    Caiado criticou a postura de Lula, a quem chamou de “irresponsável” por se recusar a negociar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para reduzir a tarifa de 50% imposta sobre produtos brasileiros.

    Segundo o governador, a medida agrava a crise econômica, com impactos diretos na economia dos estados, como Goiás, onde a queda nas importações já preocupa.

    “Lula demonstra insensatez. Em vez de se preocupar com a economia, empregos e investimentos internacionais, ele antecipa o processo eleitoral. Isso causa indignação nos governadores. Não fomos consultados sobre o ‘tarifaço’, mas somos penalizados”, afirmou.
    O governador também defendeu a anistia aos presos do 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
    “Se eleito presidente, meu primeiro ato será anistiar todos os presos do 8 de janeiro, sem devido processo legal. Essa é uma prerrogativa do presidente, e farei uso dela”, enfatizou.
    Caiado cobrou maior independência e coragem do Congresso para enfrentar a crise e tomar decisões que representem a vontade da maioria.
    “Não queremos conviver com quem acha que pode fechar o Brasil e penalizar o setor produtivo. Isso é inadmissível”, concluiu.

    Crédito Radar DF 

  • Aberto o credenciamento de imprensa para o Fórum Nacional de Governadores que debaterá a COP30, em Belém

    Aberto o credenciamento de imprensa para o Fórum Nacional de Governadores que debaterá a COP30, em Belém

    O Fórum Nacional de Governadores será realizado no dia 13 de agosto, em Belém, e reunirá os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal para discutir os preparativos para a 30ª Conferência das Partes (COP30), marcada para novembro de 2025. Profissionais de imprensa interessados em cobrir o evento já podem realizar o credenciamento neste link.

    Durante o encontro, os governadores discutirão temas centrais para a COP30, como descarbonização, financiamento climático, justiça ambiental e transição energética, alinhando suas propostas com a agenda internacional e destacando o papel essencial do Brasil na luta contra as mudanças climáticas. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da Comissão Nacional da COP30, também participará do evento, oferecendo sua experiência como negociador-chefe do Brasil nas conferências internacionais sobre clima.

    As credenciais estarão disponíveis para retirada no dia 12 de agosto, das 11h às 17h, na sede da Secretaria de Comunicação do Governo do Pará.

    Sobre o Fórum

    O Fórum Nacional de Governadores é um espaço para consolidar uma posição federativa unificada, onde os estados vão apresentar suas ações e desafios climáticos, com foco na construção de soluções conjuntas que atendam às necessidades do país e ao compromisso global com a preservação da Amazônia e o desenvolvimento sustentável.

    O evento será realizado no Parque da Cidade, principal sede da COP30. O espaço vai reunir as áreas mais estratégicas da conferência: a Blue Zone, destinada às negociações oficiais, e a Green Zone, com atividades voltadas à sociedade civil, como exposições culturais, debates sobre sustentabilidade e inovação.

    Serviço

    Fórum Nacional de Governadores
    → Data: 13 de agosto de 2025, às 10h
    → Local: Parque da Cidade, Belém (PA)
    → Credenciamento de imprensa neste link

    Retirada das credenciais
    → Data: 12 de agosto
    → Horário: 11h às 17h
    → Local: Secom Governo do Pará
    → Endereço: Avenida Visconde de Inhaúma, nº 1629, no bairro da Pedreira, em Belém.

    *Com informações da Agência Pará

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

  • COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL

    COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL

    Mike Benz

    Brasília – O ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Mike Benz, reiterou denúncia de interferência do governo norte-americano nas eleições do Brasil de 2022. Nesta quarta-feira, 6, em depoimento à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Benz expôs uma série de documentos, inclusive com valores pagos em dólares para uma rede que envolveu 11 agências governamentais.

    De acordo com ele, esta rede tinha como principais atores a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), a Agência Central de Inteligência (CIA), o Pentágono, sede do Departamento de Defesa, e a Casa Branca. “Não há dúvidas de que esse aparato inclinou a balança para um dos lados”, afirmou.

    Mike Benz explicou, ainda, que esta rede abastecia Organizações Não Governamentais (ONGs) e agências de checagem com milhões de dólares para “instrumentalizá-las no controle da informação”. Segundo ele, “durante o governo Bolsonaro, o governo dos EUA despejaram mais de US$ 90 milhões nas operações da USAID e seus parceiros no Brasil”.

    Um dos parceiros da USAID nesta operação foi o Atlantic Council que teve como dirigentes sete ex-diretores da CIA. O Wilson Center é outro ator que deu treinamento para entidades brasileiras sobre censura, com o pretexto de combate à desinformação. “O objetivo era fortalecer a oposição e censurar os conservadores, principalmente nas redes sociais”, assegurou.

    Na avaliação de Marcel van Hattem (NOVO/RS), “toda a narrativa de golpe já estava prevista antes da eleição”. Para Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP) “ficou claro que houve um conluio dos democratas com a esquerda brasileira e as agências de checagem, que interferiram no fluxo de informações. É extremamente grave tudo isso”, pontuou.

    Filipe Barros (PL/PR), presidente da CREDN, explicou que, “ainda em agosto, votaremos o Projeto de Lei que proíbe dinheiro estrangeiro em ONGs brasileiras. Além disso, vamos trabalhar por uma CPMI para investigar o dinheiro da USAID no Brasil e estudar, também, a possível cassação do registro do Partido dos Trabalhadores, pois a Lei Eleitoral não permite que partidos políticos recebam direta ou indiretamente recursos do exterior”.

    Assessoria de Imprensa – CREDN

  • Quadra 26 do Buritis IV, em Planaltina, recebe iluminação pública

    Quadra 26 do Buritis IV, em Planaltina, recebe iluminação pública

    A quadra 26 do Buritis IV, em Planaltina, começou a brilhar. Pela primeira vez, a região recebeu iluminação pública — um avanço possível após a regularização do setor e a atuação da CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes), que implantou do zero toda a infraestrutura no local. Ao todo, foram instalados 74 braços com luminárias de LED, beneficiando diretamente os moradores com mais segurança, mobilidade e qualidade de vida.

    A ação representa um novo capítulo para a população local. “Eu sempre voltava do trabalho à noite com medo, porque tudo era escuro. Agora, com as luzes acesas, me sinto mais segura”, relata Ana Maria, moradora da quadra.

    A obra atende a uma demanda antiga da comunidade e simboliza um passo importante rumo à inclusão urbana. A tecnologia LED escolhida para o projeto é mais eficiente, econômica e sustentável, com maior durabilidade e menor consumo de energia.

    Para o atleta paralímpico Ariosvaldo Fernandes, conhecido como Parré, que frequenta uma igreja na região, a iluminação chegou em ótima hora. “No fim das celebrações, era preciso acompanhar as irmãs até elas irem para casa para garantir que chegassem em segurança, porque a rua era escura e perigosa. Quando comecei a frequentar, a única luz na rua era dos refletores da própria igreja. Essa melhoria é essencial para a segurança pública e para toda a comunidade. Vai beneficiar muita gente.”

    Além de reforçar a segurança, a iluminação pública transforma o convívio social, incentivando o uso dos espaços coletivos para lazer, encontros entre vizinhos e circulação noturna. “A iluminação pública é um instrumento de cidadania. Levar luz onde antes havia escuridão é garantir dignidade e integrar essas regiões ao mapa urbano do DF”, afirma Paulo Afonso Machado, diretor de Manutenção da CEB IPes.

    A ação integra o plano de melhorias contínuo da companhia, que segue atuando em todo o Distrito Federal para garantir que mais comunidades recebam serviços públicos essenciais. 

    A CEB IPes reforça que os canais oficiais de atendimento estão disponíveis para solicitações de manutenção: telefone 155 (opção 2), site da CEB, aplicativo Ilumina DF ou WhatsApp (61) 3774-1155.

    *Com informações CEB Ipes

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/CEB Ipes