Dia: 6 de agosto de 2024

  • Deputado Martins Machado propõem  ação para o crescimento e desenvolvimento do esporte

    Deputado Martins Machado propõem ação para o crescimento e desenvolvimento do esporte

    Propor a ampliação das modalidades do Programa Bolsa Atleta, que ajuda financeiramente esportistas olímpicos e paralímpicos de alto rendimento, foi o intuito da visita do presidente da Frente Parlamentar do Esporte deputado Martins Machado (Republicanos-DF) à Secretaria de Esporte para conversar com o secretário da pasta, Renato Junqueira, para que seja proposto ao Poder Executivo.

    Atualmente, são contempladas 16 modalidades olímpicas e 20 paralímpicas, a intenção é expandir essas modalidades para impulsionar o esporte de alto rendimento na cidade. Dessa forma, o investimento seria aplicado a mais atletas garantindo condições mínimas para que os esportistas se dediquem, com tranquilidade, aos treinamentos e competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas.

    Para o parlamentar o período olímpico oferece uma oportunidade ímpar para refletir e agir de forma estratégica “Temos uma rica tradição esportiva e uma paixão inegável pelo esporte. Contudo, é preciso reconhecer que ainda enfrentamos muitos desafios para consolidar o esporte de alto desempenho como uma prioridade nacional. Dessa forma, precisamos buscar mecanismo para contribuir com a mudança desse cenário”, ressalta.

    Assessoria do Deputado Martins Machado

  • Projeto inclui mulheres indígenas em plano de combate à violência

    Projeto inclui mulheres indígenas em plano de combate à violência

    Senadora Damares Alves destaca a preocupante invisibilidade das mulheres indígenas e de comunidades tradicionais no ordenamento jurídico brasileiro

    Brasília (DF) – O Senado analisa uma proposta que inclui mulheres indígenas e de comunidades tradicionais nos planos de metas de combate à violência contra a mulher, conforme previsto na Lei 14.899, de 2024. O projeto (PL 2.799/2024) foi apresentado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

    De acordo com a proposta, “os planos de metas deverão contemplar as mulheres indígenas e as mulheres de povos e comunidades tradicionais, considerando suas questões socioculturais, diversidades e especificidades, e estabelecendo um processo de escuta pelos órgãos de governo para qualificação de ações específicas”.

    Na justificativa do texto, a senadora destaca a preocupante invisibilidade das mulheres indígenas e de comunidades tradicionais no ordenamento jurídico brasileiro. Damares Alves cita dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, que registrou 8.221 casos de violência contra mulheres indígenas entre 2007 e 2017.

    A senadora republicana também aponta para documentos internacionais que reforçam a necessidade de proteção dessas mulheres contra violência e discriminação, como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1989, e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 2007.

    A Lei 14.899, sancionada em junho de 2024, estabelece a criação de planos de metas para o enfrentamento da violência contra as mulheres. A lei também prevê a formação da Rede Estadual de Enfrentamento da Violência contra a Mulher e da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, compostas por órgãos públicos de justiça, saúde, segurança, educação, assistência social e direitos humanos, além de representantes da sociedade civil.

    Por Ascom – Mulheres Republicanas Nacional, com informações da Agência Senado

  • Com alta do dólar e dos gastos públicos, BC avalia subir juros

    Com alta do dólar e dos gastos públicos, BC avalia subir juros

    Marcello Casal JrAgência Brasil

    Próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro

    A alta do dólar e o impacto do aumento dos gastos públicos nas expectativas de inflação preocupam o Banco Central (BC) na definição dos próximos passos de política monetária. A instituição informou, nesta terça-feira (6), que o cenário marcado por projeções mais elevadas e mais riscos para a alta da inflação é desafiador e que “não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta”.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções, que foi de agosto de 2023 a maio de 2024. Os juros básicos da economia foram mantidos em 10,5% ao ano. A próxima reunião está marcada para 17 e 18 de setembro.

    Os membros do colegiado afirmaram que o momento é de “ainda maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação”.  “À luz desse acompanhamento, o comitê avaliará a melhor estratégia: de um lado, se a estratégia de manutenção da taxa de juros por um tempo suficientemente longo levará a inflação à meta no horizonte relevante [de seis trimestres à frente, correspondendo, agora, ao primeiro trimestre de 2026]; de outro lado, o Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado”, diz a ata da reunião, divulgada hoje.

    Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, estimulando a atividade econômica e reduzindo o controle sobre a inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

    Em junho, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, a inflação do país foi 0,21%, após ter registrado 0,46% em maio. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 4,23%. A inflação de julho será divulgada na próxima sexta-feira (9).

    Apesar de estar em queda, o índice ainda se encontra acima da meta estabelecida pelo Banco Central, alimentado pela incerteza entre os agentes econômicos. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. As expectativas do mercado para a inflação de 2024 e 2025 estão em torno de 4,1% e 4%, respectivamente.

    No caso do horizonte relevante observado pelo BC, que é março de 2026, há um processo de desinflação no período, mas a projeção de inflação ainda está acima da meta, que é de 3%, no sistema de meta contínuo que entra em vigor em 2025. No cenário de referência (com queda de juros), a projeção da inflação acumulada em quatro trimestres para o primeiro trimestre de 2026 é 3,4% e, no cenário alternativo (com manutenção da Selic), a projeção é de 3,2%.

    Condicionantes

    De acordo com o BC, os movimentos recentes de alguns dos condicionantes para a dinâmica da inflação, tais como as expectativas de inflação e a taxa de câmbio, foram amplamente debatidos na última reunião do Copom. “Observou-se que, se tais movimentos se mostrarem persistentes, os impactos inflacionários decorrentes podem ser relevantes e serão devidamente incorporados pelo comitê”, diz a ata.

    A ancoragem das expectativas de inflação é vista como elemento essencial para assegurar a convergência para a meta e o colegiado monitora como os desenvolvimentos recentes da política fiscal (de controle das contas públicas) impactam a política monetária e os ativos financeiros.

    “Notou-se que a percepção mais recente dos agentes de mercado sobre o crescimento dos gastos públicos e a sustentabilidade do arcabouço fiscal vigente, junto com outros fatores, vem tendo impactos relevantes sobre os preços de ativos e as expectativas. O comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida contribui para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, alertou o BC.

    “O comitê reforçou a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado [com taxas reguladas pelo governo] e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, diz outro trecho da ata.

    A taxa neutra é aquela que nem estimula, nem desestimula a economia, ou seja, é a taxa de juros real consistente para manter o nível de atividade econômica, com o fomento ao pleno emprego e a inflação na meta.

    Além disso, segundo o BC, o cenário internacional se mantém adverso e a menor sincronia nos ciclos de queda dos juros em países avançados e os fluxos de capital globais, marcados por aversão ao risco, contribuem para a volatilidade do mercado e pressionam a taxa de câmbio nos países emergentes. Taxas de juros mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

    O Copom reforça, entretanto, que a condução da política monetária brasileira não está vinculada mecanicamente à política norte-americana ou à taxa de câmbio, mas sim aos mecanismos de transmissão da conjuntura externa sobre a inflação interna. A alta do dólar exerce um impacto significativo nos preços domésticos no Brasil, por exemplo, por meio da importação de produtos, equiparação de preços e pressão sobre a dívida externa pública e de empresas.

    O dólar acumulou alta de 15,15% apenas no primeiro semestre de 2024. “Diante de um cenário global mais incerto e de movimentos cambiais mais abruptos, o colegiado adota uma postura de maior cautela”, informou o BC.

    Trajetória

    A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas.

    Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic, em uma sequência de sete reduções, de agosto de 2023 a maio de 2024.

    Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

    Edição: Maria Claudia – Agencia Brasil

  • Com infraestrutura em execução, Alto Mangueiral terá mais de 7 mil unidades habitacionais

    Com infraestrutura em execução, Alto Mangueiral terá mais de 7 mil unidades habitacionais

     Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Novo bairro de São Sebastião deve abrigar mais de 23 mil pessoas em área que prevê condomínios, comércios e espaços para equipamentos públicos. A construção visa oferecer mais moradias acessíveis à população do DF e desenvolver a região administrativa

    Um novo bairro começou a surgir no Distrito Federal. É o Alto Mangueiral que está sendo construído em um terreno de 110 hectares em São Sebastião, nas proximidades da Vila do Boa e do Centro Olímpico e Paralímpico (COP). Área de interesse social, a região contará com um empreendimento composto por 7.004 unidades habitacionais – sendo 5.888 apartamentos e 1.116 casas de dois a três quartos – destinadas a pessoas habilitadas na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) por meio do Programa Habita Brasília – Eixo Morar Bem. A expectativa é de que o local seja habitado por mais de 23 mil pessoas e que, ao longo da obra, cerca de 2 mil empregos sejam gerados.

    Área de interesse social, a região contará com um empreendimento composto por 7.004 unidades habitacionais – sendo 5.888 apartamentos e 1.116 casas de dois a três quartos – destinadas a pessoas habilitadas na Codhab por meio do Programa Habita Brasília – Eixo Morar Bem | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    A concepção do Alto Mangueiral atende a necessidade do Distrito Federal em oferecer mais opções de moradias a preços acessíveis à população. “Nós temos um plano de moradia muito audacioso. Queremos até o final desta gestão chegar a oferta de 40 mil novas unidades no DF. Esse bairro faz parte desse planejamento do oferecimento de moradias para a classe média de Brasília”, defende o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) já entregou mais de 8 mil unidades habitacionais.

    “O que acontece é que hoje o governo tem um olhar em todas as direções. É lógico que temos projetos habitacionais para a população de baixa renda em que eles não pagam nenhum centavo, mas também existe uma outra fração voltada para aqueles que têm capacidade de pagamento. Hoje, o empreendimento do Alto Mangueiral está saindo até 30% mais barato do que o preço dos imóveis praticados na cidade”

    Luciano Marinho, diretor imobiliário da Codhab

    As unidades habitacionais do empreendimento são destinadas a pessoas com faixa de renda de até 12 salários mínimos. “O que acontece é que hoje o governo tem um olhar em todas as direções. É lógico que temos projetos habitacionais para a população de baixa renda em que eles não pagam nenhum centavo, mas também existe uma outra fração voltada para aqueles que têm capacidade de pagamento. Hoje, o empreendimento do Alto Mangueiral está saindo até 30% mais barato do que o preço dos imóveis praticados na cidade”, explica o diretor imobiliário da Codhab, Luciano Marinho.

    Bairro planejado

    Planejado, o novo bairro segue o projeto urbanístico de respeitar as particularidades de São Sebastião, cidade em que faz parte, e do Jardim Botânico, região vizinha. Ele será estruturado de forma completamente urbanizada, com redes de saneamento e energia elétrica, vias, ciclovias e acessos, infraestrutura de lazer comunitária completa para cada condomínio e área comercial. “O nosso principal objetivo é não ferir o projeto urbanístico da cidade, com mobilidade e um comércio vigoroso, de tal forma que o morador não precise se ausentar dali. É uma cidade pensada”, complementa Marinho.

    Paralelamente à construção da infraestrutura e das habitações, a empresa responsável pela construção do Alto Mangueiral, por meio do Instituto Arapoti, desenvolve um projeto socioambiental de horta comunitária para beneficiar toda a comunidade da região, principalmente o bairro vizinho, o Vila do Boa

    Terá ainda espaços específicos para equipamentos públicos e setores livres de uso público, onde poderão ser montadas praças, quadras e academias ao ar livre. “É uma preocupação e uma política do governo Ibaneis Rocha dar a essas novas moradias condições dignas ao cidadão, principalmente em relação aos serviços públicos. Não queremos repetir o erro que se teve no Mangueiral tradicional [Jardins Mangueiral]”, comenta o secretário de Governo. “Nós vamos fazer um plano de necessidades para, à medida que a obra estiver avançando, definirmos quais são os equipamentos que vamos colocar de saúde, educação, segurança e social. A partir daí, vamos fazer os projetos para a colocação desses equipamentos”, acrescenta.

    O primeiro equipamento confirmado é o Hospital Regional de São Sebastião, onde serão investidos R$ 108 milhões. A licitação está a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

    O governo tem investido na melhoria viária dos arredores para beneficiar o trânsito em todo o setor leste do Distrito Federal. O principal serviço é a construção do Viaduto do Jardim Botânico, um complexo viário que está sendo erguido na altura do balão da antiga Esaf, no km 27,2 da rodovia DF-001, com investimento total de R$ 33,5 milhões. A primeira etapa da obra está prevista para ser liberada em agosto.

    De acordo com o gestor da obra, o engenheiro da construtora Engertal Ulisses Radames, além de ampliar a oferta de moradias, o objetivo do empreendimento é desenvolver ainda mais a Região Administrativa de São Sebastião

    Está em execução a duplicação da DF-140, uma ampliação das faixas em 14,8 km da via. No último ano também foram concluídos um trecho de 5,2 km de duplicação da Estrada Parque Contorno (DF-001) e a pavimentação de 1.043 metros da Avenida Nacional, entre São Sebastião e o Jardim Botânico.

    Desenvolvimento

    Além de ampliar a oferta de moradias, o objetivo do empreendimento é desenvolver ainda mais a Região Administrativa de São Sebastião. “Esse empreendimento traz uma benesse para São Sebastião muito grande. Vai trazer uma melhoria para o entorno por conta dos equipamentos comunitários e mudar a economia local absurdamente, porque teremos 23 mil pessoas com rendas formais e mais de 140 mil metros quadrados de áreas comerciais, tornando a implantação sustentável”, defende o gestor da obra, o engenheiro da construtora Engertal Ulisses Radames.

    Com frente de serviços desde 2021 e obras iniciadas em janeiro de 2023, os trabalhos estão concentrados na fase da infraestrutura, com terraplanagem, drenagem, rede esgoto sanitário e abastecimento de água. Os três primeiros condomínios do bairro, batizados de Alto da Figueira, Alto do Buriti e Alto do Jerivá, já estão sendo erguidos. Os trechos são relativos às unidades de casa. A primeira etapa tem a previsão de entrega de 825 unidades.

    “Estamos mobilizados tanto com equipamentos quanto com capital humano. Nós já iniciamos a parte de infraestrutura e temos três condomínios em andamento. Já temos muitos serviços executados em alguns trechos da primeira etapa e também começamos a fundação e a estrutura das habitações”, explica Radames.

    Paralelamente à construção da infraestrutura e das habitações, a empresa responsável pela construção do Alto Mangueiral, por meio do Instituto Arapoti, desenvolve um projeto socioambiental de horta comunitária para beneficiar toda a comunidade da região, principalmente o bairro vizinho, o Vila do Boa. O espaço recebe visitas de escolas e da comunidade, e, futuramente, servirá de base para as 13 hortas comunitárias do empreendimento.

    “A gente vem com a estrutura de hortas urbanas para termos cidades inteligentes e sustentáveis, beneficiando tanto a produção de alimentos orgânicos de forma gratuita como o desenvolvimento das lideranças comunitárias, para eles ocuparem também esses espaços”, destaca a presidente do Instituto Arapoti, Dai Ribeiro.

    Linha do tempo

    Em março de 2021, o GDF, por meio da Codhab, publicou o edital de chamamento público para manifestação de interesse para apresentação do projeto do Alto Mangueiral. Naquele mesmo ano foi iniciado o processo de licenciamento com o Instituto Brasília Ambiental e as audiências públicas. A aprovação do projeto urbanístico veio em 2022 pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) e pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

    Em maio de 2023, a Associação dos Mutuários do Planalto Central (ASSMPC), responsável pela construção e por indicar os possíveis moradores, recebeu da Codhab a concessão de direito real de uso. Em junho começou o processo de registro de loteamento no cartório de registro de imóveis, com finalização em outubro de 2023. Em dezembro do ano passado, foi iniciado o processo de financiamento junto à Caixa Econômica Federal. Este ano, foi emitido o alvará de construção do Condomínio Alto da Figueira.

    Por Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno
  • Giro Distrital: CLDF retoma atividades após 35 novas leis publicadas durante o recesso

    Giro Distrital: CLDF retoma atividades após 35 novas leis publicadas durante o recesso

    Foto: Diogo Lima/Agência CLDF

    Já está no ar a 127ª edição do programa Giro Distrital!  Aqui você fica por dentro dos principais acontecimentos da esfera política de Brasília

    Nesta edição:

    1) 35 novas leis! CLDF retoma sessões parlamentares após recesso repleto de leis sancionadas pelo GDF;

    2) Um ParCão por região: nova lei quer espaços próprios para animais em todas as RA’s do Distrito Federal;

    3) Reconhecimento merecido! lei concede à Feira dos Importados de Taguatinga título de estabelecimento de relevante interesse cultural, social e econômico;

    4) Incentivo à leitura emendas parlamentares reformam bibliotecas de escolas públicas no DF;

    5) Caio Bonfim, Prata da casa! em homenagem ao nosso medalhista olímpico, o Giro Distrital reprisa entrevista com o marchador que é orgulho de Sobradinho, da Câmara Legislativa e de todo o Brasil.

    6) Os destaques da última semana na Câmara Legislativa.

    O Giro Distrital é um programa da TV Câmara Distrital, com transmissão todo domingo às 12h nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 09 da Vivo, com reprises ao longo da semana.

    Confira aqui a nossa programação

    https://www.cl.df.gov.br/en/web/tv-camara-distrital/grade-de-programacao

    Agência CLDF

  • Fecomércio Mais Perto de Todos foi um Sucesso no Gama

    Fecomércio Mais Perto de Todos foi um Sucesso no Gama

    Foto: Sesc-DF/Senac-DF

    A cidade do Gama, região administrativa do Distrito Federal, foi palco de uma celebração de solidariedade e cidadania nos dias 2 e 3 de agosto. A 5ª edição do projeto Fecomércio Mais Perto de Todos (FMPT) reuniu mais de 9 mil participantes em um evento marcante promovido pelo Sistema Fecomércio-DF. Com uma vasta gama de serviços essenciais oferecidos à população, o evento foi um verdadeiro sucesso, reafirmando o compromisso da Fecomércio com a comunidade local.

    O presidente da Fecomércio, José Aparecido, em um discurso inspirador, enalteceu o trabalho dos sindicatos empresariais e destacou a importância de cada empresário que contribui para realizar os sonhos dos moradores da capital federal. Aparecido lembrou que o Sistema Fecomércio, composto por Sesc, Senac e Instituto Fecomércio, através do programa Fecomércio Mais Perto de Todos, busca oferecer suporte às populações mais carentes, com serviços que abrangem desde saúde coletiva e familiar até assistência social e jurídica, além de educação, lazer, turismo e cultura.

    Com um olhar atento às necessidades da comunidade, Aparecido enfatizou a importância de divulgar as diversas regiões do Distrito Federal, mostrando que Brasília vai além do centro urbano e que todas as áreas necessitam de apoio. Ele ressaltou a colaboração com o governo e as administrações locais para garantir que todos os serviços sejam oferecidos gratuitamente à população.

    O diretor regional Valcides de Araújo, do Sesc-DF, destacou que o FMPT é um evento para toda a família, oferecendo desde check-ups de saúde e vacinação até oficinas educativas e atividades lúdicas para as crianças. “É gratificante ver o público aproveitando dois dias repletos de atividades sociais gratuitas. Além dos serviços de saúde, o evento também ofereceu cortes de cabelo, design de sobrancelhas, massagens, oficinas de gastronomia e cursos de capacitação, além de sorteios de brindes e brincadeiras para envolver a comunidade local”, afirmou Araújo.

    A diretora de Educação Profissional Cíntia Gontijo de Rezende, representando o Diretor Regional do Senac, Vitor Corrêa, expressou a alegria da instituição em estar próxima da comunidade. “É uma alegria imensa estar perto da população e ajudar aqueles que realmente precisam. O Senac está aqui para transformar vidas através da educação”, destacou Cíntia, ressaltando a dedicação do presidente José Aparecido em tornar o sistema mais acessível e inclusivo.

    Joseane Araujo Feitosa, Administradora Regional do Gama, expressou sua emoção em sediar o evento, enfatizando a importância do projeto para a comunidade. “É uma grande felicidade receber o projeto Fecomércio Mais Perto de Todos em nossa cidade, oferecendo serviços como odontologia, cabeleireiro, colocação de DIU e outras ações fundamentais para o bem-estar da nossa população”, disse emocionada.

    A Administradora destacou a parceria vital entre o Sistema S e o governo do Distrito Federal, que, segundo ela, traz grandes benefícios à população com os serviços oferecidos. “Esse trabalho conjunto realmente faz a diferença na vida das pessoas. Estamos aqui para atender a comunidade”, afirmou.

    Um dos momentos mais especiais do evento foi o envolvimento da comunidade escolar, incentivada a participar ativamente do projeto. Josiane destacou a colaboração com a diretora regional de ensino, Cássia Maria Marques Nunes, para garantir que os estudantes tivessem acesso aos serviços oferecidos. Ela também agradeceu à Viação Pioneira pela disponibilização dos ônibus, que facilitaram o transporte dos alunos, mostrando o comprometimento com a educação e o bem-estar das crianças e adolescentes da região.

    O evento foi um exemplo de como a união entre instituições e governo pode proporcionar momentos de alegria e apoio à população, reafirmando o compromisso da Fecomércio com o desenvolvimento social e o bem-estar da comunidade.