Dia: 12 de abril de 2025

  • Tardezinha do HSol transforma hospital em sede de alegria e afeto

    Tardezinha do HSol transforma hospital em sede de alegria e afeto

    No Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia, uma tarde por mês é reservada para música, histórias, encontros e emoções. A Tardezinha do HSol é uma iniciativa da equipe multiprofissional da unidade de saúde com o propósito de transformar o ambiente hospitalar e proporcionar aos pacientes momentos de lazer e bem-estar.

    O evento é realizado na área comum da unidade e mobiliza profissionais de diversas áreas, estudantes de instituições de ensino e, principalmente, os próprios pacientes, que se tornam protagonistas dessa experiência afetiva.

    “Esse momento é importante porque transforma o hospital em um espaço de vida, e não só de tratamento”

    Flávio Amorim, gerente do HSol

    “Esse momento é importante porque transforma o hospital em um espaço de vida, e não só de tratamento. O ambiente se torna mais leve, mais acolhedor. A cada edição, vemos sorrisos, lágrimas de emoção e escutamos relatos que nos lembram por que escolhemos trabalhar com saúde”, afirma o gerente do HSol, Flávio Amorim.

    A mais recente edição da Tardezinha, nesta sexta-feira (11) contou com a participação de estudantes do Centro Universitário UDF. Uma das convidadas foi a aluna de fonoaudiologia, Angélica Lhyra Poleto Rodrigues, que encantou pacientes com canções afetivas e cheias de memórias.

    Projeto mostra que o tratamento de um paciente vai além de medicamentos e cirurgias | Foto: Divulgação/IgesDF

    A gerente multidisciplinar do hospital, Camila Frois, conta como surgiu a parceria. “Encontrei um vídeo da Angélica cantando nas redes sociais da universidade, achei muito lindo e logo tratei de entrar em contato para convidá-la a participar do nosso projeto. Pensamos com carinho nas três músicas que seriam apresentadas aos pacientes, buscando canções que remetessem à infância e à convivência com os avós, para incentivar que todos cantassem juntos. Mais do que a música, o objetivo principal foi escutá-los — ouvir suas histórias, suas experiências, suas vozes. Foi uma troca afetiva e muito rica para todos nós.”

    Angélica explica que a ação também fará parte de um trabalho acadêmico. “Toda essa ação será documentada no projeto A alegria de ouvir a voz da terceira idade, para uma disciplina da universidade. Nosso objetivo é esse: somar à comunidade, fazer a diferença e deixar nossa marca nos corações, para além da sala de aula.”

    Para Regiane da Silva, da equipe de Humanização do HSol, o impacto da ação vai além do momento vivido. “É uma alegria que mexe com o coração de todo mundo.”

    “A gente sai de quatro paredes brancas para o verde da natureza, ouvir histórias, cantar”

    Adilene Cerqueira, paciente

    Entre os pacientes que participaram da atividade, o sentimento foi de gratidão e encantamento. Internada desde o dia 9 de abril após um AVC, Adilene Vieira Cerqueira se emocionou. “Foi maravilhoso. A gente sai de quatro paredes brancas para o verde da natureza, ouvir histórias, cantar. Isso nos dá força e fé. Temos que aproveitar, perdoar, ser transparentes. Foi um momento de união, de falar de Deus e das pessoas.”

    Aldenora Bezerra Dantas, acompanhante do paciente Francisco Arlindo Dantas — internado desde 14 de março com pressão alta e pré-diabetes — também se emocionou com a experiência. “Isso aqui é uma terapia. Para nós que estamos acompanhando e para eles que estão internados, é um momento de amor. Nota dez pra tudo. Pena que é só uma vez por mês, podia ser mais. Aqui a gente sente cuidado, carinho.”

    “O compromisso com a qualidade vai além dos resultados clínicos: está presente na experiência dos nossos pacientes, no cuidado centrado nas pessoas e na busca constante por avanços que gerem impacto real na vida da população”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro.

    *Com informações do IgesDF

    Créditos da Notícias

  • Brasília 65 anos: Veja programação completa dos três dias de comemorações

    Brasília 65 anos: Veja programação completa dos três dias de comemorações

    A programação oficial da celebração dos 65 anos de Brasília já está definida. Com o tema “O melhor tempo é agora”, a festa será realizada na área central da capital e contará com três dias de atrações gratuitas, de 19 a 21 de abril. A Esplanada dos Ministérios será o palco principal da comemoração, reunindo artistas de diversos estilos musicais, como axé, forró, gospel, frevo, pagode, piseiro e sertanejo.

    Brasília terá uma programação especial para celebrar seus 65 anos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    As apresentações ocorrerão em um megapalco montado especialmente para o evento, com telões, passarela e uma estrutura completa que inclui camarotes, área kids, espaço pet, roda-gigante, tirolesa e praça de alimentação. Para facilitar o acesso da população, o programa Vai de Graça oferecerá transporte público gratuito durante todo o período de festa, com gratuidade estendida de quinta-feira (17) até segunda-feira (21), data do aniversário da cidade.

    12/04/2025 - Brasília 65 anos: Veja programação completa dos três dias de comemorações

    A programação musical tem início no sábado (19), com os shows de Wesley Safadão e Léo Santana como atrações principais. No domingo (20), o palco será comandado por Fagner e Mari Fernandez. Já na segunda-feira (21), feriado pelo aniversário de Brasília, os destaques ficam por conta do cantor gospel Eli Soares, que se apresenta pela manhã, da banda brasiliense Menos É Mais e da dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, que aproveitará a ocasião para gravar um novo conteúdo audiovisual.

    Durante mais uma edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão, realizada no Gama, a governadora em exercício, Celina Leão, destacou a programação especial em comemoração ao aniversário de Brasília. Celina disse estar confiante no sucesso do evento. “Tenho certeza de que será um sucesso de público e também de tranquilidade. Nossa segurança pública vai estar presente, como tem sido em todos os grandes eventos. Nossa polícia é cidadã, atenta, sempre cuidando da população.”

    Veja a programação completa dos 65 anos de Brasília:

    Dia 1 – Sexta-feira, 19 de abril
    14h – Abertura oficial: Solenidade institucional com celebração gospel
    15h – Inauguração da exposição fotográfica Brasília Ontem e Hoje
    15h30 – Show: Eli Soares (gospel, artista nacional)
    16h40 – DJ Léo S.A (artista local)
    17h – Dih Ribeiro (artista local)
    18h – Eduardo & Mônica (artista local)
    19h – TJ Fernandes (Teatro Nacional)
    19h – Willian & Marlon (artista local)
    21h – Os Melhores do Mundo (Teatro Nacional)
    21h – Show nacional: Wesley Safadão
    23h – Show nacional: Léo Santana
    2h – Encerramento do dia

    Dia 2 – Sábado, 20 de abril
    14h – Abertura
    14h – Teatro infantil e atividades recreativas
    15h – Heverton & Heverson (artista local)
    16h40 – Enzo & Rafael (artista local)
    18h30 – Rock Beats (artista local)
    19h50 – Miguel Santos (artista local)
    20h20 – Show nacional: Fagner
    22h – Show nacional: O Grande Encontro (Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)
    23h50 – Show de luzes com drones
    0h – Show nacional: Mari Fernandez (Contrato do Ministério do Turismo)
    2h – Encerramento do dia

    Dia 3 – Domingo, 21 de abril
    14h – Abertura
    14h – Teatro infantil e atividades recreativas
    14h30 – Exibição de vídeos: A História de Brasília
    15h – Doze Por Oito (artista local)
    16h50 – Doze Por Oito (segunda apresentação)
    18h – Adriana Samartini (artista local)
    19h – Show nacional: Menos é Mais
    21h – Show nacional: Grupo BenzaDeus
    22h – Show de abertura: Bruno César & Rodrigo (Contrato do Ministério do Turismo)
    23h30 – Show nacional: Zé Neto & Cristiano (Contrato do Ministério do Turismo)
    0h – Espetáculo pirotécnico e encerramento oficial das celebrações
    1h30 – Encerramento do show e do evento.

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  • GDF Mais Perto do Cidadão leva inclusão, serviços e acolhimento ao Gama

    GDF Mais Perto do Cidadão leva inclusão, serviços e acolhimento ao Gama

    O Gama recebeu, neste sábado (10), mais uma edição do programa Governo do Distrito Federal (GDF) Mais Perto do Cidadão, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). Com foco na conscientização sobre o transtorno do espectro autista (TEA), em alusão à campanha Abril Azul, o evento teve como destaque a inauguração de um espaço sensorial — ambiente terapêutico adaptado para auxiliar no tratamento de crianças com autismo. A sala foi planejada para oferecer estímulos controlados, que ajudam no processamento de informações sensoriais e promovem mais conforto e bem-estar.

    A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância do programa que leva serviços gratuitos para perto da população e comentou a construção de um novo centro de referência para atendimento a pessoas com autismo no Distrito Federal, anunciada na última quarta-feira (9). “É uma política pública muito importante de inclusão, que merece atenção e cuidado do poder público. O centro será especializado, com profissionais capacitados para oferecer um atendimento de excelência.”

    Governadora do DF em exercício, Celina Leão destacou as políticas públicas do GDF para acolher autistas e seus familiares | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

    Ela ressaltou que, além do cuidado com os autistas, o projeto contempla o acolhimento das famílias. “Já temos um projeto da Secretaria da Mulher voltado para as mães atípicas, mas que também acolhe todas as mães. Esse centro vai cuidar com qualidade e atenção. Temos certeza de que começamos com um, mas teremos vários espalhados pelo DF.”

    Em relação ao Mais Perto do Cidadão, Celina enfatizou o sucesso do programa. “Já realizamos mais de 300 mil atendimentos. Ele reúne todas as secretarias com prestação de serviços gratuitos e também conta com a participação da sociedade civil organizada, com muitos voluntários”, explicou. Segundo ela, o evento vai além dos atendimentos: também proporciona lazer e entretenimento, com o intuito de aproximar o Estado do cidadão, pois essa presença constante nas comunidades é um diferencial para a gestão pública.

    Entre os atendimentos disponíveis, a programação contou com o Na Hora, Polícia Civil, vacinação de pets, corte de cabelo, serviços de beleza e bem-estar, espaço infantil e apresentações culturais. O estande do programa Direito Delas também estará presente, com orientações sobre prevenção à violência contra a mulher.

    Marcela Passamani: “Quando o governo sai do gabinete e vem para perto do cidadão, ele mostra que está realmente à disposição. Nós somos servidores públicos, estamos aqui para servir”

    A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância de se aproximar da população e de levar pautas prioritárias à tona, como a inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista, especialmente neste mês de abril. Ela reforçou o compromisso da atual gestão com a causa do autismo. “Sabemos do olhar diferenciado do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, ainda mais agora com o Centro de Referência, que já foi anunciado e divulgado.”

    A secretária contou que a programação do evento incluiu palestras e espaços de debate. “Queremos discutir cada vez mais esse assunto, que está tão presente e atualizado em nossa sociedade, e mostrar a atenção do governo com essa pauta.” Ao comentar sobre a conexão entre o governo e a população, ela reforçou que esse é um diferencial da atual gestão. “Quando o governo sai do gabinete e vem para perto do cidadão, ele mostra que está realmente à disposição. Nós somos servidores públicos, estamos aqui para servir”, afirmou.

    Frank dos Santos aproveitou para tirar a segunda via da Carteira de Identidade

    O cozinheiro Frank dos Santos, 31 anos, foi ao local em busca da segunda via da Carteira de Identidade e saiu satisfeito com o atendimento. “Foi ótimo, consegui rapidinho. Agora está marcado para o dia 2 pegar a nova identidade”, contou. Para ele, ter a carreta de serviços próxima de casa fez toda a diferença. “Facilitou muito a minha vida, porque é tudo muito corrido para mim. Eu não tinha tempo de ir a outro lugar pra tirar a segunda via. E ainda aproveitei e tirei a do meu filho também”, disse.

    Frank destacou a praticidade de resolver tudo em um só lugar: “Já fiz dois serviços num dia só, tudo numa lapada só. Facilitou demais”.

    O projeto Viver 60+ também esteve presente na ação. A iniciativa oferece atendimentos oftalmológicos gratuitos e doação de óculos para pessoas idosas. A aposentada Aparecida de Jesus, 62, procurou atendimento para conseguir óculos e saiu satisfeita com a agilidade do serviço. “Agora já estou na escolha das armações dos óculos”. Ela destacou como foi positivo resolver tudo perto de casa, sem enfrentar a demora comum em outros lugares. “Foi muito bom. Inclusive, enquanto eu estava trabalhando, meu marido falou que já tinha conseguido.

    Solidariedade e união

    Erica de Sousa elogiou a desburocratização que encontrou no GDF Mais Perto do Cidadão

    O público pôde se informar sobre o programa Casamento Comunitário, que promove cerimônias civis gratuitas para casais em situação de vulnerabilidade social. A dona de casa, Erica de Sousa, 36, aproveitou a oportunidade para resolver a documentação do casamento — e deu certo. “Eu vou casar, graças a Deus”, comemorou. Sobre o atendimento, ela foi só elogios: “Foi muito bom, maravilhoso. Rapidinho consegui resolver”.

    Ela ressaltou que não esperava tanta facilidade para resolver um processo que, geralmente, é bastante burocrático. “Desde o ano passado eu estou tentando. Já tentei em Goiás e não consegui. Aí me mudei pra cá e agora foi tudo rápido. Consegui resolver uma coisa que achei que ia demorar bem mais”, relatou. Animada com a oficialização da união, ela brincou: “As crianças estão doidas para contar que o pai e a mãe vão se casar”.

    Outra atração que fez sucesso nesta edição foi o Brechó Compartilha Amor, ação solidária do programa Voluntariado em Ação. O espaço disponibilizou roupas, calçados e acessórios arrecadados ao longo do ano. Cada pessoa pôde escolher até cinco peças gratuitamente.

    Espaço sensorial

    Cintia Marques: “Com respeito e empatia da comunidade, os autistas vão ganhando mais espaço e conseguindo mostrar que também têm toda a capacidade para se desenvolver no mundo”

    A neuropsicóloga infantil voluntária Cintia Marques explicou que o espaço sensorial foi criado com o objetivo de conscientizar a comunidade sobre a importância das texturas e sensações para pessoas com autismo. “Esse espaço é sensorial para a gente poder trazer para a comunidade o conhecimento de como é importante a textura e as sensações para o autismo”, explicou.

    Segundo ela, no espectro autista podem ocorrer dois tipos principais de resposta sensorial: a hiporreatividade e a hiperreatividade. “Ou a pessoa tem dificuldade de se sentir estimulada, ou se estimula com muita facilidade. Isso, muitas vezes, pode causar reações intensas e muito estresse”, destacou.

    Cintia contou que a equipe participou de forma voluntária com o propósito de promover uma abordagem mais curiosa e criativa, capaz de sensibilizar a população. “A gente veio conversar com a comunidade para trazer essa percepção de uma maneira mais humanizada.”

    Ela ressaltou a importância da conscientização da sociedade para melhorar a convivência com pessoas autistas. “Os autistas são gente como a gente, só têm uma maneira diferente de perceber o mundo. E, com respeito e empatia da comunidade, eles vão ganhando mais espaço e conseguindo mostrar que também têm toda a capacidade para se desenvolver no mundo.”

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  • GDF investe na construção de 40 bacias de contenção para melhorar drenagem nas cidades

    GDF investe na construção de 40 bacias de contenção para melhorar drenagem nas cidades

    Com o objetivo de prevenir alagamentos e erosões em áreas urbanas, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem reforçado a drenagem das cidades. Desde 2019, foram investidos mais de R$ 240 milhões para a construção de 40 bacias de contenção em diversas localidades. Destas, 32 lagoas já foram concluídas e oito estão em execução. As estruturas captam e armazenam os volumes de água pluvial, evitando enchentes.

    “Sabemos que toda essa mudança climática tem favorecido as precipitações mais volumosas, e a urbanização da cidade também diminui a impermeabilização dos solos. Então, é preciso que o governo amplie as redes de drenagem para receber as chuvas com mais força e intensidade, e também essa água que antigamente iria infiltrar no solo”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.

    As lagoas são importantes para evitar inundações e sobrecarga de rios e para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    Estruturas essenciais no sistema de drenagem pluvial, as lagoas permitem a retenção das águas das chuvas, garantindo a liberação gradual nos respectivos cursos, evitando inundações e a sobrecarga dos córregos e rios. Esses reservatórios também possibilitam a filtragem de sedimentos e resíduos antes da chegada aos mananciais, contribuindo para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos.

    Regiões beneficiadas

    Vicente Pires foi a cidade que mais recebeu investimento do GDF em drenagem nos últimos anos: R$ 105 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Diversas cidades foram contempladas com o novo sistema de drenagem do GDF. Vicente Pires é a região administrativa que mais recebeu lagoas. De um total de 14 previstas, 13 foram entregues, transformando a realidade da cidade, que, por anos, ficou conhecida pelos alagamentos. A última bacia está em execução na Avenida da Misericórdia. O investimento total é de R$ 105 milhões.

    R$ 75 milhões

    investimento na contrução de oito bacias no Sol Nascente

    Outra cidade beneficiada pela ampliação das bacias é Sol Nascente/Pôr do Sol. O projeto prevê oito lagoas. Destas, cinco estão prontas e três se encontram em construção, sendo duas lagoas no Trecho 3 e uma no Trecho 1. O total de investimento é de R$ 75 milhões.

    Além de Vicente Pires e Sol Nascente, há novos reservatórios prontos ou em execução no Bernardo Sayão, no Park Sul/SOF Sul, na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), no Parque da Cidade, no centro de Taguatinga, na Avenida Hélio Prates, na Vila Telebrasília, na DF-290 e no Setor de Inflamáveis.

    Ainda estão em andamento as seguintes obras de reservatórios:

    • Construção de três bacias de contenção para controle de águas pluviais no Sol Nascente. As bacias 1 e 2 estão sendo construídas no Trecho 3, sendo a primeira com capacidade de 93.295,19 m³ e a segunda de 232.093,46 m³. A bacia 3 fica no Trecho 1 e tem capacidade de 48.548 m³;
    • Execução de duas bacias na Epig: Trecho 1 na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) com capacidade de 1.463,72 m³ e Trecho 1 na Estrada Setor Policial Militar (ESPM) com 3.341,47m³;
    • Conclusão de um reservatório de contenção em Vicente Pires. A bacia 38 está localizada no final da Avenida da Misericórdia e tem capacidade de 3.300 m³;
    • Uma lagoa de retenção no Parque do Cortado, na rede de drenagem na Avenida Hélio Prates. A capacidade total é de 61.000 m³;
    • Construção de uma bacia de contenção de 17.000 m³ no lote 1 do Bernardo Sayão.

    Sistema completo

    As lagoas de contenção integram o sistema completo de drenagem, que inclui bocas de lobo, galerias, pavimentação e impermeabilização do solo, além dos sistemas de água e esgoto. Hoje, todas as obras de infraestrutura do GDF preveem a criação ou ampliação do sistema de drenagem para atender o crescimento do Distrito Federal.

    Só neste serviço, o GDF já empenhou cerca de R$ 1 bilhão com obras da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e das administrações regionais, segundo dados da Secretaria de Governo (Segov).

    “Temos um orçamento de R$ 1,710 bilhão para fazer drenagem. São muitas áreas das cidades que estamos atendendo”

    José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo

    “Temos um orçamento de R$ 1,710 bilhão para fazer drenagem. São muitas áreas das cidades que estamos atendendo”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.

    O principal projeto deste segmento foi inaugurado por este GDF em 29 de março. Considerado o maior sistema de captação de águas pluviais da cidade, o Drenar DF surgiu para acabar com os alagamentos recorrentes na Asa Norte, que há anos afligem moradores e comerciantes. Foram investidos R$ 180 milhões no projeto.

    Com extensão de 7,7 km, o sistema foi projetado para suportar chuvas intensas e conduzir grandes volumes de água até o ponto de escoamento por meio de galerias que começam na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), atravessando diversas quadras da Asa Norte, como as 902, 702, 302, 102, 202 e 402, além de cruzar a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), até chegar à L4 Norte. Esse sistema abrange o início da Asa Norte, com cobertura até as quadras 4 e 5.

    Estão em elaboração novos projetos para o Pôr do Sol, Arapoanga, Mestre d’Armas, Setor de Mansões de Sobradinho, Morro da Cruz e Assentamento Dorothy Stang. “Estamos trabalhando nos projetos e nas implementações nessas regiões, já que diversas cidades receberam o nosso novo sistema de drenagem”, revela.

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  • Hortos comunitários promovem bem-estar físico e mental nas unidades básicas de saúde do DF

    Hortos comunitários promovem bem-estar físico e mental nas unidades básicas de saúde do DF

    Os pequenos terrenos que cercam algumas das unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal são, para muitos, uma fonte viva de bem-estar físico e mental. Nas pequenas hortas, conhecidas também como hortos agroflorestais, a comunidade tem acesso a um espaço de cultivo tocado por voluntários que descrevem o local como um refúgio de cura e conexão.

    Os hortos agroflorestais que cercam algumas das UBSs do Distrito Federal ajudam a promover o bem-estar físico e mental da comunidade que trabalha voluntariamente neles | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    É o que aponta o aposentado Francisco Apolinário da Silva, um dos moradores de Ceilândia que, com 74 anos, cuida do cantinho da UBS 9 da cidade com dedicação e disposição, visíveis nas mãos que preparam a terra para o próximo plantio. “Eu chego, respiro um ar mais puro e tomo um banho de energia positiva. Essa é a parte que eu mais gosto no horto – quando eu entro ali, tenho um tempo comigo mesmo e parece que estou numa floresta. Antes eu tinha depressão. Hoje penso em coisas boas, tenho outra vida e uma vontade de viver cada dia mais. Me sinto mais entusiasmado e não pretendo parar por aqui”, relata.

    A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (RHAMB) foi criada há sete anos, como parte das práticas integrativas em saúde da Secretaria de Saúde (SES-DF) e da Fiocruz Brasília, com foco no fortalecimento da atenção primária à saúde. O local funciona com base na agricultura biodinâmica, uma prática que aproxima o ser humano da natureza e estimula o cuidado com a saúde de maneira holística, unindo as áreas física, mental e emocional. Os hortos são voltados ao cultivo comunitário de plantas medicinais e alimentos, além de serem espaços terapêuticos para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Antes eu tinha depressão. Hoje penso em coisas boas, tenho outra vida e uma vontade de viver cada dia mais. Me sinto mais entusiasmado e não pretendo parar por aqui”, conta o aposentado Francisco Apolinário da Silva, sobre o trabalho no horto

    O horto da UBS 9 de Ceilândia existe desde 2024 e já transformou a vida de outros moradores como seu Francisco, usuários que visitam semanalmente o espaço e afirmam ter superado a depressão por meio do contato com a terra e da convivência com a equipe e vizinhos.

    Esse é o caso da aposentada Marizete Lobo Batista, 68, que foi encaminhada à UBS para fazer atividades físicas após ter sido diagnosticada com depressão e pressão alta. Chegando a pesar mais de 100 kg antes de começar a trabalhar na horta, atualmente ela conta com a pressão estabilizada e o peso controlado, descrevendo o trabalho diário e voluntário no espaço verde como uma salvação para melhorar as condições de saúde.

    “Eu estava no fundo de um sofá, só sabia comer, dormir e assistir televisão. Procurei um posto de saúde porque minha pressão estava em 19 por 12, estava para ter um infarto. Hoje me sinto uma pessoa realizada, 99% da minha saúde foi recuperada aqui no horto. É um paraíso para mim. Gosto de mexer na terra, plantar, colher e pôr na mesa para quem está com fome, além de me tratar nesse processo. Reconheço muito tudo que fizeram por mim e vou passar o legado para minhas filhas, netas e bisnetas”, destaca.

    Para a aposentada Marizete Lobo Batista, o trabalho com a terra foi essencial para combater a depressão e a pressão alta: “Hoje me sinto uma pessoa realizada, 99% da minha saúde foi recuperada aqui no horto”

    Reconhecimento nacional

    Atualmente a SES-DF conta com 30 hortos em unidades de saúde, totalizando mais de 8 mil metros quadrados de área cultivada com o envolvimento direto de gestores, profissionais e usuários do SUS. Em 2024, a Rede de Hortos da pasta foi reconhecida como uma das três experiências nacionais mais bem-sucedidas na área de segurança alimentar e nutricional, reforçando o impacto dessa política pública na qualidade de vida das comunidades.

    À frente da UBS 9 de Ceilândia, a especialista em saúde pública Luana Caroline Souza afirma que os profissionais do projeto participam de um curso cuja proposta é montar uma agrofloresta, com plantas comestíveis e medicinais para serem utilizadas como matéria-prima para medicamentos.

    “É uma área de integração social, onde qualquer um pode participar. O pessoal 60+ tem mais participação do que de jovens e ocupa o tempo aqui. Tudo que produz fica para a comunidade, que usufrui das plantas para fazer chás de erva-cidreira, capim-santo, espinheira-santa e outras hortaliças”, observa. A farmacêutica reforça, ainda, que o sentimento de pertencimento e propósito aliado ao trabalho coletivo e ao contato com a natureza promove confiança, vínculos afetivos e saúde emocional.

    Para a dona de casa Helena Maria da Costa, 72, uma das partes mais importantes do projeto é a interação social, além da oportunidade de atuar em uma área verde ampla e rica. “Em casa, eu ia do sofá para a cama e da cama para o sofá. Cansei dessa vida e vim para cá, onde trabalho com gosto, satisfação e alegria. Aqui a gente mexe na terra e conversa tanto, que é uma interação boa demais. No dia que eu não venho, sinto falta. Somos uma dupla de três: eu, Marizete e Francisco”, brinca.

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  • Ação de acolhimento atende 44 pessoas em situação de rua, nesta semana

    Ação de acolhimento atende 44 pessoas em situação de rua, nesta semana

    Com o propósito de acolher e dar oportunidades para pessoas em situação de rua, o Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu nesta semana 44 pessoas por meio da operação Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, conduzido pela Casa Civil. Durante a ação, que ocorreu de 8 a 11 de abril, foram visitados 24 diferentes pontos das asas Sul e Asa Norte, Vila Planalto e Eixo Monumental.

    Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) | Foto: Agência Brasília

    Nos locais, ao todo, foram desconstituídas 20 estruturas em situação de precariedade. Durante a ação também foram levados, em 10 caminhões com entulhos. Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

    Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.

    Acolhimento

    As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.

    O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio de 2024. Os órgãos do governo já passaram por regiões de: asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, de Águas Claras e Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Gama, Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia.

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