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Dia: 13 de julho de 2024

Ônibus escolar com 26 alunos cai em rio e deixa duas pessoas em estado grave em SC
Um ônibus escolar cheio de alunos caiu dentro de um rio na cidade de Aurora, no Alto Vale do Itajaí, interior de Santa Catarina. O veículo tombou e ficou parcialmente submerso. Dos 26 estudantes a bordo, entre 6 e 18 anos, todos foram resgatados com segurança. Dois casos mais graves incluem um menino com suspeita de trauma cranioencefálico e uma menina com cortes na cabeça. Outras crianças apresentaram sintomas de hipotermia e foram encaminhadas ao hospital. O motorista do ônibus estava embriagado no momento do acidente, conforme constataram dois testes positivos para álcool realizados pela Polícia Militar Rodoviária.FALA BRASIL |Do R7
Apoiados por programa do GDF, judocas de Brasília conquistam medalhas em Lima
Nicole Marques: “Se não fosse esse projeto, eu não teria viajado para metade dos campeonatos de que já participei” | Fotos: Matheus H. Souza/ Agência Brasília
Nicole Marques foi prata e Isadora Cavalcante, bronze; ambas viajaram para o Peru com apoio do Compete Brasília, que já atendeu 1,4 mil atletas só neste ano
O judô é o esporte que mais rendeu medalhas olímpicas ao Brasil até hoje – 24 ao todo, sendo quatro de ouro, três de prata e 17 de bronze. Também foi a modalidade que conferiu a primeira medalha individual a uma mulher do país, nos jogos de Pequim, em 2008. A responsável pelo feito? A brasiliense Ketleyn Quadros.
O ano de 2008 também foi o do nascimento de Nicole Marques. Hoje, aos 16 anos, ela treina no mesmo tatame em que Ketleyn deu os primeiros golpes, em Taguatinga, e caminha firme para seguir os passos da referência: no último mês, conquistou cinco medalhas em competições mundo afora, entre elas, a prata na Copa Pan-Americana Sub-21, em Lima, no Peru. Tudo graças ao auxílio do programa Compete Brasília, do Governo do Distrito Federal (GDF).
“Eu já tive muitos títulos, tanto nacionais quanto internacionais. Comecei no judô bem novinha, com 1 ano e 8 meses, e foi por pura e espontânea vontade, desde pequena eu sempre gostei muito”, lembra a atleta. “Se não fosse esse projeto, eu não teria viajado para metade dos campeonatos de que já participei. O Compete Brasília me ajuda muito com as passagens; não só eu, como vários atletas da cidade.”
De fato, são vários os atendidos pelo programa. Precisamente, 1.396, só de janeiro a junho deste ano, com aporte de R$ 2,1 milhões. Em todo o ano passado, foram 4 mil beneficiados, com investimento de R$ 8 milhões. O objetivo da iniciativa é financiar a participação de atletas e paratletas de alto rendimento em competições dentro e fora do país. Para se inscrever, não há limite de idade ou de renda. A solicitação deve ser feita pelo site da Secretaria de Esporte e Lazer, atendendo ao prazo de 40 dias antes para competições nacionais e 60 dias para as internacionais.

Treinador de Nicole Marques, Robert Marques ressalta a importância do Compete Brasília para que a atleta se mantenha entre as melhores
Também com uma trajetória construída no judô, os pais de Nicole, Robert e Phylis Marques, são hoje os treinadores dela e reforçam a importância do programa. “Na minha época não tinha esse incentivo. Isso viabiliza bastante para que eles possam se manter no alto rendimento no meio competitivo. A Nicole mesmo, graças ao Compete Brasília, no ano passado conseguiu atingir o ranking para lutar o Mundial. Este ano, a briga está sendo a mesma”, aponta Robert.
Phylis Marques, por sua vez, destaca a dedicação da jovem desde cedo: “Ela sempre foi assim, sempre quis fazer tudo melhor e sempre foi muito competitiva. Ela que quis, a gente nunca falou: ‘Vai para tal competição’. É ela que pega o calendário e fala: ‘Para essa eu vou’”. As próximas datas e locais já estão bem circulados no calendário de Nicole, que almeja Los Angeles 2028: “Quero estar na Olimpíada”.
Mais medalhas

Isadora Cavalcante foi a competições no Peru e na Polônia com fomento do Compete Brasília
Nicole não foi a única atleta apoiada pelo Compete Brasília a voltar de Lima com medalha. Isadora Cavalcante, 17 anos, trouxe um bronze na mala. “Foi uma experiência boa, novas pessoas, pessoas mais velhas. O ritmo de competição é muito bom”, avalia. No judô há oito anos, ela já competiu em diversos estados brasileiros e foi à Polônia no ano passado, com auxílio do programa do GDF.
“O retorno das atletas do Pan-Americano de Judô com uma medalha de prata e outra de bronze é uma grande conquista para o esporte no Distrito Federal. O Compete Brasília tem desempenhado um papel fomentador no que diz respeito ao apoio aos nossos atletas, garantindo que eles tenham as melhores condições para competir e vencer. Estamos extremamente orgulhosos de todos os nossos atletas que representam o DF com tanto talento e dedicação”, enfatiza o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.
Orgulho também é o sentimento da mãe de Isadora, Carolina Cavalcante. “Eu fico emocionada e fico também muito agradecida, porque o resultado da Isadora não é só o resultado dela, é o resultado de uma equipe que, no judô, é quase invisível. Mas tem muitas mãos ajudando. Inclusive, a mão do governo”, afirma Carolina. “Se não fosse o Compete, a Isadora não teria rodado dentro do Brasil e fora, como ela tem feito”.
Outra dessas mãos invisíveis é a do sensei Oswaldo Navarro. Ele destaca que o programa também propicia a treinadores participarem de algumas viagens. “É possível ter junto ao atleta essa bagagem, essa experiência, até de trocar informações com outros técnicos, de outros países, inclusive do berço do judô, que é o Japão. Essa troca pode ajudar a gente a melhorar aqui o nosso treino”, diz.
Treinos que formam talentos. Apesar de não ter participado da Copa Pan-Americana em Lima, Arthur Miné, 16, já ostenta medalhas em competições nacionais. “São conquistas que eu almejo há muito tempo. Desde que eu comecei no judô, eu via a galera viajando, medalhando. E eu comecei, no Sub-13, a viajar também; com ajuda do Compete, comecei a competir as nacionais, sempre batia na trave, e agora, finalmente conquistei essas medalhas”, enumera. Daqui para frente, afirma, as metas são ainda mais ambiciosas: “Sonho olímpico, o ouro”.
Agência Brasilia*

SLU, Novacap e DER aceleram trabalho na Hélio Prates após quebra de contrato com empresa
Em 24 horas, avenida foi lavada, sinalizada, recebeu pintura de meios-fios nos trechos concluídos; também recomeçaram os trabalhos de terraplanagem, compactação do solo e imprimação em dois trechos da via
Um dia após fechar uma cratera na Avenida Hélio Prates, o Governo do Distrito Federal (GDF) deu continuidade às obras no trecho que vai da QND 50/QNG 25 até o Pistão Norte, em Taguatinga. A retomada dos trabalhos reforça o compromisso deste GDF em tornar a avenida que une Ceilândia e Taguatinga uma pista transitável para pedestres, motoristas e comerciantes.

Nesta sexta, o GDF retomou as obras em dois pontos estratégicos da avenida. O primeiro deles está localizado entre o comércio Agro Boi e um pouco além da QND 50. Já o segundo, entre os cruzamentos da Via do Sesi (a partir do Posto Pit Stop) e Avenida Samdu (Posto Melhor) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Nesta sexta-feira (12), essa frente contou com a união de esforços da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Eles iniciaram os trabalhos de terraplanagem e compactação do solo – que consiste no nivelamento do trecho – e de imprimação da avenida, etapa anterior à pavimentação, que deve ocorrer já na próxima semana. Também serão feitos serviços de implantação de calçadas e paisagismo.
“Ontem nós tomamos a decisão de assumir a obra. O GDF assumiu fechar todos os buracos, pavimentar e tapar. Vamos fazer as calçadas para que a gente possa dar uma atenção especial naquela cidade. Hoje o SLU está lá presente, toda a Novacap presente, o DER-DF presente. Já tapamos os buracos, estamos pavimentando um trecho também da via, ou seja, o governo reagiu”, afirmou a governadora em exercício Celina Leão.
Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, o DER-DF está fornecendo material de acabamento para concluir a pavimentação e a Novacap está disponibilizando maquinário e mão de obra para implantação do calçamento.
Além da Novacap e do DER, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) executou serviços de varrição, limpeza completa das calçadas e vias públicas e remoção de folhas, papéis e outros detritos. Os servidores coletaram materiais menores que não são captados na varrição, garantindo uma limpeza mais detalhada e de difícil acesso. Por fim, o SLU pintou meios-fios ao longo de toda a extensão da avenida, resultando numa melhoria estética tanto para pedestres como para motoristas.

“Eu vi no noticiário que a empresa não estava dando conta de fazer os trabalhos, por isso estava tudo parado. Eu acho ótimo ver essa retomada”, diz a aposentada Cerly Ferreira Leite
“O processo que a gente vinha determinando à empresa para que a obra fosse acelerada não teve resposta. Então, resolvemos assumir de forma direta. Nós temos equipes para refazer a pavimentação da via, recompondo o fluxo normal e devolver à população a normalidade das avenidas, diminuindo o desconforto”, explicou o secretário.
Nesta sexta, o GDF retomou as obras em dois pontos estratégicos da avenida. O primeiro deles está localizado entre o comércio Agro Boi e um pouco além da QND 50. Já o segundo, entre os cruzamentos da Via do Sesi (a partir do Posto Pit Stop) e Avenida Samdu (Posto Melhor).

Equipes do SLU executaram serviços de varrição, limpeza completa das calçadas e vias públicas, além de pintura dos meios-fios ao longo de toda a extensão da avenida | Foto: Divulgação/SLU
As máquinas e operários chamaram a atenção de quem passa diariamente pela Hélio Prates. É o caso da aposentada e moradora de Taguatinga, Cerly Ferreira Leite, de 81 anos. Ela elogiou a retomada das obras por parte do governo.
“Até fiquei ansiosa e vim aqui dar uma olhada. Esse tempo todo que a obra ficou parada, é poeira, barulho. Eu vi no noticiário que a empresa não estava dando conta de fazer os trabalhos, por isso estava tudo parado. Eu acho ótimo ver essa retomada”, afirmou.

“Quando a empresa chegou, a obra não estava avançando”, diz o comerciante e engenheiro Carlos Moreira, que acrescenta: “A expectativa é positiva com essa retomada por parte do GDF”
Conhecedor da Hélio Prates, na condição de morador de Taguatinga há 30 anos, José Brito da Silva, de 63 anos, ressaltou a importância da avenida, por onde circulam milhares de pessoas diariamente. “Nós tivemos muita dificuldade durante o período que essa obra ficou parada. A obra é importante para nós, moradores. A gente agradece a iniciativa deste governo para resolver esse problema”, pontuou.
Opinião que é compartilhada pelo engenheiro e comerciante Carlos Moreira, de 42 anos. “Quando a empresa chegou, a obra não estava avançando. O ritmo era lento, parecia não ter nenhuma organização. Não tinha uma sequência construtiva. A expectativa é positiva com essa retomada por parte do GDF”, relatou.
Na mesma linha, Daniana Silva, de 43 anos, acredita que, ao término da obra, a população e o comércio da região poderá voltar à normalidade. “O atraso prejudica todo mundo. Eu tenho certeza que, quando essa obra terminar, vai melhorar muito a vida da população e o comércio”, afirmou a dona de casa.
Por Mayara da Paz, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger









