Dia: 13 de abril de 2025

  • Agências do trabalhador oferece mais de 900 vagas de emprego nesta segunda (14)

    Agências do trabalhador oferece mais de 900 vagas de emprego nesta segunda (14)

    As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta segunda-feira (14), 964 vagas para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,8 mil.

    O cargo com mais oportunidades abertas é o de servente de obras, em São Sebastião | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Do total de vagas, 17 são destinadas a Pessoas com Deficiência (PcDs), para os cargos de auxiliar de cozinha e de estoquista. As oportunidades estão distribuídas nas regiões da Zona Industrial Guará, Asa Norte, Vicente Pires e Águas Claras, com salário médio de R$ 1,6 mil.

    Para Jovem Aprendiz são ofertadas 10 vagas no cargo de auxiliar administrativo, com um salário de R$ 800, além de benefícios. A oportunidade requer ensino médio completo, sem exigência de experiência na área.

    O cargo com mais oportunidades abertas é o de servente de obras, em São Sebastião. São 121 vagas, com salário de R$ 1.518. Os candidatos precisam ter ensino fundamental completo, mas não é cobrada experiência.

    Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

    Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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  • DER constrói museu inédito para preservar memória de Brasília e da infraestrutura viária do DF

    DER constrói museu inédito para preservar memória de Brasília e da infraestrutura viária do DF

    A história do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) se confunde com a de Brasília. Criado apenas dois meses após a fundação da nova capital, o órgão ajudou a pavimentar não só as primeiras vias da cidade, como também os caminhos que levaram o DF a se conectar com o restante do país. No ano em que a autarquia e o Quadradinho completam 65 anos, uma nova obra surge para preservar essa memória: a construção do Museu Histórico, Artístico e Científico do DER (MuDER).

    O Museu Histórico, Artístico e Científico do DER (MuDER) vai contar a história do DER-DF, autarquia que nasceu e cresceu com Brasília | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    O MuDER será implantado em três etapas. A primeira, chamada de “Museu a Céu Aberto”, está concluída. Em cada um dos departamentos do DER, equipamentos e maquinários históricos foram expostos para homenagear os servidores da casa. “A ideia era que o servidor, ao chegar para trabalhar, visse a máquina e se lembrasse das obras das quais participou. É um resgate voltado para dentro da instituição, mas aberto à sociedade”, explica o presidente da comissão de criação do museu, Maurício Marques.

    A segunda etapa, atualmente em execução, marca a abertura do museu ao público em um espaço fechado no Parque Rodoviário, com 168 m² divididos em dois módulos. Um deles será voltado para exposições de longa duração, com acervo composto por documentos, objetos históricos e depoimentos de ex-servidores colhidos pelo Projeto Permanente de História Oral, em funcionamento desde 2023.

    A primeira etapa do MuDER, chamada de “Museu a Céu Aberto”, está concluída: em cada um dos departamentos do DER, equipamentos e maquinários históricos foram expostos

    “O visitante poderá acessar exposições, fotos, projetos e até relatos em áudio e vídeo de ex-dirigentes do DER. Como o espaço é limitado, estamos investindo em muita tecnologia e recursos audiovisuais para otimizar a experiência”, prossegue Maurício.

    O museu, considerado o primeiro interativo e audiovisual entre os departamentos rodoviários do país, tem previsão de inauguração para junho, no aniversário do órgão. As obras já avançam para as etapas estruturais da marquise, preparo para instalação de piso e fiação elétrica do espaço, que promete ser um novo ponto de conexão entre passado, presente e futuro da mobilidade no Distrito Federal.

    Cuidado técnico

    Todo o processo de construção do museu é acompanhado de perto pelo museólogo Gustavo Lopes, um dos integrantes da comissão de 40 pessoas responsável pelo projeto. O profissional destaca o cuidado técnico envolvido na criação do museu.

    “O DER teve a nobreza de contratar um museólogo desde o início, o que é raro. Trabalhamos no desenvolvimento do plano museológico, no processamento técnico dos objetos do acervo e, futuramente, na comunicação desses conteúdos ao público”, conta. “Cada objeto precisa ter um contexto. Um museu não pode ser feito de peças soltas.”

    Gustavo ainda explica que o MuDER atenderá aos três pilares exigidos por lei para um museu: acervo, pesquisa e comunicação: “Estamos reunindo o acervo, promovendo pesquisa científica sobre os itens e, em breve, iniciaremos a divulgação por meio de exposições e ações educativas”.

    O museólogo Gustavo Lopes é um dos responsáveis pelo projeto do MuDER: “Trabalhamos no desenvolvimento do plano museológico, no processamento técnico dos objetos do acervo e, futuramente, na comunicação desses conteúdos ao público”

    Sede definitiva

    Já a terceira etapa compreende a construção da sede definitiva do museu, com assinatura do arquiteto Jorge Nazaré. Com conceito de arquitetura contemporânea tropical, o prédio será integrado às políticas educacionais do DER e contará com dois auditórios, setor administrativo, depósitos para diferentes tipos de acervo e um átrio com pé-direito triplo para iluminação zenital. Haverá ainda um subsolo semi-enterrado.

    “O desenho é simples e simbólico, como Brasília. Um quadrado dividido ao meio, com cantos arredondados e espaços internos articulados em três pavimentos. Tudo pensado para valorizar o acervo e proporcionar uma experiência moderna ao visitante”, detalha o arquiteto.

    A expectativa não é descontinuar o museu audiovisual construído no interior do Parque Rodoviário, mas incorporá-lo aos projetos educacionais do departamento, como, por exemplo, a Escola Vivencial de Trânsito (Transitolândia), cujo objetivo é promover a conscientização sobre a segurança no trânsito.

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  • Bolsa Maternidade ultrapassa 19 mil benefícios entregues desde 2020

    Bolsa Maternidade ultrapassa 19 mil benefícios entregues desde 2020

    O Governo do Distrito Federal (GDF) registrou, nos últimos quatro anos, um crescimento de 474% no número de kits entregues por meio do programa Bolsa Maternidade, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O auxílio é concedido às mães em situação de vulnerabilidade social e contém itens essenciais para os cuidados do bebê recém-nascido.

    O Programa Bolsa Maternidade se caracteriza como um “auxílio natalidade” dentro dos benefícios socioassistenciais ofertados pelo GDF. Desde 2020, ano em que o programa foi criado, o governo já concedeu mais de 19,4 mil kits, sendo 2024 o ano com mais entregas, com 7.093 mulheres beneficiadas.

    A secretária de Desenvolvimento Social do DF, Ana Paula Marra, atribui o aumento significativo das entregas às mudanças logísticas promovidas pela pasta. “Antes, a mochila era retirada na maternidade onde o bebê nasceu após a solicitação do benefício. A partir dos avanços deste GDF, a entrega dos itens passou a ser realizada no momento em que a família é atendida na unidade socioassistencial, otimizando o fluxo de entrega”, explica.

    Desde 2020, ano em que o programa foi criado, o governo já concedeu mais de 19,4 mil kits, sendo 2024 o ano com mais entregas, com 7.093 mulheres beneficiadas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Desde março de 2024, a retirada da bolsa pode ser feita diretamente nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Além de fornecer uma parcela única de R$200 para cada criança nascida, ou em caso de natimorto, o programa entrega um kit completo de itens essenciais para o recém-nascido, como body, fraldas, casaco, toalha, e outros itens que garantem o cuidado inicial do bebê.

    Uma das beneficiadas pelo programa foi Sunamita Turpo, 29 anos, mãe de Estela, de apenas quatro meses de idade. A dona de casa descobriu que tinha acesso ao auxílio quando procurou atendimento no Cras do Varjão. “Certo dia, eu vim em busca do auxílio-natalidade e fiquei sabendo do programa. No mesmo dia, recebi a bolsa, que me ajudou muito nos primeiros meses dela”, conta.

    Sunamita Turpo foi surpreendida pela gravidez de Estela e contou com o Bolsa Maternidade para o enxoval da bebê | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Segundo ela, os itens da bolsa foram essenciais para os primeiros dias de vida da pequena. “Eu não sabia da gestação dessa neném; descobri faltando dois meses e foi uma correria para conseguir as coisas. Então, o auxílio me ajudou demais porque não tinha me preparado. As roupas que vieram ela conseguiu usar até os três meses e o pacote de fraldas também durou bem”, completa.

    Depoimentos como o de Sunamita encontram eco entre outras mães beneficiadas pela iniciativa. Entre elas, Lorena Pereira, 37 anos, mãe de Walison, de apenas um mês de idade.

    Ela recebeu uma mochila grande com 21 itens de enxoval, entre roupinhas, meias, fraldas, mantas, pomada e lenços umedecidos. “Para mim, a bolsa é uma grande ajuda, especialmente pelas roupas”, conta. “Fiquei sabendo que tinha direito ao benefício ainda no posto de saúde, durante as consultas pré-parto”, acrescenta.

    Como conseguir

    As mães que se encaixam nos requisitos do Programa Bolsa Maternidade têm até 30 dias após o parto para solicitar o auxílio. Já o auxílio-natalidade é pago em até 90 dias após o nascimento, em parcela única de R$ 200 por criança nascida ou em caso de natimorto.

    Para solicitar o auxílio-natalidade, a família deve procurar atendimento no Cras mais próximo da residência. Os critérios básicos de solicitação são residir no Distrito Federal há pelo menos seis meses e ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo.

    No momento do atendimento, a mãe ou alguém que a represente (no caso da impossibilidade da mãe) deverá apresentar os documentos pessoais e a Certidão de Nascimento ou de natimorto.

    As mães em situação de rua assistidas pela política de assistência social nos centros de referência especializados para população em situação de rua (Centros Pop) ou de assistência social (Creas) também têm direito a receber a bolsa-maternidade.

    Para solicitar o auxílio, é preciso apresentar a seguinte documentação:

    – Declaração de nascido vivo ou Certidão de Nascimento;
    – Documentação civil de identificação com foto;
    – Cadastro de Pessoa Física (CPF);
    – Documentos que comprovem renda;
    – Comprovante de residência no DF há pelo menos seis meses.

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