Dia: 16 de maio de 2025

  • Vanderli Dias é o novo presidente da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas (FAMPE-DF).

    Vanderli Dias é o novo presidente da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas (FAMPE-DF).

    Foto: Álvaro Capute Aconteceu nesta última quinta-feira (15), no final da tarde à eleição de posse da nova Diretoria da Federação das Associ…

    Foto: Álvaro Capute

    Aconteceu nesta última quinta-feira (15), no final da tarde à eleição de posse da nova Diretoria da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas (FAMPE-DF).

    O novo presidente da FAMPE-DF, é o ativista político do Núcleo Bandeirante, Vanderli Dias, um dos mais influente no setor produtivo do Distrito Federal.

    Não é de hoje que Vanderli Dias trabalha por melhorias para os empresários e microempresários do DF, a exemplo de 2019 quando começou à trajetória para ouvir os empresários em todas regiões administrativa do DF com o Diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da TerraCap, Dr° Leonardo Mundim, esse movimento originou na criação da Lei 6.468 de 27 de dezembro 2019, projeto esse que fortaleceu as políticas públicas junto aos empresários.

    No evento de posse no restaurante Palhoça, estava recheado de autoridades, como o Deputado Federal Júlio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), o Advogado Dr° Renato Rocha, pré-candidato a Deputado Distrital, o presidente da Feira dos Importados, Bebeto e o vice-presidente Solon, o presidente do TCDF, Desembargador Manoel de Andrade, o Manoelzinho e vários empresários e políticos de diversas regiões do DF.

    Para promover políticas públicas a favor dos empresários é crucial envolver-se ativamente na definição da agenda e das alternativas, além de promover a participação social e a transparência.

    É importante mapear o consumo, conhecer as necessidades dos empresários do Distrito Federal e buscar parcerias para impulsionar o comércio regional, como campanhas de incentivo e melhoria da infraestrutura.

    A promoção da educação empreendedora e a inovação também são fundamentais para fortalecer o comércio destacou Vanderli Dias, o novo presidente da Fampe-DF.

    Entre os convidados do novo presidente estava, Germano Guedes Leal, ex-administrador regional da Estrutural, o ativista ambiental Paulo Batista, o Paulão, o Diretor Presidente do Grupo Folha do Trabalho, Carlos Oliveira, o Carlitinho.

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Foto: Álvaro Capute

    Crédito F5 Politica

  • Bolsa Família: mercado elogia mudanças, mas vê efeito limitado no fiscal

    Bolsa Família: mercado elogia mudanças, mas vê efeito limitado no fiscal

    Economistas ouvidos pela CNN avaliam como positivas as mudanças anunciadas pelo governo no programa Bolsa Família, mesmo que o potencial de economia para os cofres públicos seja considerado limitado.

    Como noticiado pela CNN, o governo publicou nesta quinta-feira (15) uma portaria que altera a chamada “regra de proteção” do programa — que permite que famílias continuem recebendo o benefício mesmo após um aumento de renda, desde que ainda estejam em situação de vulnerabilidade.

    Na prática, a norma reduz o período de transição para permanência no programa. A partir de junho, famílias que tiverem aumento na renda continuarão recebendo o Bolsa Família por até um ano. Atualmente, esse prazo é de dois anos. Além disso, o valor máximo para ingresso na chamada regra de proteção será reduzido de R$ 759 para R$ 706.

    Hoje, esse limite está atrelado ao salário mínimo. Com a nova portaria, o valor de R$ 706 será fixado, sem depender dos reajustes do mínimo. A medida, segundo fontes do governo, busca gerar economia para ajudar no cumprimento das metas do Orçamento de 2025.

    Para Daniel Duque, pesquisador do FGV/Ibre, a principal mudança está na desvinculação do critério de elegibilidade do salário mínimo.

    “A proposta cria uma nova linha de transição de até R$ 706 para a família, que deixa de estar atrelada ao salário mínimo. Vincular a linha de elegibilidade ao mínimo é problemático, porque o salário mínimo está ligado à produtividade e a outros fatores que não deveriam interferir diretamente nos critérios de programas sociais”, explica o economista.

    O pesquisador avalia que a medida deve gerar uma economia de cerca de R$ 1 bilhão para os cofres do governo, o que pode ajudar o governo a cumprir a meta fiscal.

    Esse valor, no entanto, é ínfimo diante da necessidade de reequilibrar as contas públicas, que seguem pressionadas por outras despesas.

    “O impacto fiscal líquido deve ser avaliado em conjunto com outras pressões de gastos, como os ressarcimentos a aposentados e pensionistas do INSS. Portanto, embora a medida ajude a mitigar o desequilíbrio fiscal, seu efeito é limitado diante do tamanho do desafio estrutural das contas públicas’, disse Luccas Saqueto, economista da GO Associados.

    Saqueto ressalta que o impacto fiscal da medida depende diretamente da manutenção de um mercado de trabalho aquecido. Se houver uma piora no emprego e aumento da desocupação, muitas famílias poderão retornar ao programa, reduzindo o potencial de economia.

    Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da ARX Investimentos, reitera que levará tempo para impactos reais no orçamento público.

    “A mudança é bem-vinda, ainda que tardia e parcial. Como afeta apenas o fluxo de novos beneficiários, uma economia material levará tempo para ocorrer, apesar de a redução do valor tentar acelerar em alguma medida o ganho fiscal”, diz.

    Por Da CNN

    Foto: Reprodução CNN Brasil

  • Líder comunitário da Estrutural, Rafael Bráz mostra lealdade e compromisso com o Deputado Federal Rafael Prudente (MDB)

    Líder comunitário da Estrutural, Rafael Bráz mostra lealdade e compromisso com o Deputado Federal Rafael Prudente (MDB)

    O líder comunitário da Estrutural, Rafael Bráz, está firme nas articulações para garantir mais apoio ao Deputado Federal Rafael Prudente (MD…

    O líder comunitário da Estrutural, Rafael Bráz, está firme nas articulações para garantir mais apoio ao Deputado Federal Rafael Prudente (MDB) na cidade.

    Rafael Prudente, é o único deputado da legenda eleito em 2022 no Distrito Federal, e nas eleições de 2026 o partido está trabalhando para garantir duas ou três vagas para a CÂMARA DOS DEPUTADOS, uma missão nada fácil.

    Nesta quinta-feira (15), Rafael Bráz articulou e levou vária lideranças de peso para conversar com Rafael Prudente em seu gabinete na Câmara dos Deputados em Brasília.

    Entre os convidados, estava a ex-candidata a Distrital pelo (AGIR), em 2022, e ex- Conselheira Tutelar, hoje comerciante na cidade, Elisângela Almeida e seu esposo, Cristiano Almeida um dos coordenadores do futebol da Estrutural

    Outras lideranças que fecharam compromisso com o Deputado foi o Pastor Elizeu e Wilza do Social, e lideranças de cooperativas da região dos SCIA.

    Nos do F5 Politica desejamos sucesso ao líder comunitário Rafael Bráz e ao Deputado Rafael Prudente na sua missão.

  • Ministério não sabia tamanho da fraude no INSS até operação, diz Wolney

    Ministério não sabia tamanho da fraude no INSS até operação, diz Wolney

    Nesta quinta-feira (15), o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, que participa de audiência na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado Federal, declarou que a pasta não sabia do tamanho das fraudes no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) até a deflagração da Operação Sem Desconto, pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU), no dia 23 de abril.

    “Ninguém conhecia anteriormente o tamanho dessas fraudes, portanto, isso só se tornou público depois da operação. Antes disso nós recebíamos as informações do INSS. Nós não recebíamos esses números, eles não estavam colocados”, afirmou o ministro.

    A operação revelou que sindicatos e entidades associativas teriam cobrado indevidamente bilhões de reais de aposentados e pensionistas. No total, o valor pode chegar a cerca de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024.

    Wolney Queiroz, que deixou o cargo de secretário-executivo do Ministério da Previdência Social para assumir a pasta em maio, foi convidado pela comissão para prestar informações sobre as fraudes relacionadas a descontos não autorizados.

    Durante a audiência, quando questionado sobre porquê o governo não agiu em 2023, quando as denúncias foram apresentadas pela conselheira Tonia Galleti, do Conselho Nacional do INSS, segundo ata de reunião, Wolney afirmou que o governo tomou providências e que a investigação durou dois anos.

    “O governo tomou as providências […] O que todo nós sabíamos era o que tinha na imprensa, alguma menção aos descontos e uma investigação por parte da CGU e que durou, essa investigação, praticamente dois anos. Se fosse uma coisa simples de ser detectada, senador [Sergio] Moro, essa ação teria sido deflagrada ainda em 2023. É uma coisa que demanda responsabilidade, serenidade, tempo e só então as informações chegaram a público quando a deflagração da operação”, afirmou o ministro.

    “Nós, enquanto Ministério da Previdência Social, recebíamos a informação do INSS que as medidas estavam sendo tomadas, que os critérios estavam sendo endurecidos, que as modalidades estavam sendo mais rigorosas, que as reclamações estavam diminuindo. Essas eram as informações que chegavam para o Ministério da Previdência”, prosseguiu.

    Por Leticia Martins e Alice Grothda CNN São Paulo e Brasília

    Foto: Geraldo Magela/Agência Senado / Reprodução CNN Brasil

  • IA e o futuro do trabalho: 70% das habilidades atuais deixarão de existir até 2030

    IA e o futuro do trabalho: 70% das habilidades atuais deixarão de existir até 2030

    A inteligência artificial não é mais uma tendência futura — é uma realidade presente que já molda o cotidiano profissional.

    De acordo com dados recentes divulgados pelo LinkedIn, até 2030, 70% das habilidades utilizadas na maioria dos empregos terão mudado.

    A projeção, baseada nas descrições de vagas e nos perfis da plataforma, considera a evolução histórica das competências e o avanço das habilidades replicáveis por IA. As informações foram retiradas da CNBC Make It.

    Mudança de perfil: do operacional ao estratégico
    A mudança não se traduz apenas na substituição de habilidades, mas em sua evolução. Andrew Seaman, editor geral de notícias de carreira do LinkedIn, destaca que a tecnologia não eliminará competências humanas, mas exigirá uma reformulação de seu uso.

    A engenharia de prompts, atualmente em alta, pode dar lugar à gestão de modelos de linguagem.

    Tarefas operacionais tendem a ser automatizadas, enquanto o profissional passa a exercer uma função mais estratégica e supervisora. Essa transição exige [grifar]compreensão profunda das ferramentas tecnológicas e aplicação prática no ambiente de trabalho.

    Atualização contínua como diferencial competitivo
    Essa nova realidade coloca em xeque a formação tradicional e exige um compromisso constante com a aprendizagem. Para manter a competitividade, profissionais precisam buscar atualização contínua.

    O tempo em que bastava dominar as competências da própria área está ficando para trás.

    Hoje, é necessário ampliar repertórios, entender o papel da tecnologia no setor em que se atua e estar preparado para mudanças aceleradas.

    Por Gabriella Uota

    Foto: Reprodução Exame.

  • Alunos da rede pública do DF se preparam para a Olimpíada Brasileira de Astronomia 2025

    Alunos da rede pública do DF se preparam para a Olimpíada Brasileira de Astronomia 2025

    As escolas públicas do Distrito Federal estão mobilizadas para a 28ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que será realizada nesta sexta-feira (16). A competição nacional, que fomenta o interesse por ciências espaciais, contará com a participação de 6.075 alunos da Secretária de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) de 55 escolas, incluindo os Colégios Militares.

    Na edição de 2024, a rede pública do DF alcançou resultados expressivos: 94 discentes premiados, distribuídos em 30 medalhas de ouro, 35 de prata e 29 de bronze. Ao todo, 2.407 alunos de 54 unidades educacionais representaram o DF no ano passado. Com organização da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o certame abrange desde o ensino fundamental até o médio. 

     “A Olimpíada Brasileira de Astronomia é mais do que uma competição; é uma jornada de descobertas que inspira nossos jovens a explorar o universo do conhecimento. Desde a  criação, a OBA tem sido uma ferramenta poderosa para despertar o interesse dos jovens pelas ciências espaciais, promovendo a difusão do conhecimento de forma lúdica e cooperativa”, destaca Iêdes Soares Braga, subsecretária de Educação Básica.

    Helio Jaques Rocha Pinto, presidente da SAB, ressalta a importância da competição. “A astronomia possui uma grande capacidade para inspirar a criatividade dos jovens. Esse é um tema que frequentemente é usado como motivador para a discussão de outras áreas da ciência. A OBA tem auxiliado na descoberta de muitos talentos acadêmicos”, afirma.

    Destaque em competições científicas

    O Centro de Ensino Fundamental (CEF) Polivalente, inaugurado em 11 de março de 1974, é conhecido pela excelência acadêmica e tradição em competições científicas. Na OBA de 2024, foi a escola da rede pública que obteve o maior número de medalhas de ouro.

    Áurea Satomi Sone, diretora da escola, explica a preparação dos alunos: “Para a prova na sexta-feira, vamos reunir todos os inscritos. Para os da manhã, os professores de ciências já vão fazer as orientações com cada turma. E para os da tarde, temos 75 inscritos do sexto e sétimo anos. Vou mostrar como foi o gabarito do ano passado e ensinar como preencher corretamente.”
    Edenicio Brito Santana, professor de ciências há dez anos no CEF Polivalente, recebeu a Medalha de Honra ao Mestre da OBA 2024. Ele explica como a unidade escolar implementou a preparação: “Trabalhamos com o que está no currículo, abordando os temas progressivamente. Quando possível, a escola oferta um aulão ou encontro no contraturno, mas temos desafios de logística, já que muitos alunos moram distante”.

    Para ajudar, a escola disponibiliza o site da OBA e alguns links para a preparação, e os professores colocam-se à disposição para tirar dúvidas.

    Interesse compartilhado

    O entusiasmo pela astronomia é evidente entre os estudantes do CEF Polivalente. Jorge Stanzioni Costa, aluno do 9º ano, relata como o interesse pela OBA surgiu. “Eu me interessei no começo do ano passado quando a prova começou a ser aplicada presencialmente. Astronomia sempre foi um conteúdo em que tive interesse, sempre gostei muito de estudar, ver aulas, vídeos e jogos sobre o tema. É algo que já pensei em fazer profissionalmente quando adulto.”

    Mesmo enfrentando dificuldades, Jorge não desistiu de participar da competição no ano passado. “No dia da prova, eu estava me recuperando de dengue, mas como não queria perder a chance de participar, fui para a escola e fiz a prova. Mesmo doente e sem preparo específico, utilizei apenas o conhecimento que já tinha do assunto.”

    Compartilhando da mesma paixão pelo conhecimento científico, Leonardo Ferreira Leiria da Silva, também do 9º ano, enxerga nas olimpíadas um caminho para realizar seus sonhos profissionais. “As medalhas são muito importantes para mim, porque quero ser físico e estudar em uma faculdade renomada. Quero me destacar e mostrar que sou diferente dos outros.”

    Dicas

    Para os estudantes que se preparam para a prova desta sexta-feira (16), Betânia Cristina Januário Pereira, colega de turma dos medalhistas, oferece dicas valiosas. “É só não se desesperar. No YouTube tem várias videoaulas que ajudam muito, falam sobre todos os assuntos necessários. A prova não é tão difícil assim, basta se dedicar ao assunto.”

    Bruna Silva Borba reforça a importância do aprendizado contínuo: “Eu diria para relembrar sempre o que estava estudando, porque é algo que vem desde o primeiro ano”. 

    Betânia destaca ainda como o interesse pelas olimpíadas espalhou-se entre os colegas. “Agora, falo mais sobre esses assuntos com meus amigos, eles também se interessam mais em aprender sobre as olimpíadas e dedicar-se para conseguir medalhas. É interessante ter amizades que também falem sobre as olimpíadas com você.”

    *Com informações da Secretaria de Educação

    Por Agência Brasília

    Foto:  André Amendoeira/SEEDF / Reprodução Agência Brasília

  • Detran-DF faz Rolê Consciente em Taguatinga e Santa Maria

    Detran-DF faz Rolê Consciente em Taguatinga e Santa Maria

    Os educadores do Departamento de Trânsito do Distrito Federal levarão o Projeto Rolê Consciente aos frequentadores de bares em Taguatinga, nesta quinta-feira (15), e de Santa Maria, na sexta-feira (16). As ações educativas integram a programação do movimento Maio Amarelo 2025 e serão realizadas das 17h às 21h, de forma itinerante.

    O objetivo do projeto é conscientizar a população sobre os riscos de dirigir sob efeito de álcool. “Nossa abordagem funciona de forma divertida, utilizando intervenções artísticas com bonecos e MCs do Trânsito Seguro com suas rimas, um papo sério com professores do Detran-DF e entrega de material informativo com foco nos efeitos do álcool no organismo e como isso é prejudicial à segurança viária”, explica a gerente de Educação de Trânsito, Magda Brandão.

    Maio Amarelo 2025

    O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização para redução de sinistros de trânsito que, desde 2011, une órgãos governamentais, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil para colocar em pauta a segurança viária. 

    Este ano, o Detran-DF está trabalhando o tema Desacelere. Seu bem maior é a vida, definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para campanhas e material de divulgação oficial de trânsito em 2025.

    *Com informações do Detran-DF

    Por Agência Brasília

    Foto: Divulgação/Detran-DF / Reprodução Agência Brasília

  • Reforma do asfalto em trecho da DF-001 melhora a segurança e a mobilidade de quem passa pelo Itapoã

    Reforma do asfalto em trecho da DF-001 melhora a segurança e a mobilidade de quem passa pelo Itapoã

    Promovendo mais conforto e segurança no trânsito, a reforma completa do trecho de 2,5 km da DF-001, que fica na altura do Itapoã Parque, foi concluída. Com um investimento de R$ 2,2 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), os serviços foram conduzidos pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e incluíram fresagem, recomposição do asfalto e nova sinalização – resultando em uma via mais segura, moderna e confortável para quem transita pelo local.

    De acordo com o chefe do 2° Distrito Rodoviário do DER, Geraldo Jacinto, os trabalhos foram executados no período noturno para não atrapalhar o trânsito. Com a finalização da obra, atualmente as equipes instalam as últimas sinalizações. “É uma rodovia que faz parte do Paranoá e Itapoã, desempenhando uma importante ligação com as regiões do Colorado, Sobradinho, Planaltina e Fercal. É uma região muito solicitada, com um grande comércio, escolas e regiões de bastante crescimento, então essa reforma promove mais qualidade de vida e segurança no trânsito”, afirma Geraldo.

    Comunidade satisfeita

    Cerca de 20 mil motoristas transitam na região por dia. É o caso do comerciante Herikson de Almeida Galvão, de 54 anos. Ele sempre utiliza o trecho de carro, moto ou bicicleta. Para ele, a mudança foi gigantesca: “No dia que a via ficou pronta e peguei meu carro para andar nela pela primeira vez depois da reforma, achei uma maravilha. Melhorou demais”.

    Herikson também frisa que a nova pavimentação proporciona um deslocamento mais ágil e reduz os riscos de acidentes, além de diminuir os custos de manutenção dos veículos. “A gente andava de carro e tinha muito buraco na pista. Sabemos que isso destrói o veículo e gera uma despesa para a pessoa. Então ficou excelente para todo mundo, ajuda até no bolso do cidadão, além do bem-estar”, completa.

    O estudante Felype Bezerra Moreira, 18, também reconhece a transformação da área que passa sempre ao ir para o programa de jovem aprendiz: “Ficou muito bom e ajuda muito os ciclistas, pedestres e motoristas. É muito importante, ajuda todo mundo e leva uma qualidade de vida maior para a comunidade”.

    Por Jak Spies da Agência Brasília

    Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília / Reprodução Agência Brasília

  • Escola Classe 708 Norte recebe projeto-piloto de robótica e autogerenciamento

    Escola Classe 708 Norte recebe projeto-piloto de robótica e autogerenciamento

    Quinze alunos de 7 a 10 anos da Escola Classe 708 Norte participaram, nesta quinta-feira (15), do projeto-piloto Pequenos Gestores. A iniciativa usa a ferramenta Lego Education para desenvolver a inteligência emocional das crianças, com foco no fortalecimento do autogerenciamento. Inspirado nos processos ágeis, o projeto promove um ambiente prático, lúdico e colaborativo, que estimula a responsabilidade, o foco e a interação entre os alunos. Durante as atividades, os estudantes desenvolveram três projetos: a fila rápida, que simula a entrada preferencial de um visitante em um parque de diversões, um carrossel e uma roda-gigante.

    Segundo o voluntário do projeto, Ricardo Barbato, o Lego e a robótica funcionam como pretexto, não como objetivo final. “É uma proposta que trabalha habilidades como foco, atenção, cooperação e senso de responsabilidade, e não de um curso técnico. As aulas duram cerca de uma hora e meia. Ao final de cada encontro, os alunos entregam um projeto coletivo, geralmente um robô. Cada equipe conta com quatro crianças, que se revezam nas funções de liderança, montagem e testes. Dessa forma, todos vivenciam diferentes papéis ao longo das atividades”, explica.

    A metodologia se baseia nos chamados processos ágeis, bastante utilizados na área de tecnologia. O grupo planeja, experimenta, erra, refaz e ajusta, sempre em colaboração. O professor atua como facilitador e mediador, para garantir um ambiente seguro e estimulante para que as crianças desenvolvam suas próprias ideias. O objetivo final é estimular a autonomia e o senso de responsabilidade, para que a criança compreenda sozinha que chegou a hora de estudar e se organize para cumprir as tarefas sem depender de ordens externas.

    Responsável pela turma que recebeu o projeto-piloto, Raphael Henrique conta que a iniciativa foi implantada inicialmente em apenas uma sala devido à limitação de kits disponíveis. Ele destaca que a intenção é buscar recursos para manter as oficinas de forma contínua, integradas ao calendário letivo, como parte da grade regular da escola. O objetivo seria transformar as oficinas em um módulo anual, por meio do qual os alunos poderiam explorar conteúdos diversos de maneira interdisciplinar. “Queremos utilizar essa aula para abordar matemática, ciências, física, química, história, geografia. Isso fortalece a conexão com o nosso plano político-pedagógico”, afirma.

    Para o professor, a robótica oferece um meio eficaz de aplicar a tecnologia no contexto escolar. “Eles já nasceram digitais, mas é importante mostrar como essa tecnologia se aplica de forma útil. Precisamos ensinar a usar o celular, o tablet, a fazer boas pesquisas, a usar essas ferramentas com propósito.”

     A aluna Maria Fernanda da Silva, 9, contou que gostou especialmente da ligação entre os motores, as ondas e a possibilidade de criar robôs simples. Quando perguntada se gostaria que o projeto fizesse parte das aulas, respondeu que sim, porque acredita que pode ajudá-la no dia a dia a desenvolver o raciocínio lógico e a aprender mais sobre informática e tecnologia, área em que gostaria de atuar futuramente. Para Ana Maria Moreira, 9, é uma forma de se divertir, aprender a brincar com os colegas, compartilhar e “criar coisas legais”.

    A diretora da Escola Classe 708 Norte, Viviane Moreira, destacou a importância da chegada do projeto para a formação dos estudantes. “A gente capacita os alunos para o desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro, como o pensamento crítico, raciocínio lógico, capacidade de trabalhar em equipe. Tudo isso é fundamental, ainda mais com essa proposta de trabalhar a robótica de forma transversal, integrada aos conteúdos escolares”, afirmou.

    Sobre a implementação do projeto, a diretora explicou que o material utilizado foi trazido pelo voluntário Ricardo Barbato, que ainda o levará de volta. Para garantir a continuidade, a escola pretende buscar apoio institucional. “Vamos solicitar à regional de ensino, por meio do Pdaf [Programa de Descentralização Administrativa e Financeira], um recurso de capital para adquirir os kits de Lego. Eles sempre apoiam nossas iniciativas, e agora temos uma demanda real. Esse projeto está sendo testado com uma turma pequena, justamente para observar como os alunos reagem. E a resposta tem sido muito positiva”.

    Por Karol Ribeiro da Agência Brasília

    Foto:  Paulo H. Carvalho/Agência Brasília / Reprodução Agência Brasília

  • Jogar lixo pela janela do carro prejudica o meio ambiente e pode render multa para os motoristas

    Jogar lixo pela janela do carro prejudica o meio ambiente e pode render multa para os motoristas

    Diariamente, os profissionais da limpeza urbana recolhem toneladas de resíduos descartados de maneira irregular. Na semana em que se celebra o Dia do Gari, comemorado nesta sexta-feira, dia 16 de maio, o debate sobre a destinação correta do lixo ganha ainda mais visibilidade.

    Entre os comportamentos que ainda persistem está o descarte de resíduos pela janela dos veículos. A atitude é considerada infração segundo o Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Trata-se de uma infração média prevista no Artigo 172, com multa de R$ 130,16 e acúmulo de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    O descarte incorreto tem uma série de consequências para o meio ambiente, como a poluição nas ruas, o entupimento de bocas de lobos e bueiros e a degradação das áreas verdes. Além disso, o comportamento pode contribuir para aumentar o risco de acidentes.

     “Quando alguém joga lixo ou qualquer objeto pela janela do veículo, não está apenas sujando a cidade, mas também trazendo risco à população. Esse comportamento pode ser perigoso principalmente para motociclistas, ciclistas e pedestres, já que os materiais lançados na via podem atrapalhar a condução dos veículos e até provocar acidentes graves”, afirma o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Departamento de Trânsito (Detran), Glauber Peixoto. “Portanto, é fundamental adotar uma postura de responsabilidade coletiva, priorizando a segurança de todos os usuários das vias no DF”, completa.

    A recomendação do Detran é de que os condutores tenham sempre uma sacola de lixo dentro dos veículos ou, ainda quando não for possível, que os motoristas guardem os resíduos para serem descartados futuramente em locais corretos, como as lixeiras e os papa-lixos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

    Por Adriana Izel da Agência Brasília

    Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília / Reprodução Agência Brasília

  • Penas brandas, lucro alto: cibercrime mira pessoas de baixa renda

    Penas brandas, lucro alto: cibercrime mira pessoas de baixa renda

    Assaltos com armas em punho, balaclavas e violência explícita estão dando lugar a uma nova era do crime: silenciosa, invisível e altamente lucrativa. As quadrilhas digitais, compostas por criminosos cada vez mais especializados, trocam o confronto direto pelas telas. Com penas brandas, retorno financeiro elevado e vítimas muitas vezes despreparadas, o cibercrime tornou-se terreno fértil para a atuação de grupos organizados. Um estudo do Instituto de Pesquisa DataSenado mostrou que pessoas com renda de até dois salários mínimos são as mais afetadas no país. 

    Os golpes são os mais diversos possíveis, desde o Whatsapp clonado a falsas negociações de veículos por meio de plataformas on-line. Recentemente, bandidos aproveitaram até o escândalo de corrupção no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para enganar idosos e pensionistas.

    Para além da articulação, da especialização e das fraudes aplicadas por golpistas, o que se vê do outro lado é um cenário devastador: milhares de vítimas emocionalmente abaladas, muitas com perdas financeiras irreparáveis. É o caso de uma professora do DF, de 51 anos, que prefere não se identificar. Ao Correio, ela relatou ter sido vítima do golpe do WhatsApp.

    Em agosto, a professora recebeu uma mensagem no aplicativo como se fosse da filha dela. O perfil tinha a foto e o nome da familiar. “Ele (golpista) disse que havia acontecido um problema no celular e que não estava conseguindo entrar em contato por ele, mas que estava nesse novo número e precisava de um dinheiro”, disse.

    A mulher contou que, num primeiro momento, o golpista pediu R$ 3 mil. Depois, mais R$ 1,5 mil. “Eu acabei passando o dinheiro. Não olhei o nome do comprovante nem questionei o valor. Quando voltei para casa foi que caiu a ficha de que tinha caído em um golpe”, explicou, acrescentando que acionou a agência bancária e registrou um boletim de ocorrência, mas era tarde demais. 

    A pesquisa do DataSenado, realizada em 2024 e divulgada em abril deste ano, entrevistou cerca de 22 mil pessoas. O estudo revelou que os mais afetados por golpes virtuais são jovens entre 16 e 29 anos (27% das vítimas). A faixa com mais de 60 anos, considerada vulnerável por ter migrado para uma realidade totalmente nova, digital, já na idade adulta, representa 16% delas. No grupo de pessoas mais velhas, os criminosos escolhem quais golpes vão aplicar. Entre eles, a clonagem de cartão, golpe do Pix, central de banco fictícia, até a captura de dados por telefone e pela internet.

    Escritório do crime

    Investigações da Polícia Civil do DF revelam que, em boa parte dos casos, as quadrilhas são de outros estados e montam verdadeiros “escritórios cibernéticos”, com horário de funcionamento e computadores, demonstrando um alto nível de organização.

    O delegado Erick Sallum, da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), destacou que os golpistas são, por vezes, jovens com alto conhecimento em softwares. “Por mais de uma vez, quando fomos cumprir mandados de busca, encontramos um verdadeiro escritório, com computadores e telefones, onde o grupo passa o dia inteiro em busca de vítimas.”

    O investigador faz uma comparação entre os crimes patrimoniais, como furtos e roubos, com os de fraude eletrônica. “Um assaltante que vai a uma parada de ônibus com um canivete e rouba um celular de R$ 5 a R$ 6 mil vai conseguir revendê-lo por, no máximo, R$ 2 mil. No caso dos golpes digitais, quando encontram as vítimas certas, os golpistas tiram R$ 100, R$ 200 mil”, assinalou.

    Os casos de estelionato virtual dispararam entre 2019 e 2020, impulsionados pelo avanço da pandemia de covid-19 e pela digitalização forçada das relações sociais e financeiras no Brasil, afirmou o delegado. Segundo Sallum, foi nesse período de isolamento social que criminosos se aproveitaram não só da situação financeira, mas também da vulnerabilidade emocional. O delegado explica ressaltou que, na maioria dos casos, os criminosos optam por vítimas idosas e, de preferência, com alto poder aquisitivo.

    Conscientização 

    Correio conversou com Jesaias Arruda, vice-presidente Associação Brasileira de Internet (Abranet), sobre aumento na sofisticação dos ataques cibernéticos e sobre o papel das empresas associadas à entidade em ações de conscientização e na prevenção e combate a crimes cibernéticos. Segundo ele, relatórios indicam que o Brasil registrou mais de 700 milhões de ataques cibernéticos em um período de 12 meses, colocando o país em segundo lugar no ranking mundial de incidência desses ataques.

    O vice-diretor explica que as empresas associadas à Abranet participam de iniciativas como o Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Federal, que visa unir esforços na prevenção a fraudes e combate a outros crimes financeiros no ambiente digital. “Promovemos ações de conscientização sobre segurança digital para empresas e usuários. Realizamos alertas de segurança, como no caso do novo recurso ‘Comunidades’ do WhatsApp, orientando os usuários sobre os riscos associados”, afirmou.

    Arruda defende medidas para aprimorar a investigação e a repressão a crimes cibernéticos no Brasil, incluindo o alinhamento da Política Nacional de Segurança Cibernética com órgãos e normas existentes, especialmente as relacionadas à proteção de dados.

    Por Darcianne Diogo do Correio Braziliense

    Foto: editoria de arte / Reprodução Correio Braziliense

  • Passe Livre para vítimas de violência doméstica já tem mais de mil cadastros

    Passe Livre para vítimas de violência doméstica já tem mais de mil cadastros

    Durante evento de inauguração da nova Casa da Mulher Brasileira, em Sobradinho II, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou que já foram cadastradas 1.200 mulheres no programa de Passe Livre para vítimas de violência doméstica.

    “Nós já temos, em menos de duas semanas, 1.200 mulheres que estão com medidas protetivas, que já estão com Passe Livre”, afirmou. “Elas já estão transitando gratuitamente para fazer curso, para ir na delegacia, para ir no psicólogo e para ter o cuidado que elas precisam de tempo para sair da violência”, completou.

    O anúncio do novo benefício foi feito pelo governador Ibaneis Rocha no início do mês de maio, durante a inauguração do primeiro Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) da capital do país, no Recanto das Emas. A iniciativa busca facilitar o acesso das vítimas, principalmente em momentos de vulnerabilidade, aos serviços da Secretaria da Mulher e aos centros de acolhimento.

    Por Bruna Pauxis do Correio Braziliense

    Foto: Bruna Pauxis/CB / Reprodução Correio Braziliense

  • Em reunião com Celina, gestores de escolas públicas cobram investimento

    Em reunião com Celina, gestores de escolas públicas cobram investimento

    A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, participou de uma reunião com gestores de escolas públicas do DF, no Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) de Sobradinho II, nesta quinta-feira (15/5). Durante o diálogo, os professores cobraram melhorias, principalmente estruturais, nos centros de ensino.

    “Nos estamos fazendo o orçamento do ano que vem e do final deste ano, por isso, estamos ouvindo onde gastar esse dinheiro. Quero ouvir o que temos de soluções para resolver aqui, de curto e longo prazos”, afirmou Celina

    No evento, estavam presentes lideranças de unidades educacionais públicas de todo o DF. “A gente atende do primeiro ao quinto ano e não temos nem um parquinho”, contou Ádemis Souza, 48, gestora da escola Classe 12 de Sobradinho. Nosso pátio está todo quebrado, não temos uma quadra. Já temos planta e projeto, mas não temos orçamento”, completou.

    Outra demanda muito citada pelos profissionais é o aumento das gratificações para a categoria. “O trabalho aumenta, a demanda aumenta e a nossa gratificação não tem valor. Às vezes, o tempero da comida da escola sai do nosso próprio bolso”, contou Claudia Borges, diretora da escola Classe Brochado da Rocha, na BR-020.

    Por Bruna Pauxis do Correio Braziliense

    Foto: Bruna Pauxis/CB / Reprodução Correio Braziliense