O último Encontro Marcado do ano aconteceu da melhor forma com a presença da Boiadeira no auditório da rádio
Por Redação*
Na tarde desta quinta-feira (19), Ana Castela, uma das maiores vozes do sertanejo atual, protagonizou o último Encontro Marcado do ano. O evento, realizado no auditório da Clube FM, reuniu dezenas de ouvintes em uma apresentação exclusiva e intimista.
Considerada um fenômeno do sertanejo, Ana Castela cativou o público diversificado com um repertório recheado de sucessos, como “As Meninas da Pecuária”, “Dona de Mim”, “Dejavu” (parceria com Luan Santana), “Nosso Quadro” e “Minha Herança”. A cantora reafirmou sua posição como um dos grandes nomes da música brasileira, atraindo fãs de todas as idades.
Durante entrevista ao “Podcast Fala Sucesso”, Ana conversou com o host Arthur Luís e desabafou sobre sua trajetória.
“Acontece muita coisa, são muitas coisas, muitos problemas para resolver…É muita coisa para fazer dar certo! É necessário muito trabalho para fazer dar certo”.
A Boiadeira proporcionou uma grande festa para os pequenos e jovens que estavam presentes no auditório, e prometeu voltar.
“[..] E olha que eu volto, viu? Vou fazer show todo ano em Brasília!”.
O Encontro Marcado é uma iniciativa da Clube FM que tem como objetivo aproximar os ouvintes de seus artistas favoritos, oferecendo experiências únicas por meio de shows exclusivos realizados no auditório da rádio.
Por Manuela de Moura supervisionada por Bárbara Bernardes
SPVAT: seguro obrigatório para veículos vai voltar a ser cobrado a partir de janeiro de 2025 — Foto: Reprodução/TV Globo
Texto autoriza uso de fundos para pagar dívida pública e tem mecanismo para congelamento de até 15% do montante destinado a emendas parlamentares não impositivas. Projeto vai a sanção do presidente Lula.
O Senado aprovou nesta quinta-feira (19) um dos três projetos do pacote de corte de gastos do governo federal para equilibrar as contas públicas. O texto segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A proposta, aprovada por 72 votos a favor e 1 contra, cria “gatilhos” para conter o crescimento de benefícios fiscais e gastos com pessoal em caso de resultado negativo nas contas públicas.
Além disso, a aprovação significa que o Congresso revogou a recriação do DPVAT — agora batizado de Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT).
O texto também autoriza o congelamento de até 15% do montante destinado a emendas parlamentares não impositivas, cujo pagamento não é obrigatório — e abre caminho para que o governo use saldos de fundos nacionais para abater a dívida pública.
Dessa forma:
emendas individuais e de bancada — de pagamento obrigatório — não poderão ser congeladas se o governo precisar suspender despesas para cumprir o arcabouço fiscal, em um cenário de aumento de gastos obrigatórios;
15% das emendas de comissão, que o governo não tem a obrigação de pagar, poderão ser bloqueadas para cumprimento da regra fiscal.
Além desse projeto, outras três propostas foram encaminhadas pelo Ministério da Fazenda ao Congresso como parte de um esforço para equilibrar as contas públicas. Com a totalidade das medidas, o Planalto projeta economizar R$ 375 bilhões até 2030.
Freio nos gastos
De acordo com o texto, em caso de déficit primário, ficará proibida a concessão, ampliação ou prorrogação de incentivos ou benefícios tributários.
A medida será adotada no ano seguinte ao que for registrado rombo nas contas do governo. E só poderá ser interrompida quando houver superávit primário.
🔎 O déficit primário ocorre quando receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo, sem considerar os gastos com o pagamento de juros da dívida pública. Já o superávit primário ocorre quando as receitas com impostos ficam acima das despesas – também desconsiderando juros da dívida.
O resultado negativo nas contas também será o estopim para acionar limites ao aumento de gastos do governo com pessoal (salários e encargos sociais, por exemplo, de servidores ativos, inativos e pensionistas)
📈 Segundo a proposta, até 2030, estas despesas não poderão ter crescimento superior ao piso de reajuste das despesas permitido pelo arcabouço fiscal — 0,6% ao ano acima da inflação.
➕ Caso seja acionada, a medida vai afetar os Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário —, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Tribunal de Contas da União (TCU).
🚫 Não serão afetados, porém, aumentos concedidos por ordem judicial.
🔔 Em caso de calamidade pública, as limitações poderão ser desrespeitadas.
Os “gatilhos” para frear benefícios tributários e gastos com pessoal também poderão ser acionados quando houver, a partir de 2027, maior comprometimento do Orçamento com despesas que o governo não tem como driblar — classificadas como obrigatórias.
O aumento das despesas obrigatórias diminui a fatia de dinheiro livre — as chamadas despesas discricionárias — para investimento do governo em políticas públicas e obras, por exemplo.
Além de tudo isso, o projeto estabelece que gastos com criação ou prorrogação de benefícios da seguridade social terão de estar limitados a um crescimento entre 0,6% e 2,5% acima da inflação — as regras do chamado arcabouço fiscal.
Derrubada do DPVAT
Os parlamentares revogaram a recriação do DPVAT — agora batizado de Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT).
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, se reuniu nesta quinta com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e líderes, antes da votação.
Segundo Padilha, o governo concordou com o cancelamento do DPVAT porque governos estaduais alegaram que não fariam a cobrança. Então, desta forma, não haveria “receita garantida” do seguro.
Na Câmara, a derrubada do novo DPVAT foi um dos principais embates entre deputados ao longo da noite de terça (17) e da tarde desta quarta (18).
O DPVAT havia sido extinto no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Neste ano, depois de mobilização da equipe econômica do Planalto, o Congresso aprovou — e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou — a volta do seguro obrigatório.
Pela lei atualmente em vigor, o novo DPVAT seria cobrado a partir de janeiro de 2025. Se a proposta for confirmada pelos senadores e sancionada por Lula, não haverá a volta da cobrança.
Quando defendeu a volta do DPVAT, o governo argumentou que O SPVAT precisava recompor o fundo que atende pessoas feridas no trânsito. Todos os motoristas pagam uma taxa para manter DPVAT.
Fundos para reduzir dívida
Entre 2025 e 2030, o projeto prevê, ainda, que o governo poderá abater a dívida pública com os saldos positivos — o chamado superávit — de cinco fundos nacionais.
De acordo com o Tesouro Nacional, em 2023, o superávit desses fundos foi de R$ 18 bilhões.
Na lista, estão fundos utilizados para financiar despesas médicas das Forças Armadas, e o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), abastecido com recursos de decisões judiciais.
Veja a seguir os fundos e o superávit apurado em 2023, segundo o Tesouro:
Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD): R$ 2 bilhões
Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset): R$ 1,6 bilhão
Fundo do Exército: R$ 2,5 bilhões
Fundo Aeronáutico: R$ 8,7 bilhões
Fundo Naval: R$ 3 bilhões
Congelamento de emendas
A proposta também amplia o poder do governo para congelar o pagamento de emendas parlamentares, quando houver resultado negativo na economia.
O texto original previa que essa medida seria aplicada a todas as emendas. Na noite desta quarta, por acordo, o governo apresentou uma sugestão de mudança — aprovada pelos deputados — para limitar o congelamento a emendas não impositivas, que o governo não tem obrigação de pagar.
Pelo texto, o Executivo poderá bloquear ou contingenciar essa categoria de recursos, seguindo a proporção de congelamento de outras despesas discricionárias e prioridades elencadas pelo próprio Congresso.
O congelamento poderá alcançar até 15% do valor total previsto para emendas no Orçamento.
🔎bloqueio orçamentário ocorre quando as despesas ultrapassam o limite de gastos do arcabouço fiscal e é considerado mais difícil de ser revertido. Já o contingenciamento ocorre quando as receitas estão abaixo do esperado.
No Orçamento, há um tipo de emenda não impositiva, as de comissão. São indicadas por colegiados temáticos no Congresso, tanto da Câmara, quanto do Senado. Somam R$15,4 bilhões em 2024.
“Só vai poder contingenciar e bloquear as emendas não impositivas, respeitando aquilo que determina a LDO e a Lei Orçamentária Anual que vai valer para 2025. É uma iniciativa muito importante e a centralidade dela é a volta do cancelamento”, disse o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).
Por Sara Curcino, Kevin Lima, Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília
Empresas poderão ser multadas em R$ 170,25 por trabalhador se não realizarem pagamento da remuneração extra
Brasília|Iasmim Albuquerque*, do R7, em Brasília 20/12/2024 – 02h00 (Atualizado em 20/12/2024 – 02h00)
As empresas têm até esta sexta-feira (20) para realizarem o pagamento da última parcela do 13°. A gratificação extra é benefício assegurado por lei para todos os colaboradores que trabalham com registro na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). O R7 separou algumas dicas para o trabalhador garantir o direito caso o empregador não realize o pagamento até a data.
O 13° foi criado para valorizar o esforço do trabalhador e oferecer um reforço financeiro no fim do ano, ajudando as famílias em períodos de maior consumo, como festas e viagens. O benefício corresponde ao salário de um mês trabalhado na empresa após um ano como contratado. A partir de 15 dias de trabalho, o empregado passa a ter direito ao pagamento proporcional.
Como é feito o pagamento?
A lei determina que o 13° seja pago em até duas parcelas, sendo que o primeiro pagamento deve ocorrer entre os dias 1º de fevereiro e 30 de novembro, e o segundo, até 20 de dezembro. A empresa também pode decidir pagar o 13° todo de uma vez. Nesse caso o depósito deveria ser feito até de 30 de novembro.
Segundo o advogado trabalhista Lucas Resende, se o empregador não pagar a segunda parcela do 13º salário até o prazo, estará infringindo a legislação trabalhista e poderá ser multado em R$ 170,25 por empregado, valor que dobra em caso de reincidência.
Como é o cálculo
A gratificação extra corresponde a 1/12 (um doze avos) do salário do trabalhador no ano correspondente. Para entender o cálculo do benefício, o empregado precisa dividir a remuneração por 12 e depois multiplicar pelo número de meses trabalhados.
Benefício não caiu, como fica o trabalhador?
Resende explica que caso a empresa não realize o pagamento do benefício até esta sexta, o trabalhador tem direito ao pagamento do 13º salário com correção monetária pelo atraso. Para exigir o benefício, o especialista afirma que é preciso procurar o setor de Recursos Humanos para tentar resolver a situação diretamente.
Caso não tenha resposta, o trabalhador pode buscar o sindicato da categoria ou um advogado trabalhista. Como última alternativa, pode entrar com uma reclamação na Justiça do Trabalho, apresentando documentos como contracheques, carteira de trabalho ou outros comprovantes do vínculo empregatício e do atraso no pagamento.
Tecnologia baseada em robótica avançada e inteligência artificial é esperança aos pacientes que sofrem de doenças intratáveis neurodegenerativas
Recentemente, a startup de neurociência e engenharia biomédica BrainBridge revelou que, dentro de oito anos, será possível contar com um sistema seguro para realizar a transferência de cabeça de um paciente saudável para o corpo de um doador saudável e com morte cerebral.
O procedimento, que envolve robótica avançada e inteligência artificial de ponta, pode ser a salvação para pessoas que lutam contra doenças incuráveis, como câncer em estágio quatro, e doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson. Segundo a BrainBridge, o sistema ainda permitiria a conservação da consciência, memórias e habilidades cognitivas do paciente.
Outra possibilidade de uso dessa tecnologia seria a realização de transplantes de rosto e couro cabeludo.
“Todo o procedimento é guiado por imagens de nível molecular em tempo real e algoritmos de IA para facilitar a reconexão precisa da medula espinhal, nervos e veias de sangue”, afirma a startup, conforme reportado pelo tabloide britânico Daily Star.
O processo ainda prevê um cronograma abrangente de cuidados pós-operatórios para promover a cura e prevenir a rejeição.
Tecnologia e Ciência|Do R7 –23/05/2024 – 02h00 (Atualizado em 23/05/2024 – 02h00)
Senado vai votar última proposta do pacote fiscal nesta sextaMarcos Oliveira/Agência Senado – 19.12.2024
Governo ainda quer votar o Orçamento de 2025 antes do recesso, mas relator disse que parecer será analisado só ano que vem
O Senado vota nesta sexta-feira (20) o último projeto de lei que compõe o pacote de corte de gastos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Casa já referendou duas medidas aprovadas pela Câmara na quinta-feira (19). Resta aprovar a proposta que limita o aumento real (acima da inflação) do salário mínimo.
O texto prevê que o aumento real do salário mínimo vai ficar limitado às regras do arcabouço fiscal (de 0,6% a 2,5% de crescimento da despesa primária). Entre outros pontos, essa proposta também muda regras para o acesso ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), prevendo que será obrigatório o cadastro biométrico dos beneficiários.
Inicialmente, o texto enviado pelo governo alterava a forma de cálculo do aporte anual da União ao FCDF (Fundo Constitucional do Distrito Federal), trocando a variação da Receita Corrente Líquida da União pelo IPCA. O trecho, contudo, foi alterado na Câmara.
Ainda nesta sexta, o Congresso vai promulgar a PEC que compõe o pacote fiscal do governo Lula. Ela prevê mudanças nas regras de quem pode receber o abono salarial.
Atualmente, esse benefício é pago a trabalhadores com carteira assinada que ganham até dois salários mínimos mensais, que hoje é de R$ 2.824.
Com a PEC, o benefício passará a ser pago para quem ganha até R$ 2.640, sendo corrigido pela inflação a partir dos próximos anos e ficando permanente quando tornar-se um salário mínimo e meio.
Além da PEC, Câmara e Senado já aprovaram um outro projeto de lei complementar que altera as regras do arcabouço fiscal. Esse texto seguiu para sanção presidencial.
Orçamento incerto
Além da celeridade na análise do pacote de corte de gastos, o Congresso Nacional corre contra o tempo para votar o Orçamento de 2025 nesta sexta-feira (20). Segundo o presidente do Parlamento, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a Casa pode realizar sessão no sábado (21) caso seja necessário.
A CMO (Comissão Mista de Orçamento) ainda precisa votar o Orçamento antes de o texto seguir para a sessão do Congresso Nacional. O relator do Orçamento, senador Angelo Coronel (PSD-BA), contudo, disse que a votação ficará para 2025.
Pacheco e o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), tentam convencê-lo de apresentar um parecer para votar até o sábado.
A LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) já foi aprovada pelo parlamento nesta semana e aguarda a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A aprovação veio meses após o previsto inicialmente e três dias antes do recesso parlamentar. A proposta estabeleceu a previsão para o salário mínimo de 2025 em R$ 1.502 e um crescimento da economia estimado em 2,9% do PIB no ano que vem. Esses valores ainda podem passar por mudanças.
Na prática, a LDO serve como uma base para a elaboração e execução do Orçamento do próximo ano, com definições de metas que devem ser seguidas pelo governo. Para 2025, ficou mantida a previsão de déficit zero, ou seja, as despesas devem ser menores ou iguais à arrecadação.
A meta zero é a prioridade, mas também ficou estabelecido que o governo terá uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões nas contas públicas no próximo ano, para mais ou para menos. A possibilidade de endurecer esses valores foi uma das principais discussões ligadas à LDO durante a análise. Contudo, o texto acabou aprovado com a margem que beneficia o Executivo.
Bloqueio de emendas
Para contribuir com a meta de gasto zero, o governo poderá bloquear valores indicados por deputados e senadores junto às bases eleitorais em emendas individuais e de bancadas. Essa decisão deverá ser proporcional a outras despesas do governo, como cortes em políticas públicas.
No caso das “emendas Pix”, que chegam diretamente ao caixa das prefeituras com mais facilidade, ficou definido a necessidade de apresentação dos detalhes para que haja a liberação dos recursos. Será necessário um plano de trabalho, objeto e valor do repasse, sob risco de que o governo possa suspender a execução dos valores.
Com a bolada dá para comprar 1.430 carros superesportivos de R$ 420 mil cada ou se hospedar por mais de dois anos no hotel mais caro do mundo, com diária de R$ 750 mil por dia
Davi Cruz*
A cada dia, os brasilienses têm sonhado com a chance de mudar de vida com o maior prêmio oferecido pelas loterias brasileiras. O sorteio da Mega-sena da Virada 2024, marcado para 31 de dezembro, vai oferecer R$ 600 milhões para o bilhete ganhador. Desde o início das apostas, no mês passado, filas de jogadores confiantes e sonhadores têm se formado nas lotéricas da capital.
Com a bolada de R$ 600 milhões, o ganhador poderia se hospedar por mais de dois anos no hotel mais caro do mundo, que cobra R$ 750 mil por diária. O sortudo também poderia adquirir cerca de 1.430 carros superesportivos de R$ 420 mil cada
Apostadores
O operador de caixa Lucas Carneiro, de 31 anos, sonha com a possibilidade de levar os milhões para casa. “Eu não ia passar na rodoviária, mas sei que aqui saíram muitos prêmios, então decidi parar e fazer minha aposta. Sempre jogo individual e em grupo, mas estou com um pressentimento que dessa vez vou ganhar sozinho”, conta ao Correio.
Lucas lembra que certa vez quase mudou de vida com a premiação. “Em 2013 ou 2014, pensei em um número e joguei outro. Quando saiu o resultado, não acreditei!”. Caso vença, ele tem planos certos. “Quero comprar uma casa para a minha mãe, ajudar minha família e viajar bastante. Só conheço o Rio de Janeiro, mas sonho em explorar o Nordeste e viajar para fora, como Argentina, Chile e Estados Unidos”, afirma.
Francisco da Chagas Rodrigues, garçom de 64 anos, alimenta grandes expectativas com a premiação – (crédito: Davi Cruz CB)
O garçom, Francisco da Chagas Rodrigues, 64, também alimenta grandes expectativas com a premiação. “Estou muito confiante para receber esse prêmio, mas sei que todo mundo está tentando ganhar para mudar um pouco de vida”, reflete.
Em 2015, Francisco teve um gostinho da sorte ao ganhar R$ 12 mil, usados para quitar dívidas. Dessa vez, ele sonha em ajudar os parentes e familiares, que segundo ele, precisam muito. “Quero ajudar meus parentes e proporcionar uma vida melhor para meus filhos e minha mulher”, disse.
Para concorrer ao prêmio máximo, o apostador deve ter mais de 18 anos e escolher pelo menos seis dentre os 60 números na cartela específica da Mega da Virada, por valores a partir de R$ 5. Quanto mais números forem preenchidos, mais cara fica a aposta, que pode ter, no máximo, 20, por R$ 193.800.
Segundo levantamento da Caixa, a probabilidade de acerto de uma aposta simples, a de seis números, é de um em mais de 50 milhões. No caso de um jogo com 20 números, essa probabilidade seria de cerca de um em 1.292. Os apostadores podem fazer sua sorte em lotéricas físicas ou em plataformas online, como o portal ou o aplicativo Loterias Caixa, a partir do pagamento de uma taxa de 35% do valor apostado.
No ano passado, o prêmio da Mega da Virada, de R$ 588.891.021,22, foi dividido entre cinco ganhadores. De acordo com a Caixa, se apenas um ganhador levasse o prêmio deste ano e a bolada fosse aplicada na poupança, ele teria R$ 3,4 milhões em rendimento ao fim do primeiro mês.
Considerado o maior concurso da Caixa Econômica, a Mega da Virada não acumula. Se ninguém acertar a faixa principal, de 6 números, o prêmio é dividido entre os acertadores da segunda faixa, com acerto de 5 números e assim por diante.