Dia: 19 de maio de 2025

  • Lançado edital para contratação temporária de 150 brigadistas florestais

    Lançado edital para contratação temporária de 150 brigadistas florestais Serão 30 vagas para chefes de esquadrão e 120 para brigadistas de p…

    Lançado edital para contratação temporária de 150 brigadistas florestais
    Serão 30 vagas para chefes de esquadrão e 120 para brigadistas de prevenção e combate a incêndios
    O Instituto Brasília Ambiental lançou, nesta segunda-feira (19), o edital para processo seletivo visando à contratação temporária de 150 profissionais para atuar na prevenção e combate aos incêndios florestais, e no Manejo Integrado do Fogo. As inscrições são gratuitas e estarão abertas da zero hora do dia 26 até as 23h59 do dia 27 deste mês, por meio de um formulário online disponível no site oficial do órgão. Todos os candidatos devem ter idade mínima de 18 anos.Meta é contratar, neste ano, 150 brigadistas, ampliando o combate a incêndios florestais no DF | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

    A expectativa é a contratação de 30 chefes de esquadrão e 120 brigadistas florestais por um período de dois anos, além da formação de um cadastro reserva com 75 vagas. O processo seletivo consiste em quatro etapas que são eliminatórias e classificatórias: análise curricular, Teste de Aptidão Física (TAF), Teste de Habilidades no Uso de Ferramentas Agrícolas (Thufa) e curso de formação de brigadas em prevenção e combate a incêndios florestais.

    A remuneração para o cargo de chefe de esquadrão é de R$ 3.795, acrescida do adicional de periculosidade no valor de R$ 379,50. A jornada de trabalho é de 12 horas, com 36 horas de descanso, ou 40 horas semanais, a critério da administração, em turno a ser definido pelo Brasília Ambiental. O intervalo intrajornada é de uma hora. Para concorrer a essa vaga, é necessário possuir ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria B ou superior.

    O trabalho

    Para o cargo de brigadista de prevenção e combate a incêndios florestais, a única exigência é a alfabetização. A remuneração é de R$ 3.036, além de R$ 303,60 de adicional de periculosidade. A jornada de trabalho para essa função é semelhante à do chefe de esquadrão: ambos os cargos oferecem como benefícios seguro de vida e cobertura contra acidentes.

    A expectativa é contratar 150 brigadistas em 2025, número que se mantém equivalente ao dos anos anteriores. Esses profissionais terão um papel fundamental no combate a incêndios florestais, e estarão envolvidos em ações de prevenção e manejo integrado do fogo nas unidades de conservação do Distrito Federal, ao longo da vigência do contrato.

    O diferencial deste ano deste ano é que o Brasília Ambiental ampliou a duração dos contratos de trabalho para dois anos, com foco na inclusão de pessoas que ainda não fizeram o curso de brigadista florestal, já que o processo seletivo inclui oferta gratuita de formação específica como uma das etapas.

    Ampliação

    “Estamos empenhados em ampliar nossa capacidade de resposta e também em democratizar o acesso ao processo seletivo”, enfatiza o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “Oferecer o curso de formação dentro da seleção é garantir mais oportunidades a quem quer contribuir com a preservação do Cerrado.”

    Em 2024, o Relatório de Área Queimada registrou 58 áreas atingidas por incêndios, incluindo parques e unidades de conservação. O relatório apontou 583 registros de incêndios florestais (RIFs) ao longo do ano. Ao todo, 2.754,49 hectares foram consumidos pelo fogo. Apesar do alto número de ocorrências em comparação com anos anteriores, a área afetada permaneceu dentro da média histórica, evidenciando a eficácia da resposta rápida dos brigadistas florestais contratados para a temporada.

    “A contratação de brigadistas é fundamental para fortalecermos as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais, protegendo nosso meio ambiente e garantindo a segurança da população”, reforça a vice-governadora Celina Leão.

    Comissão avaliadora

    Neste ano, não será necessário entregar documentos físicos nesta etapa. A análise curricular será feita por membros da comissão avaliadora, que validarão as informações e examinarão os documentos pessoais, a formação acadêmica, os cursos de capacitação e as experiências profissionais, classificando os candidatos conforme a pontuação estabelecida no edital.

    Esta ação faz parte do engajamento do do Brasília Ambiental no âmbito do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif), coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF). Confira o edital.

    As inscrições estão disponíveis neste link.

    *Com informações do Brasília Ambiental

  • Hermeto enfrenta avanço da violência contra a mulher no DF com leis e recursos para proteção feminina

    Hermeto enfrenta avanço da violência contra a mulher no DF com leis e recursos para proteção feminina Por Vanessa de Araújo O Distrito Feder…

    Hermeto enfrenta avanço da violência contra a mulher no DF com leis e recursos para proteção feminina

    Por Vanessa de Araújo


    O Distrito Federal vive dias de luto e indignação com o registro de dois casos de feminicídio em menos de 24 horas. No domingo, 18 de maio de 2025, Vanessa da Conceição Sousa, de 32 anos, foi assassinada a facadas dentro de casa em Samambaia. O principal suspeito é seu companheiro, que fugiu após o crime.
    Na manhã de hoje, 19 de maio, Liliane Cristina, de 33 anos, também foi morta a facadas em Ceilândia.

    Um dos filhos da vítima, de apenas 11 anos, tentou defendê-la e ficou ferido. Os casos estão sendo investigados como feminicídio pela Polícia Civil do DF e acenderam o alerta para a urgência de medidas mais eficazes contra a violência de gênero.
    Diante desse cenário, o deputado distrital Hermeto (MDB) tem reforçado sua atuação com projetos de lei e destinação de recursos voltados à proteção e ao empoderamento das mulheres do DF. 

    Uma de suas iniciativas mais importantes é o Projeto de Lei nº 1687/2025, que propõe a criação de Centros Regionais de Apoio Psicológico e Jurídico para Mulheres Vítimas de Violência, visando oferecer suporte integral às vítimas.
    Além da atuação legislativa, Hermeto tem destinado recursos para projetos sociais que fortalecem a autonomia econômica e emocional das mulheres. Entre eles, destaca-se o apoio ao projeto Costurando o Futuro, em Brazlândia, que oferece capacitação profissional e geração de renda por meio da costura.
    Outra iniciativa apoiada pelo parlamentar é o projeto Jornada da Mulher Trabalhadora, que promove cursos profissionalizantes e oficinas para mulheres em situação de vulnerabilidade. O objetivo é proporcionar não apenas acolhimento, mas também ferramentas para o fortalecimento pessoal e profissional.
    Hermeto também é idealizador do projeto de lei para Mulheres 40+, voltado especificamente para mulheres a partir dos 40 anos, com foco em capacitação, reinserção no mercado de trabalho e valorização da autoestima. 

    A iniciativa busca combater a invisibilidade social que muitas mulheres enfrentam ao chegar nessa fase da vida.
    Com essas ações, o deputado busca ampliar a rede de proteção e oferecer alternativas concretas para que mais mulheres possam sair de ciclos de violência e conquistar independência. “Não basta punir os agressores, é preciso investir na prevenção e no fortalecimento das mulheres. Isso se faz com políticas públicas, com projetos de base e com presença nas comunidades”, declarou Hermeto em suas redes sociais.
    A crescente onda de feminicídios no Distrito Federal reforça a urgência de políticas integradas e permanentes de enfrentamento à violência de gênero, e a atuação de parlamentares comprometidos com essa causa é essencial para promover mudanças estruturais e salvar vidas.

  • Lula quer colocar o irmão Frei Chico para arder no fogo dos infernos

    Lula quer colocar o irmão Frei Chico para arder no fogo dos infernos

      Frei Chico lidera a longa lista de convocados da possível CPI da Roubalheira dos Aposentados. Aos 83, o irmão de Lula pode ser a chave par…

     

    Frei Chico lidera a longa lista de convocados da possível CPI da Roubalheira dos Aposentados. Aos 83, o irmão de Lula pode ser a chave para desvendar o escândalo bilionário no INSS

    O presidente Luis Inácio Lula da Silva começou a orientar o PT no Congresso Nacional a concordar com a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o desvio de recursos de aposentados e pensionistas, um esquema que já acumula R$ 6,3 bilhões em fraudes no Brasil.

    O sinal verde de Lula para que deputados e senadores petistas apoiem a iniciativa, proposta pelo deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), pode colocar seu irmão, José Ferreira da Silva, mais conhecido como Frei Chico, em uma situação delicada.

    A oposição já reuniu as assinaturas necessárias para a tramitação da CPI, e o Frei Chico integra o primeiro nome da lista de convocados. Ele seria o início do fio da meada que irá desnudar a quadrilha que operava dentro do INSS com o conhecimento do ex-ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.

    Frei Chico, aos 83 anos, é uma figura central na investigação por ser diretor do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), uma das 11 entidades suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal revelam que o Sindnapi arrecadou mais de R$ 300 milhões entre 2019 e 2024, com R$ 90 milhões somente em 2023, muitas vezes por meio de descontos não autorizados nas aposentadorias e pensões dos beneficiários.

    Apesar de não haver provas diretas de seu envolvimento pessoal nas fraudes, a posição de liderança de Frei Chico no sindicato o torna um alvo inevitável da CPI.

    Em 2019, ele já havia sido citado na Operação Lava Jato, mas a Justiça rejeitou a denúncia por falta de provas, o que não impediu que seu nome voltasse à tona agora.

    A decisão de Lula de apoiar a CPI, mesmo às custas de colocar o irmão para arder no fogo dos infernos, parece uma jogada calculada para reverter impopularidade e pavimentar o caminho para a reeleição em 2026.

    Crédito Radar-DF

  • Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

    Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

     

      Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde Com ações de acolhimento e atendimentos itinerantes, busca…

    Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

    Com ações de acolhimento e atendimentos itinerantes, busca por atendimento em unidades básicas de saúde e outras estruturas aumentaram, conforme consta em pesquisa divulgada pelo governo em abril deste ano
    Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) apontou um aumento de quase 90% no acesso de pessoas em situação de rua aos serviços públicos de saúde do Distrito Federal. O estudo também registra uma redução nos relatos sobre problemas de saúde em comparação ao Censo de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações constam na Pesquisa Pop Rua, divulgada pelo Governo do DF (GDF) em abril deste ano.

    Equipe do Consultório na Rua em ação: de 2024 até março deste ano, foram quase 16,5 mil atendimentos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Segundo o estudo, entre os avanços observados, a proporção de pessoas em situação de rua que utilizaram as unidades básicas de saúde (UBSs) saltou de 36,7% para 51,7%. Já o atendimento em unidades de pronto atendimento (UPAs) e em hospitais passou de 20,7% para 36,9%.

    O levantamento mostra, ainda, maior acesso desse público às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), responsáveis também pela oferta de suporte em saúde mental. Segundo a pesquisa, a procura subiu de 18,6% para 28,7%. Já nos centros Pop, que prestam apoio social a essa população, foi registrado um aumento de 2,1% no atendimento.

    “Cada atendimento registrado representa uma vida que foi acolhida, escutada e cuidada”, afirma o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Estamos falando de pessoas que, por muito tempo, estiveram invisíveis ao poder público. Esses avanços mostram que estamos no caminho certo ao levar saúde, alimentação e dignidade a quem mais precisa. O trabalho das equipes do Consultório na Rua e a oferta de refeições nos restaurantes comunitários são exemplos de uma política pública que enxerga o ser humano antes da sua condição social.”

    Consultório na Rua

    Entre as ações integradas deste GDF que contribuíram para ampliar o acesso desta população à saúde pública, está o trabalho das equipes do Consultório na Rua, que prestaram mais de 10 mil atendimentos em 2024 e quase 16,5 mil entre o ano passado e março deste ano. “Todo o DF está coberto pela ação dessas equipes, e está no nosso planejamento continuar ampliando o número de profissionais que atuam nesses grupos”, reforça o diretor das Áreas Estratégicas da Atenção Primária, Afonso Abreu Mendes Junior.

    Na avaliação do gestor, a ampliação da cobertura das equipes foi determinante para melhorar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde: “Além das equipes da Estratégia em Saúde da Família, esse novo dispositivo veio como um reforço essencial. Acreditamos que o aumento da cobertura das equipes do Consultório na Rua foi um fator primordial para garantir esse acesso”.

    As equipes tiveram acesso a uma nota técnica elaborada para orientações detalhadas sobre o atendimento a ser ofertado. “Também ofertamos um curso voltado a gestores e profissionais de todas as regiões para uma atuação focada em acesso e equidade”, informa Mendes Junior. “Precisamos lembrar que a pessoa em situação de rua é usuária do SUS como eu, como você. Ela precisa – e deve – ser atendida”.

    Acolhimento e cuidado

     

    A médica de família Samanta Hosokawa lembra que o Consultório de Rua faz acompanhamento integral: “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento”

    Uma das ações mais recentes do programa ocorreu na quarta-feira (14), em Águas Claras e em Arniqueira. “Atendemos em vários pontos da Região Sudoeste de Saúde”, relata a médica de família Samanta Hosokawa. “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional – enfermeiro, técnicas de enfermagem, dentista, assistente social, psicólogo – para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento”.

    Segundo a profissional de saúde, o trabalho das equipes do Consultório na Rua vai além do atendimento inicial: elas garantem o acompanhamento integral dos pacientes, mesmo diante dos desafios impostos pela vulnerabilidade social.

    “Levamos testagens rápidas para ISTs, teste de gravidez, vacinas, medicamentos e fazemos encaminhamentos via Sisreg [Sistema Nacional de Regulação] para a atenção secundária, quando necessário”, detalha. “Muitos precisam de exames de imagem ou atendimento com especialistas, e nós regulamos e acompanhamos tudo isso. Como muitos não têm telefone, ficamos atentos ao sistema; e, assim que a vaga sai, voltamos até eles para entregar as chaves do atendimento.”

    Atendimento acolhedor

     

    Ronaldo Nascimento já foi atendido pelas equipes do Consultório na Rua: . “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Eles fazem encaminhamento, acompanham”

    Para quem está nas ruas, o acolhimento e o cuidado das equipes de saúde fazem toda a diferença. Aos 50 anos, Ronaldo Nascimento vive em situação de rua desde 2006 e, com a ajuda da Secretaria de Saúde (SES-DF) foi internado para tratar uma tuberculose. “Para mim, foi importante demais”, conta. “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Me trataram superbem, nunca imaginei que teria esse atendimento morando na rua. Eles fazem encaminhamento, acompanham. Agora estou em busca de tratamento para dependência química”.

     

    Alexandre Soares: “Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado”


    Outro que reconhece a importância dos serviços é Alexandre Soares, 51. “Tem me ajudado bastante. Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Aqui sou atendido com carinho e muito mais rápido. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado”, explica.

    Assistência social

    Ampliar o acesso ao diagnóstico também significa aumentar as chances de tratamento e recuperação. É o que revela a pesquisa: embora os relatos de ansiedade e depressão ainda representem 28,6% das queixas entre a população em situação de rua, houve uma queda de 9,1% em relação a 2022. Já problemas de saúde bucal diminuíram 27,6%, e as dores crônicas tiveram redução de 19,8%.

    Outro avanço importante apontado pela pesquisa foi o aumento da oferta de refeições gratuitas para pessoas em situação de rua em todos os restaurantes comunitários do DF. O acesso a esse serviço subiu de 35,6% em 2022 para 54,7% em 2025. Entre janeiro de 2024 e março deste ano, foram servidas 1.607.493 refeições.

    Por Victor Fuzeira, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

  • Dia Mundial da Diversidade Cultural vai agitar a Praça dos Três Poderes

    Dia Mundial da Diversidade Cultural vai agitar a Praça dos Três Poderes

     

      Dia Mundial da Diversidade Cultural vai agitar a Praça dos Três Poderes Bell Marques, Ana Castela e Frejat estão entre as atrações gratuit…

    Dia Mundial da Diversidade Cultural vai agitar a Praça dos Três Poderes

    Bell Marques, Ana Castela e Frejat estão entre as atrações gratuitas programadas para quarta-feira
    Na próxima quarta-feira (21), a Praça dos Três Poderes será palco para a celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, numa iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Instituto Integra Mais Um. Gratuito e aberto ao público, o evento reunirá grandes nomes da música brasileira, entre outras atrações que simbolizam a pluralidade de estilos e tradições. Maria Gadú e Frejat estão entre as atrações confirmadas para o palco da Praça dos Três Poderes | Imagem: Divulgação/Secec-DF

    De acordo com os organizadores, a programação foi pensada para celebrar a data promovendo diálogo intercultural e defesa da democracia como fator de fortalecimento e reconhecimento da diversidade, por meio de distintas manifestações artísticas, tradições e saberes que compõem o patrimônio cultural da humanidade. A ação, que tem parceria de mídia com o Portal Metrópoles, é totalmente gratuita. O valor do edital de chamamento foi de R$ 3,5 milhões.

    “Nosso objetivo é democratizar a arte e a cultura, incentivar o intercâmbio cultural e a formação de públicos, além de impulsionar a cadeia produtiva da cultura em diversos níveis”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “A programação inclui um conjunto de atividades formativas que reforçam a diversidade cultural, o desenvolvimento e a economia criativa.”

    O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, reforça: “Celebrar a diversidade cultural é reafirmar o compromisso com os direitos humanos, com a inclusão e com o respeito às múltiplas identidades que compõem nossa sociedade. Essa iniciativa vai além do entretenimento: ela representa um espaço de reconhecimento, diálogo e construção coletiva. E a parceria do GDF com o STF nessa celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural é um sinal claro de que a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva passa também pela valorização da cultura”.

    As atividades previstas na programação incluem oficinas, rodas de bate-papo e ações de mediação artística em paralelo aos shows, oferecendo espaço para debates sobre diversidade cultural e economia criativa. “Ao reunir diferentes expressões artísticas e promover o diálogo intercultural, reforçamos, juntos, os pilares da democracia e da cidadania”, pontua Gustavo Rocha.

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    Para garantir conforto e segurança ao público, o acesso será regulado por meio de ingressos obtidos pela plataforma Sympla (limitados a um por CPF). A revista de entrada será realizada pela Polícia Militar do DF e por uma equipe de segurança privada. Haverá praça de alimentação interna e pontos de venda autorizados nas imediações, além de área reservada para pessoas com deficiência (PcDs).

    Confira abaixo a programação.

    Salão de Exposição Cultural
    → 9h – Abertura dos espaços de exposição de artesanato, gastronomia e demais estruturas
    → 10h30 – Palestra de Lucas Grooveonline com o tema “Diversidade cultural na internet”
    → 14h – Palestra de Eclen Souza, com o tema “Importância da diversidade cultural para a economia criativa”
    → 15h30 – Bate-papo com Anderson Quack, Humberto Lúcio e convidados. Tema: “Diversidade cultural e a defesa da democracia, povos tradicionais e o Cerrado”
    → 16h30 – Palestra de Preto Zezé, com o tema “Cultura e a Economia Criativa”

    Salão da Diversidade
    → 12h – Samba News
    → 13h – Catira e moda de viola / Clube do Violeiro Caipira
    → 14h – Boi de Seu Teodoro
    → 15h – Banda Lúpulo
    → 16h – Banda Quatro Estações

    Palco
    → 18h – Maria Gadú
    → 19h10 – Ana Castela
    → 20h50 – Diogo Nogueira
    → 22h30 – Bell Marques
    → 00h20 – Frejat

    Outras atividades
    → Das 9h às 20h, exposição de artesanato produzido no DF
    → Das 11h à meia-noite, gastronomia
    → 14h – Graffiti, com artistas da cidade / Batalha de rimas, com os MCs Dudu Mano, Alves e Augusto Metralha Serviço
    * Ingressos devem ser retirados, gratuitamente, na plataforma Sympla (um por CPF).

     

    Dia Mundial da Diversidade Cultural vai agitar a Praça dos Três Poderes

  • Espaço na Asa Norte acolhe e oferece cursos a mulheres e crianças vítimas de violência

    Espaço na Asa Norte acolhe e oferece cursos a mulheres e crianças vítimas de violência

     

      Espaço na Asa Norte acolhe e oferece cursos a mulheres e crianças vítimas de violência Projeto Casa Jasmim, que conta com aporte do Fundo …

    Espaço na Asa Norte acolhe e oferece cursos a mulheres e crianças vítimas de violência

    Projeto Casa Jasmim, que conta com aporte do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), promove oficinas que vão de circo a yoga, além de receber eventos culturais; todas as atividades são gratuitas
    Mulheres e crianças vítimas de violência no Distrito Federal têm um espaço onde são acolhidas e podem participar de aulas e de eventos culturais. É a Casa Jasmim, que funciona desde 2018 na 716 Norte. No local, há oferta de cursos e atividades, tudo de graça.

    Segundo a coordenadora da Casa Jasmim, o local tem se consolidado como um espaço de promoção da cultura | Fotos: Mariana Guedes/Divulgação

    O projeto conta com aporte do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), para a promoção de oficinas. As crianças têm à disposição atividades de circo, musicalização, artes plásticas e yoga. Já a programação para as mulheres inclui aulas de canto.

    “Decidi criar um espaço que fosse acolhedor para as mulheres e crianças, e a proposta sempre foi fortalecer esse vínculo entre a comunidade e esse espaço de acolhimento”, conta a coordenadora Nambir Kaur. “A casa foi se transformando, já teve muitos formatos. Já foi e ainda é focada em yoga e no ensino de diversas modalidades, mas tem se transformado, também, cada vez mais, em um espaço de promoção da cultura, principalmente feita por mulheres.”

    Nambir estima ter atendido, ao longo dos sete anos de projeto, mais de 200 pessoas. A maior parte chega ao local encaminhada pelos centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs), da Secretaria de Saúde (SES-DF), pelas casas de passagem e por instituições parceiras.

    Mas há também aquelas que vão a partir de indicação de outros frequentadores do espaço. Uma das atendidas, que chegou ao local por recomendação de uma amiga, conta que sequer sabia que o espaço era voltado a vítimas de violência. “Ela falou, de forma sutil, que estava em um projeto com diversas atividades para fazer. Eu só respondi ‘eu topo’; nem sabia que abordaria essa questão”, lembra a mulher, cuja identidade está preservada.

     

    Espaço de acolhimento também tem programação para as crianças

    “Eles acolhem de verdade, a gente se sente em um ambiente onde todo mundo passou por alguma coisa”, prossegue a usuária do serviço. “Todas nós tínhamos uma marca dentro da gente por alguma forma de agressão. O mais fantástico é esse acolhimento: às vezes a gente nem precisa falar nada.” Ela foi vítima de violência física e psicológica e, hoje, faz aulas de canto na Casa Jasmim, junto à filha, que participa de cinco atividades, entre elas, circo e musicalidade. “Ela se esbalda”, conta.

     


    Uma outra frequentadora do local, vítima de violência patrimonial — que também não terá a identidade revelada — foi encaminhada por um Cepav. Depois de conhecer o projeto, ela ainda passou a levar dois familiares pequenos, que viviam, segundo relata, em um ciclo de violência. “A Casa Jasmim foi muito boa para eles”, relata. “Fico pensando que, se fosse ao lado da nossa casa, a gente estaria morando lá”.

    A casa está de portas abertas para os interessados. Inclusive, conta com acessibilidade para pessoas com diferentes tipos de deficiência, além de áreas adaptadas para as crianças. Pelas redes sociais do projeto, é possível conferir a oferta de cursos, bem como as atividade eventuais que o local recebe.

    Por Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

  • Padre diz que não batizará bebês reborn: “encaminhadas ao psiquiatra”

    Padre diz que não batizará bebês reborn: “encaminhadas ao psiquiatra”

    Padre Chrystian, pároco com 3,7 milhões de seguidores no Instagram, se manifestou sobre os controversos bebês Reborn. Em postagem realizada neste sábado (17), em seu perfil no Instagram, o religioso fez um esclarecimento bem-humorado dizendo que não realiza batizados ou primeira comunhão de bonecas Reborn, nem “oração de libertação para bebê possuído por um espírito Reborn”.

    Ele ainda afirmou que “tais situações devem ser encaminhadas ao psicólogo, psiquiatra ou, em último caso, ao fabricante da boneca”.

    Nos comentários, seguidores do padre responderam à publicação de maneira igualmente espirituosa. Alguns escreveram que ele seria acusado de “rebornfobia”, outros falaram que o padre iria ser denunciado no conselho tutelar Reborn. E houve até quem aproveitasse o embalo da postagem do religioso para oferecer serviços de babá para bebês Reborn.

    Muitos seguidores também manifestaram incredulidade ao fato de algumas pessoas buscarem serviços religiosos para as bonecas que viraram o assunto do momento nas últimas semanas.

    Briga na justiça

    A advogada e influenciadora Suzana Ferreira contou no Instagram que um casal que disputa a guarda de uma bebê reborn, brinquedo hiper-realista, lucrava com contas da boneca nas redes sociais.Play Video

    Por este motivo, os ex-companheiros disputam, além da posse da boneca, a administração dos perfis que geram engajamento, publicidades e lucros.

    “A bebê reborn tem um Instagram, que a outra parte [do casal] também tem o desejo de ser administradora da conta, pois o perfil já rende monetização. Segundo ela, o Instagram da bebê deveria ser das duas pessoas. A conta é um ativo digital atualmente, então também pode ser considerado como patrimônio”, disse Suzana.

    Além disso, a cliente que procurou a advogada queria regulamentar a “convivência” com a boneca e impedir que a ex-companheira tivesse acesso à “filha reborn”. O impasse inclui também a divisão dos custos com a boneca e um enxoval feito para a bebê.

    Projetos de lei

    Três projetos de lei foram protocolados para criar restrições aos bebês reborn, mais conhecidos como bonecos ultrarrealistas. A ideia é proibir o atendimento em unidades de saúde públicas privadas, filas preferenciais, entre outros benefícios.

    Uma dos textos, do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL), de Minas Gerais, apresentou projeto para proibir tentativas de atendimento hospitalar das simulações.

    Já a proposta do deputado Zacharias Calil (União Brasil-GO), quer tipificar como infração administrativa o uso desse tipo de boneco ou de qualquer outro objeto ou artifício que simule a presença de criança de colo, para receber ou usufruir dos benefícios.

    O parlamentar quer impor a pena de multa para a infração, com valor que pode variar de cinco a 20 salários mínimos – com possibilidade do dobro do valor em caso de reincidência. Os recursos arrecadados com multas devem ser alocados em fundos voltadas à primeira infância.

    Nas redes sociais, usuários passaram a mostrar suas rotinas com bebês reborn, que costumam ter nomes e, até mesmo, documentação. Os relatos simulam comportamentos de bebês reais, com episódios de choro e de alimentação por mamadeira, e até a procura médica.

    Por Redação do Estadão Conteúdo

    Foto: Reprodução CNN Brasil

  • Centro 18 de Maio é referência no acolhimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual

    Centro 18 de Maio é referência no acolhimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual

     

      Centro 18 de Maio é referência no acolhimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual Com escuta especializada e atendiment…

    Centro 18 de Maio é referência no acolhimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual

    Com escuta especializada e atendimento humanizado, unidade se destaca no apoio a vítimas e na articulação da rede de proteção da infância no Distrito Federal
    O enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no Distrito Federal conta com um importante aliado: o Centro de Atendimento Integrado 18 de Maio. Ligado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o espaço se tornou referência pelo acolhimento humanizado e pela atuação técnica de uma equipe formada por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos especializados.Espaço de atendimento conta com instalações e recursos que priorizam o conforto do público-alvo | Foto: Divulgação/Sejus-DF

    O principal diferencial é a escuta protegida e especializada — procedimento previsto na lei nº 13.431/2017 —, que permite às vítimas relatarem suas experiências em um ambiente seguro, sem a necessidade de repetir o depoimento várias vezes. Todo o processo é conduzido por profissionais capacitados, garantindo respeito, privacidade e reduzindo os danos emocionais.

    Além do acolhimento, o Centro 18 de Maio integra a Rede de Proteção da Infância e Adolescência, trabalhando em conjunto com os 44 conselhos tutelares do DF e em articulação direta com a Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes (SubPCA), responsável por implementar as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    Em 2023, o Distrito Federal registrou 227 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes. Segundo dados da Coordenação de Denúncias de Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cisdeca), 69% das vítimas tinham menos de 12 anos e 66% eram meninas.

    Data nacional

    O nome faz referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado neste domingo (18). A data foi instituída oficialmente no Brasil em memória do caso Araceli, uma menina de oito anos brutalmente assassinada em 1973, em Vitória (ES), após sofrer violência sexual. O crime, que até hoje choca o país, tornou-se um símbolo da luta pela proteção da infância.

    A escolha do nome reforça o compromisso do Centro 18 de Maio com a causa, lembrando que o enfrentamento à violência sexual exige ações permanentes, articulação entre poder público e sociedade civil e acolhimento especializado às vítimas. Mais do que uma homenagem, a data representa um chamado à responsabilidade coletiva.

    “A proteção e garantia de direitos de nossos meninos e meninas é prioridade absoluta”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A implementação de programas que previnem e coíbem o abuso sexual mobiliza a rede de proteção e resulta no enfrentamento à violação de direitos vivenciada por muitos.”,

    Canais de denúncia

    • Cisdeca – 125 (de segunda a sexta, das 8h às 18h; atendimento 24h aos finais de semana e feriados)

    • Disque 100 (24h por dia, todos os dias)

    • Centro Integrado 18 de Maio: (61) 2244-1512 / (61) 2244-1513.

    *Com informações da Sejus-DF

  • “O Agente Secreto”: filme brasileiro é ovacionado por 13 minutos em Cannes

    “O Agente Secreto”: filme brasileiro é ovacionado por 13 minutos em Cannes

    O thriller sobre a ditadura “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, foi ovacionado por 13 minutos após a primeira exibição no Festival de Cannes neste domingo (18). O filme brasileiro compete pela Palma de Ouro.

    O diretor pernambucano e o astro do título, o baiano Wagner Moura, se emocionaram durante os aplausos. Os atores Gabriel LeoneMaria Fernanda Cândido Alice Carvalho também estavam na première.

    Ao fim da exibição, Kleber Mendonça Filho discursou em português para agradecer à equipe do longa-metragem.

    “Eu quero agradecer à toda a equipe que fez esse filme. Tem uma pequena parte aqui e me sinto muito honrado. Foi uma grande experiência fazer ‘O Agente Secreto’. Foi foda. Foi incrível”, disse.

    A trama é ambientada na década de 1970 e acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia, que foge de um passado misterioso e decide voltar ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Veja as primeiras reações ao filme.

    Ao logo dos próximos dias, “O Agente Secreto” terá diversas sessões no evento. A cerimônia de encerramento e entrega dos prêmios está marcada para sábado (24). Veja abaixo os filmes que competem pela Palma de Ouro.

    Por Marina Toledo da CNN

    Foto: Pascal Le Segretain/Getty Images / Reprodução CNN Brasil

  • Trabalho remoto: essas 8 empresas estão com vagas home office abertas no Brasil e no exterior

    Trabalho remoto: essas 8 empresas estão com vagas home office abertas no Brasil e no exterior

    A busca por flexibilidade, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e ambientes inovadores segue forte entre os profissionais de tecnologia — e várias empresas estão respondendo com vagas 100% remotas, jornadas CLT e benefícios que vão além do tradicional.

    Na nova seleção de oportunidades da plataforma Remotar, empresas brasileiras e internacionais oferecem posições abertas com foco em tecnologia e produto. Entre os destaques, estão companhias como Ília Digital, PicPay, Leega, Spread Tecnologia e Mercado Bitcoin, além de multinacionais como Chainlink Labs, Braintrust e Dandy.

    Veja a seguir algumas das oportunidades mais promissoras do momento:

    Empresas nacionais
    Ília Digital
    Com atuação no Brasil, EUA e Espanha, a Ília desenvolve produtos digitais para setores como finanças, mobilidade e saúde. Entre seus clientes estão BMW, Santander e Caixa Seguradora. A empresa oferece trabalho 100% remoto, jornada CLT de 40h semanais, horários flexíveis e benefícios como plano de saúde e odontológico (sem coparticipação), auxílio home office, plano de saúde pet e programas de desenvolvimento interno, como a ília University.
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    Leega
    Especialista em dados, nuvem e inteligência artificial, a Leega tem mais de 20 anos no mercado e atuação também em Portugal. O ambiente colaborativo e ético é um diferencial. A empresa oferece trabalho remoto, horários flexíveis e foco em capacitação contínua.
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    Mercado Bitcoin
    A maior plataforma de criptoativos da América Latina tem vagas para quem quer trabalhar no universo Web3. Além de modelo remoto, os colaboradores têm acesso a benefícios como auxílio-creche, PLR, day off no aniversário, Beneflex, Gympass e plano de saúde para dependentes.
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    PicPay
    Com mais de 30 milhões de usuários, a fintech oferece posições CLT e trabalho remoto para áreas de tecnologia e produto. A empresa valoriza inovação, agilidade e impacto social.
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    Spread Tecnologia
    Com 35 anos de atuação em TI e transformação digital, a Spread oferece plano de saúde, apoio ao home office, Gympass e licenças estendidas. A empresa está em busca de talentos que queiram crescer em projetos diversos.
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    Empresas internacionais
    Braintrust
    A comunidade opera com contratos inteligentes e remuneração em tokens. Ideal para quem busca autonomia total e projetos globais.
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    Chainlink Labs
    Responsável por uma das principais redes de oráculos blockchain, a empresa fornece infraestrutura para o universo DeFi. Os colaboradores têm trabalho remoto, férias flexíveis e suporte completo à saúde.
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    Dandy

    Fundada em Nova York, a healthtech digitaliza o trabalho de laboratórios odontológicos. Está contratando brasileiros para posições remotas em engenharia de software, design, operações e ciência de dados.
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    Por Layane Serrano

    Foto: Olezzo/Getty Images / Reprodução Exame.

  • Inscrições para o Conselho de Juventude do DF vão até o dia 28

    Inscrições para o Conselho de Juventude do DF vão até o dia 28

    Jovens entre 18 e 29 anos que vivem no Distrito Federal têm até o dia 28 de maio para se inscrever como eleitores na escolha dos representantes do Conselho de Juventude do DF (Conjuve-DF). Pela primeira vez, a eleição será direta, e os jovens poderão votar no órgão responsável por assessorar e propor políticas públicas voltadas às juventudes, um marco histórico nos 12 anos de existência do conselho.

    De acordo com o secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, os jovens poderão participar ativamente na composição do Conselho que amplificará a voz de cada um e será uma ponte importante de interlocução junto ao GDF para que possa desenvolver políticas públicas que atendam às demandas dos jovens. “Esse avanço é graças ao apoio contínuo do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão que enxergam a potência e a importância da juventude do DF”, afirma.

    No total, 19 candidatos foram habilitados para concorrer às vagas no Conjuve. O processo é conduzido por uma comissão eleitoral formada por servidores da Secretaria, responsável por assegurar a legalidade e transparência de todas as etapas, desde a checagem documental até a divulgação dos resultados.

     As inscrições, abertas desde 13 de janeiro, devem ser feitas pelo formulário online disponibilizado pela Secretaria da Família e Juventude do DF. É necessário preencher todos os dados e anexar a documentação exigida, conforme orientações no site oficial da pasta.

    Após a posse dos eleitos, o secretário da Família e Juventude, Delmasso, anunciou que terá início o processo de criação dos Conselhos Regionais de Juventude nas 33 regiões administrativas do DF, com previsão para o segundo semestre deste ano.

    Instituído pela Lei nº 7.529/2024, o Conjuve é um órgão consultivo, propositivo e de monitoramento das políticas públicas voltadas à juventude. Trata-se de um espaço fundamental de participação política e construção coletiva entre o poder público e os jovens do Distrito Federal.

    Para mais informações e dúvidas, os canais de atendimento da Secretaria são:

    – Telefone: (61) 3313-5949
    – E-mail: sejuv.sefj@buriti.df.gov.br
    – WhatsApp: (61) 99105-3027

    Por Karol Ribeiro da Agência Brasília

    Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília / Reprodução Agência Brasília

  • Suspeito de vandalizar e furtar creche no Sol Nascente tem problemas psicológicos

    Suspeito de vandalizar e furtar creche no Sol Nascente tem problemas psicológicos

    Com apenas sete meses de existência nesta sede, a creche Pingo de Ouro, localizada na região do Sol Nascente, foi alvo de vandalismo e furto, na madrugada de quinta-feira (15/05). Um homem de 29 anos, foi visto nas ruas da região utilizando o uniforme da instituição e em posse de um dos objetos furtados, ele teria fugido recentemente de uma clínica de reabilitação.

    De acordo com funcionários da creche, o homem furtou uma caixa de som, uniformes e fraldas. Além de passar de sala em sala e revirar tudo, o criminoso chegou a tomar um banho no local, e em seguida quebrou o chuveiro. Os equipamentos de valor que não foram levados, também foram quebrados.

    Diante do cenário de destruição, a creche, que atende normalmente 60 crianças de 2 a 3 anos, precisou suspender as atividades. A diretora Ellyanna Morais, foi a primeira a chegar pela manhã e se deparar com a situação deixada pelo homem. Ela conta que o vândalo destruiu os materiais pedagógicos e atividades das crianças, além de molhar os colchonetes, cobertores e toalhas.

    Ivete Lima, fundadora da creche, demonstrou muita tristeza em ter que suspender as atividades da instituição sem fins lucrativos que ajuda tantas crianças e familiares. Segundo ela, o suspeito de destruir a creche foi visto utilizando o uniforme da instituição e portando a caixa de som furtada. De acordo com relatos da família do rapaz, ele possuí problemas psicológicos, e estava internado em uma clínica de reabilitação, por ser usuário de drogas.

    “ Ele foi encontrado com ajuda de uma mãezinha que viu ele no período da tarde, com a camisa da creche e a caixa de som. Imediatamente acionamos a polícia que levou ele detido, mas também não ficou preso. Então, já sabemos que vamos arcar com todo prejuízo mesmo, pois a família não tem condições.”, conta Ivete.

    O homem foi levado à 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Norte), mas devido a sua situação psicológica não foi detido.

    A creche funciona com o apoio de doações ao longo dos anos. Segundo Ivete, além do prejuízo de ter que suspender as atividades, já que as famílias contam com a instituição, o dano material foi grande, mas ainda não foi calculado.

    A expectativa é de que a creche possa retomar as atividades ainda nesta semana.

    “ O nosso prejuízo foi grande.
    Retomaremos nossas atividades nesta segunda-feira, pois são muitas crianças e os pais não tem onde deixar..”, relata.

    Por Tereza Neuberger do Jornal de Brasília

    Foto: screenshot 20250516 174644 chrome / Reprodução Jornal de Brasília

  • Projeto cria índice de avaliação do atendimento em Delegacias da Mulher

    Projeto cria índice de avaliação do atendimento em Delegacias da Mulher

    Um projeto de lei que tramita na Câmara Legislativa do Distrito Federal quer implementar na capital do país o Índice de Avaliação da Qualidade do Atendimento (IAQA) nas Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher. Segundo o autor do PL 1710/25, deputado distrital Robério Negreiros (PSD), a ferramenta será fundamental para promover a sensibilidade e a efetividade do suporte prestado às mulheres vítimas de violência no DF.

    Ao justificar a proposta, o parlamentar defende que o índice surge como um instrumento de transparência e responsabilidade, o qual permite que a população tenha conhecimento sobre a qualidade do atendimento prestado nas delegacias especializadas no amparo à mulher. “A avaliação contínua do atendimento é essencial para garantir que os direitos das mulheres sejam respeitados e que se sintam incentivadas a denunciar”, explica Negreiros.

    A ideia é que a avaliação seja realizada semestralmente por meio de pesquisa de satisfação com mulheres atendidas nas delegacias. O índice será composto por indicadores como tempo de espera para atendimento, grau de confidencialidade e sensibilidade no momento do atendimento, acompanhamento e informações sobre os procedimentos legais.

    De acordo com Negreiros, a violência contra a mulher é uma questão estrutural a qual demanda uma resposta do Estado para que não apenas coíba essa prática, mas também ofereça um espaço acolhedor e seguro para as vítimas buscarem proteção e justiça. Desta forma, acrescenta, o índice, ao avaliar e monitorar o suporte prestado às mulheres que buscam assistência, também irá garantir que as delegacias cumpram normas de acolhimento, respeito, empatia e eficiência.

    “Um ambiente que preza pela qualidade do atendimento é um fator crucial para a confiança das vítimas em buscar ajuda”, afirma o autor do projeto.Com informações da assessoria de Ascom do deputado distrital Robério Negreiros.

    Com informações da assessoria de Ascom do deputado distrital Robério Negreiros.

    Por Jornal de Brasília

    Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF / Reprodução Jornal de Brasília

  • Sequelas deixadas pela guerra no trânsito fazem 250 mil vítimas por ano no Brasil

    Sequelas deixadas pela guerra no trânsito fazem 250 mil vítimas por ano no Brasil

    A cada 15 minutos, uma pessoa morre em ocorrência de trânsito no Brasil. Os dados mais recentes do Altas da Violência 2025 revelam que o país perdeu 34.881 vítimas. Não bastasse o crescente número de vidas perdidas, há uma tragédia pouco falada e desconsiderada pelas autoridades: os sobreviventes que passam a viver com sequelas permanentes.

    No Distrito Federal, entre 2020 e 2024, 1.279 pessoas perderam a vida em acidentes, segundo o Departamento de Trânsito (Detran-DF). Somente no ano passado, foram 229 óbitos. Um dos mais recentes ocorreu na Fercal. Um caminhão-tanque tombou, pegou fogo, atingiu um carro e duas motos. Uma pessoa morreu na hora. Outras três ficaram hospitalizadas. Leia o artigo da professora doutora Zuleide O. Feitosa. 

    Moradores e motoristas que trafegam pela Fercal denunciam a insegurança na rodovia. O motorista Eliton Caires aponta a falta de quebra-molas e sinalização precária. “É muito perigoso. Não tem nada: nem quebra-mola nem radar, nem sinalização suficiente. Só se atentam quando alguém morre”, relata.

    Levantamento da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) mostra que, a cada dois minutos, uma vítima de trânsito dá entrada em um pronto-socorro do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Só no Hospital de Base, entre outubro de 2024 e maio de 2025, foram 1.599 atendimentos, de acordo com a Secretaria de Saúde (SES).  

    Quanto àqueles que passaram a viver com sequelas no DF, o único dado obtido pelo Correio é o da Caixa Econômica Federal, que administra o seguro DPVAT (Dano Pessoal por Veículo Automotor de Terra. No período de 2021 a 2024, 5.034 pessoas solicitaram a indenização por invalidez permanente por meio do seguro.  

    O Estudo dos Custos de Acidentes de Trânsito no Brasil, feito pelo Instituto de Segurança no Trânsito (IST), revela que, por ano, no Brasil, pelo menos 250 mil pessoas passam a viver com sequelas irreversíveis. Uma realidade que Josiel Ribeiro Fernandes, 38 anos, está trilhando desde 6 de janeiro de 2024. 

    Após passar o ano-novo com a mãe, em São João d’Aliança (GO), pegou o carro à noite, atravessou Palmas (TO) e seguiu dirigindo madrugada adentro. O corpo não resistiu ao cansaço. Josiel cochilou, perdeu o controle do carro e acordou do coma dias depois, em um hospital, tetraplégico. “Foi o pior momento da minha vida. Tentei me mexer e não conseguia”, lembra, com a voz firme e lágrimas contidas.

    Josiel passou mais de quatro meses internado em Palmas. No Hospital Sarah de Brasília, ele encontrou o que chama de renascimento. “Sempre achamos que não vai acontecer conosco, mas acontece. Só entende isso quem já perdeu tudo”, lamenta. 

    Custos

    O mesmo estudo que aponta o número de vítimas com sequelas destaca que as ocorrências de trânsito custam ao Brasil cerca de R$ 300 bilhões por ano. São gastos com hospitais, insumos, perda de produção, custos de adaptação em casa, o humano (doenças mentais). Só com a previdência, são gastos R$ 4 bilhões por ano. 

    Presidente do Instituto de Segurança no Trânsito, e autor do estudo, David Duarte classifica a inércia dos governos federal, estaduais e municipais como catastrófica. “Todas as técnicas de redução de acidentes de trânsito são conhecidas. O nosso problema é que somos ótimos no discurso, mas na hora de colocar em prática, todos os tomadores de decisão são negligentes”, afirma.  

    Duarte critica a escolha de o Brasil de bater na tecla da fiscalização como pilar para a redução das tragédias nas vias. “A razão é muito simples: ela traz recursos para os Detrans e para o estado. A educação para o trânsito não dá lucro, gasta recurso. Construir um ambiente seguro é despesa para o estado”, lamenta.

    Fratura na coluna

    Carlos Marcelo Ramos também passa por tratamento na Rede Sarah. Ele não lembra do sinistro que mudou completamente sua vida. Sofeu um trágico acidente ao entrar na rua de casa em sua moto e só voltou a si quase 17 horas depois. “Só soube depois que tinha fraturado a coluna”, conta. Antes disso, levava uma vida intensa como autônomo, tocando uma empresa de reformas e pintura.

    A rotina no Hospital Sarah tem sido, para ele, um divisor de águas. “Fiquei mais de dois anos dependendo dos outros até para tomar banho. Aqui, estou aprendendo a sair da cama sozinho, ir para a cadeira, fazer o cateterismo na uretra com autonomia, coisas que fazem a gente voltar a ser alguém.” Apesar das dores e das limitações, Carlos sorri ao falar da equipe que o acolheu. “Eles têm uma paciência difícil de encontrar em outro lugar. Não tem preço.”

    Com 16 anos de atuação na Rede Sarah, o clínico geral e diretor-executivo da Rede Sarah, Guilherme Dantas conta que, 50% das admissões da Rede Sarah são motivadas por causas externas e, dentro desse grupo, os acidentes de trânsito respondem por metade dos casos. O atendimento aos pacientes é integral. “Eles precisam de uma abordagem interdisciplinar — médicos, terapeutas, psicólogos, assistentes sociais — e isso nem sempre está disponível na rede pública com a qualidade necessária”, pontua.

    Na visão de Dantas, a prevenção é um caminho urgente e eficaz para reduzir o sofrimento e os custos associados aos acidentes de trânsito. “Precisamos investir em infraestrutura, educação no trânsito, fiscalização e transporte coletivo digno. Trabalhar nas sequelas tem um custo humano e financeiro altíssimo. O ideal seria evitar que elas acontecessem”, defende.

    O especialista em Segurança Viária Eduardo Biavati não tem dúvidas de que o trânsito brasileiro carrega uma assinatura clara, mas ignorada por muitos. “A violência no trânsito tem rosto: é jovem, homem, entre 15 e 25 anos. Esse é o grupo mais vitimado. E isso se repete no DF, no Brasil e no mundo”, afirma. Para ele, esse dado deveria ser suficiente para gerar políticas públicas de prevenção por meio da educação. “Ensinar que cuidar de si é também cuidar do outro. É disso que precisamos. Porque quando alguém se machuca no trânsito, não é só ele que se fere. Somos todos nós. É a sociedade inteira que sangra”.

    Fernando Moraes sabe, como poucos, o peso que um acidente de trânsito pode ter na vida de uma pessoa. Enfermeiro com 17 anos de atuação na Rede Sarah, ele coordena o programa de neurorreabilitação em lesão medular na unidade de Brasília. “Quase 50% dos nossos pacientes com lesão medular sofreram acidentes de trânsito. O programa conduzido por ele dura, em média, de três a quatro semanas por etapa, mas esse tempo pode se estender, a depender de fatores como a gravidade da lesão, da condição física anterior do paciente, etc. “É comum que esses pacientes cheguem com estresse pós-traumático. Alguns podem levar anos para entender o que aconteceu. O emocional é parte fundamental da recuperação”, enfatiza. 

    Muita fé

    Carlos Eduardo de Souza tinha apenas 24 anos quando se envolveu em um acidente. Para desviar de um veículo que fez ultrapassem proibida, o amigo saiu da pista. Sem cinto, os dois foram ejetados do veículo. Ele teve uma lesão medular que afetou sua mobilidade. “De repente, perdi os movimentos dos membros inferiores. O mais difícil foi o luto de ter perdido isso tudo de uma hora para outra”, conta. Depois de seis meses em casa, isolado e enfrentando os custos altos do tratamento — que já ultrapassam R$ 40 mil —, ele conseguiu uma vaga no Sarah. Com a ajuda de órteses e andador, dá os primeiros passos. “Aqui eu reaprendi a viver. É difícil, mas não dá pra desistir.”

    Para Carlos, além da perda física, há a social. “As pessoas sabem que você sobreviveu, mas não entendem o que vem depois. Acham que está tudo bem. Ninguém vê as sequelas”, desabafa. Carlos deixa um recado para quem enfrenta a dor da recuperação: “É um processo doloroso, mas a gente precisa ter fé. Manter o foco, entender que tem um propósito nisso tudo. Se um dia eu voltar a correr, a primeira coisa que quero fazer é jogar bola de novo. Mas só de poder cuidar de mim mesmo já vai ser uma vitória.”

    Por Carlos Silva e Adriana Bernardes do Correio Braziliense

    Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press / Reprodução Correio Braziliense