Dia: 14 de junho de 2025

  • Central do Cadastro Único completa um ano com quase 3 mil atendimentos domiciliares

    Central do Cadastro Único completa um ano com quase 3 mil atendimentos domiciliares

    Criada para priorizar o atendimento domiciliar de famílias com pendências cadastrais, a Central de Cadastro Único (Cecad) completa um ano de atuação neste mês. Desde sua implementação, em 2024, o serviço já realizou 2.960 atendimentos, contribuindo para a regularização de informações inconsistentes no sistema, comparadas a outras bases de dados do governo federal.

    As visitas domiciliares começaram em 1º de julho do ano passado e têm como foco facilitar a atualização cadastral e esclarecer dados relevantes. “Esses atendimentos representam uma oportunidade para facilitar a regularização cadastral e, principalmente, esclarecer informações importantes”, destaca a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo.

    Ela ressalta, no entanto, que não se trata de atendimento socioassistencial realizado em casa. “As visitas são específicas para atualização do CadÚnico de pessoas com pendências no recebimento do benefício ou no próprio cadastro. O atendimento integral às famílias em situação de vulnerabilidade segue sendo feito nos Centros de Referência de Assistência Social [Cras]”, explica.

    A Cecad foi instituída pelo Decreto nº 45.907, de 13 de junho de 2024, com os seguintes objetivos:

    ⇾ Realizar atendimento domiciliar a famílias que deixaram de receber o Bolsa Família por pendências cadastrais;

    ⇾ Facilitar a atualização de dados para famílias com dificuldade de locomoção;

    ⇾ Atender Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos (GPTE), como indígenas, quilombolas e ciganos.

    A triagem é feita pela própria equipe da Cecad, com base nas informações do Cadastro Único. O agendamento das visitas é feito por telefone, com antecedência mínima de uma semana. As famílias são organizadas por região administrativa e por público prioritário, em um planejamento mensal de visitas. Durante o contato, os servidores explicam os procedimentos e o motivo da visita.

    O preenchimento do cadastro em domicílio segue a Instrução Normativa Conjunta nº 1 Sagicad/Senarc/SNAS/MDS, de 26 de fevereiro de 2025. O contato com os responsáveis é feito pelos números informados no ato da inscrição ou atualização do CadÚnico, ou pelos dados registrados nos prontuários eletrônicos das famílias nos Cras.

    Atendimento não é fiscalização

    A Central não realiza fiscalização, como esclarece Karleany Gonçalves, coordenadora substituta de Transferência de Renda e Benefícios da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). “A Cecad é responsável por atualizar o Cadastro Único em domicílio, conforme a legislação. A fiscalização só ocorre quando há denúncias de informações falsas ou omitidas. Apesar de ambas realizarem visitas, as equipes e finalidades são distintas”, afirma.

    Os servidores da Cecad são identificados por uniformes e crachás da Sedes, com nome e matrícula, e utilizam veículos oficiais do GDF. No início da visita, explicam o objetivo da ação e não solicitam ou entregam cartões ou benefícios. Apenas documentos e informações necessárias à atualização do CadÚnico são coletados.

    O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Os agendamentos também ocorrem nesse horário, por contato telefônico da própria Secretaria.

    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

  • Servidores são capacitados para o enfrentamento à violência com foco em gênero e raça

    Servidores são capacitados para o enfrentamento à violência com foco em gênero e raça

    A Secretaria da Mulher (SMDF) encerrou, nesta sexta-feira (13), a nona turma do curso Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres em uma Perspectiva Interseccional de Gênero e Raça, iniciativa que já capacitou cerca de 215 servidores desde novembro de 2024. Com uma carga total de 180 horas, a formação foi pensada para qualificar o atendimento às mulheres vítimas de violência, levando em conta os recortes de gênero e raça, fundamentais para uma abordagem mais humanizada e efetiva.

    A ideia do curso surgiu a partir da mobilização dos próprios servidores da SMDF. Victor Valadares e Maísa Guimarães, ambos psicólogos, propuseram a criação de um espaço de formação para aprofundar discussões sobre temas sensíveis e recorrentes no dia a dia dos atendimentos. A proposta ganhou corpo com o trabalho conjunto de Paloma Fernandes, também servidora da pasta e psicóloga.

    Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a capacitação reflete o compromisso do GDF com o enfrentamento à violência de forma responsável e comprometida com a equidade. “A formação dos servidores é essencial para garantir um atendimento respeitoso às mulheres”, enfatizou. “Não basta termos políticas públicas se quem está na linha de frente não estiver preparado para agir com sensibilidade e conhecimento”.

    Edições ampliadas

    Das nove turmas formadas, duas foram exclusivas para servidores da SMDF. A partir da terceira edição, o curso passou a contar também com a participação de servidores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de Saúde (SES-DF). As aulas foram ministradas em espaços cedidos pelo DER-DF e pela Escola de Governo do DF (Egov), reforçando a integração entre órgãos.

    A expectativa da SMDF é ampliar as edições do curso, para fortalecer ainda mais a rede de proteção às mulheres e promover um serviço público qualificado e atento às especificidades de cada cidadão atendido.

    “O grande diferencial desse curso é trazer uma perspectiva interseccional, mostrando que a violência contra a mulher é agravada por fatores históricos e estruturais”, pontuou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Essa capacitação transforma o olhar de quem atende e contribui para políticas públicas mais eficazes.”

    As aulas contaram ainda com a participação de palestrantes parceiros, especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente em suas áreas. Entre eles, estiveram Lia Zanotta Machado, professora emérita e pesquisadora colaboradora sênior da UnB, referência nos estudos de gênero e violência; Izis Morais Lopes dos Reis, assistente social e doutora em antropologia pela UnB, especialista em segurança pública e direitos humanos e analista do MPDFT; Loyde Cardoso Santos, doutoranda em literatura pela UnB e educadora social da Sedes-DF; Bruna Maia Magalhães, psicóloga e pesquisadora no Grupo Saúde Mental e Gênero da UnB; Marcela Novais Medeiros, doutora em psicologia clínica e cultura, especialista em avaliação de risco de feminicídio e psicóloga do programa Violeta/SES/GDF; e Mariana Fernandes Távora, promotora de Justiça do MPDFT, mestra em família e gênero pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, de Lisboa (Portugal).

    *Com informações da Secretaria da Mulher

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/SMDF

  • Campanha do Agasalho Solidário já arrecadou 4 mil itens; saiba como são preparadas as doações para quem precisa

    Campanha do Agasalho Solidário já arrecadou 4 mil itens; saiba como são preparadas as doações para quem precisa

    Antes de chegar às mãos de quem mais precisa, as doações arrecadadas pela Campanha do Agasalho Solidário passam por uma série de cuidados. O processo começa na triagem, com avaliação de cada item, a higienização e a separação para a distribuição. A iniciativa foi idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e é coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF).

    A campanha anual começou no dia 8 de maio e segue até 17 de julho. Cerca de 4 mil itens foram recebidos até o momento, dos quais uma parte já foi entregue a instituições assistenciais, pessoas em situação de vulnerabilidade social e população em situação de rua, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), no Sol Nascente, Pôr do Sol, Estrutural e Santa Maria.

    “A entrega é só o final de um caminho que começa muito antes, com cuidado, intenção e respeito. Porque solidariedade de verdade não é doar o que sobra, é oferecer como gostaríamos de receber: com afeto, com dignidade, com o coração”, enfatiza Mayara Noronha Rocha.

    As peças são avaliadas para checar se estão nas condições adequadas de uso, sem furos, rasgos e com o tecido preservado. Aquelas que chegam limpas e em sacos plásticos, com informação sobre gênero e tamanho, facilitam a triagem e aceleram o trabalho dos servidores.

    Já as doações que chegam com manchas e indícios de sujeira são lavados e passados por funcionários da Residência Oficial de Águas Claras (ROAC), e depois são agrupados por categoria. O objetivo é garantir roupas e cobertores quentinhos e cheirosos a quem mais precisa durante os dias frios de outono e inverno.

    Nathália Brito, integrante da equipe da campanha, reforça a recomendação de que as peças sejam entregues em sacos plásticos transparentes, com identificação de tamanho e público-alvo. “Quando as roupas não vêm separadas, nós fazemos a triagem, mas é preferível que as pessoas façam isso em casa”, pontua. “Toda a equipe da chefia participa ativamente em tudo, desde a separação entre masculino, feminino e infantil, e daquelas que não estão boas para uso, com furos, rasgos e com o tecido gasto, que são descartadas.”

    A funcionária da lavanderia Clarinda Pereira Batista, 68 anos, afirma que as roupas e cobertores são lavados e passados com cuidado e produtos específicos. “Eu tiro as manchas, coloco de molho, depois na máquina, passo, dobro e levo arrumadinho para o pessoal”, esclarece. “É um sentimento muito bom porque, de uma certa forma, eu participo também dessa solidariedade e me sinto feliz em poder contribuir. Uma pessoa que está precisando muito de um agasalho vai receber um limpo e espero que se sinta confortável.”

    Como doar?

    A 6ª edição da campanha conta com o apoio de empresas, associações, voluntários e a sociedade em geral para ampliar a arrecadação de itens essenciais. Estão sendo aceitas peças de vestuário adulto e infantil, toucas, meias, luvas, calçados e cobertores, todos em boas condições de uso.

    A chefe de campanhas sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais, Gymene Lira, ressalta que todos os órgãos do GDF estão envolvidos na ação e participam de desafios solidários propostos pela organização. Segundo ela, essas iniciativas visam aumentar a visibilidade da campanha e impulsionar a arrecadação de doações por meio do engajamento dos servidores. “Continuem doando, nos ajudando, participando da campanha e doando carinho, porque uma menos pra vocês é a única de alguém.”

    Do total de doações já recebidas, cerca de 1.500 itens foram entregues por secretarias, 200 peças pelo Hospital Oftalmológico de Brasília e mais 700 blusas de manga longa confeccionadas por reeducandos pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O esforço em ajudar o próximo também contempla a iniciativa privada: a loja Puket doou 200 cobertores e foram reunidas 1.200 doações na 32ª edição da Expotchê.

    Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio do Buriti e o Anexo, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079. 
     

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

  • Gama ultrapassa 7 mil novas luminárias de LED e já tem 70% da cidade modernizada

    Gama ultrapassa 7 mil novas luminárias de LED e já tem 70% da cidade modernizada

    O Gama desponta como uma das regiões com maior número de intervenções quando se fala de modernização da iluminação pública. De janeiro a junho deste ano, mais de 7 mil luminárias de LED foram instaladas pela CEB IPes na cidade, que já conta com quase 70% de sua rede de iluminação convertida para a nova tecnologia.

    As substituições de luminárias de vapor por modelos LED fazem parte do plano de modernização da empresa, que prevê melhorias na eficiência energética, economia de recursos e aumento na sensação de segurança nas áreas urbanas. Somente neste semestre, trechos estratégicos foram contemplados, como a Avenida Contorno, a região próxima ao Hospital Regional do Gama (HRG) e partes da DF-290.

    Outros setores também foram beneficiados, incluindo a DF-001, na área Alfa; o Setor Sul; o Setor Norte; e praticamente toda a extensão do Setor Leste — da quadra 1 à 43 e da 48 à 50.

    “Estamos avançando com responsabilidade e planejamento técnico. A iluminação de LED transforma a paisagem urbana e traz mais segurança para a população”, afirma o diretor de Modernização de Obras da CEB Ipes, Mauro Landim.

    *Com informações da CEB IPes

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Gilberto Alves/CEB Ipes

  • “Israel todo está sob ataque” por mísseis do Irã, dizem forças israelenses

    “Israel todo está sob ataque” por mísseis do Irã, dizem forças israelenses

    Explosões foram ouvidas sobre Tel Aviv e Jerusalém enquanto sirenes soavam na noite da sexta-feira (13) em todo Israel, após o que o porta-voz militar do país disse ter sido o lançamento de mísseis do Irã.

    “Todo Israel está sob ataque” por projéteis iranianos, disse as Forças de Defesa de Israel no X.

    Saiba o que aconteceu

    Israel lançou um ataque sem precedentes contra o Irã na manhã desta sexta-feira (13), visando o centro do programa nuclear do país e altos líderes militares.

    O Irã iniciou sua retaliação logo em seguida, aumentando novamente os temores de um conflito mais amplo no Oriente Médio, enquanto países ao redor do mundo pedem a ambos os lados que reduzam a tensão.

    Como foi o ataque

    Israel utilizou 200 caças em seu ataque, lançando mais de 330 “munições diversas” e atingindo mais de 100 alvos em todo o Irã, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF na sigla em inglês).

    O ataque está em andamento, informou a IDF — com uma fonte militar afirmando à CNN Internacional anteriormente: “Este não é um ataque de um dia”.

    Alvos iranianos

    A ofensiva teve como alvo os principais líderes militares do Irã, assim como cientistas nucleares de alto escalão, conforme uma fonte de segurança israelense.

    A maior instalação de enriquecimento de urânio do Irã, a instalação nuclear de Natanz, foi atingida — mas não houve nenhum aumento nos níveis de radiação detectado, afirmou o órgão de vigilância nuclear da ONU.

    Retaliação iraniana

    Teerã respondeu disparando mais de 100 drones em direção ao território israelense, segundo as Forças de Defesa de Israel. As IDF afirmaram que as defesas israelenses estavam trabalhando para interceptar os drones.

    Reações globais

    Países ao redor do mundo, incluindo Omã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Grã-Bretanha, Austrália e Nova Zelândia, expressaram alarme — com alguns criticando os ataques israelenses como uma escalada.

    A maioria está instando os dois países a reduzir a tensão e manter a estabilidade na região.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: Reprodução CNN Brasil

  • Combate à ilegalidade de combustíveis dobraria arrecadação da MP do governo

    Combate à ilegalidade de combustíveis dobraria arrecadação da MP do governo

    A União e os entes federativos deixam de arrecadar R$ 29 bilhões por ano devido às irregularidades no setor de combustíveis, segundo dados do Instituto Combustível Legal (ICL).

    O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (12) que as alternativas à alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) vão gerar arrecadação de R$ 31 bilhões até 2026. O montante é quase a metade da perda tributária em razão de atividades ilegais no setor de combustíveis, que seria de R$ 58 bilhões até o fim do próximo ano.

    O ICL destaca que dos R$ 29 bilhões perdidos anualmente, R$ 14 bi são referentes a fraudes tributárias, como sonegação (declaração fictícia dos tributos, venda sem nota fiscal, venda interestadual fictícia, desvio de finalidade nas importações e exportações) e inadimplência (empresas de fachada, devedores contumazes, lavagem de dinheiro).

    Os outros R$ 15 bilhões são provenientes de fraudes operacionais relacionadas aos combustíveis, como roubo e furto de cargas, adulteração e fraude de qualidade, fraude volumétrica, formuladoras e batedeiras clandestinas, além de postos piratas.

    “São perdas anuais de arrecadação no âmbito federal e estadual, com o não recolhimento do ICMS e de outros tributos. Percebemos que a fraude tributária diminuiu com novas legislações, como a da monofasia do diesel e da gasolina, que dificultam a sonegação, mas a fraude operacional aumentou”, afirmou Emerson Kapaz, presidente do ICL.

    Segundo Kapaz, a estrutura do crime organizado no setor de combustíveis já ultrapassa a atuação nos postos clandestinos. Atualmente, organizações criminosas também atuam em distribuidoras, além de utilizarem maquininhas de fintechs e até produzirem bombas.

    “O dinheiro que eles retiram do mercado, por meio da sonegação e inadimplência, é reinvestido em novos mecanismos irregulares, comprando rede de postos, distribuidoras e até mesmo refinarias e formuladoras. Tudo para dificultar o acompanhamento do dinheiro ilícito. Este capital é retroalimentando por grupos criminosos organizados, possibilitando lavagem de dinheiro e prejudicando todo o mercado”, disse Carlo Faccio, diretor-executivo do ICL.

    Alternativas ao IOF

    A Fazenda detalhou nesta quinta as estimativas de arrecadação com a medida provisória publicada para ajudar o governo na tentativa de zerar o déficit neste ano e buscar superávit primário em 2026.

    Dos R$ 31 bilhões esperados no total, cerca de R$ 10,5 bilhões devem ser arrecadados em 2025 e outros R$ 20,9 bilhões em 2026.

    Veja o detalhamento por medida

    2025

    • Taxação de apostas de quota fixa: R$ 284,94 milhões
    • Alíquota da CSLL: R$ 263,07 milhões;
    • Compensação de tributos: R$ 10 bilhões;
    • Total: R$ 10,5 bilhões.

    2026

    • Revogação isenção TVM: R$ 2,6 bilhões;
    • Taxação de apostas de quota fixa: R$ 1,7 bilhão;
    • Alíquota da CSLL: R$ 1,6 bilhão;
    • JCP (juros sobre capital próprio): R$ 4,99 bilhões;
    • Compensação de tributos: R$ 10 bilhões;
    • Total: R$ 20,9 bilhões.

    Por Por Brasília

    Fonte CNN Brasil

    Foto: REUTERS/Adriano Machado

  • GDF firma nova parceria para reforma de espaço urbano no Gama

    GDF firma nova parceria para reforma de espaço urbano no Gama

    O programa Adote uma Praça ganha mais um importante parceiro: o Gama Comercial Limitada, grupo do supermercado Vivendas. Na manhã dessa sexta-feira (13), no gabinete do scretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, foi assinado o termo de cooperação com o GDF para a adoção e manutenção de um espaço urbano localizado na Região Administrativa do Gama, em uma área total de 731,75 m².

    O projeto, estimado em R$ 40 mil, prevê uma série de ações de manutenção, reforma e conservação do espaço, com foco na melhoria da qualidade urbana, no bem-estar da comunidade e no desenvolvimento local.

    Entre os serviços previstos estão a limpeza da área, cuidados com o gramado e arborização, preservação das calçadas com acessibilidade para os pedestres e áreas de convivência com bancos de concreto, além da manutenção de bocas de lobo para prevenção de alagamentos. Também estão incluídas melhorias em iluminação e estacionamento, contribuindo para a segurança e funcionalidade do espaço público. A expectativa é que a adoção contribua de forma significativa para um aumento da qualidade de vida da população local.

    “Essa iniciativa representa mais do que a adoção de um espaço público. É um gesto de cidadania. Parcerias como essa mostram que quando o setor privado se une ao poder público, todos ganham: a cidade, a população, o comércio local” , afirmou o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira.

    A proposta aprovada pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF) e pela Administração Regional do Gama segue os critérios estabelecidos pelo decreto distrital nº 39.690/2019, que regulamenta o programa.

    Além da melhoria na paisagem urbana, a ação visa a fortalecer o sentimento de pertencimento da iniciativa privada e estimular o uso comunitário e consciente da praça.

    *Com informações da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF)

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Sepe-DF

  • Escândalo! Alvo de espionagem por rede ligada a ministérios de Lula, deputado de Goiás denuncia perseguição política paga com dinheiro público e toma providências

    Escândalo! Alvo de espionagem por rede ligada a ministérios de Lula, deputado de Goiás denuncia perseguição política paga com dinheiro público e toma providências

    Escândalo! Alvo de espionagem por rede ligada a ministérios de Lula, deputado de Goiás denuncia perseguição política paga com dinheiro públi…

    Escândalo! Alvo de espionagem por rede ligada a ministérios de Lula, deputado de Goiás denuncia perseguição política paga com dinheiro público e toma providências
    O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) está na linha de frente de uma grave denúncia que escandaliza o país: a revelação de que o governo federal, através de um projeto chamado Rede Minerva, estaria usando dinheiro público — mais de R$ 54 milhões — para monitorar e perseguir parlamentares da oposição e influenciadores digitais que se opõem ao atual governo.
    Documentos oficiais obtidos pelo jornal Estadão evidenciam que o projeto, financiado por órgãos públicos como o Ministério da Justiça, Ministério da Saúde e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tem como fachada o suposto “combate à desinformação”. No entanto, as atividades desenvolvidas incluem diretamente o monitoramento de perfis, redes sociais e publicações de parlamentares como o próprio Gustavo Gayer, além de outros nomes da oposição.
    “O que está acontecendo é gravíssimo. 

    O governo Lula montou uma verdadeira máquina de perseguição política, paga com dinheiro do contribuinte, para vigiar e tentar calar parlamentares que fazem oposição. Isso sim não é um verdadeiro atentado contra a democracia e contra a liberdade de expressão?”, questionou Gayer.
    As informações dão conta de que a Rede Minerva, vinculada ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) — do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação — teria entre os alvos do monitoramento estão perfis e redes de Gustavo Gayer, Carlos Jordy (RJ) e Julia Zanatta (SC), todos do Partido Liberal (PL). E alegam ainda que “a verba que banca os projetos da rede vem do Ministério da Saúde (R$ 12,1 milhões) e do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), ligado ao Ministério da Justiça (R$ 42 milhões)”.
    Mais grave ainda: o projeto envolve contratos milionários, contratações sem critérios técnicos e até autopagamentos. O diretor do Ibict, Tiago Braga, se concedeu, de acordo com os dados veiculados, uma bolsa de R$ 7 mil — ele mesmo assinando como coordenador e beneficiário. Além disso, um ex-servidor da Secretaria de Comunicação do governo Lula, sem sequer possuir ensino superior, teria sido contratado com salário de R$ 15 mil para atuar como gerente de mídias sociais, em um projeto que sequer tem redes sociais ativas.
    Deputado leage e leva o Caso ao TCU e à Câmara
    Diante dos fatos, Gustavo Gayer, citado como um dos parlamentares monitorados pela Rede Minerva, tomou uma série de providências oficiais:
    • Apresentou um requerimento de convocação do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), Sidônio Palmeira, para que preste esclarecimentos formais sobre o caso na Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados.
    • Protocolou dois pedidos de informações oficiais tanto à SECOM quanto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), exigindo detalhes sobre os contratos, os responsáveis, os critérios de contratação, as atividades desenvolvidas e a relação direta da SECOM com a criação da Rede Minerva.
    • Ingressou com uma representação formal no Tribunal de Contas da União (TCU), solicitando uma auditoria especial sobre o uso dos recursos, os indícios de favorecimento pessoal, a falta de transparência e os indícios claros de desvio de finalidade, configurando possível perseguição político-partidária disfarçada de política público.

  • Bombeiros do DF representarão o Brasil no World Police and Fire Games 2025, nos EUA

    Bombeiros do DF representarão o Brasil no World Police and Fire Games 2025, nos EUA

    O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) participará dos Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros (World Police and Fire Games/ WPFG) 2025, do dia 27 deste mês a 6 de julho, em Birmingham, nos Estados Unidos. Reconhecido como o segundo maior evento esportivo do mundo em número de atletas, o WPFG reúne profissionais da segurança pública e dos serviços de emergência de diversos países em uma celebração do esporte, da união e da superação.

    Na última edição, em 2023, 141 bombeiros atletas trouxeram para casa 124 medalhas nas mais diversas modalidades. Neste ano, serão 180 militares inscritos em mais de 23 modalidades, levando o nome de Brasília e do Brasil com garra, técnica e dedicação.

    “A delegação é formada por homens e mulheres que traduzem, em cada competição, os valores da nossa corporação: disciplina, coragem, excelência e compromisso com a sociedade”, afirma o coronel A. Barcelos, comandante-geral do CBMDF. “Essa participação também reforça nosso investimento contínuo na valorização e no desenvolvimento integral dos nossos militares.”

    O envio da delegação conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), que reconhece o esporte como ferramenta essencial de saúde, integração e desenvolvimento profissional para os militares. Antes do embarque, os atletas participarão de uma última reunião de alinhamento, marcada para o dia 17, às 9h, ocasião na qual receberão os novos uniformes esportivos.

    *Com informações do CBMDF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

  • Para Steve Jobs, “a inovação distingue entre um líder e um seguidor”

    Para Steve Jobs, “a inovação distingue entre um líder e um seguidor”

    Steve Jobs, criador da Apple, começou sua empresa na garagem dos pais em 1976. Sua história definitivamente não foi linear: foi afastado da empresa em 1985, retornou para salvá-la da quase falência em 1997 e, quando faleceu, em outubro de 2011, havia transformado a Apple na empresa mais valiosa do mundo.

    Sua ilustre carreira deixa uma série de aprendizados que vão desde a revolução na indústria da música com o iPod, passando pelos celulares com o iPhone, até o cinema com os estúdios Pixar. 

    Jobs também redefiniu o mercado editorial com o iBooks e ajudou a popularizar os serviços de assinatura digital. Em todos esses momentos, uma frase permeia seu legado: “a inovação distingue entre um líder e um seguidor.”

    O crescimento de um líder
    O primeiro produto vendido por Jobs e Steve Wozniak, outro criador da Apple, foi o Apple I, um kit para montar um computador pessoal. A partir disso, a empresa começou a crescer e, em 1979, a Apple já acumulava mais de 5 milhões de dólares em lucro líquido, graças ao sucesso do Apple II.

    Quando a Apple abriu capital em 1980, a dinâmica da empresa já estava basicamente estabelecida. Steve Jobs era o visionário inflamado, com um estilo de gestão intenso e muitas vezes combativo. Porém, mesmo com seu papel central, Jobs acabou sendo demitido de seu cargo.

    Mas em 1985, a trajetória de Jobs foi interrompida dentro da própria companhia. Após disputas internas, ele foi afastado de seu cargo — um baque pessoal que se transformaria, anos depois, em um dos maiores retornos da história empresarial.

    Aberto para inovação
    Frente a isso, o empresário se reinventou. Em 1986, Jobs comprou uma participação majoritária em uma empresa chamada Pixar, então pertencente a George Lucas. A empresa enfrentava dificuldades, mas seu eventual sucesso com animações digitais levou a uma oferta pública inicial (IPO) que rendeu a Jobs cerca de 1 bilhão de dólares.

    Seu sucesso e sua caminhada o levaram de volta à Apple em 1996, quando a empresa enfrentava uma crise financeira. Novamente, Jobs apostou na inovação: investiu em publicidade, reposicionou os produtos que a empresa já oferecia e, em seguida, lançou uma sequência de sucessos. 

    Ao falecer em outubro de 2011, deixou a Apple como a empresa mais valiosa do mundo. Mas o valor de sua liderança vai além do número em uma planilha: está na cultura de inovação que inspirou gerações de empreendedores, gestores e profissionais de todas as áreas.

    Por Por Brasília

    Fonte Exame.

    Foto: Rick Smolan/Against All Odds Productions/Reprodução

  • Programa para reduzir infecções em cirurgias é estendido para o Hospital de Santa Maria

    Programa para reduzir infecções em cirurgias é estendido para o Hospital de Santa Maria

    O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), lançou nesta quinta-feira (12), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc). O objetivo é diminuir complicações pós-operatórias e promover uma recuperação mais rápida e segura aos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos.

    Idealizado pelo infectologista Julival Ribeiro, chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (Nucih) do Hospital de Base (HBDF), o programa vem despertando interesse de profissionais e instituições de saúde de outros estados, que já buscam replicar a iniciativa. “Fomos convidados a falar sobre o Prisc em várias regiões do Brasil. Essas medidas simples, sem custos adicionais, podem ser implementadas em qualquer unidade do SUS. A segurança do paciente deve estar sempre em primeiro lugar”, destaca Julival.

    O Prisc reúne ações coordenadas de prevenção, capacitação e monitoramento. Entre as principais medidas estão a prevenção pré-operatória eficiente, técnicas cirúrgicas seguras, uso adequado de antibióticos profiláticos, controle da temperatura corporal e glicemia, além de boas práticas no cuidado pós-operatório, tanto por parte das equipes quanto dos próprios pacientes.

    O objetivo é diminuir o índice de infecções e o tempo de internação. “Nosso desafio é reduzir em 30% a taxa de infecção cirúrgica do hospital no período de seis meses, ou seja, até dezembro”, explica o infectologista Daniel Pompetti, do HRSM.

    Julival Ribeiro lembra que o programa é resultado de mais de um ano de trabalho, com apoio de especialistas internacionais, incluindo o cirurgião Atul Gawande, da Universidade de Harvard (EUA) e da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), que esteve no Hospital de Base e já aplicou estratégias semelhantes com sucesso na África.

    Durante o lançamento no HRSM, os gestores assinaram um painel em compromisso com a implementação do Prisc. Para a superintendente da unidade, Eliane Abreu, é essencial que todos se vejam como agentes de mudança. “A infecção não é um problema só do controle hospitalar, mas de quem a produz. O maior benefício do Prisc é entregar o paciente em melhores condições e prevenir infecções evitáveis”, afirma.

    A chefe do Nucih do HRSM, Aldyennes Carvalho, comemora o lançamento oficial do projeto, que é resultado da parceria iniciada em 2024 entre os núcleos de controle de infecção hospitalar do Hospital de Base e do HRSM. Segundo ela, é um marco na trajetória de fortalecimento das práticas de segurança do paciente. “Com essa iniciativa, o HRSM reafirma seu compromisso com a qualidade assistencial, adotando estratégias baseadas em evidências para a redução de infecções e a promoção de um cuidado cada vez mais seguro e eficiente”, avalia.

    A enfermeira Érica de Souza, do centro cirúrgico, acredita que o Prisc é uma ferramenta importante para evitar intervenções adicionais e garantir maior segurança ao paciente. “São medidas fáceis de aplicar no dia a dia, sem custo adicional e que salvam vidas”, reforça.

    Já Jirlane Gomes, enfermeira do centro cirúrgico-obstétrico, ressalta o trabalho conjunto com o Nucih para garantir cuidados como higienização das mãos e superfícies, banho pré-operatório, uso correto de antissépticos e o respeito ao tempo necessário de ação dos produtos antes da incisão. “Essas ações, quando aplicadas corretamente, reduzem significativamente os riscos de infecção”, completa.

    *Com informações do IgesDF

    Por Por Brasília

    Fonte Agência Brasília

    Foto: Alberto Ruy/IgesDF