Dia: 16 de julho de 2025

  • Governo de Minas publica quase 4 mil atos de progressão e promoção na carreira de servidores da Educação

    Governo de Minas publica quase 4 mil atos de progressão e promoção na carreira de servidores da Educação

    O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), publicou nesta quarta-feira (16/7) mais um lote de atos de evolução na carreira de servidores da rede estadual. Ao todo, foram divulgadas 3.900 novas concessões de progressão e promoção, beneficiando profissionais que atenderam aos critérios legais estabelecidos para o avanço funcional.

    A lista completa com os nomes dos servidores contemplados está disponível na edição do Diário Oficial de Minas Gerais de hoje, a partir da página 39. Dentre os atos publicados, 2.901 são referentes a progressões e 999 a promoções. O documento também traz 167 progressões especiais destinadas a diretores escolares.

    A subsecretária de Gestão de Recursos Humanos da SEE/MG, Gláucia Santos, destaca que a medida integra um esforço contínuo do governo para valorizar os profissionais da educação.

    “Essa ação faz parte de um trabalho permanente de reconhecimento aos servidores que se dedicam diariamente à educação pública em nosso estado. Garantir o direito à evolução na carreira é investir no futuro de Minas, promovendo não apenas reconhecimento profissional e financeiro, mas também melhores condições para o ensino e a aprendizagem”, afirma.

    Somente em 2024, já foram publicados 66.548 atos de progressão e promoção. Neste ano de 2025, o número já chega a 32.131 benefícios concedidos, reafirmando o compromisso do Estado com a valorização e o desenvolvimento dos servidores da Educação.

    Carreira e critérios de evolução

    A evolução na carreira dos servidores da SEE/MG segue as diretrizes do Plano de Carreira dos Profissionais da Educação Básica, instituído pela Lei nº 15.293/2004. O plano prevê dois tipos de avanço: progressão horizontal e promoção vertical.

    A progressão ocorre quando o servidor permanece por dois anos no mesmo grau e obtém, no mínimo, 70% de desempenho satisfatório em duas avaliações consecutivas. Já a promoção exige cinco anos no mesmo nível, com cinco avaliações satisfatórias e escolaridade compatível com o novo nível.

    Para garantir que os direitos sejam devidamente assegurados, a SEE/MG reforça a importância da atualização dos dados funcionais no Sistema de Administração de Pessoal (Sisap), atribuição das Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e da Unidade Central da pasta.

  • Mais de 8 mil mulheres já foram capacitadas sobre organização do lar pelo curso Protagonista da Casa

    Mais de 8 mil mulheres já foram capacitadas sobre organização do lar pelo curso Protagonista da Casa

     

    “Essas oportunidades são maravilhosas, acessíveis, eficientes e gratuitas. É transformador.” O depoimento é de Sandra Maria Rodrigues, 51 anos, moradora de Planaltina. Depois de décadas atuando como diarista, ela viu sua profissão ganhar novos rumos após participar da primeira etapa do projeto Protagonista da Casa, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). O curso gratuito de organização do lar ensinou técnicas de limpeza, organização, otimização de espaços e valorização profissional. “Comecei a cobrar por hora, ganhei mais reconhecimento e aumentei minha renda. Hoje até ganho à parte para organizar armários no meu condomínio”, conta, animada, após se inscrever no segundo módulo do curso, voltado agora para a educação financeira.

    O relato de Sandra ecoa entre as mais de 8 mil mulheres que participaram do primeiro módulo do projeto, que ofereceu o curso de organização do lar entre os meses de fevereiro e julho, em todas as regiões administrativas do DF. A capacitação, com duração de duas horas, foi ministrada por Barbara Porto, especialista em organização e gerenciamento doméstico, e chegou a reunir uma média de cinco turmas por semana — algumas cidades, como Planaltina, Gama, Sobradinho, Santa Maria e Estrutural, receberam mais de uma edição devido à grande procura.

    Impacto real e valorização profissional

    “O que mais me marcou foi ver o quanto essas mulheres passaram a valorizar o trabalho doméstico que realizam. Elas saem do curso com um novo olhar, mais ético e profissional sobre o próprio serviço, conseguem fazer cobranças justas e prestar um atendimento de maior qualidade. Isso transforma a autoestima e abre portas para ganhos melhores ou até para se tornarem personal organizers”, destaca a instrutora Barbara Porto.

    Idealizadora do projeto, a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, reforça que a proposta vai além da capacitação técnica. “O Protagonista da Casa é sobre oportunidades, dignidade e autonomia. Estamos falando de milhares de mulheres que agora enxergam valor no que fazem, que se sentem capazes de empreender, de buscar uma renda melhor e de transformar suas histórias. Esse é o papel da política pública: mudar realidades com ações concretas e acessíveis”, afirma.

    Reconhecimento e empoderamento

    Mulheres como Ginalva Ramos de Jesus, 53 anos, moradora do Paranoá e empregada doméstica no Lago Norte, viram no projeto a oportunidade de agregar valor ao trabalho que já realizam há anos. “Aprendi a importância de detalhes que eu nunca tinha pensado, como a organização correta das roupas de cama, dos panos de chão e dos espaços. Agora estou empolgada para aprender a lidar melhor com meu dinheiro, porque nessa parte eu sou muito ruim”, confessa, rindo. Ela já está participando da nova etapa do projeto, que começou neste mês de julho.

    Ao final de cada turma, todas as participantes receberam certificados de conclusão, reconhecendo sua dedicação e os novos conhecimentos adquiridos — mais um passo importante no processo de valorização e profissionalização dessas mulheres.

    Segunda etapa: educação financeira para a vida

    Com o sucesso da primeira fase, a Sejus deu início ao segundo módulo do projeto Protagonista da Casa, com foco no orçamento doméstico funcional, dicas de economia residencial, planejamento financeiro e administração de recursos. As aulas são ministradas pela consultora de finanças pessoais Andressa de Paula, que aposta em uma mudança de mentalidade.

    “Queremos que essas mulheres saiam com uma nova visão sobre o dinheiro. Muitas acham que não é importante falar disso, mas é essencial. A ideia é que, mesmo com pouco, elas aprendam a se organizar e comecem a poupar. Essa transformação começa pela consciência”, explica.

    O segundo módulo está sendo realizado de forma itinerante e vai retornar às regiões que já receberam a primeira edição, ampliando o impacto nas comunidades e fortalecendo o processo de autonomia e empoderamento das participantes.

    *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF

  • Comércio de Minas Gerais com outros estados registra superávit recorde de R$ 21,2 bilhões em 2024

    Comércio de Minas Gerais com outros estados registra superávit recorde de R$ 21,2 bilhões em 2024

    Comércio de Minas Gerais com outros estados registra superávit recorde de R$ 21,2 bilhões em 2024
    Vendas cresceram 8,6% e compras aumentaram 5,3%, em segundo desempenho positivo na série histórica; São Paulo foi o principal parceiro comercial no período
    Dirceu Aurélio / Imprensa MG

    Pela segunda vez na série histórica (2015-2024), o comércio de Minas Gerais com os demais estados brasileiros registrou superávit. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (15/7) pela Fundação João Pinheiro (FJP), com a participação do governador Romeu Zema.

    Em 2024, a soma das exportações com as importações entre Minas e outros estados totalizou R$ 1,2 trilhão, valor 7% superior ao registrado em 2023, primeiro ano em que houve superávit.

    Com este resultado, a balança do comércio interestadual de Minas Gerais registrou superávit recorde de R$ 21,2 bilhões. No período, as exportações mineiras para outros estados tiveram um incremento de 8,6% e as importações cresceram 5,6%.

    Para o governador, a pesquisa ressalta a força da economia mineira no cenário nacional.
    “Esses dados demonstram claramente que a produção de Minas Gerais vem crescendo, fazendo com que tenhamos conseguido um saldo positivo com relação aos outros estados, o que não acontecia antes. Isso evidencia a competitividade da economia mineira, que tem condições de vender mais para os outros estados, trazendo mais desenvolvimento, geração de emprego e investimentos”, destacou Romeu Zema.

    O levantamento foi realizado pela Fundação João Pinheiro a partir da base de dados das Notas Fiscais Eletrônicas (NFe), disponibilizada pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). O estudo e um painel interativo de dados já estão disponíveis no site da instituição.

    “Os resultados vão proporcionar informações para subsidiar a tomada de decisão do Governo de Minas no âmbito da gestão e das políticas públicas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social sustentável de Minas” disse a vice-presidente da FJP, Mônica Bernardi.

    Números

    Os principais produtos da pauta de exportação do estado em 2024 foram os automóveis, suas partes e acessórios, com crescimento nominal de 21,1% do valor exportado para outros estados em relação a 2023 e participação de 10,4% do valor total. São Paulo foi o principal destino desse produto (29,3%). Na sequência, o segundo produto mais exportado por Minas Gerais foi o ferro fundido, ferro e aço. São Paulo e Rio de Janeiro foram os principais destinos.

    Máquinas e equipamentos mecânicos ocuparam a terceira posição, com participação de 7,1% e crescimento de 13,7% em relação a 2023. Novamente, São Paulo figurou como destino principal (39,2%). Os produtos farmacêuticos aparecem em quarto lugar, com crescimento nominal de 47,9% na comparação com 2023 e participação de 6,7% no total das exportações de Minas Gerais para outros estados. Os principais destinos foram o Espírito Santo (25,4%) e São Paulo (17%).

    As máquinas e equipamentos elétricos foram o quinto principal produto da pauta de exportação interestadual mineira, com aumento de 22,3% do valor exportado e participação de 5,4%. Os principais mercados consumidores foram São Paulo (37,5%) e Rio de Janeiro (10,5%).

    Importações

    Automóveis, peças e acessórios também foram o principal produto importado de outros estados por Minas Gerais, com participação de 13,2% no valor total em 2024. As importações tiveram origem, principalmente, de São Paulo (45,3%), Paraná (11,8%), Rio Grande do Sul (11,5%) e Pernambuco (9,1%).

    Máquinas e equipamentos mecânicos, com participação de 10%, foram o segundo produto mais importado pelo estado, seguido por máquinas e equipamentos elétricos (6,9%) comprados principalmente de São Paulo (56,6%), Santa Catarina (11,2%) e Amazonas (8,7%).

    Os combustíveis minerais aparecem na sequência, com participação de 6,5% e importações originadas de São Paulo (50,8%) e Rio de Janeiro (28,7%). Plásticos e suas obras representaram 4,8% das compras mineiras de outros estados, especialmente de São Paulo (53,1%).

    Para o pesquisador da Fundação João Pinheiro e responsável pela pesquisa, Lúcio Barbosa, os dados mostram como o poder público estadual pode atuar para potencializar as relações econômicas de Minas com os outros estados da federação.

    “Com esses dados, conseguimos ver as principais cadeiras produtivas que o Estado está integrado. Conseguimos ver possíveis lacunas de produtos que poderíamos produzir no estado, ou manter a importação. Também conseguimos pensar em formas de incentivo para aumentar a produção e a competitividade do Estado” explicou.

  • Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente

    Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente

    Com pouco capital, mas muita determinação, a empresária Misleide Martins, 41 anos, confiou no potencial do Sol Nascente quando decidiu abrir o primeiro mercado no Trecho 3 da cidade, em 2010. Naquela época, ela convivia com diversos problemas decorrentes da falta de urbanização – ruas sem asfalto, esgoto a céu aberto e mercadorias cobertas pela poeira. Hoje o cenário é diferente, e Misleide é dona de dois mercados em uma das regiões administrativas mais jovens e promissoras do Distrito Federal.

    Desde 2019, o Sol Nascente já recebeu investimentos superiores a R$ 630 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) em obras de infraestrutura. O aporte mudou o dia a dia dos mais de 108 mil moradores, conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) Ampliada, e criou um ambiente atrativo para novos negócios. Segundo dados da Junta Comercial, mais de 500 empresas foram formalizadas na cidade nos últimos seis anos, abrindo as portas para a geração de emprego e renda.

    “A dificuldade realmente era grande; muita poeira e esgoto nas ruas, sem pavimentação, mas vimos uma grande melhora e estamos felizes demais”, conta Misleide, que inaugurou o segundo Mercado Ideal em março deste ano. “Tudo limpinho nas lojas, organizado, coisa que não tinha tempo atrás. Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade.”

    O comerciante Edmilton Ferreira dos Santos, 55, também apostou no Sol Nascente para empreender. Morador da cidade desde 2005, ele abriu a peixaria Coisas da Roça em 2022 para comercializar produtos típicos do Nordeste. “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui”, comemora. “Quero investir mais e buscar uma pessoa para me ajudar. Antes do asfalto, a gente sofria com a poeira, comprava equipamento e estragava, mas depois, o asfalto alavancou o movimento. Vieram mais clientes para cá”.

    Esforço contínuo

    Atualmente, os três trechos da região estão com obras em andamento. Os serviços incluem pavimentação asfáltica, águas pluviais, meios-fios, calçadas e sinalização, além de bacias de detenção. “A preocupação do Governo do Distrito Federal é, justamente, aquecer a economia, com a geração de empregos e de riquezas para a comunidade, trazendo uma série de benefícios para os cidadãos”, afirma o secretário-executivo de Cidades da Secretária de Governo (Segov), Takane Kiyotsuka do Nascimento.

    O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, enfatiza que a região administrativa é alvo constante do olhar deste GDF. “O Sol Nascente era considerada a maior favela da América Latina, mas este governo mudou essa história com as obras de infraestrutura que melhoram a vida dos nossos moradores e comerciantes”, ressalta.

    Ferreira lista uma série de medidas promovidas na região. “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade”, observa. “Temos hoje uma rodoviária, restaurantes comunitários, um Centro de Referência da Mulher Brasileira; está sendo construído o quartel do Corpo de Bombeiros Militar; já foi destinada uma área para a delegacia e também para a construção do batalhão escolar, de uma escola e de uma UPA [unidade de pronto atendimento]”

    Construindo sonhos

     O conjunto de iniciativas também impactou o empreendimento dos professores Kelle Caetano Pfeifer, 52, e Élio Pfeifer, 54. Em 2013, os dois criaram a Fazendinha Solar Caetano no Sol Nascente, cientes dos desafios de empreender em uma região não regularizada. Com persistência e dedicação, o casal transformou o espaço em um oásis para crianças e adolescentes, acompanhando o avanço da região administrativa.

    “A infraestrutura nova ajuda e faz bem para quem mora aqui; dá orgulho para nós que vimos tudo nascendo, já que moramos aqui há 30 anos”, relata Élio. O negócio começou de modo improvisado e hoje conta com cozinha industrial, piscina e celeiro de animais, entre outros espaços, além de 15 funcionários registrados. São oferecidos nove projetos educacionais e recreativos ao longo do ano, destinados a estudantes da creche ao ensino médio do DF e Entorno.

    Kelle salienta que as obras deste GDF influenciaram na adesão das instituições de ensino. De 2012 até o ano passado, foram recebidas mais de 1,8 mil escolas. “O Sol Nascente melhorou muito”, pontua. “Era muito difícil ter escolas do Plano Piloto aqui, e hoje a gente recebe escolas do Lago Sul, Lago Norte, Asa Sul, Asa Norte. Não existe mais preconceito em vir. Nós nos desenvolvemos juntos ao Sol Nascente. Amamos esse lugar. Moramos aqui há 30 anos e não trocamos esse pedacinho de paraíso por nada”.

    A trajetória de sucesso também contempla o empresário Quenede Guimarães, 41. À frente da Construir Materiais de Construção desde 2012, ele vivenciou a transformação do Sol Nascente, localidade instituída como região administrativa em agosto de 2019. “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós”, comenta.

    O crescimento da cidade beneficiou diretamente o empresário. Com mais pessoas chegando, mais materiais são vendidos. “Antigamente, as pessoas compravam mais o básico, e hoje buscam por materiais de acabamento”, aponta. “Antes, era difícil fazer entregas; os caminhões atolavam muito. Com as obras do governo chegando, as coisas melhoraram, a clientela aumentou. Tenho esperança que o Sol Nascente vai crescer ainda mais”.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília 

  • Conselho de Defesa Social do Governo de Minas discute combate ao crime organizado

    Conselho de Defesa Social do Governo de Minas discute combate ao crime organizado

    Conselho de Defesa Social do Governo de Minas discute combate ao crime organizado Medida é uma das diretrizes do conselho, reativado neste a…

    Conselho de Defesa Social do Governo de Minas discute combate ao crime organizado
    Medida é uma das diretrizes do conselho, reativado neste ano; integrantes foram divididos em seis grupos de trabalho
    Tiago Ciccarini / Sejusp

    O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, participou, nesta terça-feira (15/7), de uma reunião com os seis grupos de trabalho do Conselho de Defesa Social, retomado pelo Governo de Minas após dez anos, para discutir ações práticas para evitar a atuação do crime organizado em todo o estado.

    Os integrantes foram divididos nas seguintes áreas temáticas: Crimes Financeiros Virtuais, Tráfico de Drogas, Ouro, Combustíveis, Tabaco e Bebidas. Os três últimos são focados em coibir o contrabando e a venda de produtos falsificados.

    A reunião, presidida pelo vice-governador, também teve a participação de representantes da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de integrantes de outras pastas ligadas a cada um dos temas.

    O vice-governador explicou a proposta de atuação dos grupos de trabalho dentro do contexto da reativação do conselho, exatamente para cuidar da segurança pública. “Criamos, a partir de hoje, seis grupos de trabalho envolvendo todas as nossas polícias, de maneira que a gente possa combater cada uma das grandes fontes de receita do crime organizado em Minas Gerais”, explicou.

    “Nós vamos agir nas seis frentes para garantir o desfinanciamento do crime organizado em todo o estado. Esse é o tópico central de todas essas discussões, tirar o dinheiro que alimenta a atuação do crime organizado para que esses criminosos não tenham interesse em atuar em Minas Gerais”, assinalou Mateus Simões.

    Desde outubro de 2024, o Serviço de Inteligência de Minas Gerais identificou mais de 600 integrantes de facções criminosas que estavam foragidos, com ordens de prisão em aberto.

    Segurança pública

    O Conselho de Defesa Social foi reativado pelo Governo de Minas em 2025, com duas metas de atuação: combate ao crime organizado e à violência em eventos esportivos. O órgão já determinou um protocolo para melhorar a segurança nos estádios de futebol de Minas Gerais.

    Ao longo dos encontros, o objetivo do conselho será acompanhar ainda mais de perto os números e indicadores da segurança pública, além de direcionar medidas estratégicas para repressão à criminalidade.

    A partir de 2019, houve aumento de 60% nos investimentos do Governo de Minas para a área de segurança. Um incremento que permitiu ao estado chegar ao posto de vice-líder no ranking dos com maior sensação de segurança do Brasil em 2023, com 87% da população afirmando estar segura na região onde mora.

    Crédito Agência Minas Gerais 

  • Mestres da Merenda revela mais 15 classificados e leva seletivas a Governador Valadares e Varginha

    Mestres da Merenda revela mais 15 classificados e leva seletivas a Governador Valadares e Varginha

    Mestres da Merenda revela mais 15 classificados e leva seletivas a Governador Valadares e Varginha Cantineiras de 15 cidades participam de e…

    Mestres da Merenda revela mais 15 classificados e leva seletivas a Governador Valadares e Varginha
    Cantineiras de 15 cidades participam de etapa classificatória do reality que estreia em setembro na Rede Minas
    SEE-MG / Divulgação

    Minas Gerais continua valorizando os sabores e talentos que surgem nas cozinhas das escolas públicas da rede de ensino estadual. O reality show Mestres da Merenda divulgou a lista de mais 15 profissionais classificados para a última fase de seletivas presenciais, que serão realizadas no próximo fim de semana em Governador Valadares e Varginha.

    Sete representantes da região do Vale do Aço e oito do Sul de Minas disputarão, nos dias 19 e 20/7, as vagas restantes para a etapa televisiva do programa. Cada seletiva regional resultará em três finalistas, que se juntarão às seis cantineiras já classificadas nos polos Norte e Triângulo.

    Para o secretário de Estado de Educação, Igor de Alvarenga, o programa é uma forma de valorizar os profissionais da alimentação escolar e de reconhecer a riqueza da gastronomia mineira presente nas escolas

    “Cada nova etapa é um convite para conhecermos as histórias e os sabores que alimentam milhares de estudantes todos os dias. É uma homenagem à dedicação e ao talento desses profissionais que fazem da merenda um verdadeiro ato de cuidado”, afirma Igor de Alvarenga.

    Confira os classificados:

    Polo Vale do Aço

    Áurea Ferreira Teixeira de Oliveira – E.E. Américo Duarte, Aimorés | Receita: Escabeche à moda Américo
    Carlos Wagner Mendes Faria – E.E. Doutor Alfredo Sá, Almenara | Receita: Pirão de frango com arroz nutritivo
    Reginaldo Praxedes de Oliveira – E.E. Professor Leopoldo Pereira, Chapada do Norte | Receita: Angu da Festa do Rosário
    Cenir do Carmo de Jesus –E.E. Pedro Vicente de Freitas, Tarumirim | Receita: Pernil com quiabo
    Marli de Fátima Espínola Tibúrcio – E.E. Simon Bolívar, Ipatinga | Receita: Sopa de banana com hortaliças
    Tarcísia Gomes Faria – E.E. Maria das Dores de Souza, Setubinha | Receita: Canjiquinha mineira
    Roseane dos Santos Duarte – EE Pedro Paulino Fernandes, Manhuaçu | Receita: Purê de batata-doce ao molho de linguiça toscana

    Polo Sul de Minas

    Luciane Messias Rozendo – E.E. Professor Antônio Corrêa de Carvalho, Varginha | Receita: Almôndega nutritiva
    Maria Aparecida Pedrozo – CESEC Professor João de Oliveira Barbosa, Campo Belo | Receita: Yakissoba escolar
    Meirivânia de Lima Pereira – E.E. Domingos de Souza Viana, Baependi | Receita: Torta colorida de carne
    Marisa Carla Fagundes dos Santos – E.E. Professora Dária de Brito Faria, Paraisópolis | Receita: Vaca atolada à la Marisa
    Eliane Marta de Oliveira Silva – E.E. Dona Lica Rafaelli, Alpinópolis | Receita: Quibe de forno e arroz Popeye
    Marly Alves de Oliveira – E.E. Alfredo Olivotti, Extrema | Receita: Purê de batata-doce com carne desfiada
    Rosa de Oliveira Filho –E.E. Irmã Maria Arcângela, Pratápolis | Receita: Escondidinho de mandioca com frango
    Flancelina Alves de Souza Franco – E.E. Professora Maria Auxiliadora Ribeiro, Bandeira do Sul | Receita: Canjiquinha com tutu de feijão

    Etapas da competição

    Com as seletivas em Governador Valadares e Varginha, o Mestres da Merenda define os seis nomes que avançam para a fase televisiva. O programa estreia no dia 18/9, na Rede Minas, com 18 participantes no total.

    A série irá acompanhar, em episódios semanais, a rotina das cantineiras e cantineiros que conquistaram seus lugares com pratos criativos, nutritivos e cheios de identidade cultural. O grande vencedor receberá R$ 15 mil, enquanto o segundo e o terceiro colocados ganham R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente.Todos os participantes das etapas presenciais recebem ajuda de custo para transporte.

    A iniciativa é uma realização do Governo de Minas, por meio das Secretarias de Estado de Educação (SEE/MG) e de Comunicação Social (Secom/MG), com apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e da Rede Minas. A produção é da CasaCult, viabilizada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

    Crédito Agência Minas Gerais 

  • Doações para a Campanha do Agasalho podem ser feitas até quinta-feira (17)

    Doações para a Campanha do Agasalho podem ser feitas até quinta-feira (17)

    Até a próxima quinta-feira (17), o Governo do Distrito Federal (GDF) recebe doações para a sexta edição da Campanha do Agasalho Solidário. A iniciativa, coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, tem o objetivo de ajudar famílias em situação de vulnerabilidade ao longo de todo o inverno. Com mais de 11 mil peças arrecadadas, a ação conta com a solidariedade de servidores e da população para doarem itens como casacos e cobertores.

    Cada peça recebida passa por uma triagem, sendo higienizada e separada antes de seguir para as famílias do Distrito Federal. A iniciativa também reflete uma união entre diferentes setores da sociedade: secretarias do GDF, hospitais, empresas privadas e reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), que confeccionaram mais de 700 blusas de manga longa.

    Dos 11,5 mil itens arrecadados até agora, uma parte já foi entregue a instituições assistenciais, pessoas em situação de vulnerabilidade social e população em situação de rua, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), nas regiões do Sol Nascente/Pôr do Sol, Estrutural e Santa Maria.

    Para quem deseja ajudar, ainda há tempo. Os pontos de coleta, disponíveis até a próxima quinta, estão espalhados por locais estratégicos, como o Palácio do Buriti, secretarias, administrações regionais e demais órgãos públicos. A Chefia-Executiva de Políticas Sociais disponibiliza o número (61) 99195-4079 para prestar mais informações sobre a campanha.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

  • Ricardo Vale irá apoiar projeto de Clinica Veterinária para a Região Norte/Leste

    Ricardo Vale irá apoiar projeto de Clinica Veterinária para a Região Norte/Leste

    “Eu nasci em Sobradinho, filho de taxista e de uma dona de casa, nono de 12 filhos. Tenho muito orgulho da minha história. Não foi fácil, passamos por muitos perrengues, mas hoje represento o DF na CLDF, especialmente a região norte, onde tenho muitos amigos e votos”, afirmou o deputado.

    Um dos temas centrais da entrevista foi a defesa dos direitos dos animais, com destaque para o projeto do hospital veterinário público na região norte do DF.

    A notícia, em primeira mão, sobre o projeto de construção de um hospital veterinário público, apresentado por Eugênio Piedade ao Deputado Ricardo Vale, é uma demanda que promete beneficiar os tutores de pets em todo o DF. A iniciativa visa oferecer atendimento veterinário acessível, reduzindo o sofrimento de animais e apoiando tutores sem condições financeiras para clínicas particulares.

    “Eugênio, o projeto que você apresentou é maravilhoso. Vamos ajudar o governo a tornar isso realidade, é fundamental para minimizar os problemas dos animais em situação de rua.”

    Outro ponto abordado foi o Programa Guardião Responsável, que busca promover a responsabilidade na adoção de pets.

    “Não pode pegar um animal, levar para casa e depois jogá-lo na rua. O Guardião Responsável cria responsabilidade e punição para quem comete maus-tratos ou abandona. É uma questão de saúde pública, porque animais nas ruas podem transmitir doenças”, destacou Vale, reforçando a importância de políticas públicas para reduzir o número de animais abandonados no DF.

    A proteção das mulheres também esteve em pauta, com ênfase na Semana de Conscientização da Lei Maria da Penha, proposta pelo deputado. Ele criticou a demora na implementação de uma lei que pune agressores no bolso.

    “Aprovamos uma lei que multa de R$ 500 a R$ 500 mil quem agride uma mulher, dependendo do poder aquisitivo. O governo sancionou, mas não coloca em prática. Faço um apelo ao governador Ibaneis para que essa lei funcione, porque sentir no bolso pode fazer o agressor pensar duas vezes”, afirmou.

    No campo da educação, Vale celebrou a aprovação do Cartão Uniforme Escolar, que permitirá que pais comprem uniformes diretamente, mantendo recursos no DF. “O uniforme chegava atrasado, com numeração errada, e o dinheiro ia para outros estados. Agora, com o cartão, o recurso fica aqui, gerando emprego no Paranoá, Sobradinho, Gama”, disse o deputado, destacando o impacto econômico e social da medida.

    A entrevista também abordou a Lei dos Boleiros, que incentiva o esporte amador, e a Semana da Democracia nas Escolas, que busca engajar jovens no debate político. Além disso, Vale criticou projetos como a privatização de áreas públicas e a Lei Complementar 61/2024, que ameaça guaritas de condomínios, defendendo o diálogo para encontrar soluções equilibradas.
    Encerrando, o deputado anunciou uma audiência pública no dia 6 de agosto para discutir políticas de proteção animal, convidando cuidadores e a sociedade a participarem. Com um mandato focado em ouvir a população, Ricardo Vale reforça seu compromisso com a transformação social no DF, unindo pautas como educação, saúde, esporte e proteção animal.
     Assista na íntegra a entrevista de Ricardo Vale ao Podcast EG News, com Eugênio Piedade e Emerson Tormann e saiba mais sobrea as ações de seu mandato que estão transformando comunidades no DF.
    E como não poderia faltar o almoço oferecido aos convidados do PodCast EG NEWS, a anfitriã Maria Angélica desta vez serviu uma deliciosa Costela com linguiça,, acompanhada de farofa com panceta, arroz branco, carreteiro, tilapia frita e vinagrete.

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    Fonte: GMPS

  • Levantamento atualizado mostra que DF tem 41 mil armas nas mãos de CACs

    Levantamento atualizado mostra que DF tem 41 mil armas nas mãos de CACs

    Um total de 41.624 armas estão nas mãos de Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs) no Distrito Federal. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (15/7) pela Polícia Federal (PF), que assumiu a fiscalização dos CACs no último 1º de julho. O painel divulgado mostra ainda que há um total de 29.838 certificados de registro.

    As informações têm origem na base de dados fornecida pelo Exército Brasileiro, que era responsável pela fiscalização até 30 de junho. A PF assumiu a gestão dos processos com a promessa de mais rigor e transparência no controle. 

    A diferença entre a quantidade de certificados e a quantidade de armas se dá porque é possível que um cidadão tenha mais de uma arma registrada em um mesmo certificado. Do total de armas nas mãos de CACs, 18.621 delas são de uso permitido e 23.003 são de uso restrito.

    Anteriormente, os armamentos de uso restrito eram somente para forças armadas e forças de segurança, mas o Decreto 11.615/2023 definiu que armas de uso restrito são para utilização das forças de segurança e CACs. Entre elas, armas automáticas e fuzis. Dos certificados registrados, em 463 certificados, o usuário consta como caçador, em 936, como colecionador e em 29.658, o registro está como atirador desportivo. 

    Por Por Brasília

    Fonte Correio Braziliense       

    Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

  • Caiado conhece projeto japonês para produção de fertilizante ecológico em Goiás

    Caiado conhece projeto japonês para produção de fertilizante ecológico em Goiás

    Caiado visita sede da startup Tsubame, em Yokohama, para conhecer nova tecnologia para produção de fertilizante de amônia aquosa verde (Foto…

    Caiado visita sede da startup Tsubame, em Yokohama, para conhecer nova tecnologia para produção de fertilizante de amônia aquosa verde (Foto: Júnior Guimarães)

    O governador Ronaldo Caiado conheceu, nesta terça-feira (15/07), um projeto com tecnologia japonesa que visa produzir fertilizante ecológico em Mineiros, no Sudoeste goiano. Os detalhes foram apresentados durante uma reunião no escritório da startup Tsubame BHB, na cidade de Yokohama, no segundo dia da missão oficial no Japão.

    A empresa espera investir mais de R$ 200 milhões para a implantação da unidade.

    A iniciativa de trazer a tecnologia para o Brasil é fruto de uma parceria entre a Tsubame e a empresa Atvos, e consiste em produzir amônia aquosa verde a partir do bagaço da cana-de-açúcar – alternativa aos fertilizantes nitrogenados de base fóssil.

    Fertilizante ecológico

    Segundo a empresa, a ação “contribui para a promoção da descarbonização e da economia circular do Brasil, além de fortalecer a cadeia de suprimentos de fertilizantes nitrogenados – um setor no qual o Brasil atualmente depende de importações”.

    “Esse projeto é um exemplo claro de como Goiás está se posicionando como referência em inovação no setor agroindustrial. Ao unir tecnologia de ponta e responsabilidade ambiental, mostramos que é possível produzir mais, com eficiência e sustentabilidade”, destacou Caiado.

    “Tenho certeza de que este projeto nasce em Goiás, mas terá um futuro muito promissor para todo o país, porque a agricultura necessita dessa amônia”, disse o CEO da Tsubame, Koji Nakamura.
    Planta em Mineiros

    O projeto envolve a construção de uma planta em Mineiros, na Usina de Etanol Morro Vermelho, com a expectativa de gerar cerca de 90 empregos diretos. A previsão é que a produção se inicie em 2028.

    Durante a reunião com Caiado, os representantes da empresa explicaram que a tecnologia utiliza um catalisador para produzir amônia de baixa temperatura e pressão, o que garante segurança, eficiência e sustentabilidade ao processo e vem sendo testada e aprovada para utilização na agricultura desde 2019.
    Financiamento de projetos

    Ainda no segundo dia da missão, Caiado se reuniu com lideranças do Banco Japonês para Cooperação Internacional (JBIC) com o objetivo de dialogar sobre o início da operação em Goiás.

    A instituição financeira, que pertence ao governo japonês e atua no financiamento de projetos internacionais, tem relacionamento no Brasil desde 1958, mas nunca chegou ao território goiano. No encontro, houve uma sinalização de apoio irrestrito aos projetos localizados no Estado.

    “Fizemos algumas solicitações, principalmente na parte da eletrificação de alta tensão das regiões Nordeste e Vale do Araguaia, e para o financiamento de silos, para armazenamento de safra, em torno de 18 milhões de grãos”, comunicou Caiado.

    “E dentro dessa operação, com esse volume todo, eles responderam que não há limite. O que precisarmos estará à disposição. Então vamos adiante”, celebrou o governador.

    O executivo do banco, Amakawa Kazuhiko, expressou o desejo de “começar um trabalho de longa duração” junto a Goiás. No encontro, ele orientou a comitiva goiana sobre os caminhos para garantir empréstimos e financiamentos. Participaram da reunião secretários de Estado, prefeitos, deputados e representantes de entidades do setor da indústria.

    Em reunião com diretores de banco japonês, governador recebe sinalização de apoio a projetos de infraestrutura e agroindústria no estado (Foto: Júnior Guimarães)


    “Fizemos algumas solicitações, principalmente na parte da eletrificação de alta tensão das regiões Nordeste e Vale do Araguaia, e para o financiamento de silos”, diz Caiado em encontro com executivos do Banco Japonês para Cooperação Internacional.
    Saiba mais

    Agência Cora Coralina

  • AGU pede liminar de Moraes para restaurar decreto do IOF

    AGU pede liminar de Moraes para restaurar decreto do IOF

    A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta terça-feira (15) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que restaure o decreto presidencial de Lula (PT) que aumentou a alíquota do IOF em operações financeiras.

    A manifestação se deu somente após a audiência de conciliação realizada pelo STF, com representantes dos Três Poderes, para debater a questão.

    No documento, o governo reconhece que o IOF tem evidente função extrafiscal, ou seja, objetivo de regular o comportamento da economia, já que configura um instrumento de intervenção do Estado na economia.

    Eles argumentam, porém, que a Constituição Federal não determina de forma explícita que um imposto de natureza extrafiscal não possa ter efeito arrecadatório. Segundo a AGU, presumir que o IOF não possa ser usado para aumentar a receita do Estado é uma “contradição evidente”.

    “Não se nega possibilidade de o mencionado ato normativo provocar impacto financeiro positivo aos cofres da União. A Constituição Federal, em nenhum momento, determina que o IOF, ou qualquer outro tributo de natureza extrafiscal, seja fiscalmente neutro, ou seja, não tenha efeito arrecadatório”, afirma a AGU.

    “Cogitar o oposto levaria a uma contradição evidente. Como poderia um tributo exercer função extrafiscal sem que suas alterações de alíquota impactassem a arrecadação?”, completa a manifestação.

    O governo defendeu ainda que o Congresso Nacional extrapolou seus limites de atuação ao derrubar o decreto, violando o princípio constitucional da separação de Poderes e o sistema de “freios e contrapesos”.

    Na última sexta-feira (11), o Congresso também enviou sua manifestação ao Supremo, alegando que atuou dentro da legalidade ao derrubar o aumento.

    O Legislativo argumenta que o uso do IOF para fins arrecadatórios configura desvio de finalidade e é, portanto, inconstitucional. Eles pedem que seja mantido o PDL que derrubou o aumento da alíquota.

    Conciliação

    Representantes do Executivo e do Legislativo discutiram o impasse em audiência de conciliação no STF nesta terça-feira (15).

    No entanto, o encontro terminou sem acordo, restando a Moraes a decisão final sobre a alíquota.

    CNN apurou que agora o ministro já prepara decisão judicial sobre a questão. Segundo a ata da audiência, Moraes ressaltou durante a reunião a importância do diálogo e que era necessária a concessão recíproca entre o governo e o parlamento.

    Dado o impasse entre as partes, o ministro Alexandre de Moraes pediu para que os autos do processo fossem conclusos para ele poder tomar uma decisão sobre o impasse. Três ações no Supremo tratam sobre o IOF e são relatadas por Moraes.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil    

    Foto: Divulgação/AGU

  • Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente

    Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente Obras do GDF em mobilidade, ed…

    Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente
    Obras do GDF em mobilidade, educação e saúde, entre outras áreas, criam espaço atrativo para o empreendedorismo; desde 2019, mais de 500 empresas foram formalizadas na cidade

    Com pouco capital, mas muita determinação, a empresária Misleide Martins, 41 anos, confiou no potencial do Sol Nascente quando decidiu abrir o primeiro mercado no Trecho 3 da cidade, em 2010. Naquela época, ela convivia com diversos problemas decorrentes da falta de urbanização – ruas sem asfalto, esgoto a céu aberto e mercadorias cobertas pela poeira. Hoje o cenário é diferente, e Misleide é dona de dois mercados em uma das regiões administrativas mais jovens e promissoras do Distrito Federal.

    Com expressivos investimentos do GDF, cidade cresceu e, segundo a Junta Comercial, já tem mais de 500 empresas formalizadas gerando emprego e renda à população | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Desde 2019, o Sol Nascente já recebeu investimentos superiores a R$ 630 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) em obras de infraestrutura. O aporte mudou o dia a dia dos mais de 108 mil moradores, conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) Ampliada, e criou um ambiente atrativo para novos negócios. Segundo dados da Junta Comercial, mais de 500 empresas foram formalizadas na cidade nos últimos seis anos, abrindo as portas para a geração de emprego e renda.

    Misleide Martins, que abriu o primeiro mercado do Sol Nascente, comemora o progresso da região: “Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade”

    “A dificuldade realmente era grande; muita poeira e esgoto nas ruas, sem pavimentação, mas vimos uma grande melhora e estamos felizes demais”, conta Misleide, que inaugurou o segundo Mercado Ideal em março deste ano. “Tudo limpinho nas lojas, organizado, coisa que não tinha tempo atrás. Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade.”

    O comerciante Edmilton Ferreira dos Santos, 55, também apostou no Sol Nascente para empreender. Morador da cidade desde 2005, ele abriu a peixaria Coisas da Roça em 2022 para comercializar produtos típicos do Nordeste. “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui”, comemora. “Quero investir mais e buscar uma pessoa para me ajudar. Antes do asfalto, a gente sofria com a poeira, comprava equipamento e estragava, mas depois, o asfalto alavancou o movimento. Vieram mais clientes para cá”.

    Edmilton dos Santos, morador desde 2005, também investiu no comércio: “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui”

    Esforço contínuo

    Atualmente, os três trechos da região estão com obras em andamento. Os serviços incluem pavimentação asfáltica, águas pluviais, meios-fios, calçadas e sinalização, além de bacias de detenção. “A preocupação do Governo do Distrito Federal é, justamente, aquecer a economia, com a geração de empregos e de riquezas para a comunidade, trazendo uma série de benefícios para os cidadãos”, afirma o secretário-executivo de Cidades da Secretária de Governo (Segov), Takane Kiyotsuka do Nascimento.

    Cláudio Ferreira, administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol: “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade”

    O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, enfatiza que a região administrativa é alvo constante do olhar deste GDF. “O Sol Nascente era considerada a maior favela da América Latina, mas este governo mudou essa história com as obras de infraestrutura que melhoram a vida dos nossos moradores e comerciantes”, ressalta.

    Ferreira lista uma série de medidas promovidas na região. “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade”, observa. “Temos hoje uma rodoviária, restaurantes comunitários, um Centro de Referência da Mulher Brasileira; está sendo construído o quartel do Corpo de Bombeiros Militar; já foi destinada uma área para a delegacia e também para a construção do batalhão escolar, de uma escola e de uma UPA [unidade de pronto atendimento]”

    Construindo sonhosKelle e Élio Pfeifer inauguraram, em 2013, a Fazendinha Solar, que promove projetos educacionais e recreativos durante todo o ano para estudantes da creche ao ensino médio

    O conjunto de iniciativas também impactou o empreendimento dos professores Kelle Caetano Pfeifer, 52, e Élio Pfeifer, 54. Em 2013, os dois criaram a Fazendinha Solar Caetano no Sol Nascente, cientes dos desafios de empreender em uma região não regularizada. Com persistência e dedicação, o casal transformou o espaço em um oásis para crianças e adolescentes, acompanhando o avanço da região administrativa.
    “A infraestrutura nova ajuda e faz bem para quem mora aqui; dá orgulho para nós que vimos tudo nascendo, já que moramos aqui há 30 anos”, relata Élio. O negócio começou de modo improvisado e hoje conta com cozinha industrial, piscina e celeiro de animais, entre outros espaços, além de 15 funcionários registrados. São oferecidos nove projetos educacionais e recreativos ao longo do ano, destinados a estudantes da creche ao ensino médio do DF e Entorno.
    Kelle salienta que as obras deste GDF influenciaram na adesão das instituições de ensino. De 2012 até o ano passado, foram recebidas mais de 1,8 mil escolas. “O Sol Nascente melhorou muito”, pontua. “Era muito difícil ter escolas do Plano Piloto aqui, e hoje a gente recebe escolas do Lago Sul, Lago Norte, Asa Sul, Asa Norte. Não existe mais preconceito em vir. Nós nos desenvolvemos juntos ao Sol Nascente. Amamos esse lugar. Moramos aqui há 30 anos e não trocamos esse pedacinho de paraíso por nada”.

    Quenede Guimarães: “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós”

    A trajetória de sucesso também contempla o empresário Quenede Guimarães, 41. À frente da Construir Materiais de Construção desde 2012, ele vivenciou a transformação do Sol Nascente, localidade instituída como região administrativa em agosto de 2019. “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós”, comenta.

    O crescimento da cidade beneficiou diretamente o empresário. Com mais pessoas chegando, mais materiais são vendidos. “Antigamente, as pessoas compravam mais o básico, e hoje buscam por materiais de acabamento”, aponta. “Antes, era difícil fazer entregas; os caminhões atolavam muito. Com as obras do governo chegando, as coisas melhoraram, a clientela aumentou. Tenho esperança que o Sol Nascente vai crescer ainda mais”.

    Por  Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

  • Especialistas preveem prisão domiciliar para Bolsonaro

    Especialistas preveem prisão domiciliar para Bolsonaro

    Especialistas em direito constitucional e penal indicam que Jair Bolsonaro (PL) poderá cumprir eventual pena em regime de prisão domiciliar, apesar das acusações apresentadas pela  PGR (Procuradoria-Geral da República) que podem resultar em até 43 anos de prisão.

    De acordo com a legislação, penas que ultrapassam oito anos devem ser cumpridas inicialmente em regime fechado. No entanto, devido à condição de ex-mandatário do país, a situação de Bolsonaro exigiria considerações especiais de segurança caso fosse encaminhado a uma unidade prisional.

    Os especialistas citam como precedente o caso de Fernando Collor de Mello, que aos 75 anos foi condenado a oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro. Após breve período em uma casa de detenção em Maceió, Collor conseguiu autorização para cumprir a pena em sua residência após apresentar exames que comprovaram debilidade em sua saúde.

    A expectativa é que situação similar possa ser aplicada a Bolsonaro, considerando sua idade e as intercorrências médicas decorrentes do atentado à faca sofrido em 2018. Caso isso ocorra, ele deverá cumprir a pena em sua residência, mas com restrições como uso de tornozeleira eletrônica, limitação de visitas e apreensão do passaporte.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil  

    Foto: Reprodução CNN Brasil

  • Doações para a Campanha do Agasalho podem ser feitas até quinta-feira (17)

    Doações para a Campanha do Agasalho podem ser feitas até quinta-feira (17) Em sua sexta edição, iniciativa já recebeu mais de 11 mil itens; …

    Doações para a Campanha do Agasalho podem ser feitas até quinta-feira (17)
    Em sua sexta edição, iniciativa já recebeu mais de 11 mil itens; população pode ajudar famílias em situação de vulnerabilidade doando peças como casacos e cobertores em um dos pontos de coleta distribuídos pelo DF

    Até a próxima quinta-feira (17), o Governo do Distrito Federal (GDF) recebe doações para a sexta edição da Campanha do Agasalho Solidário. A iniciativa, coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, tem o objetivo de ajudar famílias em situação de vulnerabilidade ao longo de todo o inverno. Com mais de 11 mil peças arrecadadas, a ação conta com a solidariedade de servidores e da população para doarem itens como casacos e cobertores.Palácio do Buriti, secretarias de Estado e administrações regionais têm ponto de coleta da Campanha do Agasalho, que arrecada doações para famílias em situação de vulnerabilidade | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasía


    Cada peça recebida passa por uma triagem, sendo higienizada e separada antes de seguir para as famílias do Distrito Federal. A iniciativa também reflete uma união entre diferentes setores da sociedade: secretarias do GDF, hospitais, empresas privadas e reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), que confeccionaram mais de 700 blusas de manga longa.

    Dos 11,5 mil itens arrecadados até agora, uma parte já foi entregue a instituições assistenciais, pessoas em situação de vulnerabilidade social e população em situação de rua, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), nas regiões do Sol Nascente/Pôr do Sol, Estrutural e Santa Maria.

    Para quem deseja ajudar, ainda há tempo. Os pontos de coleta, disponíveis até a próxima quinta, estão espalhados por locais estratégicos, como o Palácio do Buriti, secretarias, administrações regionais e demais órgãos públicos. A Chefia-Executiva de Políticas Sociais disponibiliza o número (61) 99195-4079 para prestar mais informações sobre a campanha.

    Por  Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

  • Queijo criado e produzido no Distrito Federal coleciona prêmios nacionais e internacionais

    Queijo criado e produzido no Distrito Federal coleciona prêmios nacionais e internacionais

    Uma história bem familiar, de avós querendo ajudar a neta pequena, transformou-se em um negócio — também familiar — que vem colecionando prêmios nacionais e internacionais. Criada e baseada em Brasília, a Cabríssima Queijaria Artesanal acaba de conquistar três medalhas, sendo duas de ouro, no Araxá International Cheese Awards e mais o título de melhor queijo do Distrito Federal no VIII Prêmio Queijo Brasil. Tudo com ajuda da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF).

    As origens da Cabríssima são, na verdade, um pouquinho anteriores à chegada da neta do casal Aurelino Almeida, 69 anos, e Giovana Navarro, 69 — os criadores da marca. “Mais de 20 anos atrás, eu dei um presente de grego para ela [a esposa]: duas cabras, Glória e Vitória. A gente criou, fez queijo e fez iogurte por nove anos, mas a gente tinha emprego, tinha que conciliar com a produção e não é fácil. Aí foi ficando puxado e tivemos que fazer uma escolha: as cabras ou o emprego. Na época, como tinha filho pequeno, a gente usou da sensatez e optou pelo emprego”, lembra seu Aurelino.

    Passadas duas décadas, com o casal de servidores públicos já aposentado, veio a primeira neta. E as cabras também acabaram voltando à vida de Aurelino e Giovana — desta vez, para ficar. “A gente aposentou e começou a pensar o que fazer para não parar de vez. Queríamos algo que fosse bom para a saúde das pessoas e coincidiu que a nossa primeira neta nasceu e teve problema para mamar no peito da mãe. Aí eu falei: ‘Vamos dar leite de cabra para essa menina’. Só que eu procurei leite de cabra e não encontrei, não achei uma pessoa que me entregasse. Então eu disse: ‘Vou ter que comprar uma cabra’”, conta ele.

    Aurelino foi a um criadouro. Mas os donos haviam morrido há pouco e o local ficou precarizado. O aposentado não pensou duas vezes para decidir o que fazer: “Saí para comprar uma cabra e comprei dez. Depois fomos comprar mais cinco. Dessas 15, dez morreram no primeiro ano, porque estavam muito debilitadas. Das cinco, hoje a gente tem aí em torno de 120”. E assim nasceu a empresa que hoje é referência no setor. “A gente não tinha intenção de criar cabra. Eu queria só uma cabra para dar leite para a minha neta. Como a gente já tinha criado antes e já fazia algumas coisas, começamos a fazer um queijinho. Aí foi um queijinho aqui, outro ali e, em 29 de junho de 2022, a gente inaugurou.”

    Consolidação e reconhecimento

    O “queijinho aqui e ali” do casal ganhou o mundo. “Estamos totalizando hoje 17 medalhas de ouro, seis de prata e três de bronze em um período curto. Então, isso nos dá mais responsabilidade, porque a gente precisa garantir que o nosso produto tenha essa qualidade e até acima dela. [Os prêmios são] muito importantes e fazem com que a gente comece a valorizar o queijo aqui no Brasil”, pontua dona Giovana.

    As premiações mais recentes foram dois ouros e um bronze no Araxá International Cheese Awards 2025; seis ouros, duas pratas e o título de melhor queijo do DF no VIII Prêmio Queijo Brasil. Para chegar a esse patamar foi preciso muita qualidade, mas também um empurrãozinho da Emater. “Quando eles decidiram que iam se tornar criadores e, posteriormente, queijeiros, a Emater esteve presente, ensinando a eles a tecnologia de se criar cabra e de se montar a agroindústria. Houve esse primeiro momento em que a gente participou da construção técnica da propriedade, mas, para que desse certo, entra o programa Empreender e Inovar, trazendo conhecimento da gestão. E o nosso objetivo é transformar o produtor em empreendedor e esse, na verdade, é o maior dos desafios”, aponta o extensionista da Emater-DF Carlos Goulart, que acompanha a Cabríssima há dois anos e meio.

    O apoio, reforça Giovana, foi fundamental para a marca alcançar a posição de destaque que tem hoje. “Não adianta você saber fazer uma coisa bem feita se você não sabe precificar, não sabe o que é lucro. Você tem que saber gerir a empresa e gerir não é tão simples assim. Esse trabalho da Emater está sendo fantástico e é importante que chegue a mais pessoas, porque não adianta a Cabríssima crescer e os outros não, ou crescerem e depois quebrarem.”

    Esse senso de coletividade é o que norteia, por exemplo, a consolidação da Rota do Queijo. A iniciativa nasceu na Emater, mas, hoje, diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) se uniram — com participação dos produtores — para estabelecer a rota, nos moldes do que aconteceu com a da uva, que tem estimulado o enoturismo no DF.

    A própria Cabríssima já abriu suas portas para o turismo rural. Periodicamente, o espaço onde as cabras são criadas e os queijos são produzidos, no Lago Oeste, recebe visitantes de todas as idades. A programação de visitas, bem como a loja virtual da marca, pode ser conferida no site da empresa.

    Daqui para a frente, essa história familiar, que começou com o “presente de grego” e nasceu de fato na ajuda à neta, vai seguir firme. O casal afirma não ter planos de expandir a produção, mas, sim, de continuar investindo na qualidade dos produtos. Sempre na companhia das cabras. “Depois que você cria cabra, percebe que ela é apaixonante, é alegre, é dócil, é interativa, além de produzir um leite de altíssima qualidade para o sabor e para a nossa saúde. É fantástico. É como uma cachaça boa, vicia”, arremata Giovana.

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

  • Ação inédita treina ciclistas profissionais de delivery para um trânsito mais seguro

    Ação inédita treina ciclistas profissionais de delivery para um trânsito mais seguro

     

    Ação inédita treina ciclistas profissionais de delivery para um trânsito mais seguro Capacitação faz parte do projeto Juntos Pela Vida e ofe…

    Ação inédita treina ciclistas profissionais de delivery para um trânsito mais seguro
    Capacitação faz parte do projeto Juntos Pela Vida e oferece formação para entregadores que utilizam bicicletas no trabalho

    Com foco na prevenção de acidentes e na construção de um trânsito mais seguro, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) participou, nesta terça-feira (15), da terceira edição do projeto Juntos Pela Vida – Treinamento e Formação em Pilotagem para Profissionais de Entregas com Motocicletas e Bicicletas. Nomeada de Turma Bike Amarela, a iniciativa ofereceu, pela primeira vez, uma capacitação voltada para ciclistas profissionais de delivery.

    “O Detran disponibiliza diversos programas educativos para a população e tem a preocupação de alcançar todos os modais”, explica a gerente de ação educativa de trânsito do Detran-DF, Magda Brandão. “A missão institucional do Detran é salvar vidas. No caso dos ciclistas, buscamos orientá-los sobre como se comportar no trânsito de forma segura.”Magda Brandão: “A missão institucional do Detran é salvar vidas. No caso dos ciclistas, buscamos orientá-los sobre como se comportar no trânsito de forma segura” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Durante as aulas, os participantes receberam orientações sobre a legislação de trânsito, regras de circulação, cuidados com o veículo e a importância dos equipamentos obrigatórios. “Falamos também sobre direção defensiva, com foco em atenção, condução segura e prevenção. E abordamos ainda os crimes de trânsito e suas implicações”, detalha Magda.

    Idealizado por Abel Santos, da Associação dos Trabalhadores por Aplicativo e Motociclistas do Distrito Federal e Entorno (Atam/DF), em parceria com o iFood, o projeto busca promover mais segurança e autonomia aos entregadores. Pelo GDF, o curso conta com as participações do Detran, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e das secretarias de Saúde e de Transporte e Mobilidade. Os temas tratados nas aulas são definidos a partir das necessidades do grupo. “Na primeira reunião já surgiram várias ideias: a importância da manutenção preventiva da bicicleta, equilíbrio, centro de massa, uso correto da faixa de pedestre e da ciclofaixa, entre outros”, explica o organizador.Entre os temas abordados nas aulas estão a importância da manutenção preventiva da bicicleta e da moto e uso correto da faixa de pedestre e da ciclofaixa | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Reforço na segurança

    Entregador há dois anos, Advalter Carim, 28 anos, participou pela segunda vez da capacitação. “Acho muito vantajoso porque nos dá mais noção de direção e consciência no trânsito. Quem está de carro precisa respeitar quem está de moto ou bicicleta. Somos mais frágeis. E, em outro momento, a mesma pessoa que dirige pode ser o pedestre tentando atravessar uma faixa”, observa. “Revisar o conhecimento de trânsito é importante não só para a nossa segurança, mas para a de todos os usuários da via. Às vezes, na correria do dia a dia, esquecemos algumas regras.”

    A entregadora Rainere Lima, 33 anos, destaca que a capacitação vai além dos profissionais. “É legal não só para a gente, como entregadores, mas para toda a sociedade. Conscientizar todo mundo sobre como tornar o trânsito mais seguro”, avalia. “Quando acontece alguma coisa, eu lembro do que foi falado nas aulas. Dá para tirar muito aprendizado.”Rainere Lima ressalta que a iniciativa “é legal não só para a gente, como entregadores, mas para toda a sociedade”

    Segundo o gerente de segurança viária do iFood, Rafael Tartaroti, as formações têm gerado mudanças perceptíveis no comportamento dos entregadores. “Após as aulas, observamos que tanto ciclistas quanto motociclistas passam a ter mais cuidado no trânsito. Houve redução na velocidade praticada no viário urbano e maior respeito às leis de trânsito, o que impacta diretamente na redução de acidentes.”

    Desde o ano passado, já foram realizadas cinco turmas, com até 100 entregadores cada — inclusive uma voltada exclusivamente para mulheres. “Trato essa parceria como um processo de aprendizado contínuo. Estamos aprimorando tanto a parte teórica quanto a prática, e nosso objetivo é ampliar essas capacitações”, conclui Rafael.

     

    Por Thaís Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

  • GDF lança programa para oferecer receitas médicas em linguagem simples a pacientes da rede pública de saúde

    GDF lança programa para oferecer receitas médicas em linguagem simples a pacientes da rede pública de saúde

    Quem faz tratamentos de saúde com muitos remédios ao mesmo tempo sabe o desafio: chega uma hora em que são tantos horários, orientações e variações que fica difícil evitar erros. Confundir o remédio de depois do almoço com o de antes do jantar é um dos exemplos do que ocorre, principalmente, com pacientes idosos ou com alguma dificuldade de compreender as receitas médicas. Por esse motivo, a Secretaria de Saúde (SES-DF) acaba de formalizar o programa Receita Simples, uma iniciativa para facilitar o cotidiano dos pacientes e ajudar no sucesso dos tratamentos. 

    Agora, além da receita formal, os pacientes vão receber um guia visual, com letras grandes, coloridas e com desenhos. As receitas apresentam horário específico, com indicações claras com cores e linguagem fácil. Com essa nova organização, que facilita a linguagem sem comprometer a qualidade do tratamento, o paciente ganha autonomia. 

    “A iniciativa faz parte do programa Linguagem Simples, uma série de ações da Secretaria de Saúde para se comunicar de maneira mais clara com o cidadão, facilitando o acesso a serviços”, afirma o chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social (Astrac) da SES-DF, AB-Diel Andrade. 

    A diretora de Assistência Farmacêutica (Diasf) da SES-DF, Sara Ramos, reforça que usar linguagem simples na prescrição contribui diretamente para a segurança do paciente. “Isso diminui a ansiedade diante de termos técnicos desconhecidos e favorece um tratamento mais eficaz. A Diasf também trabalha na validação do material junto às farmácias da rede, por meio do projeto PET-Saúde, envolvendo profissionais e acadêmicos na avaliação e aperfeiçoamento do conteúdo”, detalha.

    O modelo simplificado de receita já é praticado em algumas unidades da Secretaria de Saúde. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Guará, por exemplo, pacientes já recebem remédios com uma apresentação visual facilitada, sem substituição da receita médica. O serviço também é oferecido em casa: servidores da equipe multiprofissional da UBS 1 vão até as residências dos pacientes cadastrados para levar mais medicamentos e, se necessário, reforçar as orientações. Os acompanhantes dos pacientes também recebem instruções de como proceder caso algum medicamento seja adicionado à rotina, de forma temporária ou permanente.

    Publicado no Diário Oficial do DF (DODF), sob a forma da Portaria nº 64/2025, o programa Receita Simples foi elaborado pela Astrac, Diasf e Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (Sais) da SES-DF.

    *Com informações da SES-DF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

  • Quatro unidades de rede de supermercado são autuadas por descartar lixo em unidade de conservação

    Quatro unidades de rede de supermercado são autuadas por descartar lixo em unidade de conservação

     

    Quatro unidades de rede de supermercado são autuadas por descartar lixo em unidade de conservaçã Cada uma das unidades recebeu multa de R$ 3…

    Quatro unidades de rede de supermercado são autuadas por descartar lixo em unidade de conservaçã

    Cada uma das unidades recebeu multa de R$ 31.566,28 por descumprirem as regras de disposição final dos resíduos

    A Secretaria DF Legal identificou e autuou, nesta terça-feira (15), quatro unidades de uma rede de supermercados que descartaram diversos tipos de resíduos na unidade de conservação do Refúgio de Vida Silvestre Gatumé, em Samambaia. Cada um dos estabelecimentos foi autuado no valor de R$ 31.566,28.

    O descarte ocorreu em uma entrada para o parque entre a QN 427 e a QN 429, próximo à UBS 3 da Região Administrativa. O local é um ponto constante de descarte irregular e a DF Legal tem monitorado a área diariamente.

     

    No Refúgio de Vida Silvestre Gatumé entre a noite dessa segunda (14) e a tarde desta terça (15), um caminhão foi flagrado duas vezes transportando resíduos sólidos de maneira irregular | Foto: Divulgação/DF Legal

    No caso dos supermercados, o lixo já tinha sido despejado quando a fiscalização chegou, mas graças a diversas notas fiscais e demais identificações que foram descartadas junto a restos de alimentos e resíduos recicláveis, a pasta pôde qualificar os responsáveis e emitir a multa.

    Cada unidade da rede de supermercados recebeu um auto de infração de R$ 31.566,28 pelo descumprimento do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Se tivesse seguido a lei, o estabelecimento deveria entregar o lixo a um caminhão compactador e todo o resíduo seria destinado a um aterro sanitário.

    Além dessa multa, os mercados foram notificados a recolher o lixo no prazo de 24 horas sob pena de nova autuação no dobro do valor aplicado nesta terça.

    Outro caso ocorrido no Refúgio de Vida Silvestre Gatumé entre a noite dessa segunda (14) e a tarde desta terça (15) foi a apreensão de um caminhão que foi flagrado duas vezes transportando resíduos sólidos de maneira irregular.

    No primeiro caso, o responsável foi flagrado às 23h jogando lixo na unidade de conservação e se preparando para atear fogo no que despejou para não deixar rastros que pudessem identificá-lo. A multa foi de R$ 29.352,72.

    Já na segunda ocorrência, ele foi flagrado transportando lixo entre as ruas de Samambaia e, ao ser parado, não apresentou documentação que comprovasse que faria o descarte correto. Os auditores da DF Legal aplicaram multa de cerca de R$ 30 mil pelo transporte irregular, além de mais uma de R$ 6.401,08 por falta do documento. O caminhão foi apreendido e levado ao depósito da pasta.

    *Com informações da DF Legal

     

  • Ser ‘bonzinho’ demais pode atrapalhar sua carreira? Veja o que líderes bem-sucedidos fazem diferente

    Ser ‘bonzinho’ demais pode atrapalhar sua carreira? Veja o que líderes bem-sucedidos fazem diferente

    Em ambientes corporativos, a gentileza excessiva virou uma espécie de norma silenciosa. Sorrisos forçados, risadas fora de hora e elogios genéricos como “ótimo trabalho” tornaram-se ferramentas sociais para evitar o desconforto em interações profissionais.

    Mas, segundo psicólogos sociais ouvidos por uma reportagem da CNBC Make It, essa postura pode ser mais prejudicial do que útil — e líderes de sucesso sabem disso.

    Por que ser “bonzinho” demais gera desconfiança
    No trabalho, o desconforto social é inevitável. Ele surge em negociações, feedbacks ou reuniões.

    Muitos profissionais tentam amenizar essas tensões com uma postura exageradamente agradável, mas esse esforço pode soar artificial e gerar desconfiança. Um sorriso forçado ou um tom hesitante são interpretados como falta de autenticidade.

    A consequência direta disso são feedbacks superficiais e sem valor construtivo. Expressões vagas como “Parabéns, estava ótimo” demonstram falta de atenção e comprometimento. Para quem lidera, essa abordagem mina a confiança necessária para criar uma cultura de performance.

    Como os líderes de sucesso agem diferente
    Líderes eficazes não temem parecer menos legais para serem mais verdadeiros. O feedback honesto — ainda que desconfortável — é uma ferramenta poderosa para impulsionar o desempenho e fortalecer laços. Nesse processo, a imagem do líder se fortalece, sendo percebido como alguém confiável e comprometido com o crescimento da equipe.

    Romper com a cultura do elogio fácil exige coragem e autenticidade. Segundo psicólogos, muitos agem de forma exageradamente cordial apenas para se encaixar. Esse fenômeno é conhecido como “ignorância pluralista”, quando todos fingem gostar de um comportamento com o qual poucos se identificam de verdade.

    Com o tempo, essa prática se consolida e transforma a cultura de liderança da empresa. Isso prepara o ambiente para conversas difíceis e cria um diferencial competitivo baseado em confiança e clareza.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame.    

    Foto: Freepik