Dia: 25 de abril de 2025

  • Ampliação de lote regulariza área do Corpo de Bombeiros no Plano Piloto

    Ampliação de lote regulariza área do Corpo de Bombeiros no Plano Piloto

    Foi aprovado o projeto urbanístico que amplia o lote ocupado pelo Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), localizado no Setor de Administração Municipal (SAM). A medida permite a regularização da área que já abriga hangar e heliponto.

    A ampliação do Lote D só pôde avançar após a aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub), que viabilizou a desafetação da área pública e abriu caminho para a incorporação do terreno ao lote do CBMDF.

    O Decreto nº 47.125, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (22), oficializou a mudança. Com isso, a área do lote, que antes era de 26.073 m², passa a ter 70.405,24 m², um acréscimo de 44.332,24 m² de área pública já ocupada pela corporação desde os primeiros anos da capital. Além disso, as edificações existentes no local também poderão ser adequadas à legislação vigente.

    A localização estratégica da base permitirá respostas mais rápidas a chamados urgentes e de emergência | Imagem: Divulgação/Seduh

    Segundo o CBMDF, a localização estratégica da base permite respostas rápidas em situações de urgência e emergência, além de garantir logística eficiente no atendimento a vítimas, sobretudo nos casos encaminhados ao Hospital de Base, referência em traumas no DF.

    Vale ressaltar que a área é utilizada 24 horas por dia, em regime de prontidão para decolagem imediata dos helicópteros do Corpo de Bombeiros para atendimento a toda população do Distrito Federal e Entorno, nos mais diversos casos de urgência e emergência.

    Histórico

    A solicitação de regularização foi iniciada em 1998, mas ficou paralisada por alterações na Lei Orgânica do DF. Com o PPCub aprovado, o processo finalmente pôde ser retomado. Neste meio tempo, a demanda foi analisada por diversos órgãos e setores do governo que foram favoráveis à regularização do terreno. No entanto, a edição de novas legislações e procedimentos administrativos levou ao seu arquivamento até a aprovação do PPCub.

    Próximos passos

    Com a publicação do decreto, o projeto ganha respaldo legal para o registro em cartório e a futura regularização fundiária. A partir daí, o CBMDF poderá realizar novas melhorias na infraestrutura, ampliando a segurança e a eficácia das operações aéreas de resgate em Brasília e entorno.

    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação

    Créditos da Notícias

  • DF amplia locais de aplicação do Nirsevimabe na rede pública

    DF amplia locais de aplicação do Nirsevimabe na rede pública

    A Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou os locais de aplicação do medicamento Nirsevimabe, que protege bebês contra infecções graves causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável por casos de bronquiolite e pneumonia nos primeiros meses de vida. O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a adquirir o medicamento, que está sendo aplicado antes do pico da sazonalidade das infecções respiratórias em bebês. A medida preventiva reduz complicações e internações, impactando diretamente na ocupação de leitos de UTI neonatal.

    O Nirsevimabe protege bebês contra infecções graves causadas pelo VSR, principal responsável por casos de bronquiolite e pneumonia nos primeiros meses de vida | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF

    O público-alvo do medicamento são recém-nascidos prematuros, com idade gestacional entre 32 semanas e 36 semanas e 6 dias, nascidos a partir de 1º de outubro de 2024. Pacientes recém-nascidos internados em UTI neonatal e unidades de cuidados intermediários da rede pública, que atenderem ao critério de elegibilidade, receberão o Nirsevimabe durante a internação hospitalar, mediante prescrição médica padronizada.

    Pais de bebês nascidos nos hospitais do DF, que estejam dentro do público-alvo e não receberam o imunizante antes da alta na maternidade, deverão procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência portando a caderneta da criança. No local, será feita avaliação dos critérios de prescrição do imunizante.

    Aprovado pela Anvisa em outubro de 2023 e incorporado ao SUS em fevereiro deste ano, o Nirsevimabe é um anticorpo de ação prolongada, que oferece proteção imediata, sem necessidade de ativação do sistema imunológico. O medicamento é especialmente eficaz para prematuros e crianças com menos de 2 anos com comorbidades.

    O Palivizumabe continua sendo utilizado para os grupos de risco nascidos com menos de 32 semanas, como crianças com cardiopatias congênitas e displasias pulmonares. O Nirsevimabe vai ampliar a estratégia de proteção, de forma complementar e integrada ao protocolo vigente.

    Pais de bebês nascidos nos hospitais do DF, que estejam dentro do público-alvo e não receberam o imunizante antes da alta na maternidade, deverão procurar a UBS de referência

    Protocolo da SES-DF

    • Palivizumabe – Bebês prematuros com idade gestacional até 32 semanas

    • Nirsevimabe – Bebês prematuros entre 32 semanas e 36 semanas e 6 dias, nascidos a partir de 1º de outubro de 2024

    Locais de aplicação

    Os pacientes receberão o Nirsevimabe nas unidades listadas abaixo – no momento da aplicação, os responsáveis legais deverão apresentar a prescrição médica padronizada, termo de consentimento e caderneta de vacinação ou relatório médico que comprove a indicação para a criança:

    Hospital da Criança de Brasília

    • Atende moradores da Asa Norte, Sudoeste/Octogonal, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Cruzeiro, Asa Sul e Noroeste
    • Local – Ambulatório Bloco 1
    • Datas – Terças, das 7h às 12h, e sextas, das 14h às 17h

    Hospital Regional do Guará

    • Atende moradores do Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Park Way, Riacho Fundo, Estrutural, SIA e Guará
    • Local – Sala 10 da Policlínica
    • Datas – Terças, das 13h às 22h; quintas, das 13h às 18h; e sextas, das 7h às 12h

    Hospital Regional do Gama

    • Atende moradores do Gama, Santa Maria e Ride (Cristalina, Luziânia, Cidade Ocidental, Novo Gama, Valparaíso)
    • Local – Policlínica do Gama, Bloco D, Consultorio 01
    • Datas – Segundas, quartas e quintas, das 8h às 18h

    Hospital da Região Leste

    • Atende moradores do Paranoá, Itapoā, São Sebastião, Jardim Botânico e Ride (Unaí, Buritis, Cabeceira Grande)
    • Local – Sala de enfermagem da Policlínica Paranoá
    • Datas – Terças, quartas e quintas: 8h às 18h

    Hospital Regional de Taguatinga

    • Atende moradores de Taguatinga, Águas Claras, Vicente Pires, Arniqueira, Recanto das Emas , Samambaia e Ride (Abadiânia, Alexânia, Corumbá, Pirenópolis, Santo Antônio do Descoberto)
    • Local – Ambulatório
    • Datas – Segundas e quartas, das 8h às 17h

    Hospital Regional de Planaltina

    • Atende moradores de Planaltina, Fercal, Sobradinho e Ride (Planaltina de Goiás, Vila Boa, Cabeceiras, Água Fria e Formosa)
    • Local – Policlínica de Planaltina
    • Datas – Quartas e sextas, das 8h às 11h30

    Hospital Regional de Ceilândia

    • Atende moradores de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Brazlândia e Ride (Águas Lindas, Padre Bernardo, Mimoso e Cocalzinho)
    • Local – Sala 14 do Ambulatório 1
    • Datas – Segundas, quintas e sábados, das 8h às 18h

    Hospital Regional de Sobradinho

    • Atende moradores de Planaltina, Fercal, Sobradinho e Ride (Planaltina de Goiás, Vila Boa, Cabeceiras, Água Fria e Formosa)
    • Local – Policlínica de Sobradinho
    • Datas – Terças e quintas, das 14h às 17h30

    *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

    Crédito da Matéria

  • Brasília será sede de sete campeonatos nacionais de ginástica em 2025 – Secretaria de Estado de Esporte e Lazer

    Brasília será sede de sete campeonatos nacionais de ginástica em 2025 – Secretaria de Estado de Esporte e Lazer

    Competições oficiais da Confederação Brasileira de Ginástica irão movimentar a capital este ano

    por Gabriela Morais/ Ascom SEL-DF

     

    A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal firmou parceria com a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) para a realização de uma série de campeonatos nacionais da modalidade em Brasília ao longo de 2025. A iniciativa foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (23) e reforça a capital como referência na recepção de grandes eventos esportivos.

     

    O calendário contempla a realização de sete competições, entre elas o Troféu Brasil de Ginástica Artística (masculino e feminino), o Campeonato Brasileiro e Torneio Nacional de Ginástica Aeróbica, o Campeonato Brasileiro e o Torneio Nacional de Ginástica Acrobática, além do Campeonato Brasileiro de Parkur. Todas as provas fazem parte do calendário nacional da CBG e integram o circuito de alto rendimento da ginástica no país.

     

    A parceria entre o GDF e a CBG terá impacto positivo para os atletas e para a economia do Distrito Federal | Foto: Divulgação/SEL-DF

     

    A escolha de Brasília como sede dessas etapas reforça a posição estratégica da capital federal no cenário esportivo nacional e demonstra o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fomento ao esporte. A parceria com a CBG se justifica pela singularidade do objeto, já que a entidade é a única reconhecida pelo COB como responsável oficial pela realização dessas competições no Brasil.

    De acordo com o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, os eventos trarão impactos positivos tanto para os atletas quanto para a população do Distrito Federal. “Apoiar a realização desses campeonatos fortalece a vocação de Brasília para sediar grandes eventos esportivos e valoriza a ginástica como modalidade estratégica para o desenvolvimento esportivo no país. Também movimenta a economia local e aproxima a comunidade do esporte de alto rendimento”, afirmou.

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  • Programa para reduzir infecções em cirurgias é lançado

    Programa para reduzir infecções em cirurgias é lançado

    O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) lançou, nesta quinta-feira (24), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) o Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc). A iniciativa diminui complicações pós-operatórias e promove uma recuperação mais segura e rápida aos pacientes submetidos a cirurgias.

    Durante o lançamento, colaboradores e pacientes conheceram o novo protocolo. O Prisc foi desenvolvido pelo Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (Nucih) e tem como base uma abordagem multi, com ações integradas de prevenção, capacitação e monitoramento.

    Entre outras áreas, o Prisc abrange a prevenção pré-operatória eficiente e o uso adequado de antibióticos profiláticos | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF

    As principais medidas incluem prevenção pré-operatória eficiente; técnicas cirúrgicas seguras e desinfecção rigorosa; uso adequado de antibióticos profiláticos; controle da temperatura corporal e da glicemia; e boas práticas de cuidado pós-operatório por parte das equipes e dos próprios pacientes.

    Os objetivos são ambiciosos: reduzir o índice de infecções, diminuir o tempo de internação e elevar a qualidade do cuidado cirúrgico oferecido.

    A gerente-geral de Assistência do HBDF, Fernanda Abdul Hak, destacou a gravidade do problema. “Infecções em sítio cirúrgico são uma preocupação mundial, tanto na rede pública quanto na privada. Elas aumentam o tempo de internação, agravam o estado do paciente e, em alguns casos, levam à morte. Precisamos atuar antes mesmo de o paciente chegar ao centro cirúrgico, com medidas eficazes de controle e prevenção”, afirmou.

    Experiência e tradição em cirurgia

    O infectologista Tazio Vanni, também do HBDF, reforçou o papel da instituição como referência em procedimentos cirúrgicos. “O Hospital de Base é um dos maiores do Centro-Oeste, conhecido por sua excelência em cirurgia. É aqui que o presidente da República já se tratou, e é aqui que seguimos fortalecendo essa tradição com iniciativas como o PRISC”, declarou.

    “Essa é uma iniciativa que vai beneficiar toda a rede. É um marco para o sistema de saúde do DF”

    Emanuela Dourado, diretora de Inovação Ensino e Pesquisa

    Para a diretora de Inovação Ensino e Pesquisa, Emanuela Dourado, “essa é uma iniciativa que vai beneficiar toda a rede. É um marco para o sistema de saúde do DF”.

    Julival Ribeiro destacou que o PRISC é resultado de mais de um ano de trabalho e contou com a troca de experiências com especialistas internacionais. Entre eles, o cirurgião e diretor-assistente de Saúde Global da USAID, Atul Gawande, da Universidade de Harvard, que visitou o HBDF e compartilhou experiências. “Gawande conseguiu reduzir infecções na África com medidas simples e eficazes, aplicáveis também ao nosso contexto”, afirmou Julival.

    Além do Hospital de Base, o programa será implementado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), ampliando o alcance do programa no combate às infecções hospitalares.

    A expectativa é que o Prisc se torne referência para outras instituições de saúde no Brasil e no Mundo, como modelo de inovação e boas práticas na assistência hospitalar.

    *Com informações do IgesDF

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  • IPEDF promove palestra sobre letramento racial em parceria com a Sejus-DF

    IPEDF promove palestra sobre letramento racial em parceria com a Sejus-DF

    Com objetivo de abordar um tema importante, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) promoveu, na manhã desta quinta-feira (24) a segunda palestra sobre Letramento Racial com o professor da Secretaria de Educação (SEEDF), mestre e doutorando, Leonardo Café. A realização é conjunta com a Secretaria de Justiça (Sejus).

    Ele abriu a palestra dizendo que o objeto do encontro é fazer uma provocação sobre o racismo estrutural e institucional a começar pelo questionamento: “quais são as raízes do racismo no Brasil?”. A escravidão que trouxe cerca de quatro a cinco milhões de africanos ao país durante o período que se estendeu dos séculos XVI ao XIX.

    O IPEDF promoveu, na manhã desta quinta-feira (24), a segunda palestra sobre “Letramento Racial” com o professor da Secretaria de Educação (SEEDF), mestre e doutorando, Leonardo Café

    Para o diretor-presidente do IPEDF Codeplan, Manoel Clementino, “essa desconstrução deve ser feita diariamente e uma oportunidade como essa, de trazer o debate para dentro da nossa instituição representa preocupação e atuação pois o racismo tem efeitos reais na vida das pessoas negras, a desigualdade é comprovada pelos números do IBGE e também pelos números da Pesquisa distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (PDAD-A)”.

    Para o subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (SUBDHIR), Juvenal Araújo destacou que “nós estamos em todo o Governo do Distrito Federal buscando conscientizar todos os nossos servidores da importância de nós entendermos o raciocínio para combatê-lo e eliminá-lo. Então hoje, é para que nós possamos criar multiplicadores, para que a promoção da igualdade racial seja de fato efetiva no DF”.

    “Como servidor da Educação, temos a EAPE, que promove cursos e outras ações de formação continuada, como oficinas e encontros nas coletivas das escolas, para discutir as questões étnico-raciais na educação. Ações como essa nos ajudam a melhor entender o racismo estrutural, suas atualizações e desdobramentos, mas também em refletir criticamente sobre formas de combatê-los e ressignificar as representações das pessoas negras na nossa sociedade”, destacou o palestrante, Leonardo Café.

    *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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  • Abril Azul: Cartilha informa sobre direitos das pessoas com autismo

    Abril Azul: Cartilha informa sobre direitos das pessoas com autismo

    A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) lançou, nessa quinta-feira (24), a cartilha Autismo, Direitos e Defensoria Pública. Elaborado em alusão ao Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, o material tem como objetivo promover informações sobre os principais temas que envolvem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de apresentar a atuação da instituição em prol dessa população.

    Arte: DPDF

    A cartilha trata de assuntos como conceito de autismo, direitos das pessoas com TEA, educação inclusiva, saúde, planos de saúde, transporte, cultura e lazer, entre outros. Também traz uma lista de contatos úteis – telefones e endereços de órgãos e instituições que atuam na área.

    O conteúdo foi produzido pelo Núcleo de Assistência Jurídica de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (NDH/DPDF) e elaborado pela Escola de Assistência Jurídica da Defensoria Pública do DF (Easjur/DPDF), como parte da política institucional de educação em direitos. A cartilha passa a integrar a coleção Roteiros de Conhecimento, que já reúne 32 publicações com temáticas diversas, elaboradas pela DPDF e parceiros. Além disso, servirá como material base para um curso sobre os direitos das pessoas com autismo, que será disponibilizado ainda este mês na plataforma de ensino a distância da Easjur.

    “O lançamento dessa cartilha é um passo concreto para o fortalecimento da cidadania e da autonomia dessas pessoas”

    Amanda Fernandes, chefe do NDH/DPDF

    Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a iniciativa representa mais um avanço na luta por equidade e respeito aos direitos das pessoas com TEA. “Por meio dela, fornecemos informações essenciais sobre o tema, o que é fundamental para o acolhimento e a inclusão real dessas pessoas”, afirmou.

    A defensora pública Amanda Fernandes, chefe do NDH/DPDF, reforça o compromisso da instituição com a defesa dos direitos das pessoas com TEA em todas as esferas da vida: “O lançamento dessa cartilha é um passo concreto para o fortalecimento da cidadania e da autonomia dessas pessoas. Atuamos diariamente para que tenham vez, voz e seus direitos plenamente assegurados”.

    O defensor público e diretor da Easjur/DPDF, Evenin Ávila, destacou a importância de materiais especializados na prevenção de litígios: “Não há como formar uma cidadania ativa, consciente e emancipadora sem acesso à informação qualificada. O modelo de Justiça reativa lida com o sofrimento das pessoas. A Defensoria Pública precisa inaugurar um novo tempo, com foco em informação e educação para a prevenção”.

    Defesa dos direitos humanos

    A DPDF conta com um núcleo especializado na promoção e defesa dos direitos humanos: o NDH. Dentro dele, há um ofício voltado especificamente à defesa dos direitos das pessoas com deficiência, responsável por assegurar o exercício das liberdades fundamentais, visando à inclusão social e ao pleno exercício da cidadania.

    O NDH funciona no Nuclão da DPDF, localizado na Quadra 1 do Setor Comercial Norte, no Edifício Rossi Esplanada Business. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, em dias úteis.

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  • Cras e Creas do Gama recebem investimento e melhoram atendimento à população vulnerável

    Cras e Creas do Gama recebem investimento e melhoram atendimento à população vulnerável

    A população em vulnerabilidade do Gama tem um novo espaço de atendimento. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) entregou, nesta quinta-feira (24), as novas sedes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

    As duas unidades, que compartilham o mesmo lote, passaram por pintura completa, reestruturação das salas e do auditório, readequação total dos banheiros, melhorias no forro e telhado, implementação de medidas de acessibilidade nas estruturas, além de atualizações nos sistemas hidráulico e elétrico.

    Agora, a população vulnerável do Gama terá um espaço mais confortável para o atendimento | Foto: Renato Raphael/Sedes

    O local também recebeu mobiliário, computadores e ares-condicionados novos para garantir conforto durante o atendimento. O investimento total foi de R$ 832.707,27.

    Durante a execução das obras, os servidores fizeram revezamento nas unidades do Cras e Creas para garantir o atendimento aos cidadãos. Além disso, alguns serviços eram prestados de forma remota, por telefone, a fim de minimizar os impactos para a população.

    “Quanto mais se investe na área de desenvolvimento social, mais a gente reduz as desigualdades na sociedade”

    Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social

    “Nos últimos anos, este Governo do Distrito Federal tem conseguido implementar melhorias nas unidades socioassistenciais”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quanto mais se investe na área de desenvolvimento social, mais a gente reduz as desigualdades na sociedade”, afirmou.

    Localizados na Área Especial 11/13 do Setor Central do Gama, os centros de referência dispõem de duas recepções com entradas separadas, banheiros, auditório, área externa e salas individualizadas, garantindo a privacidade no atendimento a cidadãos em situação de vulnerabilidade ou com violação de direitos.

    Centros de referência

    O Cras e o Creas do Gama funcionam no mesmo endereço

    O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é a porta de entrada para a assistência social. Com 32 unidades no DF, são oferecidos serviços de atualização do Cadastro Único, avaliação para benefícios sociais e acompanhamento familiar, visando apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldades de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes.

    Já o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. Os serviços ofertados são semelhantes aos do Cras, mas com o foco na superação dos danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos. O atendimento ocorre quando a própria pessoa procura o local para avaliação do caso ou por encaminhamento de outros órgãos.

    *Com informações da Sedes-DF

    Crédito da Matéria

  • Escola Classe Kanegae brilha em premiação do 13º Concurso de Desenho e Redação da CGU

    Escola Classe Kanegae brilha em premiação do 13º Concurso de Desenho e Redação da CGU

    A quarta-feira (23) foi de festa na Escola Classe (EC) Kanegae, localizada na área rural do Riacho Fundo. A unidade foi premiada no 13º Concurso de Desenho e Redação da Controladoria-Geral da União (CGU), realizado no ano passado com o tema “Cidadania Digital: Acesso e Educação para a Democracia”. Cinco estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental foram premiados na categoria Escola Cidadã.

    A 13º Concurso de Desenho e Redação da Controladoria-Geral da União premiou cinco estudantes da EC Kanegae, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF

    O concurso contou com a participação de 32 escolas do Distrito Federal. Estudantes do 1º ao 5º ano participaram com desenhos, enquanto alunos do 6º ao 9º ano, do ensino médio, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino profissionalizante concorreram com redações. Na EC Kanegae, 157 estudantes dos anos iniciais do fundamental se engajaram no projeto, acompanhados por oito professores, por meio de um plano de mobilização.

    Além da produção dos desenhos, o plano de mobilização incluiu diversas ações. Entre elas, a criação da Caixa do Desabafo, para que os alunos compartilhassem experiências anonimamente; a leitura do livro Somos todos extraordinários, de R. J. Palacio; palestras e discussões sobre cidadania digital e ética no ambiente online; uso de sites e jogos educativos como Plenarinho, Genially e Interland; exposição de cartazes sobre o tema na escola; e o incentivo aos pais para explorarem o tema com os filhos durante o recesso escolar.

    A diretora da EC Kanegae, Schirley Rocha, destacou a importância de tratar a cidadania nos dias de hoje: “A cidadania está presente em tudo o que fazemos – e agora também no ambiente digital, onde formamos alunos conscientes, éticos e preparados para os desafios do mundo atual”. Ela também reconheceu o trabalho coletivo: “As professoras, coordenadoras e toda a equipe escolar contribuíram significativamente para que a escola recebesse esse prêmio”.

    Os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental participaram do concurso com desenhos

    Premiação

    Durante o evento, foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos alunos, que trataram de temas como conectividade, uso do computador e os perigos de conversar com estranhos na internet. Cinco estudantes da EC Kanegae, do 1º ao 5º ano, foram premiados nesta edição.

    Bernardo Vitor da Silva, aluno do 3º ano e um dos vencedores da categoria Escola Cidadã, compartilhou o que aprendeu: “Eu aprendi que não se pode sair postando qualquer coisa na internet, nem falar com qualquer pessoa. Temos que tomar cuidado com essas coisas. Achei muito legal – e ganhei um patinete”, comemorou.

    O estudante do 3º ano Bernardo Vitor da Silva, de 8 anos, foi um dos ganhadores da categoria Escola Cidadã

    Cidadania digital

    A subsecretária de Educação Básica da Secretaria de Educação do DF, Iêdes Braga, destacou o orgulho de ver uma escola do campo sendo reconhecida nacionalmente: “É uma alegria enorme voltar à Kanegae, uma escola que respeita muito o seu território. Temos o compromisso com a ética cidadã também no meio virtual, e parabenizo muito a escola por isso”.

    Já Eveline Brito, secretária-executiva da CGU e jogadora assumida de Minecraft, conversou com os estudantes sobre a conexão entre o mundo digital e a vida real: “No Minecraft, construímos nossos mundos com bloquinhos, certo? A vida também é assim: construída com ética, respeito e cidadania, para que todos vivam em paz. Precisamos evitar mentiras, levantar muros contra o preconceito – e é isso que fazemos no dia a dia para criar um mundo melhor”.

    O tema da 14ª edição do Concurso de Desenho e Redação da CGU será: “O clima está mudando, e você?”.

    *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

    Créditos da Notícias

  • Programa leva conceitos de cidadania ao CED 01 do Itapoã

    Programa leva conceitos de cidadania ao CED 01 do Itapoã

    O Centro Educacional Nº 01 (CED 01) do Itapoã recebeu, nesta quinta-feira (24), mais uma edição do programa DF Legal nas Escolas. Cerca de 165 alunos do ensino médio participaram das atividades promovidas pela Secretaria DF Legal.

    Alunos do ensino médio do CED 01 do Itapoã participaram de mais uma edição do programa DF Legal nas Escolas, nessa quinta (24) | Fotos: Divulgação/DF Legal

    Durante a ação, os servidores da pasta exibiram fotos antigas da Região Administrativa e abordaram temas como o uso adequado dos espaços públicos, o descarte irregular de resíduos sólidos e os riscos da água parada nas residências.

    O auditor Jansler Aragão tratou das principais competências da secretaria, como a fiscalização de atividades econômicas, obras e edificações, o combate ao desordenamento urbanístico e o controle de resíduos.

    Segundo o auditor, a proposta é despertar nos jovens uma consciência cidadã voltada para uma cidade mais organizada e dentro da legalidade: “As pessoas precisam entender que, antes de iniciar uma obra, devem verificar se o lote é regularizado e, caso esteja, buscar as devidas autorizações do poder público. Se todos fizerem a sua parte, inclusive no descarte de resíduos, a melhora é visível”.

    A mensagem de uma cidade limpa e bem organizada agradou aos alunos. O estudante do 3º ano Laerte Viana Xavier, de 17 anos, destacou a importância do aprendizado. “Descobri muitas coisas sobre a minha cidade que eu não conhecia. Por isso, prestei atenção na palestra do início ao fim”, contou.

    Também aluna do 3º ano, Luana da Conceição Valverde, 17, se surpreendeu ao saber que o território onde hoje está o Itapoã havia sido destinado originalmente a um condomínio: “Agora entendo por que, ao procurar o nome Itapoã no mapa, aparece ‘Condomínio Entre Lagos’. Antes, eu não entendia isso”.

    A estudante Luana da Conceição Valverde descobriu que a cidade onde mora estava destinada a ser um condomínio: “Agora entendo por que, ao procurar o nome Itapoã no mapa, aparece ‘Condomínio Entre Lagos’. Antes, eu não entendia isso”

    O professor de História Mauro Rodrigues Pena, 49 anos, aprovou a iniciativa. “Os alunos precisavam desse conhecimento, que com certeza levarão para a vida toda – especialmente sobre o descarte irregular de lixo, construções fora da lei e a legislação do DF que regula esses assuntos”, observou.

    A nova versão do projeto mantém a linguagem simples e direta, mas traz como diferencial o foco na história local de cada região. “Criamos um material específico para o Itapoã, abordando questões ligadas à organização urbana da cidade. A proposta das palestras é oferecer aos alunos uma visão diferente da que tiveram os seus pais, baseada no cumprimento das leis. Eles podem até não aplicar imediatamente o que aprenderam, mas pelo menos saberão, por exemplo, o dia certo em que o caminhão do SLU passa na sua rua”, explicou Luciano Silvestre da Silva, diretor de Planejamento, Modernização e Valorização do Servidor (Dimov).

    Ao final da palestra, foi realizada uma dinâmica em grupo com os alunos. Os aprendizados servem também como base para a realização de trabalhos extracurriculares.

    *Com informações da Secretaria DF Legal

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  • Reeducandos utilizam a arte como instrumento de ressocialização

    Reeducandos utilizam a arte como instrumento de ressocialização

    Um quadro produzido por reeducandos do Sistema Penitenciário do DF foi doado, na terça-feira (22), ao Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do Conselho Nacional de Justiça.

    A confecção do quadro foi realizada pelos reeducandos Jackson e Fabiano em uma das oficinas de trabalho que são oferecidas pela Penitenciária II do Distrito Federal (PDF II). Atualmente, nesta unidade penal existem cinco oficinas que auxiliam os reeducandos a desenvolverem habilidades em arte, marcenaria, mecânica, serralheria, entre outros.

    A confecção do quadro foi realizada pelos reeducandos Jackson e Fabiano em uma das oficinas de trabalho que são oferecidas pela Penitenciária II do Distrito Federal (PDF II) | Foto: Divulgação/Seape-DF

    “As oficinas de capacitação proporcionam aprendizado técnico e são essenciais para promover a ressocialização. Iniciativas como essa criam perspectivas mais positivas para que ao fim da pena os reeducandos tenham mais oportunidades e alcancem a efetiva reintegração social”, destaca Alex Fernandes Rocha, chefe de gabinete da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF).

    O material utilizado foi doado pela juíza da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP/DF), Leila Cury. “Eu comprei o material do meu próprio bolso e doei para eles confeccionarem os quadros. Quando ficaram prontos, o diretor da PDF II juntamente com o diretor adjunto foram me entregar. E eu achei bonito, simbólico e significativo”, afirma a juíza.

    O quadro teve como inspiração o Pena Justa e, como o DMF tem papel fundamental na implementação do plano, a pintura foi entregue ao juiz Coordenador Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, do DMF.

    “O Pena Justa é fazer a Constituição Federal, que é um documento da nossa cidadania e de importância para todo brasileiro, válido e eficaz. Tem muitas disposições ali que estão diretamente relacionadas com o cumprimento de uma pena. A exemplo: tem que ser uma pena que preserve a dignidade das pessoas, que crie oportunidades, que se faça com respeito à integridade de todos que estão ali”, afirma o juiz do DMF.

    “A melhoria não é só para a gente que participa do projeto, mas também para todos do presídio. Além de melhoria das instalações físicas, ele ajuda na ressocialização mental. Faz com que o preso pense em um futuro muito além do que ele viveu no passado. Sei que posso transformar minha mente e minha vida através da arte”, conta o reeducando Fabiano.

    Jackson já trabalhava com arte antes de ser preso e sonha em ter o próprio ateliê. “Esse projeto me deu uma mudança de perspectiva, ele veio pra dar uma nova visão pro preso e para a sociedade de um modo geral. Para que o preso possa ter uma oportunidade de se regenerar, possa trabalhar, fazer cursos e sair daqui uma pessoa transformada”, afirma o reeducando.

    *Com informações da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF)

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  • DF é pioneiro em triagem neonatal para doença de Pompe

    DF é pioneiro em triagem neonatal para doença de Pompe

    O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a implementar a triagem neonatal para a doença de Pompe na rede pública. Por meio do teste do pezinho ampliado, é possível detectar precocemente essa condição genética rara que afeta os músculos e pode comprometer funções vitais, como respiração e batimentos cardíacos. A iniciativa pioneira da Secretaria de Saúde (SES-DF) transforma o país em referência na América Latina.

    “Ampliar a triagem neonatal foi um esforço do serviço de referência em doenças raras, com apoio fundamental da SES-DF. Isso porque, além de médicos capacitados, precisamos de uma administração pública eficiente para viabilizar essa realidade”, avalia o geneticista e chefe do Programa de Triagem Neonatal do Hospital de Apoio de Brasília (HAB), Gerson Carvalho.

    Responsável pelo diagnóstico e tratamento da menina, o geneticista da SES-DF, Fabrício Maciel, destaca que a colaboração multidisciplinar é fundamental para o sucesso | Foto Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF

    Tratamento precoce

    O diagnóstico da condição possibilita o início imediato do tratamento, passo essencial para evitar complicações graves. No DF, essa verificação é feita no Centro de Referência de Doenças Raras do HAB, por meio do exame de dosagem enzimática.

    Nos primeiros meses de vida, a doença de Pompe caracteriza-se por fraqueza muscular generalizada e cardiomegalia, quando o coração cresce além do normal. “Por ser progressiva e potencialmente fatal, o diagnóstico precoce é imperativo. Quanto antes iniciarmos o tratamento, maiores são as chances de evitar danos ao coração e salvar vidas”, complementa Carvalho.

    O tratamento ocorre a cada 15 dias com a infusão da enzima alfa-glicosidase ácida (GAA), um processo conhecido como Terapia de Reposição Enzimática (TRE). A aplicação diretamente na veia do paciente ajuda a retardar a progressão da doença.

    A pequena Melina Carvalho, de 10 meses, diagnosticada com a doença no HAB, recebe a terapia para suprir a deficiência da enzima que seu organismo não produz corretamente. Seu tratamento é feito, hoje, no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB).

    “Foi desesperador receber o diagnóstico, mas o tratamento precoce trouxe esperança. Hoje, minha filha está se desenvolvendo bem e sem complicações, graças às equipes médicas do HAB e do HCB”, conta a mãe da paciente, Bruna Carvalho, 24.

    O caso de Melina marca o avanço no DF, sendo o primeiro a receber a terapia padrão-ouro, isto é, quando uma técnica se mostra a mais eficaz em relação às demais no tratamento de determinada doença.

    Responsável pelo diagnóstico e tratamento da menina, o geneticista da SES-DF, Fabrício Maciel, destaca que a colaboração multidisciplinar é fundamental para o sucesso do tratamento. “Tanto no HAB quanto no HCB, a paciente conta com o apoio de especialistas em diversas áreas, como imunologia, cardiologia e neurologia pediátrica, além de uma equipe de reabilitação de excelência”, explica.

    *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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