Dia: 28 de fevereiro de 2025

  • Brasil volta a Brasília após goleada em último jogo no DF

    Brasil volta a Brasília após goleada em último jogo no DF

    Brasil encara a Colômbia no dia 20 de março, às 21h45, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. A partida é apresentada pelo Metrópoles Sports

    A Seleção Brasileira volta à Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, para o duelo contra a Colômbia, no dia 20 de março, às 21h45, em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A partida é apresentada pelo Metrópoles Sports.

    A venda de ingressos para o jogão na Arena BRB Mané Garrincha segue a todo vapor. Clique aqui para adquirir o seu ingresso.

    Vale lembrar que a última vez que o Brasil atuou em Brasília, os milhares de torcedores que foram à Arena BRB Mané Garrincha presenciaram uma goleada. A equipe comandada por Dorival Júnior goleou o Peru por 4 x 0, pela 10ª rodada das Eliminatórias para o Mundial, com dois gols de Raphinha, um de Andreas Pereira e outro de Luiz Henrique.

    Ingressos

    Dos 70 mil ingressos que serão disponibilizados – a lotação completa da Arena BRB –, a CBF vai reservar 23,5 mil como sociais, com preços a partir de R$ 90.

    A previsão é arrecadar cerca de 46 mil quilos de alimentos não perecíveis. Nessa categoria, os bilhetes serão limitados até quatro por CPF e mediante a doação de 2 kg de alimento não perecível, por pessoa, no momento da entrada no estádio.

    Os mantimentos arrecadados serão enviados para instituições de caridade selecionadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pelo governo federal.

    Crédito: Gabriel Aurelio, Metrópoles

    Foto: Rafael Ribeiro/CBF

  • Bola de Neve: MPSP pede para polícia investigar denúncia de desvios

    Bola de Neve: MPSP pede para polícia investigar denúncia de desvios

    A pastora Denise Seixas renunciou ao cargo de presidente da instituição e desistiu do processo que acusava o conselho deliberativo de fraude

    São Paulo — Após renunciar ao cargo de presidente da Bola de Neve, a pastora Denise Seixas, que brigava judicialmente pelo comando da instituição, desistiu das acusações ao conselho deliberativo da igreja de desvio de dinheiro e fraudes. No entanto, apesar do pedido da viúva do apóstolo Rina pela extinção do processo, a Polícia Civil ainda investiga irregularidades na organização religiosa.

    Conforme apurado pelo Metrópoles, no Ministério Público de São Paulo (MPSP), a Subprocuradoria-Geral de Justiça Jurídica recebeu o caso em 16 de dezembro de 2024 e o encaminhou para a 5ª Promotoria de Justiça Criminal em 7 de janeiro deste ano. No dia 31 do mesmo mês, a promotoria requisitou instauração de inquérito policial.

    Entenda a disputa judicial
    Composta por mais de 500 templos e com cerca de R$ 250 milhões de arrecadação anual, a instituição reúne milhares de pastores, líderes religiosos e fiéis.
    Após a morte do fundador, Rinaldo Luiz de Seixas, vítima, em novembro do ano passado, de um politraumatismo depois de um acidente de moto, a viúva de Rina e o conselho deliberativo foram protagonistas de ampla disputa pelo comando da sede religiosa.
    A pastora e cantora gospel Denise Seixas acusou o colegiado de fraude e desvio de dinheiro.
    Um documento com supostas provas foi enviado ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), que investiga o caso.
    Denise reuniu indícios de atuação indevida por parte de membros do conselho deliberativo da Bola de Neve, que, segundo ela, “poderiam resultar em sérios prejuízos irreparáveis de ordem material e/ou moral, principalmente com relação à sua credibilidade pública”.
    A Justiça reconheceu Denise como presidente interina da igreja evangélica. No entanto, ela renunciou ao cargo em 13 de fevereiro.

    Crédito: Rebeca Ligabue, Metrópoles

    Foto: Igreja Bola de Neve/Reprodução

  • BC lança Pix por aproximação em todo o país nesta 6ª. Confira

    BC lança Pix por aproximação em todo o país nesta 6ª. Confira

    O Banco Central (BC) disponibilizará a função por aproximação para os pagamentos feitos via Pix a partir desta sexta-feira (28/2)

    A partir desta sexta-feira (28/2), o Banco Central (BC) libera a função de pagamento do Pix por aproximação em todo o Brasil. Nessa modalidade, o usuário é capaz de fazer transações sem acessar o aplicativo da instituição financeira.

    O Pix é o sistema de pagamentos contínuo e em tempo real do BC, com vigência desde novembro de 2020.

    Antes do lançamento oficial, a modalidade do Pix por aproximação estava disponível desde 4 de novembro do ano passado, mas para clientes de alguns bancos que aderiram à fase de testes.

    Outras novidades do Pix em 2025
    O Pix automático, ainda em desenvolvimento, está previsto ser lançado em 16 de junho.
    A partir do Pix automático, será possível otimizar as cobranças de vários serviços, como a realização de transferências instantâneas em pagamentos programados — similar ao que ocorre com o débito automático.
    Ele poderá ser usado para pagar contas de água e energia, escolas, faculdades, academias, condomínios, clubes sociais, planos de saúde, serviços de streamings, portais de notícias, clubes por assinatura e empresas do setor financeiro.
    No início de fevereiro, o BC lançou o chamado “Bolepix”, recibo com a indicação de um QR Code para fazer o pagamento via Pix, sem precisar ler o código de barras.
    Detalhes do Pix por aproximação
    Esta modalidade do Pix funciona de forma muito semelhante ao uso do pagamento via cartão por aproximação. Para habilitar essa função, será necessário integrar as chaves Pix nas chamadas “wallets” (carteiras digitais).

    O cliente poderá escolher a instituição financeira ou banco, cadastrar a conta na carteira digital e salvá-la para efetuar o pagamento presencial com o Pix por aproximação.

    Com esse cadastro, será possível fazer transações via Pix aproximando o celular do terminal de pagamento (por exemplo, as famosas “maquininhas”), usando o recurso de NFC dos telefones. Ou seja, só precisa encostar o celular na máquina para pagar.

    Crédito: Mariana Andrade Metrópoles

    Imagem:  Luh Fiuza/Metrópoles @Luhfiuzafotografia

  • Instituições financeiras autorizadas pelo BC operam para bets ilegais

    Instituições financeiras autorizadas pelo BC operam para bets ilegais

    Levantamento feito pela coluna identificou 132 sites de bets ilegais que usam oito instituições financeiras para receber pagamentos.

    Instituições financeiras e de pagamento supervisionadas pelo Banco Central (BC) têm operado transações para mais de uma centena de bets ilegais. Levantamento feito pela coluna ao longo das últimas duas semanas identificou oito instituições financeiras atuando como intermediárias de pagamentos para empresas de apostas que operam sem o aval do Ministério da Fazenda.

    A lista de instituições inclui nomes conhecidos do mercado, como o FitBank – que possui o JP Morgan em sua base de acionistas –, a Voluti e a Microcash. Confira:

    Não se trata de casos isolados. A coluna levantou 136 sites de bets ilegais que usam essas plataformas para receberem seus pagamentos. Para isso, a reportagem acessou os endereços na internet, cadastrou-se nas plataformas e simulou transferências via Pix.

    Os sites têm indícios grotescos de ilegalidade: prometem bônus de R$ 100 mil, aceitam cadastros com CPFs, nomes e outros dados falsos (como CPF 000.000.000-00) e até mesmo recomendam uso de VPN para burlar eventuais bloqueios.

    A Lei das Bets, de 2023, proíbe que instituidores de arranjos de pagamento, bem como as instituições financeiras e de pagamento, permitam “transações que tenham por finalidade a realização de apostas de quota fixa com pessoas jurídicas que não tenham recebido a autorização para exploração de apostas” pelo Ministério da Fazenda.

    Além de irregular, a atuação dessas instituições tem favorecido a manutenção e a proliferação das bets ilegais na internet.

    Crédito: Tácio Lorran, Manuel Marçal Metrópoles

    Imagem: Hugo Barreto/ Metrópoles