Dia: 21 de julho de 2025

  • Sinalização de trânsito reforça segurança e evita sinistros

    Sinalização de trânsito reforça segurança e evita sinistros

     

    O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) tem mantido atenção especial à sinalização horizontal (marcas no solo) e vertical (placas) das vias urbanas do DF. A medida é necessária para reforçar a segurança viária e evitar sinistros, mas para isso os usuários das vias precisam obedecer à sinalização, adverte o diretor de Engenharia da autarquia, Eduardo Dutra.

    “É muito importante lembrar que a sinalização de trânsito salva vidas, desde que os usuários das vias a respeitem”, enfatiza o gestor. “Não adianta o Detran-DF sinalizar toda a cidade, se o cidadão não obedecer às regras, fazendo travessias fora da faixa, estacionando em local proibido, excedendo a velocidade, realizando conversões e ultrapassagens onde é proibido pela sinalização e deixando de respeitar a preferência nas rotatórias e cruzamentos.”

    Em parceria com as administrações regionais, que conhecem de perto as demandas da população, o Detran-DF está desenvolvendo uma força-tarefa para sinalizar quebra-molas, faixas de pedestres, estacionamentos, rotatórias e marcações como linha de bordo, linha divisora de fluxos, marcas de canalização, faixa de parada obrigatória, entre outras. As placas também estão sendo verificadas e substituídas ou recuperadas quando necessário.

    Vicente Pires, São Sebastião, Itapoã, Taguatinga, Águas Claras, Gama, Lúcio Costa e Plano Piloto já tiveram suas sinalizações reformadas este ano. De janeiro até junho, foram implantados 216.930,38 metros de pintura e instaladas 1.027 novas placas, além de 133 terem sido recuperadas. Também foram instalados 27.362 tachões que reforçam a visibilidade da sinalização tanto de dia quanto de noite.

    *Com informações do Detran-DF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/DODF

  • Políticos e autoridades lamentam morte de Preta Gil; veja repercussão

    Políticos e autoridades lamentam morte de Preta Gil; veja repercussão

    Autoridades e políticos lamentaram a morte da cantora e empresária Preta Gil, neste domingo (20), e relembraram o legado da artista.

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), descreveu Preta como uma pessoa “talentosa e batalhadora em tudo o que fazia”.Play Video

    “Os palcos e os carnavais que ela tanto animou sentirão sua falta”, afirmou Lula.

    Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, disse que Preta “foi e sempre será potência”.

    “Preta, nunca esquecerei de todo apoio que você deu à minha família e a mim nos momentos mais difíceis que passamos. Hoje, o Brasil perde mais do que uma artista. Perdemos um símbolo de força, liberdade e amor pela vida”, disse.

    Geraldo Alckmin, vice-presidente da República – e, no momento, presidente em exercício -, declarou que Preta Gil era uma artista que “iluminou nossas vidas com sua alegria contagiante e irreverência”.

    Preta era a estrela de um bloco de Carnaval no Rio de Janeiro, o Bloco da Preta – e o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes (PSD), também lamentou a morte da artista.

    “Daquelas coisas que deviam ser proibidas de acontecer. Poucas vezes conheci em minha vida uma pessoa que trouxesse vibrações tão boas e que espalhasse alegria e amizades aonde chegasse”, declarou.

    Veja outras manifestações:

    Margareth Menezes, artista e ministra da Cultura: “Seu jeito livre de falar e enfrentar a vida, as alegrias e também as dores, sem pudores, sem papas na língua. Você vai deixar muitas saudades, mas também muitas belezas”

    Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados: “A partida precoce de Preta Gil entristece o país. Ela sempre esbanjou otimismo, lutou bravamente até o fim e partiu deixando um grande legado artístico.”

    Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil: “Mulher de coragem, alegria e imenso talento, Preta Gil usou sua voz para celebrar a vida e também para enfrentar, com dignidade e generosidade, os desafios mais duros.”

    Rosângela Lula da Silva, primeira-dama da República: “A partida de Preta torna o mundo mais silencioso, menos iluminado. Sua gargalhada e seu brilho no olhar já fazem uma imensa falta.”

    Jerônimo Rodrigues (PT), governador da Bahia: “Uma mulher cheia de vida, dona da sua própria história, que sempre defendeu a liberdade e o direito de ser quem se é.”

    Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado: “Essa artista e empresária extremamente talentosa, conhecida por todos nós por sua simpatia, bom humor e por seu amor pela nossa cultura. Preta hoje nos deixa, mas não sem lutar bravamente, sem jamais perder a alegria e a esperança por dias melhores.”

    Bruno Reis (União Brasil), prefeito de Salvador: “Artista vibrante, empresária de sucesso e voz potente contra o preconceito. Sua coragem na luta contra o câncer e seu legado cultural fica como inspiração.”

    Cláudio Castro (PL), governador do Rio de Janeiro: “Sua voz ecoou em causas sociais importantes, sempre com autenticidade, deixando um legado de alegria e representatividade. Mais do que artista, Preta foi um exemplo de força e dignidade.”

    Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas: “Foi uma guerreira em sua batalha contra o câncer. Inspirou o país que torceu pela sua recuperação. É sempre triste a despedida de uma mulher forte como Preta, que nos encantou com seu talento, inteligência e firmeza.”

    Morre Preta Gil

    Preta Gil estava nos Estados Unidos, onde passava por um tratamento contra um câncer no intestino diagnosticado em 2023.

    Sua carreira foi marcada por seis álbuns e atuação na publicidade, com a agência Mynd.

    Ícone cultural brasileiro, era filha de Gilberto Gil, fazendo parte de uma família tradicional no cenário artístico. Em vida, deixa o filho Francisco e a neta Sol.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil      

    Foto: Reprodução/Instagram

  • Julgamento do STF sobre cautelares contra Bolsonaro termina nesta segunda

    Julgamento do STF sobre cautelares contra Bolsonaro termina nesta segunda

    A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) encerra às 23h59 desta segunda-feira (21) o julgamento virtual sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impor medidas restritivas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de redes sociais e da permanência em casa entre 19h e 6h nos dias de semana e integralmente em finais de semana e feriados.

    Na sexta-feira (18), o colegiado formou maioria com os votos dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia favoráveis a Moraes. Resta apenas a manifestação de Luiz Fux.

    O julgamento ocorre após Moraes autorizar a Polícia Federal cumprir mandados de buscas e apreensão na casa do ex-presidente e na sede do Partido Liberal, em Brasília. Os agentes apreenderam cerca de US$ 14 mil na casa do ex-presidente.

    Bolsonaro é investigado pela PF pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e ataque à soberania nacional.

    A investigação foi instaurada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma taxa de 50% sobre os produtos brasileiros, em razão da suposta perseguição política contra Bolsonaro.

    Na decisão que determina as cautelares, Moraes justifica que o ex-presidente e seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuaram contra a soberania nacional, para instigar e auxiliar “o governo estrangeiro a prática de atos hostis ao Brasil e à ostensiva tentativa submissão do funcionamento do Supremo Tribunal Federal aos Estados Unidos da América”.

    O que diz Bolsonaro

    Por nota, a defesa do ex-presidente afirmou que “recebeu com surpresa e indignação a imposição de medidas cautelares severas contra ele, que até o presente momento sempre cumpriu com todas as determinações do Poder Judiciário”.

    No dia em que colocou tornozeleira eletrônica, o ex-presidente ainda disse à imprensa que estava vivendo uma “suprema humilhação”.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Antonio Augusto/STF

  • Quem são as 3 mulheres que lideram empresas listadas no Ibovespa?

    Quem são as 3 mulheres que lideram empresas listadas no Ibovespa?

    O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas no Brasil, conta com 84 empresas listadas. O novo portfólio deve ser anunciado no final de agosto, mas até o momento, apenas 3 empresas, que estão no índice, são lideras por mulheres. São elas:

    Qual é a formação dessas 3 presidentes?
    Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury
    Formação: Medicina pela USP Ribeirão Preto (1992); residência e doutorado em Cardiologia pelo InCor-USP; pós-doutorado nos EUA; MBA em Inovação pela FIA; cursos executivos em Harvard, Wharton e MIT.

    • Entrada no Fleury: Ingressou como médica cardiologista em 2001.
    • Carreira no Grupo Fleury: Gerente de P&D (2007), Diretora Médica (2012–2018), Diretora de Negócios (2018–2021), CEO desde abril de 2021.
      Magda Chambriard, CEO da Petrobras
      Formação: Engenharia Civil (1979); mestrado em Engenharia Química (1989); especializações áreas de exploração e produção.
      Carreira na Petrobras: Estagiária (1980), atuação técnica em produção por décadas.
      ANP: Diretor-geral (2012–2016), com atribuições importantes na regulação e licitações.
      Setor público e consultoria: Atuação em ALERJ e empresas de energia.
      Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras): Presidente desde 24 de maio de 2024,
      Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil
      Formação: Bacharel em Administração (2012); pós-graduações em Marketing e em Liderança, Inovação e Gestão; MBA em Marketing, Branding e Growth; cursa MBA em BI e Analytics.
    • Carreira no Banco do Brasil: Ingressou como concursada em 2000; atuou em agências da Bahia e assumiu seu primeiro cargo de gestão em 2002.
    • Trajetória executiva: Foi superintendente comercial da BB Seguros (2013–2018) e gerente executiva de Clientes Pessoa Física e MPE, com foco em digitalização e pós-venda.
    • Banco do Brasil: Presidente desde 26 de janeiro de 2023; primeira mulher a liderar o banco em mais de 200 anos de história.

    A diversidade das empresas medida pela B3
    Tanto Magda quando Jeane foram a segunda mulher a ocupar a cadeira de CEO das companhias que lideram hoje. Já Tarciana é a primeira mulher a liderar a empresa estatal.

    Esse número é um reflexo do perfil da liderança das empresas no Brasil. Segundo o último estudo da consultoria Deloitte sobre o tema, no Brasil a representação de mulheres em cargos de CEO era 2,4% em 2023. Para identificar a diversidade nas empresas, a B3 exige desde 2023 um relatório das companhias listadas.

    Na bolsa de valores, os homens também são maioria: o número de investidores homens que entram em equities é historicamente maior que o número de mulheres. Por outro lado, as mulheres apresentam valor mediano do primeiro investimento de R$ 372, enquanto o dos homens é de R$ 164.​

    Ana Buchaim, vice-presidente da B3, compartilha à EXAME as medidas de diversidade dentro e fora da bolsa.

    As ações externas da B3 para diversidade
    Com a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a B3 criou o Anexo ASG, uma medida que estimula a transparência nas empresas listadas. A ação entrou em vigor em 2023, e desde então as empresas devem divulgar a presença (ou ausência) de diversidade, equidade e inclusão na diretoria estatutária e nos conselhos de administração. Caso não adotem práticas de diversidade, como gênero e raça, devem explicar os motivos.

    A lógica do “pratique ou explique” oferece um parâmetro para investidores e consumidores: o de considerar, além dos indicadores financeiros, os valores representados por cada companhia.

    “Essa transparência permite que o mercado tome decisões mais conscientes, favorecendo empresas que, de fato, estão comprometidas com a diversidade”, afirma a vice-presidente da B3.

    Para apoiar esse avanço, a instituição também oferece o Guia de Boas Práticas em Diversidade, Equidade e Inclusão e promove pesquisas que ajudam as empresas a fazer um diagnóstico preciso e estruturar planos de ação alinhados à estratégia de negócios.

    Outra frente importante é o IDiversa B3, criado também em 2023, é o primeiro do tipo no Sul Global e mede a performance financeira de companhias com boas práticas de diversidade de gênero e raça. “A importância desse índice é mostrar, com dados, que a pluralidade também gera resultado”, afirma a VP da B3.

    A análise interna da B3 sobre ESG
    Internamente, a B3 aplica o mesmo rigor. Estabeleceu metas de diversidade para todos os níveis de liderança e definiu publicamente o objetivo de ter 35% de mulheres em cargos de gestão até 2026. A meta impacta diretamente a remuneração variável de todos os gestores — inclusive do presidente.

    “Queremos que os líderes se comprometam com a construção de times diversos”, afirma Buchaim.

    A empresa também criou programas voltados a grupos sub-representados, como o Humanas da Tec, que recruta e forma mulheres para atuar em tecnologia, além de iniciativas de mentoria em momentos críticos para o avanço da carreira feminina, diz Buchaim.

    “Reforçando o compromisso com a inclusão, a B3 realiza censos de diversidade recorrentes, monitora a equidade salarial e mantém núcleos internos para tratar das dores específicas de cada grupo”.

    A cultura de ética é outro pilar: a B3, segundo Buchaim, possui um comitê especializado para investigar e resolver, com agilidade, possíveis casos de assédio. Ao mesmo tempo, promove o letramento contínuo de lideranças e equipes para garantir um ambiente seguro, respeitoso e preparado para lidar com a pluralidade.

    Com 5 mulheres entre os 11 membros do conselho de administração e 3 entre os 10 diretores estatutários, a B3 está entre os 6% das empresas listadas no país que reúnem liderança feminina em ambas as instâncias, diz Buchaim. “Diversidade não é discurso. É ação estratégica que começa dentro de casa, mas precisa influenciar o mercado inteiro”.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame.   

    Foto: Leandro Fonseca/Exame

  • GDF libera quase R$ 5 milhões em microcrédito para fortalecer pequenos negócios

    GDF libera quase R$ 5 milhões em microcrédito para fortalecer pequenos negócios No primeiro semestre deste ano, 178 empreendedores do DF for…

    GDF libera quase R$ 5 milhões em microcrédito para fortalecer pequenos negócios
    No primeiro semestre deste ano, 178 empreendedores do DF foram beneficiados pelo Prospera, programa que oferece crédito com juros baixos e acompanhamento técnico

    O Governo do Distrito Federal (GDF) liberou quase R$ 5 milhões em microcrédito no primeiro semestre de 2025 para apoiar e impulsionar pequenos negócios nas regiões administrativas. Os recursos, repassados por meio do programa Prospera, beneficiaram 178 empresários, principalmente da zona urbana, que concentrou R$ 4,1 milhões do total. Na área rural, 28 contratos somaram mais de R$ 637 mil em financiamento. O programa busca fomentar a geração de renda e o fortalecimento de micro e pequenos empreendimentos em todo o DF.

    O empresário Bruno Rodrigues, do ramo odontológico, conseguiu adquirir novos equipamentos e repor insumos com o apoio do Prospera | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Atualmente, o Prospera movimenta cerca de R$ 1 milhão por mês em novos contratos, com recursos que são continuamente reinvestidos a partir dos pagamentos feitos por empreendedores que já utilizaram o crédito. Para o segundo semestre, a meta é dobrar o volume já emprestado, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF (Sedet-DF), Thales Mendes.

    “Rodamos cerca de R$ 5 milhões nesses primeiros seis meses. Nossa expectativa é ultrapassar esse valor nos próximos meses. Isso é possível porque o Prospera também é alimentado por recursos do Pró DF [Programa de Apoio ao Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal]. Quando empresas não cumprem as metas de geração de empregos, podem compensar com pagamentos diretos ao fundo, o que reforça nosso capital”, explica.

    O programa permite a aquisição de investimentos com condições acessíveis: carência de até seis meses e parcelamento em até 36 vezes. “É o crédito mais barato disponível hoje no DF, mais barato inclusive que o oferecido por bancos”, destacou o secretário. Ele ressaltou ainda que há grande demanda por crédito no DF e que a secretaria está pronta para atender. “Esse recurso gera emprego, renda e movimenta a economia, especialmente para os pequenos empresários que não têm como oferecer garantias tradicionais. E isso faz diferença no empreendedorismo da cidade”.

    Para a empresária Adriana Cruz, o crédito do Prospera foi fundamental para transformar um sonho em realidade. Há quatro anos, ela e as duas sócias, Kenya Rabelo e Gabriela Campos, estavam desempregadas e decidiram empreender na área da beleza. “Começamos com um pequeno espaço, com o desejo de crescer. Como não tínhamos capital, fomos atrás de alternativas, e foi aí que conheci o Prospera”, contou.

    “Eles monitoram tudo: os pagamentos, os investimentos. Se está tudo certo, a gente ainda ganha desconto ao final. Com isso, temos a chance de conquistar novos créditos”, afirma Adriana Cruz

    Após conhecer o programa, Adriana conversou com os agentes de crédito, apresentou a documentação e teve a proposta aprovada. Com o primeiro crédito, no valor de R$ 4 mil, conseguiu investir no espaço. Após quitar o empréstimo em dia, teve acesso a um segundo crédito, desta vez no valor de R$ 8 mil. “Usei parte do recurso para capital de giro e outra parte para investir na melhoria da estrutura do salão”, explicou.

    Segundo ela, o diferencial do Prospera vai além do financiamento. “Eles vieram até o estabelecimento, entenderam nossas necessidades, explicaram como usar o dinheiro e, depois, acompanharam tudo com base nas notas fiscais e no andamento do negócio. Isso cria uma relação de confiança”, lembra Esse acompanhamento, afirma Adriana, foi o que permitiu o acesso a um segundo empréstimo, com valor maior.

    “Eles monitoram tudo: os pagamentos, os investimentos. Se está tudo certo, a gente ainda ganha desconto ao final. Com isso, temos a chance de conquistar novos créditos. Hoje temos um espaço bonito, aconchegante, em Ceilândia, e conseguimos fidelizar clientes. Quem entra aqui se surpreende com o ambiente. Isso aumentou nossa renda, trouxe dignidade e nos deu a chance de crescer com o próprio negócio”, finalizou.

    O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, destaca um diferencial do Prospera: “É o crédito mais barato disponível hoje no DF, mais barato inclusive que o oferecido por bancos”

    No ramo odontológico, o empresário Bruno Rodrigues conta que o principal desafio enfrentado antes de conseguir o crédito do Prospera foi a crise provocada pela pandemia de covid-19. “Os recursos ficaram mais escassos, e o movimento caiu bastante por conta do receio das pessoas de irem até um consultório, com medo da contaminação”, relembra. Foi nesse contexto que ele soube do programa por indicação de um colega. “Isso ajudou muito porque o programa oferece dois tipos de recursos: um para investimento e outro para capital de giro”, explicou.

    Segundo ele, uma das principais vantagens do Prospera é o juro diferenciado. “É muito mais baixo do que o praticado pelos bancos”, apontou. Com o crédito, Bruno conseguiu adquirir novos equipamentos e repor insumos importantes para o funcionamento da clínica. “Tinha momentos em que não havia recurso para comprar os produtos com mais saída. O capital de giro foi essencial. No lado do investimento, também consegui comprar materiais que precisava com urgência”.

    Para Bruno, o impacto do Prospera na vida profissional foi imediato: “Como implantodontista, às vezes aparecem pacientes que precisam de soluções rápidas. Antes, eu comprava os materiais conforme a demanda, mas com o crédito, consegui manter um pequeno estoque de implantes e acessórios. Isso me ajudou a não perder pacientes e dar respostas mais ágeis”.

    Ele utilizou o primeiro recurso em 2022 e o segundo entre o final de 2023 e o início de 2024. “A gente paga em parcelas tranquilas, com juros baixos, e ao final de cada contrato já é possível solicitar uma nova linha. Agora faltam quatro parcelas, e assim que terminar, pretendo pegar mais”, contabiliza.

    Como adquirir

    A solicitação do microcrédito começa nas agências do trabalhador. Atualmente, são 14 unidades fixas e outras duas itinerantes em fase de implantação. Nessas agências, o interessado passa por uma simulação inicial com um agente de crédito. A partir desse primeiro contato, inicia-se um diálogo para entender a finalidade do recurso, que pode ser utilizado na compra de equipamentos, contratação de funcionários ou melhorias no produto ou serviço oferecido.

    A solicitação do microcrédito deve ser feita em uma das unidades da Agência do Trabalhador | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    “Não basta apenas liberar o dinheiro. Se não houver acompanhamento, o crédito pode se transformar em um problema. Por isso, cada solicitação é tratada como um pequeno plano de negócio”, explicou o secretário hales Mendes. “O Prospera é um programa de crédito assistido: a secretaria não apenas empresta o recurso, mas também acompanha a execução do projeto, seja de expansão, criação ou estruturação de um novo negócio.”

    Outro diferencial do programa é a possibilidade de ampliação do crédito de acordo com o desempenho do empreendedor. Quem paga em dia tem a chance de dobrar o valor captado em um próximo financiamento. “Funciona como um banco: se o cliente tem bom histórico, pode pegar mais. E isso é ótimo para nós, porque o pagamento das parcelas retorna para a secretaria, permitindo novos empréstimos”, destacou o titular da Sedet-DF.

    Por  Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

  • Com ações de conscientização, Samu-DF reduz registros de trotes em quase 90%

    Com ações de conscientização, Samu-DF reduz registros de trotes em quase 90%

    Na hora de salvar uma vida, cada segundo importa. Por isso, uma única ligação falsa — conhecida como trote — para um serviço de emergência pode custar caro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem adotado práticas para reduzir esse tipo de ação, que é crime previsto em lei. A boa notícia é que a iniciativa tem funcionado: em três anos, o número de trotes registrados pelo Samu no Distrito Federal caiu 89,2%.

    Em 2021, foram identificadas 68.002 ligações falsas. Em 2024, esse número chegou a 7.313. Neste ano, até junho, foram 2.731. No mesmo período do ano passado, o número era de 4.005 — o que revela uma queda de 31,8% no primeiro semestre de 2025.

    A redução é creditada a diferentes medidas adotadas pelo Samu — boa parte delas, de conscientização. “Essas ações são multifatoriais. Elas envolvem desde iniciativas que o próprio serviço atua, como o projeto Samuzinho, até a divulgação em canais como as nossas redes sociais”, aponta o diretor do Samu-DF, Victor Arimateia.

    O Samuzinho é um projeto que percorre instituições de ensino do DF, reforçando a crianças e adolescentes os perigos da prática. Os estudantes também recebem um treinamento básico para atuar em situações de emergência e orientações sobre como acionar o Samu quando precisarem. Mais de 25 mil pessoas já participaram do programa desde seu início.

    Prejuízos

    O Samu presta atendimentos em duas etapas. “Quem liga para o 192, primeiramente, cai em um atendente, que é um Tarm [técnico auxiliar de regulação médica], que é aquela pessoa que vai identificar o nome, o local, o que está acontecendo, e encaminhar essa ligação para dentro da central de regulação para que ela, de fato, seja atendida pelo médico regulador”, explica o diretor.

    A maior parte dos trotes é retida já na primeira etapa. Mas, caso passem adiante, os médicos também são treinados a identificar uma ligação falsa. “A gente tenta ficar mais atento a informações que sejam conflitantes. Às vezes a pessoa começa falando uma coisa e aí a gente pergunta melhor e a resposta não tem muito a ver com o início, então a gente procura identificar pela queixa e pela forma como fala”, pontua a médica reguladora Carolina Veloso. 

    “Como muitas vezes tem relação com crianças e adolescentes, a gente também identifica muitos casos pedindo para falar com o adulto em cena. Aí, quando não tem esse adulto em cena, a criança ou adolescente acaba desligando o telefone”, acrescenta a médica.

    Ainda que seja identificado nessas etapas, o trote acaba por manter ocupado um profissional que poderia dar assistência a um paciente em uma emergência de verdade. Se passar pelo filtro do Samu, então, os prejuízos podem ser ainda maiores. “Quando eu falo em urgência e emergência pré-hospitalar, tempo é vida. Qualquer segundo que eu acabo postergando o encaminhamento de uma viatura é um tempo crítico, muitas vezes, para uma pessoa em situação grave”, alerta Victor Arimateia.

    “Eu posso ter, de fato, uma viatura sendo deslocada, com uma equipe de especialistas, uma unidade totalmente equipada para atender uma situação de alta gravidade, saindo da sua base, descobrindo, portanto, uma área de cobertura. Caso haja, nesse período, a entrada de uma ocorrência verdadeira, um paciente realmente em situação grave, eu não vou ter essa viatura ali do lado para atendê-lo. Eu vou atendê-lo, muitas vezes, deslocando uma viatura que está a uma distância muito maior, comprometendo o tempo-resposta e, evidentemente, comprometendo o desfecho dessa vítima, que é o que a gente não quer”, arremata o diretor.

    O ato de passar trote pode ser enquadrado em diferentes artigos do Código Penal, rendendo ao autor até oito anos de detenção. No DF, há uma legislação específica — o Decreto nº 44.427/2023, que regulamentou a Lei nº 6.418/2019 —, que prevê ainda o pagamento de multa de até três salários mínimos (R$ 4.554 no valor atual) pelos infratores.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

  • Produção de cogumelos cresce quase 50% no DF em um ano

    Produção de cogumelos cresce quase 50% no DF em um ano Com apoio técnico, demanda aquecida e clima favorável, cultivo ganha força e moviment…

    Produção de cogumelos cresce quase 50% no DF em um ano
    Com apoio técnico, demanda aquecida e clima favorável, cultivo ganha força e movimenta a economia local

    A produção de cogumelos no Distrito Federal segue em forte expansão. Em 2024, o número de produtores locais aumentou de 17 para 19, e o Valor Bruto da Produção (VBP) saltou de R$ 3,49 milhões para R$ 5,2 milhões — um crescimento de 49% em relação ao ano anterior. A variedade e a qualidade dos alimentos, somadas ao apoio técnico e ao perfil exigente do consumidor brasiliense, impulsionam o setor.

    “Todo o apoio que tive da Emater foi fundamental para diminuir meus custos de energia em condições excepcionais, é uma grande parceria”, afirma Jansen Barreira, que produz cogumelos no Lago Oeste | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    O Quadradinho também fornece vantagens climáticas para quem decide produzir a espécie, por não apresentar tantas variações de temperatura e ser relativamente fácil fazer o controle de umidade, o que possibilita que o DF tenha um grande potencial para a produção de cogumelos.

    Entre os produtos estão champignon embalado, cogumelo-do-sol, shimeji, shiitake e cogumelos em conserva. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), esses alimentos são altamente nutritivos — com teor proteico semelhante ao da carne e maior que o de muitos vegetais e frutas. São, ainda, ricos em vitaminas, carboidratos e possuem baixo teor de gordura. Estudos científicos investigam, desde os anos 1970, as propriedades medicinais dos cogumelos, que já demonstraram potencial como aliados em tratamentos complementares para doenças como câncer, lúpus, HPV e até Aids, por estimularem o sistema imunológico.

    Apoio na base

    A técnica Clarissa Campos, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), explica que o trabalho da empresa pública acompanha toda a cadeia produtiva, desde o cultivo até a comercialização e acesso às políticas públicas. Ela ressalta que o número de produtores também aumentou no último ano, impactando no aumento da produção local. “A Emater orienta desde o acesso a crédito rural até a emissão de documentação, apoio técnico e ajuda na inserção nos mercados”, detalha.

    “Com a produção local, os cogumelos chegam ao consumidor no mesmo dia da colheita, com mais sabor e qualidade nutricional”, comenta Clarissa Campos, técnica da Emater-DF

    O produtor Jansen Barreira, da chácara Cerrado Funghi, no Lago Oeste, é um exemplo do avanço do setor. Ele cultiva entre 500 e 600 quilos de cogumelos por semana. Ex-publicitário, Jansen deixou o mercado da comunicação para investir no sonho antigo de viver do campo. “Desde 2005 pensava nisso. Em 2018 fechei minha agência e mergulhei de cabeça. Hoje, tenho uma vida menos estressante e moro onde trabalho. E todo o apoio que tive da Emater foi fundamental para diminuir meus custos de energia em condições excepcionais, é uma grande parceria”, conta.
    Para produzir os cogumelos, a propriedade abrange todas as etapas: compostagem, pasteurização, incubação e colheita. Com o apoio da Emater-DF, o produtor conquistou crédito rural, instalou painéis de energia fotovoltaica e aumentou em um terço a capacidade produtiva em 2024. E ainda há espaço para crescer: “Mesmo com o aumento, nossa produção ainda não consegue atender toda a demanda local”.

    Qualidade para o mercado

    O Distrito Federal é o segundo maior mercado consumidor de cogumelos do Brasil, atrás apenas de São Paulo. Além da demanda aquecida, o clima estável e o investimento em pesquisa e transferência de tecnologia tornam a região ideal para o cultivo. O resultado é um setor promissor, que gera renda, empregos e coloca o DF em destaque na produção de alimentos saudáveis e sustentáveis.

    Segundo a técnica da Emater-DF, o crescimento do setor é impulsionado também pelo perfil do consumidor do DF. “O mercado consumidor do Distrito Federal é muito antenado e sempre procura alimentos frescos e nutritivos. E o cogumelo é essa opção, há muitos restaurantes e eventos que utilizam esse produto. Com a produção local, os cogumelos chegam ao consumidor no mesmo dia da colheita, com mais sabor e qualidade nutricional”, destaca.

    Por Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

  • Brasília vai sediar dois eventos voltados a cidades reconhecidas pela Unesco

    Brasília vai sediar dois eventos voltados a cidades reconhecidas pela Unesco

    Reconhecida pela Unesco com o título de Cidade Criativa do Design, Brasília reafirma seu protagonismo nacional e internacional ao lançar o Edital de Chamamento Público nº 02/2025. A iniciativa, da Secretaria de Turismo (Setur-DF), convoca organizações da sociedade civil (OSCs) para executarem, em parceria com o governo, o II Fórum das Cidades Criativas do Design e o IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas.

    “O selo Unesco reconhece a força transformadora do design em Brasília, presente na arquitetura, urbanismo, nas artes e na vida cotidiana da nossa cidade”, ressalta o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. “O chamamento público vem para garantir que essas iniciativas sejam construídas de forma democrática, transparente e com a participação de quem mais entende do assunto: a sociedade civil e os agentes criativos locais.”

    Instituído pela Unesco em 2004, o selo Cidade Criativa reconhece cidades que investem em criatividade e cultura como estratégias de desenvolvimento sustentável, promovendo inclusão, inovação e integração com a comunidade. Hoje, apenas 14 cidades brasileiras possuem a chancela, em categorias que incluem Design (Brasília, Curitiba, Fortaleza), Gastronomia (Belo Horizonte, Belém, Florianópolis, Paraty), Música (Salvador, Recife), Literatura (Rio de Janeiro), Cinema (Santos, Penedo), Artes Midiáticas (Campina Grande) e Artesanato e Arte Popular (João Pessoa).

    Design em tudo

    Em Brasília, o design é parte do DNA da cidade — dos traços inovadores de Oscar Niemeyer ao mobiliário, moda, artesanato e tecnologia. Sediar os dois eventos é, portanto, oportunidade para promover intercâmbio de experiências, fortalecer redes criativas e intensificar o fluxo de turistas e investimentos na capital federal.

    O edital prevê a seleção de uma organização para gerenciar ações promocionais e executivas relativas aos encontros, além da definição de diretrizes, divulgação e construção colaborativa da programação. As entidades interessadas já podem acessar o edital original com todas as orientações no site oficial da Setur-DF.

    “Brasília está pronta para receber o Brasil e o mundo para debater o papel das cidades criativas e impulsionar ainda mais as nossas vocações no turismo, inovação e cultura”, conclui o secretário de Turismo.

    Confira o edital de chamamento público.

    *Com informações da Secretaria de TUrismo

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília 

  • Estúdio Social da Candangolândia oferece estrutura gratuita para artistas do DF

    Estúdio Social da Candangolândia oferece estrutura gratuita para artistas do DF Instalado no salão comunitário da cidade, projeto contemplou…

    Estúdio Social da Candangolândia oferece estrutura gratuita para artistas do DF
    Instalado no salão comunitário da cidade, projeto contemplou mais de 500 músicos e bandas em cinco anos; interessados devem agendar horário com a administração regional da cidade
    Criado em 2020, o Estúdio Social da Candangolândia surgiu como suporte para músicos que ficaram impedidos de trabalhar e produzir durante a pandemia. Em cinco anos de atividade, o projeto 100% gratuito cumpriu a missão de fomentar a cultura do Distrito Federal com atendimento a mais de 500 talentos locais, nacionais e até internacionais. O espaço fica no salão comunitário da cidade e oferece equipamentos de ponta para ensaios e gravações, de segunda a segunda.

    A iniciativa é mantida com apoio da Administração Regional da Candangolândia, recursos de emendas parlamentares do deputado distrital Hermeto e contribuição voluntária dos cantores e bandas. “O Estúdio Social ajuda não só os artistas daqui, mas de fora também, que podem vir desenvolver seus projetos. A vinda dessas bandas aquece a economia da nossa cidade, traz movimento e é de grande importância para nós”, salienta o chefe de Gabinete da região administrativa, Jorge Rabelo.

    A iniciativa é mantida com apoio da Administração Regional da Candangolândia, recursos de emendas parlamentares e contribuição voluntária dos cantores e bandas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Foi o gerente de cultura Marcos Júnior que teve a ideia de criar um espaço para fortalecimento dos artistas do DF. Ele conta que, durante a pandemia, viu vários profissionais vendendo instrumentos, tendo problemas de saúde mental, entre outros cenários desfavoráveis, devido à falta de estrutura para trabalhar. “Os poucos estúdios que ficaram abertos triplicaram o preço. Então, se a pessoa já não tinha renda para custear um estúdio, imagina com preço superfaturado”, relembra.

    Inicialmente, a estrutura foi montada dentro da administração regional da cidade, até conseguir uma área maior no salão comunitário. Atualmente, ocorrem, em média, 120 atendimentos por mês. “Começamos de forma bem simples, sem nenhum tratamento acústico, e hoje, graças às emendas parlamentares e a administração, conseguimos comprar equipamentos que são triviais, como mesas de edição digital, subwoofers, caixas acústicas, monitor de gravação”, comenta o gerente de cultura.

    O projeto foi fundamental para as bandas Só pra Xamegar e Encosta Neu, conhecidas por embalar os brasilienses com o melhor do forró e do piseiro há mais de 20 anos. “Conheci o estúdio por meio das redes sociais quando tudo estava fechado e a gente precisava ensaiar, mas não tínhamos condição. Chegou em uma boa hora e ajudou muito os músicos independentes a sobreviverem o período pandêmico”, conta o cantor Bruno Rios, integrante do grupo Só pra Xamegar.

    A criação do estúdio alavancou a carreira do cantor Thiago Freessom, conta ele: “Me deu todos os pontos para que eu pudesse gravar o jingle Xotezin em 2021, que, graças a Deus, fez um sucesso bacana”

    O cantor Luciano Rios, da banda Encosta Neu, salienta que o espaço auxilia na pré-produção das apresentações. “Preparamos os shows que levamos para todo o Brasil”, comenta. “Aqui tivemos a oportunidade de continuar o nosso trabalho. Somos abraçados pelo GDF com essa iniciativa maravilhosa.”

    A criação do estúdio alavancou a carreira do cantor Thiago Freessom. “Me deu todos os pontos para que eu pudesse gravar o jingle Xotezin em 2021, que, graças a Deus, fez um sucesso bacana. Fomos parar em Paracatu, em Unaí e em Buritis”, relata ele, citando os municípios mineiros em que se apresentou. “Para gravar um single como o Xotezin, com certeza teria desembolsado de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil, ainda mais na pandemia, em que tudo estava mais caro.”

    Além dos ensaios e gravações, o Estúdio Social da Candangolândia também promove encontros e visibilidade aos artistas. O local já recebeu nomes renomados, como o guitarrista Kiko Peres, do Natiruts, o cantor Reinaldinho, do Terra Samba, a banda Mato Seco e o produtor internacional Victor Rice, além de promessas do DF, como a cantora Laady B e estudantes da Escola de Música de Brasília.

    Em celebração aos cinco anos de atividade, o primeiro festival do projeto deve ocorrer em setembro deste ano, na Praça da Bíblia da Candangolândia. Mais informações serão divulgadas em breve.

    Como participar

    A iniciativa funciona de segunda a sexta-feira, das 10h à 0h, e aos sábados e domingos, das 14h às 20h. Os agendamentos são feitos sempre às sextas-feiras. Basta entrar em contato com a Administração Regional da Candangolândia pelo telefone (61) 3686-2628, presencialmente ou pelo Instagram para reservar um horário.

    Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

  • Cartão Uniforme Escolar vai permitir aquisição de uniformes diretamente nas malharias

    Cartão Uniforme Escolar vai permitir aquisição de uniformes diretamente nas malharias

    Cartão Uniforme Escolar vai permitir aquisição de uniformes diretamente nas malharias Proposta foi criada pela Câmara Legislativa e será imp…


    Cartão Uniforme Escolar vai permitir aquisição de uniformes diretamente nas malharias
    Proposta foi criada pela Câmara Legislativa e será implementada pelo GDF. O assunto é um dos destaques do programa Giro Distrital
    Foto: Reprodução/TV Câmara Distrital

    Já está no ar a mais nova edição do programa Giro Distrital. Aqui você fica por dentro dos principais acontecimentos da esfera política de Brasília.

    Nesta edição:

    1) Balanço do Primeiro Semestre na CLDF: entre fevereiro e junho, distritais aprovam 134 proposições. Relembre algumas das propostas aprovadas;

    2) Cartão Uniforme Escolar: GDF coloca em vigor proposta da CLDF que permite às famílias comprar uniformes em malharias locais;

    3) Socorro mais rápido: projeto de lei propõe aplicativo que integra os serviços de emergência pelo celular;

    4) Aprova-DF: Câmara Legislativa propõe criação de cursinho gratuito para vestibulares e concursos;

    5) Eternizando a identidade de Brasília: CLDF aprova concessão de terreno para construção da sede da fundação Athos Bulcão.

    O Giro Distrital é um programa da TV Câmara Distrital, com transmissão nos canais 9.3 (aberto), 11 (NET/Claro) e 9 (Vivo). O conteúdo também está disponível no canal do YouTube da emissora:


    Agência CLDF

  • Morre Preta Gil, aos 50 anos

    Morre Preta Gil, aos 50 anos

    A cantora Preta Gil teve uma piora no quadro de saúde e morreu neste domingo (20/7). As informações foram confirmadas pela assessoria da artista ao Correio. A equipe ainda pontuou que a família deve ser pronunciar em breve.

    Preta era filha de Gil com Sandra Gadelha. Deixa os irmãos — Nara, Marília, Bem, Bela, José, Pedro e Maria; o filho, Francisco, da relação com o ator Otávio Müller, e a neta, Sol de Maria.

    A Mynd, uma das empresas de Preta, lamentou a morte da artista. “Preta foi uma mulher transgressora, sempre à frente do seu tempo. Quebrou paradigmas, provocou reflexões e iluminou caminhos com sua coragem. Uma mulher empoderada, que foi e continuará sendo luz para inúmeras outras mulheres. Pretinha era justa, honesta, generosa. Uma mãe e avó dedicada, uma guerreira incansável que inspirou e seguirá inspirando milhares de pessoas”, escreveu.

    Luta árdua contra o câncer

    Em 2023, Preta Gil foi diagnosticada com câncer no intestino depois de ter descoberto um tumor no reto durante exames. Ela passou por sessões de quimioterapia e, em agosto, foi submetida a uma cirurgia para a retirada do tumor, onde também removeu o útero para evitar metástase. Em dezembro do mesmo ano, celebrou o fim do tratamento e o término da reconstrução do trato intestinal.

    No entanto, a empresária anunciou retorno do tratamento em agosto de 2024, após de descobrir a existência de novos tumores em quatro locais: dois nos linfonodos, um no ureter e metástase no peritônio, se submetendo a nova quimioterapia.

    Memória de alegria na música

    Em entrevista ao editor de Cultura do Correio, José Carlos Vieira, em maio, Gilberto Gil comentou sobre o momento emocionante em que cantou com Preta no show da turnê Tempo Rei em São Paulo. “Preta é uma menina muito extrovertida, muito aberta, alegre, cheia de energia… E escolheu, logo muito cedo, bem menina ainda, escolheu, por força do ambiente em que vivia, com uma carga de presença musical muito grande… Da tia, dos tios, dos parentes, da madrinha e da casa cheia de música o tempo todo… Ela escolheu a carreira de cantora. Firmou-se. Criou um gosto grande pela diversidade, pelo ecletismo, pela coisa de juntar vários modos de expressão, de canto, de gêneros musicais, e tudo mais”, disse Gil.

    “Ela é essa personalidade, muito expressiva. E tem demonstrado nesse momento da doença (Preta estava em tratamento nos Estados Unidos contra um câncer), uma grandeza de alma, de modo de compreender a existência, que é exemplar. E tem recebido uma resposta muito grande. É imenso o carinho, o acolhimento que ela vem recebendo no Brasil inteiro, vindo de todas as gerações. São manifestações muito eloquentes o tempo todo na torcida por ela”, resumiu o pai. (Colaborou Lara Costa)

    Por Por Brasília

    Fonte Correio Braziliense       

    Foto: instagram