Dia: 29 de agosto de 2024

  • Assustador! Avião interrompe pouso devido a fortes ventos no Japão; assista

    Assustador! Avião interrompe pouso devido a fortes ventos no Japão; assista

    Pelo menos três pessoas morreram e outras 82 ficaram feridas durante a passagem do fenômeno pelo país asiático
    Um avião que tentava aterrissar no aeroporto de Fukuoka, no sul do Japão, nesta quinta-feira (29), teve que interromper o pouso devido aos fortes ventos causados pelo tufão que passa pelo país. Vídeos mostram a aeronave tentando chegar ao solo, mas, por causa da ventania, o piloto decidiu abortar o pouso. As imagens viralizaram nas redes sociais e, apesar do susto, não há informações sobre feridos. Centenas de voos foram cancelados, e serviços de trem e ônibus foram suspensos por causa dos ventos fortes. Até o momento, pelo menos três pessoas morreram e 82 ficaram feridas devido à passagem do fenômeno pelo país asiático.
    Balanço Geral|Do R7 
  • Suspeito de cortar orelha da ex com faca é preso em Valparaíso

    Suspeito de cortar orelha da ex com faca é preso em Valparaíso

    Homem vai responder pelo crime de tentativa de feminicídio

    O homem suspeito de cortar a orelha da ex-companheira com uma faca foi preso nesta quarta-feira (28/08), na cidade de Valparaíso de Goiás. O crime ocorreu no último final de semana, e, segundo a Polícia Militar, foi motivado após o rapaz não aceitava o fim do relacionamento entre os dois.
    De acordo com a Polícia Militar, no dia do crime, o suspeito fugiu do local e não havia sido localizado. Ainda conforme as investigações, ele teria procurado a mulher para tentar reatar o relacionamento. Ela não aceitou e isso provocou a ira do homem.
    O suspeito, então, pegou uma faca, partiu para cima da mulher e atingiu a orelha da mulher. A vítima foi levada ao hospital e precisou levar vários pontos para reconstituir o órgão. O fato foi presenciado pelo filho do homem, enteado da vítima. Ele imobilizou o genitor e acionou a polícia.
    No dia do crime, o suspeito conseguiu fugir, mas foi capturado nesta quarta. Ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e depois foi transferido ao presídio local, sendo colocado à disposição do poder judiciário. O homem irá responder pelo crime de tentativa de feminicídio.

    Henrique Alcaraz Goiânia, GO – Mais Goiás
  • Há 128 dias sem chuva, Brasília enfrenta a pior seca em 14 anos

    Há 128 dias sem chuva, Brasília enfrenta a pior seca em 14 anos

    Bom dia, Brasília! Isto É Brasília – Ipê Amarelo, Esplanada. Previsão do Tempo. – (crédito: Ed Alves/CB)

    Apesar dos 128 dias sem chuva no Plano Piloto, o recorde histórico permanece com 163 dias sem precipitações, registrado no ano de 1973

    A Estação Meteorológica do Paranoá registrou nesta quinta-feira (29/8), uma temperatura mínima de 14°C, com previsão máxima prevista de 29°C. A umidade relativa do ar, que pela manhã estava em 85%, deve cair para 25% durante a tarde, colocando a capital sob aviso amarelo de baixa umidade. Brasília vive um período crítico de estiagem, o mais severo em 14 anos, são 128 dias sem precipitações no Plano Piloto, de acordo com o meteorologista Cleber Souza, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Não há previsão de chuvas no DF até outubro ou novembro, de acordo com Souza. “Esperamos que não passe desse ponto”, comenta o meteorologista. Com a chegada de setembro, as temperaturas devem continuar a subir, acompanhando a transição do inverno para a primavera, o que poderá intensificar ainda mais a sensação de calor e a baixa umidade do ar.

    Segundo Cleber Souza, o clima em Brasília permanece estável, com predominância de sol nas manhãs e poucas nuvens durante as tardes. A boa notícia é que as fumaças, que incomodaram a população nos últimos dias, começaram a se dissipar, devido aos ventos vindos do Leste e Nordeste. “Praticamente, já melhorou bastante”, afirmou o especialista, destacando que, segundo o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM), a qualidade do ar agora apresenta um nível considerado bom.

    Por conta da baixa umidade, vale tomar alguns cuidados para evitar problemas de saúde: manter boa hidratação, umedecer periodicamente as narinas e os olhos com soro fisiológico, utilizar umidificador, baldes ou bacias com água ou panos molhados para elevar a umidade, não praticar atividades físicas no período de calor, dar preferência a refeições leves e se proteger do sol. Além disso, é preciso ter atenção ao manuseio de fogo, para evitar incêndios e queimadas.

    Foto de perfil do autor(a) Davi CruzDavi Cruz*
  • IBGE atualiza dados, e DF tem 2,98 milhões de habitantes em 2024

    IBGE atualiza dados, e DF tem 2,98 milhões de habitantes em 2024

    Vinícius Schmidt/Metrópoles

    Dados divulgados pelo IBGE nessa quinta-feira (29/8) apontam que toda a população brasileira cresceu 4,68% em relação a 2023

    A população do Distrito Federal é de 2.982.818 de habitantes, segundo dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (29/8), no Diário Oficial da União (DOU).

    No ano passado, a capital do país somava 2,81 milhões de pessoas. O crescimento é de 5,87% em comparação com o ano de 2023, segundo o estudo.

    A contagem de pessoas considera até o dia 1º de julho de 2024.

    O estado de São Paulo segue na liderança populacional, com 45.973.194 habitantes, o que representa 21,6% do total do país. Na sequência estão Minas Gerais (21,3 milhões) e Rio de Janeiro (17,2 milhões).

    País

    Toda a população brasileira é estimada em 212.583.750 habitantes.

    De acordo com o órgão, a população do país aumentou 4,68% em comparação com o ano de 2023. Em outubro do ano passado, o instituto estimou 203.080.756 pessoas. Antes, o Censo de 2022 mostrava 203.062.512 brasileiros.

    Contagem populacional

    As contagens populacionais são importantes porque servem de referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos do país.

    Além disso, são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo dos fundos de participações de estados e municípios — por meio dos quais a União distribui recursos.

    Veja a população por estado no Brasil:

    Estado20232024Variação (%)
    São Paulo44.411.23845.973.1943,52%
    Minas Gerais20.538.71821.322.6913,82%
    Rio de Janeiro16.054.52417.219.6797,26%
    Bahia14.141.62614.850.5135,01%
    Paraná11.444.38011.824.6653,32%
    Rio Grande do Sul10.882.96511.229.9153,19%
    Pernambuco9.058.9319.539.0295,30%
    Ceará8.794.9579.233.6564,99%
    Pará8.121.0258.664.3066,69%
    Santa Catarina7.610.3618.058.4415,89%
    Goiás7.056.4957.350.4834,17%
    Maranhão6.775.8057.010.9603,47%
    Amazonas3.941.6134.281.2098,62%
    Paraíba3.974.6874.145.0404,29%
    Espírito Santo3.833.7124.102.1297,00%
    Mato Grosso3.658.6493.836.3994,86%
    Rio Grande do Norte3.302.7293.446.0714,34%
    Piauí3.271.1193.375.6463,20%
    Alagoas3.127.6833.220.1042,95%
    Distrito Federal2.817.3812.982.8185,87%
    Mato Grosso do Sul2.757.0132.901.8955,26%
    Sergipe2.209.5582.291.0773,69%
    Rondônia1.581.1961.746.22710,44%
    Tocantins1.511.4601.577.3424,36%
    Acre830.018880.6316,10%
    Amapá733.759802.8379,41%
    Roraima636.707716.79312,58%

    Destaques por estado, segundo o IBGE

    A menor população é do estado de Roraima, que tem 716.793 habitantes. Porém, foi a unidade da Federação que apresentou maior crescimento populacional, com alta de 12,58%.

    Já o menor crescimento foi em Alagoas, de 2,95%. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul, 3,19%, e Piauí, 3,20%.

    Por Nathália Cardim – Metropoles
  • GDF comprará mais dois novos aparelhos de monitoramento de qualidade do ar

    GDF comprará mais dois novos aparelhos de monitoramento de qualidade do ar

    Equipamentos serão instalados na área central e no lado Sul do Distrito Federal, com o objetivo de expandir a capacidade de medição. O investimento total será de aproximadamente R$ 4 milhões

    Nos últimos dias, uma névoa de fumaça encobriu o céu do Distrito Federal, afetando a qualidade do ar, que, pela primeira vez, registrou condições classificadas como péssimas. O fenômeno, que trouxe fuligem de incêndios acontecidos na região Sudeste, destacou a importância do monitoramento do Índice de Qualidade de Ar (IQAr). Atualmente, o DF conta com seis estações para medir o índice e duas novas serão instaladas em breve, com investimento aproximado de R$ 4 milhões.
    O objetivo é expandir a capacidade de monitoramento com a adição de dois novos equipamentos: um na área central de Brasília e outro no lado Sul do DF. Os aparelhos serão semelhantes aos já existentes na Fercal, que são automáticos e fazem mensurações diárias. Os outros quatro estão localizados na Rodoviária do Plano Piloto, no Jardim Zoológico de Brasília, no IFB Riacho Fundo e no IFB Estrutural, com amostragem a cada seis dias.
    “Estamos monitorando 24 horas por dia a qualidade do ar no DF e, apesar de estarmos enfrentando uma situação dessa magnitude pela primeira vez, o DF tem as ferramentas necessárias para enfrentar a situação, que ganharão reforço com a criação de um grupo de trabalho que será responsável por identificar e avaliar episódios semelhantes, reforçando o compromisso com a saúde pública e a proteção animal”, detalhou.
    A aquisição dos novos aparelhos já faz parte das ações do GDF após a instituição, por meio de decreto, da comissão que vai elaborar o plano para episódios críticos de poluição do ar. “Nós já montamos um grupo de trabalho e estamos instruindo o processo de aquisição no Brasília Ambiental. É uma tecnologia única, um equipamento internacional. O governador Ibaneis Rocha já autorizou e cada um custa em torno de R$ 2 milhões, a depender do dia e da cotação [do dólar]. Já estamos formalizando o processo para encaminhar para Casa Civil e para a Secretaria de Economia poder destinar o recurso para fazermos as tratativas e comprar”, explica o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer.
    A primeira reunião da comissão está marcada para quinta-feira (29). No entanto, segundo o presidente do Brasília Ambiental, as medições desta terça-feira (27) demonstram que três quartos dos poluentes já se dissiparam da atmosfera do Distrito Federal. “A população já pode ficar tranquila, porque estamos no estágio moderado, que é o considerado normal para a época de seca que estamos vivendo. Hoje, a qualidade do ar mensurada já está próxima da mensurada na semana anterior a esses episódios que jogaram partículas no ar do nosso DF”, revela.

    Monitoramento

    A comerciante Maria Lúcia de Almeida Lima, 59 anos, disse que ficou preocupada no domingo com a chegada da fumaça. “Fiquei apavorada, principalmente às 5h da tarde, quando escureceu tudo. Naquele momento eu percebi que estava respirando fumaça e que isso poderia me prejudicar, que não era um ar normal do dia a dia”, lembra.
    Para ela, a presença das estações de monitoramento demonstram o cuidado do governo com os moradores da cidade. “É importante ter esse monitoramento para que a gente fique sabendo a qualidade do ar que estamos respirando. Assim, a gente vê que o governo está preocupado não só com a saúde dele, mas de toda Brasília”, comenta.
    A estudante Natacha Almeida, 24, também expressou receio após perceber a névoa, mas se aliviou ao descobrir que há um acompanhamento do índice de qualidade do ar. “Acho importante até para que a gente tenha mais consciência, para que a gente possa ter noção da qualidade do ar que estamos respirando”, defende.
    Apesar de os poluentes que afetaram o ar do DF não estarem relacionados com os incêndios florestais registrados na capital federal, o GDF solicita à população que evite qualquer tipo de queimada e que informe o Corpo de Bombeiros quando focos de incêndio forem identificados pelo número 193.
    “Como a missão do Brasília Ambiental é cuidar do meio ambiente e cuidar do meio ambiente é cuidar das pessoas, nós intensificamos a questão da nossa fiscalização nas áreas das unidades de conservação e também pedimos à comunidade que não maneje fogo sem autorização do Estado. É crime ambiental e a pessoa que faz isso não sabe o problema que nos causa”, acrescenta Rôney Nemer.
    Por Adriana Izel, da Agência Brasília