Dia: 1 de outubro de 2024

  • Deputado Martins Machado promove semana repleta de passeios para os idosos

    Deputado Martins Machado promove semana repleta de passeios para os idosos

    Programação Especial para os Idosos 

    Promover lazer, cultura e entretenimento foi a forma que o presidente da Frente Parlamentar do Idoso deputado Martins Machado (Republicanos) de comemorar o dia Nacional do Idoso. Ao longo da semana, mais de 1000 idosos participarão de uma programação animada, que começou na manhã desta terça-feira (1) no Zoológico de Brasília com a presença de 120 idosos.

    O projeto Passeando com a Experiência visa promover lazer dando a oportunidade aos idosos de conhecerem locais, que não conhecem. Na programação terá visita ao museu do Catetinho, ida ao cinema, baile do idoso e para finalizar, piquenique no parque da cidade no sábado, com a presença de mais de 500 idosos.

    Para o parlamentar promover o lazer aos idosos é uma forma poderosa de fortalecer vínculos sociais, criando oportunidades para que se conectem com pessoas de diferentes gerações e participarem ativamente da sociedade “Ao proporcionar ambientes inclusivos e acessíveis, damos a eles a chance de vivenciarem novas experiências, valorizando sua história de vida e garantindo seu protagonismo” ressalta o parlamentar.

    Programação:
    -01/10/2024- passeio guiado ao Jardim Zoológico de Brasília, às 8h30;
    -02/10/2024- visita ao Museu do Catetinho, às 8h;
    -03/10/2024- Baile do idoso- Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia, às 8h30;
    -04/10/2024- Sessão no cinema Multicine de Santa Maria, às 14h;
    -05/10/2024- Encerramento com piquenique no Parque da Cidade.

    Assessoria do Deputado Distrital Martins Machado ( Republicanos -DF)

  • Opinião: Filipe Luís é jogada ousada de um Flamengo que segue sem projeto esportivo

    Opinião: Filipe Luís é jogada ousada de um Flamengo que segue sem projeto esportivo

    Filipe Luis em Flamengo x Olympiacos — Foto: André Durão / ge

    O torcedor do Flamengo sempre soube que este dia iria chegar. Só não imaginava que seria já em 2024, menos de um ano após sua aposentadoria e em substituição a uma das principais apostas do clube nos últimos anos.

    Cedo ou tarde demais, Filipe Luís é o novo treinador do Flamengo. É uma jogada ousada, entre o arriscado e o genial, da gestão que toca o clube desde 2019.

    Só não é uma jogada inovadora. Desde a saída repentina de Jorge Jesus no meio da pandemia em 2020, o Flamengo flerta entre a total ousadia e o populismo na escolha de seus treinadores. O desconhecido Domenèc deu lugar a Rogério Ceni, na época cravado como “melhor treinador brasileiro depois de Tite”. Renato Gaúcho deu vida ao sonho e cedeu espaço ao desconhecido Paulo Sousa.

    O Flamengo nunca parou realmente de estar em ebulição mesmo nas vitórias, como a dramática saída de Dorival e o conturbado ano de 2023 mostraram. A chegada de Tite era a esperança de um futuro mais estável. O discurso sereno, a conhecida segurança defensiva de suas equipes e a promessa de renovação em momento crucial, com a saída de jogadores importantes, acenavam um futuro onde o Flamengo saberia para onde ir além de buscar o próximo treinador.

    Tite acenava o futuro de um projeto esportivo que jamais se concretizou

    O casamento entre Tite e a torcida jamais aconteceu. É possível colocar na balança as muitas lesões, o cansaço e a ausência de Pedro na reta final. Mas um elenco da envergadura dos atuais jogadores, com novos protagonistas como Luiz Araújo, Pulgar, De La Cruz e Everton Cebolinha, teve poucos jogos de pleno domínio e destaque no ano. A derrota por 3 a 0 para o Atlético-MG no ano passado foi um sinal de alerta que era preciso esperar mais.

    Nem o melhor Campeonato Carioca da história e o G-4 do Brasileirão recompensavam a espera. Quando o nível de dificuldade aumentava, o Flamengo jogava mal, como o empate com o Millonarios, derrota para o Palestino e a vitória magra na Copa do Brasil sobre o Amazonas. Nem o 6 a 1 sobre o Vasco tirou a desconfiança.

    Tite, em Flamengo x Athletico-PR, pelo Brasileirão — Foto: André Durão/ge

    Tite, em Flamengo x Athletico-PR, pelo Brasileirão — Foto: André Durão/ge

    O campo sempre deixou muito claro o motivo: um time com dificuldade de criação e fluidez de jogadas ofensivas. Muito dependente de Pedro ou de Luiz Araújo pelo lado direito. Sem Arrascaeta, que já não consegue mais uma sequência, e De La Cruz, a criatividade foi embora. Sem Pedro, os gols sumiram. A bola parada aérea passou a ser um problema e tirou o clube da Libertadores e de um confronto mais próximo pela liderança do Brasileirão.

    A chegada de Filipe Luís é o remédio para a decepção. Inquestionavelmente ídolo e estudioso, ele sempre deixou claro que seria treinador do Flamengo em um dia. Seu conhecimento ímpar do jogo e a humildade de aceitar o desafio no sub-17 só tornava seu futuro ainda mais promissor. Não há quem não goste de Filipe, pelo que desfilava em campo e pela classe, elegência e promessa de bom futebol que se desenhava no futuro.

    No fim das contas, não se trata de Filipe Luís ou de Tite. Se trata de um futuro que segue sem projeto ou norte, apenas trocando treinadores no sabor da derrota. E olha que Tite saiu após vitória, assim como Dorival – até nisso a Gávea redesenha.

    Filipe Luís vai do sub-17 à equipe profissional do Flamengo em 9 meses

    Filipe Luís vai do sub-17 à equipe profissional do Flamengo em 9 meses

    A ausência de um projeto de clube além das meras vitórias sempre foi uma constante nos últimos anos do Flamengo. Se até 2022 ela cobrava um preço rapidamente remediado com uma troca de treinador e um título, o ano de 2023 deixou claro que o clube precisa ir além.

    O primeiro ano sem títulos de expressão deixou escancarada a necessidade de uma revisão estrutural. Everton Ribeiro saiu, Arrascaeta convive com graves problemas físicos e Gabigol teve sua história no clube reescrita de modo inesperado. Não houve ninguém realmente capaz de assumir um protagonismo – Gerson faz excelente temporada como meia, e assim como todo o time, foi mal nos dois jogos contra o Peñarol. Diversos treinadores chegaram e deram errado. O time é muito diferente daquele de 2019 ou o de 2020.

    A receita do clube é contratar, contratar, demitir e contratar. O dinheiro vem das conquistas cada vez mais escassas. É um caminho não exatamente sustentável. O Flamengo não perde por elenco ou por técnico – perde pela desunião entre setores, pela falta de um norte que nem na época de Jorge Jesus existiu.

    Trazer alguém tão promissor no futuro para o presente só tem um destino: a glória ou o fiasco total. Se Filipe ganhar a Copa do Brasil ou o distante Brasileirão, a cartada será tida como genial. Como foi a aposta em Carpegiani ou em Carlinhos, ganhador de tantos títulos nos anos 1990. Se o Flamengo não conseguir uma melhora, a falta de experiência de Filipe será o primeiro fator levantado.

    Há questões maiores e mais profundas para o Flamengo resolver. Num primeiro momento, elas ficarão guardadas. E tudo indica que continuarão assim quando o futuro de Filipe Luís, que parecia distante, se revelar. O primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil já é nesta quarta (02), contra o Corinthians.

    Com ou sem título, com Tite ou Filipe, o Flamengo segue carente de um projeto esportivo sólido. Se Tite jamais foi o “técnico dos sonhos”, a ideia que ele representava poderia permanecer viva no clube, com outros nomes, em outro contexto. Resta saber se será com Filipe Luís.

    Por Leonardo Miranda

    Jornalista, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol

  • Eleições municipais de 2024 contam com 463 mil candidatos em todo o Brasil

    Eleições municipais de 2024 contam com 463 mil candidatos em todo o Brasil

    463 mil candidatos em todo o Brasil  – Marcello Casal Jr/Agência Brasil – Arquivo

    Em comparação com as eleições municipais de 2020, o número de candidatos diminuiu 7,2%

    As eleições municipais de 2024, marcadas para este domingo (6), contam com 463 mil candidatos registrados, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Esses candidatos disputam os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador em municípios de todo o Brasil. Do total, 93,23% (431.980) são candidaturas para vereador, enquanto 3,36% (15.573) concorrem a prefeito e 3,41% (15.814) a vice-prefeito.

    Em comparação com as eleições municipais de 2020, o número de candidatos diminuiu 7,2%. Naquele ano, o país contou com 499 mil candidatos. Para as prefeituras, o número de concorrentes caiu de 18.416, em 2020, para 15.573 em 2024. O mesmo ocorreu para o cargo de vice-prefeito, que teve 15.814 candidatos este ano, contra 18.434 no pleito anterior.

    Nas câmaras municipais, 431 mil candidatos estão na disputa por 58 mil cadeiras de vereador. O número de concorrentes também é menor em relação a 2020, quando havia 481 mil candidaturas para o legislativo municipal, o que representa uma queda de 10,4%.

    O número final de candidatos ainda pode sofrer alterações até o dia da eleição, devido a possíveis situações como falecimentos, renúncias ou indeferimentos de registros. Essas circunstâncias podem impactar o cenário até a data do pleito, mas o volume atual já oferece um panorama das disputas municipais de 2024.

    Distribuição partidária

    O levantamento do TSE também oferece um panorama das candidaturas por partido. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) lidera com 44.479 candidaturas, representando 9,60% do total. Em seguida, estão o Progressistas (PP), com 39.905 (8,61%), e o Partido Social Democrático (PSD), com 38.926 (8,40%). O Partido dos Trabalhadores (PT) aparece com 30.131 candidaturas (6,50%), enquanto o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) registra 22.094 candidatos (4,77%).

    No outro extremo, partidos de menor expressão, como a Unidade Popular (UP), com 111 candidatos, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), com 36, e o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), com 160, representam juntos menos de 0,1% do total de candidaturas. Partidos como o Partido Liberal (PL), com 36.032 candidatos (7,78%), o União Brasil, com 36.602 (7,90%), e o Republicanos, com 34.022 (7,34%), têm uma presença significativa, mas não lideram o ranking.

    Candidaturas por federações

    Além das candidaturas avulsas, que representam 84,10% (389.703) do total, o TSE também registrou a participação de federações partidárias. A Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) conta com 38.110 candidaturas (8,22%), enquanto a Federação PSDB Cidadania soma 27.129 (5,85%) e a Federação PSOL Rede, 8.440 (1,82%).

    Eleições 2024|Victoria Lacerda, do R7, em Brasília